Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quarta-feira, 22 de março de 2017

O povinho nem sentirá.

Amigos e amigas.
De enganação em enganação, o povinho hospedeiro vai se apascentando, sempre aceitando o que sua mestra Grande Mídia propala aos quatro ventos sem pejo e indiscriminadamente. Quando o 'fake' é lançado, dá na primeira página e é repetido por todas as congêneres e subsidiárias. Quando a verdade se mostra, mal é citada.

Por exemplo, o caso das "carnes de papelão", que já começa a ser visto como um "mal entendido": a Polícia Federal teria confundido o áudio de um diretor da Friboi ou similar, que falava sobre as caixas onde se embalavam as carnes. Até explicar que focinho de porco não é tomada, bilhões irão para o ralo.

Segue abaixo uma análise sobre a já famigerada "Lista do Janot". Bem interessante. Retirado daqui.
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Janot e Moro se completam?
Aos que acreditam que a "lista do Janot" será uma moralização política, não percam esta pequena análise:
1. as listas parciais divulgadas em 14 e 15/03/2017 implodiriam qualquer governo (quanto mais o apodrecido e ilegítimo governo Temer). Implodiriam, mas não implodirão, porque estamos num regime de exceção;

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A 'tchurma" reunida
2. foram denunciados nada menos que seis ministros [Padilha, Moreira Franco, Aloysio Nunes, Bruno Araújo, Kassab e Marcos Pereira ] + os dois sucessores naturais do presidente em caso de afastamento do usurpador [Rodrigo Maia e Eunício Oliveira] + o idealizador da “solução Michel” para estancar a Lava Jato, atual presidente do PMDB [Romero Jucá] + o presidente do PSDB [Aécio “tarja-preta”] + quatro senadores da base do governo + cinco governadores + três deputados que apóiam Temer + três senadores da oposição + dois deputados de oposição;

3. uma pessoa iludida poderia concluir: “É uma decisão corajosa e imparcial do Janot”; afinal, ele investiga personagens poderosos e, ALELUIA, inclusive o PSDB. Ilusão: esta é, exatamente, a manobra diversionista do Janot;
4. os denunciados do governo golpista, todos eles, inclusive os sempre protegidos tucanos, têm FORO PRIVILEGIADO, e por isso serão investigados pelo (tíbio) STF, e não nas instâncias inferiores do judiciário [com minúsculo]. É verdade que Janot denunciou também golpistas sem foro privilegiado. Esses, porém, são as “genis” Eduardo Cunha e Sérgio Cabral, já presos; e Geddel Vieira Lima, que já está no corredor do cárcere;

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"Harry Potter e os Zumbis Togados"
5. o supremo [com minúsculo], demonstram estudos da FGV, é a instância mais lenta, mais politizada [eventualmente mais partidarizada, para não dizer TUCANA] e mais inoperante do judiciário. A primeira lista do Janot, por exemplo, entrou no sumidouro do STF há dois anos [em março/2015], e lá dormita até hoje, sem nenhuma conseqüência na vida dos políticos denunciados por corrupção;
6. a composição ideológica do STF é aquela mesma que, agindo como o Pôncio Pilatos da democracia brasileira, lavou as mãos no processo do impeachment fraudulento, e assim converteu o supremo em instância garantidora do golpe de Estado que estuprou a Constituição para derrubar uma Presidente eleita com 54.501.118 votos;
7. é fácil deduzir, portanto, qual será a tendência do STF na condução dos processos dos golpistas. Se esses julgamentos iniciarem antes de 2021, será um fato inédito.

sexta-feira, 17 de março de 2017

Desinformar é preciso!

Amigos e amigas.
A cada dia, mais o cerco contra o Revisionismo se fecha. É a democracia da NOM fazendo seus estragos, subvertendo e pervertendo tudo o que é sadio: o contraste, a contestação, o debate, a multiplicidade de opiniões. Sabe-se bem que quando todos pensam a mesma coisa é porque ninguém está pensando. E este cenário é o ideal para os supremacistas: o "Pensamento Único".

Não é de hoje e nunca cessará a perseguição aos que não marcham sob o som do tambor do status quo amaldiçoado que nos massacra. A última foi da Amazon, do megajudeu Bezos. Vejam abaixo e percebam que não teremos vida fácil ou minimamente sadia enquanto não nos submetermos a seus desmandos.
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O poderoso chefão.

O multimilionário proprietário judeu da Amazon removeu os livros que demonstram a falsidade do "Trololocausto".


Jeff Bezos tem ativos de cerca de 80 bilhões de dólares após o crescimento da empresa que ele fundou. A Amazon conseguiu isso por causa de suas políticas liberais, mas agora mudou. Você iria perder tempo à procura de qualquer série de livros "Lições sobre o Holocausto", de Germar Rudolf, que tinham sido disponibilizados até agora no manual da Amazon. No entanto, todos os livros para o "holocausto" ainda estão na lista, incluindo as diatribes patéticas e anti-históricas de Deborah Lipstadt.
Mesmo o livro clássico e equilibrado por Thomas Dalton, "Debatendo o Holocausto: um novo olhar para ambos os lados", desapareceu das páginas da Amazon. O "outro lado" já não pode expor seus argumentos! Na realidade, nunca pôde, mas os degenerados  não podiam dar na vista, serem ansiosos na supressão das pesquisas dos contestadores.
Este é mais um passo para a criminalização do revisionismo do Holocausto, apresentando-a como uma questão de má reputação. No mínimo!

segunda-feira, 13 de março de 2017

Vacinação: previna-se contra ela!

Amigos e amigas.
Este tema recorrente sempre será pedra no sapato. Há muitos anos que me tornei particularmente avesso a vacinas e não as aceito em mim. No artigo abaixo, que adaptei daqui, as palavras de especialistas que pensam e agem como eu, tendo todo o conhecimento de causa para tanto.
Caso estejam em dúvidas sobre o tema, convido-os (as) a se localizarem na vida e tirarem suas conclusões. Sublinhados e destacados são meus.
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Cientistas Alertam para Riscos das Vacinas
José Ortiz Camargo Neto, jornalista científico trilógico

e dr. Roberto Giraldo, médico infectologista e imunologista 

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Todo cuidado é quase nada!
Doenças causadas pelas vacinas

Desde muitos anos atrás, está cientificamente demonstrado que as vacinas não só não previnem as doenças, mas elas mesmas podem causar as enfermidades que supostamente deveriam prevenir; por exemplo, a vacina Sabin causa a maior parte dos casos de paralisia infantil, segundo admite John Salk, o qual primeiramente a desenvolveu.

Além disso, não há prova convincente alguma de que as vacinas tenham feito diminuir ou erradicar moléstias; estatísticas mundiais mostram que todas as doenças, cuja extinção ou diminuição de incidência é atribuída às vacinas, já vinham declinando naturalmente havia anos; a introdução da vacina não alterou o ritmo da queda para baixo, que se deveu a melhores condições de vida da população, sobretudo na primeira metade do século XX.

Alterações Neuropsíquicas

Entre as doenças atribuídas às vacinas (moléstias iatrogênicas) estão as alterações neuropsíquicas, que são as maiores consequências; no caso das crianças, retardam seu desenvolvimento (elas não falam, não caminham normalmente), ou apresentam deficiência de atenção, hiperatividade, autismo (cuja incidência vem aumentando assustadoramente desde que teve início a vacina tríplice [coqueluche, tétano e difteria], problema atribuído ao timerosal (mercúrio) utilizado como adjuvante). Aqui é bom lembrar que em 1943 começam casos de autismo; desde aquela época, cientistas ligam isso ao mercúrio das vacinas – há 70 anos, portanto. Também pode haver: morte súbita de berço, choro incontrolável (há bebês que morrem de tanto chorar continuamente, sem conseguirem parar); esquizofrenia, paralisia cerebral, alterações do sistema imunológico, epilepsia, dislexia, alterações imunológicas, aumento da violência juvenil, crimes e suicídios.[...]

Perigo do Alumínio: miofascite macrofágica

Na verdade, há décadas, renomados cientistas advertem para os perigos crescentes desses produtos. O dr. Marc Vercoutère, no artigo O alumínio contido nas vacinas provoca doenças graves afirma o seguinte: “Considerado um adjuvante que estimula a resposta imunológica, o alumínio entra na composição de 25 vacinas habitualmente usadas na França, principalmente contra a difteria, o tétano, a poliomielite e as hepatites A e B. Uma patologia emergente, prejudicial, que não pára de crescer – a miofascite macrofágica, possivelmente desencadeada por vacinas contendo hidróxido de alumínio – foi descrita pelo Prof. Romain Ghérardi, do hospital Henri-Mondor de Cretéil.”

“Recém-nascidos recebem: 20 vezes a dose tóxica de alumínio”

Sobre o mesmo assunto, Philipe Champagne, no artigo “A respeito das vacinas” afirma: “O alumínio é, como muitos metais, um perigo para o organismo. Estudos sobre seus efeitos na alimentação demonstram isso claramente e foram estabelecidos limites de toxidez. Mesmo assim, em nome de uma lei que impõe a vacinação, o comum dos mortais se vê obrigado a inocular seus recém-nascidos com doses muito mais elevadas de alumínio (...) Cada inoculação representa mais de 20 vezes a dose tóxica! Existem médicos que estão conscientes do perigo das vacinas. Eles não vacinam seus filhos e fazem atestados falsos para não terem problemas. Fazem a mesma coisa para alguns clientes em que confiam. Um médico responsável por um centro de saúde (...) consciente do perigo das vacinações, procura poupar seus próprios filhos, ao passo que submete todas as famílias da localidade à aplicação da lei. Ele prefere se calar e vive o inferno de uma contradição permanente.”[...]

Morte súbita

O dr. Robert S. Mendelsonh, famoso pediatra norte-americano (1926-1988), crítico da prática pediátrica, da obstetrícia ortodoxa, da vacinação, da fluoretação da água e da medicina em geral, afirmou o seguinte: “Minha suspeita, compartilhada por outros da minha profissão, é que os cerca de 10 mil óbitos por Síndrome de Morte Súbita Infantil (SIDS) nos EUA por ano estão relacionadas a um ou mais efeitos das vacinas que são dadas rotineiramente às crianças”. Mais à frente, disse o seguinte: “Se eu fosse seguir minhas mais profundas convicções, eu instaria você a rejeitar toda a vacinação para suas crianças”. As frases constam de seu artigo: A bomba-relógio médica da imunização contra as doenças – A maior ameaça das doenças da infância está nos perigosos e ineficientes esforços para preveni-las.[...]

Segundo Mendelsohn, “Muito daquilo que as pessoas acreditam a respeito das vacinas simplesmente não é verdade”. E acrescenta: “Eu não só tenho sérias dúvidas sobre a vacinação, como também faria todo o possível para que as pessoas não vacinassem seus filhos. Entretanto, não posso fazer isto, pois, em muitos estados americanos, os pais perderam o direito de fazer tal escolha. Médicos — não políticos — fizeram o bem-sucedido lobby para aprovação da lei que obriga os pais a vacinarem seus filhos como pré-requisito para matriculá-los na escola”.

Segundo ele, “não há nenhuma evidência científica de que as vacinações em massa tenham eliminado qualquer doença infantil e “a Sabin continua sendo ministrada a crianças, apesar de o dr. Jonas Salk, desenvolvedor da primeira vacina, ter dito que ela (a vacina) é agora a causa da maior parte dos casos de pólio que aparecem; os médicos consistentemente repetem seus erros.”

Indaga o renomado pediatra: “Por que a vacina Sabin (gotas que contêm o vírus vivo) ainda é administrada, quando o Dr. Jonas Salk, pioneiro da primeira vacina, tem alertado que agora a maioria dos casos de poliomielite é conseqüência da vacina Sabin? Continuar a forçar esta vacina em crianças é um procedimento médico irracional. É uma reprise da relutância dos médicos em abandonar a vacina contra varíola, única causa de óbitos por varíola durante três décadas após sua erradicação.” [...]

Coleman: “Doenças Raras Serão Cada Vez Mais Comuns”

Dr. Vernon Coleman, famoso médico inglês autor dos mais populares livros sobre medicina na Grã-Bretanha, publicou o seguinte livro: How to stop your doctor killing you ("Como impedir seu médico de matá-lo"). “Acredito firmemente que, se o programa de vacinação continuar – e se for ampliado – veremos muitas doenças novas. Acredito, também, que doenças raras há uma ou duas gerações serão cada vez mais comuns. Os efeitos colaterais imediatos são preocupantes. Alguns são graves (como os danos cerebrais), outros mais leves. Que novas cepas de doenças estamos introduzindo ao usar vacinas de forma tão imprudente?” [...]

Estudos científicos de diversas partes do mundo mostram que, após a introdução da vacinação massiva em diversos países, a decadência na saúde desse público infanto-juvenil é notória; os problemas neurológicos crescem à velocidade alarmante, assim como distúrbios e comportamento. Antes, as crianças tinham sarampo, catapora, caxumba, tosse comprida e outras doenças comuns da infância, que eram até boas para elas desenvolverem o sistema imunológico. Hoje, além de terem essas mesmas doenças - {às vezes causadas pelas próprias vacinas} – ainda apresentam autismo, retardo no desenvolvimento etc. [...]

As pessoas em bom estado de saúde, equilibradas psíquica, mental e espiritualmente, não podem ser atacadas por micróbio algum e nem pelo vírus da gripe suína. Insisto que esta é uma das leis fundamentais da Infectologia. Desta forma, as autoridades sanitárias, em lugar de gerar pânico e terror como estão fazendo agora, deveriam utilizar os meios de comunicação para explicar detalhadamente as diferentes formas de estimular nossos mecanismos de defesa em geral e o sistema imunológico em particular.

A felicidade e alegria, enfim a satisfação pessoal, são o melhor estimulante do sistema imunológico. Devemos, portanto, aproveitar os artistas, músicos, pintores, teatrólogos, escritores, dançarinas, cômicos, entre outros, para que, com suas técnicas, estimulem as emoções positivas e a espiritualidade das pessoas que moram nos lugares de uma possível epidemia de gripe suína ou de qualquer outra infecção. Desta forma, ninguém precisaria de máscaras cirúrgicas, nem antibióticos. Todo contágio poderia ser neutralizado por sistemas sanitários saudáveis.

Os nutricionistas equilibrados poderiam explicar como uma dieta à base de frutas e verduras frescas é o ideal nas atuais circunstâncias. Como um dente de alho ao dia, junto com um pouco de suco de cenoura e limão, com propriedades antivirais, antioxidantes e imunoestimulantes, poderiam ser suficientes para lidar com o vírus da gripe suína e com qualquer outro micro-organismo potencialmente patogênico. Um pouco de exercício ao ar livre, desfrutando a beleza da Criação, combinado com respiração profunda e meditação ajudaria bastante.

terça-feira, 7 de março de 2017

Carta aberta aos fantoches

Amigos e amigas.
Achei de bom alvitre postar uma declaração de um sobrevivente alemão da 2ª Guerra.
Trata-se de uma carta de um senhor, à época, de 94 anos: sr. Friedrich Kurreck, de Offenbach, dirigida a uma funcionária da República alemã, senhora Lucia Schwarz, atuante na administração central da Câmara dos Deputados, em Berlim.
Esta testemunha peculiar da história alemã traz uma gama de argumentos, os quais as pessoas esquecem com frequência ou os menciona somente individualmente. Aqui, eles são apresentados numa carta dentro de um só contexto, como qualquer militante político alemão deveria saber e como dever-se-ia, por isso mesmo, repeti-los diariamente.
Toda história tem várias facetas. Não as ignore. Leia com atenção que o escritor merece.
Boa leitura.
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Offenbach, 30 de junho de 2008.
Prezada senhora Schwarz

Eu recebi sua carta de 27 de junho de 2008, onde você me comunica que minha carta de 7 de junho de 2008 foi protocolada no Gabinete do Presidente da Câmara dos Deputados e dada como ciente (também por parte de seu chefe, a qual ela foi direcionada?).

Você alega que minhas difusas opiniões e indiscriminadas suposições não oferecem qualquer fundamento para uma argumentação racional, mas mesmo assim não queria deixar tudo sem comentários. Argumentar racionalmente eu só posso, cara senhora Schwarz, somente com alemães que não foram vítimas da reeducação; agora não com aqueles corretos politicamente, que acreditam saber o que seja certo, veneram como dogma sua visão do Direito e excluem outras opiniões dadas como incorretas, para restringir o livre debate e consolidar tabus, onde seus argumentos sejam fracos.

E então você se permite a uma testemunha daquela época, que poderia ser seu bisavô, a ensinar que “não há dúvida alguma sobre a responsabilidade histórica da Alemanha na eclosão da Segunda Guerra e nas suas consequências”.

Ah, você, anjo desorientado, quem cochichou no seu ouvido tais típicas idiotices provenientes somente de pessoas doentes de espírito? Já ouviu algo sobre História Secreta, que esconde a verdadeira causa dos acontecimentos? Ao que parece não!

Por isso eu lhe recomendo urgentemente que se ocupe dela, e não faça papel ridículo na frente de testemunhas daquela época. Somente o conselho de um vovô que vivenciou a República de Weimar e o Terceiro Reich, e agora tem que presenciar como nossa terra alemã está sendo levada ao abismo por políticos do pós-guerra, ignorantes em história, políticos estes que você serve no Gabinete do Presidente da Câmara.

Significa algo para você, senhora Schwarz, a palavra E. Barnes? Ele é um colega do historiador amestrado da ZDF, Guido Knopp, o qual enfia goela abaixo da juventude alemã com seus documentários, de forma análoga a uma oração tibetana, a culpa de seu povo pelo início da guerra em 1939. Este norte-americano já afirmava em 1951:

Eu não conheço qualquer outro exemplo na história, onde um povo mostre este vício quase insano, em lhe perpetrar o lado escuro da culpa de um crime político que não cometeu, a não ser aqueles crimes que lhes imputem a própria culpa pela Segunda Guerra Mundial”.

Sessenta anos após os acontecimentos, para estar up to date em história alemã, eu recomendo somente ler o livro “A guerra da Inglaterra contra a Alemanha”. O autor é um historiador britânico (!), o escocês Peter H. Nicoll. Poucos livros sobre os “motivos, métodos e consequências da Segunda Guerra Mundial” são tão atemporais, solidamente fundamentados e tão próximos à verdade histórica, como esse seu livro. Embora ele tenha perdido dois filhos aviadores contra a Alemanha, seu senso fanático por justiça reconheceu quem levou a essa guerra desnecessária, e por isso, leva a maior parcela da culpa por esse trágico desenvolvimento com 50.993 milhões de mortos, 35 milhões de feridos e 4,3 milhões de desaparecidos (que podem ser computados aos mortos como consolo):

Cegos políticos na Inglaterra, que apoiados pelo presidente Roosevelt, deram à Polônia em março de 1939 uma procuração em branco com plenos poderes e rejeitaram todos os esforços de paz do governo do Reich alemão”.

Da mesma forma o britânico Nicoll tratou a fundo os métodos de condução da guerra e o tratamento dado à Alemanha do pós-guerra por parte dos aliados e descreve a grande conta de dívidas dos aliados. Esta ousada obra põe em ordem as relações na forma em que os eventos históricos sejam descritos como realmente aconteceram.

Mais além, você menciona o “extermínio da inteligência polonesa e escravização da população polonesa” por nós, alemães, e indica o efeito de ação e reação para justificar a expulsão dos alemães em decorrência da eclosão da guerra por parte da Alemanha. Isso me prova que a reeducação ordenada pelos aliados, em relação a você, alguém com a benção de ter nascido depois, caiu em solo fértil, e que você não é mais capaz de discernir entre mentira e verdade.

Permita que uma testemunha que cresceu na fronteira teuto-polonesa, na área alemã de Eylau (Prússia Ocidental), do outro lado corredor polonês, diga que a Polônia desde seu renascimento com Estado, em 1918, pelo qual correu sangue alemão, sem contar o juramento via telegrama da fidelidade eterna, frequentemente desrespeitava as fronteiras e, o que é provado historicamente, procurava a guerra contra a Alemanha. Provas da culpa da Polônia na guerra?

O alemão Lutz Mauve, cujo pai possuía uma grande área de floresta nos arredores de Kielce, na Polônia, tornou-se forçosamente e de repente cidadão polonês devido ao Ditado de Versailles, de 1918. Como tal ele tornou-se em 1919 “Fähnrich-Feldweber”, ou seja, aspirante a oficial do Exército polonês. Em junho ou julho de 1939, ele presenciou uma reunião de oficiais poloneses, oficiais da reserva e aspirantes, num local entre Cracóvia e Kattowitz.

Lá discursava o marechal polonês Rydz-Smigly sob o seguinte espírito:
Polônia quer a guerra contra a Alemanha, e a Alemanha não poderá evitá-la, mesmo que queira”.

Se você já menciona a relação entre ação e reação, então deveria saber também que o especialista ucraniano Dr. Stephan Horak, em seu livro “Poland and her national minorities 1918-1939”, descreve o comportamento dos poloneses, cujo extermínio nós realizamos segundo sua percepção a partir de 1939, sobre os alemães entregues a ela pelo Ditado de Versailles, ou seja, entre o período das duas Guerras: ignorando todos os acordos e promessas de boa vontade que se repetiam gerando repetidamente o protesto dos representantes dos grupos alemães na Polônia, esta dá continuidade à sua política de violação até o último dia de sua existência como nação independente.

Para o historiador, é clara falta de boa vontade por parte do jovem Estado polonês – talvez as relações entre Polônia e Alemanha tenham caminhado para outra direção caso a Polônia não tivesse desejado utilizar a violência para desfazer um desenvolvimento de mais de 800 anos. Os acontecimentos de 1919 até 1939 parecem apoiar a visão de que a Polônia perdeu uma oportunidade de ouro para provar sua paciência e afiada percepção polonesa.

Ocupados com o extermínio dos grupos nacionais alemães na Polônia, os poloneses esqueceram de considerar que seu vizinho ocidental não podia ser obrigado a esquecer tudo que acontecia por lá.

A 15 de junho de 1932 quando não havia nenhum Hitler em Berlim, cara senhora Schwarz, a Câmara Alta inglesa se ocupava do uso do terror na política polonesa para minorias. Lá foi constatado entre outras, que 45% das crianças alemãs de Thorn e Posen tiveram suas escolas confiscadas e foram enviadas para escolas polonesas, e houve uma redução de 50% no total das escolas alemãs. Lord Cecil, que como delegado do governo britânico, participou desta reunião, caracterizou o uso do terror na política polonesa para minorias como comovente e afirmou concluindo ainda:

Nós não devemos esquecer que a Polônia tem motivo especial para respeitar este contrato: pois nele, as anexações permitidas foram somente possíveis sob a condição de que a autonomia fosse concedida nesses territórios”.

Permita, senhora Schwarz, que uma testemunha daquela época lhe mostre ainda o seguinte:

O povo polonês em sua totalidade se encontrava desde março de 1939, segundo a garantia britânica, em um ascendente e contínuo clima de guerra. Em inúmeros artigos e cartas de leitores era desejada a guerra, até suplicado no púlpito. Através de ações como a mensagem para um comando de torpedos vivos segundo modelo japonês incompreendido e através de palestras de oficiais poloneses, que louvavam a qualidade do soldado polonês às alturas e descreviam o armamento alemão como inferior (tanques de papelão), foi criado um clima que deixava sonhar com uma rápida marcha sobre Berlim. Conduzidos através destes mirabolantes sonhos, a cavalaria polonesa cavalgou com seus sabres à mão atacando nossos tanques de papelão e receberam uma mancha roxa. Portanto, sua repetida lenda sobre a culpa alemã pela guerra é nula, prezada senhora Schwarz, pois o Professor Dr. M. Freund também constatou:


Os poloneses foram o único povo infeliz na Europa que exigia o campo de batalha”.

Um jornal belga enviou um de seus jornalistas no verão de 1939 para o país que só almejava a paz, para informar seus leitores sobre a situação local a partir de primeira mão. Aqui o relato de Ward Herrmann:

Os poloneses perderam toda a idéia da situação. Cada estrangeiro que observa os novos mapas do país, onde uma grande parte da Alemanha até as proximidades de Berlim, indo além para a região da Boêmia, Moravia e Eslováquia e uma enorme parte da Rússia e todo o Báltico, tenham sido já anexados dentro da rica fantasia dos poloneses, deve pensar que a Polônia se tornou um grande manicômio”.

Mapa que “provaria” o direito da Polônia a mais de metade do território da Alemanha
Então, não é de se estranhar que até meados de agosto de 1939, 76.535 alemães da Polônia tenham se refugiado no Reich, e isso não porque Hitler os tivesse obrigado.

O que você, senhora Schwarz, ainda tem a aprender sobre a guerra é que o culpado é somente aquele que força seu oponente a se lançar às armas. E isso, sem dúvida alguma, em 1939, como comprovado por diversos historiadores, foram os poloneses, quer você aceite isso ou não.

Inacreditável que 63 anos após o final da guerra, existam ainda alemães que repitam as lendas dos aliados, se deleitem com elas e as divulguem inescrupulosamente, ao invés de incorporar e publicar aquelas vozes que segundo Goethe, ajudam a tornar vitoriosa a verdade:

Tem que se repetir sempre a verdade, porque o errado nos é sempre novamente ensinado, não apenas por alguns, mas pela massa. Em jornais e enciclopédias, nas escolas e universidades, por toda parte o erro está à tona, e isto lhe é cômodo e confortável, no sentimento da maioria que está ao seu lado”.

Caso eu não tenha me expressado claramente, senhora Schwarz, para que mesmo você veja a história alemã como ela realmente aconteceu, e no futuro você venha ainda a atuar como costumeira pichadora (Nestbeschmutzerin), então eu lhe peço finalmente para meditar sobre a seguinte citação de Churchill, publicado no final da Primeira Guerra Mundial pelo jornal londrino “The Times”, em maio de 1919, o qual não deixa dúvidas pela sua clareza e verdade, uma citação de um político que consegue mostrar a qualquer um quem foi o verdadeiro culpado (também) pela Segunda Guerra Mundial, a “Segunda Guerra de 30 anos” em solo europeu:

Caso a Alemanha volte a negociar nos próximos 50 anos, então nós fizemos essa guerra em vão”.

E como nós, apesar do saque da República de Weimar com ajuda do Ditado de Versailles, começamos novamente a participar do comércio mundial durante o Terceiro Reich e nos tornamos um forte concorrente no mercado mundial para a Inglaterra, os salafrários do Themse se viram obrigados a arranjar novamente uma guerra contra a Alemanha. Nesta guerra imposta a nós em 1939 – sim, imposta, e eu participei dela , cara senhora Schwarz, do primeiro dia até o último (final de abril de 1945) e vivenciei conscientemente a República de Weimar e o Terceiro Reich, e onde estou na condição ainda, como uma das últimas testemunhas vivas, de avaliar tudo que deu errado na primeira república e, por outro lado no hostilizado Terceiro Reich, tudo que era melhor do que a atual República Federal da Alemanha, a qual muitos cidadãos denominam República das Bananas. Por isso, ninguém “abençoado por ter nascido depois” pode me acusar de algo. Apesar de toda a difamação, eu estou orgulhoso de minha pátria, que se chama Alemanha, e além disso, de ser alemão.

Por isso, eu protesto pela Alemanha, não porque foi vencida, esfacelada e despojada de poder. Eu protesto pela Alemanha porque foi abandonada, está insegura e atrapalhada, sua alma traída. Eu protesto pela Alemanha porque esquece sua origem, daquela Alemanha, onde tradição era agradecida e fazia parte de uma herança protegida, onde a palavra era palavra, direito ainda era direito, fidelidade, fidelidade, traição, traição, e vergonha, vergonha. Onde se reconhecia uma ovelha negra, mas havia força e coragem para sobrepô-la. Onde corrupção e oportunismo eram condenados. Onde o dever falava mais alto que o prazer e pobreza ou riqueza não eram medidas de valor. Onde ainda não foi perguntado: produzir é correto?, mas sim onde produzir pesava mais que prestígio e “mais ser, ao invés de parecer” era o lema da elite. Onde valia viver de tal forma, que servisse de exemplo. Onde ser alemão era uma honra para o ocidente e mundo afora. Onde só havia uma Alemanha. Onde lar e pátria não eram vocábulos estranhos, mas sim valores inestimáveis. Onde o caráter pesava mais que ser membro do partido. Onde confiança e sinceridade eram sinônimos infalsificáveis de ser alemão. Onde a célula-mater da nação, a família, era sagrada e o bom casamento era exemplo e não motivo de chacota. Onde pedir conselhos aos mais velhos era natural. Eu protesto pela Alemanha, onde poesia e literatura eram a chama da alma, e não a politicalha. Onde não havia vergonha de dizer poesia alemã, pois um ou outro poderiam achar aqui algo restaurador. Eu protesto não por uma nação produto da ficção, sonhada ou que nunca existiu, mas sim por uma que eu vivi, uma nação – ora mais fraca, ora mais forte – no Império, na República de Weimar e também no Terceiro Reich, e que existiu depois. E que agora, pouco a pouco, um ano após o outro, desaparece.

Sendo assim, com saudações amistosas.

Friedrich Kurreck
Notizen aus der Schweiz 77 – 14/11/2008
Dr. Max Wahl – drmaxwahl@bluewin.ch
8401 Winterthur
Suíça

quarta-feira, 1 de março de 2017

Guerra é lucro!

Amigos e amigas.
Seguem abaixo trechos de uma entrevista muito interessante do humorista inglês Terry Jones, componente do Monty Python, no programa "SOCIEDADE DAS NAÇÕES".

Com toda a sua fleugma, Jones disse, entre tantas outras, que "A Guerra contra o Terrorismo é excelente negócio para a indústria do armamento" para manter "um permanente estado de guerra".

Apesar de ser um tanto antiga (da época de Saddam e Bushinho), vale conhecer.
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Terry Jones

Terry Jones
: Quando fizemos "A Vida de Brian", lembro-me de ter dito ao resto da equipa: "Sabem que isto pode ser muito perigoso. Podemos ter um fanático religioso a fazer de nós alvos." E eles responderam: "Não há problema." Mesmo nessa altura em 1978, achei que seria uma área potencialmente perigosa de abordar. Mas acho que não hesitava em retratar a vida de Maomé.

Martim Cabral: Acha que alguém o apoiaria? Não acha que existe uma atmosfera internacional em que ninguém considera sequer fazer este tipo de paródia, especialmente se recordarmos os problemas que houve devido aos cartoons de uma revista norueguesa?

Terry Jones: Sim, seria quase impossível obter apoio, mas não pensei em fazer isso. Não vejo o Islão como a grande fonte do Mal, como as pessoas dizem e como Bush quer fazer parecer. Em 1998… Não, em 1990, antes da primeira Guerra do Golfo, li uma revista interna da indústria do armamento, chamada "Weapons Today", que tinha grandes caças na capa. Era uma revista interna da industria do armamento e o editor-chefe escreveu: "Graças a Deus que Saddam existe." O editorial dizia que, com a queda do comunismo, o sector do armamento estava a atravessar uma crise. Não havia encomendas. "Mas agora temos um inimigo ao qual ninguém põe objeções, que é Saddam Hussein." Depois o editorial sugeria: "No futuro, podemos esperar que o Islão substitua o comunismo, porque haverá mais encomendas de armas." E podem apostar que, desde 1990, o setor do armamento tem promovido um conflito entre o Cristianismo e o Islão e é isso que temos visto desde então.

Rogeiro: O que o irrita mais na conjuntura mundial atual? Sei que a questão do Iraque é algo que lhe custa a digerir.

Terry Jones: Sim, acho que o Iraque é o verdadeiro… Antes de invadirem o Iraque… A reação ao 11 de Setembro foi completamente estúpida.

Rogeiro: O que significou, para si, o 11 de Setembro?

Terry Jones: Para mim, o 11 de Setembro resumiu-se a umas quantas pessoas que desviaram uns aviões para... Acho que o 11 de Setembro teve origem devido à situação no Médio Oriente com a Palestina, aquilo que os israelitas estão a fazer à Palestina, com a protecção e o aval dos Estados Unidos. O 11 de Setembro resumiu-se a isso. Claro que foi uma oportunidade imperdível para que os neo-conservadores norte-americanos transformassem isso numa cruzada contra o Islão.

Martim Cabral: Se fosse presidente dos Estados Unidos, como reagiria a um ataque como o das Torres Gémeas? O que faria? Como reagiria?

Terry Jones: Quando se é um presidente patético ao serviço das grandes empresas e do setor do armamento transformamos isso em algo politicamente vantajoso e fazemos disso um motivo para criar o caos no Médio Oriente, para que haja um estado permanente de guerra. Cria-se um estado permanente de guerra contra o "terror". É uma guerra que nunca pode ser vencida.

Martim Cabral: Mas o que faria? Imagine que está na Casa Branca.

Terry Jones: Foi um ato criminoso. Não podíamos apanhar os culpados porque estavam mortos. Tinha de haver operações secretas para descobrir os mentores. Não se fazem anúncios públicos, do gênero: "Achamos que estão escondidos no Afeganistão. Vamos bombardear-vos daqui a três semanas, está bem?" Isso dá à Al-Qaeda tempo suficiente para sair do Afeganistão e ir para outro local. Só então é que se bombardeia o Afeganistão.

Rogeiro: Escreveu no "The Guardian" que a gramática é vítima da guerra, penso eu, e defende que é impossível combater algo abstrato.

Terry Jones: Sim, na guerra contra o terror, estamos a enfrentar um substantivo abstrato.

Rogeiro: O terrorismo, além de ser abstrato, é algo muito concreto que mutila pessoas, que destrói vidas e cidades.

Terry Jones: Mas precisamos de um inimigo. Não podemos combater um conceito abstrato. É impossível combater o terrorismo. É como a luta contra a droga. É um conceito abstrato. Temos de saber quem vamos enfrentar. Temos de descobrir quem está por detrás disso para depois os capturar. Não se anuncia ao mundo onde estão os suspeitos para depois bombardear esses locais e criar ainda mais animosidade contra nós. É essa a intenção. A ideia não é salvar o Iraque, mas sim criar animosidade contra o Ocidente, para que haja um estado permanente de guerra.

Rogeiro: Porque acha que os britânicos reelegeram Tony Blair, depois de ele se ter envolvido na questão do Iraque?

Terry Jones: Porque reelegeram Tony Blair? Não faço ideia. Há muita… Até sei, mas não devia dizer isto. Acho que muita gente rema conforme a maré. Não sei.

A entrevista completa de Terry Jones, aqui

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Relatório Cruz Vermelha - 2ª Guerra

Amigos e amigas
Disse um pensador: "Quando uma guerra é declarada, a primeira vítima é a verdade."

Nada mais verdadeiro! Homens e mulheres dignos e verdadeiros JAMAIS se matariam! De alguma maneira, chegariam a um acordo na base do diálogo consciente. Por isso, somos RACIONAIS! E guerra não passa de IRRACIONALIDADE!

Muito se fala sobre o "holocausto judeu" na 2ª Guerra Mundial. E muitos se perguntam até onde se pode acreditar. É uma dúvida muito justa, visto que "a história é escrita pelos vencedores" e estes NUNCA reconhecerão suas mazelas, suas culpas, suas atrocidades. Por isso, se faz necessário encontrar uma opinião 100% IDÔNEA! Mas será que ela existe? Eu penso que sim: A CRUZ VERMELHA.

Recentemente, encontrei um artigo que relata tópicos de um relatório feito pela Cruz Vermelha Internacional sobre os Campos de Concentração da Alemanha de Hitler. É de chacoalhar até cérebros de ameba! Ele desdiz muitas coisas que são reconhecidas como 'FATOS NOTÓRIOS'.

Não ocuparei espaço comentando ou opinando. Convido-os a lerem o longo, porém resumido artigo. Tenho certeza de que vocês passarão a ver a 2ª Guerra com outros olhos.
Boa leitura!
FAB29

Relatório da Cruz Vermelha

“Não apenas as lavanderias, mas também as salas de banho, ducha e banheiros foram examinados pelos delegados.”
"Existe uma abordagem geral sobre a questão judaica na Europa durante a Segunda Guerra Mundial e as condições de vida nos Campos de Concentração alemães, a qual é quase única em sua franqueza e objetividade: o relatório em três volumes do Comitê Internacional da Cruz Vermelha a respeito de suas atividades na Segunda Guerra (Genebra, 1948).

Este abrangente relatório proveniente de uma fonte totalmente neutra compreende e expande o conteúdo de duas outras obras publicadas anteriormente: Documents sur l’activité du CICR en faveur des civils detenus dans les camps de concentration en Allemagne (1939-1945)(Documento sobre a atividade do Comitê Internacional da Cruz Vermelha para os prisioneiros civis nos Campos de Concentração na Alemanha) (Genebra, 1946) e Inter Arma Caritas, Die Arbeit des Internationalen Komitees des Roten Kreuzes während des Zweiten Weltkrieges (O trabalho do Comitê Internacional da Cruz Vermelha durante a Segunda Guerra Mundial) (Genebra, 1947). O grupo de autores sob liderança de Frederic Siordet esclarece na introdução que o relatório foi elaborado segundo a tradição da Cruz Vermelha – PRESERVAR RIGOROSAMENTE A NEUTRALIDADE POLÍTICA – e justamente aqui está seu grande valor.

O Comitê Internacional da Cruz Vermelha baseia-se na Convenção Militar de Genebra de 1929 para obter dados sobre os prisioneiros civis, os quais foram internados na Europa Central e Ocidental pelos órgãos administrativos alemães. Ao contrário disto, foi impossível ao Comitê conseguir acesso à União Soviética. Os milhões de prisioneiros civis e militares na União Soviética, cujas condições de vida eram reconhecidamente as piores, estavam completamente privados de qualquer inspeção.

O Relatório da Cruz Vermelha é, sobretudo, valoroso porque, primeiramente esclarece a justificativa legal sob a qual os judeus foram internados nos Campos de Concentração: como estrangeiros inimigos. Na medida em que ele descreve dois tipos de prisioneiros civis, o relatório diferencia o segundo tipo como “civis que foram removidos por motivos técnico-administrativos, (em alemão ‘Schutzhäftling’), que foram presos por motivos políticos ou raciais, pois sua presença era vista como perigo para o Estado ou para as forças de ocupação” (Volume III, página 73).

Estas pessoas, continua o relatório, “foram classificadas como detidos ou presos sob a lei ordinária por motivos de segurança” (página 74).

O relatório reconhece que inicialmente os alemães quiseram permitir de má vontade a fiscalização dos prisioneiros por motivos de segurança, todavia o Comitê recebeu esta importante autorização da Alemanha ao final de 1942. Foi-lhe permitido distribuir pacotes de víveres nos principais Campos de Concentração da Alemanha a partir de agosto de 1942, e “a partir de fevereiro de 1943, esta permissão foi ampliada a todos os Campos e prisioneiros” (Volume III, página 78). O Comitê construiu logo uma ligação a todos os comandantes dos Campos e pôs em prática um programa de ajuda humanitária que funcionou até os últimos meses de 1945. Aconteceu uma avalanche de cartas de agradecimento por parte dos detentos judeus.

Aqueles que recebiam os pacotes da Cruz Vermelha eram judeus

O relatório deixa claro que “diariamente foram preparados 9.000 pacotes. Do outono de 1943 até maio de 1945 foram enviados aos Campos de Concentração um total de 1.112.000 pacotes pesando ao todo 4.500 toneladas” (Volume III, página 80). Juntamente com os alimentos, os internos receberam roupas e medicamentos. “Pacotes foram enviados a: Dachau, Buchenwald, Sangershausen, Sachsenhausen, Oranienburg, Flossenburg, Landsberg a.Lech, Flöha, Ravensbrück, Hamburg-Neuengamme, Mauthausen, Theresienstadt, Auschwitz, Bergen-Belsen e campos de Viena e na região central e sul da Alemanha.


Os principais receptores foram belgas, holandeses, franceses, gregos, italianos, noruegueses, poloneses e judeus sem pátria” (Volume III, página 83). Ao longo da guerra, “o Comitê esteve em condição de enviar e distribuir ajuda humanitária em um montante superior a 20 milhões de Francos Suíços, que foram doadas por organizações judaicas por todo o planeta, principalmente do Joint Distribution Committee de Nova York” (Volume I, página 644). Esta última organização teve permissão do governo do Reich alemão para manter um escritório em Berlim até a entrada dos EUA na guerra.

A Cruz Vermelha reclamou que obstáculos a seus programas de ajuda humanitária não partia do lado alemão, mas sim através do forte bloqueio da Europa pelos aliados. A maioria de suas compras acontecia na Romênia, Hungria e na Eslováquia.

O comitê elogiou principalmente a liberdade em Theresienstadt até a época de sua última visita em abril de 45. Este Campo, “onde aproximadamente 40.000 judeus de diferentes países estavam alojados, era, em suas devidas proporções, um gueto preferencial (Volume III, página 75). De acordo com o relatório, “foi permitido aos delegados do Comitê inspecionar o Campo de Theresienstadt, o qual se destinava exclusivamente a judeus e foi administrado sob condições especiais."


Através das notícias que eram enviadas ao Comitê, este Campo foi criado como iniciativa especial de diversas lideranças do Reich... Estes gostariam de dar aos judeus a possibilidade de viver numa determinada comunidade sob administração própria e com uma autonomia quase completa... Foi possível a dois delegados visitar o Campo a 6 de abril de 1945. Eles confirmaram a satisfatória impressão de sua primeira visita”   (Volume I, página 642).


Relatório da Cruz Vermelha Internacional

O comitê também tinha elogios ao regime de Íon Antonescu da Romênia fascista, que lhe possibilitou ampliar sua ajuda a 183.000 judeus romenos, até a época da ocupação soviética. Quando esta ajuda cessou, a Cruz Vermelha reclamou veementemente que ninguém tinha sucesso em “enviar alguma coisa para a Rússia” (Volume II, página 62). A mesma situação se repetiu em muitos Campos na Alemanha após a “libertação” pelos russos.


O Comitê recebeu uma grande quantidade de correspondências de Auschwitz até sua ocupação pelas forças soviéticas, quando muitos detentos foram evacuados. Mas os esforços da Cruz Vermelha em enviar ajuda aos outros detentos que ficaram em Auschwitz sob tutela soviética estavam condenados ao fracasso. Contudo, continuou-se o envio de ajuda humanitária aos antigos detentos de Auschwitz que foram evacuados para outros Campos como Buchenwald ou Oranienburg.


Nenhuma prova de genocídio

Um dos aspectos mais importantes do relatório da Cruz Vermelha é mostrar a verdadeira causa dos casos de morte que assolaram os Campos ao final da guerra. O relatório diz:


“Através da situação caótica na Alemanha durante os últimos meses da guerra após a invasão, quando oCampos não recebiam mais qualquer tipo de alimento, a fome provocou um número cada vez maior de vítimas. O próprio governo do Reich alarmado pela situação, informou a Cruz Vermelha a 1 de fevereiro de 1945... Em março de 1945 aconteceram conversações entre o presidente do Comitê Internacional da Cruz Vermelha e o General da SS Kaltenbrunner, com resultados decisivos. A ajuda humanitária poderia ser distribuída de imediato pelo Comitê, e foi permitido a cada um dos delegados da Cruz Vermelha permanecer nos Campos...” (Volume III, página 83).

Naturalmente as autoridades alemãs estavam preocupadas em melhorar as condições dos campos dentro das possibilidades. A Cruz Vermelha disse de forma bastante clara que o envio de alimentos – diante dos ataques aéreos dos aliados contra a infra-estrutura viária alemã – tinha que ser interrompido, e protestou em interesse dos judeus detidos contra a “bárbara guerra aérea dos aliados” (Inter Arma Caritas, página 78). A 2 de outubro de 1944, o Comitê da Cruz Vermelha Internacional alertou o Ministério do Exterior alemão para o iminente colapso do sistema de transporte alemão e esclareceu que a situação de fome seria inevitável para toda a população na Alemanha.
Quando nós nos ocupamos com este abrangente relatório de três volumes, é importante salientar que os delegados da Cruz Vermelha Internacional em momento algum encontraram uma única prova sequer para uma política de extermínio dos judeus nos territórios ocupados pelas potências do eixo. Em todas as 1.660 páginas, o relatório em momento algum simplesmente deu a entender que havia alguma coisa parecida com câmara de gásEle admite que judeus, assim como outras nacionalidades da época da guerra, sofreram iniqüidades e privações, mas se silencia completamente sobre o tema de um extermínio planejado – uma clara refutação da lenda dos seis milhões. Como aos representantes do Vaticano, com os quais ela trabalhava, não foi possível à Cruz Vermelha, como é normal hoje em dia, opinar nas irresponsáveis acusações.


No que concerne à real taxa de natalidade, o relatório destaca que a maioria dos médicos judeus dos Campos, que poderiam combater a epidemia de tifo, foram deslocados para a frente oriental, e conseqüentemente não estavam em condições de combater esta epidemia que assolou sobre os Campos em 1945 (Volume I, página 204).

Aliás, menciona-se freqüentemente que aconteceram execuções em massa nas câmaras de gás, camufladas como ducha. Sobre esta acusação também nada se encontra no relatório. “Não apenas as lavanderias, mas também as salas de banho, ducha e banheiros foram examinados pelos delegados. Várias vezes eles sugeriam melhoras nas instalações ou reparos um recomendavam ampliações.” (Volume III, página 594).


Nem todos foram presos

Volume III do relatório da Cruz Vermelha, capítulo 3 (1. população civil judaica) trata da “ajuda que foi dispensada à parte judaica da população livre”e este capítulo deixa bem claro que nem todos os judeus europeus foram presos em Campos de Concentração, mas permaneceram sob certas restrições, parte da população civil livre. Isto está em contradição com a “determinação” do suposto “programa de extermínio” e com a afirmação das falsas memórias de Hoess, que Eichmann estava possuído em prender “todo simples judeu que ele conseguisse pegar”. Na Eslováquia, por exemplo, onde o assistente de Eichmann, Dieter Wisliceny era responsável, o relatório afirma que uma grande parte da minoria judaica tinha permissão para permanecer no país, e este foi visto por muitos judeus até final de agosto de 1944 como um lugar relativamente seguro.


Eles viveram lá em segurança até as revoltas contra as tropas alemãs em agosto de 1944. É verdade que a lei de 15 de maio de 1942 levou à prisão de milhares de judeus, que foram mantidos desde então nos Campos onde tinham condições de vida e habitação aceitáveis e onde era permitido aos detentos exercerem trabalho remunerado sob condições semelhantes ao livre mercado de trabalho (Volume I, página 646).

Não apenas um grande número dos cerca de 3.000.000 de judeus europeus puderam evitar a detenção, mas a imigração dos judeus continuou durante toda guerra. Geralmente através da Hungria, Romênia e Turquia. Ironicamente, a imigração dos judeus dos territórios ocupados pelos alemães após o início da guerra foi facilitado através do Reich, como no caso dos judeus poloneses, que chegaram à França antes da ocupação. “Os judeus da Polônia, enquanto estiveram na França, receberam permissão de imigração para os EUA e foram tratados pelas autoridades alemãs como cidadãos norte-americanos. A validade dos passaportes, emitida pelos países sul-americanos, foi reconhecida" (Volume I, página 645). Como futuros cidadãos norte-americanos, estes judeus foram reunidos no Campo para estrangeiros norte-americanos em Vittel, no sul da França.

Principalmente a emigração dos judeus europeus da Hungria aconteceu sem dificuldades através das autoridades alemãs. “Até março de 1945”, diz o relatório da Cruz Vermelha, “os judeus puderam deixar a Hungria se possuíssem um visto para a Palestina” (Volume I, página 648). Até mesmo após a dissolução do governo de Horty em 1944 (após tentativa de realizar um cessar-fogo com os soviéticos) através de um governo mais dependente da Alemanha, a emigração dos judeus continuou. O comitê da Cruz Vermelha assegurou o consentimento da Inglaterra e EUA a “dar toda ajuda a fim de possibilitar a emigração dos judeus da Hungria”, e o comitê recebeu dos EUA a notícia que o “governo dos EUA... reafirma com ênfase que está assegurada a viagem para todos os judeus que ela indicou” (Volume I, página 649)."


Abaixo, uma página indicando o número de mortos registrados pela  Cruz Vermelha nos principais campos de concentração nazistas. Será que ela conseguiu errar tanto assim?