Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


terça-feira, 18 de outubro de 2011

Fatos estranhos.

Amigos e amigas.
Adquiri um livro chamado "Lições sobre o Holocausto", do Engº químico alemão Germar Rudolf.
Estou admirado com a precisão e metodicidade do autor em analisar os campos de concentração da 2ª Guerra. Vejam abaixo uma análise dele sobre as covas coletivas de Treblinka.
FAB29

Resultado de imagem para germar rudolf
"Sem buracos, sem holocausto"
Em 16 de agosto de 1991, em pé sobre o teto desabado de uma alegada "câmara de gás" do Crematorium II em Birkenay, eu perdi minha fé no "holocausto" porque eu não consegui encontrar os buracos que merecessem o nome".
Obs.: Tudo o que Rudolf escreveu em seu imenso tratado se baseou em DADOS OFICIAIS. Tudo o que ele fez foi verificar suas autenticidades, confrontando o relatado com o que era possível ter ocorrido. Na maior parte dos casos, eles não se sustentavam, demostrando a má fé de quem os mantém como verdades ou "fatos notórios".

Rudolf.- Eu gostaria de abordar agora uma afirmação sobre a queima sem rastros das vítimas assassinadas em Treblinka.

Segundo a historiografia oficial, a maioria das vítimas mortas em Treblinka teria sido enterrada em covas coletivas antes que acontecesse sua cremação. Primeiro temos que perguntar: Qual característica tinham estas covas coletivas?

De acordo com investigações das covas coletivas de Hamburgo (bombardeio aéreo de 1943), Katyn (soviéticos assassinaram oficiais poloneses em 1940), assim como Bergen-Belsen (mortes em massa devido ao tifo no início de 1945), John Ball pôde chegar à conclusão que se poderiam assumir, no máximo, seis cadáveres por metro cúbico. Baseado neste número, resultam nas seguintes características destas covas coletivas mostradas na tabela 13.


Tabela 13

Portanto, a necessidade de área, para aquilo que aconteceu lá, ultrapassou a dimensão daquele campo. Segundo o que foi relatado, lá teriam existido câmaras de gás, assim como covas e posteriormente teriam havido covas para incineração. De fato, a escavação das covas teria resultado numa montanha de terra que cobriria metade de todo o campo. (...)

Mas vamos apenas agora registrar algumas das características da legendária grelha de Treblinka, de acordo com os depoimentos das testemunhas. À vista da forte discrepância das informações prestadas nestes depoimentos, elaborou-se a tabela 14 com um resumo destes dados, apenas como valores referenciais. Eles devem nos servir somente para nos permitir uma noção do que se é afirmado sobre Treblinka.



Sem madeira entre as camadas dos cadáveres, cada uma das fogueiras deveria ter 9m de altura, e com a necessária madeira para uma queima adequada, acima de 26m, compreendendo uma massa de mais de 700 toneladas.

Obs.- Uma equipe de geólogos australianos fizeram, na década de 1990, uma varredura no subsolo de Treblinka usando sonares de alta resolução e concluíram que aquele subsolo NUNCA FOI REMEXIDO.
Curioso, não?

Nenhum comentário:

Postar um comentário