Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quinta-feira, 3 de novembro de 2011

PILANTRAGENS!

Amigos e amigas.
Já que este blog tem como premissa procurar e mostrar a verdade dos fatos (ou, pelo menos, o que mais se aproxima da verdade), quero lhes mostrar como tem pilantra neste mundo!
Talvez, o caso mais emblemático seja o de Rigoberta Menchu, índia guatemalteca que recebeu o Nobel da Paz de 1992, mas cuja história de "lutas pela causa indígena", seus próprios compatriotas denunciaram como sendo uma fraude.
Seguem abaixo várias "ISTÓRIAS" com as quais muitos vagabundos se deram bem até que o barco "fez água". Vocês podem ver, também, um vídeo aqui no blog mostrando o embuste chamado Hermann Rosenblat, que inventou a "istória" "A GAROTA DA MAÇÃ", lucrou milhões e, mesmo pego no flagra, não se arrependeu.
FAB29

Histórias inverídicas

Nos últimos anos, uma série de histórias de vida falsificadas apareceu no mercado. Assim, durante dois anos, podia ler-se na Internet o diário da teenager Kaycee Nicole, que relatava sua luta contra o câncer, até que morresse, em 2001. Milhares de leitores acompanhavam sua luta pela sobrevivência, mandavam-lhe cartas e presentes, lhe telefonavam e mobilizavam uma parcela crescente da opinião pública, até que, depois de sua suposta morte, uma investigação mostrou que Kaycee Nicole nunca havia existido. Ela fora uma invenção de uma dona de casa no Kansas.

Em 1980, a jornalista americana Janet Cooke publicou no Washington Post a comovente história de um menino de oito anos, viciado em heroína. Marion Barry, o prefeito de Washington D. C. ficou tão comovido que mandou procurar o menino – mas, em vão. Apesar das dúvidas crescentes sobre a autenticidade da história, Janet Cooke recebeu o cobiçado Prêmio Pulitzer, que ela teve de devolver pouco tempo depois. Apesar disto, dez anos mais tarde, os direitos de filmagem dessa história foram vendidos por 1,5 milhão de dólares americanos.

Na Austrália, a autobiografia My own sweet time, da aborígine Wanda Koolmatrie despertou grande curiosidade, em 1995, tendo recebido um prêmio literário nacional para mulheres estreantes na literatura. Dois anos depois, descobriu-se que o livro não fora escrito por uma mulher, mas, sim, por um homem – que não era aborígine, mas, sim, branco. Na mesma semana, foi desmascarada mais uma falsificação, na qual apenas os papéis sexuais estavam invertidos: o festejado pintor aborígine Eddie Burruprevelou-se uma mulher irlandesa de 82 anos.

No ano 2000, Paul Parks, de Boston, um negro defensor dos direitos humanos, já aposentado, recebeu o prêmio Raoul Wallenberg, da organização judaica Bnai Brith, de Berlim, por seu destacado empenho humanitário. Ele e outros veteranos das forças armadas aliadas receberam esse prêmio por terem participado da libertação de campos de concentração, ao final da Segunda Guerra Mundial. Paul Parks esteve no primeiro tanque que entrou no campo de concentração de Dachau, perto de Munique. No filme The last days, de Steven Spielberg, premiado com um Oscar, Paul Parks relata sua história. Ela, porém, foi contestada por outros veteranos norte-americanos. Descobriu-se que, durante a libertação de Dachau, Paul Parks nem se encontrava na Alemanha, e, sim, numa base americana na Inglaterra. Parks contava sua história desde 1978, aparecendo, desde 1987, como cobiçado conferencista entre grupos judaicos e sobreviventes do Holocausto, tendo sido feito patrono do New England Holocaust Memorial”, em Boston. Ele foi um dos poucos defensores negros de direitos humanos que se interessou pela história judaica e assumiu funções de mediador entre a população negra e a branca, na cidade de Boston, quando esta foi agitada por conflitos raciais.
 
Em 2005, foi noticiado que o presidente da Agrupación Amical Mauthausen, que congrega sobreviventes de campos de concentração, Enric Marcó, nunca esteve preso em qualquer campo de concentração. Durante 30 anos, o cidadão, que entrementes tem 84, viajou pelo mundo relatando as barbáries a que foi submetido no campo de concentração alemão de Flossenbürg. Na última vez, se apresentou no parlamento espanhol, por ocasião da rememoração dos 60 anos de libertação de Auschwitz. Marcó não foi preso em 1943 pela GESTAPO, na França, como membro da resistência francesa e deportado para o campo de concentração, como afirmara. De fato, ele se apresentara, em 1941, como voluntário para ir à Alemanha, quando Franco, a pedido de Hitler, enviou trabalhadores especializados para a indústria bélica alemã. Marcó trabalhou até 1943 num estaleiro em Kiel, e depois regressou à Espanha.

Nenhum comentário:

Postar um comentário