Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


segunda-feira, 23 de julho de 2012

Israel Shahak 1ª parte

Amigos e amigas.
Tenho recebido muitas indicações de livros, artigos e informações acerca de vários assuntos que abordo em meu blog. O mais sugerido é sobre História. Recebi um link com um e-book de um historiador judeu chamado Israel Shahak, amaldiçoado pelos sionistas e talmudistas.
Fiquei curioso e li o livro. A frieza e crueza do autor são admiráveis! Não toma partido de nada, nem ninguém; apenas do que pensa e acredita. Escreve tudo o que presenciou, analisou e pesquisou.
Claro que é um livro razoavelmente longo. Por isto, pretendo postar trechos mais agudos, que "corroboram" com a atitude daqueles que o amaldiçoam.
Vejam se não é, pelo menos, intrigante.
FAB29

História judaica, Religião judaica (Israel Shahak)
“Estas atividades começaram em 1965-6 com um protesto que causou um escândalo considerável na época: testemunhei pessoalmente um Judeu ultra-religioso recusar-se a autorizar o uso do seu telefone para chamar uma ambulância para um não-Judeu que tinha sofrido um colapso naquele bairro de Jerusalém. Em vez de simplesmente publicar o incidente na imprensa, pedi uma reunião com os membros do Tribunal Rabínico de Jerusalém, que é composto de rabinos nomeados pelo Estado de Israel. Perguntei-lhes se tal comportamento era consistente com a sua interpretação da religião Judaica. Responderam que o Judeu em causa tinha atuado corretamente, na verdade, piedosamente, e apoiaram a declaração referindo-me uma passagem de um compêndio com autoridade das leis Talmúdicas, escrito neste século.” Pág. 15.
”O Talmude e a lei rabínica pós-talmúdica também reconhece a conversão de um não-Judeu ao Judaísmo (bem como a compra de um escravo não-Judeu por um Judeu seguido de um diferente tipo de conversão) como um método de se tornar Judeu, desde que a conversão seja realizada de uma maneira própria por rabinos autorizados. Esta 'maneira própria' implica, para mulheres, a sua inspeção por três rabinos enquanto nua num 'banho de purificação', um ritual que, embora bem conhecido pelos leitores da imprensa Hebraica, não é freqüentemente mencionado pela comunicação social Inglesa, não obstante o seu interesse indubitável para alguns leitores.” Pág. 19
“Nos seus regulamentos, o FNJ (Fundo Nacional Judaico) nega direito a residir, a abrir um negócio, freqüentemente também a trabalhar, a alguém que não seja Judeu, só por não ser Judeu. Ao mesmo tempo, os Judeus não estão proibidos de estabelecer residência ou de abrir um negócio em qualquer sítio de Israel. Se aplicada noutro estado contra os Judeus, tal prática discriminatória seria instantânea e justificadamente rotulada de antissemitismo e provocaria sem dúvida protestos públicos em massa. Quando aplicada por Israel como parte da sua 'ideologia Judaica', é geralmente ignorada cuidadosamente ou, quando raramente mencionada, desculpada.” Pág. 19-20
"Outras leis Israelitas apresentam expressões mais obtusas como 'Alguém que pode imigrar de acordo com a Lei do Retorno' e 'Alguém que não tenha direito a imigrar de acordo com a Lei do Retorno'. Dependendo da lei em causa, os benefícios são então concedidos à primeira categoria e negados sistematicamente à segunda. A rotina significa que o bilhete de identidade, que toda a gente é obrigada a trazer sempre consigo, é usado para forçar a aplicação diária da discriminação. Os bilhetes de identidade indicam a nacionalidade 'oficial' de uma pessoa, que pode ser 'Judaica', 'Árabe', 'Drusa' ou outra, com a exceção significativa de 'Israelita'. Falharam as tentativas de obrigar o Ministério do Interior a permitir a Israelitas que assim o desejavam ser descritos oficialmente como 'Israelitas' ou mesmo como 'Judeus Israelitas' nos seus bilhetes de identidade. Os que tentaram fazê-lo receberam uma carta do Ministério do Interior afirmando que 'foi decidido não reconhecer uma nacionalidade Israelita' (...)
Podemos ver aqui um exemplo, que pode parecer trivial em comparação com as restrições à residência, mas de qualquer maneira é muito importante porquanto revela as intenções reais do legislador Israelita. Os cidadãos Israelitas que deixam o país durante um certo período, mas que são definidos como os que 'podem imigrar de acordo com a Lei do Retorno', têm o direito no seu regresso a benefícios alfandegários generosos, a receber subsídios para a educação liceal dos seus filhos e a receber ou um subsídio ou um empréstimo a juro baixo para a compra de um apartamento, bem como outros benefícios. Os cidadãos que não podem ser definidos assim, os cidadãos não-Judeus de Israel, não recebem qualquer um desses benefícios. A intenção óbvia de tais medidas discriminatórias é a diminuição do número dos cidadãos não-Judeus de Israel, de forma a fazer de Israel um estado mais 'Judaico'. Pág. 21.

8 comentários:

  1. Contraditório.
    Você nega o Holocausto e faz adoração a um sobrevivente do Holocausto?

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  2. Anônimo/493a3124-6125-11e0-b569-000bcdcb471e/Geni/arthur/etc (Isto não é esquizofrenia?!):
    Eu nego a existência das câmaras de gás na 2ª guerra e outras coisas IMPOSSÍVEIS, coisa que qualquer pessoa sadia tem a obrigação de fazer!
    Não tenho culpa que tais negações (repito: OBRIGATÓRIAS!) detonam seu sagrado holocausto.
    Se provassem que não são impossibilidades, eu não teria nenhum pejo de me retratar e mudar de opinião.
    Shahak é um sobrevivente da 2ª guerra. Ele esteve nos campos de concentração de Poniatowa e Bergen-Belsen, mas nunca disse nada sobre o dito "extermínio em massa" de seu povo. Por que será?
    Longe de adorá-lo! Apenas ele merece todo o respeito por sua integridade moral.

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    1. Teu comentário demonstra total desconhecimento sobre Shahak. Seus comentários tinham conteúdo (literal) político e ideológico. Sobre a 2ª GM, não discutirei contigo. Você demonstra típico discurso chiliquento revi/nazi/negacionita.

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    2. Shahak nunca se intitulou "sobrevivente do holocausto"; nunca aceitou essa vitimização sionista; nunca pediu piedade ou consideração do mundo por nada disso.
      ÓBVIO que seus comentários tinham cunho social, político e ideológico. Ele foi crítico contumaz da sordidez política da cúpula sionista e de suas avoengas e decrépitas crenças que só causavam males ao mundo.
      Quanto à 2ª guerra, não discuta. Viva sua ilusão do holocausto com suas impossíveis câmaras de gás. É bem cômodo. Só não espere do mundo um "amém!".

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    3. Professor de araque,
      Não se intitula ser um sobrevivente do holocausto. Ou sé é ou não é. Israel Shahak viveu no gueto de Varsóvia (sabe o que foi um gueto?). Perdeu o pai em Bergen-Belsen e ali viveu até 1945 até ser libertado.
      Aprenda: Título é outra coisa. Uma coisa que talvez você não tenha de professor, já que "verbaliza" asneiras. Se for, está aí a explicação do péssimo nível do ensino Brasileiro. Sionistas (politicamente correto judeus) não se vitimizam. Quem vitimiza os judeus são os delinquentes nazi/revi/negacionistas.

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    4. "De araque", caro jacó-ninguém, é todo aquele que não tem opinião própria. As minhas se baseiam no que É POSSÍVEL de acontecer. As suas, em ordens, determinações e desmandos, independente de qualquer veracidade.
      Se você tivesse vida e opinião próprias, veria que boa parte das histórias 'holocáusticas' e da política sionista (que Shahak deplorava) é, no mínimo, forçada.
      Você conhece um filme ou documentário (de hollywood ou seus satélites) sobre guerra ou qualquer conflito onde os judeus são os culpados, não são vítimas ou não tem razão? Documentário iraniano não conta.
      Em tempo: a MAIORIA dos judeus não coaduna com a hipocrisia sionista. Exatamente por isto, NÃO SE VITIMIZA!

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  3. Respostas
    1. Eu dividi o texto dele em 7 partes, feliz grávida.
      Basta digitar "Israel Shahak" no "Procurar este blog" que tem no lado direito da página e os posts aparecerão no alto dela.
      Abraço.

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