Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


terça-feira, 12 de junho de 2018

Fischer

Amigos e amigas.
O enxadrista estadunidense Bobby Fischer foi um daqueles fenômenos tipo tsunami: surgem, abalam todas as estruturas, vão-se embora e deixam marcas dificílimas de se apagar. Tais fatos foram vistos em seu esporte e em suas opiniões.
Foi um perseguido político, estigmatizado e taxado de antissemita, polemizou um monte e precisou ir viver e morrer no exílio.
Os mais contundentes e ácidos ataques se concentraram na figura do judeu e seu domínio mundial. Abaixo, excertos de suas opiniões a respeito deles. Traduzido por mim daqui.
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"Não, não. Absolutamente não, não. Eu espero coisas piores para ocorrer.
O aperto dos judeus nos EUA está ficando mais e mais apertado todo dia.
Você sabe, eles fizeram incontáveis bilhões e trilhões com Hollywood."
Notas de Fischer sobre os judeus:
- Os judeus são anti-sociais, destrutivos, intolerantes, mesquinhos, enganadores e assim por diante. Eles querem destruir, governar e matar, roubar quem cruzar seu caminho. Para conseguir o que querem, desenvolveram um estilo de vida perverso, antinatural, destrutivo e maligno.
- Embora eles vivam de não-judeus como parasitas, eles os odeiam e desejam destruí-los. Os judeus odeiam a natureza e a ordem natural, porque é pura e bela, e também porque é maior e mais forte do que eles e sentem que não podem controlá-los completamente. A beleza e a harmonia da natureza contrastam com sua miséria e fealdade, e isso os faz odiá-los ainda mais.
- Os judeus são destrutivos. Eles são anti-humanos O judeu anti-humano odeia e quer destruir todos os não-judeus. Ele também destruirá até mesmo outros judeus que são menos destrutivos e maus que ele, se eles se puserem no caminho dele.
- Aparentemente, o mal do judeu tem uma base genética. Os judeus são destrutivos. Eles são anti-humanos. Pelo ato da circuncisão, o judeu mostra seu ódio à natureza e à ordem natural. Através deste ato sangrento, cruel e tolo, ele mostra sua crueldade e sadismo, e ele não vai parar em nada para obter seus fins. Sem dúvida, os judeus também estão por trás da circuncisão islâmica, que serve como uma cobertura ideal e uma distração de seu próprio mal a esse respeito.
- Os judeus são verdadeiramente anti-humanos e antinaturais. Os judeus são intensamente egoístas, intolerantes e anti-sociais, e assim por diante. Eles estão cheios de ódio, ganância, malícia e assim por diante. Naturalmente, outras pessoas, isto é, aquelas que não são judias, não gostam que os judeus as desloquem, roubem e matem e, mais cedo ou mais tarde, elas resistirão. É aí que entram as mentiras e o engano dos judeus.

Caso queiram escutá-lo:

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Eterna escravidão

Amigos e amigas.
COLTAN é uma junção de duas siglas: COLombita e TANtalita. É um mineral crucial para a indústria tecnológica. Usado para celulares, GPS, satélites, TV de plasma, notebooks, MP3, MP4, foguetes espaciais, mísseis, câmeras fotográficas, etc. O continente africano é o maior depósito desse mineral, sendo o Congo o principal produtor.

Lembram de Serra Pelada, a super mina de ouro brasileira dos anos 80, no Pará, onde as condições de vida e trabalho eram escravas (Se bem que não conheço uma mina onde as condições sejam decentes...)? Nessas minas de COLTAN, no Congo, a crueldade é semelhante, mas se torna ainda mais rascante: além da mão-de-obra escrava e infantil, desnutrição, doenças como AIDS, etc, a destruição da flora e fauna locais é brutal! Há dados que atestam: 80% dos elefantes e 90% dos gorilas da região já foram expulsos, mortos ou capturados; grandes bosques já viraram lodaçais.

E, como sempre acontece, toda essa destruição desmedida e covarde é ocultada pela Grande podre Mídia, desdenhada pelas grandes indústrias tecnológicas e 'aceita' com a cumplicidade dos governos e da ONU. Percebem que não é novidade nenhuma?! O mesmo ocorre com qualquer produto em qualquer lugar do planeta quando é de interesse de grandes corporações, como o mineral nióbio (super útil para as N tipos de indústrias e quase exclusividade do solo brasileiro), que é extraído naquelas 'condições' relatadas acima e 'vendido' a preços abaixo do custo.
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Megacorporações como a Nike são acusadas de se utilizarem de mão-de-obra infantil em suas fábricas na Ásia, principalmente. O carvão talvez seja o que mais arrebanha pessoas em condições escravagistas, visto que é extraído e/ou produzido (à custa da destruição de extensas áreas florestais) no mundo todo.

A indústria alimentícia não foge à regra: só os arrozais na Ásia são um oceano de tudo isso já descrito. Qualquer linha de montagem é a mesma coisa: imensas máquinas controladas por autômatos humanóides que mal tem tempo para se coçar (Quem não se lembra de Chaplin em "Tempos Modernos"?). E muito bem sabemos que, atrelada à escravidão, está a fome (que é capaz de criar escravos perfeitos). Ao mesmo tempo que toneladas de alimentos são jogadas fora diariamente no mundo, 1 em cada 7 habitantes do planeta é constantemente assombrado pela fome (portanto, mais de UM BILHÃO DE PESSOAS!!) E milhares (crianças, em especial) morrem, TAMBÉM DIARIAMENTE, nessa covardia sórdida !

Assim é como a humanidade se mantém: a famosa e excrescente Pirâmide Social. Bem sabemos que ela é dividida em três partes distintas: a sua gigantesca base, formada pelos miseráveis, analfabetos e perdidos, ultrapassa a metade (creio que mais de 5 bilhões e crescendo sempre); a classe média, daqueles que minimamente se aguentam, se sustentam, até os 'bem de vida', que estão folgadamente estruturados, abrange uns 95% do resto da pirâmide (+ ou - 2 bilhões). O topo é formado por, talvez, uns 50 milhões de 'SUPER MILIONÁRIOS', os 'Donos da Carne Seca', os 'Bam-Bam-Bans", o 'Poder das Sombras', os 'Grandes Corruptores'. Estes que fazem deste mundo seu playground e tudo o mais. Então, em cálculo grosseiro, para cada super milionário, mais de mil miseráveis.

Para que se mantenham nesse topo, a escravização da humanidade é absolutamente necessária. E ela passa pela negação de acesso à informação, cultura e cognição. Quem, em sã consciência e formado em alguma especialidade, se sujeitaria a ser trabalhador braçal, servente, lixeiro, faxineiro e tantas outras funções deste nível massacrante para sustentar quem quer que seja, além de si mesmo e sua família? E se o fizesse, iria se valorizar ao máximo, jamais aceitando nenhum tipo de humilhação. A consciência gerada pelo conhecimento, aliada à experiência, provaria, sem nenhuma margem a duvidas, que PODER CENTRAL É UM CÂNCER! E ninguém mais aceitaria eleição, de vereador a presidente; nem sequer se aventaria a monarquia; ditadores, então,... CADAFALSO !!

Sabem que tipo de 'governo' se sobressairia? Aquele que esses malditos execram e contra o qual fazem a maior das campanhas: a ANARQUIA. Essa campanha é tão eficiente que a esmagadora maioria das pessoas tem nojo dessa palavra. Muitas até se benzem! E "Anarquia" apenas significa "sem governo", ou seja, cada um cuida da sua vida, sem precisar pagar impostos, sem depender da boa vontade dos outros, sem comodismo. Cada localidade teria LÍDERES, que só os seriam por total e absoluto MERECIMENTO. Assim como o leão precisa manter sua posição de líder do bando mostrando-se o mais capaz, na sociedade humana, os líderes seriam como ocorre nas comunidades indígenas, em que todos respeitam a opinião do cacique, o mais sábio e capacitado deles, que sempre visa o bem geral. Desse jeito, duvido que atravessadores, usurários e parasitas em geral se dessem bem como acontece hoje.

Entre tantas coisas boas, seria um ADEUS À ESCRAVIDÃO! Quantos de vocês crêem que isso vingará? Eu ainda rego a esperança, mas já começa a faltar água com tanto rastro químico.
FAB29

segunda-feira, 28 de maio de 2018

O pânico às portas !

Amigos e amigas.
Raul Seixas cantou lá nos anos 80: “O russo que guardava o botão da bomba H tomou um pilequinho e quis mandar tudo pro ar!” Claríssima alusão de que estamos a um “click” do “Salve-se quem puder!” E se observarmos bem, não apenas nesse sentido bélico. O tecido social é tão intrincado quanto tênue, sensível, bastando um pequeno abalo para que ocorra um efeito dominó. E neste detalhe, os grandes parasitas se especializaram, tomando as rédeas dos pontos cruciais da sociedade para tolher e chantagear a boiada humana.

Cena normal em metrópoles.
Vemos o caso dos transportes públicos, onde tantos profissionais vivem numa maratona diária de pressão e urgência advindas dos usuários que precisam cumprir seus horários. Portanto, eles não podem se dar ao luxo de atrasar, precisam lidar com seus cansaços físico, mental e emocional, relegar seus problemas pessoais e, de quebra, tentar suportar eventuais maus humores ou coisa pior de determinados cidadãos que podem estar num dia ou momento ruim. Basta um agente estressor (acidente, veículo quebrado, apagão, enchente ou greve) para causar transtornos de tal monta que reverberam em quase todos os níveis, aumentando de sobremaneira o risco de uma tragédia. A atual greve dos caminhoneiros é uma taxativa e extensiva representação.

Pra quê presídios? Colônia penal é a melhor solução.
Em delegacias e presídios, a nevralgia é palpável. São locais prenhes de violência, tensões, onde desajustados de todos os desníveis e piores se acumulam. Não há um só local ou momento ali em que um "click" não possa deflagrar um caos, um redemoinho de insanidades e destruição, com tristes resultados e sequelas indeléveis. E quando se sabe que o Fundo Penitenciário Nacional acumula R$ 3 bilhões, vê-se o tamanho da sordidez.

Nos casos de hospitais e creches, os profissionais vivem num fio de navalha até mais terrível por mexerem com situações críticas de vida ou morte de inocentes a todo instante. Qualquer distração (remédio mal administrado, por exemplo) pode ser a última para quem está sendo cuidado. Quando as condições de trabalho são precárias (ponto criminosamente comum ao que é público), o “ponto do click” fica à flor da pele; quando há falta de pessoal, a sobrecarga nos que permanecem trabalhando pode gerar um descontrole que descamba fatalmente numa epidemia; quando se deflagra uma greve,...!

Há pouco tempo, o Sudeste brasileiro viveu uma crise hídrica gerada por criminosos rastros químicos que impedem a formação de nuvens de chuva. Nisto, a população é privada do que há de mais básico: água! Daí, advêm os problemas: racionamento, redução da produção e consequente aumento de preços, limitação do simples ser e estar, exasperação. Tal padecer (e outros) cevado pelos parasitas do mundo tem o intuito de enclausurar as pessoas em seus mundos, nublando a lucidez, evitando que pensem globalmente, que racionalizem e preparem seus futuros com um presente consciente e que progridam, tornando-se aptos a cada vez menos dependerem da "assistência" oferecida pelos parasitas. Se não for revertido, gerará focos críticos de distúrbios que não precisarão de muito para descarrilar.

Pau-de-arara paulista...
Porém, o ponto mais crucial da vida contemporânea chama-se internet. Esta vive de “clicks”; a nossa vida em “clicks”. Quase tudo está ligado nela: governo, comércio, negócios, comunicação, entretenimento, informações,... A gama é incalculável! Tamanhas influência, imensidão, presteza e abrangência geraram uma dependência visceral das pessoas a ela nesse tecido social mundial, na vida atribulada, a mil por hora. Quantas vidas são salvas a todo instante por causa dela? Quanto aprendizado obtemos? Quantas novidades? Obviamente, tantas maravilhas quanto misérias em geral, mas o que quero salientar é o extremo perigo se houver um “tilt”, ou um apagão, ou uma falha local ou mais abrangente. Assemelhar-se-á a um trem sendo bruscamente parado. Onde este “click” atingir se desconectará e muitos perderão seu contato, ficarão cegos, surdos e mudos, tateando o nada. Se for em escala global,...!

Virtualmente real!...
Vejo que, desde que a humanidade aceitou se sujeitar a nefastas mãos (visto que o mundo virtual está tomando conta da realidade cotidiana das pessoas), a ponto delas entrarem em parafuso sem elas é muito semelhante a um viciado sem sua droga. Assim como o “russo” do início do post, quem tiver o “botão da internet” sob seu controle terá uma poderosíssima arma de barganha, um poder de subjugar a humanidade. Um “click” nela aqui e acolá muda rumos, subverte tendências, destrói adversários, açambarca atenções, suscita temores e obediência, reescreve a História, molda situações, inventa e reinventa soluções, conduz a boiada à sua bel necessidade, etc.

Resumindo, somos represas que se saturam a cada minuto da vida e que precisariam abrir suas comportas constantemente. Não tendo esse escape, o risco de transbordar ou de se romper por um insosso e inofensivo “click” se torna um fantasma, uma faísca num rastilho de pólvora. Cada ponto deste post e muitos mais são minas enterradas no seio das sociedades, prontas para serem detonadas por seus senhores, pretensos donos do mundo. Urge nos acautelarmos e fazermos o possível para nos desvencilhar da rede de maledicências tecida por eles.
FAB29

Em tempo: Abençoados aqueles que não se deixaram escravizar por essa maravilha tecnológica, mantendo ativas suas realidade e fascinação pelas coisas simples e sadias da Criação, seu apego pelo contato direto com o mundo que o cerca, sua sanidade preservada. Ou seja, abençoados por permanecerem 100% humanos.

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Novamente, o Sol

Amigos e amigas.
Prosseguindo com minhas gauches contestações sobre tudo o que me causa espécie, volto ao assunto mostrando aqui uma transcrição das palavras do possivelmente maior especialista vivo sobre o Sol.

Ele afirma sem nenhum receio que o Sol NÃO É uma estrela e que está na atmosfera. Para corroborar essa afirmação, printei de um vídeo mais abaixo um close do Sol entre nuvens. Ao contrário de "madame nasa", não tem photoshop ou qualquer "ixquema" no vídeo.

Novamente, minha máxima: Contestar é preciso !
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ERIC DOLLARD afirma sobre o Sol:

"O Sol é um "véu" oco, sem estrutura interna, com grânulos contíguos na sua superfície. O Sol não tem fusão interna e não pode ser visto no "espaço livre" sem a interação da matéria grosseira (que permite a conversão à luz visível).

O Sol é um transformador/conversor etéreo de outra dimensionalidade, sendo o calor e a luz um "produto residual". A fotosfera gera a luz. Nenhuma estrutura interna, apenas uma superfície sem nada dentro.

Não está queimando nada. Nenhuma fusão que seja compreendida. É somente nas "chamas" que você tem fusão.

Em resumo: A ciência moderna não sabe como funciona o Sol. É possivelmente um transformador de outra dimensão. Não está queimando nada porque ele não precisa queimar nada. É um conversor. Do quê? Ninguém sabe, mas é a única coisa que ele pode fazer.

O Sol tira energia de outra dimensão ou contra-espaço. Não há energia mensurável que possa ser observada no espaço livre; ela só é visível quando a matéria bruta está envolvida, como a atmosfera da Terra, que ajuda a produzir a luz.

Você não pode ver o Sol no espaço livre. Você pode ver objetos materiais como a Lua, mas não as fontes de luz deles. Não há luz até que você tenha um objeto material, de modo que não há atraso de tempo, e que faz com que todo o tempo de atraso da luz fique sem sentido.

A luz do Sol não leva anos-luz porque NÃO HÁ LUZ NO ESPAÇO. Isso significa que a luz que você vê das supostas estrelas distantes não tem 4 milhões de anos. Poderiam ter somente minutos, ou ser instantâneo. Todas as teorias desmoronam quando você NÃO CONSEGUE VER as estrelas do espaço.


O Sol SÓ É VISÍVEL se está dentro da nossa atmosfera."

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Kehillah - Organizada judiaria

Amigos e amigas.
O artigo abaixo é de 1921. Nele, vemos como a união faz a força tanto quanto a discrição garante o intento. Ambas as duas conjuntamente juntas são feitas pela judiaria organizada (sionistas, talmudistas, cabalistas, maçons, etc), o que lhes garantem a supremacia tácita, ao menos à oligofrenia mundial. Isto porque há muito eles já não fazem nenhuma questão de esconder e, volta e meia, alardeiam, rebolam e esfregam na cara de quem quiser ver o quanto eles dominam.

Podemos ver abaixo um grande exemplo dessas duas qualidades. Vejam só o que os "goyins" deveriam fazer e como poderiam agir se quisessem deixar sua escravidão e ter um mínimo de autodeterminação. Evidentemente, deixando a moralidade fora do raciocínio.
FAB29
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Mais organizado que isto, duvido !

Os judeus são organizados? Eles conscientemente perseguem um programa que de um lado é pro-semítico e, por outro lado, anti-gentio? Como um grupo tão numericamente inferior exerce uma influência tão grande sobre a maioria do mundo?

Estas são perguntas que foram feitas e que podem ser respondidas. A solidariedade do clã do judeu, as ramificações de suas organizações, o propósito específico que ele tem em vista, são temas sobre os quais há alguma quantidade de "dizer", mas muito pouca declaração autoritária. Por conseguinte, pode ser útil e informar a uma ou duas das organizações judaicas mais importantes nos Estados Unidos.

Há alojamentos, sindicatos e sociedades judaicos cujos nomes são bem conhecidos do público e que parecem ser a contrapartida de grupos similares entre a população não-judaica, mas esses não são os grupos sobre os quais se concentrar a atenção. Dentro e por trás deles está o grupo central, o governo interno, cuja decisão é lei, e cujo ato é a expressão oficial do propósito judaico.

Duas organizações, que são tão notáveis ​​quanto à sua dissimulação quanto ao seu poder, são o New York Kehillah e o American Jewish Committee. Por ocultação, significa que eles existem em números tão importantes e tocam vitalmente tantos pontos da vida americana, sem que a sua presença seja suspeitada.

Se uma votação de Nova York pudesse ser tomada hoje, é duvidoso que um por cento da população não-judaica possa dizer que já ouviu falar sobre o Kehillah de Nova York, mas o Kehillah é o fator mais potente da vida política de Nova York hoje. Ele conseguiu existir e moldar e revirar a vida de Nova York, e muito poucas pessoas são mais sábias. Se o Kehillah é mencionado na imprensa, é mais vagamente, e a impressão é, quando há alguma impressão, que é uma organização social judaica como o resto.

O Kehillah de Nova York é importante para os americanos em todos os lugares por causa de dois fatos: não só oferece um exemplo real e completo de um governo dentro de um governo em meio à maior cidade dos Estados Unidos, mas também constitui por meio de seu comitê executivo Distrito XII de 'O Comitê' judaico americano, através do qual a propaganda pró-judaica e anti-gentia é operada e a pressão judaica trazida contra certas idéias americanas. Ou seja, o governo judeu de Nova York constitui a parte essencial do governo judeu dos Estados Unidos.

Ambas as sociedades começaram quase ao mesmo tempo. Os registros do estado de Kehillah que a ocasião imediata de sua organização foi fazer um protesto contra a declaração do general Bingham, então comissário de polícia da cidade de Nova York, de que 50% do crime da metrópole foi cometido por judeus. Houve uma investigação do governo sobre o "Tráfico de escravos brancos", cujo resultado era um conjunto direto de opinião pública em canais não complicados para o nome judaico, e um movimento defensivo foi iniciado. Não há intenção de raspar os escândalos passados, a menos que seja necessário. Basta dizer aqui que, muito logo depois, o general Bingham desapareceu da vida pública, E uma revista nacional de poder e influência que embarcou em uma série de artigos que estabelecem as descobertas do governo na investigação White Slave foi forçada a descontinuar após a impressão do primeiro artigo. Isso foi no ano de 1908. O Comitê judaico americano, a cuja influência a Kehillah realmente deve sua existência, surgiu em 1906.

A palavra "Kehillah" tem o mesmo significado que "Kahal", que significa "comunidade", "assembléia" ou "governo". Representa a forma de governo judaica na dispersão. Ou seja, uma vez que o destino tornou os judeus errantes da terra, eles organizaram seu próprio governo para que ele pudesse funcionar independentemente dos governos que os chamados "gentios" criaram. No cativeiro babilônico, na Europa Oriental de hoje, o Kahal é o poder e protetorado ao qual o judeu fiel busca o governo e a justiça. A Conferência da Paz estabeleceu o Kahal na Polônia e na Romênia. O próprio Kahal está estabelecendo seus tribunais na cidade de Nova York. O Kahal lida com leis, julga casos legais, emite divórcios - os judeus que apelam para preferir a justiça judaica para a justiça dos tribunais da Terra. É, é claro, um acordo entre eles para ser tão governado. Assim como a cidadania nos Estados Unidos assume um acordo para ser regido por instituições previstas para esse fim.

O New York Kehillah é a maior e mais poderosa união de judeus no mundo. O centro do poder mundial judaico foi transferido para aquela cidade. Esse é o significado da grande migração de judeus em todo o mundo em direção a Nova York. É para eles o que Roma é para o católico devoto e o que a Meca é para o maometano. E, da mesma forma, os judeus imigrantes são mais livremente admitidos nos Estados Unidos do que na Palestina.

O Kehillah é uma resposta perfeita para a afirmação de que os judeus estão tão divididos entre si que tornam impossível um concerto de ação. Essa é uma das declarações feitas para o consumo dos gentios, que os judeus estão irremediavelmente divididos entre si. Centenas de milhares de americanos tiveram oportunidade, nas últimas semanas, de ver e ouvir por si mesmos que, quando um propósito anti-gentio está em vista, os judeus de todas as classes fazem as mesmas ameaças e os mesmos se orgulham. Eles estão indo "pegar" alguém, ou eles "conseguiram" alguém.

Um escritor judeu recente tentou levantar uma risada sobre a própria idéia de que os membros dos sindicatos de trabalhadores de agulhas judaicas de Nova York tivessem algo em comum com os chefes de agulhas. Ele tentou com confiança que o público sabia pouco ou nada sobre o Kehillah. Mas o público pode encontrar todos os grupos e todos os interesses nesse corpo, pois eles se encontram como judeus. O capitalista e o bolchevique, o rabino e o líder sindical, os grevistas e os empregadores contra eles, estão todos unidos sob a bandeira de Judá. Toque o capitalista conservador que é judeu, e o anarquista vermelho, que também é judeu, levará à sua defesa. Pode ser que, às vezes, eles se amem menos, mas, em geral, odeiam os não judeus mais, e esse é seu vínculo comum.

O Kehillah é uma aliança, mais ofensiva do que defensiva, contra os "gentios". A maioria dos membros da Kehillah de Nova York tem um caráter extremamente radical, aquelas centenas de milhares de pessoas que organizaram cuidadosamente o East Side, o governo que era para assumir o império russo, mesmo escolhendo no bairro judeu de Nova York o judeu que deveria suceder ao czar - e, no entanto, apesar desse caráter de membro, é oficializado por judeus cujos nomes são altos no governo, judiciário, A lei e a banca.

[...]
O Kehillah mapeou Nova York, assim como o Comitê judeu americano mapeou os Estados Unidos. A cidade de Nova York é dividida em 18 distritos de Kehillah que compõem um total de 100 bairros de Kehillah, de acordo com a população. Os conselhos distritais de Kehillah administram os assuntos de Kehillah em seus respectivos distritos de acordo com a política e as regras estabelecidas pelo órgão central de governo.

Praticamente todos os judeus em Nova York pertencem a uma ou mais pousadas, sociedades secretas, sindicatos, ordens, comitês ou federações. A lista é prodigiosa. Os propósitos se entrelaçam e os métodos se articulam de forma a levar todas as fases da vida de Nova York, não apenas sob o olhar atento, mas sob a ação rápida e poderosa de compulsão experiente sobre os assuntos públicos.

Na reunião que organizou o Kehillah, foram expressados ​​vários sentimentos que hoje merecem ser considerados. Judah L. Magnes, então rabino de Temple Emanu-El, presidente da reunião, apresentou o plano:
"Uma organização central como a da comunidade judaica da cidade de Nova York é necessária para criar uma opinião pública judaica", disse ele.

O rabino Asher foi muito aplaudido quando disse:
"Os interesses americanos são uma coisa; os interesses judeus são outra coisa".

[...]
O Kehillah produziu um mapa da cidade de Nova York em que as diferentes densidades da população judaica são representadas por diferentes densidades de sombra. Para compreender o poder do Kehillah, a população judaica de Nova York deve ser considerada. Três anos atrás, de acordo com figuras judaicas (não há outras) havia 1.500.000 judeus na cidade. Desde então, o número aumentou consideravelmente - mesmo o Governo dos Estados Unidos não pode dizer o quanto.

Em 1917-18, os judeus residentes nos cinco bairros da cidade de Nova York foram estimados - novamente por funcionários judeus - da seguinte forma:
Manhattan, 696,000; Brooklyn, 568,000; Bronx, 211,000; Queens, 23,000; Richmond, 5,000; Totalizando 1.503.000.

Os distritos de Kehillah formam partes distintas e segregadas da população da cidade e são 18 em número. Estes 18, por sua vez, compõem 100 bairros, ou pequenos guetos. Os distritos, com o número de bairros em cada um, estão representados na tabela a seguir:
Bairros
No. 1.
Distrito Norte do Bronx
7
No. 2.
Distrito do Bronx do Sul
7
N ° 3.
West Side e Harlem District
7
No. 4.
Distrito de East Harlem
7
No. 5.
Distrito de Yorkville
5
No. 6.
Distrito Central de Manhattan
4
No. 7.
Distrito da Praça Tompkins
6
No. 8.
Delancey District
8
No. 9.
Distrito de East Broadway
8
No. 10.
Distrito de Williamsburg
7
No. 11.
Distrito de Bushwick
6
No. 12.
Distrito Central de Brooklyn
6
No. 13.
Distrito de Brownsville
6
No. 14.
Distrito de Nova York
7
No. 15.
Borough Park District
6
No. 16.
West Queens District
1
No. 17.
Distrito de East Queens
1
No. 18.
Distrito de Richmond
1

Distritos como as secções Delancey Street e East Broadway cobrem o Grande Gueto do East Side, enquanto os distritos West Side e Harlem representam os bairros que são os objetivos residenciais dos prósperos judeus de Nova York.

Afirmou-se que existem distritos em que a densidade da população judaica é mais de 300 mil por milha quadrada, que é mais de 2.150 para o bloco quadrado usual da cidade. Existem 19 bairros em que a densidade é mais de 200.000 para a milha quadrada (1.430 para o bloco quadrado); E 36 bairros em que a densidade é mais de 100.000 para a milha quadrada (715 para o bloco quadrado).

A densidade média da população em geral para a cidade de Nova York tanto judaica quanto não-judaica, em 1915, era de cerca de 16 mil para a milha quadrada, ou 107 para o bloco quadrado. Mais de um terço dos judeus, cerca de 38 por cento, isto é, 570.000 judeus, vivem em um por cento da área de Nova York. Se toda a população de Nova York fosse tão densa quanto a população judaica dos distritos congestionados, a Cidade teria quase tantos habitantes quanto os Estados Unidos, ou cerca de 95.000.000.

[...]
Os duvidosos sentiram que, quando os judeus começaram a fazer demandas como aquelas canções de natal deveriam ser suprimidas nas escolas, como "ofensivas aos judeus"; E que as árvores de Natal deveriam ser banidas das estações de polícia em bairros pobres como "ofensivas aos judeus"; E que as férias de Páscoa deveriam ser abolidas como "ofensivas aos judeus"; E que a frase "um cavalheiro cristão" deve ser protestada em todos os lugares, como "ofensiva para os judeus", - a classe empresarial de judeus sentiu que o americano não se defendia.

O americano nunca interferiu com as observâncias religiosas de nenhum homem; Ele poderia ter as próprias proibidas em suas próprias instituições e em seu próprio país?

[...]
Nova York é a resposta para aqueles que perguntam: "Como um grupo numericamente inferior pode ditar os termos da vida para todo o resto?" Entre em uma escola de Nova York e veja. Entre em um tribunal de Nova York e veja. Entre no escritório do jornal de Nova York e veja. Fique em qualquer lugar em Nova York, e veja.

[...]
O americano é a pessoa mais lenta do mundo a atuar em qualquer linha que saiba o preconceito racial ou religioso. Mesmo quando seu ato legítimo é tomado sem o menor preconceito, ele é extremamente sensível mesmo com a acusação de que ele é prejudicado. Isso também leva os homens a assinar protestos contra o "anti-semitismo", que são realmente projetados para ser protestos contra a publicação de fatos judeus.

[...]
Presente na convenção de 1918 foram Jacob H. Schiff, banqueiro; Louis Marshall, advogado, presidente do comitê judaico americano e visitante freqüente de Washington; Otto A. Rosalsky, juiz do Tribunal das Sessões Gerais, que participou de vários assuntos de interesse tanto para judeus quanto para gentios; Adolph S. Ochs, proprietário do New York Times; Otto H. Kahn, da empresa bancária de Kuhn, Loeb & Company-AND-Benjamin Schlesinger, que voltou recentemente de Moscou, onde teve uma conferência com Lenin; Joseph Schlossberg, secretário geral da Amalgamated Clothing Workers of America, com 177 mil membros; Max Pine, também recentemente consultor dos governantes bolcheviques da Rússia; David Pinski; Joseph Barondess, líder trabalhista.

O alto e o baixo estão aqui; O juiz Mack, que dirigiu o Departamento de Seguros de Risco de Guerra do Governo dos Estados Unidos e o pequeno líder do grupo mais vermelho do East End - todos se encontram no Kehillah, como judeus.

Quanto ao Kehillah ser oficialmente representativo, pode-se acrescentar que o Kehillah possui representantes da Conferência Central dos rabinos americanos, do Conselho Oriental de Rabinos Reformados, Ordem Independente de B'nai B'rith, Ordem Independente de B'rith Sholom Ordem Independente Free Sons of Israel, Ordem Independente B'rith Abraham, Federação dos Sionistas Americanos - judeus othodox, judeus reformados, "judeus apóstatas", judeus sionistas, judeus americanizados, judeus ricos, judeus pobres, judeus respeitadores da lei e revolucionários vermelhos Os judeus - Adolph Ochs, do grande New York Times, juntamente com o mais febril scribbler em um semanário de iídiche que exige sangue e violência - Jacob Schiff, que era um judeu devotamente religioso de forte fé e obediência, e Otto H. Kahn, do Mesma casa bancária, que professa outra religião - todas elas, de todas as classes,Unidos naquela solidariedade que nenhum outro povo conseguiu tão perfeitamente como por Judá.

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Quais direitos os americanos que os judeus na América não possuem? Contra quem são organizados os judeus e contra o que? Qual a base para o grito de "perseguição"? Nada do que seja, exceto a própria consciência dos judeus, que o curso que eles estão buscando é devido a um cheque. Os judeus sempre sabem disso. Eles não estão no fluxo do mundo, e a cada pouco tempo o mundo descobre o que Judá sempre sabe.

O rabino Elias L. Solomon foi citado como dizendo:
"Não há judeus pensantes fora da América cujos olhos não estão voltados para este país. A liberdade desfrutada pelos judeus na América não é o resultado da emancipação comprada à custa do suicídio nacional, mas o produto natural da civilização americana ".

Claro. Então, onde é necessária a "proteção"? Quais são os "direitos" que os Kehillahs deste país estão organizados para "defender"? Quais são os significados desses comitês em cada cidade e cidade da terra, espionando as atividades americanas e trazendo protestos para manter essas atividades dentro de canais bem definidos aceitáveis ​​para os judeus?

Essas questões nunca foram respondidas pelos porta-vozes judeus. Deixe-os preparar uma Declaração de Direitos, à medida que eles concebem seus direitos de ser. Deixe-os nomear todos os direitos que desejam e reivindicam. Eles nunca fizeram isso. Por quê? Porque os direitos que eles se atrevem a nomear em público são como eles já possuem em abundância, e ainda mais, porque os direitos que em seus corações eles mais desejam são tais que eles não podem declarar ao público americano.

Uma Declaração de Direitos judaica, como poderia ser publicada, seria atendida pelo povo americano, assim: "Por que, você já tem todas essas coisas. O que mais você quer? " E essa é a questão que está no cerne de todo o problema judaico. O que mais eles querem? Uma nova penetração das atividades de Kehillah pode ajudar a responder a essa pergunta.

O INDEPENDENTE DEARBORN , questão de 26 de fevereiro de 1921]