Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Mafalda 14

Amigos e amigas.
Finalizando as finalizações das edições especiais 06 a 10 das tirinhas inéditas da Mafalda.
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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Natal: Nascimento de quem?!

Amigos e amigas.
Recebi por email mais uma versão da origem da "Arvore de Natal". Achei interessante e resolvi compartilhar com vocês.
Continuo com o espírito plenamente aberto à vida, ao amor e ao bem querer que a data preconiza, independente da história abaixo ser correta.
Feliz Natal com toda a saúde em todos os sentidos!
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Sabe-se bastante de muitos documentos antigos que falam que Nimrod se afastou de Deus. O homem que começou a grande apostasia profana e bem organizada, que tem dominado o mundo até hoje. Nimrod era tão perverso que se diz que casou-se com sua mãe, cujo nome era Semíramis.
Depois de sua morte prematura, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Nimrod como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Nimrod para uma nova vida.
Todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento, ela alegava que Nimrod visitava a árvore "sempre viva" e deixava presentes nela.

O dia de aniversário de Nimrod era 25 de dezembro. Esta é a verdadeira origem da "Árvore de Natal"!

Você já foi à lua? O Homem também não!...

Amigos e amigas.
Eu sou um cético, pois não consigo aceitar as coisas que se mostram impossíveis. A ida do homem à lua, HOJE EM DIA, é uma remotíssima possibilidade. Em 1969, IMPOSSIBILIDADE TOTAL!

Eu pesquisei um bocado para saber se já existe alguma indumentária capaz de suportar os TRÊS RIGORES LUNARES:
1- A ausência de pressão atmosférica;
2- Os extremos de temperatura (110°C no dia lunar e -150°C na noite lunar, variando super rápido);
3- O (quase) inconcebível nível de radiação solar que bombardeia a desprotegida face da lua.
Não achei tal informação.

Não existem até hoje filmes que suportem tais rigores. Então, como foi possível filmar e fotografar com tamanha precisão e nitidez? Os astronautas usavam luvas supergrossas e as câmeras estavam presas em seus peitos. E olhem que eles fotografaram e filmaram o próprio pé fazendo marcas na areia!

Quem tenta fotografar hoje em dia com CÂMERAS DIGITAIS, cheias de tecnologia e facilidades, sabe o quanto é complicado acertar uma foto do nível das tiradas na lua.

Há dezenas de perguntas e dúvidas muito procedentes que a NASA e seus defensores desdenham, ironizam e até atacam, dizendo ser conspiração contra ela.

Um outro fato interessante foi aventado por um brasileiro, Sr. Davino Servídio, que afirma que Copérnico errou (Escrevi sobre isto aqui: http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2013/07/copernico-errou-revisitado.html) ao afirmar que a Terra gira em torno do Sol.

Ele propõe um teste: fique em um ponto sobre a linha do Equador. À meia noite de 21 de março, localize a constelação das Três Marias e marque sua posição. Em 21 de setembro, também à meia noite, volte ao mesmo ponto e localize as Três Marias. Segundo ele, ela estará NO MESMO LUGAR NO CÉU.

E isso seria TOTALMENTE IMPOSSÍVEL se houvesse o movimento de translação.

Detalhe importantíssimo: Se ficar provado que a Terra NÃO GIRA em torno do Sol, ficará provado por A + B que a viagem à lua foi uma farsa, porque um dos alicerces dela é uma infinidade de cálculos que "foram feitos" para acertar cada detalhe da trajetória da nave. Assim: imagine-se girando num carrossel (a Terra) e há uma lata de lixo (a lua) num carro girando junto ao carrossel. Imagine a sua dificuldade de acertar uma pedra (o foguete) na lata. Muitos desses cálculos são baseados na translação, que era um fator primordial e determinante para a dita "viagem".

Seguem abaixo, algumas fotos oficiais do 'homem na lua'. Esse 'módulo lunar' me é, no mínimo, ridículo. E as fotos são perfeitas demais para um amador numa situação tão extrema.




Cada um crê no que quiser. Pra mim, o 'homem na lua' não passou de (mais uma) patacoada norte-americana. E, se você quiser ver a NASA entregando o ouro da sua incompetência, veja AQUI.
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Adendo: vejam abaixo duas fotos da NASA. Na primeira, vemos a Terra vista da Lua. Notem duas coisas: primeiro, o céu com três tonalidades recortadas. Uma, azul escuro; outra, negra; e, ao redor da Terra, cinza escuro. E, em segundo, o tamanho da Terra. Sabemos que o diâmetro da Terra é quase quatro vezes maior que o da Lua. Logo, a Terra vista da Lua deveria ser muito maior que a Lua vista da Terra.
Comparem com a segunda foto, tirada pelo satélite DSCOVR, mostrando o lado escuro da Lua e a Terra ao fundo. Alguma dúvida da fraude do homem na Lua?

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Quanta hombridade!

Amigos e amigas.
Um tema atualíssimo é a criação do estado palestino, intenção que EUA e Israel se recusam a permitir que seja levada a cabo. O segundo, porque perderia muito das terras palestinas que ocuparam e mantêm na base da intimidação. O primeiro, por pura subserviência ao estado judeu.
Segue abaixo uma declaração de um grupo judaico chamado American Neturei Karta. Vejam a essência do judaismo nas palavras de pessoas que respeitam sua tradição e cultura religiosas.
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UMA DECLARAÇÃO SENSACIONAL
DOS JUDEUS FIÉIS À TORAH
a 30 de setembro de 1997,
no New York Times
"Usando sua nova política atéia de exílio, eles [os Sionistas] provocaram e aumentaram o anti-semitismo na Europa que levou à Segunda Guerra Mundial... O boicote mundial contra a Alemanha em 1933 e a posterior declaração aberta de guerra contra a Alemanha iniciados pelos líderes sionistas e pelo Congresso Mundial Judaico enfureceram Hitler, que assim ameaçou destruir os judeus..."
Citação: = Rabino Schwartz, New York Times, 30 de setembro de 1997!
Facsímile: = Daily Express, Londres, 24 de março de 1933!


 


"JUDÉIA DECLARA GUERRA À ALEMANHA - JUDEUS DE TODO O MUNDO UNIDOS EM AÇÃO. BOICOTE DAS MERCADORIAS ALEMÃS."
 (Daily Express, 24 de março de 1933)
Assim foi como os líderes sionistas iniciaram a II Guerra Mundial, de acordo com revelações impressionantes dos Judeus Fiéis à Torah.

 
The New York Times 
30 de setembro de 1997

"De acordo com a  Torah, nós devemos declarar que os verdadeiros judeus se opõem a estes atos: pedidos para investigações de acusações e exigências contra a Suíça, (bancos, governo e instituições) ou qualquer nação. Nós não pegaremos qualquer dinheiro ou propriedade daí resultante. Certamente, nós nos opomos a ameaças de boicote, táticas coercivas, insultos e intimidação. 
Nós sabemos que, durante a guerra, a Suíça foi um porto seguro para milhares de judeus, incluindo aqueles admitidos de países vizinhos ocupados, e que os judeus viviam lá pacificamente. Além disso, a Suíça e a Suécia providenciaram - correndo grande risco - "safe houses" (No jargão dos policiais e das agências de inteligência , uma casa segura é um local seguro, adequado para esconder testemunhas, agentes ou outras pessoas percebidas como estando em perigo.) em Budapeste que abrigaram 100.000 judeus.

A CRENÇA E O ENSINAMENTO DA TORAH DURANTE O EXÍLIO  
Temos sido renegados por Deus para "não entrar na Terra Santa como um corpo antes do tempo predestinado", "não se rebelar contra as nações", ser cidadãos leais, nada fazer contra a vontade ou a honra de uma nação, não procurar vingança, discórdia, restituição ou compensação; "não deixar o exílio antes do tempo." Ao contrário, nós devemos ser humildes e aceitar a punição do exílio. Violar os juramentos resultaria em "sua carne será tornada caça como o cervo e o antílope na floresta," e a redenção será adiada. (Tratado do Talmud  Ksubos 111). Violar os julgamentos não é apenas um pecado; é uma heresia porque vai contra os fundamentos de nossa Crença. 

Antes de O Todo-Poderoso nos dar a Terra Santa 3268 anos atrás, Ele estipulou estas condições: Se obedecermos à Torah, será nossa; se não, seremos expulsos. Nós pecamos e fomos exilados da terra" “Umipnay chatoenu golenu mayartsenu". Apenas através de arrependimento completo, o Todo-Poderoso, sozinho, sem qualquer esforço ou intervenção humanos, vai nos redimir do exílio. Isto será depois de Deus enviar os profetas Eliyu e Moshiach, que irão fazer os judeus executarem o arrependimento completo. Neste tempo, haverá paz universal.

Qualquer sofrimento no exílio é punição divina e não devemos fazer nada sobre isso por nossa conta porque as nações onde sofremos são apenas instrumentos da raiva de Deus por nossos pecados (texto em hebraico aqui). A Torah nos ensina como sobreviver durante o exílio (texto em hebraico aqui) através de sermos humildes, (não vingativos, sem exigências ou vingança). A Torah nos dá um exemplo disso e diz que no oceano se deve ir debaixo da onda (Tratado do Talmud Yevomus 121). Nós temos que aceitar a punição; se formos contra ela, sofreremos mais. O único modo de aliviar o sofrimento durante o exílio é através do arrependimento. Nós devemos corrigir nossos caminhos e rezar para que Deus não nos puna novamente. 
O povo judeu ficou fiel à Crença por mais de 1800 anos e lidou com os problemas do exílio de acordo e jamais pediu por coisas tiradas deles até o advento do Sionismo, 100 anos atrás.

A POLÍTICA DE EXÍLIO SIONISTA  
Os Sionistas não acreditam que os judeus são uma  nação especial (texto em hebraico aqui), mas dizem que os judeus são um povo nacionalista, uma nação como todas as nações, e que podem resolver seus problemas através de seu próprio poder (texto hebraico aqui) usando a palavra de ordem "Nunca Mais!". Eles dizem que nós, judeus, fomos exilados porque tínhamos um exército fraco e sofremos no exílio porque não nos levantamos fisicamente e politicamente, não falamos alto, sem vergonha, deixamos que nos enganem e não exigimos restituição. Eles afirmam que, com um exército forte, podemos nos retirar do exílio. Usando sua nova política atéia de exílio, eles provocaram e aumentaram o anti-semitismo na Europa que levou à Guerra Mundial e à destruição dos judeus europeus. Todos os grandes rabinos haviam avisado das terríveis conseqüências da heresia sionista. A mesma política de exílio causou problemas no Oriente Médio, onde os judeus tinham vivido pacificamente com os árabes até o advento do Sionismo. Agora as mesmas táticas estão sendo usadas contra os suíços e outras nações.

O ato isolado de procurar compensação e restituição de uma nação - mesmo sem ameaças - provoca anti-semitismo, quer eles recebam ou não o que querem. O anti-semitismo é um fenômeno que serve ao objetivo primário do Sionismo - aumentar a imigração para o seu estado. Isto é evidenciado pelo fato de que toda a campanha contra os suíços foi iniciada no Estado sionista por Avraham Burg, chefe da Agência Judaica (a organização sionista que promove a imigração ao Estado sionista).

CHUTZPAH(“cara-de-pau”) SIONISTA  
Como puderam os líderes sionistas e o Congresso Mundial Judaico (uma importante organização sionista) pedir propriedade judaica? O boicote mundial contra a Alemanha em 1933 e a posterior declaração aberta de guerra contra a Alemanha iniciados pelos líderes sionistas e pelo Congresso Mundial Judaico enfureceram Hitler, que assim ameaçou destruir os judeus. Então a Conferência de Wannsee, de janeiro de 1942, decidiu o destino dos judeus, e o sofrimento de verdade começou. Os sionistas também recusaram e bloquearam esforços de salvamento e suprimentos de comida durante a guerra. Seu lema era "Rak B'Dam (Apenas com sangue conseguiremos a terra)"

 NÓS DECLARAMOS:
* O Estado Sionista ou qualquer organização sionista, ou uma que se auto-denomina "Conselho Ortodoxo Mundial" e qualquer indivíduo envolvido neste tema não representa os Judeus fiéis à Torah.
* Os judeus fiéis à Torah pedem que os políticos envolvidos com o assunto parem de lidar com isso.

 NÓS, AQUI, PROCLAMAMOS:
O Sionismo é uma heresia e os verdadeiros judeus não são contaminados pelo Sionismo. Judeus verdadeiros não se envolvem com as atividades sionistas. De acordo com a Torah, não nos é permitido insultar, humilhar ou dominar outro povo.
* Toda terra deve ser devolvida à nação palestina e outras terras ocupadas devem ser devolvidas à Síria e ao Líbano.
* Políticos sionistas e seus companheiros de viagem, mesmo se aparentarem religiosidade, não falam pelo povo judeu. De fato, a conspiração sionista contra a tradição e lei judaicas tornam o Sionismo e todos os seus feitos e entidades os arqui-inimigos do povo judeu!

AMERICAN NETUREI KARTA
AMIGOS DE JERUSALEM


Rabbi Schwartz - P.O.B. 1030, New York, NY 10009

Uma nova (?) do Bin Laden

Amigos e amigas.
Cada vez mais me ojerizo com tanta hipocrisia.
Isto porque considero a entrevista abaixo VERDADEIRA, fato que só pode revoltar pessoas minimamente sãs.
Leiam e reflitam sobre o que pode ser feito para a verdade aparecer.
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Trecho de uma entrevista do jornal Karachi Unmat com Bin Laden, datada de 28 de setembro de 2001:
“Você foi acusado de ter participação nos ataques a Nova York e Washington”, perguntou o correspondente da Unmat a Bin Laden. “O que você gostaria de dizer? Se você não participou, quem poderia ter sido?”
Resposta:
 “Eu já disse que eu não estou envolvido nos atentados de 11 de setembro nos Estados Unidos. Como muçulmano, eu tento fazer meu melhor para não mentir. Não sabia algo sobre os atentados, nem veria com bons olhos a morte de mulheres e crianças inocentes e outras pessoas. O Islã proíbe veementemente que façamos sofrer mulheres e crianças inocentes e outras pessoas. [...] Seja quem for que tenha feito os atentados de 11 de setembro não é um amigo do povo americano. Eu já falei que somos contra o sistema americano, não contra o povo americano, enquanto nestes atentados pessoas comuns foram mortas. [...] Os Estados unidos deveriam tentar encontrar os terroristas no próprio país; pessoas, que fazem parte do sistema, mas atuam contra ele. Ou aquelas que trabalham para um outro sistema. Pessoas que querem tornar o século atual em um século do conflito entre o Islã e o Cristianismo, para que sua própria nação, país ou ideologia possa sobreviver.[...]Pode ter sido qualquer um,, da Rússia até Israel, e da Índia até a Sérvia. No próprio EUA existem dúzias de grupos bem organizados e equipados, os quais podem provocar uma grande destruição. Além disso, você não deve esquecer os judeus norte-americanos, os quais estavam cheios de Bush desde as eleições na Flórida (A FALCATRUA QUE ELEGEU BUSH!) e queriam se vingar dele. Fora disso, existem os serviços secretos nos EUA, os quais recebem anualmente bilhões de dólares do Congresso e do governo. Na época da União Soviética, não havia problema algum em angariar este dinheiro, mas posteriormente este orçamento corria sério perigo. Por isso, eles precisavam de um inimigo”.

PS.- A seguir, o relato sobre  o enterro de Bin Laden, publicado a 26 de dezembro de 2001 em um jornal egípcio.
Aqui a tradução:


“al-Wafs, quarta-feira, 26 de dezembro de 2001, Vol 15 Nº 4633, notícia sobre a morte de Bin Laden e enterro há 10 dias. Islamabad-Paquistão. Um importante oficial do movimento afegão Talibã anunciou ontem a morte de Osama Bin Laden, o líder da organização Al-Qaeda. Ele disse, Bin Laden sofria graves complicações no pulmão e faleceu serenamente de morte natural. O oficial, que exigiu o anonimato, disse ao jornal ´The Observer of Pakistan`, que ele próprio estava presente ao enterro e ele tinha olhado sua face antes do enterro em Tora Borá, há 10 dias. Ele disse que 30 companheiros de sua Al-Qaeda estavam no enterro, assim como membros de sua família e alguns amigos do Talibã. Na cerimônia de encerramento para o descanso final, foi realizada uma salva de tiros. O oficial ainda disse que seria difícil achar o local exato da cova, pois de acordo com a tradição wahhabista nenhuma marcação indica o local. Ele salienta, seria improvável que os militares americanos encontrassem um dia apenas uma única pista de Bin Laden.
Artigo sobre a morte de Bin Laden 

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

O humanista Henry Ford

Amigos e Amigas. 
Segue abaixo um especial do New York Times sobre Henry Ford, onde ele mostrou sua utopia, seu sonho de acabar com as guerras. É impressionante ver a lucidez e a simplicidade desse grande industrial, um capitalista que não deixava de pensar em si e em seus lucros, mas nunca em cima da miséria da humanidade.
Não é preciso dizer que os outros capitalistas o odiavam e passaram muitos anos tentando massacrá-lo de todas as maneiras.
Conheçam o humanismo de Henry Ford.
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Foi perguntado ao Sr. Ford como é que isso era possível [acabar com a guerra no mundo].
Da seguinte maneira, é de fato muito simples quando se pensa nisso. A causa de todas as guerras é o ouro. Temos de demonstrar ao mundo através de Muscle Shoals, primeiro a praticabilidade e depois a vantagem de desalojar o ouro como base da moeda, substituindo-o pela perene riqueza natural do mundo.
Você não deseja a guerra, pois não? Se perguntar ao seu vizinho vai descobrir que ele também não quer guerra, e que o vizinho dele e a família dele pensam da mesma maneira. E se percorrer o mundo e bater a todas as portas verá que qualquer adulto, homem ou mulher, lhe vai dar a mesma resposta: 'Não, não. Deus nos livre da guerra.' Então, se todas as famílias do mundo se opõem à guerra, por que é que nós temos guerras? Já alguma vez vos ocorreu colocar essa questão?
Bem, há uma razão.
A guerra dá lucro. Não estou a dizer lucro moral, ou interesses religiosos ou rebelião espiritual através da violência, nem qualquer outro tipo de palermices.
Então, por que é que destruiria todo o ouro do mundo e proibiria a sua mineração? - Perguntaram-lhe.

De forma nenhuma! Ainda não me perceberam? O ouro como metal está certo. Não é tão útil como muitos outros metais, mas existem artes e outras finalidades nas quais pode ser útil. Não destruam uma onça [de ouro]; guardem-na para as artes e usos industriais. Mas não existe muito ouro no mundo. Através da sua escassez, o ouro adquiriu um valor fictício muito para além do seu valor como um metal útil.
Quero ser claro nisto. Os povos do mundo cometeram um erro que lhes custou gerações de escravatura financeira quando consentiram em fazer do ouro a base para a emissão da moeda. Não conseguiram ver que, por o ouro ser escasso – só existe cerca de 10.000.000.000 de dólares em ouro em todo o mudo – a sua oferta total pode ser controlada, pode ficar sob o domínio de um interesse ou grupo de interesses e, portanto, a moeda e o capital de todo o mundo podem ser controlados. E isso precisamente que aconteceu. Existe um grupo de banqueiros internacionais que hoje controlam a maior parte da oferta de ouro do mundo. Esse grupo tem os seus membros e os seus agentes em todos os países. Não interessa a que país, eles, como indivíduos, aleguem lealdade. Fazem todos o mesmo jogo: guardar o ouro que têm nas mãos e ir buscar o máximo possível.
Mas, tendo obtido o controle do ouro do mundo, tal tornou-se uma maldição para eles. Ouro acumulado não dá lucro. Têm de o manter a girar, lucrando ou perdendo o seu controle. Os tempos de paz com condições estáveis não o fazem girar com suficiente rapidez. A forma de colocar o ouro a dar mais lucro, de forma mais frequente, é criar uma grande procura [de ouro] sob a forma de empréstimos, mas sempre em moeda em lugar do ouro.
E a maneira de provocar uma enorme procura de empréstimos, à taxa de juro que os comerciantes de dinheiro ditarem, é criar uma guerra
.
Para eles, instigar, iniciar e enviar as pessoas para a guerra nada mais é que um mercado ativo para o dinheiro, uma questão de negócios. Se os diferentes países dos grupos de banqueiros internacionais estiveram em guerra, isso não faz diferença nenhuma. Não interessa quem perca a guerra; o importante é a quantidade de vultosos empréstimos feitos. O sistema do ouro ganha sempre. Os jovens dos 18 aos 30 combatem na guerra e são mutilados ou mortos. Os banqueiros internacionais estão a salvo e prósperos.
Há dez anos afirmei que tencionava usar todas as minhas capacidades e energia para acabar com a guerra. Nunca disse nada tão seriamente, e é por isso que quero a concessão de Muscle Shoals. Vejo uma forma que, se puder ser colocada em prática, fará mais para acabar com a guerra do que mil anos de agitação.
A principal perversidade do ouro, na sua relação com a guerra, é o fato de que pode ser controlado. Quebrem esse controle e acaba-se com a guerra. A única forma de quebrar o controle dos banqueiros internacionais, a forma de acabar a sua exploração para sempre, é acabar com o ouro como base da moeda do mundo.
O que é que fizeram há cem anos atrás sem um padrão ouro? A ideia de utilizar ouro como base monetária não é mais nem menos do que uma concepção dos banqueiros. Eles sabiam que se conseguissem estabelecer, por lei, o ouro como base da moeda, então poderiam controlar o capital do mundo, combinando os juros para controlar o ouro mundial.
É aqui que Muscle Shoals entra. Vejam que coisa espetacular temos aqui. Engenheiros do exército dizem que são necessários 40 milhões de dólares para terminar a grande barragem. Mas o Congresso está em fase de poupanças e não deseja arranjar esse dinheiro com impostos. A alternativa habitual é lançar Obrigações a trinta anos a 4 por cento [ao ano]. Os Estados Unidos, o maior Governo à face da terra, precisando de 40 milhões de dólares para terminar um grande benefício público é forçado a ir ter com os comerciantes de dinheiro para comprar o seu próprio dinheiro. Ao fim de trinta anos o Governo tem de pagar não apenas os 40 milhões de dólares, mas tem também de pagar 120 por cento de juros. Literalmente tem de pagar 88 milhões de dólares pela utilização de 40 milhões de dólares durante trinta anos.
E, durante todo esse tempo, é o próprio dinheiro do Governo. Os comerciantes de dinheiro nunca o criaram. Obtiveram-no originalmente do Governo. O Governo primeiro deu crédito e agora tem de pagar por aquilo que deu. Pensem nisso. Poderia alguma coisa ser mais infantil, mais contrária à lógica do negócio?! Agora, vejo uma maneira pela qual o Governo pode completar esta grande obra sem pagar um tostão aos comerciantes de dinheiro. A ideia é tão sólida como uma rocha e não tem senão um problema. A ideia é tão simples e fácil que, talvez, as pessoas não sejam capazes de apreender.
O Governo precisa de 40 milhões de dólares. São duas mil notas de vinte dólares. O Governo que proceda a uma emissão dessas notas e pague com elas todas as despesas ligadas à conclusão da barragem. Logo que a barragem esteja terminada, veremos tudo a funcionar e, em menos tempo do que se pensa, todos os 40 milhões de dólares podem ser retirados dos rendimentos da barragem.

Mas imagine que o empreiteiro se recuse a aceitar esse tipo de moeda como pagamento? - Perguntaram-lhe.
Não há nenhuma forma de isso acontecer. O empreiteiro iria aceitar Obrigações do Governo para pagamento, não era? Certamente! Vejam, - disse Henry Ford tirando uma nota de vinte dólares do bolso – ele não hesitaria em aceitar este tipo de dinheiro, pois não? Claro que não. Bom, o que é que está por trás de uma Obrigação ou desta nota que as tornam aceitáveis? Simplesmente isto: a boa-fé e o crédito do povo americano. E notas de vinte dólares emitidas pelo Governo para concluir este grande melhoramento público teriam tanta boa-fé e crédito do povo americano por trás como qualquer Obrigação ou outra moeda qualquer americana já alguma vez emitida. Como vêem, é apenas uma questão de fé no povo americano.
 
Mas o seu plano desordenaria o sistema monetário do mundo e poderia trazer males incalculáveis – disseram-lhe.
Não necessariamente. De forma nenhuma! Não temos de abolir nada. Nem sequer temos de abolir o padrão ouro. Esqueçam simplesmente que existe um padrão ouro e, sempre que o Governo precisar de dinheiro para uma grande obra pública, em vez de pensarem em Obrigações com juros pesados, pensem em moeda redimível sem juros. Vocês têm consciência da quantia em juros que o nosso Governo paga? Vocês compreendem que 80 centavos de cada dólar arrecadado em impostos é gasto no pagamento de juros? (Isto em 1920!) A dívida nacional não é mais nem menos do que o montante da dívida em juros da nação. Qualquer obra pública neste país significa um aumento da dívida nacional. O montante de juros está a destruir todo o nosso sistema financeiro. Temos de parar algures.

Mas, num certo sentido, não haveria segurança por trás deste tipo de dinheiro – alguém sugeriu.
Haveria a melhor segurança do mundo. Têm aqui um rio capaz de fornecer um milhão de cavalos-vapor [aproximadamente 760 milhões de watts]. Está aqui há, digamos, 100 milhões de anos. Estará aqui enquanto houver chuva e montanhas a despejar a água da chuva para os rios. Esta energia é riqueza numa forma produtiva. Bem, o que é que é mais resistente, mais seguro? Este lugar de energia e o seu desenvolvimento, ou os vários barris de ouro necessários para fazer 40 milhões de dólares? Este sítio, com todas as suas possibilidades energéticas, estará aqui muito depois do edifício das finanças ficar em ruínas. Mas vocês fizeram alguma estimativa?
Nós fizemos. Vamos tê-la pronta quando o Congresso quiser ouvir este plano. O dólar americano padrão vale aproximadamente uma vigésima parte de uma onça de ouro. Sob o novo sistema monetário, uma certa quantidade de energia exercida durante uma hora seria igual a um dólar. É simplesmente uma forma de pensar e calcular em termos diferentes do que aqueles que nos são fornecidos pelo grupo de banqueiros internacionais, nos quais crescemos tão habituados a pensar que julgamos que não existe outro padrão desejável. Temos de mudar as nossas mentalidades em relação a esta questão. A única diferença entre o plano da moeda e o plano das Obrigações é que no primeiro não existe juro a pagar e os comerciantes de dinheiro de Wall Street, que não fazem nada para construir a barragem e não merecem nada, não recebem um tostão.
 
Mas como é que tudo isto vai acabar com as guerras?
Simplesmente porque se for experimentado aqui em Muscle Shoals, este plano será um sucesso tão esmagador e extraordinário que o povo americano nunca mais consentirá na emissão de uma Obrigação a pagar juros para uma obra nacional. Quando o Governo precisar de dinheiro vai emitir moeda suportada pela riqueza natural perene. Os outros países, ao observarem o nosso sucesso, atuarão da mesma forma. A função do comerciante de dinheiro terá desaparecido.

Qual seria a atitude dos outros países ao aceitarem este dinheiro baseado em Muscle Shoals? - Perguntaram-lhe.
Não haveria nenhuma dificuldade nisso. Alguma da nossa moeda, mesmo hoje, não é aceite por países estrangeiros no pagamento de dívidas; o ouro é a base internacional. Muscle Shoals é um assunto nacional e não internacional. Este dinheiro só seria usado no país.
 
Pensa que o Congresso responderá favoravelmente à sua sugestão?
Bem, sobre isso não sei. Talvez não, mas aposto que o americano médio se vai perceber da retidão, da solidez e do bom sendo disto. Mas, qualquer que seja o resultado desta sugestão, agirei no sentido de que nenhum especulador ganhe dinheiro de Muscle Shoals. Mesmo que tenha eu de ficar com toda a emissão de Obrigações, farei com que o juro vá no sentido de baixar o custo da obra. Compreendam que estou a sugerir uma forma melhor de financiar este projeto, mas se não acontecer assim, estaremos prontos para fazer o nosso melhor para poupar o povo da enorme carga de juros, suportando-o nós e devolvendo-o.
A minha ambição não é ser dono de Muscle Shoals, mas terminá-lo, desenvolvê-lo, colocá-lo em funcionamento e prepará-lo para que nunca possa vir a ser explorado para fins privados, e que fique sempre ao serviço de todo o povo, que seja sua propriedade e operado em seu benefício."

A Anne Frank brasileira

Amigos e amigas!
Achei importante postar este artigo que encontrei nas minhas 'fuçações internetais'.
Trata de uma 'sobrevivente' brasileira da 2ª Guerra que foi entrevistada por Spielberg. Ela contou que conheceu a verdadeira Anne Frank e também escreveu um diário.
Neste artigo (que resumi por ser muito extenso), algumas 'pérolas' saltam por serem HISTÓRICA E OFICIALMENTE impossíveis.
É mais um daqueles tristes casos em que pessoas inescrupulosas tentam lucrar o seu em cima de sofrimentos legítimos. E a 2ª Guerra é pródiga em produzir esse tipo de excrescência. (Vide o tópico do 'sobrevivente herman rosenblat')
Para evitar que sejam feitos de bobos, o Palavra Livre se vê na obrigação de lhes revelar a Sra. Lívia Jaffe, a "Anne Frank brasileira".
Boa leitura! 
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1) A “Anne Frank brasileira” alega que chegou a Auschwitz no dia 4 de junho de 1940, viajando num trem de porcos, onde também se encontrava seu futuro marido. Ela teria 14 anos. Da cidade de Senta, na Iugoslávia, teria sido conduzida - igualmente num trem de porcos - para a Hungria, antes de ser despachada para Auschwitz. Logo que chegaram teriam sido selecionadas “para esquerda e para direita”. Sua mãe tentou escondê-la no seu casaco para não ser separada, mas um soldado tirou-a da mãe, que foi conduzida para o crematório, com duas sobrinhas de 4 e 6 anos. “Anne” alega ter sido testemunha ocular do assassinato de sua mãe num crematório.
Sua chegada a Auschwitz no dia 4 de junho de 1940 não confere com a realidade histórica. De acordo com o livro “Auschwitz”, publicação oficial vendida no próprio campo nos dias de hoje, somente em 27 de abril daquele ano foi autorizada a construção do campo de concentração de Auschwitz e, conforme, consta na página 13 desse livro oficial, somente no dia 14 de junho de 1940 chegaram os primeiros prisioneiros-operários para ajudar na construção do complexo: eram 728 presidiários poloneses. E todos homens.

Também é conflitante sua afirmação de ter sido “selecionada” naquela data, pois as primeiras seleções “para a vida ou para a morte”, conforme os relatos de famosos “sobreviventes” e “historiadores” exterminacionistas, teriam acontecido nas rampas de desembarque de Birkenau, e não em Auschwitz, e muito menos, no dia 4 de junho de 1940, mas - pasmem - em 1943, ou seja, três anos após a chegada de “Anne”.

É totalmente impossível ela ter sido “testemunha ocular” do “gaseamento” de sua mãe, pois, sempre de acordo com o livro oficial do campo, à pagina 28, somente no dia 3 de setembro de 1941 teria sido feita a primeira experiência de gaseamento de prisioneiros, uma informação - como a quase totalidade de tudo que se afirma sobre o assunto - sem base documental. De qualquer forma, teria sido um ano e três meses após a data indicada pela nossa “Anne”.

2) A “Anne Frank brasileira” relata que “Bebíamos água preta para nos esquentarmos. O pão que nos davam não dava pra morder: parecia um tijolo”. Conta também que em Auschwitz existiam 30 blocos, cada um comportando de mil a 30 mil pessoas e que cada um era dividido com arame farpado eletrificado. Fala em oito crematórios “que estavam sempre em chamas”. Ela dormia numa mesma cama com doze outras mulheres. Era tão apertado que, à noite, tinham que combinar a hora que deviam acordar para virar-se para o outro lado. “Era uma lata de sardinhas”.
O livro oficial citado acima informa que as refeições tinham um mínimo de 1.300 calorias para quem fazia trabalho leve e 1.700 para quem trabalhava pesado. Em Auschwitz, realmente existem 30 excelentes prédios, incluindo a cozinha-refeitório. É totalmente falsa a versão de “Anne” de que cada bloco ou prédio fosse dividido com arame farpado eletrificado. Somente a totalidade do conjunto, com amplas avenidas, era cercada por cercas duplas eletrificadas separadas entre si e possuía torres com guardas. As demais edificações internas, onde se fabricavam móveis, roupas, etc, não possuíam nenhuma cerca.

Para evitar fugas - que realmente aconteciam - os internos recebiam uma tatuagem com número de identificação no braço para uma fácil e rápida identificação quando recapturados. A informação de que Auschwitz possuía de 30 mil a 900 mil (!) internos, identifica claramente que esta “sobrevivente” nunca esteve em Auschwitz, nunca esteve sequer num estádio de futebol com 30 mil pessoas, não conhece uma cidade de 900 mil habitantes, acredita que somos todos idiotas ou, talvez, necessite de um tratamento psiquiátrico: todas as pesquisas - até dos círculos exterminacionistas - indicam uma população carcerária média de 12 mil pessoas. Os oito crematórios existiram somente na sua fantasiosa imaginação: em Auschwitz existiu apenas UM crematório - não câmara de gás - para incineração dos mortos e que começou a operar - segundo o livro oficial - em novembro de 1941, portanto, um ano e cinco meses após a sua pretensa chegada e funcionou até fins de maio de 1943, quando foi transformado em abrigo antiaéreo.

Por fim, imagine treze mulheres numa cama individual - que podem ser vistas em Auschwitz até hoje. A mulher de baixo agüentaria o peso das outras doze? Ao invés de combinarem a hora de trocarem de lado, teria sido melhor trocarem de posição, dando uma chance para a de baixo, caso ainda estivesse viva…

3) A “Anne Frank brasileira” teve a sorte de ser escolhida para trabalhar na cozinha. Mas precisava roubar comida para manter-se viva: “Para mim, era a maior delícia, um verdadeiro banquete quando conseguia roubar um punhado de cascas de batatas”.
De acordo com os outros depoimentos pesquisados, todos afirmam que gostavam de trabalhar na cozinha, onde podiam comer à vontade, além de ser um trabalho relativamente fácil. Nossa “Anne”, porém, por motivos totalmente inexplicados, tinha que roubar comida para manter-se viva…

Ainda bem que não eram cascas de batatas podres, conforme depoimento idêntico (padrão?) dado em programa televisivo pela esposa do nada saudoso Ben Abraham, outro “sobrevivente” famoso que agia no Brasil…

4) Relatou a “Anne Frank brasileira”: “E quando éramos pegas roubando comida vinha o castigo dos nazistas: nós, adolescentes, tínhamos de ficar olhando fixamente, sob a mira das armas dos nazistas, como funcionavam os fornos de extermínio (uma nova categoria de máquina letal, apresentada em primeira mão naquela reportagem). Tínhamos de ficar olhando, sem desviar os olhos, os caminhões (plural) cheios de crianças chorando, crianças que eram levadas para as câmaras de gás”.
Esta afirmação de que eram obrigadas a ficar olhando fixamente o funcionamento dos fornos de extermínio é inédita. Repita-se que os fornos crematórios destinavam-se a incinerar pessoas já mortas.

Conforme o especialista norte-americano em câmaras de gás, Fred Leuchter Jr., a comissão oficial de pesquisa polonesa e outros pesquisadores abalizados, nunca existiu uma única câmara de gás para execução de pessoas em Auschwitz. O que existiram foram instalações para desinfecção e despiolhamento de roupas e utensílios, pequenas demais para alojar pessoas e que podem ser vistas por pesquisadores até os dias de hoje.

5) “Anne Frank brasileira”: “Eu costumava, em Auschwitz, colocar as minhas mãos entre o arame farpado e eletrificado, para trocar coisas com os moradores que viviam nas imediações do campo de concentração”.
Para começar, as cercas eram de arames eletrificados com uma energia mortal de 2.200 volts e com uma distância de aproximadamente 10 centímetros entre cada fio. Também seria impossível ela não ser vista pelos guardas nas torres de observação. E supondo que ninguém a observasse - nem às pessoas do lado de fora que participassem das trocas - então, além da coragem e sangue frio extraordinários, nossa “Anne” teria que ter um braço com mais de dois metros de comprimento, pois o campo era totalmente cercado com cerca eletrificada dupla, com uma distância de mais de dois metros entre cada uma, tornando humanamente impossível qualquer contato!

6) Nossa “Anne Frank”, apesar de roubar costumeiramente mantimentos, um dia, foi punida pelos nazistas por roubo que não fez. Uma injustiça. E desta vez os nazistas realmente exageraram: iam levá-la diretamente para a “câmara de gás”. Porém, um oficial resolveu poupá-la (!?). Então obrigaram-na a ajoelhar-se, em público, sobre pedregulhos “e, com as duas mãos para cima, olhando para frente, tive de ficar segurando, por cinco horas, uma pedra de dez quilos (sic). Depois disso, fiquei tão machucada que não conseguia andar. Demorou dez dias para que eu voltasse a caminhar”.
Isto é simples de se tirar a prova: pegue dois sacos de arroz (5 kg cada), erga acima da cabeça e sustente por 10 minutos. Não precisa ficar ajoelhado. Se agüentar, fique mais 10 e assim por diante. Se passar da “primeira fase”, você já será uma FERA!

Em tempo: O “diário” da Sra. Lívia Jaffe, a “Anne Frank brasileira”, só pode ter sido escrito bem depois da guerra (apesar de ser apresentado como documento da época, com separações por dias, como se fossem assentamentos feitos in loco). Afinal, podemos indagar como, no meio de todos aqueles tormentos relatados, ela achava ainda tempo e condições de escrever - e conservar para a posteridade - um diário.


Creia, se quiser. Ou puder.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Poesias Tridimensionais 3

Amigos e amigas.
Reforço meu aviso para que vocês exercitem suas capacidades interpretativas ao ler estes poemas tridimensionais.
Penso que é esse o it deles: Qual pontuação me é mais correta ou agradável neste trecho? Ponto final? Vírgula? Dois pontos? Qual inflexão ou entonação melhor coaduna com o texto? Individualmente ou juntando as duas?
Meu maior desejo é que vocês se divirtam com isto.
Abraços.
FAB29

Arraigada

O tempo não tem matiz...às vezes, me esqueço
A vida é apenas já...tudo nos engana
Como poder ser feliz?...tudo tem seu preço
Precisamos nos amar...nesta vida insana

A alma é nossa matriz...só eu envelheço
O corpo vai se acabar...nessa dor mundana
Tantas maldades sutis...Ê, mundo ao avesso!
Tanto temos a amargar...Ê, paz desumana!

Esta dor de todos nós...é marca candente
Tenta calar nossa voz...terminantemente
Insidiosa aflição...na mente arraigada

Ao se tentar reverter...o imenso desejo
Para se poder crescer...partindo do ensejo
Perde-se a condição...de ser tudo ou nada


Imensurável

Eu quero viver...o meu mundo imaginário
Solto por aí...no leve bater das asas
Ávido por ser...um precioso canário
A paixão em si...sem peias, portos, casas,...

Ah, doce poder...guardião do relicário
Esse frenesi...intensidade sem pausas
Desejos de ter...todo o tempo sem horário
Tudo o que pedi...com seus efeitos e causas

Com você pra mim...desconheço a inverdade
Doce querubim...sem mágoa, sem veleidade,
Poderei sonhar...sem medo da escuridão

Tudo o que há de bom...neste universo infinito
Cada brilho e tom...tudo o que pode ser dito
Vai me completar...nada mais que uma fração


Adeus

Coração vestal...querendo atenção sincera
Corando as maçãs...do rosto que adora e brinda
Distância abissal...entre um deus e uma quimera
De horrores e afãs...existe um homem ainda

Corpo angelical...que tenta acalmar a fera
Nas doces manhãs...do meu coração...Ah, linda!...
Um bem perenal...que sabe que o amor gera
Nas vontades vãs...a felicidade infinda

Sinto muito, amor,...pela dor que agora sentes
Pelo dissabor...em caudalosas correntes
Que ora te invadiu...não há razão pra sorrires

Tanto quis te amar...pelo poder do infinito
Mas só fiz deixar...o brilho do teu espírito
Teu olhar febril...me seguirá ao partires

Fazendo Justiça!

Amigos e amigas!
O título é meio clichê, mas creio ser o mais apropriado!
Tantas coisas que 'sabemos' não são nada daquilo que nos contaram. Eu quero me ater a três fatos (duas invenções e uma formulação) quase notórios e que, durante minhas infância e adolescência, me foram imputados e impetrados como verdades: as invenções do telefone e do rádio e a formulação da Teoria da Relatividade.
Peguei textos da internet e os resumi aqui. As duas invenções já foram oficialmente homologadas e creditadas a seus reais inventores. Mas a grande 'IMPRENÇA' e a 'DESEDUCAÇÃO' oficial não avisaram ao grande público, que permanece na escuridão.
Deem uma lidinha. É bem resumido.
Abraços.
FAB29

ANTONIO MEUCCI
"O Verdadeiro Inventor do Telefone"

Antonio Santi Giuseppe Meucci, Nasceu em San Frediano, atualmente um bairro de Florença, na Itália, em 13 de Abril de 1808. (...)

A maioria de nós aprendeu a ver em Alexander Graham Bell, através da história, a figura romântica de um inventor com traço e encanto. Algumas destas impressões favoráveis devem ter vindo da apócrifa, mas famosa frase: "Come here, Watson. I want you" (...)

Apesar de muito trabalhar, os anos que se seguiram trouxeram pobreza crescente para um amargurado e desencorajado Meucci que, não obstante, continuou a produzir uma série de invenções novas. Sua precária situação financeira, entretanto, obrigou-o, amiúde, a vender os direitos das suas invenções e, apesar disso, permanecia sem os recursos para tirar a patente final do telefone.

No final da década de 1860, um evento dramático, no qual Meucci teve severas queimaduras, durante a explosão do navio a vapor Westfield, retornando para New York, levou as coisas para um estado ainda mais trágico. Enquanto Meucci jazia no hospital, miraculosamente vivo após o desastre, sua esposa vendeu muitos dos seus modelos de trabalho (inclusive um protótipo do telefone), assim como outros materiais, a um negociante de objetos usados, por seis dólares. Quando Meucci tentou comprar de volta estes preciosos objetos, foi informado de que haviam sido revendidos "a um jovem desconhecido". (...)

Em 1876, Alexander Graham Bell requereu uma patente que não descrevia realmente o telefone, mas referia-se a ele como tal. Quando Meucci soube disto, instruiu seu advogado a entrar com protesto junto ao Escritório de Patentes dos Estados Unidos (U.S. Patent Office), em Washington, algo que nunca foi feito. Não obstante, um amigo contactou Washington, tendo sabido que todos os originais referentes ao "telégrafo falante", registrados por Meucci no Caveat or Notice of Intent, "tinham sido perdidos". Uma investigação posterior produziu evidências de relacionamentos ilegais, ligando determinados empregados do U.S. Patent Office a funcionários da Bell Company. (...)

Apesar de uma declaração pública da Secretaria de Estado (Secretary of State), de que "existia prova suficiente para dar a prioridade a Meucci na invenção do telefone", e apesar do fato dos Estados Unidos iniciarem uma acusação por fraude contra a patente da Bell, essa ação foi postergada, ano após ano, até a morte de Meucci, em New York-EUA, no ano de 1896, quando o caso foi encerrado. (...)

Finalmente, no ano de 2002, a justiça começa a ser restabelecida, pois a patente desse importante invento, outrora 'atribuído' a Graham Bell, foi reconsiderado pelo Congresso dos Estados Unidos, em sua Resolução 269, de 11 de Junho de 2002, em favor do seu verdadeiro inventor: Antonio Meucci.
Só falta contarem para o mundo, que até hoje dá os créditos a Graham Bell...!

Fonte: http://www.nossosaopaulo.com.br/Reg_SP/Barra_Escolha/B_AntonioMeucci.htm

NIKOLA TESLA E O RÁDIO 

No caso do rádio, a coisa foi parecida, mas não demorou tanto tempo para ser reparada oficialmente. Se bem que a injustiça não foi menor.
Nikola Tesla nasceu em 9 de julho de 1856, na vila de Smiljan, na Croácia, exatamente à meia noite. Durante sua infância, Tesla adoeceu repetidamente. Ele sofria particularmente de um mal no qual flashes cegantes de luz apareciam diante de seus olhos, frequentemente acompanhados de alucinações. Na maioria dos casos, as visões eram ligadas a uma palavra ou item que ele poderia vir a encontrar no futuro, simplesmente ao ouvir o nome do item, ele involuntariamente o visualisava em perfeitos detalhes. Os flashes e imagens causavam grande desconforto a Tesla, e quando ele atingiu sua adolescência, aprendeu a reprimi-los exceto em certos casos de stress. Quando eles ocorriam, tinham uma natureza que poderia ser descrita como psicótica.
Sabemos que qualquer aparelho é uma montagem com dezenas de aparelhos menores que executam uma função específica. Cada pedaço tem uma patente que precisa ser reconhecida. Imaginem o primeiro rádio, o seu tamanho e complexidade. Era um verdadeiro 'FRANKESTEIN'!
Pois bem: Tesla estava consciente de que Guglielmo Marconi estava usando 23 patentes suas sem permissão, mas, idealista que era, não se importou por estar concentrado em muitas outras coisas, além de acreditar que Marconi estava trabalhando para o bem da humanidade, como ele preconizava a si próprio.
Tesla só foi 'acordar' quando Marconi apresentou com estardalhaço o rádio. Ele patenteou o invento sem dar nenhum crédito ao gênio croata. Este entrou com um processo que se estendeu por décadas até que, em 1943, a justiça norte americana oficializou Tesla como o verdadeiro inventor do rádio.
A triste ironia é que Tesla não desfrutou nada desse reconhecimento, pois morrera dois meses antes, na mais completa solidão, miséria e esquecimento. Safadeza maior, porém, foi que , na minha vida estudantil inteira, eu sempre "aprendi" que fora Marconi o inventor do rádio. Por que motivo sustentar tal mentira?

EINSTEIN E A RELATIVIDADE
 
Abaixo, a entrevista concedida por César Lattes, cientista brasileiro descobridor da partícula subatômica méson pi, ao jornal Diário do Povo, Campinas, 5 de julho de 1996.
 
César Lattes — Einstein é uma fraude. Ele não sabia a diferença entre uma grandeza física e uma medida de grandeza. Uma falha elementar.

D.P. — E onde exatamente ele cometeu a falha da qual o senhor está falando?

César Lattes — Quando ele plagiou a Teoria da Relatividade do físico e matemático francês Henri Poincaré, em 1.905.

A Teoria da Relatividade não é invenção dele. Já existe há séculos. Vem da Renascença, de Leonardo Da Vinci, Galileu e Giordano Bruno. Quem realizou os cálculos corretos para a Relatividade foi Poincaré.

A fama de Einstein é mais fruto do seu lobby do que do seu mérito como cientista.

Ele plagiou a Teoria da Relatividade. Se você pegar o livro de História da Física, de Whittaker, você verá que a Teoria da Relatividade é atribuída a Henri Poincaré e Hendrik Lorentz.

Na primeira edição da teoria da relatividade de Einstein, que ele chamou de Teoria da Relatividade Restrita, ele confundiu medida com grandeza. Na segunda edição, a Teoria da Relatividade Geral, ele confundiu o número com a medida. Uma grande bobagem.

D.P. — Então o senhor considera a Teoria da Relatividade errada? Aquela famosa equação E=MC² está errada?

César Lattes — A equação está certa. É do Henri Poincaré. Já a teoria da relatividade do Einstein está errada. E há vários indícios que comprovam esse ponto de vista.

D.P. — Mas professor, periodicamente lemos que "mais uma teoria de Einstein foi comprovada"...

César Lattes — É a turma dele, o lobby, que continua a alimentar essa lenda. Tem muita gente ganhando a vida ensinando as teorias do Einstein.

D.P. — Mas, e o Prêmio Nobel que ele ganhou por sua pesquisa sobre o efeito fotoelétrico em 1.921?

César Lattes — Foi uma teoria furada. A luz é principalmente onda. Ele disse que a luz viajava como partícula. Está errado, é somente na hora da emissão da luz que ela se apresenta como partícula. E essa constatação já tinha sido feita por Max Planck.

Em 1905, Einstein, funcionário de terceira-classe do Escritório Suíço de Patentes, roubou a "Teoria da Relatividade" desenvolvida pelo físico e matemático francês Henri Poincaré, em associação com Hendrik Lorentz, e a publicou como se dele fosse! Ainda em relação a teoria, foi em 1906 que Poincaré a expôs, num congresso de cientistas, mais precisamente, Sur la dynamique de l’électron, publicado pelo Circolo Matematico di Palermo, t. 21, p. 129-176, em 1906. Se tal publicação é de 1906, segundo Lattes, o trabalho de Poincaré é do ano anterior, portanto, de 1905. Se em 1906, a fórmula já era E= mc², por que em 1911 E= mc² passou a ser diferente nas mãos de Einstein?

Fonte: http://verdade1945.blogspot.com/2008_09_01_archive.html

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

A "istória" de Herman Rosenblat.

Amigos e amigas.
No link abaixo, temos um vídeo de uma reportagem da rede ABC sobre um "ixperto" que se aproveitou das tantas histórias (verídicas ou não) sobre o holocausto e ganhou fama e muito dinheiro.
Seu desmascaramento é um ótimo exemplo contra esses fraudadores que se aproveitam do sofrimento legítimo de tanta gente pra lucrar descaradamente.
O Palavra Livre repudia tais promiscuidades.
FAB29