Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


sexta-feira, 6 de abril de 2012

Uma carta aberta

Amigos e amigas.
Achei de bom alvitre postar uma declaração de um sobrevivente da 2ª Guerra. Só que DO OUTRO LADO, ou seja, dos alemães.
Trata-se de uma carta de um senhor, à época, de 94 anos: sr. Friedrich Kurreck, de Offenbach, dirigida a uma funcionária da República alemã, senhora Lucia Schwarz, atuante na administração central da Câmara dos Deputados, em Berlim. Esta testemunha peculiar da história alemã traz uma gama de argumentos, os quais as pessoas esquecem com frequência ou os menciona somente individualmente. Aqui eles são apresentados numa carta dentro de um só contexto, como qualquer militante político alemão deveria saber e como dever-se-ia, por isso mesmo, repeti-los diariamente.
Toda história tem várias facetas. Não as ignore. Leia com atenção que o escritor merece.
Boa leitura.
FAB29

Offenbach, 30 de junho de 2008.
Prezada senhora Schwarz,
eu recebi sua carta de 27 de junho de 2008, onde você me comunica que minha carta de 7 de junho de 2008 foi protocolada no Gabinete do Presidente da Câmara dos Deputados e dada como ciente (também por parte de seu chefe, a qual ela foi direcionada?).
Você alega que minhas difusas opiniões e indiscriminadas suposições não oferecem qualquer fundamento para uma argumentação racional, mas mesmo assim não queria deixar tudo sem comentários. Argumentar racionalmente eu só posso, cara senhora Schwarz, somente com alemães que não foram vítimas da reeducação; agora não com aqueles corretos politicamente, que acreditam saber o que seja certo, veneram como dogma sua visão do Direito e excluem outras opiniões dadas como incorretas, para restringir o livre debate e consolidar tabus, onde seus argumentos sejam fracos.
E então você se permite a uma testemunha daquela época, que poderia ser seu bisavô, a ensinar que “não há dúvida alguma sobre a responsabilidade histórica da Alemanha na eclosão da Segunda Guerra e nas suas consequências”.
Ah, você, anjo desorientado, quem cochichou no seu ouvido tais típicas idiotices provenientes somente de pessoas doentes de espírito? Já ouviu algo sobre História Secreta, que esconde a verdadeira causa dos acontecimentos? Ao que parece não!
Por isso eu lhe recomendo urgentemente que se ocupe dela, e não faça papel ridículo na frente de testemunhas daquela época. Somente o conselho de um vovô que vivenciou a República de Weimar e o Terceiro Reich, e agora tem que presenciar como nossa terra alemã está sendo levada ao abismo por políticos do pós-guerra, ignorantes em história, políticos estes que você serve no Gabinete do Presidente da Câmara.
Significa algo para você, senhora Schwarz, a palavra E. Barnes? Ele é um colega do historiador amestrado da ZDF, Guido Knopp, o qual enfia goela abaixo da juventude alemã com seus documentários, de forma análoga a uma oração tibetana, a culpa de seu povo pelo início da guerra em 1939. Este norte-americano já afirmava em 1951:
“Eu não conheço qualquer outro exemplo na história, onde um povo mostre este vício quase insano, em lhe perpetrar o lado escuro da culpa de um crime político que não cometeu, a não ser aqueles crimes que lhes imputem a própria culpa pela Segunda Guerra Mundial”.
Sessenta anos após os acontecimentos, para estar up to date em história alemã, eu recomendo somente ler o livro “A guerra da Inglaterra contra a Alemanha”. O autor é um historiador britânico (!), o escocês Peter H. Nicoll. Poucos livros sobre os “motivos, métodos e consequências da Segunda Guerra Mundial” são tão atemporais, solidamente fundamentados e tão próximos à verdade histórica, como esse seu livro. Embora ele tenha perdido dois filhos aviadores contra a Alemanha, seu senso fanático por justiça reconheceu quem levou a essa guerra desnecessária, e por isso, leva a maior parcela da culpa por esse trágico desenvolvimento com 50.993 milhões de mortos, 35 milhões de feridos e 4,3 milhões de desaparecidos (que podem ser computados aos mortos como consolo):
“Cegos políticos na Inglaterra, que apoiados pelo presidente Roosevelt, deram à Polônia em março de 1939 uma procuração em branco com plenos poderes e rejeitaram todos os esforços de paz do governo do Reich alemão”.
Da mesma forma o britânico Nicoll tratou a fundo os métodos de condução da guerra e o tratamento dado à Alemanha do pós-guerra por parte dos aliados e descreve a grande conta de dívidas dos aliados. Esta ousada obra põe em ordem as relações na forma em que os eventos históricos sejam descritos como realmente aconteceram.
Mais além, você menciona o “extermínio da inteligência polonesa e escravização da população polonesa” por nós, alemães, e indica o efeito de ação e reação para justificar a expulsão dos alemães em decorrência da eclosão da guerra por parte da Alemanha. Isso me prova que a reeducação ordenada pelos aliados, em relação a você, alguém com a benção de ter nascido depois, caiu em solo fértil, e que você não é mais capaz de discernir entre mentira e verdade.
Permita que uma testemunha que cresceu na fronteira teuto-polonesa, na área alemã de Eylau (Prússia Ocidental), do outro lado corredor polonês, diga que a Polônia desde seu renascimento com Estado, em 1918, pelo qual correu sangue alemão, sem contar o juramento via telegrama da fidelidade eterna, frequentemente desrespeitava as fronteiras e, o que é provado historicamente, procurava a guerra contra a Alemanha. Provas da culpa da Polônia na guerra?
O alemão Lutz Mauve, cujo pai possuía uma grande área de floresta nos arredores de Kielce, na Polônia, tornou-se forçosamente e de repente cidadão polonês devido ao Ditado de Versailles, de 1918. Como tal ele tornou-se em 1919 “Fähnrich-Feldweber”, ou seja, aspirante a oficial do Exército polonês. Em junho ou julho de 1939, ele presenciou uma reunião de oficiais poloneses, oficiais da reserva e aspirantes, num local entre Cracóvia e Kattowitz.
Lá discursava o marechal polonês Rydz-Smigly sob o seguinte espírito:
“Polônia quer a guerra contra a Alemanha, e a Alemanha não poderá evitá-la, mesmo que queira”.

Se você já menciona a relação entre ação e reação, então deveria saber também que o especialista ucraniano Dr. Stephan Horak, em seu livro “Poland and her national minorities 1918-1939”, descreve o comportamento dos poloneses, cujo extermínio nós realizamos segundo sua percepção a partir de 1939, sobre os alemães entregues a ela pelo Ditado de Versailles, ou seja, entre o período das duas Guerras: ignorando todos os acordos e promessas de boa vontade que se repetiam gerando repetidamente o protesto dos representantes dos grupos alemães na Polônia, esta dá continuidade à sua política de violação até o último dia de sua existência como nação independente. Para o historiador, é clara falta de boa vontade por parte do jovem Estado polonês – talvez as relações entre Polônia e Alemanha tenham caminhado para outra direção caso a Polônia não tivesse desejado utilizar a violência para desfazer um desenvolvimento de mais de 800 anos. Os acontecimentos de 1919 até 1939 parecem apoiar a visão de que a Polônia perdeu uma oportunidade de ouro para provar sua paciência e afiada percepção polonesa.
Ocupados com o extermínio dos grupos nacionais alemães na Polônia, os poloneses esqueceram de considerar que seu vizinho ocidental não podia ser obrigado a esquecer tudo que acontecia por lá.
A 15 de junho de 1932 quando não havia nenhum Hitler em Berlim, cara senhora Schwarz, a Câmara Alta inglesa se ocupava do uso do terror na política polonesa para minorias. Lá foi constatado entre outras, que 45% das crianças alemãs de Thorn e Posen tiveram suas escolas confiscadas e foram enviadas para escolas polonesas, e houve uma redução de 50% no total das escolas alemãs. Lord Cecil, que como delegado do governo britânico, participou desta reunião, caracterizou o uso do terror na política polonesa para minorias como comovente e afirmou concluindo ainda:
“Nós não devemos esquecer que a Polônia tem motivo especial para respeitar este contrato: pois nele, as anexações permitidas foram somente possíveis sob a condição de que a autonomia fosse concedida nesses territórios”.
Permita, senhora Schwarz, que uma testemunha daquela época lhe mostre ainda o seguinte:
O povo polonês em sua totalidade se encontrava desde março de 1939, segundo a garantia britânica, em um ascendente e contínuo clima de guerra. Em inúmeros artigos e cartas de leitores era desejada a guerra, até suplicado no púlpito. Através de ações como a mensagem para um comando de torpedos vivos segundo modelo japonês incompreendido e através de palestras de oficiais poloneses, que louvavam a qualidade do soldado polonês às alturas e descreviam o armamento alemão como inferior (tanques de papelão), foi criado um clima que deixava sonhar com uma rápida marcha sobre Berlim. Conduzidos através destes mirabolantes sonhos, a cavalaria polonesa cavalgou com seus sabres à mão atacando nossos tanques de papelão e receberam uma mancha roxa. Portanto, sua repetida lenda sobre a culpa alemã pela guerra é nula, prezada senhora Schwarz, pois o Professor Dr. M. Freund também constatou:
“Os poloneses foram o único povo infeliz na Europa que exigia o campo de batalha”.
Um jornal belga enviou um de seus jornalistas no verão de 1939 para o país que só almejava a paz,para informar seus leitores sobre a situação local a partir de primeira mão. Aqui o relato de Ward Herrmann:
“Os poloneses perderam toda a idéia da situação. Cada estrangeiro que observa os novos mapas do país, onde uma grande parte da Alemanha até as proximidades de Berlim, indo além para a região da Boêmia, Moravia e Eslováquia e uma enorme parte da Rússia e todo o Báltico, tenham sido já anexados dentro da rica fantasia dos poloneses, deve pensar que a Polônia se tornou um grande manicômio”.
Mapa que “provaria” o direito da Polônia a mais de metade do território da Alemanha
Então não é de se estranhar que até meados de agosto de 1939, 76.535 alemães da Polônia tenham se refugiado no Reich, e isso não porque Hitler os tivesse obrigado.
O que você, senhora Schwarz, ainda tem a aprender sobre a guerra é, que o culpado é somente aquele que força seu oponente a se lançar às armas. E isso, sem dúvida alguma, em 1939, como comprovado por diversos historiadores, foram os poloneses, quer você aceite isso ou não.
Inacreditável que 63 anos após o final da guerra, existam ainda alemães que repitam as lendas dos aliados, se deleitem com elas e as divulguem inescrupulosamente, ao invés de incorporar e publicar aquelas vozes que segundo Goethe, ajudam a tornar vitoriosa a verdade:
“Tem que se repetir sempre a verdade, porque o errado nos é sempre novamente ensinado, não apenas por alguns, mas pela massa. Em jornais e enciclopédias, nas escolas e universidades, por toda parte o erro está a tona, e isto lhe é cômodo e confortável, no sentimento da maioria que está ao seu lado”.
Caso eu não tenha me expressado claramente, senhora Schwarz, para que mesmo você veja a história alemã como ela realmente aconteceu, e no futuro você venha ainda a atuar como costumeira pichadora (Nestbeschmutzerin), então eu lhe peço finalmente para meditar sobre a seguinte citação de Churchill, publicado no final da Primeira Guerra Mundial pelo jornal londrino “The Times”, em maio de 1919, o qual não deixa dúvidas pela sua clareza e verdade, uma citação de um político que consegue mostrar a qualquer um quem foi o verdadeiro culpado (também) pela Segunda Guerra Mundial, a “Segunda Guerra de 30 anos” em solo europeu:
“Caso a Alemanha volte a negociar nos próximos 50 anos, então nós fizemos essa guerra em vão”.
E como nós, apesar do saque da República de Weimar com ajuda do Ditado de Versailles, começamos novamente a participar do comércio mundial durante o Terceiro Reich e nos tornamos um forte concorrente no mercado mundial para a Inglaterra, os salafrários do Themse se viram obrigados a arranjar novamente uma guerra contra a Alemanha. Nesta guerra imposta a nós em 1939 – sim, imposta, e eu participei dela , cara senhora Schwarz, do primeiro dia até o último (final de abril de 1945) e vivenciei conscientemente a República de Weimar e o Terceiro Reich, e onde estou na condição ainda, como uma das últimas testemunhas vivas, de avaliar tudo que deu errado na primeira república e, por outro lado no hostilizado Terceiro Reich, tudo que era melhor do que a atual República Federal da Alemanha, a qual muitos cidadãos denominam República das Bananas. Por isso, ninguém “abençoado por ter nascido depois” pode me acusar de algo. Apesar de toda a difamação, eu estou orgulhoso de minha pátria, que se chama Alemanha, e além disso, de ser alemão.
Por isso eu protesto pela Alemanha, não porque foi vencida, esfacelada e despojada de poder. Eu protesto pela Alemanha, porque foi abandonada, está insegura e atrapalhada, sua alma traída. Eu protesto pela Alemanha, porque esquece sua origem, daquela Alemanha, onde tradição era agradecida e fazia parte de uma herança protegida, onde a palavra era palavra, direito ainda era direito, fidelidade fidelidade, traição traição, e vergonha vergonha. Onde se reconhecia uma ovelha negra, mas havia força e coragem para sobrepô-la. Onde corrupção e oportunismo eram condenados. Onde o dever falava mais alto que o prazer e pobreza ou riqueza não eram medidas de valor. Onde ainda não foi perguntado: produzir é correto?, mas sim onde produzir pesava mais que prestígio e “mais ser, ao invés de parecer” era o lema da elite. Onde valia viver de tal forma, que servisse de exemplo. Onde ser alemão era uma honra para o ocidente e mundo afora. Onde só havia uma Alemanha. Onde lar e pátria não eram vocábulos estranhos, mas sim valores inestimáveis. Onde o caráter pesava mais que ser membro do partido. Onde confiança e sinceridade eram sinônimos infalsificáveis de ser alemão. Onde a célula mater da nação, a família, era sagrada e o bom casamento era exemplo e não motivo de chacota. Onde pedir conselhos aos mais velhos era natural. Eu protesto pela Alemanha, onde poesia e literatura eram a chama da alma, e não a politicalha. Onde não havia vergonha de dizer poesia alemã, pois um ou outro poderiam achar aqui algo restaurador. Eu protesto não por uma nação produto da ficção, sonhada ou que nunca existiu, mas sim por uma que eu vivi, uma nação – ora mais fraca, ora mais forte – no Império, na República de Weimar e também no Terceiro Reich, e que existiu depois. E que agora, pouco a pouco, um ano após o outro, desaparece.
Sendo assim, com saudações amistosas,
Friedrich Kurreck
Notizen aus der Schweiz 77 – 14/11/2008
Dr. Max Wahl – drmaxwahl@bluewin.ch
8401 Winterthur
Suíça

13 comentários:

  1. SEGUE RESPOSTA EM OUTRO BLOG QUE ACHEI MUITO APROPRIADA, PARA O SEU CASO


    Prezado ..........,

    Acabo de me registrar no ...... e fiz isto por causa deste fórum de discussão, em especial por causa de seu texto original. Não sou historiador, mas leio coisas sobre o holocausto e a negação do holocausto (o negacionismo) há algum tempo. Fiquei surpreso ao ler, no texto de abertura deste fórum, que hoje “se discute se houve ou não holocausto”. E fiquei surpreso por que o “se” genérico pode produzir uma conclusão enganadora. Negadores do holocausto eu só conheço os neo-nazis, o Ahmadinedjad e aqueles que podem ser chamados de “negadores inocentes” (que são os que leem e, na maioria dos casos, sendo leigos, acreditam nos argumentos que são bem construídos, mas ainda assim falsos- OLHA AI GENTE É O CASO DO NOSSO PROF. DE ARTES PLÁSTICAS COM ESPECIALIZAÇÃO EM PAPEL CREPOM ). Não há um historiador que trabalhe com o tema que coloque em dúvida o fato de que o crime aconteceu nem as dimensões do crime. Dos negacionistas de maior projeção, não há um historiador sequer: David Irving, começou o curso de física mas não terminou nem a graduação; Carlos Montogno, um militar italiano aposentado; Serge Thion, editor; Robert Faurisson, um professor de letras; Arthur Butz, professor de engenharia, Richard Verral (que assina seus escritos com o nome de Harwood) um editor do partido fascista inglês National Front, Germar Rudolf, químico, Thies Christophersen, ex-sargento da SS nazista, Jürgen Graff, funcionário administrativo do estado (Suíça), Sigfried Ellwanger Castan, um dono de metalúrgica, Sérgio de Oliveira (mesmo só tendo projeção aí no Brasil, vale ser citado!!), sargento aposentado do exército brasileiro (serviu inclusive no Doi-Codi durante a ditadura!). O que eles tem em comum é o fato de que NÃO SÃO HISTORIADORES mas dizem ser (ou muitos dizem que eles são !!!). Mas a pergunta necessária é a seguinte: se nenhum deles é historiador, por que dizem que são? Não se precisa ser historiador para escrever sobre o passado, mas sem a menor dúvida o historiador tem formação específica (técnica e teórica) para isto. Quando mentem dizendo que são historiadores, não o fazem por ingenuidade mas por que com isso fazem as pessoas acreditarem que tem alguma respeitabilidade apesar do absurdo que dizem ... Mas a questão também não é esta somente: mesmo que algum historiador escreva absurdos, o absurdo não se torna correto só pela formação universitária do que escreveu... É a mesma coisa de alguém sem formação em medicina que receita remédios, ganha dinheiro com isto e diz que é médico. É só para conquistar respeitabilidade. Desta forma, mesmo se fossem historiadores, negar que o extermínio de judeus, ciganos e deficientes físicos e mentais tenha ocorrido, não faz com que a negação seja menos absurda ou menos interessada. E quando dizem isto, falam que os historiadores mentem !!! assim, o seu texto original traz uma frase particularmente enganadora: “Inúmeros pesquisadores e historiadores têm levantado o véu do que seria uma lenda oportunista criada pelos sionistas.” Que eles digam que são historiadores, é falsidade ideológica. Que eles neguem que o holocausto existiu, é uma questão política, que eles digam que os historiadores mentem é uma questão legal, porque difama profissionais e sua prática profissional. E que alguém acredite de fato que historiadores no mundo inteiro de colorações políticas diversas (inclusive, anti-sionistas) partilham de uma conspiração para enganar o mundo por setenta anos é uma enorme ingenuidade (ou má-fé!!)... Além disso, dizer que “há um debate sobre o tema” é dar aos negacionistas uma importância que eles não tem. Há muito tempo eles tentam fazer com que o que dizem se torne motivo para um “debate”, mas isto jamais aconteceu. Só eles negam e mais ninguém... Aqui na Alemanha, como de resto na Europa, eles só aparecem em eventos dos Neo-Nazi. E isto não é atoa!

    Cordialmente

    fuiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

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    1. Todos somos professores, historiadores, lixeiros, bombeiros, médicos, etc. Depende da ocasião, da situação, da necessidade de momento.
      É óbvio que a especialização se faz necessária para que alguém ostente o título, mas a veracidade e capacidade de alguém em qualquer assunto se mede por sua vontade de acertar, de ser justo, digno, respeitoso com a História e com a Humanidade.
      Muitos historiadores e outros profissionais formados por A + B não merecem nenhum crédito naquilo que se prestaram a honrar.
      Você seria um coitado se não fosse um marionete.

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    2. o problema é quando aqueles que se dizem artistas pláticos, por pura incopetência e conveniência se tornam bucha de canhão daqueles que só querem transmitir ódio e inveja, os pseudo - estoriadores, dai acontece que o papagaio apenas repete o que os mandátarios mandam e com isto consegue aparentemente sair de sua vida mediocre, e nenhuma lembrança a sua condição de artista plástico e o que sobrou disto

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    3. A despeito de você ser recém saído do genérico do MOBRAL, você adora escrever.
      E as palavras 'incompetência' e 'conveniência' estão entre suas preferidas. Elas são partes arraigadas da sua deformação mental, moral, etc.
      'Mandatários' são seus donos sionistas. Eu nunca os segui, nem seguirei.

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    4. Em tempo: assim como seus donos nunca se mostram, você sequer coloca seu nome em suas "opiniães"!
      Caso tente deixar de ser covarde, conversaremos.
      Adeus.

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    5. fabiano, e quem te disse que queremos que um papagaio nos siga?? quem te disse que queremos um cópia e cola, um artista plastico frustrado???? continue como baba de teus aluninhos do ensino fundamental (ainda bem que você não leciona história)...............faz um favor você se dá mais importância do que têm para suprir tuas deficiências de auto estima e de caracter..........vá de retro

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    6. O que eu tenho para conversar com você???você foi doutrinado, famoso ""bucha de canhão"" ""massa de manobra"" apenas o repete o ques pares mandam............ainda em tempo, não tenho problema em postar meu nome, mas lembre-se no perfil que você nos disponibiliza esta previsto o anonimato, se você não gosta por que oferece esta opção, querida anta???.............vamos fazer o seguinte, vou te dar uma colher ce chá publica teu nome completo que eu informo o meu..........abraços..........já sei a resposta só vem a tarde no momento você esta fazendo trabalhos com guache............legal

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    7. Você acaba de dizer tudo: além do desprezo pelos meus "aluninhos do ensino fundamental", você não quer conversar nada de nada. Apenas quer outro 'baba-ovo de sionista' do seu desnível engrossando a leva de inúteis que protegem tanta sordidez e hipocrisia no mundo.
      Senão, você faz a única coisa de que é capaz: fantoche, que leva pancadas pelos seus manipuladores.
      Adeus.

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  2. Caro Sr. Kurreck,

    Segue resposta que acredito que deverá ser enviada ao senhor:

    o regime ditatorial e totalitário que imperou na alemanha após a subida ao poder pelos nazistas, informava a sua população apenas aquilo que os gevernantes gostariam que a população soubesse, e portanto não é de se estranhar vossa carta.
    O ministério da propaganda, cuja função era manter o povo doutrinado e hipnotizado, cumpriu bem esta função, noticias eram censuradas, modificadas e adaptadas, lideres eram endeusados e opositores demonizados e enviados para campos de concentração aonde via de regra eram fuzilados, minorias passaram a ser responsáveis por todos os males e um povo cuja cultura, moral e inteligência no decorrer da história estavam am altos níveis agora não passam mais de uma simples massa de manobra e bucha de canhão dos mandatários nazistas, e veja:
    a) a alemanha firmou um acordo com os russos,um pacto de não agressão cuja finalidade era partilhar a polonia entre os dois paises, para o senhor ver, hitler como todo acordo que firmou não soube honrar este, e tão logo pode lançõu uma campanha contra o leste europeu e a russia
    b) os paises como inglaterra e frança fizeram tudo e mais um pouco para evitar a guerra, devolveram territorios tomados por conta do tratado de versailles, baixaram a cabeça frente a anexação da austria pela alemanha e por fim firmaram um pacto (mai um que o psicopata do hitler firmou e não cumpri) cedendo parte da tchecoslovaquia a alemanha em nome da paz,mas nem isto conteve o impeto nazista
    c) se o senhor ler a biblia nazista (mein kampf) verá e em discursos proferidos por adolf hitler que este já tratava do ""espaço vital"" e que portanto para a grande alemanha alcaçar isto seria necessário a conquista de territorios, e que vieram de fato via guerra
    d) em depoimento de nuremberg, oministro da economia epresidente do banco central, confirmou que antes da guerra ele ja estava estruturado economicamente falando para um conflito de grande monta, e que lhe foi relatado planos para invasão militar da polonia antes do ocorrido
    f) investimento militar de grande monta e um efetivo no exercito (ou seja o numero de militares ativos) absurdamente enorme para um periodo de paz, o que denota quais eram as verdadeiras intençõe
    g) e por fim, o exercito polones estava estruturado da mesma forma com que acabou a 1 guerra mundial, ou seja sem armamentos modernos, sem investimento em tecnologia e coisa e tal, um dos grandes motivos para a guerra relampago dos alemães eram os blindados algo inexistente no lado polones cujo exercito ainda se baseava na guerra sob cavalos, algo totalmente ultrapassado e inadequado para o final dos anos 30, como esperar que estes ataquem um poderio tão grande como o alemão??? não dá né!!!!!

    Reitero como o restante da população o senhor foi doutrinado e não consegue ver a verdade, compreensivel haja visto que o senhor ama sua nação e fica difícil para uma geração alemã enchergar que nuvens negras repousaram sobre a alemanha e um dos piores e mais nefastos regimes tomou conta dela, é dificil para alguns alemães querem enchergar a verdade, pois por conveniência é mais fácil jogar a sujeira para baixo do tapete pois a realidade infelizmente é dolorosa, mas saiba estas núvesn já se dissiparam apesar do surgimento de alguns saldosista

    Envio minhas cordiais saudações.

    A VERDADE

    ps. gostária de exemplificar com o T4, que foi uma política alemã de exterminio de doentes mentais, incuravies, idosos, portadoresde doenças incuráveis e genéticas, que eram afastados de suas famílias e assassinados, esta politica foi mantida em segredo da população por dois anos, quando clericos protestaram e ai veio uma grande mobilização popular e o mesmo foi cancelado, apesar que neste 2 anos 70.000 pessoas perderam a vida, isto só foi cancelado graças ao conhecimento do fato o que não dizer do que não era sabido, que é o caso daquilo relatado pelo senhor..............abraços

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    1. Definitivamente, senhor Seiláquem, você é uma triste figura.
      Mas seus donos o adoram.

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    2. O SENHOR É MEU PASTOR, NADA ME FALTARÁ..................

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  3. Este nefasto asno sionista (493a314...) que profere os mesmos trololós já tão batidos pelos revisionistas, apruma-se com tantos outros papagaios de boa goela a alardear os contos-da-corrochinha do holoconto... São tão cansativos, que mesmo frente a tamanhas babaquices proferidas pelos mais "nobres" falsários como Elie Wiesel (gêiseres de sangue... hehehehe), Ben Abraham (que, afinal: ficou 5,5 ANOS ou 2,5 SEMANAS em Auchwitz, heim??... Santo Deus!!), Simon Wiesenthal (sabonetes de judeus!!....kkkkk), ainda esperam que pessoas esclarecidas como vc, nobre amigo FAB29, engulam tanta bobagem escatológica.

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    1. Não acredite que esses aspones querem que eu engula tais "bobagens escatológicas". Bem lá no início, talvez.
      A intenção dele e de seus pares é desacreditar ao máximo pessoas como nós que se recusam a crer no impossível ('câmaras de gás' em primeiríssimo lugar). Para isso, usam de qualquer estratagema ou subterfúgio.
      Argumentos vazios, tipo "o holocausto é o crime mais bem documentado da História!" ou "Os milhares de sobreviventes estariam mentindo?" só tem eco em mentes passivas e comodistas.
      Bom ver, que além de mim e você, o número de despertos está aumentando.
      Abraços. Volte sempre.

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