Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Campanha Infame!

Amigos e amigas.

Podem até pensar que eu entrei para o time da “Teoria da Conspiração”, mas lhes garanto que não é assim. Trata-se apenas de uma análise de fatos cotidianos que me causam espécie.

Há um bom tempo, venho me perguntando sobre essa campanha (não há outro termo) contra a religiosidade cristã. Ela é constante (algumas vezes, explícita) e se concentra na redução dos valores fundamentais: respeito, união, família, bem querer, fé, simplicidade,...

O principal alvo da campanha é a juventude. Através de ensinos subversivos, modas fantásticas e despesas loucas e fúteis, ela é pervertida na sua formação. Álcool, sexualidade, drogas, barulho incessante e incentivos à cobiça nublam a sua racionalidade e inflam seu egoísmo, levando-a a um estado de torpor e insaciedade.

Um ponto mais sutil dessa campanha está na generalizada humilhação da Sagrada Família Cristã. Ela é citada nas situações mais ridículas, servindo de exemplificação ou definição de maus exemplos ou de seres patéticos. Vejam:

- Quando nos referimos a alguém como sendo um 'reles', um 'qualquer', um 'ordinário', o que somos condicionados a usar, em geral? “O cara é um Zé Ninguém, um Zé Ruela, um Zé Coió!”, etc. Se for mulher, “uma Maria-sem-Vergonha, Maria-Chuteira, Maria-Gasolina!”, etc. Como se vê, JOSÉ e MARIA, padrasto e mãe do Mestre Maior.

- Quando nos referimos a alguém digno de escárnio por ser a síntese da imbecilidade, da estupidez, da parvoíce, o que somos condicionados a usar na nossa ignorância? Os símbolos da idiotice JOAQUIM & MANUEL!

Então, lhes pergunto: Quais são os mais distintos Joaquim e Manuel da história da humanidade? O primeiro foi PAI DA VIRGEM MARIA, portanto, AVÔ DO MESTRE MAIOR. Já o segundo, é, simplesmente, o VERDADEIRO NOME DO MESTRE MAIOR! Para quem não sabe ou já se esqueceu, procure em Isaías 7:14: Portanto, o Senhor mesmo vos dará um sinal: eis que uma virgem conceberá e dará à luz um filho; e será o seu nome Emanuel.”

Antes que pensem qualquer coisa, saibam que Manuel significa EXATAMENTE O MESMO que Emanuel (ou na forma original, JMMANUEL). Notem que é com J. Daí, o fato de algumas vertentes sustentarem que o ‘JNRJ’ na cruz signifique “Jmmanuel Nazarenus, Rex Judeorum”, ou seja, uma maneira pejorativa de se referir ao Mestre.

Notaram o ponto? JOSÉ, MARIA, JOAQUIM E MANUEL. Quem de nós nunca usou ou usa estes nomes de maneira jocosa, sacana ou ofensiva para designar pessoas da pior espécie ou dignas de pena? Você pode argumentar que não é impossível ser pura coincidência. Cada um é livre para pensar assim. O mesmo serve para o meu caso, que creio piamente ser isso parte dessa campanha a que me referi no início, que podemos constatar em milhares de "piadas" grosseiras e ofensivas como essa abaixo.

Quantas piadas dessa baixeza vocês conhecem sobre rabinos ou qualquer patriarca judeu (Moisés, Jacó, Davi, Salomão,...)? Sabem o que já me responderam? "Tá louco?! Tem que ter respeito! São sagrados!". Mas quando é a Sagrada Família Cristã, respondem: "Ah, vá! Deixa de ser babaca! É só uma brincadeira! Jesus perdoa!". Tripla covardia!

Não sou religioso de freqüentar igreja ou seguir algum livro sagrado, mas tenho minha religiosidade, que é crer na Vida, na Criação, nos bons costumes, na moral e na civilidade. Qualquer pessoa de qualquer nível, raça, credo ou idade que tiver algo para me ensinar ou me fazer evoluir terá minhas atenção e gratidão.

Caso minhas palavras tenham feito você refletir um pouco, tente fazer como eu, que há muitos anos, me descondicionei. Nunca mais usei essas expressões ou me divirto com essa covardia de estigmatizar alguém.

Boa sorte. Seja feliz.
FAB29

8 comentários:

  1. Fab29, esta postagem é ótima! Tinha pensado o mesmo sobre a desvalorização do nome Maria, nome feminino mais comum no mundo e, na minha opinião, uma dos mais bonitos. Nunca tinha pensado sobre os nomes José (zé) e Manuel (mané).. E não sabia que o pai de Maria se chamava Joaquim.
    Parabéns pela postagem! e também pelo blog. Tenho voltado aqui com bastante frequência e sempre encontro algo de valor, mesmo quando discordo.
    Já botei um link no meu blog.
    Abraços,
    Ale Costa
    http://ordem-natural.blogspot.com

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    1. "...e sempre encontro algo de valor, mesmo quando discordo."

      Parabéns, Ale! Resumiu numa frase o que também penso e faço em tudo o que vejo, leio, escuto, etc. Ninguém é obrigado a dizer 'amém' a nada, mesmo que se trate de um mestre phd no assunto.
      Não é questão de ser do contra; apenas a necessidade de adaptarmos tudo o que lemos, vemos e ouvimos à nossa idiossincrasia, que é única.
      Maria, assim como Ana, são os nomes femininos mais poéticos, pois se harmonizam com quase todos os outros: Ana Paula; Maria Paula; Ana Regina; Maria Regina; Ana Helena; Maria Helena; etc.
      Grato pelas palavras. Apareça sempre.
      Abraço.

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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    1. Grato, meu amigo.
      Bom saber que ajudei a clarear um pouco uma situação aparentemente banal, sem importância. Comente com outras pessoas sobre isso. Quem sabe, consigamos descondicionar muitas mais.
      Abraço.

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  3. Manuel: Significa "Deus está conosco" ou simplesmente "Deus conosco".

    É o mesmo que Emanuel, que tem origem no hebraico Immanuel, composto pela junção dos elementos immánu, que quer dizer "conosco" e El, que significa "Deus, Senhor".

    Joaquim: Significa "estabelecido por Jeová (Deus)", "Jeová exaltou" ou "Jeová estabeleceu".

    Tem origem no hebraico Jehoiachim, que significa "Jeová (Deus) estabeleceu".

    Dois exemplos do que talvez esteja por trás da ridicularização dos nomes.

    Abraços

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    1. Com umas pitadas de sordidez, maledicência e podridão.
      Abraço.

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  4. Caro FAB, vamos analisar sob um outro viés.
    José foi um corno, teve sua esposa estuprada por um alienígena e ainda se orgulhou de ser corno!!
    Maria foi abusada aos 13 anos de idade em uma abdução alienígena, foi estuprada em engravidada, sendo obrigada a parir uma mutação feita sabe-se lá aonde e como, e um bizarra criatura foi inserida no corpo de Maria;
    Essa criatura com seus "ensinamentos" adestrou a humanidade a ser mansa, perdoante, compaixonada, e assim garantiu que qualquer ameaça a humanidade seria sempre bem vinda!
    Mais, fez com que os humanos IMPEDIDOS de usar seus mais primários métodos de proteção, suas armas, acabassem perdendo a noção do que é ameaça do que não é, e hoje em dia a humanidade entende que um time que não é o seu é uma ameaça, mas não percebe que governos (sequestradores genocidas psicopatas) através do IMPOSTO rouba todo cidadão, através de leis (inventadas pelos governos) SEQUESTREM os humanos e através de forças policiais (assassinos jagunços oficializados) ASSASSINAM aos humanos.
    Perdidos em teorias irracionais, os humanos perderam a noção de proteção, perderam o foco nos criminosos, nos inimigos, e agora entende cristãmente a mais perversa bandidagem que existe, os ESTADOS INSTITUIDOS, como os responsáveis pela ordem !!
    Se eu fosse denominar os dois personagens que graças aos lixismos intrínsecos condenaram a humanidade ao filhote mutante, eu escolheria em vez de alcunhas singelas como zé ruela e maria chuteira, eu diria, judeus.

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    1. Nobilíssimo e sumido Vapera, seja re-bem vindo!

      Por esse seu viés, tudo legal; posso concordar em genro, úmero e degrau. Mas o que insisto em destacar no meu post é a sordidez hipócrita dos "Cassetas e Planetas" da vida que, à guisa de liberdade de expressão e brincadeira, massacram instituições religiosas de centenas de milhões de pessoas.

      Sempre que esse assunto vem à baila, eu pondero com meu interlocutor: quantas piadas sacaneando judeus, sua moral e instituições, você conhece? Todos, sem exceção, citam piadas enfatizando a sovinice judaica. Nada mais. Piadas contra os patriarcas hebreus, nenhum comediante ousa fazer, pois sabem que as portas da mídia serão batidas em sua cara e ele morrerá à míngua. E, assim, a nojeira hipócrita se propaga.

      Grande abraço.

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