Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

DÍVIDA MORAL HISTÓRICA (?!?)


Há muito escuto esta frase. Os negros a cobram dos brancos pela escravidão a que foram submetidos. Sem dúvida, a escravidão é uma imoralidade, um verdadeiro crime. Justiça, respeito e bem querer devem permear toda e qualquer relação. Mas essa “dívida” é uma excrescência; não tem razão, nem lugar.

Quando vejo, por exemplo, essa “cota” que os negros têm para ingressar nas universidades, afirmo que, se eu fosse negro, abdicaria solenemente dela. Vejo-a claramente como uma “esmola aos pobres coitados que precisam de um empurrão para pegar no tranco”. À guisa dessa nefasta “dívida”, essa bela porcaria foi imposta. O que me alivia é que a maior parte dos negros pensa e age como eu e mostra sua capacidade de igual para igual. E muitos se dão bem.

Fico imaginando um exemplo: os bisavós brancos de A tinham uma fazenda e os bisavós negros de B eram seus escravos. A questão é: o que os bisnetos brancos de A devem aos bisnetos negros de B hoje em dia? SE houvesse uma “dívida moral histórica”, como “pagá-la”?

Agora, um paralelo: há muitos anos, uma mulher foi estuprada e morta. Tanto o estuprador quanto a vítima tinham filhos de colo. Hoje em dia (adultos), que dívida os filhos do estuprador têm com os filhos da vítima? Vergonha? Culpa? Há alguma reparação possível?

Nunca direi que existe inferioridade racial, simplesmente porque não creio nela. Mas eu creio que existe uma DEFASAGEM EVOLUTIVA entre as "tonalidades". Nisto, as "tonalidades" branca e amarela estão muito à frente das vermelha e negra.

Não me refiro à cultura em si, pois CADA POVO de qualquer "tonalidade" tem a sua. Mas quando a cultura abrange conhecimento e tecnologia, praticamente tudo o que se sabe sobre medicina, astronomia, matemática, inventos, peças e instrumentos em geral, etc, provém das "tonalidades" branca e amarela.

E a palavra-chave para o desenvolvimento da humanidade é TECNOLOGIA. É inegável que basta dar oportunidades que QUALQUER UM adquire e desenvolve capacidades fantásticas. Mas sigam o meu raciocínio histórico. É apenas raciocínio! Não serve de justificativa para nenhuma ação deletéria!

Antes das nações caucasianas invadirem o continente africano em busca de mão-de-obra escrava, elas já gozavam de uma substancial evolução em comparação às africanas, que viviam em cultura tribal. Os séculos se passaram e, hoje, vemos o nível tecnológico em que a Europa e outros continentes se encontram. A contribuição dos negros nessa evolução existe. Mas vejam como estão tecnologicamente os países africanos onde a cultura negra é predominante, culturas que não foram tolhidas pelo imperialismo branco. O tribalismo reina, apegado às mais antigas e obscuras tradições e crenças, objurgando qualquer modernidade, mudança ou acréscimo que se queiram fazer ou trazer para suas vidas.

Por mais que possa parecer ofensa, isto mostra que, se desde sempre se tivesse deixado unicamente para os africanos a condução de suas vidas, sem nenhuma interferência, eles não teriam uma significativa evolução tecnológica. Basta ver a maior parte da África hoje em dia, onde nenhuma tecnologia e modernidade que eles utilizam  foi criada por eles.

O mesmo podemos dizer dos índios. Eles também são 100% dependentes e apegados somente às condições que a natureza proporciona, não mostrando condições de evoluir por si mesmos além de uma cultura tribal.

Tudo isso já descrito vai da higiene pessoal à neurocirurgia. Desde o surgimento do ser humano, as "tonalidades" branca e amarela mostraram-se mais aptas intelectualmente para criar, evoluir e se desenvolver. ATENTEM: nunca será justificativa para se fazer, nem se mostrar superior, a ponto de submeter o mundo às suas necessidades, opiniões e caprichos. Porém, eu vejo que essa defasagem evolutiva que citei é patente.

Quero concluir com tudo isso é que não concordo que exista uma “dívida histórica com os negros por causa da escravidão”. Apesar da segregação, do racismo, do preconceito, da exclusão e tudo o mais à que as "tonalidades" negra e vermelha ainda são submetidas por algumas partes intolerantes da humanidade, me parece inegável que TODOS os negros e vermelhos que convivem com brancos e amarelos estão em melhor condição de vida que seus pares que nunca ou muito pouco contato tiveram com a tecnologia européia e asiática.

Podem falar e execrar a escravidão (como eu faço), mas daí a dizer que há uma “dívida” a ser paga, não contem comigo! É tão patético que, quem se arvora nessa imbecilidade, faz da própria vida uma pobreza em qualquer sentido empírico. Uma das minhas filosofias de vida é: Quem guarda mágoas, vive em função de quem o magoou. A escravidão em si é essencialmente passado, mas seus fantasmas (racismo, preconceito,...) ainda assombram a humanidade. O combate diuturno deve ser centrado nesses fantasmas. Vivamos o presente! Façamos dele um prazer! Para tanto, primemos pela base de tudo: o respeito!

FAB29

10 comentários:

  1. Eita, tiozão, "DEFASAGEM EVOLUTIVA" ??? Meu sais...
    Talvez eu tenha compreendido mal...o que existe são as idiossincrasias entre os povos fenotipicamente diferentes, mas nem de "raças" diferentes somos, as diferenças genéticas são faceis de constatar, visto que cada povo é melhor adaptado ao habitat a que pertence...imagine você tão branquinho(menor produção de melanina e consequêntemente mais afetado pelos raios solares) naquele sol destruidor dos desertos africanos; ou o contrário, um negro da Etiópia nas geleiras da Antartida (um frio infernal e o sujeito "mestre" em bloquear o calor do sol)... tanto os olhos como a pele(e tudo o mais) são fruto de centenas de anos de evolução genética que culminaram no "melhor tipo" de ser humano para sobreviver às condições de determinado lugar.
    Quando falamos de uma "raça" ser diferente da outra temos de nos ater ao que é típico de cada uma delas, e não o que ocorre exclusivamente pelo contexto social!
    Você citou os índios: "Eles também são 100% dependentes e apegados somente às condições que a natureza proporciona, não mostrando condições de evoluir por si mesmos além de uma cultura tribal"... nossa, isso deve-se ao fato, exclusivo, de viverem em relativo isolamento. Ou seja um contexto.Se você adotar um bebê índio e cria-lo em um centro urbano ele crescerá e se desenvolverá como qualquer outra criança, o fato de sua herança genética ser indigena não faz dele menos apto. O que obriga o progresso é a necessidade de "evolução" tecnológica como meio de sobrevivência e a disponibilidade de recursos para esse desenvolvimento.
    Se uma tribo antiga conseguiu dominar o forja dos metais é óbvio que será superior, em poder, às tribos que só usam lanças de madeira, e portanto a segunda será subjugada pela primeira.
    Na época da colonização do Brasil os colonizadores ficaram espantados com a "riqueza" de vida dos habitantes(veja a carta de Pero Vaz de Caminha) no entanto, após a colonização as tribos foram sendo dizimadas pelas doenças, guerras e aculturação. Portanto considero que o contexto foi o causador da "não evolução" indigena no país.
    Ao seu comentário quanto as cotas e diferenças de tratamento,a tal divida moral, concordo plenamente com você, é absurdo todo esse "ressentimento" retrógado, quase todas as culturas já foram dominadas por outra em alguma época de sua existência... e devemos aprender com esses erros e não cometê-los mais.
    Do mais...rs...um grande Bj

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    1. O igualitarismo racial tem falhado em produzir a "igualitária e justa" sociedade prometida pelos técnicos sociais. Ao mesmo tempo, está ocorrendo o marcante renascimento da identidade racial e étnica no mundo pós guerra-fria. Em resposta, a esquerda adoptou uma nova estratégia: negar totalmente a existência de raças! É por Isso que ouvimos falar tão frequentemente que "raça é uma construção social, sem validade biológica" e que "a ciência prova que somos todos iguais". Ironicamente, é em conexão com o progresso e entendimento do genoma humano – progresso no campo que irá definitivamente provar a realidade biológica das raças – que nós mais temos ouvido que raça é nada mais do que características "superficiais" e de aparência.

      Contra essa visão, há primeiro de tudo as óbvias diferenças entre os grupos de populações humanas que todos reconhecem. Há também evidências genéticas que podem ser usadas independentemente dos métodos tradicionais para classificar diferentes populações humanas em grupos raciais que são virtualmente idênticos aos baseados nos alegados traços "superficiais" estudados pela tradicional antropologia física. O professor Glayde Whitney escreveu nessas páginas:

      "Esses dados são portanto uma virtualmente irrefutável demonstração da realidade das raças – uma análise puramente estatística das frequências alelas (diferenças genéticas de um grupo para outro) dando resultados que são essencialmente idênticos aos grupos raciais estabelecidos pela antropologia tradicional".

      Uma honesta avaliação de dados confirma a realidade racial. Mas vamos ver os argumentos do outro lado:

      "Nós somos 99.9% (ou algum outro número) geneticamente idênticos; então não pode haver diferenças e não existem raças."
      Apesar de ser verdade que as populações humanas compartilhem aproximadamente 99.9% de seus genes, é também verdade que os humanos compartilham mais de 98% dos seus genes com chimpanzés, e uma grande porção com animais como ratos e cachorros. Muitos desses genes produzem estruturas básicas do corpo que todos mamíferos possuem em comum; diferenças entre organismos são causadas por diferenças genéticas muito pequenas.

      Homens e mulheres são 99,998% idênticos mas ninguém sugere que homens e mulheres são idênticos.

      Evidências actuais sugerem que todas as diferenças sexuais entre homens e mulher sejam o resultado de somente uma diferença genética – um gene (os Testes Factor Determinante) de uma estimativa de 50,000 – 100,000! Isso significa que homens e mulheres são 99,998 aos 99,999% geneticamente idênticos, mas ninguém sugere que sexo é uma mera “construção social”. Dessa maneira, as diferenças genéticas entre homens e chimpanzés, que ninguém nega, podem ser descritas como 12 à 20 vezes a diferença genética entre grupos raciais.

      Pequenas diferenças genéticas podem ter fortes consequências fenóticas porque os genes são ordenados em um modelo hierárquico. Alguns genes são “genes mestres”, e controlam a expressão de número dos outros genes, cada um deles pode ter grande controlo sobre alguns outros genes. Além disso, a expressão de cada gene é controlada por regiões chamadas “promotoras” (N. do T. “promoters”) e “realçadoras” (N. do T. “enhancers”), normalmente localizadas na frente da parte funcional do gene. Uma pequena mudança na região promotora do gene “X” pode alterar sua expressão. X pode controlar os genes A, B, C, D, E, F. O Gene A por sua vez pode controlar seu próprio conjunto de genes. Mesmo se todos os outros genes controlados por “X” forem idênticos entre dois grupos, uma diferença em “X” pode ser suficiente para produzir grandes diferenças entre os dois grupos.



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    2. Não é a quantidade de diferenças genéticas que é importante, mas a natureza das diferenças: que genes são diferentes, de que maneira eles diferem, e as consequências dessas diferenças. Espécies de cachorros são análogas a raças humanas. É possível que diferentes espécies sejam geneticamente mais parecidas do que diferentes raças humanas, mas não há dúvida que essas subtis variações resultem em significantes diferenças em aparência, inteligência e comportamento.

      É importante considerar também que uma borboleta e a lagarta da qual ela se desenvolveu são 100% idênticas geneticamente! Os genes não mudam; as enormes diferenças entre lagartas e borboletas resultam do activamento de diferentes genes em épocas diferentes. Isso pode dar alguma pausa para pensar aos que acham que a diferença de 0,1% em dezenas de milhares de genes humanos “não fazem diferença”.

      “Há mais variação genética dentro de grupos humanos do que entre grupos humanos; consequentemente, diferenças entre grupos são inválidas.”
      Esse é outro argumento muito popular que, mesmo verdadeiro, não significaria que raça não tem significado. A falha nesse argumento é a mesma do “argumento do 99,9%”, em que é tratado como mais importante a quantidade – “contagem de feijões” genética (N. do T. genetic "bean counting") – mais do que a importância das diferenças genéticas e suas consequências. De facto, há mais variação genética dentro de grupos do que entre grupos, mas se essa variação não influenciar a expressão de importantes genes, isso não terá grandes consequências. Há uma considerável variação genética entre irmãos e entre pais e filhos, mas isso não altera o facto que eles são mais intimamente relacionados uns ao outro do que a estranhos.

      Novamente o Prof. Whitney demonstra o absurdo do argumento da “variação”. Ele aponta que podemos pegar o total da diversidade genética contida na população de Belfast e uma tropa de macacos e dar a isso um indicador de 100%. Surpreendente como isso possa parecer, a maior parte dessa diversidade será encontrada tanto na população de Belfast quanto na tropa de macacos. Há uma grande diversidade genética igualmente entre dois indivíduos que são muito similares entre si. Isso não significa, claro, que os Irlandeses são mais parecidos com macacos do que com seus vizinhos, ainda que essa é precisamente a maneira que os advogados do “raças-não-existem” usam o argumento quando aplicam ele aos humanos.

      O Prof. Whitney explica que assim como no caso da diferenças genéticas entre homens e mulheres, “a questão significante sobre diferenças raciais não é a percentagem da diversidade total, mas como essa diversidade é distribuída entre as raças, que traços ela influencia, e como isso é modelado.” Pequenas diferenças genéticas podem traduzir-se em importantes diferenças físicas e comportamentais.

      “A variação da população é contínua e traços humanos variam através de um espectro, então raças individuais não existem”.
      Esse é um modo científico de dizer que por existirem híbridos (populações racialmente ou etnicamente misturadas), não existem raças individuais. Esse é um surpreendentemente popular argumento, entretanto igualmente fácil de refutar. Ninguém pensa que a existência de populações híbridas de animais significa que esses animais não podem ser classificados em diferentes grupos. Isso é evidente. Seu cachorro pode ser uma mistura de pastor alemão e dinamarquês, mas isso não significa que não há pastores alemães ou dinamarqueses. A existência de cachorros híbridos significa somente que diferentes espécies de cães podem acasalar e produzir descendentes. Cães e lobos – diferentes espécies – podem acasalar e produzir descendentes, mas ainda será fácil distinguir um cão de um lobo

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  2. Evolução é a capacidade de sobreviver ao meio e de perpetuar sua especie, por isso os tubarões são muito mais evoluidos que nós, seres humanos.
    Mas respondendo a sua pergunta, Somos da mesma raça, mas não significa que as etnias são todas iguais, que não exista diferenças signiicativas entre nós.
    Segue um link com informações sobre um livro importante.
    http://pt.wikipedia.org/wiki/IQ_and_the_Wealth_of_Nations

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    1. Caro Ismael, a isso, eu prefiro chamar de Adaptação.
      É certo que o que existe é a RAÇA HUMANA, mas o que frisei no post foi que, das quatro "tonalidades" principais, as branca e amarela foram as que deram a tônica do desenvolvimento, progresso e qualidade de vida. A que isto é devido, podemos especular à vontade.
      Eu creio que seres ultradesenvolvidos estiveram na Terra lá nos seus primórdios e trouxeram a vida pra cá, aprimorando-a aos poucos. Após tudo estar minimamente pronto, "criou o Homem à sua imagem e semelhança".
      Talvez os 'deuses' fossem o que todas as culturas dizem: alvos, loiros, olhos claros,... E sendo descendente direta deles, a "tonalidade" branca foi privilegiada.
      Pura especulação, óbvio!
      Abraços.
      Ah! Procurarei ler o livro. Grato.

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    2. “Diferenças entre as populações são superficiais e somente pele.”
      Isso simplesmente não é verdadeiro. Muitas diferenças consistentes entre grupos foram encontradas em inteligência, comportamento, tamanho do cérebro, resistência a doenças, taxas de nascimento de gémeos, velocidade de maturação, etc. O Prof. Arthur Jensen colectou provas irrefutáveis de diferenças raciais em média de inteligência. Em Raça, Evolução e Comportamento (N. do T. Race, Evolution and Behavior) o Prof. Philippe Rushton não só documentou o grande número de outras diferenças raciais mas mostrou o quanto elas se enquadram às várias estratégias de reprodução seguidas pelos diferentes grupos raciais. Algumas vezes o argumento “raças-não-existem” aparenta ser uma tentativa desesperada de derrubar o argumento sobre diferenças raciais que a esquerda claramente perdeu. Desde que os igualitaristas não tem nada a dizer face às montanhas de evidências de diferenças raciais, eles repentinamente mudaram seu foco e tentaram fingir que raça por si só não existe.

      Mesmo o mais anti-racista dos médicos reconhece que doadores e receptores de transplantes tem que ser escolhidos não apenas em base de sua raça, mas também por sua etnia, porque transplantes inter-raciais são mais prováveis de serem rejeitados. Eles também sabem que pessoas de diferentes raças reagem diferentemente às mesmas drogas e sofrem de diferentes doenças. Dizer que essas diferenças são apenas “de pele” é completamente contra a realidade.

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    3. Não apenas empírica, mas até fisicamente, cada ser humano é único! E devo concordar que as diferenças raciais são patentes, apesar de biologicamente sermos quase idênticos.

      Infelizmente, devo repetir o que escrevo amiúde em meus posts e comentários: toda essa confusão é financiada e orquestrada para manter o povo ocupado com nada de útil, producente e progressista. Se o "povinho" não fosse constantemente 'fustigado' à desunião, obliterando sua capacidade de raciocinar e racionalizar sobre as básicas, pequenas e sadias coisas da vida, ele não aceitaria essas "polêmicas" inventadas por esses imperialistas, corruptores do mundo.

      Grato pelas boas informações e opinião.
      Volte sempre.

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  3. Caro FAB29. minha resposta a pergunta foi para a moça que te chamou de tiozão.

    No mais eu concordo com o "direita".

    Não podemos afirmar que existe defasagem evolutiva, pois o conceito de evolução nos remete a reprodução e a Adaptação, pois se eles estão vivos ainda, são tão evoluidos quanto nós.

    Prefiro adotar o conceito racialista. pois todas as grandes civilizações um dia tiveram fim pela miscigenação.

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    1. Perdão pela confusão, Ismael.
      Como pode ver, a disposição dos comentários não ajudou e você não especificou a quem você havia respondido.
      Mas o que vale de fato é a opinião. Muito grato.
      Só quero frisar que usei a expressão "defasagem evolutiva" por crer que ela exprimia minha idéia do distanciamento cognitivo que existe entre as tonalidades desde a invenção da escrita. Distanciamento esse que gerou o progresso da humanidade quase exclusivamente por causa dos brancos e amarelos.
      Sempre frisando que tal fato não os faz superiores e prioritários em nada.
      Volte sempre.

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  4. " Uma das minhas filosofias de vida é: Quem guarda mágoas, vive em função de quem o magoou. "
    Quem não perdoa, vira escravo do ofensor. Vide os judeus com o suposto holocausto. São escravos do nazismo ainda hoje.

    Cobalto

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