Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


terça-feira, 31 de julho de 2012

Israel Shahak - 2ª parte

Amigos e amigas.
Aqui, Shahak fala do imperialismo sionista, que faz o que for preciso e mais um pouco para tomar posse de uma terra.
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"De acordo com esta ideologia (Redenção da Terra), a terra que tinha sido 'redimida' era a terra que tinha passado de propriedade não-Judaica para Judaica. A propriedade pode ser ou privada, ou pertencer, quer ao FNJ, quer ao estado Judaico. A terra que pertence aos não-Judeus é, pelo contrário, considerada como 'não-redimida'. Assim, se um Judeu que tiver cometido o crime mais negro que se possa imaginar comprar um pedaço de terra a um não-Judeu virtuoso, a terra 'não-redimida' torna-se 'redimida' por tal transação.
Todavia, se um não-Judeu virtuoso comprar terra ao pior dos Judeus, a terra anteriormente "pura" e 'redimida' torna-se 'não-redimida' de novo. A conclusão lógica de tal ideologia é a expulsão, chamada ‘transferência', de todos os não-Judeus da área da terra que tem de ser 'redimida'. (Pág. 22)

Estão em circulação um número de versões discrepantes das fronteiras Bíblicas da Terra de Israel, que as autoridades rabínicas interpretam como pertencendo idealmente ao estado Judaico. As de maior alcance incluem as áreas seguintes dentro dessas fronteiras: no sul, todo o Sinai e uma parte do Egito setentrional até aos arredores do Cairo; no este, toda a Jordânia e um grande bocado da Arábia Saudita, todo o Kuwait e uma parte do Iraque a sul do Eufrates; no norte, todo o Líbano e toda a Síria juntamente com uma enorme parte da Turquia (até ao lago Van); no oeste, Chipre (...) Um dos rabinos mais influentes do Gush Emunim, Dov Lior, o rabino dos colonatos Judaicos de Kiryat-Arba e de Hebron, declarou repetidamente que o fracasso Israelita em conquistar o Líbano em 1982-5 foi um castigo divino bem merecido pelo seu pecado em 'dar uma parte da Terra de Israel', nomeadamente o Sinai, ao Egipto. (Pág. 24-25)

Uma descrição lúcida e autoritária dos princípios que regem tal estratégia foi feita pelo General (Reserva) Shlomo Gazit, um antigo comandante dos Serviços de Informação Militares. De acordo cora Gazit, A tarefa principal de Israel não mudou nada [desde a derrocada da URSS] e mantém-se de importância crucial. A situação geográfica de Israel no centro do Médio Oriente Árabe-Muçulmano predestina Israel a ser um guardião da estabilidade em todos os países que o rodeiam. O seu [papel] é proteger os regimes existentes: evitar ou parar os processos de radicalização e bloquear a expansão do zelotismo fundamentalista religioso.
Para este objetivo, Israel evitará que ocorram mudanças fora das fronteiras de Israel, [as quais] encarará como intoleráveis, ao ponto de se sentir obrigado a usar todo o seu poder militar a favor da sua prevenção ou erradicação. (Pág. 26)

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Árvore de Natal


     Amigos e amigas.
   É sabido que o Natal é puramente simbólico. Ninguém sabe precisar o dia do nascimento do Mestre Maior. E seus símbolos têm várias origens ou versões delas.
    Recebi por email mais uma versão da origem da "Arvore de Natal". Achei interessante e resolvi compartilhar com vocês.
     Continuo com o espírito plenamente aberto à vida, ao amor e ao bem querer que a data preconiza, independente da história abaixo ser correta.
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      Sabe-se bastante de muitos documentos antigos que falam que Nimrod se afastou de Deus. O homem que começou a grande apostasia profana e bem organizada, que tem dominado o mundo até hoje. Nimrod era tão perverso que se diz que casou-se com sua mãe, cujo nome era Semíramis, além de ter sido idéia sua construir a Torre de Babel, contra a vontade de Deus.

     Depois de sua morte prematura, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Nimrod como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Nimrod para uma nova vida.

Todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento, ela alegava que Nimrod visitava a árvore "sempre viva" e deixava presentes nela.

O dia de aniversário de Nimrod era 25 de dezembro. Esta é a verdadeira origem da "Árvore de Natal"!


Big & Little 1ª parte

Amigos e amigas.
Quero reapresentar meus dois primeiros personagens que criei em 1995.
Mais tarde, mostrarei algumas variáveis deles, como o Graúdo & Mindin, que já republiquei alguns posts abaixo.
Abraços.
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Israel Shahak 1ª parte

Amigos e amigas.
Tenho recebido muitas indicações de livros, artigos e informações acerca de vários assuntos que abordo em meu blog. O mais sugerido é sobre História. Recebi um link com um e-book de um historiador judeu chamado Israel Shahak, amaldiçoado pelos sionistas e talmudistas.
Fiquei curioso e li o livro. A frieza e crueza do autor são admiráveis! Não toma partido de nada, nem ninguém; apenas do que pensa e acredita. Escreve tudo o que presenciou, analisou e pesquisou.
Claro que é um livro razoavelmente longo. Por isto, pretendo postar trechos mais agudos, que "corroboram" com a atitude daqueles que o amaldiçoam.
Vejam se não é, pelo menos, intrigante.
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História judaica, Religião judaica (Israel Shahak)
“Estas atividades começaram em 1965-6 com um protesto que causou um escândalo considerável na época: testemunhei pessoalmente um Judeu ultra-religioso recusar-se a autorizar o uso do seu telefone para chamar uma ambulância para um não-Judeu que tinha sofrido um colapso naquele bairro de Jerusalém. Em vez de simplesmente publicar o incidente na imprensa, pedi uma reunião com os membros do Tribunal Rabínico de Jerusalém, que é composto de rabinos nomeados pelo Estado de Israel. Perguntei-lhes se tal comportamento era consistente com a sua interpretação da religião Judaica. Responderam que o Judeu em causa tinha atuado corretamente, na verdade, piedosamente, e apoiaram a declaração referindo-me uma passagem de um compêndio com autoridade das leis Talmúdicas, escrito neste século.” Pág. 15.
”O Talmude e a lei rabínica pós-talmúdica também reconhece a conversão de um não-Judeu ao Judaísmo (bem como a compra de um escravo não-Judeu por um Judeu seguido de um diferente tipo de conversão) como um método de se tornar Judeu, desde que a conversão seja realizada de uma maneira própria por rabinos autorizados. Esta 'maneira própria' implica, para mulheres, a sua inspeção por três rabinos enquanto nua num 'banho de purificação', um ritual que, embora bem conhecido pelos leitores da imprensa Hebraica, não é freqüentemente mencionado pela comunicação social Inglesa, não obstante o seu interesse indubitável para alguns leitores.” Pág. 19
“Nos seus regulamentos, o FNJ (Fundo Nacional Judaico) nega direito a residir, a abrir um negócio, freqüentemente também a trabalhar, a alguém que não seja Judeu, só por não ser Judeu. Ao mesmo tempo, os Judeus não estão proibidos de estabelecer residência ou de abrir um negócio em qualquer sítio de Israel. Se aplicada noutro estado contra os Judeus, tal prática discriminatória seria instantânea e justificadamente rotulada de antissemitismo e provocaria sem dúvida protestos públicos em massa. Quando aplicada por Israel como parte da sua 'ideologia Judaica', é geralmente ignorada cuidadosamente ou, quando raramente mencionada, desculpada.” Pág. 19-20
"Outras leis Israelitas apresentam expressões mais obtusas como 'Alguém que pode imigrar de acordo com a Lei do Retorno' e 'Alguém que não tenha direito a imigrar de acordo com a Lei do Retorno'. Dependendo da lei em causa, os benefícios são então concedidos à primeira categoria e negados sistematicamente à segunda. A rotina significa que o bilhete de identidade, que toda a gente é obrigada a trazer sempre consigo, é usado para forçar a aplicação diária da discriminação. Os bilhetes de identidade indicam a nacionalidade 'oficial' de uma pessoa, que pode ser 'Judaica', 'Árabe', 'Drusa' ou outra, com a exceção significativa de 'Israelita'. Falharam as tentativas de obrigar o Ministério do Interior a permitir a Israelitas que assim o desejavam ser descritos oficialmente como 'Israelitas' ou mesmo como 'Judeus Israelitas' nos seus bilhetes de identidade. Os que tentaram fazê-lo receberam uma carta do Ministério do Interior afirmando que 'foi decidido não reconhecer uma nacionalidade Israelita' (...)
Podemos ver aqui um exemplo, que pode parecer trivial em comparação com as restrições à residência, mas de qualquer maneira é muito importante porquanto revela as intenções reais do legislador Israelita. Os cidadãos Israelitas que deixam o país durante um certo período, mas que são definidos como os que 'podem imigrar de acordo com a Lei do Retorno', têm o direito no seu regresso a benefícios alfandegários generosos, a receber subsídios para a educação liceal dos seus filhos e a receber ou um subsídio ou um empréstimo a juro baixo para a compra de um apartamento, bem como outros benefícios. Os cidadãos que não podem ser definidos assim, os cidadãos não-Judeus de Israel, não recebem qualquer um desses benefícios. A intenção óbvia de tais medidas discriminatórias é a diminuição do número dos cidadãos não-Judeus de Israel, de forma a fazer de Israel um estado mais 'Judaico'. Pág. 21.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Generalidades 02

Amigos e amigas.
Aqui está a 2ª parte dos cartuns avulsos que fiz século passado.
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terça-feira, 17 de julho de 2012

OSHO (Filosofia Sufi)

Amigos e amigas.
A filosofia sufista é uma corrente mística e contemplativa do Islã. Ela prima por um encontro com o poder de Deus e da Criação através da permissão de ser assimilado por esse poder.
Para tanto, é necessário deixar-se fluir pelas ondas energéticas que são tudo o que vemos e conhecemos.
Li alguns desses filósofos sufis e lhes apresento os pensamentos de Osho, que extraí de um de seus livros: "Antes que você morra".
É belíssimo! Contemplem.
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· Você jamais poderá conhecer uma pessoa, pois ela é um processo infinito.

· Uma pessoa que vive de olhos abertos jamais se entedia.

· Quando diz “Sim”, você atira uma pedra de amor, de aceitação, de entrega, num lago e os círculos que se formam atingem todas as fronteiras.

· Um mestre não ensina; demonstra. E quando ensina é para persuadir seu interlocutor a vir à sua janela, ver uma nova perspectiva.

· Sexo é sem envolvimento; Amor é compromisso. Sexo é feito entre dois estranhos; Amor é entre pessoas íntimas, com afinidades.

· A bondade é compreendida na superfície; mesmo o maior ignorante e o maior pecador podem ser bons. A compaixão é centralizada e vem diretamente do coração.

· Muitas vezes, já o feri; muitas vezes irei feri-lo e você ficará chocado. Muitas vezes, poderá ver em mim um inimigo. Mas não é intencional. A vida é assim. É natural.

· Você pode sonhar sonhos lindos e tornar-se imperador neles, mas não deixará de ser um mendigo.

· Aprender é experimentar e nunca repetir o mesmo erro, ficando alerta e consciente.

· O ego é como os ramos que, por estarem próximos do céu, esquecem-se do tronco que os sustenta e das raízes que os nutrem.

· O ego não está em uma pessoa, mas, sim, entre duas.

· Igrejas e missionários são entediantes. Eles conseguiram transformar palavras lindas como DEUS, AMOR, MEDITAÇÃO e ORAÇÃO em banalidades.

· Perto de um sábio, torne-se um vale para ser preenchido por sua experiência. Não seja o pico do ego.

· Quando se olha no espelho, não é você que está ali refletido, pois você não é o que é visto, mas aquele que vê.

· Quando se encontra com alguém, você começa a interpretá-la, a criar uma imagem a seu respeito. Essa imagem é sua.

· Você se apaixona pela imagem que faz de alguém, não pela pessoa em si. Quando a realidade surge, o conflito é inevitável.

· Marido e mulher não podem se enxergar, pois parecem mortos um para o outro. Eles se toleram, se arrastam. O mistério se perdeu.

· O mistério da vida não é para ser resolvido. Apenas vivido.

· Ao nascer, uma palavra é viva por uns momentos. Ouça-a, faça-a parte do seu ser. Se deixar para mais tarde, a perderá.

· Uma vez rotulada, você pensa entender uma coisa. Rótulo é engodo.

· A verdade não é conhecimento; é experiência. Não é algo que você aprende, mas, sim, que você se torna.

· Nada muda tanto quanto a Verdade. Por isso que ela é eterna.

· Queres conhecer a Verdade? Conheças a Inverdade, que é onde estás. A partir daí, começa a tua jornada.

· A Verdade não pode ser ensinada. A sede por ela, sim.

· Quanto mais você se tornar consciente e silencioso, melhor verá que a sociedade o está envenenando.

· A vida nunca foi velha. Ela é nova e original! Só sua mente é velha. É daí que você passa a sentir falta da vida.

· Tudo é único! Nunca foi antes; jamais será outra vez! Cada momento que você perde, o perde para sempre.

· Viva, interiormente, uma vida errante, desapegada, sem passado. Apenas este momento; ele, como um total, como se ele fosse tudo.

· Uma oração verdadeira é uma celebração, uma eternidade em si.

· Religião é o que se pratica dentro de si, em total solidão.

· Religião não é uma transmissão de rádio que pode não estar sendo ouvida por ninguém. Ela é uma carta pessoal a alguém especial.

· Religião é algo que nasce em você. O resto é seita. Seitas são como pegadas de alguém que não está mais ali, mas que você ainda as adora.

· As pessoas realmente religiosas nunca pertencem ao sistema. Elas são livres. Quando o sistema torna-se demasiado, a liberdade morre.

· A mente vem do passado; a consciência vem deste momento. A mente é tempo; a consciência é eternidade.

· No julgamento, está o crítico, não o amante. Existe lógica, não amor. Superficialidade, não profundidade.

· Conhecimento é coisa morta, acumulada; sabedoria é viva, em constante movimento. O saber é parte do ser; o conhecimento, não.

· No momento em que a mente reconhece alguma coisa, esta já não é a mesma. A mente segue acumulando pegadas mortas.

· A mente está sempre fechada na experiência passada e a vida, aberta para a experiência futura.

· As mentes negativas só recebem compaixão; as positivas, amor.

· O conhecido é morto, como a margem. O desconhecido é fluido como o rio. Por medo, você se agarra ao que é familiar.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Generalidades 01

Amigos e amigas.
Reapresento-lhes cartuns avulsos que fui produzindo à medida que o momento permitia e a situação pedia à época.
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terça-feira, 10 de julho de 2012

Criptojudeus

Marlon Brando reclamou no show Larry King Live no dia 5 de abril de 1996 que "Hollywood é dirigida por judeus - é dos judeus!". Ele adicionou que os judeus haviam caluniado todos os outros grupos raciais, "mas são sempre tão cuidadosos em que nunca haja qualquer imagem negativa do judeu".
Por isso, Marlon Brando foi rotulado "anti-semita" e forçado a pedir desculpas aos judeus que controlam o Centro Simon Wiesenthal do Holocausto em Los Angeles.

A revista norte-americana Moment Magazine tem como subtítulo "A Revista Judaica para os Anos 90". Sua edição de agosto de 1996 carrega a aterradora manchete "Judeus Dirigem Hollywood - E Daí?" O autor é o judeu Michael Medved que afirma:"Não faz senso algum tentar negar a realidade do poder judaico e proeminência na cultura popular. Qualquer lista dos mais influentes executivos de produção em qualquer um dos maiores estúdios de cinema irá produzir uma grande maioria de reconhecíveis nomes judaicos."

O artigo então descreve como o judeu Michael Eisner, o chefe dos estúdios Walt Disney, somente emprega "bem pagos magnatas judeus" como produtores como Jeffrey Katzenberg, Michael Ovitz, Joe Roth (ex-chefe da 20th Century Fox). Medved enfatiza neste ponto que, "a famosa organização Disney, que foi fundada por Walt Disney, um gentio do Meio-Oeste que alegadamente mantinha atitudes anti-semíticas, agora tem pessoal judaico em virtualmente todas as suas posições poderosas".

Medved continua: "Homens e mulheres de background judaico dispõem de uma vastamente desproporcional - se não dominam - influência em Hollywood". Ele adiciona que mesmo estúdios que foram comprados pela japonesa Sony e pelo judeu australiano Rupert Murdoch ainda tinham que contratar "um tíme yiddish de líderes industriais de longo tempo em suas posições mais poderosas. Quando Mitsushita tomou conta da MCA-Universal, eles não fizeram nada para ameaçar a inquestionada autoridade do legendário trio de administração - e totalmente judaico - de Lew Wassermann, Sid Scheinberg e Tom Pollack".

Medved escreve ainda que a maioria dos magnatas dos filmes eram graduados de cólegios da Ivy League, "onde judeus são vastamente super-representados - bem como eles são em Hollywood". Ele diz que nepotismo representa um papel exemplificado com a Samuel Goldwyn Pictures ser dirigida por filho do fundador Samuel Goldwyn e a terceira geração, Tony Goldwyn, está esperando para tomar conta. Ele adiciona: "Esta tendência dinástica no entretenimento americano é certamente um fator da continuada proeminência do papel judaico."
Medved diz que pesquisas demonstram que os norte-americanos acreditam que os judeus perfazem 10% da população quando são somente 2,4%.

A principal reclamação de Marlon Brando era de que os judeus são sempre retratados como carinhosos, amorosos, humorosos, e fazedores do bem. Medved escreve que "escritores judeus e diretores empregam inquestionavelmente descrições aduladoras dos judeus para as audiências reagirem com simpatia e afeição".

Os personagens judaicos se tornaram lugar-comum na televisão dos EUA, como exemplificado por shows como "The Nany", apresentando a judia do Brooklyn Fran Drescher, "Northern Exposure" apresentado o Dr. Joel Fleishman, "Seinfeld" está repleto de temas judaicos, diz Medved. "Quiz Show" tem o judeu Rob Morrow como o advogado, "Mad About You" tem Paul Reiser como produtor do filme, "Friends" retrata David Schwimmer como o doutor. Outros programas de TV apresentando óbvios judeus em situações aduladoras incluem "Love and War", "Thirtysomething", "LA Law", "Home Front", , "Supernatural", "The Good Wife", "House" e "Brooklyn Bridge".

Medved escreve que ressentimento contra Hollywood tem crescido: "Pesquisa após pesquisa, feitas nos últimos 10 anos, demonstram que o público acredita que esta indústria está mais firmemente associada com judeus do que qualquer outro negócio no mundo. É quase universalmente vista como a força destrutiva com a qual a nossa sociedade deveria ser preocupar".

Medved diz que filmes anti-cristãos como "The Last Temptation of Christ" (A Última Tentação de Cristo), de Lew Wasserman, "dá apoio tático ao que a maioria dos americanos considera a influência danificadora da indústria do entretenimento".
Medved acaba com esta afirmação, que deveria ser um aviso a todos os não-judeus:

"O peso combinado de tantos judeus em um dos negócios mais lucrativos e numa das indústrias mais importantes da América dá aos judeus de Hollywood uma grande parcela de poder político. Eles são uma grande fonte de dinheiro para os candidatos democratas. O patriarca informal dessa indústria, o presidente do conselho da MCA Lew Wasserman tem um tremendo poder de dar bofetadas na política estadual e nacional. Assim também Barbara Streisand, Norman Lear e outros."



Segue abaixo uma comprovação da predominância judaica em Hollywood: uma lista de judeus que alteraram seus nomes (por isto, chamados de 'criptojudeus').

SHOW BUSINESS 
Natalie Portman (atriz).......Natalie Hershlag

Joey Adams (comediante)...Joseph Abramowitz

Eddie Albert (ator)..............Eddie Heimberger
Woody Allen (diretor).........Allen Konigsberg

Fred Astaire (ator).............Frederick Austerlitz

Lauren Bacall (atriz)..........Joan Perske

Jack Benny (comediante)....Benjamin Kubelsky
Milton Berle (comediante)...Milton Berlinger
Ernest Borgnine (ator)........Effron Borgnine
George Burns (ator)..........Nathan Birnbaum
Joan Blondell (atriz)...........Rosebud Blustein
Mel Brooks (diretor)..........Melvin Kaminsky
Joey Bishop (ator)............Joey Abraham Gottlieb
Charles Bronson (ator)..... Charles Buchinsky
Cyd Charisse (atriz)..........Tula Finklea
Tony Curtis (ator)............Bernie Schwartz (filha: Jamie Lee Curtis - atriz)
Joan Crawford (atriz)........Lucille Le Sueur
Dyan Cannon (atriz)......... Samile Friesen
Kirk Douglas (ator)...........Issur Danielovitch (ou  Isadore Demsky) (filho: Michael Douglas - ator)
Bob Dylan (cantor)............Robert Allen Zimmerman
Rodney Dangerfield (comediante)....Jacob Cohen
Douglas Fairbanks, Jr. (ator)..... Douglas Ullman
Joel Grey (ator)...............Joel Katz (filha: Jennifer Grey - atriz)
Elliott Gould (ator)............Elliott Goldstein
Zsa Zsa Gabor (atriz)........Sara Gabor
John Garfield (ator)..........Jacob Garfinkle
Judy Garland (atriz)..........Frances Gumm
Paulette Goddard (atriz)....Paulette Levy
Eydie Gorme (cantora)......Edith Gormezano
Cary Grant (ator).............Larry Archibald Leach
Lorne Greene (ator).........Lyon Himan "Chaim" Green
Judy Holliday (atriz).........Judith Tuvin
Leslie Howard (ator)...........Leslie Stainer
Buddy Hackett (comediante)...Leonard Hacker
Jill St. John (atriz)................Jill Arlyn Oppenheim
Danny Kaye (ator)..............David Kominsky
Alan King (comediante).......Irwin Allan Kniberg

Stan Lee (escritor/produtor)....Stanley Martin Lieber

Larry King (apresentador)...Lawrence Harvey Zeiger 
Tina Louise (atriz).............Tina Josivovna Chernova Blacker
Dorothy Lamour (atriz)......Mary Leta Dorothy Slaton Kaumeyer
Michael Landon (ator)........Eugene Maurice Orowitz
Steve Lawrence (cantor)...Sidney Leibowitz
Hal Linden (ator)...............Hal Lipshitz
Jerry Lewis (ator).............Joseph Levitch
Karl Malden (ator).............Maiden Sekulovitch
Ethel Merman (cantora).....Ethel Agnes Zimmerman
Jan Murray (comediante)...Murray Janofsky
Walter Matthau (ator)........Walter Matasschanskayasky
Lilli Palmer (atriz)..............Lilli Mary Peiser
Jan Peerce (cantor)..........Jacob Pincus Perelmuth
Roberta Peters (cantora)...Roberta Petermann
Eleanor Parker (atriz).......Ellen Friedlob
Joan Rlvers (atriz)............Joan Alexandra Molinsky Sanger Rosenberg

Tony Randall (ator)..........Sidney Rosenberg

Edward G. Robinson (ator)...Emanuel Goldenberg
Dinah Shore (cantora).......Fanny Rose
Shelley Winters (atriz).......Shirley Schrift
Gene Wilder (ator)...........Jerome Silberman
Lee J. Cobb (ator)............Leo Jacoby
Ted Danson (ator)............Edward Bridge Danson III
Eddie Fisher (cantor)........Edwin Jack Fisher
Little Richard (cantor) .......Richard Wayne Penniman 
Monty Hall (produtor/ator)...Monte Halperin
Jack Klugman (ator).........Jacob Joachim Klugman
Ken Olin (ator).................Kenneth Edward Olin
Ron Perlman (ator)..........Ronald Francis Perlman 
Jane Seymour (atriz).......Joyce Penelope Wilhelmina Frankenberg
Winona Ryder (atriz)........Winona Laura Horowitz
Bea Arthur (atriz)............Bernice Frankel
Gene Barry (ator)............Eugene Klass

Alguns políticos também:
Nicolas Sarkozy (Aaron Mallah)
Angela Merkel (Angela Dorothea Kasner ou Rebbekah Kasner Jentsch)
Hillary Clinton (Hillary Rodomski)
Henry Kissinger (Avraham Ben Elazar)


JUDEUS QUE MANTIVERAM SEUS NOMES 

Steven Spielberg (diretor)
Barbara Streisand (atriz/cantora) 
Richard Benjamin (ator)
Ed Asner (ator)
Adam Sandler (ator)
Kevin Costner (ator)
Joan Collins (atriz)
Richard Dreyfuss (ator)
Peter Falk (ator)
Harrison Ford (ator)
Richard Gere (ator)
Sharon Gless (atriz)
Steven Segall (ator)
George Segal (ator)
Dustin Hoffman (ator)
Lisa Edelstein (atriz)
Peter Jacobson (ator)
Sammy Davis Jr. (cantor/ator)
Bob Marley (cantor)
Amy Irving (atriz)
Leonard Nimoy (ator)
William Shatner (ator)
Peter Strauss (ator)
Rod Steiger (ator)
Barbara Walters (apresentadora)
Debra Winger (atriz)
Bruce Willis (ator)
Daniel Radcliffe (ator)
Sarah Jessica Parker (atriz)

Além de centenas de produtores executivos e donos de estúdios de cinema como David Shore, Katie Jacobs, Aaron Spelling, Leonard Goldberg, Samuel Goldwyn , Marcus Loew e Louis B. Mayer.

CONVERTIDOS
Madonna, Demi Moore e Ashton Kutcher, David e Victoria Beckham, Bill Clinton e Chelsea Clinton,...