Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


sexta-feira, 23 de junho de 2017

Bíblia adulterada.

Amigos e amigas.
O artigo abaixo que extraí daqui mostra um tradutor italiano (Mauro Biglino) que afirma que "a Bíblia não fala de Deus". Diz que há muitas adulterações dos originais canônicos, usadas para criar o monoteísmo.
Suas palavras corroboram as de Erich von Däniken, que escreveu em seu livro "O Retorno dos Deuses" a respeito dessas discrepâncias. Os sublinhados são meus:

"Textos Originais?
Mas na verdade — e todo teólogo com alguns anos de estudo nas costas sabe — isso tudo é falso. Os “textos originais” que oferecem um âmbito tão rico para sofisma teológico na realidade não existem. O que é que temos então? Cópias que, sem exceção, foram feitas entre os séculos 4 e 10 depois de Cristo. E essas cópias — cerca de 1.500 — foram feitas de cópias anteriores; e nenhuma cópia é idêntica à outra. Foram identificadas mais de 80.000 discrepâncias. Não há uma só página desses chamados “textos originais” que não apresente contradições. De cópia para cópia, os versos foram alterados pelos autores que pensavam que sabiam o que significavam e podiam expressar de uma maneira mais adequada às necessidades de sua época.

Esses “textos originais” bíblicos esbanjam milhares e milhares de erros que não são difíceis de expor. O mais conhecido — o Codex Sinaiticus — que, como o Codex Vaticanus, data do século 4 d.C., foi encontrado em 1844 em um monastério no Sinai. Contém nada menos do que 16.000 correções, feitas no mínimo por sete mãos diferentes. Em várias partes o texto foi alterado várias vezes e substituído por um novo “texto original”. O professor Dr. Friedrich Delitzsch, especialista altamente capaz, encontrou 3.000 erros de cópia apenas neste texto."

Baseando-se nesses detalhes, podemos até concluir que tais adulterações teriam o precípuo fim de transformar o "povo eleito" em seres únicos, especiais e inatacáveis, dignos de adoração.
Mas leiam e vejam se concordam ou mesmo se o autor é digno de crédito.
FAB29

Professor e tradutor Mauro Biglino
Mauro Biglino trabalhou durante anos no Vaticano como tradutor de hebraico antigo para as Edizioni San Paolo, uma das mais importantes editoras católicas do mundo, que edita a Bíblia e outros livros católicos em todo o mundo, incluindo em Portugal (Editora Paulus). Era responsável pela tradução dos escritos originais da Bíblia, em hebraico, para a publicação em italiano pela editora pertencente à Sociedade de São Paulo, congregação fundada em 1914 pelo beato Giacomo Alberione. Trinta anos depois de ter começado o seu trabalho como tradutor, publicou “A Bíblia não é um Livro Sagrado” (Livros Horizonte), obra polêmica em que assegura: “A Bíblia não é aquilo que habitualmente se diz. Conta uma outra história, não se ocupa de Deus”.
Ao Observador, Biglino afirma que “não há qualquer referência a Deus nos textos da Bíblia. Há, sim, a um coletivo, chamado Elohim, e a um deles em particular, chamado Yaveh“. A dada altura, explica o autor, “as traduções foram sendo adulteradas e foram convertendo Yaveh num Deus único e todo poderoso”. E acrescenta: “Em hebraico, nem sequer há nenhuma (sic) palavra que signifique Deus”. No seu livro, Mauro Biglino detalha o percurso das traduções oficiais da Bíblia, que foram adulteradas “para inventar o monoteísmo”.
Biglino, que nasceu em 1950 na cidade italiana de Turim, aprendeu hebraico na comunidade hebraica de Turim. Mais tarde, a editora do Vaticano apercebeu-se dos trabalhos de tradução de Biglino, reconheceu o seu rigor e convidou-o para colaborar. “Além disso, perceberam que eu também conhecia latim e grego, línguas essenciais para entender o contexto dos textos bíblicos”, acrescenta.
Em 2010, comecei a escrever um livro em que denunciava algumas das contradições que estava a encontrar nas minhas traduções dos textos bíblicos, e desde esse momento, a colaboração foi interrompida, acabaram o meu contrato de trabalho”, lembra. Biglino acrescenta que compreende “perfeitamente” a decisão da editora, uma vez que se tornou “inviável” estar ao serviço da editora e obter conclusões tão distintas.
Quando deixou de colaborar com as Edizioni San Paolo, Biglino publicou livros em que apresentou traduções literais, palavra por palavra, de vários textos bíblicos, que foram usados por historiadores para identificar imprecisões. Nesses livros, que mostravam lado a lado as palavras italianas e hebraicas, Biglino argumenta que a Bíblia contém diversas imprecisões facilmente demonstráveis. “É por isso que os críticos discordam das minhas conclusões, mas não põem em causa o rigor das traduções”, sublinha.
Quando eu digo que a Bíblia não fala de Deus, não digo que Deus não existe, porque não o sei. Digo apenas que a Bíblia não fala de Deus”, destaca, acrescentando que, no seu entender, “não se sabe nada sobre Deus”. Por isso, sublinha: “Como Deus me é absolutamente desconhecido, não posso acreditar nele”. Mauro Biglino afirma ainda que não é o único a discordar das traduções oficiais da Bíblia, mas acrescenta que “não há muitos que tenham a coragem de divulgar as suas conclusões”.
Para o antigo tradutor, o seu trabalho pode mesmo ter influência nas futuras traduções da Bíblia, avançando que já se sentem alguns efeitos. “A profecia de Isaías, por exemplo, dizia que «a Virgem irá conceber e dará à luz um Filho», mas as bíblias alemãs, depois da aprovação da Conferência Episcopal, já não dizem isso. Já dizem que «a Virgem vai conceber», que é o que verdadeiramente lá está escrito”, destaca Mauro.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

As dez "menas" dos EUA

Amigos e amigas.
Copiei o texto abaixo do Blog "Maré Cinza", da Fada do Bosque. Por vê-lo como uma síntese da iniquidade sócio-político-cultural estadunidense contra o mundo e mostrando que muito desse país em nada deve às piores republiquetas inventadas à força pelo império talmúdico/sionista (lembrando que são só alguns tópicos), decidi contribuir com sua divulgação.
Em tempo: para mim, os tópicos 9 e 10 são mais curiosidades.
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1) Maior população prisional do mundo
Uma nova categoria de milionários consolida seu poder político. Os donos destas prisões são também, na prática, donos de escravos, que trabalham nas fábricas do interior das prisões por salários inferiores a 50 cents por hora. Este trabalho escravo é tão competitivo que muitos municípios hoje sobrevivem financeiramente graças às suas próprias prisões, aprovando simultaneamente leis que vulgarizam sentenças de até 15 anos de prisão por crimes menores como roubar chicletes. Os negros, que representam apenas 13% da população estadunidense, compõem 40% da população prisional do país.

2) 22% das crianças estadunidenses
vivem abaixo do limiar da pobreza.
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Trabalhos insalubres e sem escola.
Calcula-se que cerca de 16 milhões de crianças estadunidenses vivam sem “segurança alimentar”, ou seja, em famílias sem capacidade econômica para satisfazer os requisitos nutricionais mínimos de uma dieta saudável. As estatísticas provam que estas crianças têm piores resultados escolares, aceitam piores empregos, não vão à universidade e têm uma maior probabilidade de, quando adultos, serem presos.

3) Entre 1890 e 2012, os EUA invadiram
ou bombardearam 149 países.
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Belicosidade à flor da terra.
O número de países nos quais os EUA intervieram militarmente é maior do que aqueles em que ainda não o fizeram. Números conservadores apontam para mais de oito milhões de mortes causadas pelo país só no século XX. Por trás desta lista, escondem-se centenas de outras operações secretas, golpes de Estado e patrocínio de ditadores e grupos terroristas. Segundo Obama, Nobel da Paz (só por Deus!), os EUA conduzem neste momento mais de 70 operações militares secretas em vários países do mundo. O mesmo presidente criou o maior orçamento militar estadunidense desde a Segunda Guerra Mundial, superando de longe George W. Bush.

4. Os EUA são o único país da OCDE que não oferece qualquer tipo de subsídio de maternidade.
Embora estes números variem de acordo com o Estado e dependam dos contratos redigidos por cada empresa, é prática corrente que as mulheres estadunidenses não tenham direito a nenhum dia pago antes ou depois de dar à luz. Em muitos casos, não existe sequer a possibilidade de tirar baixa sem vencimento. Quase todos os países do mundo oferecem entre 12 e 50 semanas pagas em licença de maternidade. Neste aspecto, os Estados Unidos fazem companhia à Papua Nova Guiné e à Suazilândia.

5. 125 estadunidenses morrem todos os dias
por não poderem pagar qualquer tipo de
plano de saúde.
Renata Giraldi (*) - Agência Brasil
http://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Internacional/Numero-de-pessoas-abaixo-da-linha-pobreza-bate-recorde-nos-EUA/6/17654
Se não tiver seguro de saúde (como cerca de 50 milhões de estadunidenses não têm), então, há boas razões para temer ainda mais a ambulância e os cuidados de saúde que o governo presta. Viagens de ambulância custam, em média, o equivalente a 1300 reais e a estadia num hospital público mais de 500 reais por noite. Sem esquecer que a maioria das operações cirúrgicas chega à casa das dezenas de milhares cada.

6. Os EUA foram fundados sobre o genocídio de 10 milhões de nativos. Só entre 1940 e 1980, 40% de todas as mulheres em reservas índias foram esterilizadas contra sua vontade
pelo governo estadunidense.
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Cultura cada vez mais rara.
A História dos Estados Unidos começa no programa de erradicação dos índios. Durante dois séculos, os índios foram perseguidos e assassinados, despojados de tudo e empurrados para minúsculas reservas de terras inférteis, em lixeiras nucleares e sobre solos contaminados. Em pleno século XX, os EUA iniciaram um plano de esterilização forçada de mulheres índias, mandando-as colocar uma cruz num formulário escrito em idioma que não compreendiam, ameaçando-as com o corte de subsídios caso não consentissem ou, simplesmente, recusando-lhes acesso à maternidades e hospitais. Mas que ninguém se espante: os EUA foram o primeiro país do mundo oficializar esterilizações forçadas como parte de um programa de eugenia, inicialmente contra pessoas portadoras de deficiência e, mais tarde, contra negros e índios.

7. Todos os imigrantes são obrigados a jurar não ser comunistas para poder viver nos EUA.
Além de ter que jurar não ser um agente secreto, nem um criminoso de guerra nazi, vão perguntar-lhe se é, ou alguma vez foi, membro do Partido Comunista, se tem simpatias anarquistas ou se defende intelectualmente alguma organização considerada terrorista. Se responder que sim a qualquer destas perguntas, será automaticamente negado o direito de viver e trabalhar nos EUA por “prova de fraco caráter moral”.

8. O preço médio de uma licenciatura
numa universidade pública é 80 mil dólares.
O ensino superior é uma autêntica mina de ouro para os banqueiros. Virtualmente, todos os estudantes têm dívidas astronômicas, que, acrescidas de juros, levarão, em média, 15 anos para pagar. Durante esse período, os alunos tornam-se servos dos bancos e das suas dívidas, sendo muitas vezes forçados a contrair novos empréstimos para pagar os antigos para, assim, sobreviver. O sistema de servidão completa-se com a liberdade dos bancos de vender e comprar as dívidas dos alunos a seu bel prazer, sem o consentimento ou sequer o conhecimento do devedor. Num dia, deve-se dinheiro a um banco com uma taxa de juros e no dia seguinte, pode-se dever dinheiro a um banco diferente, com nova e mais elevada taxa de juro. Entre 1999 e 2012, a dívida total dos estudantes estadunidenses cresceu à marca dos 1,5 trilhão de dólares, elevando-se para os assustadores 500%.

9. Os EUA são o país do mundo com mais armas:
para cada dez estadunidenses,
há nove armas de fogo.
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Simples direito de cada cidadão
Não é de se espantar que os EUA levem o primeiro lugar na lista dos países com a maior coleção de armas. O que surpreende é a comparação com outras partes do mundo: no restante do planeta, há UMA arma para cada dez pessoas. Nos Estados Unidos, NOVE para cada dez. Nos EUA, podemos encontrar 5% de todas as pessoas do mundo e 30% de todas as armas, algo em torno de 275 milhões. Esta estatística tende a elevar-se, já que os estadunidenses compram mais da metade de todas as armas fabricadas no mundo.

10. Há mais estadunidenses que acreditam no Diabo
do que os que acreditam em Darwin.
A maioria dos estadunidenses é céptica. Pelo menos no que toca à teoria da evolução, já que apenas 40% dos estadunidenses acreditam nela. Já a existência de Satanás e do inferno soa perfeitamente plausível a mais de 60% dos estadunidenses. Esta radicalidade religiosa explica as “conversas diárias” do ex-presidente Bush com Deus e mesmo os comentários do ex-pré-candidato republicano Rick Santorum, que acusou acadêmicos estadunidenses de serem controlados por Satanás.

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Madonna

Amigos e amigas.
Após o afamado discurso de Madonna ao receber o título "Mulher do Ano 2016", escrevi algumas coisas esparsas sobre o fato. Aos poucos, outras situações me fizeram acrescentar vários detalhes que aproveitei para alinhavá-los e externar minha visão das palavras da "Rainha do Pop".
Triste ver como uma extrema e quase inigualável celebridade, vencedora na vida pode se expor a um vitimismo patético.
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Por que afirmo que Madonna não me serve de bom exemplo para nada em quase todos os sentidos? Certamente por eu ser um careta, daqueles que valorizam os bons costumes, as coisas sadias e organizadas, a graça, o respeito ao próximo, a delicadeza e sensibilidade,... Tudo aquilo que a maior parte da “arte” de Madonna não me passa.

Não pretendo me aprofundar em análises, opiniões ou julgamentos a respeito de sua idiossincrasia. Cada qual que se ame ou se suporte como é e age. Simplesmente quando vejo uma artista (e tantos outros, eles e elas) degradando visual, auditiva, mental, espiritual e moralmente as coisas que mais prezo, eu imediatamente desprezo e procuro eliminar de minha vida.

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"Sejam livres! Não se reprimam!"
Tipinhos como Madonna se esmeram em polemizar, agredindo e subvertendo o que o asqueroso status quo apregoa como "hipocrisia" e "valores arcaicos" (família, retidão, pudicícia, etc) sob os auspícios de “liberdade de expressão”, “politicamente correto”, “meu corpo, minhas regras”, “vê quem quer”, etc. E a grande podre mídia que a financia se esbalda com “ícones nefastos” como ela, criando mil tipos de obscenidades e depravações que visam obliterar tudo o que há de bom para o desenvolvimento, principalmente, da juventude.

Apresentações como as da foto acima, ela tem todo o direito de fazer (e o fez N vezes!). Toda liberdade de expressão. Mas ela ficar magoada pela torrente de críticas a essas suas atitudes beira o deboche. Ela quer respeito? Acredita que isso da foto é respeitar? "Vê quem quer"?! A grande podre mídia regurgita porcarias como essa o tempo todo, cercando e tangendo a boiada humana (especialmente a juventude, a parte mais indefesa), obrigando quem não quer ver a se limitar, se recolher e se desviar o tempo todo. Isso é respeitar?

Tudo o que pensamos é exclusivamente nosso. Qualquer ação prática passa a ser de todos. Muitos irão apoiar, muitos irão execrar e a grande maioria irá relevar, ignorar, "Que se dane!", "Tô nem aí!". Ela fez o que quis e aceitou todo o risco de sofrer o que não quis, como acontece todo mundo.

Ouso apostar que a grande maioria das mães e pais não vê com bons olhos a maior parte das performances dela (assim como as de Miley Cyrus, Nicki Minaj, Anitta e tantas outras) e jamais gostaria que suas filhas as seguissem ou imitassem. Afinal, bons, belos e saudáveis exemplos para se mirar não faltam. (Reiterando: não faltam exemplos masculinos execráveis, também. No momento, me atenho a elas).

Muitas pessoas a têm como exemplo de guerreira, de superação, de vencedora. Sem dúvidas, ela o é! Nos quesitos realizações pessoais e influência, é uma das maiores (senão, a maior) da História do pop. Confiram neste link exemplos do seu poderio: (https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_recordes_de_Madonna). Em vários tópicos, supera Elvis e os Beatles.

Porém, naquele discurso de “Mulher do ano 2016” (https://www.youtube.com/watch?v=67j0r-3EYlE), tão incensado, aplaudido, etc, ela expôs alguns horrores que sofreu na vida, em nada diferentes dos que milhões também sofrem pelo mundo e nem por isso, ficam se apiedando. Citou opressões, preconceitos e mazelas do dantesco show business que ela alegremente aceitou e abraçou para se tornar a celebridade milionária que é.

É dito que ela tentou se usar como exemplo, "tomar as dores das pessoas oprimidas" e "denunciar seus algozes". Como se seu "desabafo" tivesse algum poder para mudar algo. Nem as palavras do Papa têm.

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Uma verdadeira vítima do status quo maldito.
Pensem: quantas mulheres são obrigadas a se submeter a muitas coisas até piores do que ela suportou (e por muito mais tempo), perdem muito mais do que ganham e não se expõem num discurso egocêntrico, “coitadista”, vitimista como aquele, optando por se manterem firmes na luta por melhorias e progresso? Todos sabemos que o show business é uma podridão só, infestado de parasitas, injusto, cruel, etc, etc. E daí?! Ele é assim com tudo e todos. Afirmar que é pior com mulheres, negros e gays pode até ter alguma verdade, mas o tanto que possuem os representantes dessa turma citada (que estão muito bem de vida por causa desse mesmo show de podridões) supera o que a grande maioria da humanidade possui junta.

Além do quê, qual local no mundo-cão não tem muito dessa gama de iniqüidades em maior ou menor grau, vitimando uma quantidade imensa de pessoas de todas as raças e gêneros? Atitudes bisonhas como a dela não determinam nenhuma evolução e bom desenvolvimento nas atitudes desses mesmos parasitas que financiaram e sustentam toda a sua carreira artística. Somente ações solidárias, conscientes e contundentes das pessoas o farão. No mínimo, que cada um lute por si e pelos seus (como ela o fez e venceu) e PARE com esses discursinhos emotivos de “sofrência” para angariar bons olhares das massas!

Sou infinitamente mais amante das grandes mulheres, mães de família, que se baseiam em tudo o que houver de sadio em todos os sentidos e constroem uma família que contribuirá para a formação de uma sociedade aprazível, digna e progressista. E que jamais perderão seu tempo e sua vida junto aos seus queridos se expondo em auto piedade e egocentrismo.
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segunda-feira, 5 de junho de 2017

Desvirtuamentos

Amigos e amigas.
Seguem abaixo dez pontos fulcrais de uma entrevista de um psicanalista britânico (Adam Philips, do País de Gales) a respeito da idiossincrasia das massas modernamente dominante.

Impressiona a triste capacidade da humanidade de se deixar conduzir a desertos, labirintos e nulidades; de se permitir anular e essencialmente valorizar o efêmero. Resumidamente, escravos felizes da grande podre mídia.

Reverter essa decrepitude está cada vez mais difícil em razão dessa vigília orwellesca orquestrada e levada a ferro e fogo pelos grandes parasitas. Retirado daqui.
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1. Hoje as pessoas têm mais medo de morrer do que no passado. Há uma preocupação desmedida com o envelhecimento, com acidentes e doenças. É como se o mundo pudesse existir sem essas coisas.
2. A ideia de uma vida boa foi substituída pela de uma vida a ser invejada.
3. Hoje todo mundo fala de sexo, mas ninguém diz nada interessante. É uma conversa estereotipada atrás da outra. Vemos exageros até com crianças, que aprendem danças sensuais e são expostas ao assunto muito cedo. Estamos cada vez mais infelizes e desesperados, com o estilo de vida que levamos.
4. Nos consultórios, qualquer tristeza é chamada de depressão.
5. As crianças entram na corrida pelo sucesso muito cedo e ficam sem tempo para sonhar.
6. No século 14, se as pessoas fossem perguntadas sobre o que queriam da vida, diriam que buscavam a salvação divina. Hoje a resposta é: “Ser rico e famoso”. Existe uma espécie de culto que faz com que as pessoas não consigam enxergar o que realmente querem da vida.
7. Os pais criam limites que a cultura não sanciona. Por exemplo: alguns pais tentam controlar a dieta dos filhos, dizendo que é mais saudável comer verduras do que salgadinhos, enquanto as propagandas dão a mensagem diametralmente oposta. O mesmo pode ser dito em relação ao comportamento sexual dos adolescentes. Muitos pais procuram argumentar que é necessário ter um comportamento responsável enquanto a mídia diz que não há limites.
8. [Precisamos] instruir as crianças a interpretar a cultura em que vivemos, ensiná-las a ser críticas, mostrar que as propagandas não são ordens e devem ser analisadas.
9. Uma coisa precisa ficar clara de uma vez por todas: embora reclamem, as crianças dependem do controle dos adultos. Quando não têm esse controle, sentem-se completamente poderosas, mas ao mesmo tempo perdidas. Hoje há muitos pais com medo dos próprios filhos.
10. Ninguém deveria escolher a profissão de psicanalista para enriquecer. Os preços das sessões deveriam ser baixos e o serviço, acessível. Deve-se desconfiar de analistas caros. A psicanálise não pode ser medida pelo padrão consumista, do tipo “se um produto é caro, então é bom”. Todos precisam de um espaço para falar e refletir sobre sua vida.”

terça-feira, 30 de maio de 2017

De novo às vacinas!...

Amigos e amigas.
Têm assuntos que nunca podem sair da pauta. Vacinação é um deles.

Segue abaixo um texto retirado e adaptado daqui que rebate com números reais pontos cruciais que a grande podre mídia tenta perpetrar em nossas mentes como benéficos e imprescindíveis.

Como são dignas de asco as escamoteações que os grandes parasitas fazem para evitar a conscientização da humanidade! Os fatos abaixo descritos, por si mesmos, já seriam suficientes para todo mundo execrar os desgovernantes do planeta e "pegar em armas" contra eles.

Já que lhes é lícito usar de mil falcatruas para submeter a humanidade a seus desmandos e caprichos, revidemos com tudo o que pudermos. O melhor começo é a conscientização.
FAB29

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Gotas que salvam ou escravizam?
Se as vacinas são realmente eficientes para evitar doenças, então seria uma decorrência lógica que as crianças vacinadas fossem mais saudáveis que seus colegas não vacinados. Na realidade, o desejo que seus filhos sejam saudáveis é o motivo pelo qual vários pais confiem cegamente nos programas públicos de vacinação. Ao mesmo tempo, existem cada vez mais crianças com problemas como alergia, asma, autismo e dificuldade em aprender. Tudo uma inacreditável coincidência?
A resposta mais curta é NÃO! Segundo os resultados de um recente estudo realizado na universidade Jackson State, dos EUA, crianças não vacinadas têm muito menos problemas de saúde do aquelas que foram vacinadas. O estudo, o primeiro do gênero, analisou mais de 600 “homeschoolers”, ou seja, alunos que são educados em suas próprias casas, entre a faixa etária de 6 a 12 anos. Ao todo, foi analisado o estado geral de saúde de 261 crianças não vacinadas contra 405 crianças que cumpriram parcial ou totalmente o programa público de vacinação. Os resultados foram publicados no Journal-of-Translational-Sciences.
O fato que crianças não vacinadas terem menos problemas de saúde já chama a atenção, mas o que realmente surpreende é a disparidade no estado de saúde de ambos os grupos. De fato, alguns dados são assustadores. Por exemplo, crianças vacinadas têm 30 vezes mais resfriado (rinite alérgica) do que seus colegas não vacinados e sofrem 22 vezes mais de graves alergias, necessitando de outros medicamento$$.
Além disso, os resultados mostram que crianças vacinadas tem 300% de probabilidade a mais de serem diagnosticadas com Síndrome de falta de atenção e hiperatividade (ADHS) e 340% de adoecerem de infecção pulmonar. Crianças vacinadas têm 300% mais riscos de padecerem de uma infecção do ouvido médio e 700% de precisarem de uma respectiva intervenção cirúrgica. 80% de todas as crianças norte-americanas sofrem de infecção dos ouvidos antes que atinjam os 3 anos de idade, sendo o principal motivo para uma visita ao pediatra e receitas de antibióticos desta grupo etário.
Apesar das repetitivas ponderações dos “especialistas”, que vacinas não provocam autismo, crianças vacinadas foram diagnosticadas 3 vezes mais do que as não vacinadas, e apresentaram sintomas de doenças provenientes do espectro autista. Crianças vacinadas foram diagnosticadas com doenças crônicas 2,5 vezes mais do que as não vacinadas. Isto explica provavelmente, porque 43% das crianças norte-americanas – total de 32 milhões – têm pelo menos uma dentre 20 doenças crônicas e isso é 4 vezes mais frequente do que seus pais.

sexta-feira, 26 de maio de 2017

David Duke e a destruição

Amigos e amigas.
Ou passamos a denunciar essas deturpações do vídeo abaixo com a mesma frequência e veemência com que os grandes parasitas as impõem a nós ou mereceremos chafurdar no lodo de todas as iniquidades e podridões em que eles gloriosamente sobrevivem e se refestelam.
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sábado, 20 de maio de 2017

Perdeu a utilidade,...

Amigos e amigas.
Durante a campanha, Trump era "fã do WikiLeaks desde criancinha". As dezenas de denúncias contra Hillary através dele foram um tiro certeiro contra o brutal investimento financeiro e midiático dado a ela.
Mas, eis que, uma vez entronizado, o (sionista?) Trump mudou de idéia e passou a ver a mais polêmica plataforma virtual do mundo como um problema. Tanto que a prisão de Julian Assange virou uma "uma "prioridade" para os EUA". Na verdade, afirma-se que Assange é um problema para "outros" de sua administração.
Vejam abaixo uma carta assinada por Noam Chomsky e Edward Snowden pedindo tal perseguição injusta tenha fim imediato, pela honra da Constituição dos EUA, que garante a total liberdade de expressão. Pelo menos, deveria ser assim para honrar a instituição "Democracia".
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Snowden e Chomsky


Carta Aberta ao Presidente Trump:


Caro Presidente Trump,



Somos jornalistas, ativistas e cidadãos dos Estados Unidos e do mundo que se preocupam com a liberdade de imprensa e estamos escrevendo para você em resposta à última ameaça de acusação contra o WikiLeaks por seu trabalho jornalístico. Pedimos que você encerre imediatamente a investigação do Grande Juri sobre o WikiLeaks, e descarte qualquer acusação contra Julian Assange e outros funcionários do Wikileaks que o Departamento de Justiça esteja planejando.



Esta ameaça ao WikiLeaks agrava uma guerra de longa duração de atrito contra a grande virtude dos Estados Unidos - a liberdade de expressão. A administração Obama processou mais whistleblowers do que todos os presidentes combinados e abriu uma investigação ao Grande Júri sobre o WikiLeaks sem precedente. Agora parece que os EUA estão se preparando para dar o próximo passo - processar editores que fornecem a "moeda" da liberdade de expressão, parafraseando Thomas Jefferson. É relatado que as acusações, incluindo conspiração, roubo de propriedade do governo e violação da Lei de Espionagem estão sendo considerados contra membros do WikiLeaks, e que julgar o Editor do WikiLeaks, Julian Assange, é agora uma prioridade do Departamento de Justiça.



Comprometer o trabalho do WikiLeaks - o qual é a publicação de informações protegidas pela Primeira Emenda - é uma ameaça para todo o jornalismo livre. Se o DOJ for capaz de condenar um editor por seu trabalho jornalístico, todo o jornalismo livre pode ser criminalizado.



Pedimos a você como Presidente dos Estados Unidos para fechar a investigação do Grande Júri sobre o WikiLeaks e descartar quaisquer acusações planejadas contra qualquer membro do WikiLeaks. Ele foi uma imprensa livre e robusta que forneceu-lhe uma plataforma para a candidatura à presidência. Defender uma imprensa verdadeiramente livre exige liberdade do medo e favor e do apoio de jornalistas e cidadãos em todos os lugares; o tipo de ameaça agora enfrentando pelo WikiLeaks - e todos os editores e jornalistas - é um passo para a escuridão.