Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

O humanista Henry Ford

Amigos e Amigas. 
Segue abaixo um especial do New York Times sobre Henry Ford, onde ele mostrou sua utopia, seu sonho de acabar com as guerras. É impressionante ver a lucidez e a simplicidade desse grande industrial, um capitalista que não deixava de pensar em si e em seus lucros, mas nunca em cima da miséria da humanidade.
Não é preciso dizer que os outros capitalistas o odiavam e passaram muitos anos tentando massacrá-lo de todas as maneiras.
Conheçam o humanismo de Henry Ford.
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Foi perguntado ao Sr. Ford como é que isso era possível [acabar com a guerra no mundo].
Da seguinte maneira, é de fato muito simples quando se pensa nisso. A causa de todas as guerras é o ouro. Temos de demonstrar ao mundo através de Muscle Shoals, primeiro a praticabilidade e depois a vantagem de desalojar o ouro como base da moeda, substituindo-o pela perene riqueza natural do mundo.
Você não deseja a guerra, pois não? Se perguntar ao seu vizinho vai descobrir que ele também não quer guerra, e que o vizinho dele e a família dele pensam da mesma maneira. E se percorrer o mundo e bater a todas as portas verá que qualquer adulto, homem ou mulher, lhe vai dar a mesma resposta: 'Não, não. Deus nos livre da guerra.' Então, se todas as famílias do mundo se opõem à guerra, por que é que nós temos guerras? Já alguma vez vos ocorreu colocar essa questão?
Bem, há uma razão.
A guerra dá lucro. Não estou a dizer lucro moral, ou interesses religiosos ou rebelião espiritual através da violência, nem qualquer outro tipo de palermices.
Então, por que é que destruiria todo o ouro do mundo e proibiria a sua mineração? - Perguntaram-lhe.

De forma nenhuma! Ainda não me perceberam? O ouro como metal está certo. Não é tão útil como muitos outros metais, mas existem artes e outras finalidades nas quais pode ser útil. Não destruam uma onça [de ouro]; guardem-na para as artes e usos industriais. Mas não existe muito ouro no mundo. Através da sua escassez, o ouro adquiriu um valor fictício muito para além do seu valor como um metal útil.
Quero ser claro nisto. Os povos do mundo cometeram um erro que lhes custou gerações de escravatura financeira quando consentiram em fazer do ouro a base para a emissão da moeda. Não conseguiram ver que, por o ouro ser escasso – só existe cerca de 10.000.000.000 de dólares em ouro em todo o mudo – a sua oferta total pode ser controlada, pode ficar sob o domínio de um interesse ou grupo de interesses e, portanto, a moeda e o capital de todo o mundo podem ser controlados. E isso precisamente que aconteceu. Existe um grupo de banqueiros internacionais que hoje controlam a maior parte da oferta de ouro do mundo. Esse grupo tem os seus membros e os seus agentes em todos os países. Não interessa a que país, eles, como indivíduos, aleguem lealdade. Fazem todos o mesmo jogo: guardar o ouro que têm nas mãos e ir buscar o máximo possível.
Mas, tendo obtido o controle do ouro do mundo, tal tornou-se uma maldição para eles. Ouro acumulado não dá lucro. Têm de o manter a girar, lucrando ou perdendo o seu controle. Os tempos de paz com condições estáveis não o fazem girar com suficiente rapidez. A forma de colocar o ouro a dar mais lucro, de forma mais frequente, é criar uma grande procura [de ouro] sob a forma de empréstimos, mas sempre em moeda em lugar do ouro.
E a maneira de provocar uma enorme procura de empréstimos, à taxa de juro que os comerciantes de dinheiro ditarem, é criar uma guerra
.
Para eles, instigar, iniciar e enviar as pessoas para a guerra nada mais é que um mercado ativo para o dinheiro, uma questão de negócios. Se os diferentes países dos grupos de banqueiros internacionais estiveram em guerra, isso não faz diferença nenhuma. Não interessa quem perca a guerra; o importante é a quantidade de vultosos empréstimos feitos. O sistema do ouro ganha sempre. Os jovens dos 18 aos 30 combatem na guerra e são mutilados ou mortos. Os banqueiros internacionais estão a salvo e prósperos.
Há dez anos afirmei que tencionava usar todas as minhas capacidades e energia para acabar com a guerra. Nunca disse nada tão seriamente, e é por isso que quero a concessão de Muscle Shoals. Vejo uma forma que, se puder ser colocada em prática, fará mais para acabar com a guerra do que mil anos de agitação.
A principal perversidade do ouro, na sua relação com a guerra, é o fato de que pode ser controlado. Quebrem esse controle e acaba-se com a guerra. A única forma de quebrar o controle dos banqueiros internacionais, a forma de acabar a sua exploração para sempre, é acabar com o ouro como base da moeda do mundo.
O que é que fizeram há cem anos atrás sem um padrão ouro? A ideia de utilizar ouro como base monetária não é mais nem menos do que uma concepção dos banqueiros. Eles sabiam que se conseguissem estabelecer, por lei, o ouro como base da moeda, então poderiam controlar o capital do mundo, combinando os juros para controlar o ouro mundial.
É aqui que Muscle Shoals entra. Vejam que coisa espetacular temos aqui. Engenheiros do exército dizem que são necessários 40 milhões de dólares para terminar a grande barragem. Mas o Congresso está em fase de poupanças e não deseja arranjar esse dinheiro com impostos. A alternativa habitual é lançar Obrigações a trinta anos a 4 por cento [ao ano]. Os Estados Unidos, o maior Governo à face da terra, precisando de 40 milhões de dólares para terminar um grande benefício público é forçado a ir ter com os comerciantes de dinheiro para comprar o seu próprio dinheiro. Ao fim de trinta anos o Governo tem de pagar não apenas os 40 milhões de dólares, mas tem também de pagar 120 por cento de juros. Literalmente tem de pagar 88 milhões de dólares pela utilização de 40 milhões de dólares durante trinta anos.
E, durante todo esse tempo, é o próprio dinheiro do Governo. Os comerciantes de dinheiro nunca o criaram. Obtiveram-no originalmente do Governo. O Governo primeiro deu crédito e agora tem de pagar por aquilo que deu. Pensem nisso. Poderia alguma coisa ser mais infantil, mais contrária à lógica do negócio?! Agora, vejo uma maneira pela qual o Governo pode completar esta grande obra sem pagar um tostão aos comerciantes de dinheiro. A ideia é tão sólida como uma rocha e não tem senão um problema. A ideia é tão simples e fácil que, talvez, as pessoas não sejam capazes de apreender.
O Governo precisa de 40 milhões de dólares. São duas mil notas de vinte dólares. O Governo que proceda a uma emissão dessas notas e pague com elas todas as despesas ligadas à conclusão da barragem. Logo que a barragem esteja terminada, veremos tudo a funcionar e, em menos tempo do que se pensa, todos os 40 milhões de dólares podem ser retirados dos rendimentos da barragem.

Mas imagine que o empreiteiro se recuse a aceitar esse tipo de moeda como pagamento? - Perguntaram-lhe.
Não há nenhuma forma de isso acontecer. O empreiteiro iria aceitar Obrigações do Governo para pagamento, não era? Certamente! Vejam, - disse Henry Ford tirando uma nota de vinte dólares do bolso – ele não hesitaria em aceitar este tipo de dinheiro, pois não? Claro que não. Bom, o que é que está por trás de uma Obrigação ou desta nota que as tornam aceitáveis? Simplesmente isto: a boa-fé e o crédito do povo americano. E notas de vinte dólares emitidas pelo Governo para concluir este grande melhoramento público teriam tanta boa-fé e crédito do povo americano por trás como qualquer Obrigação ou outra moeda qualquer americana já alguma vez emitida. Como vêem, é apenas uma questão de fé no povo americano.
 
Mas o seu plano desordenaria o sistema monetário do mundo e poderia trazer males incalculáveis – disseram-lhe.
Não necessariamente. De forma nenhuma! Não temos de abolir nada. Nem sequer temos de abolir o padrão ouro. Esqueçam simplesmente que existe um padrão ouro e, sempre que o Governo precisar de dinheiro para uma grande obra pública, em vez de pensarem em Obrigações com juros pesados, pensem em moeda redimível sem juros. Vocês têm consciência da quantia em juros que o nosso Governo paga? Vocês compreendem que 80 centavos de cada dólar arrecadado em impostos é gasto no pagamento de juros? (Isto em 1920!) A dívida nacional não é mais nem menos do que o montante da dívida em juros da nação. Qualquer obra pública neste país significa um aumento da dívida nacional. O montante de juros está a destruir todo o nosso sistema financeiro. Temos de parar algures.

Mas, num certo sentido, não haveria segurança por trás deste tipo de dinheiro – alguém sugeriu.
Haveria a melhor segurança do mundo. Têm aqui um rio capaz de fornecer um milhão de cavalos-vapor [aproximadamente 760 milhões de watts]. Está aqui há, digamos, 100 milhões de anos. Estará aqui enquanto houver chuva e montanhas a despejar a água da chuva para os rios. Esta energia é riqueza numa forma produtiva. Bem, o que é que é mais resistente, mais seguro? Este lugar de energia e o seu desenvolvimento, ou os vários barris de ouro necessários para fazer 40 milhões de dólares? Este sítio, com todas as suas possibilidades energéticas, estará aqui muito depois do edifício das finanças ficar em ruínas. Mas vocês fizeram alguma estimativa?
Nós fizemos. Vamos tê-la pronta quando o Congresso quiser ouvir este plano. O dólar americano padrão vale aproximadamente uma vigésima parte de uma onça de ouro. Sob o novo sistema monetário, uma certa quantidade de energia exercida durante uma hora seria igual a um dólar. É simplesmente uma forma de pensar e calcular em termos diferentes do que aqueles que nos são fornecidos pelo grupo de banqueiros internacionais, nos quais crescemos tão habituados a pensar que julgamos que não existe outro padrão desejável. Temos de mudar as nossas mentalidades em relação a esta questão. A única diferença entre o plano da moeda e o plano das Obrigações é que no primeiro não existe juro a pagar e os comerciantes de dinheiro de Wall Street, que não fazem nada para construir a barragem e não merecem nada, não recebem um tostão.
 
Mas como é que tudo isto vai acabar com as guerras?
Simplesmente porque se for experimentado aqui em Muscle Shoals, este plano será um sucesso tão esmagador e extraordinário que o povo americano nunca mais consentirá na emissão de uma Obrigação a pagar juros para uma obra nacional. Quando o Governo precisar de dinheiro vai emitir moeda suportada pela riqueza natural perene. Os outros países, ao observarem o nosso sucesso, atuarão da mesma forma. A função do comerciante de dinheiro terá desaparecido.

Qual seria a atitude dos outros países ao aceitarem este dinheiro baseado em Muscle Shoals? - Perguntaram-lhe.
Não haveria nenhuma dificuldade nisso. Alguma da nossa moeda, mesmo hoje, não é aceite por países estrangeiros no pagamento de dívidas; o ouro é a base internacional. Muscle Shoals é um assunto nacional e não internacional. Este dinheiro só seria usado no país.
 
Pensa que o Congresso responderá favoravelmente à sua sugestão?
Bem, sobre isso não sei. Talvez não, mas aposto que o americano médio se vai perceber da retidão, da solidez e do bom sendo disto. Mas, qualquer que seja o resultado desta sugestão, agirei no sentido de que nenhum especulador ganhe dinheiro de Muscle Shoals. Mesmo que tenha eu de ficar com toda a emissão de Obrigações, farei com que o juro vá no sentido de baixar o custo da obra. Compreendam que estou a sugerir uma forma melhor de financiar este projeto, mas se não acontecer assim, estaremos prontos para fazer o nosso melhor para poupar o povo da enorme carga de juros, suportando-o nós e devolvendo-o.
A minha ambição não é ser dono de Muscle Shoals, mas terminá-lo, desenvolvê-lo, colocá-lo em funcionamento e prepará-lo para que nunca possa vir a ser explorado para fins privados, e que fique sempre ao serviço de todo o povo, que seja sua propriedade e operado em seu benefício."

A Anne Frank brasileira

Amigos e amigas!
Achei importante postar este artigo que encontrei nas minhas 'fuçações internetais'.
Trata de uma 'sobrevivente' brasileira da 2ª Guerra que foi entrevistada por Spielberg. Ela contou que conheceu a verdadeira Anne Frank e também escreveu um diário.
Neste artigo (que resumi por ser muito extenso), algumas 'pérolas' saltam por serem HISTÓRICA E OFICIALMENTE impossíveis.
É mais um daqueles tristes casos em que pessoas inescrupulosas tentam lucrar o seu em cima de sofrimentos legítimos. E a 2ª Guerra é pródiga em produzir esse tipo de excrescência. (Vide o tópico do 'sobrevivente herman rosenblat')
Para evitar que sejam feitos de bobos, o Palavra Livre se vê na obrigação de lhes revelar a Sra. Lívia Jaffe, a "Anne Frank brasileira".
Boa leitura! 
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1) A “Anne Frank brasileira” alega que chegou a Auschwitz no dia 4 de junho de 1940, viajando num trem de porcos, onde também se encontrava seu futuro marido. Ela teria 14 anos. Da cidade de Senta, na Iugoslávia, teria sido conduzida - igualmente num trem de porcos - para a Hungria, antes de ser despachada para Auschwitz. Logo que chegaram teriam sido selecionadas “para esquerda e para direita”. Sua mãe tentou escondê-la no seu casaco para não ser separada, mas um soldado tirou-a da mãe, que foi conduzida para o crematório, com duas sobrinhas de 4 e 6 anos. “Anne” alega ter sido testemunha ocular do assassinato de sua mãe num crematório.
Sua chegada a Auschwitz no dia 4 de junho de 1940 não confere com a realidade histórica. De acordo com o livro “Auschwitz”, publicação oficial vendida no próprio campo nos dias de hoje, somente em 27 de abril daquele ano foi autorizada a construção do campo de concentração de Auschwitz e, conforme, consta na página 13 desse livro oficial, somente no dia 14 de junho de 1940 chegaram os primeiros prisioneiros-operários para ajudar na construção do complexo: eram 728 presidiários poloneses. E todos homens.

Também é conflitante sua afirmação de ter sido “selecionada” naquela data, pois as primeiras seleções “para a vida ou para a morte”, conforme os relatos de famosos “sobreviventes” e “historiadores” exterminacionistas, teriam acontecido nas rampas de desembarque de Birkenau, e não em Auschwitz, e muito menos, no dia 4 de junho de 1940, mas - pasmem - em 1943, ou seja, três anos após a chegada de “Anne”.

É totalmente impossível ela ter sido “testemunha ocular” do “gaseamento” de sua mãe, pois, sempre de acordo com o livro oficial do campo, à pagina 28, somente no dia 3 de setembro de 1941 teria sido feita a primeira experiência de gaseamento de prisioneiros, uma informação - como a quase totalidade de tudo que se afirma sobre o assunto - sem base documental. De qualquer forma, teria sido um ano e três meses após a data indicada pela nossa “Anne”.

2) A “Anne Frank brasileira” relata que “Bebíamos água preta para nos esquentarmos. O pão que nos davam não dava pra morder: parecia um tijolo”. Conta também que em Auschwitz existiam 30 blocos, cada um comportando de mil a 30 mil pessoas e que cada um era dividido com arame farpado eletrificado. Fala em oito crematórios “que estavam sempre em chamas”. Ela dormia numa mesma cama com doze outras mulheres. Era tão apertado que, à noite, tinham que combinar a hora que deviam acordar para virar-se para o outro lado. “Era uma lata de sardinhas”.
O livro oficial citado acima informa que as refeições tinham um mínimo de 1.300 calorias para quem fazia trabalho leve e 1.700 para quem trabalhava pesado. Em Auschwitz, realmente existem 30 excelentes prédios, incluindo a cozinha-refeitório. É totalmente falsa a versão de “Anne” de que cada bloco ou prédio fosse dividido com arame farpado eletrificado. Somente a totalidade do conjunto, com amplas avenidas, era cercada por cercas duplas eletrificadas separadas entre si e possuía torres com guardas. As demais edificações internas, onde se fabricavam móveis, roupas, etc, não possuíam nenhuma cerca.

Para evitar fugas - que realmente aconteciam - os internos recebiam uma tatuagem com número de identificação no braço para uma fácil e rápida identificação quando recapturados. A informação de que Auschwitz possuía de 30 mil a 900 mil (!) internos, identifica claramente que esta “sobrevivente” nunca esteve em Auschwitz, nunca esteve sequer num estádio de futebol com 30 mil pessoas, não conhece uma cidade de 900 mil habitantes, acredita que somos todos idiotas ou, talvez, necessite de um tratamento psiquiátrico: todas as pesquisas - até dos círculos exterminacionistas - indicam uma população carcerária média de 12 mil pessoas. Os oito crematórios existiram somente na sua fantasiosa imaginação: em Auschwitz existiu apenas UM crematório - não câmara de gás - para incineração dos mortos e que começou a operar - segundo o livro oficial - em novembro de 1941, portanto, um ano e cinco meses após a sua pretensa chegada e funcionou até fins de maio de 1943, quando foi transformado em abrigo antiaéreo.

Por fim, imagine treze mulheres numa cama individual - que podem ser vistas em Auschwitz até hoje. A mulher de baixo agüentaria o peso das outras doze? Ao invés de combinarem a hora de trocarem de lado, teria sido melhor trocarem de posição, dando uma chance para a de baixo, caso ainda estivesse viva…

3) A “Anne Frank brasileira” teve a sorte de ser escolhida para trabalhar na cozinha. Mas precisava roubar comida para manter-se viva: “Para mim, era a maior delícia, um verdadeiro banquete quando conseguia roubar um punhado de cascas de batatas”.
De acordo com os outros depoimentos pesquisados, todos afirmam que gostavam de trabalhar na cozinha, onde podiam comer à vontade, além de ser um trabalho relativamente fácil. Nossa “Anne”, porém, por motivos totalmente inexplicados, tinha que roubar comida para manter-se viva…

Ainda bem que não eram cascas de batatas podres, conforme depoimento idêntico (padrão?) dado em programa televisivo pela esposa do nada saudoso Ben Abraham, outro “sobrevivente” famoso que agia no Brasil…

4) Relatou a “Anne Frank brasileira”: “E quando éramos pegas roubando comida vinha o castigo dos nazistas: nós, adolescentes, tínhamos de ficar olhando fixamente, sob a mira das armas dos nazistas, como funcionavam os fornos de extermínio (uma nova categoria de máquina letal, apresentada em primeira mão naquela reportagem). Tínhamos de ficar olhando, sem desviar os olhos, os caminhões (plural) cheios de crianças chorando, crianças que eram levadas para as câmaras de gás”.
Esta afirmação de que eram obrigadas a ficar olhando fixamente o funcionamento dos fornos de extermínio é inédita. Repita-se que os fornos crematórios destinavam-se a incinerar pessoas já mortas.

Conforme o especialista norte-americano em câmaras de gás, Fred Leuchter Jr., a comissão oficial de pesquisa polonesa e outros pesquisadores abalizados, nunca existiu uma única câmara de gás para execução de pessoas em Auschwitz. O que existiram foram instalações para desinfecção e despiolhamento de roupas e utensílios, pequenas demais para alojar pessoas e que podem ser vistas por pesquisadores até os dias de hoje.

5) “Anne Frank brasileira”: “Eu costumava, em Auschwitz, colocar as minhas mãos entre o arame farpado e eletrificado, para trocar coisas com os moradores que viviam nas imediações do campo de concentração”.
Para começar, as cercas eram de arames eletrificados com uma energia mortal de 2.200 volts e com uma distância de aproximadamente 10 centímetros entre cada fio. Também seria impossível ela não ser vista pelos guardas nas torres de observação. E supondo que ninguém a observasse - nem às pessoas do lado de fora que participassem das trocas - então, além da coragem e sangue frio extraordinários, nossa “Anne” teria que ter um braço com mais de dois metros de comprimento, pois o campo era totalmente cercado com cerca eletrificada dupla, com uma distância de mais de dois metros entre cada uma, tornando humanamente impossível qualquer contato!

6) Nossa “Anne Frank”, apesar de roubar costumeiramente mantimentos, um dia, foi punida pelos nazistas por roubo que não fez. Uma injustiça. E desta vez os nazistas realmente exageraram: iam levá-la diretamente para a “câmara de gás”. Porém, um oficial resolveu poupá-la (!?). Então obrigaram-na a ajoelhar-se, em público, sobre pedregulhos “e, com as duas mãos para cima, olhando para frente, tive de ficar segurando, por cinco horas, uma pedra de dez quilos (sic). Depois disso, fiquei tão machucada que não conseguia andar. Demorou dez dias para que eu voltasse a caminhar”.
Isto é simples de se tirar a prova: pegue dois sacos de arroz (5 kg cada), erga acima da cabeça e sustente por 10 minutos. Não precisa ficar ajoelhado. Se agüentar, fique mais 10 e assim por diante. Se passar da “primeira fase”, você já será uma FERA!

Em tempo: O “diário” da Sra. Lívia Jaffe, a “Anne Frank brasileira”, só pode ter sido escrito bem depois da guerra (apesar de ser apresentado como documento da época, com separações por dias, como se fossem assentamentos feitos in loco). Afinal, podemos indagar como, no meio de todos aqueles tormentos relatados, ela achava ainda tempo e condições de escrever - e conservar para a posteridade - um diário.


Creia, se quiser. Ou puder.