Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Sionismo / Racismo

Amigos e amigas.
Existe preconceito contra os judeus (assim como contra gays, negros, ciganos, etc. Nem mais, nem menos!), mas contra o sionismo, "o buraco é mais embaixo".
A maioria não consegue separar judeu de sionista. É fato que o sionismo é um movimento político, filosófico e nacionalista judaico, mas ele não é abraçado pelos judeus que professam a Torá (a grande maioria). Apenas os talmudistas o fazem.
A brutalidade do sionismo levou a ONU a adotar uma resolução que veremos abaixo. Destaque para Idi Amin Dada, que é execrado pela História oficial, assim como Saddam, Khadafi e Ahmadinejad, como "ditador sanguinário".
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"A Resolução 3379 da Assembléia Geral das Nações Unidas, adotada em 10 de Novembro de 1975 por uma votação de 72 votos contra 35 (com 32 abstenções) pela Assembléia Geral das Nações Unidas, considerou que o sionismo equivale a racismo. A resolução foi anulada pela Resolução 4686 da Assembleia Geral das Nações Unidas de 16 de Dezembro de 1991 e é frequentemente referenciada nos debates que decorrem das acusações ao sionismo de racismo.


A resolução de 1975 teve o objetivo, por parte de seus seus patrocinadores, de formalizar, pela ONU, uma condenação ao sionismo. Em 1947, a ONU havia antes aprovado o Plano de Partição que estabeleceu o estado de Israel.

Após a Guerra dos Seis Dias, guerra em que uma coligação de estados árabes havia sido derrotada, a intensidade de esforços públicos contra Israel aumentou (ver Sionologia). Por outro lado, o boicote do petróleo árabe que se seguiu à Guerra do Yom Kippur de 1973 aumentou os fundos disponíveis para os esforços anti-sionistas.

Em 12 de Setembro de 1972, o presidente de Uganda, Idi Amin Dada enviou um telegrama ao secretário-geral das Nações Unidas no qual ele elogiou o Holocausto e propunha construir uma estátua a Adolf Hitler em Uganda, uma vez que não tinha sido erigida qualquer estátua na Alemanha.

Em 1 de Outubro de 1975, as Nações Unidas ofereceram uma recepção de boas-vindas a Idi Amin, que presidia àquela altura a Organização da Unidade Africana.

Foi aplaudido de pé pelos presentes antes do seu discurso. Foi muito interrompido por aplausos durante o seu discurso. Quando terminou o discurso, foi mais ainda aplaudido. Nesse discurso, ele condenou a "conspiração Sionista-Americana" e exortou à expulsão de Israel das Nações Unidas e a "extinção" de Israel.

No dia seguinte, o secretário-geral das Nações Unidas e o presidente da Assembleia Geral ofereceram um jantar público em sua honra.

A resolução afirmava na sua conclusão que:
"O Sionismo é uma forma de racismo e discriminação racial."
A resolução "tomou nota" de várias afirmações prévias em encontros internacionais pela eliminação do Sionismo.
  1. A Declaração do México sobre a Igualdade da Mulher e seu Contributo para o Desenvolvimento e Paz, afirmava que ...“a cooperação e paz internacionais requeriam [...] a eliminação do [...] Sionismo."
  2. A Resolução 77 da Assembléia de Chefes de Estado e do Governo da Organização da Unidade Africana considerava que „o regime racista na Palestina ocupada e o regime racista no Zimbabwe e na África do Sul têm uma origem imperialista comum, formando um todo e tendo a mesma estrutura racista e sendo orgânicamente ligados na sua política destinada à repressão da dignidade e integridade do ser humano“.
  3. A Declaração Política e Estratégia para Fortalecer a Paz Internacional e Segurança e Intensificar a Solidariedade e Assistência Mútua entre Países Não Alinhados, na conferência de ministros dos negócios estrangeiros dos Países não alinhados, em Lima, Peru, condenou o Sionismo como racismo, imperialismo e uma ameaça para a paz e segurança mundiais."(Fonte: Wikipédia.)

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