Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Fazendo Justiça!

Amigos e amigas!
O título é meio clichê, mas creio ser o mais apropriado!
Tantas coisas que 'sabemos' não são nada daquilo que nos contaram. Eu quero me ater a três fatos (duas invenções e uma formulação) quase notórios e que, durante minhas infância e adolescência, me foram imputados e impetrados como verdades: as invenções do telefone e do rádio e a formulação da Teoria da Relatividade.
Peguei textos da internet e os resumi aqui. As duas invenções já foram oficialmente homologadas e creditadas a seus reais inventores. Mas a grande 'IMPRENÇA' e a 'DESEDUCAÇÃO' oficial não avisaram ao grande público, que permanece na escuridão.
Deem uma lidinha. É bem resumido.
Abraços.
FAB29

ANTONIO MEUCCI
"O Verdadeiro Inventor do Telefone"

Antonio Santi Giuseppe Meucci, Nasceu em San Frediano, atualmente um bairro de Florença, na Itália, em 13 de Abril de 1808. (...)

A maioria de nós aprendeu a ver em Alexander Graham Bell, através da história, a figura romântica de um inventor com traço e encanto. Algumas destas impressões favoráveis devem ter vindo da apócrifa, mas famosa frase: "Come here, Watson. I want you" (...)

Apesar de muito trabalhar, os anos que se seguiram trouxeram pobreza crescente para um amargurado e desencorajado Meucci que, não obstante, continuou a produzir uma série de invenções novas. Sua precária situação financeira, entretanto, obrigou-o, amiúde, a vender os direitos das suas invenções e, apesar disso, permanecia sem os recursos para tirar a patente final do telefone.

No final da década de 1860, um evento dramático, no qual Meucci teve severas queimaduras, durante a explosão do navio a vapor Westfield, retornando para New York, levou as coisas para um estado ainda mais trágico. Enquanto Meucci jazia no hospital, miraculosamente vivo após o desastre, sua esposa vendeu muitos dos seus modelos de trabalho (inclusive um protótipo do telefone), assim como outros materiais, a um negociante de objetos usados, por seis dólares. Quando Meucci tentou comprar de volta estes preciosos objetos, foi informado de que haviam sido revendidos "a um jovem desconhecido". (...)

Em 1876, Alexander Graham Bell requereu uma patente que não descrevia realmente o telefone, mas referia-se a ele como tal. Quando Meucci soube disto, instruiu seu advogado a entrar com protesto junto ao Escritório de Patentes dos Estados Unidos (U.S. Patent Office), em Washington, algo que nunca foi feito. Não obstante, um amigo contactou Washington, tendo sabido que todos os originais referentes ao "telégrafo falante", registrados por Meucci no Caveat or Notice of Intent, "tinham sido perdidos". Uma investigação posterior produziu evidências de relacionamentos ilegais, ligando determinados empregados do U.S. Patent Office a funcionários da Bell Company. (...)

Apesar de uma declaração pública da Secretaria de Estado (Secretary of State), de que "existia prova suficiente para dar a prioridade a Meucci na invenção do telefone", e apesar do fato dos Estados Unidos iniciarem uma acusação por fraude contra a patente da Bell, essa ação foi postergada, ano após ano, até a morte de Meucci, em New York-EUA, no ano de 1896, quando o caso foi encerrado. (...)

Finalmente, no ano de 2002, a justiça começa a ser restabelecida, pois a patente desse importante invento, outrora 'atribuído' a Graham Bell, foi reconsiderado pelo Congresso dos Estados Unidos, em sua Resolução 269, de 11 de Junho de 2002, em favor do seu verdadeiro inventor: Antonio Meucci.
Só falta contarem para o mundo, que até hoje dá os créditos a Graham Bell...!

Fonte: http://www.nossosaopaulo.com.br/Reg_SP/Barra_Escolha/B_AntonioMeucci.htm

NIKOLA TESLA E O RÁDIO 

No caso do rádio, a coisa foi parecida, mas não demorou tanto tempo para ser reparada oficialmente. Se bem que a injustiça não foi menor.
Nikola Tesla nasceu em 9 de julho de 1856, na vila de Smiljan, na Croácia, exatamente à meia noite. Durante sua infância, Tesla adoeceu repetidamente. Ele sofria particularmente de um mal no qual flashes cegantes de luz apareciam diante de seus olhos, frequentemente acompanhados de alucinações. Na maioria dos casos, as visões eram ligadas a uma palavra ou item que ele poderia vir a encontrar no futuro, simplesmente ao ouvir o nome do item, ele involuntariamente o visualisava em perfeitos detalhes. Os flashes e imagens causavam grande desconforto a Tesla, e quando ele atingiu sua adolescência, aprendeu a reprimi-los exceto em certos casos de stress. Quando eles ocorriam, tinham uma natureza que poderia ser descrita como psicótica.
Sabemos que qualquer aparelho é uma montagem com dezenas de aparelhos menores que executam uma função específica. Cada pedaço tem uma patente que precisa ser reconhecida. Imaginem o primeiro rádio, o seu tamanho e complexidade. Era um verdadeiro 'FRANKESTEIN'!
Pois bem: Tesla estava consciente de que Guglielmo Marconi estava usando 23 patentes suas sem permissão, mas, idealista que era, não se importou por estar concentrado em muitas outras coisas, além de acreditar que Marconi estava trabalhando para o bem da humanidade, como ele preconizava a si próprio.
Tesla só foi 'acordar' quando Marconi apresentou com estardalhaço o rádio. Ele patenteou o invento sem dar nenhum crédito ao gênio croata. Este entrou com um processo que se estendeu por décadas até que, em 1943, a justiça norte americana oficializou Tesla como o verdadeiro inventor do rádio.
A triste ironia é que Tesla não desfrutou nada desse reconhecimento, pois morrera dois meses antes, na mais completa solidão, miséria e esquecimento. Safadeza maior, porém, foi que , na minha vida estudantil inteira, eu sempre "aprendi" que fora Marconi o inventor do rádio. Por que motivo sustentar tal mentira?

EINSTEIN E A RELATIVIDADE
 
Abaixo, a entrevista concedida por César Lattes, cientista brasileiro descobridor da partícula subatômica méson pi, ao jornal Diário do Povo, Campinas, 5 de julho de 1996.
 
César Lattes — Einstein é uma fraude. Ele não sabia a diferença entre uma grandeza física e uma medida de grandeza. Uma falha elementar.

D.P. — E onde exatamente ele cometeu a falha da qual o senhor está falando?

César Lattes — Quando ele plagiou a Teoria da Relatividade do físico e matemático francês Henri Poincaré, em 1.905.

A Teoria da Relatividade não é invenção dele. Já existe há séculos. Vem da Renascença, de Leonardo Da Vinci, Galileu e Giordano Bruno. Quem realizou os cálculos corretos para a Relatividade foi Poincaré.

A fama de Einstein é mais fruto do seu lobby do que do seu mérito como cientista.

Ele plagiou a Teoria da Relatividade. Se você pegar o livro de História da Física, de Whittaker, você verá que a Teoria da Relatividade é atribuída a Henri Poincaré e Hendrik Lorentz.

Na primeira edição da teoria da relatividade de Einstein, que ele chamou de Teoria da Relatividade Restrita, ele confundiu medida com grandeza. Na segunda edição, a Teoria da Relatividade Geral, ele confundiu o número com a medida. Uma grande bobagem.

D.P. — Então o senhor considera a Teoria da Relatividade errada? Aquela famosa equação E=MC² está errada?

César Lattes — A equação está certa. É do Henri Poincaré. Já a teoria da relatividade do Einstein está errada. E há vários indícios que comprovam esse ponto de vista.

D.P. — Mas professor, periodicamente lemos que "mais uma teoria de Einstein foi comprovada"...

César Lattes — É a turma dele, o lobby, que continua a alimentar essa lenda. Tem muita gente ganhando a vida ensinando as teorias do Einstein.

D.P. — Mas, e o Prêmio Nobel que ele ganhou por sua pesquisa sobre o efeito fotoelétrico em 1.921?

César Lattes — Foi uma teoria furada. A luz é principalmente onda. Ele disse que a luz viajava como partícula. Está errado, é somente na hora da emissão da luz que ela se apresenta como partícula. E essa constatação já tinha sido feita por Max Planck.

Em 1905, Einstein, funcionário de terceira-classe do Escritório Suíço de Patentes, roubou a "Teoria da Relatividade" desenvolvida pelo físico e matemático francês Henri Poincaré, em associação com Hendrik Lorentz, e a publicou como se dele fosse! Ainda em relação a teoria, foi em 1906 que Poincaré a expôs, num congresso de cientistas, mais precisamente, Sur la dynamique de l’électron, publicado pelo Circolo Matematico di Palermo, t. 21, p. 129-176, em 1906. Se tal publicação é de 1906, segundo Lattes, o trabalho de Poincaré é do ano anterior, portanto, de 1905. Se em 1906, a fórmula já era E= mc², por que em 1911 E= mc² passou a ser diferente nas mãos de Einstein?

Fonte: http://verdade1945.blogspot.com/2008_09_01_archive.html

2 comentários:

  1. Estes já conhecia e postei no meu blog. Mesmo assim obrigado.
    Na verdade, gostaria, caso houvessem e fossem conhecidos, outros casos envolvendo os 'eleitos'.

    Abraços, Cobalto

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    1. Será uma missão quilométrica, meu caro.
      O que eles mais fazem é ir apagando seus rastros podres. Até frases de seus "ilustres" representantes são distorcidas ou delegadas a outros.
      Mas boa sorte. Avise de seus progressos e farei o mesmo.
      Abraço.

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