Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Mensagem de amor

Amigos e amigas.
Acabei de assistir a um curtíssimo vídeo com uma das melhores mensagens de amor e paz para o mundo moderno.
Compartilho-o com todos aqueles que desejam que a verdade e o bem querer suplantem a hipocrisia e a ganância dos extremistas e dos Grandes Corruptores.
Grato ao sr. Madruga por compartilhá-lo comigo.
FAB29


quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Importâncias


Amigos e amigas.
Sempre que o assunto ‘profissão’ vem à baila, um detalhe se destaca: uma covardia contra as profissões mais simplórias, como faxineiro, lixeiro e servente. A coisa é tão acachapante que até os filhos desses profissionais se sentem intimidados na presença de filhos de outros profissionais, como médico, empresário e advogado, tendo até vergonha de dizer a profissão do pai ou da mãe.

Um dia, numa sala de aula de 5ª série, esse assunto surgiu entre os alunos e apareceu uma picuinha onde diminuíam quem era filho de faxineiro. Então, eu propus um raciocínio pra eles refletirem. Começou com uma pergunta:

“Quais são as três profissões mais importantes pra você?”

Venceram, pela ordem: médico, professor e policial. Peguei a campeã (médico) e perguntei: “Quantas vezes POR ANO um faxineiro precisa dos serviços de um médico?”. Logicamente, ninguém soube precisar. Ficou no “depende de vários fatores”, mas todos convergiram para uma palavra: numa emergência. Então, perguntei-lhes: “Quantas vezes POR DIA o médico precisa dos serviços de um faxineiro?”. Concluíram que era, no mínimo, uma vez por dia, chova ou faça sol.

Então, lhes falei quais eram as três profissões no mesmo nível de importância para mim:

- Professor: a todo momento, estamos aprendendo ou ensinando alguma coisa a alguém;
- Produtor rural: temos de nos alimentar todos os dias (e tudo o que consumimos vem da terra);
- Faxineiro: todos os dias, nós precisamos, no mínimo, nos limpar (portanto, somos faxineiros de nós mesmos).

Frisei-lhes que são profissões primárias porque TODOS nós dependemos delas DIARIAMENTE. Um certo mal estar surgiu quando falei que médico, policial e bombeiro são profissionais “secundários” (frisei as aspas) porque podemos passar meses a fio ou até a vida inteira sem precisar dos seus serviços (que, convenhamos, é o desejo de todos). Eles só são primários nas já citadas emergências. Disse-lhes que eu nunca precisei dos serviços dos bombeiros, mas sou dos primeiros a aplaudi-los e exigir a presença deles nas cidades, sempre bem preparados e bem remunerados. Afinal, pra muitos deles sofrerem ou perderem a vida em serviço é a coisa mais comum.

Resumindo, deixei claro a eles que NUNCA se deve diminuir ou desmerecer qualquer profissão. Finalizei assim: “Todos aqui devem não gostar de baratas, mas elas são muito importantes nas cadeias alimentar e produtiva da Terra. Se fossem extintas, a mudança na Natureza seria tão brutal que a própria humanidade sofreria horrores. Sem comparar lixeiros, faxineiros e serventes a baratas, mas sem eles, a humanidade não sofreria horrores, também?” Creio ter conseguido um bom resultado, visto que nunca mais se ouviu na escola piadinhas desse desnível.

É bem conhecida a história de um psicólogo renomado de uma grande empresa que se disfarçou de faxineiro e ficou um mês trabalhando nela assim. Todos os dias, seus colegas (que não sabiam dessa experiência) passavam por ele pelos corredores e nunca o identificaram. Com isso, ele provou que esses e outros profissionais básicos são “invisíveis”, se tornando “parte da mobília ou do prédio”, sendo solenemente ignorados pela maioria.

Conheço muitos que tem essa soberba à flor da pele e fazem questão de a usarem sempre que acham necessário “colocar o indivíduo no seu devido lugar”, como se eles fossem um mínimo melhores. Só essa atitude já os colocam num nível tão baixo que os tornam patéticos e execráveis. A melhor coisa a fazer com tipinhos nocivos como esses é isolá-los e desprezá-los, evitando contaminação ou qualquer mal estar que eles possam causar em nossas vidas. Infelizmente, eu tive de aprender a manter esse 'botão do desprezo' em "stand by" pra não dar espaço a esses tipinhos. Estou constantemente deletando-os.

Praticar e exigir humildade é obrigação de todos.
FAB29

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Wiesel e "A noite".



Amigos e amigas.
Sabe-se que o mais notório sobrevivente do holocausto da 2ª guerra é Elie Wiesel. Ele contou sua história em um livro chamado “A noite”, publicado em 1958. Lendo-o, percebe-se que muito do que se diz dos campos de concentração nazistas é incorreto, exagerado ou inverídico.

Eu reuni os trechos que achei mais marcantes desse livro (Ediouro – 2ª ed. com tradução de Irene Ernest Dias) e coloco-os logo abaixo, junto com alguns comentários. Nunca esqueçam que todos os acontecimentos nele abrangem os últimos oito meses de Auschwitz. (Os grifos, sublinhados e caixas-altas são meus).
FAB29

“Auschwitz! (...) Aqui, havia um campo de trabalho. Boas condições. As famílias não seriam separadas. Apenas os jovens iriam trabalhar nas fábricas. Os velhos e os doentes se ocupariam dos campos.” Pág. 45 [Já bate de frente com 99% dos relatos dos sobreviventes, que sempre juraram que havia separações na chegada a esses campos.]

“Não longe de nós, de uma fossa, subiam chamas, chamas gigantescas! Alguma coisa estava sendo queimada ali. Um caminhão se aproximou do buraco e despejou sua carga: eram criancinhas. Bebês! Sim, eu vi, vi com meus olhos... Crianças nas chamas (É de se admirar então que, desde aquela época, o sono fuja de meus olhos?)” Pág. 52 [É a ÚNICA cena verdadeiramente dantesca que ele relata, “digna” de constar em qualquer relato do holocausto.]

“Alguns oficiais SS circulavam lá dentro, procurando homens fortes. (...) Os escolhidos naquele dia foram incorporados ao Sonder-Kommando, o comando que trabalhava nos crematórios. (...) Segurando o cinto e os sapatos, deixei-me conduzir até os barbeiros. Suas máquinas arrancavam os cabelos, raspavam todos os pelos do corpo. (...) Um barril na porta. Desinfecção. Cada um é mergulhado lá dentro. Uma ducha quente em seguida. (...) Montanhas de roupas de presidiários. Corremos. Na passagem, nos jogam calças, blusão, camisa e meias.” Pág. 55, 56 e 57 [Alguma coisa diferente dos filmes de Hollywood sobre penitenciárias e colônias penais, como Alcatraz e Caiena?]

“Um oficial SS havia entrado (...) – ‘Vocês estão em Auschwitz. E Auschwitz não é uma casa de repouso! É um CAMPO DE CONCENTRAÇÃO! Aqui, vocês têm que TRABALHAR! Senão, irão direto para a chaminé, para o crematório! Trabalhar ou o crematório! A ESCOLHA ESTÁ EM SUAS MÃOS’!” Pág. 59 [Eles podiam escolher? Num dito campo de “extermínio”?]


Banho quente nos campos alemães
“Auschwitz. Primeira impressão: era melhor que Birkenau. Construções em cimento, de dois andares, em lugar dos galpões de madeira. Jardinzinhos aqui e ali. (...) Eram as duchas, formalidade obrigatória na entrada de TODOS AQUELES CAMPOS. Mesmo que fôssemos de um para outro várias vezes por dia, seria preciso passar, a cada vez, pelos banhos de ÁGUA QUENTE.” Pág. 61 [Quase um tratamento VIP!...]

“No dia seguinte de manhã, os ‘antigos’ nos trataram sem brutalidade. Fomos aos lavabos. Deram-nos roupas novas. Trouxeram café preto. Deixamos o bloco por volta das dez horas PARA QUE O LIMPASSEM. Lá fora, o sol nos aqueceu. Nosso moral estava bem melhor. Sentíamos os bons efeitos do sono da noite. Amigos se encontravam, trocavam algumas frases. (...) Perto do meio dia, trouxeram-nos sopa, um prato de sopa grossa para cada um. (...) Em seguida, fizemos uma pequena sesta na sombra do bloco. O oficial da SS do galpão lamacento devia ter mentido. Auschwitz era mesmo uma casa de repouso. (...) Perto da porta, a orquestra tocava marchas militares.” Pág. 62 e 63 [Tudo isso num “campo de extermínio”?!...]

“Passavam-se os dias. De manhã, café preto. Meio dia, sopa. Seis da tarde, chamada. Em seguida, pão e alguma outra coisa. Nove horas, cama. Já estávamos em Auschwitz há oito dias. (...) FICAMOS TRÊS SEMANAS EM AUSCHWITZ. NÃO TÍNHAMOS NADA PRA FAZER LÁ. DORMÍAMOS MUITO. À TARDE E À NOITE. A única preocupação era evitar as partidas, ficar aqui o maior tempo possível. Não era difícil: bastava nunca se inscrever como operário qualificado. Os serventes eram deixados para o final.” Pág. 63 e 65 [Preferiam ficar num “campo de extermínio”?!?]

“Em Buna, todos os presos (antigos) foram unânimes: ‘Buna é um campo muito bomDá para aguentar. O importante é não ser designado para o comando da construção.’ (...) Os três primeiros dias passaram-se rapidamente. (...) - ‘Trabalhamos em um depósito de material elétrico não longe daqui. O trabalho não é nada difícil, nem perigoso.’ (...) Nossos camaradas tinham razão: o trabalho não era difícil. Sentados no chão, devíamos contar as cavilhas, as lâmpadas e peças elétricas miúdas. (...) Ás vezes, nos acontecia de ficarmos cantarolando suavemente árias que evocam as águas calmas do Jordão e a santidade majestosa de Jerusalém. E também, falávamos bastante da Palestina. (...) Tínhamos trocado as tendas pelo bloco dos músicos. Recebemos um cobertor, uma bacia e um pedaço de sabão. O chefe do bloco era um judeu alemão.” Pág. 71, 73, 74 e 75 [Necessariamente repetitivo: “NUM CAMPO DE EXTERMÍNIO”?!?!?]

“Franek (o contramestre do campo) voltou a ficar mais gentil. Chegava a me dar, de vez em quando, um prato a mais de sopa. (...) Era um domingo de manhã. Nosso comando não precisava trabalhar naquele dia. Pág. 81 e 82 [Um ‘weekend’ básico!...]

“Por que eu O bendiria (a Deus)? Por que ele tinha feito queimar milhares de crianças naquelas valas? Por que Ele fazia funcionar seis crematórios dia e noite, nos dias de Sabá e nos dias de festa? Por que em Seu grande poder, Ele havia criado Auschwitz, Birkenau, Buna e tantas usinas da morte?” Pág. 96 [A despeito de todas as benesses já relatadas, ele continuava nesse cultivo de ódio? Perceberam que não apareceu até agora nenhuma palavra sobre as famigeradas “câmaras de gás”? O holocausto ocorria em VALAS CREMATÓRIAS, segundo Wiesel. Lembremo-nos sempre que o complexo de Auschwitz estava em um terreno pantanoso.]

Agasalhados para o inverno.
“O inverno chegara. (...) Deram-nos roupas de inverno: camisas listradas um pouco mais grossas. (...) No Natal e Ano Novo, não trabalhamos. Pág. 108 [Além das 'roupas de estação', mais uma vez, de ‘papo pro ar’!]

“Em meados de janeiro (de 1945!), meu pé direito começou a inchar por causa do frio. Fui à visita médica. Um grande médico judeu, detento como nós, foi categórico: ‘- É preciso operar! Se esperarmos, será preciso amputar os dedos do pé e talvez, a perna.’ (...) O hospital (de Auschwitz) não era nada mau. Recebíamos o pão de cada dia e uma sopa grossa. Nada de sino, nada de chamada, nada de trabalho. De vez em quando, eu conseguia fazer chegar até meu pai um bom pedaço de pão. Perto de mim, estava deitado um judeu húngaro, acometido de disenteria.” Pág. 108 [Nos estertores da guerra, um adolescente judeu, no “campo de extermínio” de Auschwitz, recebe tratamento médico de um judeu e ainda consegue ajudar o pai", claro, judeu! É um prodígio ou “apenas” um milagre?!]

“Às dez horas da manhã, levaram-me para a sala de operação. (...) A operação durou uma hora. (...) ‘- Agora, você vai ficar aqui duas semanas, repousar convenientemente e tudo estará acabado. Vai comer bem, relaxar seu corpo e seus nervos.’” Pág. 110 [Verdadeiramente um abençoado!...]

“‘- O que faremos, pai?’ Ele estava perdido em suas meditações. A escolha estava em nossas mãos. Por uma única vez, podíamos decidir por nos mesmos o nosso destino. Ficamos os dois no hospital, onde eu podia fazê-lo entrar como doente ou como enfermeiro, graças ao meu doutor; ou então, seguir os demais (junto com os alemães, que iam fugir dos russos). (...) ‘- Vamos sair com os outros!’ – eu lhe disse.” Pág. 113 [Os russos bolchevistas estavam às portas de Auschwitz e os alemães se preparavam para a fuga. MILHARES de detentos – Wiesel e seu pai inclusos – preferiram seguir seus “cruéis, covardes, brutais, assassinos, nefastos carcereiros alemães” do que esperar os “libertadores”! Perguntado, Wiesel disse, muitos anos depois: "Foi um mistério religioso desconhecido e inexplicável!" Poético, sem responder nada!]

“O chefe do bloco distribuía rações redobradas de pão e de margarina para a viagem. Quanto às roupas e camisas, podíamos pegar quantas quiséssemos no almoxarifado. (...) De repente, o chefe do bloco lembrou-se de que tinham ESQUECIDO DE LIMPAR O BLOCO. Mandou quatro prisioneiros lavarem o piso... Uma hora antes de deixar o campo. Para quê? Para quem? ‘- Para o exército da libertação – bradou. – Para que saibam que aqui viviam homens, e não, porcos!’ (...) Os primeiros blocos puseram-se em marcha. Nós esperávamos. Tínhamos que esperar A SAÍDA DOS CINQUENTA E SETE BLOCOS que nos precediam.” Pág. 114 e 115 [A atitude do chefe do bloco é inefável! E saber que a quantidade de detentos dispostos a seguir seus carrascos perfaziam tantos blocos faz qualquer um perguntar “Por que?”]

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Germar Rudolf

Amigos e amigas.
Adquiri um livro chamado "Lições sobre o Holocausto", do Engº químico alemão Germar Rudolf. Trata-se de uma metódica, profunda e, principalmente, imparcial análise da historiografia do holocausto da 2ª Guerra.
Vejam o trecho abaixo e reflitam.
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Obs.: Tudo o que Rudolf escreveu em seu imenso tratado se baseou em DADOS OFICIAIS. Tudo o que ele fez foi verificar suas autenticidades, confrontando o relatado com o que era possível ter ocorrido. Na maior parte dos casos, eles não se sustentavam, demostrando a má fé de quem os mantém como verdades ou "fatos notórios".

Rudolf.- Eu gostaria de abordar agora uma afirmação sobre a queima sem rastros das vítimas assassinadas em Treblinka.

Segundo a historiografia oficial, a maioria das vítimas mortas em Treblinka teria sido enterrada em covas coletivas antes que acontecesse sua cremação. Primeiro temos que perguntar: Qual característica tinham estas covas coletivas? De acordo com investigações das covas coletivas de Hamburgo (bombardeio aéreo de 1943), Katyn (soviéticos assassinaram oficiais poloneses em 1940), assim como Bergen-Belsen (mortes em massa devido ao tifo no início de 1945), John Ball pôde chegar à conclusão que se poderiam assumir, no máximo, seis cadáveres por metro cúbico. Baseado neste número, resultam nas seguintes características destas covas coletivas mostradas na tabela 13.


Tabela 13

Portanto, a necessidade de área, para aquilo que aconteceu lá, ultrapassou a dimensão daquele campo. Segundo o que foi relatado, lá teriam existido câmaras de gás, assim como covas e posteriormente teriam havido covas para incineração. De fato, a escavação das covas teria resultado numa montanha de terra que cobriria metade de todo o campo.(...)
Mas vamos apenas agora registrar algumas das características da legendária grelha de Treblinka, de acordo com os depoimentos das testemunhas. À vista da forte discrepância das informações prestadas nestes depoimentos, elaborou-se a tabela 14 com um resumo destes dados, apenas como valores referenciais. Eles devem nos servir somente para nos permitir uma noção do que se é afirmado sobre Treblinka.

Tabela 14

Sem madeira entre as camadas dos cadáveres, cada uma das fogueiras deveria ter 9m de altura, e com a necessária madeira para uma queima adequada, acima de 26m, compreendendo uma massa de mais de 700 toneladas.


Obs.- Uma equipe de geólogos australianos fizeram, na década de 1990, uma varredura no subsolo de Treblinka usando várias técnicas e sonares de alta resolução e concluíram que aquele subsolo NUNCA FOI REMEXIDO. Confiram no vídeo abaixo o trabalho dessa equipe.
Link enviado pelo colaborador do blog, Sr. Madruga.



quinta-feira, 23 de agosto de 2012

O "Grande Caçador de Nazistas"


Amigos e amigas.
Quem estudou um pouco que fosse da história da 2ª Guerra fatalmente "deu de cara" com a "poderosa" figura de Simon Wiesenthal, o Caçador de Nazistas.

Resumidamente, ele sempre foi mostrado ao mundo como um paladino da luta contra a impunidade, o preconceito, a vilania, sendo um incansável buscador da verdade. Um monte de filmes, livros e documentários foram criados em sua homenagem e à sua luta.

Porém, vejam logo abaixo o que algumas personalidades judaicas sionistas declararam sobre o "herói". Estranhas, pra dizer o mínimo.
FAB29
Impressões de personalidades acerca de
Simon Wiesenthal
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Ele só pensava naquilo!...
Num programa de TV alemã ARD, intitulado Panorama, apresentado no dia 8 de Fevereiro [de 2008], às 21 horas e dedicado à figura de Simon Wiesenthal, diversas opiniões sobre o “famoso caçador de nazistas” foram expressadas por personalidades do mundo sionista:

Isser Harel, antigo chefe do Mossad:
“Wiesenthal garante ter descoberto mais de 1200 nazistas, um número impossível de encontrar. O número é bem menor, no máximo, uns dez. Ele causou enormes danos através de suas falsas manifestações. Criou lendas. Em todos os grandes casos, ele falhou. Sua importância é mínima. Espalhou falsas informações. Uma trágica figura.”

Rafi Eitan, comandante da “Operação Eichmann”: 
“Não acrescentou nada à operação. Reuniu todas as informações que conseguiu (sobre Eichmann) e escreveu um livro...”

Benjamin Weiser Veron, diplomata Israelita no Paraguai: 
“A caçada de Wiesenthal à procura de Mengele foi a grande caçada... que não houve. Ele afirmou que Mengele e os outros nazis viviam prosperamente (no Paraguai) e eram multimilionários: tudo histórias da carochinha.”

Neal Sher, chefe do departamento de perseguição a nazistas do Ministério da Justiça dos Estados Unidos: 
“Seguimos cada passo... totalmente em vão... normalmente identificamos pessoas erradas... nenhuma prova concreta contra as pessoas citadas (por Wiesenthal). No “Caso Waldheim” (ex-secretário -geral da ONU e ex-primeiro ministro da Áustria, acusado de “nazista”), Wiesenthal ligou para nós inúmeras vezes, solicitando reiteradamente que nada fosse feito contra Waldheim, para não prejudicar seus negócios na Áustria...” (O escritório mundial do dito cujo fica em Viena).

Élan Steinberg, membro do Congresso Mundial Judaico: 
“Wiesenthal deve a Israel uma desculpa por proteger Waldheim e arrogar a si o sucesso da “Operação Eichmann”. E acrescentou, para espanto dos telespectadores: “Os alemães deveriam ter ânimo e se preocupar do passado de Wiesenthal. O ex-premiê austríaco, o socialista Bruno Kreisky, que tinha ascendência judaica, acusava Wiesenthal de ter colaborado com a Gestapo quando era interno do campo de concentração de Mauthausen, na Áustria, além de ser “movido pelo ódio”.

Andrew Hollinger, sobre o sabão feito com 'gordura judaica':
"A visão dos estudiosos é baseada em partes na análise de pequenos pedaços de sabão azul-esverdeado colecionados durante anos por sobreviventes do Holocausto, que alegavam que estas barras de sabão teriam sido feitas de gordura humana. Aaron Breitbart diz que as barras estão marcadas com as iniciais "R.I.F.," para "Reich Industry Fat", mas que, nos campos, alguns judeus acreditavam que as iniciais eram um acrônimo para "Gordura Judaica". As análises das barras, porém, nunca revelaram evidência de DNA humano. Andrew Hollinger, um porta voz do [Museu do Holocausto] departamento de relações públicas... forneceu à Moment (revista judaica) um documento escrito pelo historiador do Holocaust Memorial Museum, em Washington DC, que conclui:
"Evidência documental e declarações de testemunhas oculares foram incapazes de corroborar de maneira conclusiva as denúncias que alegavam que os Nacional Socialistas e seus colaboradores utilizaram gordura humana das vítimas dos campos para a fabricação das barras de sabão." E continua: "Rumores que os Alemães fabricavam sabão desde restos humanos tiveram origem em propaganda francesa da Primeira Guerra Mundial."

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Israel Shahak - 4ª parte


Amigos e amigas.
O que mais me causou espécie nesta quarta parte que apresento do livro do professor Shahak é o fato das crianças judias serem doutrinadas a esse rancor, repulsa e desprezo que o Talmude delega aos não-judeus.
Daí, vem a recíproca do lado islâmico, que professa os mesmos sentimentos aos talmudistas. E esse estado de coisas nefastas prossegue sem uma solução visível.
Deplorável.
FAB29

"Qual era a resposta Judaica — ou melhor a rabínica? A mais simples era a antiga arma do suborno e puxar cordelinhos. Em muitos países Europeus, durante a maior parte do tempo, tudo podia ser arranjado com um suborno. O Editio Princeps do Código completo da Lei Talmúdica, a Mishneh Torah de Maimonides — repleta não só de muitos preceitos ofensivos para com todos os Gentios, mas também com ataques explícitos ao Cristianismo e a Jesus (depois de cujo nome o autor junta piedosamente 'Possa o nome dos malvados perecer") — foi publicado integralmente em Roma no ano de 1480 sob Sixto IV, um papa politicamente muito ativo que tinha uma necessidade constante e urgente de dinheiro." Pág. 38

"Conforme foi explicado anteriormente, as passagens talmúdicas dirigidas contra o Cristianismo ou contra os não-Judeus tiveram de sair ou de ser modificados — a pressão era muito forte. Eis o que foi feito: algumas das passagens mais ofensivas foram retiradas totalmente de todas as edições impressas na Europa depois de meados do século XVI. Em todas as outras passagens, as expressões 'Gentio', 'não-Judeu', 'estrangeiro' (goy, eino yehudi, nokhn) — que aparecem em todos os manuscritos e edições mais antigos, bem como as edições publicadas em países Islâmicos — foram substituídas por termos tais como 'idólatra', 'pagão' ou mesmo 'Cananeu' ou 'Samaritano', termos que podiam ser explicados facilmente, mas que um leitor Judaico podia reconhecer como eufemismos para as expressões antigas (...) Durante certos períodos, a censura da Rússia Czarista tornava-se mais rigorosa e, vendo os eufemismos supracitados como o que eram, também os proibiam. Sendo assim as autoridades rabínicas os substituíram pelos termos 'Árabe' ou 'Muçulmano' (em Hebraico, Yishmaeli — o que significa ambos) ou ocasionalmente 'Egípcio', calculando corretamente que as autoridades Czaristas não iriam objetar a esse tipo de insulto (...) Depois da conquista Britânica da Índia, alguns rabinos usaram o subterfúgio de proclamar que qualquer expressão depreciativa particularmente ultrajante era dirigida unicamente contra os Indianos. Ocasionalmente, os aborígenes da Austrália foram também usados como bodes expiatórios." Pág. 40

"(Hoje em dia)... as crianças Judaicas são ensinadas efetivamente — passagens tais como a que determina que cada Judeu, sempre que passar ao pé de um cemitério, profira uma bênção se o cemitério for Judaico, mas que amaldiçoe as mães dos mortos, se for não-Judaico (...) É um fato que deve ser recordado, não menos pelos próprios Judeus, que a nossa sociedade totalitária empregou durante séculos usos bárbaros e desumanos para envenenar as mentes dos seus membros, e ainda o está a fazer. (Estes usos desumanos não podem ser explicados facilmente como uma mera reação ao anti-semitismo ou à perseguição dos Judeus; são barbaridades gratuitas dirigidas contra cada um e todos os seres humanos. Um Judeu piedoso que chegue pela primeira vez à Austrália, por exemplo, e se por acaso passar perto de um cemitério de Aborígenes, tem a obrigação de — como um ato de adoração a 'Deus' — amaldiçoar as mães dos mortos ali enterrados.)" Pág. 41