Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Relatório Leuchter

Amigos e amigas.
Acho muito interessante quando encontro textos que contestam fatos ditos "notórios", "incontestáveis". Principalmente quando seu autor não é um aventureiro, um leviano. O assunto é as câmaras de gás nos campos de concentração da 2ª Guerra Mundial.
Lendo a resenha abaixo, podemos (ou devemos) refletir mais detidamente nas coisas que diuturnamente nos mostram como verdades e atilar nosso senso crítico. O lema dos historiadores que se auto-intitulam Revisionistas é: "Não acredite! Pense!"
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O Relatório Leuchter
Em fevereiro de 1988, o revisionista e professor Robert Faurisson convidou Fred Leuchter, o especialista em tecnologia de execução, para dar um parecer sobre a viabilidade técnica de se executar pessoas utilizando HCN (ácido cianídrico), assim como alegado por testemunhas e sobreviventes da 2ª guerra, dadas as condições contidas nas supostas câmaras de gás utilizadas para este fim.

A finalidade deste estudo seria usá-lo como prova na defesa de Ernst Zundel, um revisionista alemão então processado no Canadá, acusado de divulgar idéias negadoras do Holocausto através da publicação do livro “Morreram Realmente Seis Milhões?”. Canadá, Alemanha, Áustria, França, Austrália e Israel, entre outros, possuem leis que impedem a divulgação de idéias revisionistas sob o argumento de que estimulam o racismo e promovem incitação social.

Leuchter, até então um crente na tradicional teoria do Holocausto, examinou fotografias aéreas de reconhecimento tiradas pelos aliados durante a guerra, fotografias das câmaras hoje expostas aos turistas e fotocópias de plantas baixas e planos das câmaras e crematórios disponíveis no museu de Auschwitz e que lhe foram entregues por Faurisson. Foi o suficiente para Leuchter levantar sérias dúvidas sobre a possibilidade de se exterminar pessoas dadas as condições do local.

O especialista partiu então para a Polônia onde visitaria o Campo de Auschwitz-Birkenau que, conforme toda a literatura do Holocausto, era o maior e principal centro de extermínio do III Reich e que foi transformado em museu após a guerra.

Leuchter concentrou-se nos 65m2 da alegada câmara de gás de Auschwitz e nos 210m2 da alegada câmara de Birkenau, campo anexo e acessório de Auschwitz, que não foram examinadas, assim como todo o campo, de modo forense logo após a guerra. Visitou e periciou ainda o campo de concentração de Majdanek (Lublin), outro notório centro de extermínio, conforme descrito pela tradicional versão do Holocausto.

Junto às câmaras de gás, funcionavam também câmaras de desinfecção. Estas câmaras de desinfecção existiam em quase todos os campos e eram destinadas à desinfecção das roupas dos internos como medida de prevenção e combate aos piolhos e outros parasitas transmissores do Tifo, doença altamente contagiosa que voltou a aparecer na Europa durante a II Guerra Mundial devido a explosiva combinação de precariedade de higiene com a alta concentração de pessoas nos campos de concentração, campos para prisioneiros de guerra e no front.

Faurisson foi o primeiro a observar que as supostas câmaras de gás não apresentavam quaisquer indícios de uso intenso e contínuo do Zyklon B, pois dada a estabilidade, o alto poder de penetração e a reação com o ferro e a umidade, seria de se esperar que suas paredes mostrassem uma coloração azulada provocada pela reação química. Em contraste, as câmaras utilizadas para desinfecção de roupas, onde o Zyklon B foi utilizado de forma intensa, mostravam paredes internas e externas manchadas de azul. Tal é a estabilidade e o poder de penetração do composto que, mesmo após décadas de exposição à intempéries, as manchas azuis nas câmaras de desinfecção podem ainda serem observadas conforme demonstram várias fotos inseridas em publicações revisionistas, principalmente no relatório de Germar Rudolf, químico alemão.

Escondido, já que a administração do museu não permite perícias técnicas e determina que qualquer pessoa só pode adentrar ao campo acompanhado de guias próprios, Leuchter periciou e comparou as dependências físicas das supostas câmaras de gás com as condições necessárias para uma instalação destinada a este fim.

Recolheu ainda 32 amostras das paredes destes locais encaminhando-as para análise num laboratório americano especializado que não foi informado da origem do material. Leuchter produziu um relatório de 192 páginas que foi apresentado no julgamento de Zundel e que posteriormente foi publicado com o nome de “Leuchter Report”. Encontra-se disponível para download na página do Institute for Historical Review em www.ihr.org.

Antes de Leuchter, o tribunal ouviu o depoimento de Bill Armontrout, Diretor Geral do Presídio de Segurança Máxima de Jefferson, que confirmou que Leuchter era o maior expert em câmaras de gás nos EUA bem como explicou as grandes dificuldades técnicas e de segurança que envolviam executar uma só pessoa em seu presídio.
As conclusões do relatório foram as seguintes:

Nenhum local vistoriado em Auschwitz-Birkenau e Majdanek teria condições físicas e técnicas de abrigar múltiplas execuções utilizando-se de gás;

Tendo em vista o tamanho das câmaras e trabalhando com capacidade máxima, levaria-se 68 anos para exterminar 6 milhões de pessoas, caso estes locais tivessem capacidade técnicas de realizar operações de gaseamento;

A forma de construção das supostas câmaras de gás mostram que elas jamais poderiam ter sido usadas para esta finalidade. Principalmente: ausência de vedação, ausência de estruturas preventivas de condensação, ausência de exaustão adequada do ar de forma a permitir uso contínuo, ausência de dispositivo para distribuir o gás de forma uniforme pela câmara, ausência de devida separação entre a câmara e o crematório levando em consideração o alto poder explosivo do gás, ausência de uso de equipamentos de proteção conforme descrito por testemunhas e ligação do dreno da câmara diretamente ao sistema pluvial do campo.

A análise das 32 amostras realizadas por laboratório independente mostraram que enquanto a magnitude de CN encontrada nas câmaras de desinfecção de roupas era de 1.025mg CN/kg e a encontrada nas alegadas câmaras de gás variava de zero a 8 mg CN/kg.

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