Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Mais polêmica...!

Amigos e amigas.
Sempre ouvi dizer que qualquer história tem três lados: o meu, o seu e o da verdade.
Nada é mais salutar que o debate. Somos indivíduos e nossa idiossincrasia é única. Para que ela conviva com as das outras pessoas, é necessário se valer do pensamento atribuído a Voltaire: "Posso não concordar com uma palavra do que dizes, mas lutarei até o fim pelo seu direito de dizê-las".
O relato que lhes mostro abaixo é de um general belga chamado León Degrelle. Ele conviveu por uma década com Hitler, na época áurea do Nacional-Socialismo. Suas palavras se chocam (e até chocam!) com quase tudo o que se propaga do líder nazista.
Convido-os a darem uma olhada em outra opinião acerca do homem mais polêmico, controvertido e massacrado do século XX.
Boa leitura!
FAB29
QUEM FOI HITLER?
Quem era esse Hitler do qual nada se sabe exatamente depois de tantos anos passados, se seus restos mortais ainda existem e aonde poderiam ter ido parar? Quem era esse homem, que alterou o mundo e transformou seu destino para sempre? Qual era seu caráter? Quais eram suas paixões? O que pensava? O que ocorria dentro de seu coração, se é que o tinha? E qual foi a evolução que experimentou em seu interior até o dia em que, a cem metros dos triunfantes russos, estourou os miolos?
EU O CONHECI. E O CONHECI AO LONGO DE DEZ ANOS. Muito de perto. Tanto no momento de sua glória como quando destruía todo seu universo de idéias e sonhos. Sei quem era: tanto o líder político, como o líder guerreiro. Sei quem era o homem; simplesmente um homem, sem mais.
Parece verdadeiramente simples avaliar esta questão, cobrindo de ultrajes os despojos de um vencido já morto, e dizer, escrever, inventar milhões de coisas sobre ele, estando certo de que o público irá aceitar tudo, de tal modo que isso complete a idéia de que muito se forjou sobre Hitler – a de que Hitler foi um monstro! – estando certo também de que os escassos testemunhos que poderiam replicar calaram-se para evitar ser incluídos no mesmo saco vergonhoso. Tudo o que a seu respeito é permitido levar a público, me é absolutamente indiferente. O que sim me importa é a verdade, O QUE EU SEI.
Além disso, só a estupidez das massas pode fazer acreditar que um homem que conduziu cem milhões de alemães a segui-lo, pelo qual morreram milhões de jovens, não era mais que uma espécie de Sardanápalo ou de Nero, bebendo sangue, dia e noite, no grifo de sua loucura.
Ainda relembro tê-lo visto em Berlin, no primeiro de maio de 1934, montado no mais alto de um grandioso palanque no campo de aviação de Tempelhof. Centenas de milhares de devotados ouvintes ferviam debaixo de sua vista. No entanto, eu havia sofrido uma decepção. Sua eloqüência era pouco realçada, forçosamente rudimentar, bastante monocórdia. Um público latino teria sido mais exigente. Até sua ironia era estranha! Mais que uma eloqüência-arte, era uma eloqüência-força.
O brilho de seus olhos também não me impressionou. Não esquadrinhava, como se diz, no olhar de seu interlocutor. Seu brilho não tinha nada de insustentável. Azuis, vivos, seus olhos eram belos; seu olhar era leve, novo, irradiava potência; mas não pretendia nunca intimidar, nem seduzir, e muito menos enganar. Podia vê-lo de frente, fixo e com insistência, sem ter a sensação de ser dominado ou de incomodar-lhe nem um pouco.
O mesmo pode dizer-se dos influentes mais famosos. Velhas loucas, como a princesa Elena da Romênia, escreveram que, quando Hitler dava sua mão a alguém, seus dedos lançavam descargas elétricas, supostamente diabólicas. A mão de Hitler não apertava tanto, era mais leve. Geralmente, e principalmente com verdadeiros amigos, Hitler não dava a mão, mas apoiava a de seu interlocutor entre as suas. Nunca me senti transgredido por tal contato, como a velha e louca princesa romena, nem nunca pulei pelos efeitos de uma deflagração. Tratava-se de um apertão de mãos normal, como poderia ser o de um guarda florestal ardenense.
Hitler era simples, embora muito cuidadoso.
Suas orelhas sempre me surpreenderam, sendo brilhantes como conchas.
Não era um “playboy”, acreditem-me. Suas roupas sempre estavam impecavelmente passadas. É difícil dizer mais. Seus paletós eram todos iguais, sem graça alguma. Calçava quarenta e três: uma noite que cheguei ao seu quartel com botas russas de feltro, me trouxe de seu armário um par de suas botas próprias e enfiou uns pedaços de jornais para evitar que me estivessem com folgas, já que eu calçava quarenta e dois. Este detalhe demonstra como se tratava de um homem sem complicações.
Não necessitava nada, somente beleza. Com os direitos de autor de seu “Mein Kampf” comprou um maravilhoso Boticelli que pendurou sobre sua cama. Fora isso, nunca levava um único marco consigo e morreu sem deixar um só “pfennig”. Para ele, não existia este problema dos bens pessoais, do dinheiro próprio. Estou certo de que durante os últimos anos de sua vida, não pensou em si próprio nem uma única vez.
Comia em dez minutos. Inclusive, sua cozinha constituía-se de um surpreendente e verdadeiro espetáculo. Porque esse homem que se levantava às cinco ou seis da manhã todos os dias e que às onze já estava com os óculos postos diante de seus expedientes, somente comia pratos de frutas, que para a maioria das pessoas “não dão força”. Conduziu-se no terrível esforço da guerra sem comer uma única vez cem gramas de carne. Não tomava ovos. Não provava o pescado. Só um prato de massas ou de verduras. Alguns bolos. Água. Sempre água. E as festas culinárias de Hitler tinham terminado!
Tinha paixão pela música. Até um ponto incrível. Possuía uma memória auditiva apenas comparável a memória falada de um De Gaulle. Absorvia e retinha para sempre qualquer composição musical, ao escutá-la apenas uma vez. Por mais longa que fosse, a assobiava sem um só erro. Wagner era seu deus. Conhecia até o fim de suas composições. Na história da Espanha, confundia Isabel, a Católica (século XV) com Isabel II (século XIX), mas não teria confundido nunca duas notas de todo o repertório musical do universo inteiro.
Queria seu cachorro. Durante a Primeira Guerra Mundial, haviam lhe roubado o seu. Isso representou para ele um dos maiores desgostos de sua juventude. Sim. Também conheci a “Blondie”, sua cadela dos últimos anos. O pobre animal coxeava ao seu lado, pela casinha de madeira, como se suspeitasse também dos trágicos riscos na Frente russa. O próprio Hitler lhe preparava a comida, pela meia noite, abandonando durante dez minutos os visitantes presentes para alimentar ao seu companheiro.
E suas companheiras?
A respeito desse ponto, foi-se realmente para além dos limites da mais delirante imaginação, assim como do sadismo.
Se existiu um homem para quem a mulher-amor contou pouco, este foi Hitler. Nunca falava delas.
Odiava as brincadeiras de corpos, com a que tantos homens – de pouca grandeza – gozam.
Até direi uma coisa: era tímido neste aspecto. Tímido em seu comportamento e em seus sentimentos.
Admirava a beleza feminina. Um dia, se aborreceu porque sua secretária não lhe havia conseguido os dados de uma jovem extraordinariamente bela e radiante, que havia se lançado sobre seu carro para ovacioná-lo. Não para estabelecer um encontro com ela, como qualquer outro homem teria feito, mas porque queria enviar-lhe um ramo de flores.
Agradava-lhe a companhia feminina. Conheci bem Siegried von Weldseck, a jovem mais bonita do Reich, alta, com os olhos claros, de pele maravilhosamente suave e lustrosa e seios pequenos. Qualquer um teria caído de paixão por ela. Passei ao seu lado as últimas horas agradáveis da guerra, precisamente quando ela foi ao meu setor do Front de Oder para recolher várias cartas que seu amigo Hitler lhe havia escrito. Pois bem. O essencial de suas relações com o líder consistia em ir à sua casa todas as terças-feiras, tal como a própria Siegried me contou, para ouvir música, sendo que ela sempre esteve acompanhada.
Hitler não revelava intimidades sobre seus sucessos femininos. Milhões de mulheres alemãs – E não-alemãs! – se apaixonaram por ele. Tinha um armário cheio de cartas de admiradoras que lhe haviam suplicado para que este as presenteasse com um filho. Mas poucas pareciam fazer o seu estilo.
Posso ainda acrescentar que o amor não lhe trouxe mais que tragédias. Uma fatalidade quase macabra marcou seus diversos arranques sentimentais. Estreara com um amor inocente.
A heroína se chamava Estefania.
Ele tinha dezesseis anos na época.
Todas as tardes, ele se debruçava sobre a ponte de Linz para vê-la passar. Contudo, nunca, durante os meses que durou a manobra, se atreveu a dizê-la uma só palavra. Ainda que isto possa parecer incrível, Hitler era, repito, um moço tímido. E tímido como uma garota que faz a primeira comunhão. Chegou-se uma paixão por dois longos anos, pela indicada Estefania. Entretinha-se desenhando o palácio, evidentemente wagneriano, no qual compartilhavam a felicidade juntos. De Viena, escrevia-lhe cartas inflamadas de amor, com uma letra enervada, entrecortada. Mas sua assinatura ficava ilegível e não deixava o remetente.
“É verdade, me lembro muito bem. Mas faz tanto tempo desde tudo aquilo. Cinqüenta anos! Sim, efetivamente, eu recebia as cartas que você diz. Então, segundo você, eram cartas de Hitler?”
Isto me dizia Estefania. Sua paixão de então nunca se apresentou nem nunca se atreveu a apresentar-se. Ela se casou. Agora vive em Viena, já idosa, viúva de um tenente-coronel. Foi o primeiro amor de Hitler.
Aos vinte anos, inteiramente absorvido por esse silencioso amor, Hitler era ainda um homem virgem. Assim foi. É a verdade, a estrita verdade.
Certamente, foram contadas centenas de estúpidas histórias de amor de Hitler com prostitutas vienenses (claro que judias, segundo os boatos!), e até sobre a sífilis com a que estas lhe infectaram. Não são mais que mentiras! Em toda a juventude, Hitler só teve um amor: o de Estefania, e nunca lhe dirigiu a palavra.
Se o amor por Estefania não terminou em nada, todos os demais amores de Hitler não terminaram senão em catástrofes.
Nenhuma das mulheres que estiveram entre os braços do homem mais importante da Europa terminou o romance sem um drama horrível.
A primeira se enforcou no quarto de um hotel.
A segunda, sua sobrinha Geli, se matou em seu apartamento de Munique, com sua própria pistola. Hitler ficou furioso. Durante três dias, ficou isolado em seu pequeno apartamento da Baviera, disposto a suicidar-se por igual. Nunca mais a lembrança de Geli abandonaria sua vida. Seu busto sempre estava adornado de flores.
A terceira foi Eva Braun, sobre a qual se têm criado falsas lendas, no mínimo insensatas e às vezes grotescas.
Também eu fui testemunho deste romance. Soube tudo dela. Era uma pequena empregada do melhor amigo de Hitler, o fotógrafo de Munique, Hoffmann, igualmente bom amigo meu. Estava louca pelo belo Adolf, todavia muito mau vestido naquele momento, com sua espantosa gabardina clara, sempre enrugada, a mecha de cabelo caindo como a cauda de um pássaro morto, o nariz bastante grosso, apoiado sobre o bigode feito uma escova de dente. Mas a bonita Eva, rechonchuda e rosada, lhe amava fervorosamente.
Tentou fazer-lhe cair na armadilha de um beijo. Uma madrugada pediu a Hoffmann, seu chefe, que o chamasse por telefone para que lhes unisse durante sua festa pela noite.
Ele saia pouco. Passava até as madrugadas mergulhado em seus estudos. No fim, deixou-se convencer e compareceu à reunião. No momento em que passava, sem se dar conta, debaixo do chafariz, a bela Eva, que esperava a ocasião, pulou em seu colo, seguindo o velho costume nórdico. Hitler ficou parado, duro como um recruta, deu meia volta, dependurou a gabardina no cabide e marchou à rua sem dizer qualquer palavra.
É verdade! Sobre as mulheres, era incrivelmente tímido. Um só beijo havia espantado ao que faria fugir, dez anos mais tarde, a Europa inteira. Mas ali não terminaria o assunto.
A pobre Eva estava mais apaixonada do que nunca. Começou, então, de novo, o drama. Quando se deu conta de que o querido Adolf era totalmente inacessível, também ela carregou um revólver e disparou-o em pleno coração.
Quase todos ignoram aquele frustrado suicídio. Mas dez anos antes de tirar a própria vida ao lado de Hitler, Eva Braun já havia desejado suicidar-se uma vez, por seu amor a ele.
Depois das duas mortes precedentes, havia motivos para se assustar. Eva não morrera. Hitler queria saber se realmente tinha sido uma tentativa de suicídio ou simplesmente um teatro para impressionar-lhe. O informe do Professor da Universidade de Munique, que a examinou a pedido de Hitler, foi categórico: Eva havia falhado em sua tentativa de suicídio por alguns poucos milímetros. Realmente, era uma paixão integral, que a havia feito ter preferido a morte diante o fracasso de não ter podido dar a seu bem-amado todo o impulso de sua vida.
Foi então quando Eva Braun entrou na vida de Hitler.
Desde cedo, apenas uma discreta entrada.
Nunca se lhes via sozinhos. Era convidada em Bertchesgaden, mas sempre acompanhada de outras mulheres, geralmente de colaboradoras de Hitler. Sentavam-se ao sol, no terraço, em frente aos Alpes azuis, cinzas e brancos. Nunca houve amizade – porque, sobretudo, foi amizade – mais reservada que aquele amor. Todas as histórias relativas às crianças nascidas daquele amor são pura fantasia. Hitler adorava as crianças. Recebia-as e as mimava em seu terraço. Mas nunca as teve com Eva, nem com nenhuma outra mulher.
Para Hitler, a mulher foi apenas um relâmpago de beleza no meio de sua vida de intenso trabalho. A vida política que lhe representava tudo. E, contudo, a sombra da morte escureceu sempre as tênues luzes dos rostos femininos sobre os que haviam pousado seu olhar.
Porque não haviam terminado as balas de revólver.
Outro tiroteio feminino iria ter lugar debaixo da sacada de Hitler, no primeiro dia da Segunda Guerra Mundial.
Desta vez era uma inglesa que tentava suicidar-se.
Era uma garota maravilhosa. Eu a conheci e a admirei, bem como suas irmãs, uma das quais estava casada com Oswald Mosley, o líder dos fascistas ingleses. Todas eram bonitas. Mas Unity – Unity Mitford – era como uma deusa grega, alta, magra, loira, o tipo germânico perfeito.
Havia imaginado que Hitler e ela poderiam encarnar a aliança teuto-britânica com a que Hitler sempre sonhou e que ainda evocava, dias antes de morrer.
Unity seguia Hitler em todas as partes. Quando este passava entre as massas para alcançar o palanque, ali estava ela, resplandecente, transfigurada. Sempre, um terno sorriso iluminava por um instante o áspero rosto de Hitler quando a via.
Ela também era convidada. E Eva Braun estava ciumenta, sem se atrever a manifestar-se. Porque se Hitler admirava, seguindo com o olhar, algo emocionado, o precioso rosto e o corpo perfeito de Unity, particularmente na casa de Wagner, em Bayreuth, o idílio apenas se limitou a isso. Hitler então estava nas vésperas da guerra e dificilmente os cabelos louros da bela Unity poderiam ser sua única preocupação.
Mas para Unity, Hitler era tudo. Quando, no três de setembro de 1939, estourou a guerra contra a Inglaterra e Unity entendeu que seu amor se desaparecia, passou pelo alicerce de rosas que floresciam sobre as janelas do escritório do Führer e tirou a pistola de seu bolso.
A bala lhe atravessou a cabeça, mas não a matou. Então, ocorreu algo verdadeiramente extraordinário.
Depois de Hitler ter confiado Unity aos melhores cirurgiões do Reich, que a salvaram (todos os dias, em plena guerra com a Polônia, ele enviava rosas a ela) organizou sua volta à Inglaterra. Era o inverno de 1939-1940 e os principais países do continente já haviam entrado no conflito armado. Contudo, Hitler conseguiu com que um trem especial levasse a ferida não somente através da Suíça, mas por todo o território francês até Dunquerque, de onde um barco, sobrevoado e protegido pela Luftwaffe, conduziu-a até sua pátria, a Inglaterra.
Tudo foi inútil. Unity sobreviveu durante as hostilidades, destroçada pela aflição. Depois, deixou-se morrer, quando o corpo de Hitler desapareceu entre as chamas do jardim da chancelaria, no dia 30 de abril de 1945.
Assim, não restou mais do que Eva a partir de 1939.
Seu papel até o final foi modesto. Isto eu posso dizer. Cheguei a passar uma semana inteira, por aqueles anos, próximo de Hitler em seu quartel general. Eva Braun nunca aparecia. E, além disso, nenhuma mulher, qualquer que tivesse sido, compartilhou a intimidade de Hitler durante os quatro anos em que este passou trancado em suas choupanas do quartel general.
Eva escrevia. Pela noite, próximo às dez horas, chamava ao Führer pelo telefone. Limitava-se a isto aquele amor, tão discreto quanto pouco romântico.
Somente ao final da guerra se deparou com uma conclusão grandiosa. Quando Eva se deu conta de que tudo se derrubava, lançou-se de avião sobre o forno de Berlim para poder morrer ao seu lado.
Foi então quando, no último dia de sua existência, para honrar nela o valor da mulher alemã e o sacrifício da amante que preferia morrer antes de sobreviver ao que amava, Hitler casou-se com ela.
Não tinha se casado anteriormente com nenhuma outra, nem com ela, porque sua única mulher era a Alemanha.
Nesse dia, deixava a Alemanha para sempre. Podia casar-se, assim, com Eva. Foi, na realidade, um verdadeiro ato de homenagem. Nem sequer passou sua última noite com ela. Era o herói razoável. Continuou sendo-o até diante das próprias portas da morte. (...)
Assim se consumiu o último amor de Adolf Hitler.
Por tão impressionante que fosse a vida sentimental – tão pouco conhecida – do chefe do Terceiro Reich, isto, na realidade, ocupou uma parte bastante insignificante de sua existência.
O que verdadeiramente importou para ele foi seu combate político.
Politicamente falando, nunca nenhum homem na Terra levantou a um povo como Hitler o fez.
Contudo, teria de ser muito astuto aquele que descobrisse, agora, na massa do povo alemão, um ex-hitlerista que o confessasse sem temer. A verdade é que praticamente todos os alemães foram hitleristas desde o principio, ou mais tarde. Cada eleição, cada plebiscito, contribuiu para que Hitler tivesse uma adesão mais palpável e, ao final, quase unânime. O povo votava nele porque queria realmente fazê-lo. Ninguém lhes obrigava. Ninguém os controlava. Desta forma, aconteceu tanto no território do Reich quanto entre os que estavam sob um controle ainda estrangeiro (Sarre, Dantzig, Memel). Os resultados foram idênticos. Dizer outra coisa seria falso. Em cada eleição, o povo alemão demonstrou que estava totalmente ao lado do seu Führer.
E porque não deveriam estar com ele? Hitler havia tirado este povo do estancamento econômico. Havia dado trabalho a seis milhões de desempregados já sem esperanças. Centenas de novas leis sociais que garantiam-lhes o trabalho, assegurando a saúde e afirmando a honra do trabalhador.
Para o povo, Hitler havia inventado o carro popular, o Volkswagen, pagável a um preço insignificante e em vários anos. Seus barcos de férias levavam milhões de trabalhadores para passear, desde os fiordes da Noruega até as ilhas Canárias.
Havia revivificado a indústria do Reich, a mais moderna e eficaz do continente. Um quarto de século antes que a França tentasse imitá-lo, a Alemanha estava repleta de auto-estradas esplêndidas. Havia conseguido a união da Nação, devolvido um exército a um país que somente tinha direito, até então, de possuir tanques de papel. De um país vencido, esgotado, com três milhões de mortos na Primeira Guerra Mundial, havia feito o país mais forte da Europa.
Mas, sobretudo – e isto se esqueceu, apesar de tratar-se da principal idealização de Hitler, que mudou politicamente a Europa –, havia reconciliado a massa trabalhadora com a Pátria.
O marxismo internacional havia conseguido afastar, em todas as partes, a massa trabalhadora da Nação.
O trabalhador vermelho estava contrário à Pátria; nem sempre sem razão, pois a Pátria das pessoas cheias de riquezas havia sido muitas vezes, uma madrasta para ele.
Na Bélgica, o trabalhador desfilava detrás das bandeiras vermelhas, com o fuzil partido.
Na França, sua obra havia sido as rebeliões militares no estilo de Marty.
Na Alemanha, os comunistas arrancavam as dragonas dos oficiais.
A Pátria era os burgueses. O marxismo era a anti-pátria. Hitler, graças a seu programa revolucionário de justiça social e às consideráveis melhoras que proporcionou à vida dos trabalhadores, devolveu a idéia nacional a milhões de proletários e, particularmente, a seis milhões de comunistas alemães que pareciam estar perdidos para sempre para a causa nacional, os quais, inclusive, haviam sido sabotadores da Pátria e poderiam ter chegado a serem seus sepultadores.
A verdadeira vitória – vitória duradoura, de alcance universal – que Hitler obteve sobre o marxismo foi essa: a reconciliação do nacionalismo e do socialismo – de onde provém o nome de nacional-socialismo, o mais belo nome que partido algum jamais levou. Ao amor pela terra natal, natural, mas que por somente ele significava pouco, ele uniria o espírito universal do socialismo, completando-o não somente com palavras, mas também e fundamentalmente com feitos, com a justiça social e o respeito aos trabalhadores.
O nacionalismo era, a principio, antes de Hitler, propriedade exclusiva dos burgueses e das classes médias. Com Hitler, o socialismo passou a ser domínio quase exclusivo da classe trabalhadora. Com os dois, Hitler fez uma maravilhosa síntese.
O local onde existe mais ignorância a respeito da ação de Hitler é no terreno da estratégia militar.
À parte de um Cartier, que em seu livro “Os segredos da guerra revelados em Nuremberg”, deu conta, apesar de ser anti-hitlerista, da amplitude do gênio guerreiro do Führer, baseando-se em documentos definitivos, segue estando em vigência entre os espíritos que se dizem distintos, falar com uma condescendência irônica das intervenções de Hitler nas operações de guerra de sua época.
Contudo, Raymond Cartier é aquele que, na realidade, possui razão. O mais extraordinário de Hitler – e a história algum dia reconhecerá isto – foi seu gênio militar. Gênio eminentemente criador. Gênio fulgurante.
A invenção da estratégia moderna foi, verdadeiramente, obra sua.
Mais ou menos convencidos, os generais de Hitler aplicaram os seus ensinos. Por si próprios, não teriam sido mais valiosos do que os generais franceses e italianos de sua geração. Da mesma forma que estes, tinham o atraso de uma guerra. Apenas haviam compreendido, antes de 1939, a importância da ação combinada da aviação e dos tanques que Hitler lhes obrigou a aplicar.
O mesmo De Gaulle, que aparece como precursor nesta matéria, não foi mais que alguém incompleto. Compreendeu que as rupturas da Frente não se conseguiriam jamais dispersando os tanques de batalhão em batalhão, como simples canhões arrastados, de limitada eficácia. Com isso, destruía as caducas teorias do Estado Maior Francês.
Em troca, o que não compreendeu De Gaulle, e quem fez isto foi Hitler, com uma vivacidade de espírito verdadeiramente genial, foi a combinação indispensável do assalto terrestre – mediante ao lançamento de uma massa de blindados em um ponto fixo – e do ataque aéreo simultâneo dos esquadrões de aviões, atacando em picado o ponto de ruptura fixado, destruindo tudo, abrindo o passo de forma avassaladora. Sem os Stukas, não teria sido possível a irrupção das Panzer Divisionen em Sedan, no dia 13 de maio de 1940. Foi o rapidíssimo ataque em massa de mil Stukas na ribeira esquerda do Mosa que forçou e abriu o caminho. Desde o principio, em 1934, alguns militares alemães compreenderam a importância da nova estratégia que Hitler lhes explicou; por exemplo, Guderian, Rommel e Manstein.
Mas, para dizer a verdade, tratava-se de oficiais pouco conhecidos, de grau não muito importante. Eles também foram descobertos por Hitler que, ao vê-los receptivos, outorgou-lhes autoridade e lhes facilitou os instrumentos.
Não era mais que um punhado.
A massa dos generais alemães, pouco convencidos dessas novidades até o ano de 1940, seguiu sendo composta de especialistas muito qualificados em uma estratégia já antiquada que, de forma alguma, teria permitido a conquista em somente três semanas da Polônia inteira e, sobretudo, nem a fabulosa cavalgada motorizada de Sedan a Nantes e a Lion, em maio e junho de 1940.
Militarmente, Hitler era um inventor. Sempre se falou dos possíveis erros que cometeu. O extraordinário teria sido que, obrigado a inventar sem nenhuma pausa, não tivesse cometido erro algum. Mas, além da estratégia de agrupação motorizada das forças de Terra e Ar – que se ensinará nas escolas militares enquanto o mundo existir –, inventou operações tão variadas como o desembarque na Noruega, a conquista de Creta, a adaptação da guerra blindada às areias africanas – na qual ninguém havia pensado até então – e até as pontes aéreas. A de Stalingrado foi muito mais difícil, complicada e perigosa do que a que fora levada a cabo pelos americanos em Berlim, dez anos mais tarde.
Hitler conhecia detalhadamente os motores; cada vantagem e desvantagem das peças de artilharia; cada tipo de submarino ou de barco, e a composição da frota de cada país. Seus conhecimentos e sua memória sobre estes aspectos eram prodigiosos. Ninguém pôde lhe surpreender nem por uma só vez nestes pontos. Sabia mil vezes mais que seus melhores especialistas.
Além disso, tinha de ter a força de vontade necessária.
E ele sempre a teve; e em um grau superlativo.
Politicamente, somente sua vontade de ferro pôde romper todos os obstáculos. Somente ela lhe permitiu vencer as fantásticas dificuldades, frente às quais qualquer outro teria fracassado. Essa vontade levou-o ao poder, respeitando as leis, legitimamente reconhecido pelo Reichstag, no qual seu partido, o mais numeroso do Reich, era ainda minoritário no dia em que Hindenburg lhe designou como Chanceler.
Força e astúcia. Hitler era hábil, obstinado. E também jovial. Tem-se descrito ele como um selvagem, que, de raiva, se atira ao chão e devora as almofadas. Deve-se dizer, contudo, que é inexplicável como se pôde levar a cabo tal façanha mandibular. Passei vários dias e noites próximo de Hitler, ao seu lado. Nunca presenciei uma dessas cenas de cólera, tantas vezes divulgadas. Que em alguns dias as tenha tido, não é impossível. Que homem com mil vezes menos preocupações que Hitler nunca perdeu os nervos? Que marido não foi protagonista de alguma cena ruidosa com sua mulher, fechando as portas violentamente e rompendo alguns pratos de sua louça...? O fato de que Hitler, alguma vez, tenha ficado furioso não é nada particular. Sobretudo se se leva em consideração que não lhe faltavam motivos para irritar-se: generais imbecis que não compreendiam nada, que se jogavam atrás uns dos outros, não obedecendo e sabotando as ordens; colaboradores que mentiam; um ritmo de produção que não era respeitado; contrariedades, enfim, por todas as partes.
Até então, inclusive, Hitler era capaz de não perder a calma.
Recordo um caso muito típico.
No outono de 1944, encontrava-me no Quartel General de Hitler, na fronteira da Lituânia, aonde este acabava de chegar com Himmler em seu grande carro verde. Estávamos tomando chá quando, de prontidão, soubemos de uma notícia surpreendente: algumas divisões britânicas acabavam de cair sobre a Holanda de pára-quedas, com todo êxito nas costas dos alemães, em Arnheim, próximo de Nimega.
Era todo o sistema de defesa ocidental de Hitler sendo atacado de surpresa e o acesso ao Ruhr ameaçado de forma rápida e direta!
Posteriormente, foi dito que um traidor holandês, da Resistência, havia informado com antecedência aos alemães sobre este plano, o que permitiu aniquilar em poucos dias a aquelas divisões britânicas.
Não é mais do que uma mentira. Outra mentira, igualmente às que se disseram depois de 1945.
Eu posso contá-lo, já que estava presente quando se comunicou esta noticia a Hitler e também a Himmler. Deixou-lhes estupefatos. Mas também posso dizer o que se seguiu. Hitler, recuperando o domínio de si mesmo, em dois minutos, convocou seu Estado Maior, analisou a situação durante duas horas e, depois, em meio ao silêncio geral, ditou suas ordens com lentidão, sem erguer a voz.
O resultado foi magnífico e impecável.
Deteve-se. Ordenou que lhe trouxessem mais chá quente e depois, até a noite, esteve falando-me do liberalismo, até fechar a gaveta da guerra.
Asseguro-lhes que naquela tarde, não devorou as almofadas com suas mordidas. Inclusive, ocorreram-lhe frases faiscantes para terminar a noite. Por fim, tranqüilo, ligeiramente curvado, saiu com sua cadela “Blondie” para passear sob os Abetos.
Não somente essas histórias de cenas fabulosas de cólera devem-se à lenda, mas é preciso dizer que Hitler era um homem delicado, cheio de pequenas atenções e detalhes. Eu o vi preparar, ele mesmo, alguns sanduíches para um de seus colaboradores que saía para uma importante missão. Uma noite em que eu estava discutindo com o marechal Keitel em seu “Bunker”, chegou ele, que era abstêmio, e trouxe-nos uma garrafa de espumante para animar a nossa conversa.
Contrariamente a tudo o que se tenha dito, Hitler era moderado.
Desde o ponto de vista religioso, adotava posições bastante pessoais. Não suportava as intromissões políticas do clero, o que não podia repreender.
O que era impressionante era a sua idéia sobre o futuro das religiões. Em sua opinião, era inútil combatê-las, persegui-las. As descobertas científicas, esclarecendo os mistérios – essenciais para a influência das igrejas –, a evolução rumo ao conforto, fazendo desaparecer uma miséria que durante dois mil anos havia aproximado a Igreja de tantos seres desgraçados; tudo isto, segundo ele, reduziria cada vez mais a influência das religiões.
“Ao cabo dos séculos – me dizia –, de três séculos, algumas se extinguirão, outras experimentarão uma debilidade quase total”.
Há de se reconhecer que as crises que sofrem todas as religiões nos últimos anos, suas adaptações doutrinais, suas desvalorizações disciplinares, seus rompimentos de anarquia, não tiraram ao todo a razão de Hitler. Seu ponto de vista, sobre este aspecto inimaginável até então pôde, talvez, ser visto como profético. Desde logo, a prática da religião não o molestava. Nossos capelães católicos continuaram com seu apostolado entre nossos soldados após nos convertermos em uma brigada e, depois, em uma divisão das Waffen S.S.
A figura mais original da divisão S.S. francesa, Carlos Magno (4), era um prelado católico, Monsenhor Mayol de Lupé, colosso de face avermelhada. Comendador da Legião de Honra e da Cruz de Ferro de primeira classe, este prelado de Sua Santidade (duplamente S.S.!) não desagradava em absoluto a Hitler, como tampouco nossa maneira de praticar nossa religião.
Uma manhã, estando na casa de Hitler, saía para ir à missa quando me encontrei com ele, por um caminho beirado de abetos.
Iria deitar-se após terminar, ao amanhecer, sua jornada. Eu a começava.
Desejamo-nos boas noites e bons dias, respectivamente.
De improviso, levantou seu nariz redondo até a minha direção.
– Mas, León, aonde você vai a estas horas?
– Vou comungar – lhe respondi.
Seus olhos tiveram, por um momento, uma expressão de surpresa. Depois, me disse, afetuoso:
– Depois de tudo, se minha mãe ainda fosse viva, eu a teria acompanhado.
Nunca me senti, em sua casa, objeto da menor suspeita pelo fato de eu ser católico. Inclusive, por várias vezes eu disse a Hitler que, ao término da guerra, depois que já tivesse levantado meu país, deixaria a política para ajudar no desenvolvimento moral e espiritual do novo complexo europeu.
– A política é um setor. Não é o único. As almas também devem ter sua vida própria e momentos de expandir-se. É necessário que a nova Europa obtenha este desenvolvimento possível, fácil e livre. Desde logo, cabia a nós, cristãos, impor firmemente nosso ideal no novo mundo que se anunciava. Embora alguns dos principais dirigentes do III Reich fossem hostis às nossas convicções religiosas, devíamos conquistar posições da mesma forma que, antes de nós, o haviam feito os crentes, tal como ocorreu no tempo de Bismarck, durante a República francesa de Combes. Eles não haviam desertado de suas responsabilidades políticas sob alguns regimes que, contudo, haviam expulsado aos religiosos de seus conventos ou imposto as escolas laicas.
De qualquer maneira, a Europa dos soldados havia sido criada.
Ela dominava o continente, através de sua força, unificada através da solidariedade e, acima de tudo, de seu ideal.
Os voluntários não-alemães da Frente do Leste estavam em meio milhão. Segue a lista:

alemães: 410 mil;
volksdeutschen: 300 mil;
húngaros: 40 mil;
holandeses: 40 mil;
ucranianos: 30 mil;
cossacos: 30 mil;
letões: 25 mil;
russos: 18 mil;
caucasianos: 15 mil;
bósnios: 15 mil;
turcomanos: 15 mil;
estonianos: 15 mil;
italianos 10 mil;
flamengos: 10 mil;
tártaros: 10 mil;
croatas: 10 mil;
noruegueses: 8 mil;
belgas: 8 mil;
dinamarqueses: 6 mil;
eslovenos: 6 mil;
lituanos: 5 mil;
romenos: 5 mil;
hindus: 5 mil;
albaneses: 4 mil;
sérvios: 4 mil;
finlandeses: 4 mil;
búlgaros: 3 mil;
georgianos: 2 mil;
quirguiz: 2 mil;
usbeques: 2 mil;
gregos: 1 mil;
armênios: 1 mil;
suiços: 600;
espanhóis: 500;
suecos: 300;
britânicos: 100.


Todos haviam estado na Frente russa, cheios de suspeitas e complexos. Os alemães haviam invadido nossos países. Portanto, não tínhamos motivos para amá-los. Alguns deles, em Berlim e nos países ocupados, nos exasperaram com seu orgulho de dominadores.
A Europa não seria feita como eles desejavam, obedecendo-se a um general – coronel ou a um Gauleiter. Far-se-ia em igualdade, sem que um Estado onipotente impusesse uma disciplina de sargento a alguns estrangeiros de segunda classe. Ou europeus, todos iguais, ou não haveria Europa! Inclusive, em plena guerra, até quando arriscávamos a pele a cada instante na Frente, ao lado dos alemães, ou lhes ocupando postos (faltavam-lhes homens), alguns agentes da S.D. (Siecherein Dienst) não duvidavam que fossem espiões em pleno combate. Descobri vários deles. Desmascarei-os diante da tropa, exigindo desculpas às autoridades alemãs oficiais, fazendo com que fossem submetidos a um Conselho de Guerra, encarregando-me eu mesmo das funções de fiscal. Obtive sua condenação a vários anos de encarceramento.
Dentro da gigantesca máquina administrativa do Terceiro Reich, não faltavam os Judas e os informantes. Apesar de nos encher hipocritamente de adulações, alguns alemães de Bruxelas, ao não desfrutar de seus desejos malignos, bombardeavam Berlim com informes secretos, tentando com isso tirar nosso prestígio. Haviam chegado, inclusive, a fotocopiar sete exemplares da minha correspondência familiar da Frente.
Quando regressei a Bruxelas, com a Ritterkreuz no peito, depois da captura do cerco de Tcherkassy, os peixes gordos alemães de Bruxelas, que haviam visto as fotos de Hitler recebendo-me com enorme afeto, se precipitavam a minha propriedade da "Dréve de Lorraine" para saudar-me. O chefe da SD estava entre eles, um coronel chamado Canaris (como o almirante traidor da contra-espionagem alemã, que terminou sua carreira em Abril de 1945, em uma posição mais elevada que a que nunca imaginou: posto em um gancho de carniceiro). Quando meu Canaris de Bruxelas se aproximou, meloso e adulador, exclamei, com voz, estentórico, assinalando aos assistentes as letras S.D. bordadas em sua manga:
– Coronel, sabe o que significam estas letras?
O outro se fez pálido. Não chegara a compreender. Para ele S.D. significava, como para todo mundo, Siecherein Dienst.
Tal pergunta, diante de todos os generais alemães, o deixava aturdido. Que queria eu dizer exatamente?
– Não sabe? Pois bem, vou lhe explicar: Coronel: S.D. significa "Surveillance Degrelle" (Vigilância Degrelle)!
Com os sabichões alemães, estas vigorosas reações eram compensadoras.
Além disso, os temperamentos não se correspondiam em tudo.
Sem dúvidas, a cabo dos anos de combates e sofrimentos em comum, derrubaram-se os preconceitos, as amizades haviam ganhado força, as afinidades políticas haviam se fortalecido. Eram jovens que depois da guerra, impuseram sua unidade da Europa da Frente àquela dos velhos retrógrados, decididos a acabar com esta concepção, tendo sido generais ou não, sem exagerada consideração, sempre que sua eliminação tivesse sido útil ou necessária.
Na verdade, na Frente do Leste, a Europa existiu.
Não uma Europa de comerciantes, de lojistas com o único intuito de aumentar seus lucros, desejando rendimento ao tomar parte de uma unificação.
Não uma Europa de militares conservadores, que com tanta intolerância haviam governado seus territórios ocidentais durante a ocupação.
Mas uma Europa de soldados, uma Europa de idealistas, que, soldada pela prova a que foram submetidos em comum, havia chegado a formar uma juventude idealista com uma só concepção acerca do futuro.
Camaradas na Europa dos jovens e vitoriosos soldados! Na Frente de batalha, havíamos sido todos iguais e solidários, esquivando-nos às beiradas desgastadas, asfixiados pelos espartilhos do passado.
As Waffen SS, tão imbecil e injustamente criticadas, foram isso: aristocratas do heroísmo, impondo-se a todos porque eram os mais valentes, os mais audazes, os detentores de um ideal forjado a fogo e que se esforçavam pelo triunfo.
Fez-se deles os cães de guarda dos Campos de Concentração.
A Waffen SS, inteiramente ocupada em seu combate, ignorava tudo a respeito dos Campos de Concentração. As cartas de nossos familiares demoravam às vezes um mês para chegar a nossas mãos. Receber um jornal constituía um verdadeiro acontecimento. Os combatentes não tinham a menor idéia de que havia judeus lá e de que podia se pretendia fazer com eles, pelo fato da Europa ter estado em retaguarda.
Quando partimos para a Rússia, nem um único judeu que encontramos havia sido detido por ser judeu, em nenhum país do ocidente. Os judeus ricos haviam tido tempo de sobra para sair. Que o diga, os Rotschild não pereceram em Buchenwald, Dachau ou Auschwitz!
Os judeus nem sequer representavam a milésima parte da humanidade. Ao ouvir o ruído que eles fazem, pode-se pensar que eles eram os únicos que existiam sobre a terra.
Em qualquer caso, a Waffen SS ignorou tudo sobre a sorte dos judeus depois de 1942, assim que as antigas tragédias se renovaram: pois São Luis, que os expulsou da França e Isabel a católica, que os alojou na Espanha, não eram, que eu saiba, hitleristas.
As Waffen SS reuniam, em uma corte formidável, como Roma e o Império Napoleônico não conheceram nunca, os mais heróicos soldados, não somente da Alemanha, senão de toda Europa. Os não-alemães fraternizavam em completa igualdade com os alemães. Às vezes, era quase anormal. A nós nos tratavam quase melhor que aos próprios compatriotas do Reich. Poucos alemães foram objetos de carinho e da consideração de Hitler como eu o fui, sendo chefe estrangeiro de uma Divisão Waffen SS estrangeira.
Então, por que deveríamos temer o porvir, vendo a unidade européia que formávamos, entre um milhão de jovens de vinte e oito países diferentes, os mais intrépidos, os mais duros e os mais bem armados da Europa? Quem teria se atrevido a desafiar-nos? Quem teria resistido? O futuro já não pertencia a velhos intrigantes, objetos decorativos para futuros museus. Pertencia a nós, jovens filhotes.
Conheci a Hitler bem a fundo.
Não temia formar equipe, em uma Europa comum, com um gênio que havia já rebaixado, politicamente, as etapas de regiões e nações. Depois da guerra, me dizia que trocaria o nome de Berlim para que não se parecesse como somente a capital dos alemães, mas de todos.
Ele podia criar, forjar, unir.
Por conta desta criação arriscada, certamente estávamos acostumados com todos os riscos possíveis! Exultante e à altura dos maiores sonhos, como se tivéssemos destinado a nós mesmos o retorno ao concubinato sórdido com os regimes pequenos e burgueses, sem grandes vícios, sem grandes virtudes, sob os que a Europa desunida havia continuado vegetando, como antes da guerra, na mediocridade mais negativa!
Com Hitler arriscávamos muito, é certo. Mas arriscávamos por um bem maior.
E então, quando já havíamos conjurado as maiores dúvidas e preparado os mais elevados desígnios, que a adversidade caiu sobre nós, derrubando-nos como uma enorme muralha, no dia em que, sob os céus brancos e gelados do Volga, retumbou o sinistro grunhido da capitulação de Paulus em Stalingrado.

NOTAS DO TRADUTOR:
I.     O sátrapa Sardanápalo – símbolo da lascívia, da depravação e da corrupção dos costumes morais – foi um rei da Assíria. Em seu epitáfio está escrito: Edamus, bibamus, gaudeamus: post mortem nulla voluptas, o que é dizer: “Comamos, bebamos, alegremo-nos: depois da morte não há nenhum prazer”.
II.    A inglesa Unity Mitford faleceu alguns anos depois, em 1948. Os médicos decidiram que era muito perigoso extrair o projétil alojado em sua cabeça. Por esta causa, vitimou-se de meningite em decorrência do inchaço cerebral.
III.   Degrelle foi capaz, inclusive, de introduzir os primeiros capelães católicos nas Waffen SS, com a aprovação de Henrich Himmler.
IV.    A respeito da seleção dos futuros componentes das Waffen SS, Miguel Serrano afirma que estes "eram selecionados preferencialmente entre os membros da Juventude Hitlerista. Esses jovens possuíam um punhal com a Suástica Dextrógira e uma inscrição em sua lâmina de aço: "Blut und Ehre" (Sangue e Honra). Quando o aspirante da SS solicitava provas e serviços árduos, passava a formar parte efetiva da Ordem Negra, recebendo-se – ainda que nem sempre em todas as ocasiões – outro punhal, consagrado com o símbolo rúnico da SS, uma Suástica Dextrógira e a seguinte inscrição: "Meine Ehre heißt Treue" (Minha honra se chama lealdade). Assim, começava-se, gradualmente, a ascensão”.

20 comentários:

  1. Um fã de Justin Bieber diria o mesmo sobre seu ídolo, e sua música (sic);

    Tudo está em "Minha Luta", não é preciso romantizar nada, é apenas ler sobre os pontos capitais do nascente nazismo (ódio racista, eugenia, dominação pela conquista territorial.); está tudo lá e não coisas como "o belo Adolf"...

    MFF

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    1. "Romantizar" mais que os sobreviventes do holocausto é impossível. Já leu Rosenblat, DaFonseca, Ben Abraham, Silvia Jaffe,...?
      Está tudo lá.

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    2. Os depoimentos falsos ou exagerados são talvez 5% do imenso arquivo conseguido com alemães e em fatos presenciais prof.Pasqual.

      MFF

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    3. Resumindo: Você é mais um dos que defendem que:

      - galpões de alvenaria podem ser câmaras de gás movidas a pesticida, capazes de matar centenas de cada vez;
      - campos pantanosos podem ter imensas valas crematórias, onde centenas eram cremados por vez;
      - é possível gasear, enterrar, desenterrar e cremar mais de 800 mil corpos sem deixar vestígios em pouco mais de um ano, como em Treblinka.

      Cada um crê no que bem entender.

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  2. Eu creio em números exagerados do extermínio;
    Eu creio que vários massacres aliados (Dresden, Tóquio, Índia por fome, Hiroshima e Nagasaki, refugiados de Berlim...etc) foram tão condenáveis quanto as toneladas de corpos encontrados e documentados nos campos de concentração;
    Eu creio que a Cruz Vermelha foi bem ludibriada em sua única visita a um campo de concentração;
    Eu acredito em fuzilamentos em massa e extermínio por gás, os números podem ser questionados mas a indústria de extermínio existiu e a solução final é um fato documentado até em diários nazistas;
    Eu acredito que Hitler de fato seria um herói se tivesse vivido até 1939 no tocante a impulsionar a auto suficiência econômica da Alemanha - e seus delírios de raça superior seriam apenas nota de rodapé;
    Eu acredito que em "Minha Luta" toda a visão do que viria está lá, principalmente em coisas como: "a terra é dos fortes, e só é possível conquistá-la derramando sangue", "os judeus não são raça, são a tuberculose do mundo", "os judeus emporcalham a nossa raça", "é lícito a conquista territorial pela força" entre diversas de centenas de outros delírios...está tudo lá, tudo devidamente preconizado. Apenas um cego nos dias de hoje - depois que tudo passou - não encaixaria causa e consequência.

    Ou seja, não acredito apenas em termos de preto e branco (aliados bons, nazistas maus - ou Adolf um chanceler da paz, aliados marionetes dos judeus e seus "protocolos de Sião"...etc)

    Cada um acredita no que pesquisa!

    MFF

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    1. Pontuando:
      - Fato: todas "as toneladas de corpos encontrados e documentados nos campos de concentração" morreram por tifo e/ou inanição. Ninguém por gaseamento ou eletrocussão. Ao menos, não existe nenhuma necrópsia;

      - A Cruz Vermelha fez visitas a dezenas de campos durante a 2ª guerra. Veja aqui:
      http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2011/12/amigos-e-amigas.html

      - Houve muita perseguição aos judeus, sim. Extermínio em massa, só nos depoimentos dos "sobreviventes". A "Solução Final" foi a tentativa de expulsar os judeus usurários para fora da Alemanha. Porém, leia este interessante discurso de um ex-sionista:
      http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2013/09/sobre-1-grande-guerra.html

      - "Eu acredito que Hitler de fato seria um herói se tivesse vivido até 1939". Se o holocausto fosse comprovado por A+B, eu concordaria com isto;

      - As palavras no "Minha luta" são até normais se comparadas às do Talmude. Já leu "O Talmud desmascarado"? Tá na internet.

      Para finalizar, é bem simples: eu só acredito no que é possível de acontecer. As 'câmaras de gás', as 'valas crematórias', as 'eletrocussões em série' e a 'pira funerária de Treblinka' estão no rol dos impossíveis. Se não fossem, eu jamais as contestaria.

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    2. Todas as tuas questões de ordem técnica podem ser respondidas pesquisando o projeto Nikzor (ou algo parecido) - é um questionário extenso e conhecido creio, que envolve mais de 66 perguntas vitais sobre a metodologia do extermínio.

      A luz da verdade está nessas respostas ou nas tuas indagações? Se deixarmos as questões práticas de lado o que sobra? A ideologia....

      E a ideologia de "Minha Luta" é tão nefasta quanto ao que foi extirpado cirurgicamente do Talmud (isso, confiando no que li, sem ao menos questionar) - but, veja a diferença de contexto histórico e social entre essas duas torrentes coléricas!

      Uma, é de centenas de anos após Jesus, há outra é assustadoramente atual...e a diferença é como se partiu da noção, para a ação. Não vejo termo de comparação entre o que uma prega e o que ocasionou no final das contas - argumentar "dominação mundial" através dos meios de comunicação e sistema bancário antes é uma ode a capacidade do tal povo judeu, que não se utilizou de "argumentos" bélicos para dominar e perseguir de forma tão brutal.

      A Solução final não deu chance de crianças e velhos fizerem suas vidas fora da Alemanha, não foram expulsos - foram trancados para morrer em um naipe considerável de modalidades.

      MFF

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    3. Eu tenho o "Projeto Nizkor" nos meus favoritos. Já li quase tudo de lá e não encontrei nenhuma prova cabal do holocausto. Só falácia "googlemente" traduzida.

      A única "luz da verdade" que vejo é a impossibilidade de ter ocorrido o que citei. Não encontrei nenhum sítio ou blog que os provasse, muito pelo contrário.

      Sou alheio a qualquer ideologia que não seja o humanismo.

      O Talmud é o livro de cabeceira dos sionistas, que o seguem fanaticamente. Seus "ensinamentos" são praticados há muitos séculos até hoje e são bem mais nocivos que as citadas ideias de Hitler.

      A "Solução Final" não foi posta em prática. Senão, todos os judeus da Alemanha teriam ido para Madagascar. Você leu o discurso do Benjamin Freedman que sugeri mais acima sobre a 1ª Grande Guerra?

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    4. "Eu tenho o "Projeto Nizkor" nos meus favoritos. Já li quase tudo de lá e não encontrei nenhuma prova cabal do holocausto. Só falácia "googlemente" traduzida"

      Essa falácia é tão bem documentada quanto o dito revisionismo - memorandos em alemão parecem que são a tônica das duas partes. Fisicamente, tanto eu quanto tu não temos acesso a arquivos - que talvez - fizeram parte do material da acusação de Nuremberg; "eu" ao menos, tenho a vantagem do volume do material de acusação (em termos brasilis, estamos empatados na verdade, não somos germânicos com acesso ilimitado a tão polêmica herança). A discussão seria eterna...

      "Sou alheio a qualquer ideologia que não seja o humanismo"

      Interessante, mas é contraditória tua filosofia quando considera como sionistas famílias judias sem condições de fugir de uma Alemanha tomada pelo delírio racista. Eram pessoas que até se consideravam alemães puros (pesquisa Nazi de 1933) - homens, mulheres e crianças que tiveram um final nada piedoso...que tipo de maldade satânica foi extinta na tomada final do gueto de Varsóvia?

      A tertúlia de Madagascar é uma das piadas de mais mal gosto da história, talvez tenha subido dois lançes de escada do andar da fantasia.

      Sobre a primeira guerra - bem, a verdade que toda a Europa exultava pela guerra, não teve lobby judeu para fomentar tal acontecimento. Já era algo esperado - quanto ao boicote judeu, o que medida esperar de um povo que vivia em um país onde seu mandatário pregava o ódio racial desde 1923? Hitler queria se vingar da França, queria expandir para Leste e o povo judeu foi o bode expiatório para unir a massa alemã para um significado e puxá-los juntos para o conflito.


      MFF

      O Gueto de Varsóvia

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    5. Você não leu o discurso do Judeu Benjamin Freedman, que desdiz suas afirmações.

      Se o leu e continua a pensar assim,... Você é 100% talmud!

      E concordo: "A discussão seria eterna". As provas das impossibilidades que citei nunca aparecerão.

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    6. "como se partiu da noção" não, como e por que se chegou a esta noção. Oras, ir da noção para ação não tem nada de estranho ou errado.
      Ex.: se vc tem "noção" de que vai ter sede numa caminhada, partirá para a "ação" de levar água para se prevenir. Simples.

      O MFF não entende isso ?

      O Talmud é anterior a Cristo ... eita trollagem, meu.

      é só trollagem desse cara..e pela data, é doença já crônica.

      Abraços, Cobalto

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  3. Bom, bom...de todo modo agradeço a oportunidade de discussão. Coisa que certos sites não admitem - fecham-se no seu clube do bolinha e retroalimentam-se apenas do que seus sócios opinam. Descartando qualquer "ameaça" de um ponto de vista mais agudo sobre o tema tão caro a eles (não estou falando de moderação de ofensas ou deboches).

    Vou dar mais uma olhada no seu blog!

    sds;

    MFF

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    1. Este debate, por mais infrutífero que pudesse se tornar, é necessário. Você discorda do que acredito e é recíproco.
      Penso que a diferença fulcral entre nós neste assunto é que eu me recuso a crer só em depoimentos, não importa quantos existam. Afinal, "se bilhões de pessoas acreditam numa mentira, ela não deixa de ser uma mentira".
      Se o que me relatam é IMPOSSÍVEL, me darei o direito de contestá-lo. E não apenas o holocausto. Dê uma olhadinha nestas minhas contestações:

      http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2013/07/copernico-errou-revisitado.html

      http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2012/05/teoria-da-adaptacao.html

      http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2012/06/como-se-fez-quem-fez.html

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  4. Bom, a revelia de depoimento de testemunhas, eu fiz um pequeno exercício de ilação entre 1923 (discurso racista de Hitler) e meados de 1945 (o que os aliados encontraram e documentaram nos campos).

    Existe um novo documentário de umas seis horas que estão divulgando sobre os ditos locais; uma mentira monstruosa?

    Do "lado de cá"; existem talvez centenas de toneladas de provas de toda sorte - mas não sou nenhum juiz para dar qualquer tipo de verdicto, fica na crença de cada um...como é a religião (no caso, sou católico-espírita).

    MFF

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    1. O discurso de Hitler sempre foi contra a plutocracia que transformou a Alemanha numa ciranda financeira calcada na usura. Conhece isto?
      http://verdade1945.blogspot.com.br/2009/03/os-soldados-judeus-de-hitler.html

      Ou isto?
      http://www.taringa.net/posts/info/3332160/Los-soldados-negros-y-asiaticos-de-Hitler.html

      Levando em conta a "istória ofalsial" de Hitler, é ininteligível. Palavras, o vento leva.

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    2. "...como é a religião (no caso, sou católico-espírita)." não não não...coisa mais sem noção.

      Católico segue Jesus e Maria. Espiritismo segue Alan Kardec. Tudo a ver mesmo rsrs

      Cobalto

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  5. Nossa! quanta discussão ali em cima não!hehehe... Meus amigos, já faz algum tempo que a história de Hitler vem me incomodando, e sempre achei ridículo que a segunda guerra foi que o nazismo liderada por Hitler queria ser uma raça ariana e mimimim.... Não estou aqui também falando que ele foi a melhor pessoa do mundo, mais o quê eu fico frustrado é de como as informações são distorcida e manipuladas de modo que o intuído é de beneficiar ou dar motivo para alguém! Os americanos adoram colocar os inimigos ou aqueles que discordam deles, como os vilões da história! e isso me deixa muito indignado! Os jornalistas acabam cedendo a informação verdadeira pela falsa, apenas para ter ganhos próprios ou para terceiros, o pior é que também tem os que querem falar a verdade mais pelo medo, acaba sendo leviano ou até não passando a informação! Sempre serei contra ao ser leviano e a mentira e acredito na justiça, mais acima de tudo, acredito na justiça do meu Deus! e segundo ele, disse que os que anseiam pela justiça, os mesmos serão saciado!
    Grande abraço!

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    1. Caro Pedro.
      Bem sabemos que são "os vencedores que escrevem a História". Logo, a 2ª Grande Guerra, a pior e mais sórdida de todas, precisa ser excomungada por aqueles que a venceram. A melhor maneira é jogar toda a culpa no derrotado. Os sionistas fomentaram as duas guerras mundiais e fazem tudo e mais um pouco para "tirar o deles da reta". São podres até a última instância.

      Os "jornaleiros" que não se cansam de propagar a verdade de seus donos não passam de obedientes aspones. Qualquer um que destoar da verdade dos poderosos chefões,...

      E assim se descaminha a humanidade.
      Abraço.

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  6. Senhor anônimo MFF, li em um de seus comentários, a citação sobre a primeira guerra mundial: "Sobre a primeira guerra - bem, a verdade que toda a Europa exultava pela guerra, não teve LOBBY JUDEU para fomentar tal acontecimento." Então, gostaria de lhe indicar ler o livro Derrota Mundial de Salvador Borrego (tem PDF), que em poucas e coesas palavras, no indica os movimentos que fomentaram ambas guerras...tenha um bom dia...

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    1. Prezada Maria Cristina.
      Temo que o contendor MFF tenha desistido (ou virado purpurina). Não o vejo por aqui há mais de ano.

      Mas quem sabe, ele volte com suas "abalizadas" ponderações algum dia. Quem sabe, até, tenha evoluído.
      Abraço.

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