Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Envenenamento

Amigos e amigas.
Já há muito é sabido que o ser humano é um animal essencialmente herbívoro, podendo toscamente (hoje em dia, nem tanto) ser carnívoro em condições e situações especiais de sobrevivência. Desde nossa dentição, com oito incisivos para cortar mato e doze molares para triturá-lo adequadamente, até a imensa extensão de nosso intestino delgado e suas vilosidades, nosso organismo se mostra todo adequado a assimilar perfeitamente frutas, verduras e legumes.
Segue abaixo um dos tantos artigos que mostra como a carne tem grandes malefícios que suplantam imensamente seus benefícios, o que a torna, no mínimo, dispensável. Os sublinhados são meus. Extraído e adaptado daqui.
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Maquiagem para não assustar os sensíveis

Carnes

São produtos ricos em toxinas (cadaverina, putrescina, indol, escatol, fenol, etc) o que os caracteriza como alimentos cujos malefícios superam os benefícios.

Nos indivíduos de trânsito intestinal lento e mais gravemente naqueles que sofrem de prisão de ventre, ao permanecer nos intestinos, a carne entra em intensa putrefação e difusão das citadas toxinas, que reduzem a resistência a infecções e dão tolerância maior às bactérias patogênicas, levando a uma maior tendência a inflamações e infecções diversas, como colite, dermatoses, apendicite, amidalite, fluxos e corrimentos, dentre outras, além de ser comprovadamente um importante agente cancerígeno.

É importante salientar que, nos grupos de indivíduos basicamente vegetarianos, quase não existe câncer. Independentemente de qualquer postura ou argumentação vegetariana, a carne animal industrial (exceto de caça e animais criados de forma natural) além das considerações supracitadas, é um alimento ainda menos saudável devido aos produtos químicos empregados em seu tratamento.

O sulfito de sódio (que confere a cor avermelhada à carne congelada), o nitrato de potássio (usado para aumentar o prazo de conservação) e o dietietilbestrol (hormônio sintético ministrado aos animais para que ganhem peso) são produtos químicos comprovadamente ligados à ocorrência de diversos problemas de saúde e de consequências imprevisíveis a médio e longo prazo.

Podem causar alterações hipofisárias, alterações hormonais, perturbações menstruais, impotência sexual masculina, problemas de próstata e tumores cancerígenos.

A adrenalina, despejada na corrente sanguínea dos bois (andrenolutina) durante o abate, causa irritabilidade, insatisfação e agressividade sem causa aparente.

Além dos relevantes fatos apontados acima, é importante salientar que a carne é constituída principalmente de músculos de difícil digestão e podemos até afirmar que o organismo humano não é adaptado para seu consumo regular. Isso pode ser comprovado pelo tamanho de nossos dentes e pelo comprimento do tubo digestivo.

A gordura da carne de vaca é altamente saturada e pode aumentar os níveis de colesterol no sangue e o risco de doenças cardiovasculares.

Uma dieta rica em carne pode elevar o risco de câncer de cólon e outros tipos de câncer.

A carne de vaca malpassada pode ser uma fonte de infecções por E. Coli e toxoplasmose.

Não há dúvidas sobre o fato da carne de vaca ser um alimento altamente nutritivo. Ela é uma fonte importante de proteína de alta qualidade. Uma porção de 115g fornece 100% de RDA (ingestão Dietética Recomendada) de vitamina B12, um nutriente essencial encontrado apenas em produtos de origem animal. A carne de vaca é também uma excelente fonte de Vitamina B6, niacina e riboflavina, assim como de minerais essenciais como ferro e o zinco.

Porém, quanto ao tão propagado potencial nutritivo da carne, vale salientar que todas as análises do produto são feitas com carne crua, não se levando em conta que o processo de cozimento retira cerca de 30% de seus nutrientes essenciais. E ela, ao contrário da maioria dos alimentos naturais, não pode ser comida no seu estado natural, pois pode provocar inúmeras doenças, como brucelose, teníase, etc.

Resumindo os malefícios que a carne provoca no homem:

- putrefação no intestino;
- perda de cálcio;
- depósitos de gordura e detritos de nitrogênio nas articulações e artérias;
- elevação do pulso e da pressão arterial, que estimulam artificialmente o organismo de forma passageira e esgotam progressivamente suas reservas energéticas nos processos digestivos.
- Aumento considerável dos riscos de câncer – hoje em dia, a carne contém hormônios sintéticos, antibióticos, corantes, conservantes, além de praguicidas absorvidos pelo gado. O consumo regular de carne é um fator cancerígeno tão importante quanto o cigarro.
- O excesso de carne pode provocar anemia perniciosa, que só existe em animais carnívoros e pessoas que se alimentam basicamente de carne. A razão disso é a falta do ácido fólico, que é necessário para absorção da vitamina B12.

Câncer de mama
A epidemiologista Janet Cade, da universidade britânica de Leeds, mostrou em outro estudo que o consumo de carne vermelha pode aumentar significativamente o risco de câncer de mama em mulheres que já passaram da menopausa.

Câncer de pâncreas
Segundo estudo publicado no British Journal of Cancer, em janeiro de 2012, o consumo de grande quantidade de carne processada pode aumentar o risco de câncer de pâncreas. A pesquisa foi desenvolvida pela Fundação Sueca do Câncer e pelo Instituto Karolinska, na Suécia, e concluiu que ingerir todos os dias uma quantidade do alimento equivalente a apenas uma salsicha ou duas fatias de bacon já é suficiente para aumentar as chances das doenças.

Câncer de intestino e/ou reto
Um estudo realizado na Universidade da Carolina do Norte sugere que o consumo elevado de carne (mais de 600 gramas por dia), principalmente carne vermelha, aumenta risco de câncer de cólon, mas salienta que mais estudos a respeito são necessários para aumentar a certeza acerca do resultado. O jornal I-M Health Newsletter, citando pesquisas feitas nos EUA também alerta para a relação entre câncer de cólon e o consumo excessivo de carne vermelha (mais de 85 gramas por dia).

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Bieber e a pedofilia

Amigos e amigas.
Segue abaixo uma tradução minha de uma matéria que, por se mostrar tão bombástica, entrou para o rol das "teorias da conspiração". O sítio original não me foi possível acessar (aparece um aviso "FORBIDDEN"), mas acessei o texto por outro lugar.

O que assusta é seu protagonista e os outros que são lembrados na matéria. Têm muito peso e a indústria degenerada hollywoodiana sempre se apressa a calar tais denúncias de N formas e, claro, desmentir veementemente as denúncias. Mas bem sabemos que a chance de ser verdade é imensa.

Foi por causa de eu não ouvir falar do Bieber há mais de ano na grande mídia que achei válido reproduzir a matéria. Se for fake ou alguém souber de mais notícias, podem se manifestar. Por ora, penso que é de bom alvitre expor novamente um pouco da depravação da indústria do "entretenimento"... De quem ?
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PEDOFILIA EM HOLLYWOOD - MAIS UM QUE COMEÇA FALAR.
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Marcação do gado moderno
Justin Bieber disse a centenas de pessoas em uma aula de estudo da Bíblia em Los Angeles que "acordou" dos "males da indústria da música" e ele precisa fazer uma pausa na indústria porque é "controlado pelo absolutamente pior das pessoas - pedófilos ".
Bieber tornou-se um regular na classe de estudo da Bíblia realizada no Montage em Beverly Hills e no sábado 22 de julho, ele compartilhou o que ele descreveu como uma "história horrível" como a congregação e explicou porque ele sentiu que ele tinha que sair de sua turnê mundial.
Descrevendo uma festa na turnê - atendido pelo escalão superior de negócios da música, incluindo vice-presidentes executivos de desenvolvimento, produtores, agentes de poder e financiadores internacionais - Bieber disse que foi encorajado a abusar sexualmente de uma criança pequena que havia sido comprada para a festa para Gratificação sexual da elite da indústria.
"Eu não queria fazer isso. Eu realmente não queria. Eles disseram que esta criança estava drogada. Foi horrível", disse Bieber, explicaram. E deixaram claro para ele que ganharia a entrada no "lado comercial da indústria" se ele se juntasse ao clube passando os rituais de iniciação.
"Eu não seria apenas um intérprete, eu seria um mogul. Esse caminho se abriria para mim, como fez para Jay-Z .
É a diferença entre ser um milionário e ser um bilionário".
Mas Bieber disse à congregação que não poderia fazê-lo.
"Para se juntar ao clube, eu teria que fazer coisas ruins para aquelas pobres crianças. Mas então percebi que mesmo isso não era suficiente para eles. Eu também teria que matar essa criança pequena".
Bieber disse que tinha ouvido rumores sobre esse tipo de iniciação na indústria da música, mas ele não tinha sido confrontado com isso antes.
"Eu percebi que eles filmavam secretamente essas festas. Uma vez que você tenha feito um vídeo fazendo algo assim, eles são seus donos".
Bieber disse que sua consciência é clara porque ele não participou, mas o destino da criança drogada o assombra até hoje .
"Eles disseram que essa criança foi estuprada por algumas pessoas diferentes. Eles disseram que estava sangrando. Saí de lá, mas ouvi que ela morreu e isso me assombra".
Esta acusação de Justin Bieber se acrescenta à onda de acusações feitas por celebridades e músicos sobre a verdadeira natureza da elite da indústria da música e do entretenimento. 
Corey Feldman e Elijah Wood foram ambos recordados expondo a pedofilia no coração de Hollywood. De acordo com Elijah Wood (o Frodo, de “O Senhor dos Anéis”) vidas inocentes são destruídas para satisfazer "pessoas com interesses parasitas" que "vêem você como sua presa". 
Em uma entrevista com o Sunday Times, Wood lançou uma série de bombas sobre os pedófilos que dirigem a indústria, observando que "Claramente, algo importante estava acontecendo em Hollywood. Tudo estava organizado”.
Se você lê o Washington Post ou assiste a CNN, a pedofilia não é um problema, e aqueles que falam sobre isso são malucos usando um chapéu de alumínio distribuindo noticias falsas.
Mais e mais estrelas chegam com informações sobre Hollywood e as músicas depravadas da indústria da música.
Nos últimos meses, Nicole Kidman e Lindsay Lohan também falaram sobre pedofilia em Hollywood.
Os amigos próximos de Chris Cornell e Chester Bennington (Link'n Park) afirmam que o par recentemente morto, estava trabalhando para expor o anel pedófilo e trabalhando para expor o coração da indústria da música - e isso lhes custou suas vidas.
Justin Bieber chocou seus fãs cancelando sua turnê mundial e anunciando que precisava de algum tempo além da indústria da música. Mas, à medida que mais informações aparecem, parece que ele tomou a melhor decisão possível para sua vida.
Fonte: https://spidercatweb.wordpress.com/2017/08/06/justin-bieber-pedophiles/

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Despedida

Amigos e amigas.
Começo o ano com este discurso de Roberto Requião, um personagem controverso da história política brasileira. Muitos o vêem como um patriota tipo (não do nível) o Dr. Enéas; outros, como mais um espertalhão, raposa, cobra criada do coronelismo.

Independente de qualquer coisa, seu discurso de despedida tem um peso digno de ser ouvido ou lido pois rasga o verbo e exorta as pessoas a "se ligarem nas quebradas", saírem da letargia onde tão confortavelmente se acalentam.

Os destaques (colchetes, sublinhados e negritos) são meus.
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https://www.youtube.com/watch?v=fWSh2DL31NE 

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Roberto Requião
A casa vai cair: sobre a convivência dos militares com os ultraliberais de Paulo Guedes

Talvez este seja o meu último discurso ou um dos últimos discursos que faço no Senado Federal. Então, inicio solicitando um pouco de tolerância com o tempo.
À conta de preâmbulo, para deixar registrado o meu inconformismo com a expulsão dos médicos cubanos do Brasil; sim, expulsão! Não há outra palavra para classificar a iniciativa extemporânea do futuro Governo, já que sequer se empossou para tomar tão grave decisão sobre o setor que mais demanda atenção estatal e que agora desguarnece-se dramaticamente.

À conta de preâmbulo, dizia, faço uma pergunta: mais do que razões ideológicas, mais do que a bobagem anticomunista, mais do que o esforço para, na visão do futuro chanceler, agradar o salvador do ocidente cristão Donald Trump, mais do que tudo isso, o que pesou mesmo para a expulsão dos médicos cubanos não teria sido a cor da pele deles?

Quase todos pretos!

E onde se viu, que ousadia é essa de preto exibir anel de doutor, ainda mais doutor médico, ainda mais preto comunista? Além do que, a quem esses pretos estrangeiros atendiam aqui na Pátria amada? A outros pretos! Ora, que desperdício!

Na verdade, a expulsão dos médicos cubanos é uma paráfrase da grande meta do bolsonarismo, que é a expulsão do Brasil de todos os estrangeiros indesejáveis. E, no caso, entenda-se por estrangeiro todo brasileiro que se oponha ao novo Governo, às ideias do novo Governo, tanto no plano dos costumes quanto às propostas na área econômica, educacional e de política externa.

A ressurreição de consignas como "Ame-o ou deixe-o", "Pra Frente Brasil", "Ninguém Segura este País", sob a trilha de Dom & Ravel, a mesma trilha usada nas sessões de tortura, talvez queira criar um clima, incentivar manifestações, dar continuidade às mobilizações eleitorais via redes sociais em favor da "purificação" do País, libertando-o dos comunistas, prendendo-os ou expulsando-os.

Um dos filhos do presidente eleito fez até mesmo um cálculo: talvez seja preciso prender e expulsar, como se estrangeiros fossem, uns 100 mil desses brasileiros indesejáveis, para "limpar o Brasil". Na fala desse rapaz, o que mais me assustou foi uma referência que ele fez à Indonésia, como exemplo de país que criminaliza as "atividades comunistas". Mas sabe ele à custa de quê, Senador Raupp? À custa da chacina, do massacre de mais de um milhão de indonésios considerados comunistas.

É de arrepiar! Mas esta é a ideia: se você for a favor, bem-vindo ao Brasil de encantos mil, salve a seleção! Se você for oposição, você é um estrangeiro indesejável, passível de punição.

Pois é, nós que defendemos o Brasil contra a pilhagem de suas riquezas, especialmente a pilhagem do petróleo; nós que somos contra a privatização da Petrobras, da Eletrobras; que somos contra a entrega da Base de Alcântara para os Estados Unidos; que somos contra a absorção da Embraer pela Boeing; que nos opomos à doação do nióbio e outros metais preciosos; que discordamos radicalmente da venda de terras para os estrangeiros; que somos contra a privatização da água, das florestas, do ar e do mar territorial; nós que combatemos a desindustrialização do País; que lutamos pela ciência e pela tecnologia nacional; nós somos os indesejáveis, para eles, nós somos os estrangeiros.

E quem são os brasileiros? Quem são os brasileiros, Senador Paulo Rocha? Paulo Guedes, Castello Branco, Roberto Campos Neto, Sergio Moro, Onyx Lorenzoni, ou os indicados de Olavo de Carvalho, Ricardo Vélez Rodriguez e Ernesto Araújo? Ou seriam Pedro Guimarães e Rubem Novaes? Esses são os brasileiros?

Feito o introito, vamos à missa.

Sras. e Srs. Senadores, brasileiros que nos acompanham pelo sistema de comunicação do Senado, encerra-se no dia 31 de janeiro meu mandato de Senador. Se fizesse uma retrospectiva do que foram esses oito anos, não encontraria nada do que me arrependesse. Cumpri com honra, dedicação e brasilidade o mandato que os paranaenses me deram.

E, caso alguém se desse ao trabalho de compulsar os discursos que fiz nesta Casa, veria neles, de um lado, a insistência sobre o mesmo tema: soberania nacional, construção do Estado nacional brasileiro e, como pressuposto disso, o combate permanente, radical à financeirização da economia, à globalização sob o domínio do capital financeiro ao reino dos bancos, ao império de Mamon. De outro, haveria de constatar a também insistente, radical defesa dos trabalhadores, de seus direitos, de suas conquistas civilizatórias, ao lado da defesa do capital produtivo nacional em oposição ao sibaritas do mercado financeiro, de onde, aliás, procede toda a equipe econômica do próximo Governo.

Um parêntese. Temos à vista uma frente inusitada, um bando de especuladores e de agiotas, ultraliberais entreguistas e traidores da Pátria, ombro a ombro com as Forças Armadas. Eu até poderia estender a adesão da teologia da prosperidade de Edir Macedo, de R.R. Soares, de Malafaia, de Valdemiro Santiago, do impagável Agenor Duque e outros ao neoliberalismo. Afinal, essas igrejas não seriam nada sem o jogo do mercado, das ilusões capitalistas, sem os negócios dos milagres, mas as Forças Armadas... Aí não entendo mesmo. Fecho o parêntese.

O tempo todo, dizia, enquanto esta Casa fartava-se de assuntos absolutamente secundários, de demandas corporativas, da cassação de direitos dos trabalhadores, da redução de direitos sociais, da entrega do petróleo, da renúncia à soberania ou de arremedos de reforma política, ocupei-me daquilo que, para mim, deveria ser a essência de nossos mandatos: um projeto para o Brasil, os fundamentos básicos para a construção do Brasil-Nação, a contraposição entre Brasil, um país para os seus, e Brasil, um mercado para os outros.

Nesses oito anos, foi a minha obsessão, na verdade, uma obsessão de toda uma vida. Inúmeras vezes, desta tribuna, da Comissão de Economia, em seminários e debates onde quer que fosse, aqui ou lá fora, foi o meu canto de uma nota só: um projeto de desenvolvimento nacionalista, democrático e popular. Não se tratava de uma pregação sectária, fundamentalista. Tratava-se, isso, sim, de ter os olhos e a mente abertos...
Tratava-se, isso sim, de ter os olhos e a mente abertos para a realidade das coisas. Tratava-se de não se deixar cegar pela religiosidade, pelo dogmatismo, pelo preconceito ideológico dos liberais. Esta é a verdade: não existe nada mais ultramontano, primitivo, tosco que o neoliberalismo, ainda mais na sua leitura brasileira, que consegue reunir em um só embornal banqueiros, o alto escalão das Forças Armadas, os setores atrasados no agronegócio, representados pela ressurrecta UDR, os cruzados da luta contra a corrupção, os evangélicos da teoria da prosperidade, os barões da mídia, os moralistas, tipo Alexandre Frota e Pastor Feliciano.

Já pensaram, reunidos sob o mesmo teto Paulo Guedes, Gen. Heleno, Edir Macedo, Olavo de Carvalho, Sergio Moro, Joice Hasselmann, Kim Kataguiri, a Família Buscapé, os Setúbals, os Moreiras Sales, os Trabucos? Vão viver sob o mesmo teto até que a casa caia. [Impagável !]

O que teremos, como tudo indica, é um governo para o mercado, ao invés de um governo apesar do mercado. E governo para mercado significa necessariamente um governo antinacional, antidemocrático, antipovo e, por isso mesmo, um governo corrupto, já que a alma, a essência do neoliberalismo é venal, degenerada, ímproba.

Não sabia disso, Juiz Moro? Não sabia até agora?

Afinal, não há ética, não há moralidade, não há cristianismo, não há espiritismo, não há judaísmo, não há islamismo, não há budismo – tomando a essência, a medula, a substância dos ensinamentos dessas religiões – em um regime que não coloque o homem em sua integralidade, no centro de suas ações.

Basta ver o que o Paulo Guedes, cuja ignorância sobre as instituições públicas é alarmante e embaraçosa, andou dizendo sobre a necessidade de sepultar de vez as heranças da social-democracia brasileira. Deus meu! Quando houve um regime social-democrata no Brasil, tomando como paradigma a social-democracia europeia? Nunca, Senador Cristovam. Ou o keinesianismo praticado por Roosevelt, nos Estados Unidos, nos anos 30, 40? Nunca. O que tivemos sob Getúlio, Juscelino, Goulart, Sarney, Itamar e, principalmente, sob os governos do PT, o que tivemos foram algumas concessões, algumas velas acesas ao povo, enquanto queimavam-se tochas em adoração a Mamon. Social-democracia no Brasil quando? Até as migalhas distribuídas incomodam essa gente tenebrosa e desumana. É aterradora a inconformidade dessa gente com a abolição da escravatura.

Daí que, ainda mais uma vez, manifesto a minha estupefação por ver as Forças Armadas metidas nessa cumbuca. É um envolvimento perigoso.

E não me venham com esta conversa mole de que são alguns militares da reserva que farão parte do chamado núcleo duro do próximo Governo e não a instituição. Balela! É a instituição, toda ela, contaminada pela política. A política invadiu os quartéis. Ou o General Villas Bôas vai dizer, como Sergio Moro, que os militares, no Governo, são técnicos?

Já que não há como o próximo Governo dar certo, pois não há como o ultraliberalismo triunfar sobre a sociedade brasileira a não ser reprimindo-a, massacrando-a, calando-a, as Forças Armadas sairão, outra vez, chamuscadas da aventura. E não adianta desviar a atenção a perseguir fantasmas de 83 anos atrás. Não vai dar certo!

Se neste, que talvez possa ser o meu último pronunciamento, Senador Ataídes – por isso, insisto com a tolerância do tempo –, reservei tanto espaço para as idas e vindas das Forças Armadas, é porque meus sentimentos patrióticos, nacionalistas, desenvolvimentistas sempre fizeram polifonia, justaposição com a tradição de patriotismo, nacionalismo e desenvolvimentismo...
Em nome dessa tradição e como ex-aluno do antigo CPOR, faço mais uma pergunta aos militares: o que eles acham das declarações dos ministros que Bolsonaro indicou para as Relações Exteriores, Agricultura e Economia sobre América Latina, Cuba, África e China, espelhando, por exemplo, essas declarações na política externa de Orlando Geisel?

Os escalões superiores das Forças Armadas, tão envolvidos com o próximo Governo e tão apressados em também amaldiçoar a chamada herança petista, mostram-se ignorantes, indoutos sobre as raízes de nossa política exterior: foi sob Geisel que o Brasil reatou com Cuba e China; foi sob Geisel que o Brasil começou a sua aproximação e cooperação com a África; foi sob Geisel que reconhecemos Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, ex-colônias portuguesas; foi Geisel que deu uma banana para os Estados Unidos e firmou o acordo nuclear com a Alemanha; foi ainda sob o regime dos generais que o Brasil se aproximou dos países árabes e passou a ter uma política independente nos conflitos do Oriente Médio. E jamais ocorreria a Geisel ou a qualquer outro dos Presidentes militares bater continência a um tipo como John Bolton. Embaixada do Brasil em Jerusalém? Nem pensar!

Como se vê, sequer no fogo ardente, Senador Ataídes, da guerra fria, o Brasil submeteu-se a um alinhamento automático com os Estados Unidos – sequer naquele momento terrível da guerra fria.

Os senhores militares esqueceram-se disso tudo? Não se lembram mais de que, para realizar os nossos objetivos nacionais permanentes, para isso, é essencial que sejamos um País soberano, dono do seu próprio nariz, que não se envolva nessa ideologização estúpida, atrasada, provinciana em que Guedes, Araújo e Vélez Rodriguez querem nos meter?

Militares, aprendam com Geisel, se não querem dar o braço a torcer para os críticos do novo Governo!

Ora, terceiro-mundismo é a vovozinha de quem disse!

E, por falar em objetivos nacionais permanentes, gostaria de lembrá-los – aos que já esqueceram –, Senadores que estão à Mesa: democracia, paz social, desenvolvimento, soberania, integração nacional e integridade do patrimônio nacional. Pergunto eu: o que esses arrivistas – tipo Paulo Guedes, Joaquim Levy, Roberto Campos Neto, Rubem Novaes, Pedro Guimarães, Carlos von Dollinger e Ernesto Araújo – têm a ver com objetivos nacionais permanentes? Senhores das Forças Armadas, a vocês eu me dirijo.

Talvez para relembrar minha trajetória nesta Casa nesses oito anos, eu tenha feito, Senador Ataídes, uma digressão longa demais. É que pretendia refletir, espelhar as posições de toda uma vida nos tormentosos dias que se aproximam, mas não me vejam como pessimista ou cético. Ninguém tem o direito de ser pessimista no Brasil, não com um povo como o nosso que, há mais de 500 anos, suporta as consequências que ter uma elite predadora, inculta, trapaceira, corrupta e venal lhe ocasiona, mas que segue em frente.

Daqui a algumas semanas, encerra-se o meu mandato de Senador. Não me recolho à vida privada, não tenho também esse direito.

Enquanto respirar, viverei pelo Brasil, fiel, intransigentemente fiel, à utopia que me embala desde a meninice: o sonho de um País soberano, desenvolvido e bom para todos.

Brasileiros, contem sempre comigo enquanto eu viver.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Eu ainda creio

Amigos e amigas.
Já que o "tão esperado Fim do Mundo Maia" não aconteceu em 21/12/2012, creio que posso fazer um balancinho do ano prestes a se findar, junto com a Esperança que, apesar de todas as deturpações que se perpetram por aí, precisa ser a última a morrer.

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2018 não diferiu em quase nada dos anos deste milênio. Desde o famigerado "11 de setembro", o que mais se vê geopoliticamente são invasões do "Grande Império" a países islâmicos, de muçulmanos à Europa, guerras "contra o terrorismo", dominações e subjugações, destituições de antigos regentes e, claro, destruições e mentiras. Enfim, estupros constantes. Sempre com a mesma desculpa degenerada de "combater o terrorismo" ou "se defender", as mesmas que, por exemplo, a cúpula israelense dá para massacrar o povo palestino com a cumplicidade das alienação e covardia mundiais.

Economicamente, o mundo chegou à beira de uma grande quebradeira (não me assustarei se ela fizer o 'crash' de 1929, patrocinado pelos "morgans", "rothschilds", "warburgs" e "rockfellers" da vida, parecer uma "marolinha"). O desafio é ficarmos preparados para o tsunami (ou holocausto?) que se avizinha e que a "Grande Mídia" dominada pelos fomentadores de tais iniquidades se esforça em mascarar.

Socialmente, não há nenhuma evolução sensível. Ao contrário. A banalidade e a futilidade permeiam os sentimentos, expectativas e o dia a dia do povinho. O nefasto esquema de entretenimento inócuo por um lado e pernicioso por outro vai de vento em popa. Vide a eleição do "mito" Bolsonaro através das mídias sociais, financiada por aqueles mesmos supremacistas que retiraram o Brasil do BRICS e que procuram oficializar a tomada do país e formalizar a escravidão. De tudo isso, o beneplácito feliz do poveco é o que mais me causa ojeriza e desprezo.

Então, já que estamos nesse arame farpado bambo, o que esperar de 2019?

Apesar de podermos ter a certeza de que os "Grandes Corruptores" prosseguirão em suas atitudes imperialistas, massacrando tudo e todos que tentarem expô-los e, principalmente, tirar-lhes um pouquinho que seja da influência e domínio que levaram séculos para obter, é nosso dever resistir, perseverar e orientar o máximo de pessoas possível para que estas acordem de sua letargia e combatam seus comodismos para deixarem de ser zumbis, simulacros de seres humanos. Tarefa até inglória, haja vista o amor visceral e até escatológico que o povinho tem a essa letargia, ao "Venha a mim o teu reino".

Podemos esperar que o "investimento" na alienação e no ensino subversivo seja sempre aumentado, mas é imperativo procurarmos opções. E elas não faltam! Apenas são escamoteadas ou denegridas ao máximo, ao mesmo tempo que as porcarias destruidoras do bom senso são recicladas, maquiadas e massivamente oferecidas. Criar espírito crítico e disciplina para resistir a elas não é fácil, mas absolutamente necessário e compensador.

Podemos esperar que o exército sórdido e hipócrita de agentes desse "Poder das Sombras" prossiga em sua missão de desviar as atenções das massas, seja na base da graça, da piada ou da simples oferta de "algo mais legal" até o achincalhe, a ofensa pessoal, grotesca e gratuita, além de tentarem nos intimidar de qualquer jeito em todos os níveis. O importante para eles é tirar a nossa atenção de seus donos e suas falcatruas. Esses "agentes" se utilizam da aproximação furtiva e silenciosa ou, modernamente, da virtualidade da internet, bancada por seus donos. Com ela, podem fazer um monte de sem-vergonhices (pra dizer o mínimo) sem se exporem.

Eu aprendi a não fazer nada que me desabone (ao menos, me esforço), nada que dê qualquer trela para esses aspones poderem me intimidar (se bem que tal detalhe não impede que suas sordidez e hipocrisia "dêem um jeitinho"). É isto que todos nós devemos fazer: 
pesquisar, opinar, questionar, duvidar, tudo isto sem se preocupar com opiniões desabonadoras que porventura vierem a nos açoitar. Caso você comprovadamente cometa um erro, simplesmente retrate-se humildemente. Como disse o Barão de Itararé: "Não é triste mudar de idéias; triste é não ter idéias para mudar."

Porém, apesar de tantos pesares, quero esperar tudo de bom, próspero e saudável a todos aqueles que se esforçam pelo bem comum, pelo respeito ao próximo, pela boa vontade, pela boa saúde em todos os sentidos, pela retomada do progresso e evolução tanto de si mesmo quanto da humanidade, enfim, a todos aqueles que fazem por merecer o TÍTULO de "Ser Humano" (está cada vez mais raro). Ao resto, só lamentar sua assumida e confortável situação de "marionete de ameba".

Deus ilumina (mesmo aos ateus, judeus, fariseus,...), mas, a todo instante, façamos a nossa parte!
Desde já, Feliz passagem de ano e um melhor 2019!
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Em tempo: Estou saindo para o recesso de Natal e Ano Novo e não mexerei com internet nesse ínterim. Dia 02/01, a todos que aqui comentarem, responderei com prazer e gratidão pela presença. Abraços, muita saúde e sorte.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Fragmentos de existência


Amigos e amigas.
Penso que tudo o que existe é um agregado de mínimas coisas que formam um todo. Cada todo tem sua função e vai se agregando a outros todos e formando algo maior e assim sucessivamente até seu respectivo limite. Caso haja algum exagero ou perda de função, determinada parte é gradativamente eliminada até que a estrutura atinja sua melhor performance.

Assim age a natureza em sua constante procura por maximização, aperfeiçoamento e otimização. Com isso, ela é o que vemos, vivemos e admiramos.

Daí, vem o ser humano com sua nefasta capacidade de desagregação. Em qualquer sentido! Suas instabilidades mental, moral e psicológica desestabilizam constantemente o delicado equilíbrio que a Mãe Terra tão minuciosamente cria para o bem da vida.

Pode-se usar vários nomes: poluição, inconseqüência, corrupção, comodismo, egocentrismo, etc. Ao fazer uma destas coisas ou se deixar levar por alguma delas, o ser humano se degrada e leva consigo o que houver de bom. Exemplos:

A alimentação. Uma necessidade absoluta que é constantemente vilipendiada. Tanto vemos, ouvimos e já sabemos que não se deve comer isto e aquilo, que devemos priorizar a ingestão de alimentos X e Y, que o correto é comer devagar, etc. No entanto, junto a tanta informação, há a desinformação, a omissão, a carência. Tudo se faz pelo consumismo, principalmente de lanches, enlatados e bebidas, alimentos cheios de conservantes, corantes, acidulantes, etc. Tudo sem horário, nem comedimento. Mas por outro lado (e o pior de tudo), tanta gente vive numa miséria (em todos os sentidos) tão opressiva que qualquer migalha é vista e tida como uma bênção. E nessa miséria, apenas mal e porcamente sobrevivem, submetendo-se e definhando a olhos vistos, se tornando sub-humanos. Nesta dicotomia impiedosa, a sociedade se fragmenta.

A educação. A mãe do desenvolvimento, do progresso e da evolução. Quanto maior e melhor a educação, diretamente proporcional é a grandeza de alguém e de um país. Portanto, havendo estabilidade, coerência e universalização do conhecimento e da cultura, a humanidade chegaria a um nível de vida física e espiritual digno de seu potencial. Porém, o que se vê? A cruel e cruenta massificação de um ensino subversivo e alienante, associada a uma propagação sórdida de uma incultura poluidora de mentes, corações e almas. A grande mídia não faz nada além disto! E os governos (essencialmente fantoches do “Poder nas sombras”) se esmeram em deixar o povo na mais obscura ignorância do real e desvirtuam a lucidez, a análise e a interpretação. Nesta realidade dantesca, a sociedade se fragmenta.

As drogas. Porta de entrada para um depressivo calvário. Quem as usa, vive num eterno “AINDA”: ‘ainda não roubei’; ‘ainda não me prostituí’; ‘ainda não matei’; ‘ainda não me matei’; etc. Nada é mais separatista, isolacionista do que elas! Separa seu usuário de tudo o que é bom: amigos, família, saúde,...! É PRIORITÁRIA a sua extirpação das nossas vidas! No entanto, sua produção e consumo só aumentam. Novamente, o ‘poder nas sombras’ se vale da sua influência e camuflagem para financiar essa excrescência, com o ‘beneplácito’ e a conivência dos governos-fantoche do mundo. Nesta atitude covarde, a sociedade se fragmenta.

Com tudo isso e muito mais, a humanidade fica do jeito que os supremacistas querem: sem sua coesão, sua união, sua confiança mútua. Tudo isso esfacela a vida (o presente) e anula as boas perspectivas de futuro; fomenta a desesperança e o individualismo; apregoa a ‘Lei de Gérson’; alimenta a metástase da destruição dos valores básicos; desvirtua a vida no seu brotar.

O desenho que abre este artigo (feito há mais de 20 anos) é a externação da visão que tenho de toda essa carga massacrante de atitudes sórdidas que oprimem nossa percepção, atravancam nosso desenvolvimento e dissociam nosso bem querer de tudo o que mais necessitamos e temos que lutar para manter. O corpo está neste universo (o que nos mantém vivos), mas os membros estão presos ou na beirada de abismos ou constantemente acossados; e a cabeça fica perdida numa confusão de visões indistintas e idéias amorfas.

Equilibrar isso tudo é uma tarefa tão divina e gloriosa quanto desgastante e eterna. Mas é nessa vitória diária que encontramos os maiores prazeres da vida.
FAB29

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Vítimas silenciadas

Amigos e amigas.
Reproduzo abaixo uma carta da Fada do Bosque (Blog Maré Cinza) em resposta a uma "indignada meia-judia". Com inteligência e contundência, contou um pouco da vida sexual dos judeus e a influência deles no tráfico de escravas brancas desde tempos ancestrais.

Vale a pena conhecê-la. Negritos e sublinhados são meus. Vejam também algumas confirmações atualizadas de suas informações AQUI. E mais escravagismo AQUI.
FAB29

Cara Victoria, 

A sua conotação de anti semita com a palavra "judia" é uma conclusão justa hoje em dia. Não quis ofender, mas em qualquer caso, aceite as minhas desculpas.

Pode não estar ciente, mas é um fato triste que, por causa de dificuldades econômicas graves sofridas pelos judeus nos séculos passados, muitas meninas judias tenham sido forçadas a uma vida de prostituição. Um certo tipo de prostituta foi encontrada em todas as grandes cidades europeias; exótica e semi-asiática na sua aparência. Era a prostituta judia e era muito procurada. A palavra 'judia' passou, portanto, a ser sinônimo de prostituta.

Quando Baudelaire escreveu um poema sobre uma prostituta parisiense, com a qual tinha acabado de passar a noite, ele referiu-se simplesmente a uma judia. Isso foi o suficiente para que a identificassem como prostituta. "Une nuit que j´étais près d´une affreuse juíve..."

Quando Keats se refere a prostitutas judias, com quem tinha acabado de passar a noite, num fragmento de um poema inédito numa carta privada (1819), ele não lhes chama 'prostitutas', apenas as designa de judias. Por quê? Porque eram tantas as prostitutas judias na Europa que as palavras passaram a ter a mesma equivalência.
Nor in obscurèd purlieus would he seek / For curlèd Jewesses, with ankles neat, / Who, as they walk abroad, make tinkling with their feet.”
"Nem no obscuro ele iria procurar / pelas encaracoladas judias com sinos nos tornozelos puros, / Que ao andar no exterior os faziam tilintar com os seus pés."(aqui)


[Imagem: vintage_stock___theda_bara_by_hello_tuesday-d37zycs.jpg]
Theda Bara (nascida em Theodosia Goodman, 1885-1955), judia, atriz de cinema mudo, famosa pelos seus papéis de mulher fatal. Observe os cachos "saca-rolhas" mencionados anteriormente por Keats ("enrolado das judias"). A "femme fatale" clássica de Hollywood, na Wikipedia diz: "eram muitas vezes estrangeiras, de ascendência oriental, europeia ou asiática indeterminada". O nome Theda Bara, a propósito, é um anagrama para a morte, em árabe.

Keats refere-se aqui à judia típica, com os seus cabelos "encaracolados". Os sinos nos tornozelos a tilintar e que ele menciona muitas vezes, foram usados em épocas passadas, por prostitutas para assinalar a sua abordagem. Desde a Índia Antiga que esses sinos são acessórios de prostituta.

Diz que é 'meia judia', Victoria, e que a sua família veio da Ucrânia, de onde é originária. Sabia que Odessa é a quarta maior cidade desse grande País? Odessa era, no passado, uma cidade que atraía os fãs de prostitutas de toda a Europa como um verdadeiro ímã. A cidade era famosa pelos seus bordéis suntuosos, sendo estes supervisionados por "madames" judias, que tinham sido antes prostitutas. As meninas que trabalhavam nesses bordéis eram, na sua maioria, judias. Valorizadas pelos seus encantos sedutores, estas "joygirls" foram denominadas simplesmente como "judias". Aqui está uma citação pertinente:

Por volta de 1860, um visitante francês em Odessa escreveu que os judeus foram responsáveis ​​pelo mercado da escravidão branca de mulheres russas para a Turquia. Isso é viável, especialmente porque sabemos que os judeus bordel-keepers já existentes estavam na outra extremidade, em Constantinopla. O censo de 1889 mostra que as mulheres judias corriam entre 30 a 36 bordéis licenciados na província de Kherson, onde Odessa está localizada.

Em 1908, o cônsul americano afirmou que todo o negócio da prostituição estava quase exclusivamente nas mãos dos judeus. As judias eram proeminentes na prática da prostituição. Assim, de 5127 prostitutas licenciadas em 1889, 1122 ou 22 por cento eram judias. (Nota: 22% é significativamente alto, uma vez que os judeus constituíam apenas 4% da população ucraniana.


[Imagem: ZwiMIgdal1890BuenosAires.jpg]
Homens de Zwi Migdal, 1890, Buenos Aires,
esperando o desembarque
das suas novas escravas brancas do sexo.
O rabino Rosenak, da União Alemã de Rabinos, escreveu em 1902 que até 50 % das prostitutas na sua área eram judias. Ele lamenta e considera "inconcebível" que tantas mulheres e meninas judias se extraviassem. A prostituição judaica floresceu em todo o Império Austro-Húngaro. "Angariadores" de sexo judeus corriam os bordéis, atraindo as meninas cristãs e judias a uma vida de prostituição. 

Uma senhora judia era conhecida como a "Lucky Sarah", era assim chamada porque ela teve a "sorte" de ter fundado o comércio lucrativo húngaro de exportação de meninas. As meninas húngaras foram consideradas sexy. Elas tinham aqueles olhos escuros com longos e exóticos cílios, ossos salientes na face que tantos homens acham atraente. Em suma, a aparência de uma judia encontra consagração na primeira "femme fatale" de Hollywood, Theda Bara, também conhecida como a "Vamp". 

Igualmente bem conhecida no submundo judaico da época era Sarah Grossman, outra "angariadora" judia, apelidada de "The Turk" por causa do grande número de meninas que ela tinha levado a uma vida de prostituição em Constantinopla. 

Dois grandes empórios do sexo foram as cidades industriais de Czernowitz e Lemberg. Aqui incontáveis ​​meninas foram atraídas para uma vida de escravidão sexual. Em 1892, um julgamento em massa famoso de vinte e sete entidades adjudicantes foi realizado em Lemberg. Todos os acusados ​​eram judeus. O julgamento recebeu tanta atenção que fomos informados de que foi uma marca, ou seja, "como um ponto de água de alto, para os anti-semitas". Um grande dispositivo utilizado pelas entidades adjudicantes, foi a cerimônia judaica referida como o stillah chupahh. Isto incluía uma cerimônia de casamento religioso, que não tinha validade civil. A vítima do sexo feminino sequestrada seria levada a acreditar de que era casada, com todos os direitos de uma mulher casada, apenas para descobrir mais tarde que os seus direitos legais eram nulos. Inúmeras judias encontraram-se desta forma atiradas e abandonadas em bordéis." (Veja aqui)

Está a ver o que aconteceu nestes casos, Victoria? Um vasto número de meninas judias inocentes foram levadas a uma vida de prostituição pelos seus companheiros judeus. Foi a sua própria "raça" que as enganou e as vendeu. Isto faz-me lembrar os rabinos judeus que enganaram a mãe de Norman Finkelstein por ela ter partilhado os seus testemunhos e reparos em relação ao Holocausto. Estes são os fatos, Victoria, e são a verdade. Resista à verdade, se quiser, mas a verdade prevalecerá no final. 

Ao invés de me acusar como "anti-semita", pode tirar as conclusões óbvias a partir desses dados históricos bem conhecidos; você deve chegar a conclusões, como o fato de que os judeus mais comuns são ingênuos e vítimas dos judeus organizados. Não são esses judeus comuns que eu critico ou condeno, mas os controladores rabínicos e ideológicos: os mestres da pantomina e dos fantoches, ou ainda "Mestres do Discurso", para usar a frase de Israel Shamir: "O problema não são as ovelhas, mas sim os seus maus pastores".

Nenhum tipo de homem parece ser tão obcecado por sexo como os judeus ortodoxos e o rabinato. Se comparar os textos religiosos das várias religiões do mundo, vai descobrir que todos eles, com a única exceção do judaísmo, mantêm um tom moral. Nada está escrito sobre os seios e pênis, prostitutas e sêmen. Pelo contrário, o Judaísmo faz isso. Considere esta passagem descarada da Bíblia hebraica em Inglês, o suficiente para fazer corar qualquer rosto virginal:

"Lá, ela cobiçou os seus amantes, cujos órgãos genitais eram como os de jumentos e cuja ejaculação era como a de cavalos. Então, você ansiava pela lascívia da sua juventude, quando no Egito, os seus seios foram acariciados e acariciou seus seios jovens" (Ezequiel 23: 20-21).

O número de donzelas vitorianas que deve ter desmaiado ao ler essa passagem está, provavelmente, além do raciocínio. Leia o Talmud Babilônico e vai encontrar-se subitamente transportada a um mundo isolado de anedotas indelicadas que tratam especificamente com prostitutas e com os seus clientes rabínicos (ou estudantes de yeshiva).


[Imagem: achille_deveria_1848.jpg]
Lá, ela cobiçou seus amantes, cujos órgãos genitais eram como os de jumentos e cuja ejaculação era como a de cavalos. Então você ansiava pela lascívia de sua juventude, quando no Egito ele acariciou seus seios jovens. (Ezequiel 23: 20-21).

Há tantas dessas histórias no Talmud que um nome especial teve que ser inventado para elas: Aggadah. Embora essas histórias instrutivas toquem em todos os assuntos concebíveis, geralmente com um rabino como a figura central, o sexo muitas vezes se agiganta. Certamente, pode-se argumentar que o Judaísmo é mais obcecado com sexo do que qualquer outra religião mundial. (Conteúdo aqui

Uma tal história começa assim: "Eles disseram de Rabi Elazar ben Dordia, que não deixou uma prostituta no mundo que ele não tivesse experimentado. Uma vez soube que havia uma certa prostituta numa cidade à beira-mar que levava como preço uma bolsa de dinares. Ele pegou uma bolsa de dinares e cruzou sete rios para chegar até ela..." (Tratado Avodah Zara 17a). Outra história começa assim: "Era uma vez um homem que soube que havia uma prostituta numa cidade à beira-mar que cobrava quatro centenas de moedas de ouro como seu preço. Ele enviou as quatrocentas moedas de ouro e estabeleceu um tempo para chegar a ela. Quando chegou a hora, ele lá foi. A mulher disse: "Deixem-no entrar". Quando ele entrou, sentou-se nu em cima da cama, etc ... etc." (Tratado Menachot , 44a )

O Talmud está repleto de tais histórias de rabinos e seus alunos viciados em prostitutas. Na origem, a palavra "pornografia" significa "escrever sobre prostitutas". O Talmud é talvez, o único clássico religioso que poderia ser descrito num sentido literal, como pornográfico.

Lemos no Talmud de Raabe, a palavra "meretriz", por exemplo, foi mencionada pela primeira vez no livro de Josué. Uma das mais sedutoras "femmes fatales" da Antiguidade, a par com as fabulosas Lais, cortesãs de Corinto mencionadas por Demóstenes, a bela Raabe começou a vender seu corpo com a idade de dez anos. "Não houve nenhum príncipe ou governante que não tivesse dormido com a prostituta Raabe", informa-nos o Talmud de um fôlego. (Tratado Zavachim 116b ).

Os rabinos, sendo os líderes religiosos da época, estavam entre os primeiros a desfrutar de favores desta ninfeta núbil. Pedofilia? Sim, o Talmud está cheio dela. Somos informados disto pela judia Lolita: "Eles [os rabinos] permitem-lhe um lugar de honra na tradição judaica" ... O seu passado como prostituta não é virado contra ela e é quase totalmente esquecido, uma vez que ela se converteu ao judaísmo." (Veja aqui

Nada mudou. A Pedofilia ao que parece, não é nada demais, no caso de ser um rabino judeu ou Roman Polanski, mas não acontece o mesmo se for um padre católico

A Pedofilia não é a única perversão sexual a que o Talmud parece ser tolerante, ou até aprovar. Há também o voyeurismo. Uma anedota interessante relata como Kahane, um estudante de yeshiva, se escondeu debaixo da cama de seu rabino professor, enquanto este estava a fazer sexo com a sua mulher. É descoberto lá e severamente repreendido pelo seu professor, que lhe ordena que saia do quarto imediatamente. O estudante recusa-se. "Não, eu não vou, não saio!", disse ele. "Porque isto é a Torá e eu preciso de aprender!". O rabino é obrigado a levar isso em consideração. Espiar pessoas a fazer sexo é, sem dúvida, algo de bom se se estiver à procura do mais alto conhecimento. A motivação para o fazer é a paixão pelo Conhecimento Superior. (Veja O Talmud apaixonado, Introdução, p. 1). 

Outra seção do Talmud lida com a bestialidade e a sodomia. As viúvas são aconselhadas a não ter os cães. Porquê? "Porque" é dito "há suspeitas sobre o que uma mulher que já provou os prazeres da carne, pode fazer com seu animal de estimação". Eu não estou exagerar quando digo que a obsessão do Talmud com o sexo é única entre as religiões do mundo. Surpreendentemente, tinha que ser o único texto religioso do mundo a discutir e comparar o tamanho do pênis de seus sábios mais venerados. (Veja O Talmud apaixonado , Introdução, p. 1).

[Imagem: Purchase-Of-A-Slave-large.jpg]
Leilão de escravas: Jean Leon Jerome, 1866. Os judeus foram os principais empresários do Tráfico de Brancas, vendendo até mesmo judias jovens como escravas sexuais, juntamente com mulheres raptadas e crianças de outras raças. As meninas desfilavam nuas diante dos clientes e estes ordenavam sempre que abrissem a boca. Como cavalos, elas tinham que deixar seus dentes ser inspecionados e tocados.

[Imagem: Gerome_Jean_LeonXXSlave_Auction-253x320.jpg]

Passando para o século 21, vemos que o rabinato contemporâneo dificilmente pode ser citado como modelo de contenção sexual.

Passemos do Talmud para Ilana Hammerman, no livro "Em Terras Estrangeiras", sobre o tráfico de mulheres em Israel e você irá ler relatos angustiantes da indústria do sexo contemporâneo em Israel. Meninas inocentes, muitas delas menores de idade, são sequestradas na Rússia e na Europa Oriental e forçadas a uma vida de prostituição em Tel Aviv. Trancadas sem comida, sujeitas a ameaças e violência pelos seus cafetões judeus. Essas meninas miseráveis ​​são às vezes obrigadas a atender até sessenta clientes por dia. Os seus clientes mais assíduos, ostentando chapéus pretos e barbas espessas, são judeus ortodoxos "religiosos" que tomam um ano sabático de suas esposas. Aqui está o tipo de revelação de fazer arregalar os olhos quando nos deparamos com esta passagem, no livro chocante de Hammerman:

"Havia um rabino muito famoso que chegava e pedia uma garota para fazer sexo com ele na posição de cachorrinho, e pedia para que ela latisse", disse um ex-dono do bordel que testemunhou numa [Knesset] comissão parlamentar. Uma das mulheres que trabalhava nos bordeis apresentou-se como cristã devota e expressou aversão aos seus clientes religiosos: "Eles tinham um chapéu preto grande e sob ele, outro pequeno chapéu preto e eram realmente pervertidos"(Veja aqui). 

De acordo com uma reportagem da CNN, em 1998, Israel tinha o maior consumo per capita de serviços de prostitutas no mundo. Um milhão de visitas são pagas às prostitutas a cada mês, fazendo dos bordeis um dos passatempos mais populares do país. 

Milhares de mulheres são raptadas anualmente, principalmente na Rússia, Ucrânia, Moldávia, Uzbequistão e China e vendidas como escravas sexuais em Israel. "A situação", um artigo do autor judeu David Weinberg escreveu em 1998, sobre a prostituição em Israel intitulado "Uma terra não tão santa" e que "é suficiente para fazer você chorar de vergonha, ou vomitar de nojo.

Os judeus certamente fazem sexo no cérebro. E eles transmitiram a sua obsessão ao resto da sociedade. Todas foram infectadas até um certo grau, com o vírus do sexo.

"Eu sou uma máquina de sexo!" é o título de um talk show de rádio que Howard Stern possui. "Eu poderia pegar um pedaço de madeira e transformá-lo em algo erótico" diz Woody Allen, admirador fiel do pedófilo Roman Polanski, que foi acusado pela sua ex-mulher, Mia Farrow de abusar sexualmente da sua filha Dylan com 7 anos de idade. Woody é mais conhecido hoje pela sua brilhante máxima: "Não se masturbe. É sexo com alguém que eu gosto".

Hope Weissman, um professor judeu na Wesleyan University, em Connecticut, foi o primeiro a dar um curso sobre pornografia, onde os seus alunos eram esperados para "estudar" as revistas pornográficas mais obscenas e testemunhar o desempenho de striptease feito pela judia e porn star Annie Sprinkle, que incluiu na sua famosa rotina de espetáculo, deixar as pessoas perscrutar-lhe a vagina com uma lanterna.

Em 2001, o professor judeu Peter Singer colocou numa palavra para a bestialidade na Universidade de Princeton, sugerindo em um ensaio chamado "Heavy Petting" que consistia em transar com um cachorro. Novamente em 2001, uma comunidade judaica na Inglaterra, tornou-se famosa quando três strippers foram convidadas a realizar atos sexuais explícitos numa sinagoga, possivelmente o rabino residente estava em pleno!


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Rabbi Avraham Rabinowich (no detalhe) filmado com uma prostituta e uma investigadora, de acordo com a sua ex-esposa, Amora.

Em 1998, o comentador israelita Jonathan Rosenblum, observando o que um documentário da CNN revelou, que Israel possuía agora o maior índice de prostituição no mundo, teve que dizer isto: "Uma vez mais, os anti-semitas nos retratam como libertinos sexuais e pervertidos para minar a nossa autoridade moral. Hoje, nós alegremente admitimos essas acusações.



[Imagem: sprinkle_sm.jpg]


Annie Sprinkle (Ellen Steinberg): feminista judaica, atriz pornográfica e diva lésbica da depravação. Ela iria masturbar-se no palco com um vibrador e depois convidar os membros do público, a ponto até de deixar a vagina dela exposta para que introduzissem tochas e espéculos .

Peeping carga: US $ 5. O genérico do show foi financiado pelo National Endowment for the Arts, um mini-império controlado pela mão invisível do judaísmo organizado. Os contribuintes norte-americanos foram enganados e levados a contribuir para este negócio de voyeurismo sexual, desprezível e classificado como "performance art". 

De uma coisa podemos estar razoavelmente certos: qualquer sociedade que atrai um grande número de judeus, pode esperar dentro de poucos anos entrar numa espiral de decadência. A anarquia imoral funciona por setores e dissemina-se. Finalmente, a promiscuidade sexual acaba por abrir a caixa de Pandora. Vimo-lo na Alemanha de Weimar. Vemo-lo a ganhar ritmo na América hoje. Vemo-lo, acima de tudo em Israel, uma sociedade de colonos fanáticos e fanáticos rabinos de direita: um país certamente condenado a implodir a partir de dentro, mais cedo ou mais tarde, sob a pressão de seus próprios excessos imorais e militares. 

Eu não posso deixar de sentir que uma grande tempestade está a formar-se e que só um golpe militar ou uma revolução poderá salvar a América. Salvá-la de quê? Deste câncer espiritual que a consome a partir de dentro e das guerras iníquas para onde está a ser atraída - Afeganistão , Iraque, Líbia, Síria e Irã, talvez em breve. Todas em nome de uma nação estrangeira e dos seus agentes desinformadores na América. 

A menos que um milagre ocorra e em breve e um líder carismático venha em nosso socorro, um futuro inimaginavelmente sombrio certamente nos espera: um futuro em que as únicas consolações que nos restam serão o entretenimento estúpido: drogas, álcool, intoxicação sexual - e suicídio.