Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Esses "istoriadores"...!

Amigos e amigas.
Em homenagem a um dos mais admiráveis exemplos de coerência, lisura e integridade do Revisionismo Histórico brasileiro, Alfredo Braga, que nos deixou há pouco mais de um ano, republico um de seus brilhantes ensaios sobre o tema que abraçou e dominou como poucos por aqui.

A simples leitura imparcial deste já seria suficiente para criar fissuras em muitas mentes fechadas hermeticamente pelo tsunami sionista de propagandas que afoga tantos desavisados, alienados e oligofrênicos. Enquanto me for possível, compartilharei tais aulas. São mais que recomendáveis os links em vermelho para abranger ainda mais o universo Braguiano.
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Em tempo: Estarei em férias até dia 20/11. Caso queiram postar um comentário, irei moderá-lo dia 21 e, salvo algum "problema problemático" com ele, publicá-lo. Abraço e até lá.

Liberté pour L'Histoire
ou
O lobo na pele de cordeiro
O título acima, Liberté pour L'Histoire, é o mesmo do manifesto que dezenove historiadores, e entre eles o furioso anti-revisionista Pierre Vidal-Naquet, subscreveram e publicaram em Paris, no dia 12 de dezembro de 2005.
Nada há de espantoso, ou inusitado, num grupo de acadêmicos a reivindicar condições para desenvolverem e divulgarem, sem constrangimentos, o resultado de seu trabalho. E esse tem sido exatamente o desafio, há várias décadas, de historiadores como os franceses Rassinier e Faurisson, o americano Arthur Butz, o alemão Wilhelm Stäglich, o italiano Carlo Mattogno, ou o espanhol Enrique Aynat.
O que soa estranho é que depois de vasto e desonesto silêncio, aqueles outros historiadores venham agora airosamente postular, como se fossem seus, exatamente, ponto por ponto, aqueles mesmos princípios e reivindicações que anteriormente sempre negaram aos pesquisadores do Revisionismo Histórico.
Esse novo e inopinado clamor por liberdade acadêmica, entretanto foi superficialmente noticiado pela imprensa de alguns países e, significativamente, ignorado por importantes órgãos de comunicação social como a Der Spiegel, na civilizada e democrática Alemanha, e isso para não falarmos da seletiva distração da mídia brasileira e de seus lúcidos e atentos jornalistas, articulistas e colunistas, ou dos competentes professores-doutores de nossas universidades que não puderam, ou não quiseram informar os seus alunos, nem discutir assunto tão importante.
Foi impressionante a súbita presteza — e isso depois de tantos anos — com que esses professores acordaram da longa inércia em suas torres de marfim e agora, em grande pompa, aparentam reassumir as suas responsabilidades e tomar a peito a perigosa tarefa de denunciar a ingerência de políticos venais, magistrados desonestos e agressivos lobistas na Universidade e nos Departamentos de História.
Eis o teor daquela manifestação, admiravelmente idêntico, item por item, ao que tem sido afirmado e reafirmado, reiteradas vezes, ao longo de décadas, por tantos historiadores revisionistas, caluniados e perseguidos em vários países:
Consternados pelas intervenções políticas cada vez mais freqüentes na análise de acontecimentos passados, e surpreendidos com as ações judiciais contra historiadores, pesquisadores e autores, queremos relembrar os seguintes princípios:
  1. A História não é uma religião. O historiador não aceita dogmas, não respeita proibições, não conhece tabus. Ele pode chocar.
  2. A História não é uma instância moral. A missão do historiador não é elogiar, nem condenar; ele explica.
  3. A História não é escrava do espírito da época. O historiador não sobrepõe o passado aos conceitos ideológicos do presente e não insere nenhuma sensibilidade atual nos acontecimentos do passado.
  4. A História não pode assegurar a tarefa da memória. Ao desempenhar o seu trabalho de pesquisa, o historiador reúne as recordações das pessoas, compara-as e confronta-as com documentos, objetos e vestígios, e determina os fatos. A História toma em consideração as recordações, mas não se limita a elas. ( ! )
  5. A História não pode ser objeto da Justiça. Num Estado livre, não cabe ao Parlamento, nem à Justiça, determinar a verdade histórica. ( ! )
  6. A política do Estado, por mais que esteja animada com a melhor das intenções, não é a política da História.
  7. A violação destes princípios por certos artigos de sucessivas leis – as de 13 de julho de 1990, de 29 de janeiro de 2001, de 21 de maio de 2001, de 23 de fevereiro de 2005 – têm restringido a liberdade do historiador que, sob pena de sanções, tem o seu trabalho limitado.
  8. Exigimos a abolição desses artigos da lei que são indignos de um regime democrático.
Que bonita é a democracia! E mais bonitos ainda são os discursos e os apelos à justiça, e essa aparência de honestidade que os seus arautos tentam exibir.
Centenas de universitários correram a assinar tão importante documento, mas não perceberam, ou fingiram não perceber, uma rápida frase que logo a seguir, já a 4 de fevereiro de 2006, circulou num esclarecedor Comunicado de Imprensa:
"A propósito disto, ela (l'association liberté pour l'histoire) tem a dizer firmemente que tomará todos os cuidados para evitar as armadilhas daqueles que, desvirtuando a história, neguem a realidade da Shoah."
Exatamente como aqueles rabinos que depois de cem anos só agora vieram "denunciar" o golpe sionista contra a humanidade, fica claro que esses historiadores "franceses", com os seus tardios pruridos de "seriedade científica", ou "honestidade acadêmica", não pretendem esclarecer os fatos da 2ª Guerra Mundial, e nem tampouco investigar a suposta realidade do "holocausto judeu" mas sim, evidentemente, é uma escandalosa manobra para se mostrarem perante a opinião pública como os honestos defensores e únicos donos da verdade histórica, e isto, sorrateiramente, contra pesquisadores como Paul Rassinier, Serge Thion, Robert Faurison e tantos outros, perseguidos ou encarcerados em países democráticos.
Repare-se que a promessa "... tomará todos os cuidados para evitar as armadilhas daqueles que, desvirtuando a história, neguem a realidade da Shoah." é mais do que suficiente para revelar a ladina manobra dessa estranha associação de historiadores que contraria seus próprios discursos de honestidade acadêmica.
Quem está por trás da orquestração desses esquisitos e sincronizados movimentos de rabinos e professores? E que espécie de gente é essa que postula uma liberdade para os historiadores, conquanto não questionem "realidades" como o pretenso "holocausto judeu", ou outras "verdades absolutas" e "incontestáveis" impingidas pelo sinistro Congresso Mundial Judaico?
Liberté pour L'Histoire!... Liberdade? mas para qual história?
É evidente e tudo indica que o lobo quer vestir a pele do cordeiro, a raposa tomar conta do galinheiro e os judeus querem abafar as pesquisas históricas e a apresentação das provas que denunciam a cínica farsa do "holocausto judeu".

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Física e quimicamente impossível

Amigos e amigas.
Nunca é demais relembrar aqueles pontos da História mostrados e demonstrados por profissionais como sendo absurdos grotescos, a despeito da turba oligofrênica e/ou vendida rosnar contrariamente.

Então, eis uma revisada nas palavras abalizadas do engº químico Germar Rudolf a respeito da pira crematória de Treblinka, demonstrando ser física e quimicamente impossível ela ter existido.
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"Sem buracos, sem holocausto"
Em 16 de agosto de 1991, em pé sobre o teto desabado de uma alegada "câmara de gás" do Crematorium II em Birkenau, eu perdi minha fé no "holocausto" porque eu não consegui encontrar os buracos que merecessem o nome".
Obs.: Tudo o que Rudolf escreveu em seu imenso tratado se baseou em DADOS OFICIAIS. Tudo o que ele fez foi verificar suas autenticidades, confrontando o relatado com o que era possível ter ocorrido. Na maior parte dos casos, eles não se sustentavam, demostrando a má fé de quem os mantém como verdades ou "fatos notórios".

Rudolf.- Eu gostaria de abordar agora uma afirmação sobre a queima sem rastros das vítimas assassinadas em Treblinka.

Segundo a historiografia oficial, a maioria das vítimas mortas em Treblinka teria sido enterrada em covas coletivas antes que acontecesse sua cremação. Primeiro temos que perguntar: Qual característica tinham estas covas coletivas?

De acordo com investigações das covas coletivas de Hamburgo (bombardeio aéreo de 1943), Katyn (soviéticos assassinaram oficiais poloneses em 1940), assim como Bergen-Belsen (mortes em massa devido ao tifo no início de 1945), John Ball pôde chegar à conclusão que  se poderiam assumir, no máximo, seis cadáveres por metro cúbico. Baseado neste número, resultam nas seguintes características destas covas coletivas mostradas na tabela 13.


Tabela 13

Portanto, a necessidade de área, para aquilo que aconteceu lá, ultrapassou a dimensão daquele campo. Segundo o que foi relatado, lá teriam existido câmaras de gás, assim como covas e posteriormente teriam havido covas para incineração. De fato, a escavação das covas teria resultado numa montanha de terra que cobriria metade de todo o campo. (...)

Mas vamos apenas agora registrar algumas das características da legendária grelha de Treblinka, de acordo com os depoimentos das testemunhas. À vista da forte discrepância das informações prestadas nestes depoimentos, elaborou-se a tabela 14 com um resumo destes dados, apenas como valores referenciais. Eles devem nos servir somente para nos permitir uma noção do que se é afirmado sobre Treblinka.



Sem madeira entre as camadas dos cadáveres, cada uma das fogueiras deveria ter 9m de altura, e com a necessária madeira para uma queima adequada,acima de 26m, compreendendo uma massa de mais de 700 toneladas.

Obs.- Uma equipe de geólogos australianos fizeram, na década de 1990, uma varredura no subsolo de Treblinka usando sonares de alta resolução e concluíram que aquele subsolo NUNCA FOI REMEXIDO.
Curioso, não?

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Jeito, tem, mas...

Amigos e amigas.
É mais que sabido o quanto nossos sucessivos governos se rendem (Até nos vendem) ao capital estrangeiro. Desde o fim da 2ª Guerra, quando os vencedores dela passaram a 'tomar posse' do butim, infiltrando seus tentáculos (ou metástases) mundo afora.

Vejam abaixo as palavras do economista Adriano Benayon, entrevistado pelo Clube da Engenharia, sobre o que se deveria fazer para fomentar a indústria nacional e desenvolvê-la adequadamente e outras pontos.


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Adriano Benayon
"Elas (as especificidades) ficam claras, comparando o que resumi da história econômica do Brasil, com o que aqueles países (Coréia do Sul, Taiwanfizeram. Vamos situar isso no contexto histórico e político. Coreia do Sul e Taiwan estavam na linha de frente da guerra fria, que já havia estado mais que quente. Seus regimes eram  fechados e militaristas, mas isso lhes possibilitou adotar as políticas  públicas necessárias ao desenvolvimento.

Quais? Fomentar empresas nacionais, suscitar a formação de grandes empresas e conglomerados de capital nacional, apoiados por estatais na infra-estrutura e por bancos estatais. No Brasil, ao contrário, as empresas transnacionais foram as favorecidas pela política econômica e são escandalosamente subsidiadas até hoje.

A China, saqueada e ocupada militarmente, desde 1840, com a criminosa Guerra do Ópio, movida pelo império britânico, envolvida em guerras civis, instaurou, com a vitória da revolução em 1949, um regime comunista, com a economia quase totalmente estatizada, e o restante, vinculado ao poder público.

Construiu, durante o período maoísta (1949-1976) importantes infra-estrutura e indústria e tornou-se potência militar e nuclear. Quando Deng modificou o curso e admitiu as transnacionais nas zonas costeiras e voltadas para a exportação, suscitou, ao mesmo tempo, a formação de poderosas empresas privadas de capital nacional.

Além disso, a China é praticamente o único país do mundo que consegue levar vantagem com as transnacionais, aproveitando capital e principalmente tecnologia, que absorve. Isso porque seu regime político não decorre de eleições dependentes de dinheiro para as campanhas

Foi consequência do nacionalismo, decorrente da dura experiência de agressões imperiais sofridas e da herança maoísta, associado à cultura milenar taoísta e confucionista, em que o mérito é completamente valorizado na ascensão dos quadros econômicos e políticos.

Desse modo, as transnacionais só foram admitidas sob condições estritas e, em função do regime político, insuscetíveis de serem contornadas. Entre elas, diretores chineses em paridade numérica e salarial com os enviados pela matriz da transnacional, e transferência de tecnologia (expressão no Brasil, esvaziada de sentido).

Coreia e Taiwan copiaram o modelo japonês, inclusive opondo intermináveis dificuldades burocráticas para limitar a presença das transnacionais em seu setor produtivo. Obtiveram tecnologia estrangeira, capacitando seus nacionais a absorvê-la, o que só pode ser feito em empresas de capital nacional. Impossível nas subsidiárias das transnacionais.

Que fizeram para isso? Contratos de transferência de tecnologia, principalmente com empresas europeias, pagando-lhes percentual sobre as vendas da produção local. Não cometeram, como o Brasil, o suicídio econômico de entregar o mercado interno (de resto muito mais promissor que o daqueles países) às transnacionais, através dos investimentos diretos estrangeiros.

Ainda mais incrível que entregar o mercado (o trunfo para realizar contratos de transferência de tecnologia), foi subsidiar – e como! – a entrada desses “investimentos”, dos quais o Brasil não tinha a menor necessidade.

Primeiro, as transnacionais usaram quase que só capital local, inclusive lucros de operações comerciais anteriores, e principalmente os subsídios governamentais. Segundo, havia no País capital mais que suficiente (além disso, ele pode ser criado por emissões do Tesouro e pelo sistema bancário). Comparem-se os recursos do Brasil em 1955 com os dos então miseráveis asiáticos.

Os investimentos diretos estrangeiros (IEDs) são considerados remédio para “equilibrar” o Balanço de Pagamentos – BP, mas agravam enormemente a doença: o desequilíbrio do BP, decorrente dos próprios IEDs. Como? Devido às transferências de seus lucros oficiais ao exterior e ainda mais dos disfarçados, remetidos através de outras contas, com superfaturamento de importações e subfaturamento de exportações, pagamentos por serviços superfaturados e até fictícios (juros, comissões, assistência técnica, uso de marcas, etc.)

Os déficits nas transações correntes (TCs) com o exterior vêm-se avolumando. Somaram US$ 204,1 bilhões de 2008 a 2012 (US$ 54,2 bilhões só em 2012). Eles estão em aceleração: US$ 18 bilhões, ou seja, 83% a mais que no mesmo período de 2012.

Num círculo vicioso, os déficits nas TCs, por sua vez, fazem acelerar ainda mais a desnacionalização, a qual, de novo, produz déficits nas TCs, e estas levam a mais endividamento.

Desde os anos 90 – com Collor e FHC – a desnacionalização cresceu ainda mais através das privatizações, em que a União, em vez de receber, gastou centenas de bilhões de reais para entregar estatais de grande porte.

Clube de Engenharia - Em 2012, 296 empresas nacionais foram compradas por grupos estrangeiros. Em 2011, foram 208 e, em 2010, 175 empresas. Ou seja, os números têm crescido e estamos batendo o nosso próprio recorde anualmente. Como frear esse processo? O senhor vê no governo a vontade política necessária para estancar o problema? O que podemos esperar, nos próximos anos?

Adriano Benayon - Mais do mesmo, enquanto não se mudar o sistema político atual. Por que? O grande drama é que a desnacionalização gera no sistema político outro círculo vicioso, não menos sério que o causado na economia. Em outras palavras, controlando o grosso e o que há de mais poderoso na estrutura econômica e financeira do País, as transnacionais fazem prevalecer seus interesses na formulação das políticas governamentais, nas leis etc.

Isso porque, no modelo político de molde ocidental, a pluralidade de partidos e as eleições periódicas não significam democracia, uma vez que a grande maioria dos eleitos depende de volumosos recursos financeiros e de acesso à grande mídia, especialmente à TV. Ora, a grande imprensa e outras fontes de formação de opinião estão, secularmente, a serviço de interesses que não são os nacionais.

Quanto ao número de empresas brasileiras desnacionalizadas, foram 1.296, de 2004 a 2011, período em que as remessas oficiais de lucros ao exterior montaram a US$ 405 bilhões. Ora, as remessas de lucros disfarçados em outras contas foram um múltiplo disso. Adicionando as 296 de 2012, o total, desde 2004, vai para 1.586.

É bom ter presente que a aquisição de empresas de capital nacional (desnacionalização em sentido restrito) é só uma parte dos “investimentos estrangeiros diretos" (IEDs). A desnacionalização, em sentido lato, inclui também a criação de novas subsidiárias e a capitalização adicional nas já estabelecidas. Tudo isso implica controle da economia brasileira por empresas estrangeiras. (...)

Já mencionei o caso notório do setor automotivo. Mas os abusos em outros bens de consumo durável e até em bens de produção são muito frequentes, tanto nos de origem mineral como agrícola. O absurdo estende-se aos transportes, em que o aeronáutico constitui um escândalo e uma vergonha.

Ainda mais no País que, além de ter a EMBRAER – também desnacionalizada, no mínimo, em parte – é o do inventor do avião, o país que já teve companhias aéreas gigantes, presentes em todo o mundo, e está agora à mercê de um cartel de empresas estrangeiras de terceira categoria, até mesmo para os vôos internos.

Que falar de outra vergonha, a dos transportes marítimos? E do caso de enormes estatais, como a Vale Rio Doce, que não se sabe quem controla, embora fundos previdenciários brasileiros tenham bancado a maior parte do valor pífio da privatização de um patrimônio absolutamente incalculável, estratégica e economicamente?

O Brasil não controla sequer sua infra-estrutura, como a da hidroeletricidade, privatizada, em grande parte, para empresas estrangeiras e regulado de forma desastrosa, no esquema das Agências (mesmo caso da do petróleo e combustíveis, a ANP), criadas para ajudar os concessionários que deveriam ser regulados, e não, os consumidores e a economia do País. Ainda na energia, o setor sucro-alcooleiro está tendo acelerado processo de desnacionalização.

Além disso, temos a agricultura e a pecuária submetidas a tradings internacionais. Toda a estrutura de produção desse setor, como a dos minerais, é determinada por interesses estrangeiros. Se não, as terras de produção agrícola não estariam sendo usadas em quase 50% só para a soja, nem a pecuária ocuparia mais de 1/3 das terras totais utilizadas.

Pior ainda, os governos entreguistas e pusilânimes, tanto o federal, como a maioria dos estaduais permitiram, quando não apoiaram – em favor das notórias transnacionais, Monsanto, Syngenta, Bunge, Bayer etc. – a substituição das sementes tradicionais – indispensáveis para a segurança alimentar – por sementes transgênicas, prejudiciais à saúde dos que se alimentam com seus produtos, sem falar no veneno dos agrotóxicos associados a essas sementes (só elas resistem a eles). Ademais, o uso das transgênicas contamina as terras vizinhas, acabando com as tradicionais e exterminando as abelhas, necessárias à preservação da vida através da polinização.

Certamente omiti muita coisa, inclusive os absurdos, desnecessários leilões do petróleo descoberto pela Petrobrás, para ser explorado por empresas estrangeiras, em troca de royalties risíveis, em percentual cinco vezes menor que o negociado pelo Xá do Irã com as petroleiras anglo-americanas, ainda nos anos 50."

Após o que o Benayon comentou da sangria secular que ocorre neste país e também ao fim dos três eventos que ocorreram entre a entrevista e hoje (Olimpíada e Copas), fica aquele medo de que estaremos irremediavelmente perdidos, não só economicamente falando.

Agora, com os militares de volta ao poder, como ficará o nacionalismo tupiniquim ? Até que ponto chegou a contaminação sionista e geral nas Forças Armadas ? Alguma esperança de recuperarmos autonomia, autodeterminação ?

O tempo dirá, mas a descrença paira poderosa. Por enquanto, salve-se quem puder! Se puder.
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quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Ironias à parte,...

Amigos e amigas.
Segue abaixo um texto que está girando nas redes sociais, cuja autoria desconheço. Suavemente, mas com toda a ironia possível, o autor mostra a bobagem (no mínimo) que é a idolatria a um pretenso "salvador da pátria" vinda de um povo prenhe de vícios e iniquidades.

É evidente que as políticas brasileira e mundial são o que há de mais nocivo à sociedade logo abaixo do comodismo desta, que a faz ser tão cordeira, conveniente e manipulável.

Vai se saber se algum dia, a verdadeira e necessária mudança (na mentalidade da boiada) ocorra e ela passe a desejar realmente a auto suficiência por méritos próprios.
Sonhar ainda é "de grátis".
FAB29

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"Tamos aí !!"
Eu me rendo.
Jair Messias Bolsonaro será o novo presidente e eu estou começando a ficar feliz !
Tudo isso porque tenho observado amigos, conhecidos e familiares, e muita coisa boa que vai acontecer a partir do dia primeiro de janeiro de 2019, assim que o "Mito" pegar a faixa.
Pessoal está fervoroso a favor da família, contra a corrupção, a favor do patriotismo,... Lindo ver o povo cantando o Hino Nacional. LINDO! Parece Copa do mundo!
Tem gente que, no dia 01/01, vai ligar pra Light e pedir pra desfazer o gato na sua rede elétrica. Gato esse, feito há anos, desde o governo Collor.
Tem gente que vai desligar aquele aparelho da China que desbloqueia os canais de TV a cabo. Afinal, é proibido !
Tem marido que vai ligar pra amante logo após a queima de fogos e dizer que o romance acabou. AFINAL, ele é 100% família tradicional.
Tem também aqueles pais ausentes que vão se transformar nos melhores pais do mundo, vão pagar as pensões atrasadas, vão dar afeto, amor, carinho, dignos do título de pai.
Tem viajante que, já nas férias de janeiro, vai para os EUA e, no retorno, respeitará a cota de 500 dólares. Afinal, agora o "Mito" vai destinar os impostos para o lugar certo e você, como contrário a corrupção, vai entrar na fila da Receita e declarar TUDO que ultrapassar a sua cota. Já lhe dou os parabéns adiantado !
Tem gente que vai, já na primeira semana, regularizar o documento do carro para não precisar dar propina ao policial. Aliás, o próprio policial já não irá mais aceitar esse tipo de situação. Telefone do Detran: 3460-4040. Liga lá !
Terá "aposentado", que nunca bateu um ponto na vida, ligando pra Previdência Social e dizendo que não vai aceitar mais receber aquela aposentadoria fantasma feita há 30 anos atrás.
Tem contribuinte que, na hora de declarar o imposto de renda, não vai mais precisar do recibo daquele amigo médico ou dentista, dando aquela deduzida MALANDRA no IR. Afinal, o "Mito" vai destinar a arrecadação ao seu devido lugar. Dai, ele pára de sonegar e passa a pagar o imposto com gosto.
Tem conhecido meu que vai na primeira delegacia entregar o revólver que comprou de forma ilícita há alguns anos atrás e vai comprar uma arma legalmente, dentro da nova lei, onde uma pistola vai custar cerca de 12 mil reais.
Outros vão se entregar pelas mulheres em que já bateu, outros pelas merdas que fez durante a vida, porque agora é vida nova, Brasil novo, tudo novo...!
Tem conhecidos viciados em drogas dizendo que seu último baseado será no dia 31, um pouco antes da ceia. Afinal, ele não vai continuar financiando o tráfico de drogas. O "Mito" diz que "bandido bom é bandido morto".
Vamos no show do U2 no Maracanã? Tô dentro! Mas nada de carteirinha falsa, hein ?! Vamos TODOS pagar os 400 reais do ingresso.
Ah... e tem aqueles que compraram carros por programas do governo para "portadores de necessidades especiais", mas que são completamente sadios e tem mobilidade perfeita, e que são isentos do IPVA e que vão devolver o carro na concessionária, pois a honestidade do "Mito" fala mais alto.
Não podemos esquecer dos pequenos comerciantes que vão emitir nota fiscal em TODAS as vendas e serviços, porque ele vai desonerar a folha de pagamento e a onda de honestidade chegou ao Brasil.
Isso sem contar os "pequenos" delitos. Furar fila? Nunca mais!
Recebi troco a mais? Devolvo na hora.
Já estou em êxtase com esse novo país que vai se iniciar em 2019 !
Viva o novo Brasil !
Nem quero mais ir embora daqui !
Afinal, o problema do Brasil era só o PT !

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Anódinas, mas legais.

Amigos e amigas.
Eu, há muito tempo, aprendi que praticamente tudo o que aprendemos é um tanto distorcido ou mesmo inverídico. Tipo aqueles ditados populares, por exemplo: "Quem tem boca, vai a Roma", quando o certo é "VAIA ROMA", visto que a Cidade Eterna não era muito querida pelo seu espírito imperialista.

Assim, há milhões de informações cruciais que nos são ocultadas para nos manter apascentados. Mas, para este post, apenas me atenho a algumas informações curiosas que explicam a origem de algumas coisas comuns do nosso cotidiano ou são mesmo puras "curiosideizes".
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1 - Durante a Guerra de Secessão, nos EUA, quando as tropas voltavam para o quartel após uma batalha sem nenhuma baixa, escreviam numa placa imensa: "O Killed" (zero mortos). Daí surgiu a expressão "O.K.". Para indicar que tudo está bem. 

2 - Nos conventos, durante a leitura das Escrituras Sagradas, ao se  referir a São José, diziam sempre "Pater Putativus", (ou seja: "Pai Suposto") abreviando em P.P. Assim surgiu o hábito, nos países de colonização espanhola, de chamar o "José" de "Pepe". 


3 - Cada rei no baralho representa um grande Rei/Imperador da história. São eles:
Espadas: Rei David (Israel)
Paus: Alexandre Magno (Grécia/Macedônia)
Copas: Carlos Magno (França)
Ouros: Júlio César (Roma) 


4 - No Novo Testamento, no livro de São Mateus, está escrito: "É mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha que um rico entrar no Reino dos Céus". O problema é que São Jerônimo, o tradutor do texto, interpretou a palavra "kamelos" como camelo, quando na verdade, em grego, "kamelos" são as cordas grossas com que se amarram os barcos ao cais.


5 - Quando os conquistadores ingleses chegaram à Austrália, se assustaram ao ver uns estranhos animais que davam saltos incríveis. Imediatamente, chamaram um nativo (os aborígenes australianos eram extremamente pacíficos) e perguntaram qual o nome do bicho. O índio sempre repetia "Kan Ghu Ru", e portanto o adaptaram ao inglês, "kangaroo" (canguru).
Depois, os lingüistas determinaram o significado, que era muito claro: os indígenas diziam: "Não te entendo".
 


6 - A parte do México conhecida como Yucatán vem da época da conquista, quando um espanhol perguntou a um indígena como eles chamavam esse lugar e o índio respondeu: "Yucatán". Mas o espanhol não sabia que ele estava informando: "Não sou daqui". 


7 - Existe uma rua no Rio de Janeiro, no bairro de São Cristóvão, chamada "PEDRO IVO". Quando um grupo de estudantes foi tentar descobrir quem foi esse tal de Pedro Ivo, descobriram que, na verdade, a rua homenageava D.Pedro I, que quando foi rei de Portugal, foi aclamado como "Pedro IV" (quarto).
Algum funcionário da Prefeitura, ao pensar que o nome da rua fora grafado errado, colocou um "O" no final do nome. O erro permanece até hoje.


Prefixos
exa  - deriva da palavra grega "hexa" que significa "seis". 
peta
  deriva da palavra grega "pente" que significa "cinco". 
tera
  - do grego "téras" que significa "monstro". 
giga
 - do grego "gígas" que significa "gigante". 
mega
 - do grego "megas" que significa "grande". 
hecto
 - do grego "hekatón" que significa "cem". 
deca
 - do grego "deka" que significa "dez". 
deci
 - do latim "decimu" que significa "décimo". 
mili
 - do latim "millesimu" que significa "milésimo". 
micro
 - do grego "mikrós" que significa "pequeno". 
nano
 - do grego "nánnos" que significa "anão". 
pico
 - do italiano "piccolo" que significa "pequeno". 
femto
 - do dinamarquês "femten" que significa "quinze". 
atto
 - do dinamarquês "atten" que significa "dezoito". 
zepto e zetta
 - derivam do latim "septem" que significa "sete". 
yocto e yotta
 - derivam do latim "octo" que significa "oito".  



Therapéuo significa “Eu cuido” (terapeuta)

Klinos significa “Inclinação” (clínica). Também pode ser “Reverência” ou uma postura de respeito diante da dor do doente.

Vulgata” é a tradução da Bíblia do grego pro latim. Bíblia traduzida para a “língua vulgar”, mais falada, feita por São Jerônimo, que fez uma revisão nas traduções já existentes, a Vetus Latina e a Ítala”. Entre 309 e 406, traduziu o antigo testamento do hebraico e o novo, do grego. Dos livros deutero-canônicos (que não constam na bíblia hebraica), traduziu apenas Tobias e Judite.

Santo Isidoro de Sevilha dividiu as seis idades da vida humana: a INFÂNCIA (Infantia: que não é capaz de falar), a MENINICE (Pueritia: pura), a ADOLESCÊNCIA (Adolescentia: crescimento), JUVENTUDE (Iuventus: ajudante), MATURIDADE (gravitas ou seniore) e VELHICE (senectus: relativo a seis, a ‘sexta idade’)

A cor da Quaresma é o roxo, que é o símbolo da penitência e da conversão.

Estereopsia é o constante micro movimento em que os olhos se mantêm para que nossa visão não perca sua tridimensionalidade.


E você conhece as Sete Virtudes Capitais que se opõem aos Sete Pecados? 
Temperança (gula) 
Generosidade (avareza) 
Humildade (soberba) 
Castidade (luxúria) 
Disciplina (preguiça) 
Paciência (ira) 
Caridade (inveja) 


As Musas da Mitologia Grega 
(a quem se atribuíam a inspiração das ciências e das artes. Mas, modernamente,...)



1 - Urânia ( astronomia ) Para os 'perdidos no espaço';
2 - Tália 
( comédia ) O que os políticos fazem conosco;
3 - Calíope 
( eloqüência e epopéia ) Lábia e presepada;
4 - Polímnia 
( retórica ) Palavrório empolado e estéril;
5 - Euterpe 
( música e poesia lírica ) Alívios massacrados pelo povinho;
6 - Clio 
( história ) Deve ser a que mais sofre hoje em dia...
7 - Érato 
( poesia de amor ) Dispensam e vão direto pros 'finalmente';
8 - Terpsícore ( dança) É o que mais fazemos;
9 - Melpômene tragédia) Sem comentários...   

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Criminosos perfeitos


Amigos e amigas.
Tanto se diz que a 2ª Guerra foi a única em que se conhecia claramente quem eram os bandidos e quem eram os mocinhos. Propaganda nociva e hipócrita.

Além desta denúncia, reencontrei um artigo onde são reveladas as maneiras que os aliados conseguiram as confissões para o Tribunal de Nuremberg, onde os líderes e colaboradores do regime de Hitler foram condenados logo após a 2ª Guerra.

Não nos surpreendamos e tais denúncias 'esquecidas' precisam fazer com que aconteça uma revisão na História da humanidade, em especial, das guerras, onde a mentira e a covardia são a tônica.
FAB29

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Assustadores foram os métodos utilizados em Nuremberg para obter sob pressão as confissões de culpa, principalmente dos líderes SS, a fim de poder consolidar a acusação do extermínio dos judeus. O senador norte-americano Joseph McCarthy chamou a atenção em uma declaração que ele prestou à imprensa dos EUA, a 20 de maio de 1949, para diversos casos de tortura onde esclarecimentos repugnantes foram obtidos através de espancamentos.
Confirmou-se que nas prisões de Schwäbisch Hall, oficiais da Leibstandarte SS Adolf Hitler foram espancados até que, ensanguentados, caíssem desmaiados. E quando estavam então prostrados indefesos ao chão, tiveram suas genitálias pisoteadas. No famoso Processo de Malmedy contra simples soldados, estes foram pendurados no teto até que assinassem suas confissões, conforme lhes fora exigido.

Uma comissão do exército sob liderança do sr. jurista Gordon Simpson, da Suprema Corte do Texas, investigou as queixas que afirmavam que “métodos de terceiro grau” teriam sido utilizados. Ela chegou à conclusão que “discutíveis e indesculpáveis métodos severos” haviam sido praticados para conseguir “provas” e “confissões”, sobre as quais muitas condenações à morte tinham se fundamentado durante o processo. O juiz Edward L. van Roden, que também pertencia à comissão, forneceu uma descrição exata. Dentre estes “discutíveis métodos severos”, ele nominou: “espancamentos, golpes brutais, dentes e queixos quebrados; processos forjados, onde os ‘investigadores’ se passavam por religiosos, solitárias com alimentação racionada."

Tal procedimento foi repetido durante os processos em Frankfurt e Dachau e muitos alemães foram condenados pelos crimes fundamentados em suas “confissões”. O juiz norte-americano Edward L. van Roden, um dos três membros da Comissão Simpson do exército criada para investigar a condução do processo em Dachau, revelou a 9 de janeiro de 1949 no jornal de Washington, Daily News, os métodos com os quais foram arrancadas as confissões. Seu relatório apareceu também no jornal britânico Sunday Pictorial a 23 de janeiro de 1949. Lá, ele descreve como alguém vestido de “padre” recebe as confissões dos detentos; torturas com palitos de fósforos incandescentes sob as unhas; golpes nos dentes e quebra de queixos; prisões solitárias e alimentação racionada. Van Roden escreveu:

“Os esclarecimentos apresentados como provas foram arrancados de homens, os quais foram mantidos antes por 3, 4 ou 5 meses na solitária e no escuro. [...] Os interrogadores colocaram um capuz preto sobre as cabeças dos acusados; então, estes foram pisoteados e golpeados na face com uma barra de bronze. [...] Todos os 139 alemães cujos casos foram analisados, com exceção de dois, tiveram o saco escrotal ferido de tal forma que não foi mais possível curá-lo. Este foi o ‘modus operandi’ de nossos investigadores norte-americanos. [...]

Os aqui descritos responsáveis inquisidores “norte-americanos” foram:
- Tenente-coronel Burton F. Ellis (chefe do “Comitê de Crimes de Guerra”) e seus ajudantes, a saber:
- Capitão Raphael Shumacker;
- Tenente-coronel Robert E. Byrne;
- Tenente William R. Perl;
- Morris Ellowitz, Harry Thon e Kirschbaum (civis).

O conselheiro jurídico do tribunal foi o coronel A. H. Rosenfeld. Podemos extrair de seus nomes que a maioria deste pessoal tinha motivação racista e foi marcada pelo ódio. Segundo o juiz Wenersturm: 

“Eram judeus, e por isso, eles nunca deveriam ter sido incumbidos da investigação.” 

terça-feira, 2 de outubro de 2018

Crise de um lado, poder ao outro

Amigos e amigas.
Sem muito a dizer ou acrescentar, creio que o vídeo abaixo é a síntese da desgraça que grassa neste país e pelo mundo afora. Enquanto o povinho-jacó se esbalda em mil sem vergonhices e auto destruição (álcool, drogas, lascívia, etc), o domínio se alastra.
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