Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

A Anne Frank brasileira

Amigos e amigas!
Achei importante postar este artigo que encontrei nas minhas 'fuçações internetais'.
Trata de uma 'sobrevivente' brasileira da 2ª Guerra que foi entrevistada por Spielberg. Ela contou que conheceu a verdadeira Anne Frank e também escreveu um diário.
Neste artigo (que resumi por ser muito extenso), algumas 'pérolas' saltam por serem HISTÓRICA E OFICIALMENTE impossíveis.
É mais um daqueles tristes casos em que pessoas inescrupulosas tentam lucrar o seu em cima de sofrimentos legítimos. E a 2ª Guerra é pródiga em produzir esse tipo de excrescência. (Vide o tópico do 'sobrevivente herman rosenblat')
Para evitar que sejam feitos de bobos, o Palavra Livre se vê na obrigação de lhes revelar a Sra. Lívia Jaffe, a "Anne Frank brasileira".
Boa leitura! 
FAB29


1) A “Anne Frank brasileira” alega que chegou a Auschwitz no dia 4 de junho de 1940, viajando num trem de porcos, onde também se encontrava seu futuro marido. Ela teria 14 anos. Da cidade de Senta, na Iugoslávia, teria sido conduzida - igualmente num trem de porcos - para a Hungria, antes de ser despachada para Auschwitz. Logo que chegaram teriam sido selecionadas “para esquerda e para direita”. Sua mãe tentou escondê-la no seu casaco para não ser separada, mas um soldado tirou-a da mãe, que foi conduzida para o crematório, com duas sobrinhas de 4 e 6 anos. “Anne” alega ter sido testemunha ocular do assassinato de sua mãe num crematório.
Sua chegada a Auschwitz no dia 4 de junho de 1940 não confere com a realidade histórica. De acordo com o livro “Auschwitz”, publicação oficial vendida no próprio campo nos dias de hoje, somente em 27 de abril daquele ano foi autorizada a construção do campo de concentração de Auschwitz e, conforme, consta na página 13 desse livro oficial, somente no dia 14 de junho de 1940 chegaram os primeiros prisioneiros-operários para ajudar na construção do complexo: eram 728 presidiários poloneses. E todos homens.

Também é conflitante sua afirmação de ter sido “selecionada” naquela data, pois as primeiras seleções “para a vida ou para a morte”, conforme os relatos de famosos “sobreviventes” e “historiadores” exterminacionistas, teriam acontecido nas rampas de desembarque de Birkenau, e não em Auschwitz, e muito menos, no dia 4 de junho de 1940, mas - pasmem - em 1943, ou seja, três anos após a chegada de “Anne”.

É totalmente impossível ela ter sido “testemunha ocular” do “gaseamento” de sua mãe, pois, sempre de acordo com o livro oficial do campo, à pagina 28, somente no dia 3 de setembro de 1941 teria sido feita a primeira experiência de gaseamento de prisioneiros, uma informação - como a quase totalidade de tudo que se afirma sobre o assunto - sem base documental. De qualquer forma, teria sido um ano e três meses após a data indicada pela nossa “Anne”.

2) A “Anne Frank brasileira” relata que “Bebíamos água preta para nos esquentarmos. O pão que nos davam não dava pra morder: parecia um tijolo”. Conta também que em Auschwitz existiam 30 blocos, cada um comportando de mil a 30 mil pessoas e que cada um era dividido com arame farpado eletrificado. Fala em oito crematórios “que estavam sempre em chamas”. Ela dormia numa mesma cama com doze outras mulheres. Era tão apertado que, à noite, tinham que combinar a hora que deviam acordar para virar-se para o outro lado. “Era uma lata de sardinhas”.
O livro oficial citado acima informa que as refeições tinham um mínimo de 1.300 calorias para quem fazia trabalho leve e 1.700 para quem trabalhava pesado. Em Auschwitz, realmente existem 30 excelentes prédios, incluindo a cozinha-refeitório. É totalmente falsa a versão de “Anne” de que cada bloco ou prédio fosse dividido com arame farpado eletrificado. Somente a totalidade do conjunto, com amplas avenidas, era cercada por cercas duplas eletrificadas separadas entre si e possuía torres com guardas. As demais edificações internas, onde se fabricavam móveis, roupas, etc, não possuíam nenhuma cerca.

Para evitar fugas - que realmente aconteciam - os internos recebiam uma tatuagem com número de identificação no braço para uma fácil e rápida identificação quando recapturados. A informação de que Auschwitz possuía de 30 mil a 900 mil (!) internos, identifica claramente que esta “sobrevivente” nunca esteve em Auschwitz, nunca esteve sequer num estádio de futebol com 30 mil pessoas, não conhece uma cidade de 900 mil habitantes, acredita que somos todos idiotas ou, talvez, necessite de um tratamento psiquiátrico: todas as pesquisas - até dos círculos exterminacionistas - indicam uma população carcerária média de 12 mil pessoas. Os oito crematórios existiram somente na sua fantasiosa imaginação: em Auschwitz existiu apenas UM crematório - não câmara de gás - para incineração dos mortos e que começou a operar - segundo o livro oficial - em novembro de 1941, portanto, um ano e cinco meses após a sua pretensa chegada e funcionou até fins de maio de 1943, quando foi transformado em abrigo antiaéreo.

Por fim, imagine treze mulheres numa cama individual - que podem ser vistas em Auschwitz até hoje. A mulher de baixo agüentaria o peso das outras doze? Ao invés de combinarem a hora de trocarem de lado, teria sido melhor trocarem de posição, dando uma chance para a de baixo, caso ainda estivesse viva…

3) A “Anne Frank brasileira” teve a sorte de ser escolhida para trabalhar na cozinha. Mas precisava roubar comida para manter-se viva: “Para mim, era a maior delícia, um verdadeiro banquete quando conseguia roubar um punhado de cascas de batatas”.
De acordo com os outros depoimentos pesquisados, todos afirmam que gostavam de trabalhar na cozinha, onde podiam comer à vontade, além de ser um trabalho relativamente fácil. Nossa “Anne”, porém, por motivos totalmente inexplicados, tinha que roubar comida para manter-se viva…

Ainda bem que não eram cascas de batatas podres, conforme depoimento idêntico (padrão?) dado em programa televisivo pela esposa do nada saudoso Ben Abraham, outro “sobrevivente” famoso que agia no Brasil…

4) Relatou a “Anne Frank brasileira”: “E quando éramos pegas roubando comida vinha o castigo dos nazistas: nós, adolescentes, tínhamos de ficar olhando fixamente, sob a mira das armas dos nazistas, como funcionavam os fornos de extermínio (uma nova categoria de máquina letal, apresentada em primeira mão naquela reportagem). Tínhamos de ficar olhando, sem desviar os olhos, os caminhões (plural) cheios de crianças chorando, crianças que eram levadas para as câmaras de gás”.
Esta afirmação de que eram obrigadas a ficar olhando fixamente o funcionamento dos fornos de extermínio é inédita. Repita-se que os fornos crematórios destinavam-se a incinerar pessoas já mortas.

Conforme o especialista norte-americano em câmaras de gás, Fred Leuchter Jr., a comissão oficial de pesquisa polonesa e outros pesquisadores abalizados, nunca existiu uma única câmara de gás para execução de pessoas em Auschwitz. O que existiram foram instalações para desinfecção e despiolhamento de roupas e utensílios, pequenas demais para alojar pessoas e que podem ser vistas por pesquisadores até os dias de hoje.

5) “Anne Frank brasileira”: “Eu costumava, em Auschwitz, colocar as minhas mãos entre o arame farpado e eletrificado, para trocar coisas com os moradores que viviam nas imediações do campo de concentração”.
Para começar, as cercas eram de arames eletrificados com uma energia mortal de 2.200 volts e com uma distância de aproximadamente 10 centímetros entre cada fio. Também seria impossível ela não ser vista pelos guardas nas torres de observação. E supondo que ninguém a observasse - nem às pessoas do lado de fora que participassem das trocas - então, além da coragem e sangue frio extraordinários, nossa “Anne” teria que ter um braço com mais de dois metros de comprimento, pois o campo era totalmente cercado com cerca eletrificada dupla, com uma distância de mais de dois metros entre cada uma, tornando humanamente impossível qualquer contato!

6) Nossa “Anne Frank”, apesar de roubar costumeiramente mantimentos, um dia, foi punida pelos nazistas por roubo que não fez. Uma injustiça. E desta vez os nazistas realmente exageraram: iam levá-la diretamente para a “câmara de gás”. Porém, um oficial resolveu poupá-la (!?). Então obrigaram-na a ajoelhar-se, em público, sobre pedregulhos “e, com as duas mãos para cima, olhando para frente, tive de ficar segurando, por cinco horas, uma pedra de dez quilos (sic). Depois disso, fiquei tão machucada que não conseguia andar. Demorou dez dias para que eu voltasse a caminhar”.
Isto é simples de se tirar a prova: pegue dois sacos de arroz (5 kg cada), erga acima da cabeça e sustente por 10 minutos. Não precisa ficar ajoelhado. Se agüentar, fique mais 10 e assim por diante. Se passar da “primeira fase”, você já será uma FERA!

Em tempo: O “diário” da Sra. Lívia Jaffe, a “Anne Frank brasileira”, só pode ter sido escrito bem depois da guerra (apesar de ser apresentado como documento da época, com separações por dias, como se fossem assentamentos feitos in loco). Afinal, podemos indagar como, no meio de todos aqueles tormentos relatados, ela achava ainda tempo e condições de escrever - e conservar para a posteridade - um diário.


Creia, se quiser. Ou puder.

4 comentários:

  1. Tente conseguir imagens originais de págs do tal diário.
    E veerás que parte do diário foi escrito com caneta esferográfica que não existia à época e que partes dos originais são de letra extemamente diferente.
    Robert Faurisson provou ser uma fraude essa peça.

    Abraços
    Cobalto

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    1. Eu as tenho no meu arquivo, meu caro.
      O mais incrível é que o Instituto Anne Frank não tem o menor pudor de mostrar essas grotescas discrepâncias. Desprezam olimpicamente, confiando na imbecilidade que eles cevaram por décadas a fio no "sélebro" do povinho.
      Fato que, infelizmente, eu comprovo diariamente.

      Detalhe: conheço muitos que disseram ser "normal" que o diário recebesse "melhorias". Afinal, "todo livro é assim".
      Quer mais imbecilidade que isto?

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  2. O nível de lavagem cerebral e psicológica é tanto, que automaticamente está no coletivo das massas aceitar qualquer história filo-judaica por mais absurda que seja.

    Ridículo é não ser ventilado um absurdo deste por outros canais que os nossos... isso só mostra duas coisas, além do filo-judaísmo de infrarracional-sentimental: meios de comunicação de massa pró judaicos (melhor ainda, judaicos) e medo de falar dos esclarecidos representantes da democracia do Estado de Direito.

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    1. Há tempos que mudei meu entendimento sobre "lavagem cerebral": refere-se a emporcalhar a micro mentalidade da boiada com lavagem.

      E bem sabemos a quantidade dela que é lançada no encéfalo vazio da humanidade. E quantos se locupletam com ela, infelizmente, com prazer.
      Abraço.

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