Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


terça-feira, 13 de setembro de 2011

11 de setembro.

Amigos e amigas.
O fatídico e famigerado 11/09 completou 10 anos e a polêmica não diminuiu. Ao contrário!
Segue abaixo um artigo mostrando o outro lado dessa história.
No mínimo, é digno de ser levado em conta.

“Quando olhamos para o desenrolar oficial dos fatos em torno do 11/9, então vemos com surpresa que as autoridades nunca provaram até hoje o embarque dos 19 árabes para o interior dos quatro aviões e que estes teriam sido seqüestrados. Na lista de passageiros que foi publicada, não aparecem os nomes dos supostos seqüestradores! Sim, não há qualquer vestígio de nomes árabes. Como é possível (já que ninguém vem a bordo de um avião sem que tenha sido controlado várias vezes)  que alguém possua uma passagem e esteja presente na lista de passageiros?
E justamente assim também faltam os nomes dos seqüestradores no obituário dos cadáveres identificados. Com grande surpresa, praticamente todos os passageiros foram identificados segundo análise de DNA, embora nada tenha sobrado do avião: nenhum assento, nenhuma bagagem, nenhuma turbina, nenhum motor, NADA! Todos os quatro aviões compostos de 100 toneladas de alumínio, aço e titânio evaporaram no ar, mas sobraram partes suficientes dos corpos para ser reconhecidos pelo DNA. Apenas dos seqüestradores nada foi encontrado. Da mesma forma seus nomes não estão no obituário. Como isso é possível? Além disso, após o 11 de setembro sete dos alegados terroristas estão vivos e declararam estar sãos e salvos no Marrocos, Egito e Arábia Saudita, e que eles são as pessoas das fotos, mas que ainda vivem e nada têm a ver com o que aconteceu. Aparentemente, eles tiveram suas identidades roubadas.
Também os vídeos que nos são apresentados após o 11 de setembro, e que mostram os seqüestradores caminhando no aeroporto, não são prova alguma. As imagens não mostram os terroristas no aeroporto do ponto de partida, mas, sim, são gravações ou de algum outro dia ou de uma escala aérea anterior. Não existe qualquer vídeo das câmeras de segurança que mostre os seqüestradores se registrando no aeroporto a 11 de setembro, de onde eles supostamente teriam partido. Também não existe nenhum funcionário das companhias aéreas que tenha visto os terroristas nos balcões. Com estas falsas suposições nós devemos acreditar que são os terroristas e que eles embarcaram. E para isso foram ainda encontradas provas nos automóveis no estacionamento do aeroporto, como um Corão, ou um manual de instruções de vôo dos jatos, em árabe, um testamento que nos deve convencer: foram os “malvados” seqüestradores.
Da mesma forma como foi encontrado “casualmente” um passaporte do seqüestrador nos escombros, totalmente intacto. Dos aviões nada sobrou, mas justamente a identificação em papel de um dos terroristas sobreviveu, colidiu com 700 coisas nos edifícios, resistiu ao impacto, não se queimou naquela bola de fogo, aguentou ainda por uma hora no edifício em chamas, sobreviveu à completa destruição e pulverização das torres, e então pousou inteiro e suavemente nos destroços, até que um policial tropeçou nele. Tudo isso cheira numa consciente ação para plantar provas e manipulação de evidências.
Existe apenas uma “prova” que é apresentada pelo governo dos EUA para mostrar que 19 árabes estavam a bordo. São as conversas telefônicas que alegadamente teriam sido realizadas pelos passageiros a bordo. Por exemplo, Barbara Olson fala a seu marido: “São quatro árabes aqui com estiletes, eles atacaram a tripulação e tomaram o controle da aeronave”. Mas agora temos que saber quem é Barbara Olson e seu marido. Ela foi uma comentarista conservativa da CNN e esposa de um funcionário federal do judiciário, Ted Olson, ou seja, um funcionário do governo Bush. Esta única declaração, que foi disseminada prontamente pela CNN, é a única base para a estória do seqüestro. Sem este “telefonema” não existe seqüestrador, nenhum Osama Bin Laden que controlou a operação a partir das cavernas no Afeganistão, nenhuma “guerra contra o terror” e nenhuma invasão do Afeganistão e Iraque. Esta mentira foi tão perspicaz e diabólica que ela convenceu as pessoas a respeito da história do 11/9 através de truques psicológicos. (...)

Ted Olson não teve nada melhor para fazer do que informar a mídia desta sensação. Nenhum sentimento, nenhum pesar, nenhuma emoção. Ao invés disso, ele diz à mídia: “Ela teve problemas em conseguir, ela não utilizou seu celular, ela telefonou através de um telefone instalado no assento. Como ela não encontrou sua bolsa, ela ligou à cobrar (Collect-Call), ela tentou me encontrar no ministério da justiça, o que nem sempre é fácil. Ela me perguntou: O que eu devo dizer ao piloto? O que eu devo fazer? Como eu devo parar isso?”. (...)
Com esta declaração, a mentira foi revelada, pois o telefone no avião deve ser acionado com um cartão de crédito. Apenas com a retirada do cartão da leitora seria possível uma conversa, mas ela não achou sua bolsa. Se ela utilizou o cartão de crédito de outro passageiro, por que fazer uma ligação a cobrar, quando podia ligar sem qualquer impedimento?
Perguntado pelos jornalistas sobre estas inconsistências, e porque Ted Olson nunca pode mostrar a conta telefônica, onde a ligação a cobrar deveria estar assinalada, ele alterou sua versão. Ele disse que a ligação não aconteceu através de um telefone de bordo, mas sim com o celular. Só que não dá para acreditar nesta declaração, pois é impossível telefonar com o celular em um avião a 10.000 metros de altitude e a uma velocidade de 800 km/h. Tente fazer isso em seu próximo vôo. Poucos instantes após a decolagem, o sinal é interrompido. Hoje (2007), não é possível e há seis anos, muito menos.
O que também é estranho: por que apenas um único passageiro fez uma ligação a partir do vôo 77, apenas Barbara Olson, embora a aeronave tenha estado no ar por 1 hora e 15 minutos? Por que os outros 60 passageiros não telefonaram para seus parentes? (...)

A verdade sobre a alegada conversação de Barbara Olson é conhecida agora. No processo contra Moussaoui, em 2006, o governo dos EUA teve que admitir que existiu apenas uma tentativa de conversação a partir do vôo 77, de Barbara Olson, mas que “não aconteceu” e durou “0 segundos”. O que seu marido nos conta é a mais pura mentira.
O mesmo serve para a ligação do vôo 93, que caiu na Pensilvânia. Todd Beamer fez uma ligação de 13 minutos, mas não  para a esposa, mas sim pro funcionário da empresa telefônica. Ele forneceu informações detalhadas sobre a situação e disse que os passageiros iriam fazer algo. Assim, este último mito entrou em cena, a partir do qual foi feito um filme hollywoodiano. (...)

No processo jurídico contra Zacarias Moussaoui, em 2006, o governo teve que apresentar provas contra ele. Não é interessante que justamente quando o tema veio à tona e o governo foi acareado pela defesa, ele não tinha mais nove conversas telefônicas, mas sim apenas duas? Além disso, ele não estava em condições de apresentar qualquer documento das companhias telefônicas, onde estariam listadas as ligações. Com isso o governo admitiu que mentiu por todos esses anos sobre as ligações telefônicas nos aviões. (...)
Aliás, como a American Airlines confirmou diante de uma solicitação, seus Boeing 757 não estavam equipados com telefones de bordo em 2011. Apenas isso mostra que toda essa conversa de telefonemas é uma gigantesca mentira. Junta-se a isso o fato de que diversas linhas aéreas anunciaram recentemente sua intenção de investir numa técnica para possibilitar a conversação a bordo pelo celular. No interior iria ser instalado um receptor/retransmissor que promove a ligação através de satélites. Isso é um novo serviço para os passageiros a negócios. A questão é justificada, por que estas companhias devem instalar isso hoje, em 2007, se já em 2001 não havia problema em ligar a partir de celulares... segundo o governo dos EUA??!!


Os americanos alardeiam até hoje o quanto sofreram. Mas o sofrimento do resto do mundo não passa de detalhe para eles.
FAB29

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