Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Mafalda 3

Amigos e amigas.
Espero que estejam se divertindo como eu com a verve da menina mais politizada do mundo.
E é isto que fascina! Além de quê, o Quino nunca se preocupou em esclarecer tamanha consciência em uma garotinha de seis anos.
Ainda bem!
Abraços.
FAB29


quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Mafalda 2

Amigos e amigas.
Mais uma leva de tirinhas da Mafalda não aproveitadas pelo seu criador, Quino.
Quem já viu os originais, percebe que ele realmente as lapidou. Isto é evolução!
Abraços.
FAB29


segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Campanha Infame!

Amigos e amigas.

Podem até pensar que eu entrei para o time da “Teoria da Conspiração”, mas lhes garanto que não é assim. Trata-se apenas de uma análise de fatos cotidianos que me causam espécie.

Há um bom tempo, venho me perguntando sobre essa campanha (não há outro termo) contra a religiosidade cristã. Ela é constante (algumas vezes, explícita) e se concentra na redução dos valores fundamentais: respeito, união, família, bem querer, fé, simplicidade,...

O principal alvo da campanha é a juventude. Através de ensinos subversivos, modas fantásticas e despesas loucas e fúteis, ela é pervertida na sua formação. Álcool, sexualidade, drogas, barulho incessante e incentivos à cobiça nublam a sua racionalidade e inflam seu egoísmo, levando-a a um estado de torpor e insaciedade.

Um ponto mais sutil dessa campanha está na generalizada humilhação da Sagrada Família Cristã. Ela é citada nas situações mais ridículas, servindo de exemplificação ou definição de maus exemplos ou de seres patéticos. Vejam:

- Quando nos referimos a alguém como sendo um 'reles', um 'qualquer', um 'ordinário', o que somos condicionados a usar, em geral? “O cara é um Zé Ninguém, um Zé Ruela, um Zé Coió!”, etc. Se for mulher, “uma Maria-sem-Vergonha, Maria-Chuteira, Maria-Gasolina!”, etc. Como se vê, JOSÉ e MARIA, padrasto e mãe do Mestre Maior.

- Quando nos referimos a alguém digno de escárnio por ser a síntese da imbecilidade, da estupidez, da parvoíce, o que somos condicionados a usar na nossa ignorância? Os símbolos da idiotice JOAQUIM & MANUEL!

Então, lhes pergunto: Quais são os mais distintos Joaquim e Manuel da história da humanidade? O primeiro foi PAI DA VIRGEM MARIA, portanto, AVÔ DO MESTRE MAIOR. Já o segundo, é, simplesmente, o VERDADEIRO NOME DO MESTRE MAIOR! Para quem não sabe ou já se esqueceu, procure em Isaías 7:14: Portanto, o Senhor mesmo vos dará um sinal: eis que uma virgem conceberá e dará à luz um filho; e será o seu nome Emanuel.”

Antes que pensem qualquer coisa, saibam que Manuel significa EXATAMENTE O MESMO que Emanuel (ou na forma original, JMMANUEL). Notem que é com J. Daí, o fato de algumas vertentes sustentarem que o ‘JNRJ’ na cruz signifique “Jmmanuel Nazarenus, Rex Judeorum”, ou seja, uma maneira pejorativa de se referir ao Mestre.

Notaram o ponto? JOSÉ, MARIA, JOAQUIM E MANUEL. Quem de nós nunca usou ou usa estes nomes de maneira jocosa, sacana ou ofensiva para designar pessoas da pior espécie ou dignas de pena? Você pode argumentar que não é impossível ser pura coincidência. Cada um é livre para pensar assim. O mesmo serve para o meu caso, que creio piamente ser isso parte dessa campanha a que me referi no início, que podemos constatar em milhares de "piadas" grosseiras e ofensivas como essa abaixo.

Quantas piadas dessa baixeza vocês conhecem sobre rabinos ou qualquer patriarca judeu (Moisés, Jacó, Davi, Salomão,...)? Sabem o que já me responderam? "Tá louco?! Tem que ter respeito! São sagrados!". Mas quando é a Sagrada Família Cristã, respondem: "Ah, vá! Deixa de ser babaca! É só uma brincadeira! Jesus perdoa!". Tripla covardia!

Não sou religioso de freqüentar igreja ou seguir algum livro sagrado, mas tenho minha religiosidade, que é crer na Vida, na Criação, nos bons costumes, na moral e na civilidade. Qualquer pessoa de qualquer nível, raça, credo ou idade que tiver algo para me ensinar ou me fazer evoluir terá minhas atenção e gratidão.

Caso minhas palavras tenham feito você refletir um pouco, tente fazer como eu, que há muitos anos, me descondicionei. Nunca mais usei essas expressões ou me divirto com essa covardia de estigmatizar alguém.

Boa sorte. Seja feliz.
FAB29

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

BIG NEWS 6

Amigos e amigas.
Nesta última sequência de cartuns da Big News - Era FHC, destaque para a morte de PC Farias.
Eu fiz questão de não deixar esse fato passar em branco, mas criar um cartum (que necessariamente precisa ter graça baseado na ironia, mordacidade ou crítica) tendo como tema a morte de qualquer pessoa é uma tarefa brutal. O limite entre graça e grosseria é uma folha de celofane. Mas creio que consegui me sair bem, pois recebi diversos elogios e parabéns.
Espero encontrar tempo nessa correria da vida para continuar criando e postando meus cartuns e artes em geral.
Mas fiquem de olho por aqui. Farei todo meu possível.
Muito grato.
FAB29
Em tempo: Não se assustem com a 'finura' do Fenômeno. Poucos se lembram, mas ele ERA assim.





quinta-feira, 20 de outubro de 2011

BIG NEWS 5

Amigos e amigas.
Com vocês, agora, situações políticas bem pontuais da época FHC.
Vocês verão que política é a mesma coisa em qualquer momento da história.
Abraços.
FAB29



terça-feira, 18 de outubro de 2011

Fatos estranhos.

Amigos e amigas.
Adquiri um livro chamado "Lições sobre o Holocausto", do Engº químico alemão Germar Rudolf.
Estou admirado com a precisão e metodicidade do autor em analisar os campos de concentração da 2ª Guerra. Vejam abaixo uma análise dele sobre as covas coletivas de Treblinka.
FAB29

Resultado de imagem para germar rudolf
"Sem buracos, sem holocausto"
Em 16 de agosto de 1991, em pé sobre o teto desabado de uma alegada "câmara de gás" do Crematorium II em Birkenay, eu perdi minha fé no "holocausto" porque eu não consegui encontrar os buracos que merecessem o nome".
Obs.: Tudo o que Rudolf escreveu em seu imenso tratado se baseou em DADOS OFICIAIS. Tudo o que ele fez foi verificar suas autenticidades, confrontando o relatado com o que era possível ter ocorrido. Na maior parte dos casos, eles não se sustentavam, demostrando a má fé de quem os mantém como verdades ou "fatos notórios".

Rudolf.- Eu gostaria de abordar agora uma afirmação sobre a queima sem rastros das vítimas assassinadas em Treblinka.

Segundo a historiografia oficial, a maioria das vítimas mortas em Treblinka teria sido enterrada em covas coletivas antes que acontecesse sua cremação. Primeiro temos que perguntar: Qual característica tinham estas covas coletivas?

De acordo com investigações das covas coletivas de Hamburgo (bombardeio aéreo de 1943), Katyn (soviéticos assassinaram oficiais poloneses em 1940), assim como Bergen-Belsen (mortes em massa devido ao tifo no início de 1945), John Ball pôde chegar à conclusão que se poderiam assumir, no máximo, seis cadáveres por metro cúbico. Baseado neste número, resultam nas seguintes características destas covas coletivas mostradas na tabela 13.


Tabela 13

Portanto, a necessidade de área, para aquilo que aconteceu lá, ultrapassou a dimensão daquele campo. Segundo o que foi relatado, lá teriam existido câmaras de gás, assim como covas e posteriormente teriam havido covas para incineração. De fato, a escavação das covas teria resultado numa montanha de terra que cobriria metade de todo o campo. (...)

Mas vamos apenas agora registrar algumas das características da legendária grelha de Treblinka, de acordo com os depoimentos das testemunhas. À vista da forte discrepância das informações prestadas nestes depoimentos, elaborou-se a tabela 14 com um resumo destes dados, apenas como valores referenciais. Eles devem nos servir somente para nos permitir uma noção do que se é afirmado sobre Treblinka.



Sem madeira entre as camadas dos cadáveres, cada uma das fogueiras deveria ter 9m de altura, e com a necessária madeira para uma queima adequada, acima de 26m, compreendendo uma massa de mais de 700 toneladas.

Obs.- Uma equipe de geólogos australianos fizeram, na década de 1990, uma varredura no subsolo de Treblinka usando sonares de alta resolução e concluíram que aquele subsolo NUNCA FOI REMEXIDO.
Curioso, não?

BIG NEWS 4

Amigos e amigas.
Mais uma sequência do Big News.
Destaque para o "Brasil, mostra a sua cara!".
Desde sempre, políticos são assim. Principalmente quando uma falcatrua sua aflora.
Abraços.
FAB29



segunda-feira, 17 de outubro de 2011

BIG NEWS 3

Amigos e amigas.
Nesta sequência, aparece mais um personagem, com um nome (apelido?) bem condizente com sua idiossincrasia: o FEDEPÊ.
Convenhamos, seus comentários são dignos de nossa política...
Boa diversão.
FAB29





A arte massacrada.

Amigos e amigas.
Estou certo de que vocês nunca ouviram falar de Arno Brekker.
Ele foi, talvez, o maior artista alemão (escultor por excelência) do século XX. Sua obra foi tão extensa quanto impressionantemente bela. Sua maior infelicidade foi ter sido o artista preferido de Hitler.
Assim como aconteceu com o músico clássico Richard Wagner (autor da magistral ópera "O Anel dos Nibelungos" e outro preferido do Führer), Brekker foi 'excomungado' da história pelos vencedores da guerra apenas por ter sido o artista mais identificado com o 3º Reich.
Logo após a 2ª guerra, como em tantos outros casos, a derrota de 1945 trouxe a Breker o começo de uma larga etapa de terrível repressão. Seu atelier foi assaltado, poucos meses depois de acabada a guerra, por tropas americanas.
Suas esculturas e suas enormes instalações (que estavam intactas) junto à enorme quantidade de obras armazenadas ou em construção, foram apanhadas em grandes montes para fora do atelier e totalmente destruídas.
Desde então, passaram-se 35 anos (A entrevista abaixo é de 1990). Há 35 anos, o boicote a Breker tem sido total, durante os que o Estado alemão impediu qualquer cargo que pudesse exercer, durante os que receberam ataques da imprensa e televisão e durante os que o silêncio sobre sua obra foi interrompido.
Para se fazer um pouco de justiça, peço-lhes que leiam uma entrevista dada pelo artista pouco tempo antes de falecer. Nela, vocês verão muitas coisas que a "história oficial" esconde. Como sempre.
Boa leitura.
FAB29

Entrevista

Javier Nicolás: Você manteve contato com Adolf Hitler?

Arno Breker: Sim, eu o conheci pessoalmente.

Javier Nicolás: Por que ele decidiu visitar a Paris junto consigo?

Arno Breker: Eu lhe explico o motivo, conforme suas próprias palavras: "Quero visitar Paris consigo, porque você é o único, entre todos os que me rodeiam, que viveu vários anos nela". Sua visita a Paris teve como meta principal trazer idéias de novas construções e todo seu urbanismo, porque Hitler desejava transformar Berlim por completo.

Javier Nicolás: É verdade que Hitler sentia profunda admiração pela arquitetura francesa?

Arno Breker: Certamente. Escute: não tenho idéia alguma de suas opiniões acerca da arte, porque nossas relações pessoais não eram muito próximas e ele devia pensar mais na guerra e em toda espécie de dificuldades políticas. Mas, depois de sua visita a Paris e inclusive durante ela, me sentei atrás de si e o vi observar a Paris, como se a conhecesse minuciosamente. Graças aos livros e aos mapas, conhecia Paris melhor do que eu. Eu havia me equivocado e ele me dizia: "Escute, você está se equivocando...". "Eu não sou parisiense, mas não posso me equivocar", eu lhe respondia. E paramos diante de um edifício que havia escrito na parte de cima: Câmara de Comércio. Como ele havia dito que se tratava da Cúpula da Câmara de Comércio, este título me indicou: "Leia isto!".

Javier Nicolás: Qual foi a impressão de Hitler sobre o urbanismo da grande cidade de Paris?


Arno Breker: Ele se emocionou bastante diante da beleza da arquitetura parisiense e do urbanismo dos Campos Elíseos, do Arco do Triunfo, da Torre Eiffel, etc. Duas horas depois, Paris despertava; não podíamos atravessar Les Halles, quando vieram as primeiras pessoas ao nosso encontro. O primeiro homem que vimos foi um vendedor de jornais. Ele os levava sob os braços e gritava, dirigindo-se a nós: "Le Matin! Le Matin!". Quando reconheceu Hitler ao lado do chofer, ficou em pânico: tirou todos os periódicos ao chão e se escondeu em uma casa. Instantes depois, vimos três mulheres que falavam juntas e pelo fato do carro andar lentamente, voltaram-se para nós exclamando: "Olha, veja! É ele! O pai Adolf!". 

Parte da população mostrava grande admiração, mesmo que a outra sentisse calafrios ao vê-lo. O povo francês estava dividido.
A última visita foi ao Sacre Coeur, para contemplar o panorama. Depois desta visita, voltamos ao avião e ele retornou ao seu trabalho. Pela tarde, antes de jantar, saiu de seu refúgio, de seu Bunker. Todos os generais estavam ali, mas ele me viu entre eles todos. Fez um sinal para mim. Fui até ele e dirigimo-nos juntos para um bosque vizinho. Quando nos encontramos suficientemente próximos, parou e colocou minha mão direita entre as suas, dizendo-me: "Breker, queira me desculpar, porque durante vários anos eu não o vi com bons olhos, devido à falsa informação que tinha de sua pessoa. Agora sei quem você é".

Javier Nicolás: Qual foi a impressão geral de Hitler em relação à sua visita a Paris?

Arno Breker: Ficou muito impressionado. Depois me disse: "Disse a Bormann que todos os arquitetos tenham recebido pedidos de Berlim, Munique, etc., e que devem voltar a se empenhar em seus trabalhos, porque sua arquitetura é demasiado pesada - sem graça. Hoje aprendi muito em Paris". E completou: "Teria podido baixar pelos Campos Elíseios em frente de minhas tropas, mas não quis ferir a alma do povo francês. Eu a vi com meus artistas, tal como uma incógnita". Sua conduta foi sensacional e isto mostra a nobreza de um homem. Em relação aos mortos, permaneceu comovido diante da tumba de Napoleão, e se lhe ocorreu a idéia de colocar a seu filho, que descansa em Viena, ao lado do pai. Você não acha isto formidável? Mas nunca recebeu uma só palavra de agradecimento por parte da França.

Paris, 1940, tomada pelos "bárbaros" alemães


Berlim, 1945, "libertada" pelos "anjos democráticos"

Javier Nicolás: Ele não voltou a Paris?

Arno Breker: Não. Foi a única vez que a visitou. E você sabe por que? Não creio no que dizem, que Hitler desejava queimá-la. Isto jamais ocorreria. Nunca teria admirado-a desta forma. São apenas invenções dos vencedores, com o intuito de destruir sua imagem.

Javier Nicolás: Fez algum comentário sobre o resultado de uma guerra no próprio coração de Paris?

Arno Breker: Certamente. Ele disse: “Está morta para sempre”. Para ele, Paris representava o símbolo e o apogeu da cultura. Seu sonho era alcançar a mesma qualidade nas cidades alemãs. Por isso, devia estudar a arquitetura e o urbanismo parisiense, tal como Haussman o fez.

Javier Nicolás: Havia algum plano similar para Berlim?

Arno Breker: Sim. Mas seu plano para Berlim, pelo que eu conhecia, era bastante baseado em Paris. E estou certo de que antes de sua visita a Paris, ele já o tinha em mente.

Javier Nicolás: Depois da visita a Paris, você continuou em contato com ele?

Arno Breker: Sim, freqüentemente na Chancelaria. Ali, eu almoçava. Comia com ele. Assim foi sempre, durante a guerra, e os generais tratavam do papel principal: vinham da Frente e lhe explicavam a situação do momento.

Javier Nicolás: Você acredita que ele desejava a guerra?

Arno Breker: Não. A guerra destruiu seus planos. Ele não queria declarar guerra à França. Seus exércitos não marcharam contra a França, até que não houve mais remédio. Permaneceram quase um ano retidos, de agosto de 1939 até quando teve de avançar, com a declaração de guerra do governo francês. Hitler sempre acreditou que uma guerra seria inútil, justamente porque ele não queria absolutamente nada da França. Havia renunciado a Alsácia e Lorena, solenemente. Mas hoje, toda interpretação história se encontra às avessas.

Javier Nicolás: Uma vez superadas as dificuldades econômicas e sociais, o que ele desejou para seu país?

Arno Breker: Este homem, segundo escutei em diversos discursos e ocasiões, temia e desconfiava do comunismo. Para ele, a fronteira do Leste estava demasiado próxima de Berlim. Se a União Soviética empenhasse um ataque que tivesse lugar ali, como se demonstrou mais tarde, seria impossível barrá-los e Berlim tombaria. Por isto, ele preparava a Frente.

Javier Nicolás: Você acredita que a guerra com a Polônia foi dirigida pelos governos da França e da Inglaterra?

Arno Breker: Certamente. Não quero dizer que seja necessariamente assim, mas Hitler esperava ter a Polônia como uma nação amiga, que deixaria passar as tropas alemãs até a fronteira da União Soviética. Nesta época, de todas as formas, o plano de destruir a Alemanha já se encontrava nos dossiês.

Javier Nicolás: Você poderia nos dar sua opinião sobre as intenções de Hitler na Alemanha, se a guerra não tivesse sido desencadeada?

Arno Breker: Hitler encontrou uma nação completamente arruinada por causa da situação econômica mundial - esta era a situação mais terrível da Alemanha. Por exemplo, quando atravessei ao Ruhr, centro da grande Indústria, a principios dos anos 30, recordo que nenhuma indústria funcionava. Em uma situação que voltei a ver depois da guerra, com a derrota alemã em 1945. Logo, o que este homem fez constitui-se de um verdadeiro milagre, conseguindo fazer com que o povo se fortalecesse e voltasse a viver alegre e de modo ordenado.
 

Javier Nicolás: Hitler era popular?

Arno Breker: Completamente. Se hoje uma mulher passa pela calada da noite, se encontra em perigo, mas naquela época, todos os criminosos se ocupavam trabalhando. Todos foram corrigidos e a Alemanha se converteu em um paraíso. Uma mulher podia andar completamente só pelos passeios e bosques, sem nenhum risco de ser atacada.

Javier Nicolás: Professor Breker, quando a guerra acabou, soubemos que o General Franco lhe chamou para que fosse à Espanha, provavelmente para fazer "O Vale dos Caídos", que Juan de Avalos realizaria. O que há de correto nisto? E por que você não foi?


Arno Breker: Correto. O General Franco me chamou para fazer uma série de esculturas, por mais que não tivesse especificado sobre o que se tratava o Vale dos Caídos. Mesmo assim, eu deveria realizar obras em escultura.

Não fui à Espanha porque os americanos não permitiram, deixando-me retiro na Alemanha. Se não fosse por isto, eu teria estado.

Javier Nicolás: É verdade que os russos lhe fizeram uma oferta similar?


Arno Breker: Sim. Pouco depois que Franco o fez. Stalin pessoalmente enviou um avião de Moscou para realizar trabalhos de escultura. Naturalmente, eu neguei. Ademais, isto coincidiu com uma enfermidade que me obrigou a permanecer em um hospital. Nesta ocasião, os americanos permitiram, mas eu não o quis. 

Em outra ocasião, também recebi uma proposta de fazer trabalhos ao General Perón, mas desta vez, do mesmo modo ocorrido com Franco, fui vetado pelos americanos que não me deixaram ir.


(Depoimentos como este deveriam ser mais divulgados. Não as tantas falcatruas que vemos, lemos e ouvimos por aí.)

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

BIG NEWS 2

Amigos e amigas.
Nestas tirinhas, o personagem-mor da época, FHC, prepondera. A estrelinha que se vê às suas costas relembra a incômoda dor na coluna que ele tinha. Covas e Maluf também dão o ar da graça.
Abraços.
FAB29




quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Big News

Amigos e amigas.
Nesta leva, cartuns de uma agência de notícias (na época do FHC), a BIG NEWS.
Trata-se de outra faceta da dupla Big & Little (são, também, cantores, super-heróis, crianças. Vale uma 'bizoiada' nas postagens antigas do Palavra Livre).
Cartuns são de cunho social e político e precisam espelhar o momento. Creio que, apesar dos 15 anos de defasagem, as piadinhas serão de fácil compreensão.
Boa diversão.
FAB29




terça-feira, 11 de outubro de 2011

Cartuns avulsos IV

Amigos e amigas.
Pra finalizar, destaque pra "Educassão" e uma prévia da próxima sequência de cartuns, o Big News.
Abraços.
FAB29

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Cartuns avulsos III

Amigos e amigas.
Estes cartuns mostram banalidades cotidianas, algumas com non sense.
São coisas que vemos, ouvimos ou aprendemos do 'folclore urbano'.
FAB29


sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Cartuns avulsos II

Amigos e amigas.
Outros da série publicada em 95.
Sempre me agradou muito a ingenuidade, a graça (nos dois sentidos) e, lógico, o inesperado de um cartum. Nessa fase, eu primava pelos dois primeiros e me debatia (até me frustrava) no terceiro. Poucas vezes me satisfiz com ele.
Mas tudo evolui com dedicação. Vale pelo registro de uma época de minha formação.
FAB29

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Cartuns avulsos.

Amigos e amigas!
Desta feita, cartuns que publiquei em 1995 num semanário da cidade.
Conforme apareciam idéias e situações, eu ia criando.
Bom divertimento.
FAB29


quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Bichin da Maçã

Amigos e amigas!
Lecionei por mais de 13 anos. Eu lhes afirmo: é gratificante!
Percalços, toda e qualquer profissão tem. Mas quando você atinge bons objetivos na sua, sua autoestima vai longe.
Uma vez, o cartunista Ziraldo viria visitar minha escola. Então, pediram-me para desenvolver trabalhos com algum personagem dele para recepcioná-lo.
Usando três temas (AMOR, LIBERDADE E ESPORTE), pedi para minhas 5ªs e 6ªs séries criarem cartuns com o Bichinho da Maçã. Mostrei uma dezena de exemplos e, com toda a paciência e dedicação por parte deles, saíram dezenas de verdadeiras pérolas.
Quando o criador do Bichinho viu esses três exemplos abaixo que lhe mostrei, seu rosto se iluminou com um sorriso de total satisfação. Tanto que os assinou e eu os guardei de grata lembrança.
Veja-os abaixo e constatem por que eu sempre adorei lecionar.
FAB29


Cartão de aniversário.

Amigos e amigas.
Uma das coisas que mais gosto de fazer é criar um cartão para alguém.
É muito legal porque fica sendo algo personalizado. Eu invento um que seja de acordo com as características do homenageado ou algo que ele tenha dito.
Pode ser aquele tradicional ou o que eu batizei de CARTÃO HQ.
Vejam abaixo um exemplo desse tipo de cartão: a pessoa havia dito taxativamente, várias vezes e aos quatro ventos: "NÃO QUERO NADA DE PRESENTE!!"
Daí, saiu este cartão.
FAB29

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Caricaturas

Amigos e amigas!
Creio que não exista ninguém que não aprecie caricaturas. Talvez a maior parte não aprecie uma própria, mas ela é a síntese destacada de nossa imperfeição, usando-se de bom humor, sempre!
Eu não sou um caricaturista de fato, mas gosto muito de tentar. Tanto quanto cantar, devemos nos municiar de 'sem vergonhice' e praticar sempre que possível.
Isto posto, convido-os a apreciar e opinar sobre minhas caricaturas. As duas primeiras são do mais famoso casal hollywoodiano: Pitt e Jolie.
Conforme mais eu faça que sejam dignas de exposição, postarei.
Abraços.
FAB29