Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Wiesel e "A noite".



Amigos e amigas.
Sabe-se que o mais notório sobrevivente do holocausto da 2ª guerra é Elie Wiesel. Ele contou sua história em um livro chamado “A noite”, publicado em 1958. Lendo-o, percebe-se que muito do que se diz dos campos de concentração nazistas é incorreto, exagerado ou inverídico.

Eu reuni os trechos que achei mais marcantes desse livro (Ediouro – 2ª ed. com tradução de Irene Ernest Dias) e coloco-os logo abaixo, junto com alguns comentários. Nunca esqueçam que todos os acontecimentos nele abrangem os últimos oito meses de Auschwitz. (Os grifos, sublinhados e caixas-altas são meus).
FAB29

“Auschwitz! (...) Aqui, havia um campo de trabalho. Boas condições. As famílias não seriam separadas. Apenas os jovens iriam trabalhar nas fábricas. Os velhos e os doentes se ocupariam dos campos.” Pág. 45 [Já bate de frente com 99% dos relatos dos sobreviventes, que sempre juraram que havia separações na chegada a esses campos.]

“Não longe de nós, de uma fossa, subiam chamas, chamas gigantescas! Alguma coisa estava sendo queimada ali. Um caminhão se aproximou do buraco e despejou sua carga: eram criancinhas. Bebês! Sim, eu vi, vi com meus olhos... Crianças nas chamas (É de se admirar então que, desde aquela época, o sono fuja de meus olhos?)” Pág. 52 [É a ÚNICA cena verdadeiramente dantesca que ele relata, “digna” de constar em qualquer relato do holocausto.]

“Alguns oficiais SS circulavam lá dentro, procurando homens fortes. (...) Os escolhidos naquele dia foram incorporados ao Sonder-Kommando, o comando que trabalhava nos crematórios. (...) Segurando o cinto e os sapatos, deixei-me conduzir até os barbeiros. Suas máquinas arrancavam os cabelos, raspavam todos os pelos do corpo. (...) Um barril na porta. Desinfecção. Cada um é mergulhado lá dentro. Uma ducha quente em seguida. (...) Montanhas de roupas de presidiários. Corremos. Na passagem, nos jogam calças, blusão, camisa e meias.” Pág. 55, 56 e 57 [Alguma coisa diferente dos filmes de Hollywood sobre penitenciárias e colônias penais, como Alcatraz e Caiena?]

“Um oficial SS havia entrado (...) – ‘Vocês estão em Auschwitz. E Auschwitz não é uma casa de repouso! É um CAMPO DE CONCENTRAÇÃO! Aqui, vocês têm que TRABALHAR! Senão, irão direto para a chaminé, para o crematório! Trabalhar ou o crematório! A ESCOLHA ESTÁ EM SUAS MÃOS’!” Pág. 59 [Eles podiam escolher? Num dito campo de “extermínio”?]


Banho quente nos campos alemães
“Auschwitz. Primeira impressão: era melhor que Birkenau. Construções em cimento, de dois andares, em lugar dos galpões de madeira. Jardinzinhos aqui e ali. (...) Eram as duchas, formalidade obrigatória na entrada de TODOS AQUELES CAMPOS. Mesmo que fôssemos de um para outro várias vezes por dia, seria preciso passar, a cada vez, pelos banhos de ÁGUA QUENTE.” Pág. 61 [Quase um tratamento VIP!...]

“No dia seguinte de manhã, os ‘antigos’ nos trataram sem brutalidade. Fomos aos lavabos. Deram-nos roupas novas. Trouxeram café preto. Deixamos o bloco por volta das dez horas PARA QUE O LIMPASSEM. Lá fora, o sol nos aqueceu. Nosso moral estava bem melhor. Sentíamos os bons efeitos do sono da noite. Amigos se encontravam, trocavam algumas frases. (...) Perto do meio dia, trouxeram-nos sopa, um prato de sopa grossa para cada um. (...) Em seguida, fizemos uma pequena sesta na sombra do bloco. O oficial da SS do galpão lamacento devia ter mentido. Auschwitz era mesmo uma casa de repouso. (...) Perto da porta, a orquestra tocava marchas militares.” Pág. 62 e 63 [Tudo isso num “campo de extermínio”?!...]

“Passavam-se os dias. De manhã, café preto. Meio dia, sopa. Seis da tarde, chamada. Em seguida, pão e alguma outra coisa. Nove horas, cama. Já estávamos em Auschwitz há oito dias. (...) FICAMOS TRÊS SEMANAS EM AUSCHWITZ. NÃO TÍNHAMOS NADA PRA FAZER LÁ. DORMÍAMOS MUITO. À TARDE E À NOITE. A única preocupação era evitar as partidas, ficar aqui o maior tempo possível. Não era difícil: bastava nunca se inscrever como operário qualificado. Os serventes eram deixados para o final.” Pág. 63 e 65 [Preferiam ficar num “campo de extermínio”?!?]

“Em Buna, todos os presos (antigos) foram unânimes: ‘Buna é um campo muito bomDá para aguentar. O importante é não ser designado para o comando da construção.’ (...) Os três primeiros dias passaram-se rapidamente. (...) - ‘Trabalhamos em um depósito de material elétrico não longe daqui. O trabalho não é nada difícil, nem perigoso.’ (...) Nossos camaradas tinham razão: o trabalho não era difícil. Sentados no chão, devíamos contar as cavilhas, as lâmpadas e peças elétricas miúdas. (...) Ás vezes, nos acontecia de ficarmos cantarolando suavemente árias que evocam as águas calmas do Jordão e a santidade majestosa de Jerusalém. E também, falávamos bastante da Palestina. (...) Tínhamos trocado as tendas pelo bloco dos músicos. Recebemos um cobertor, uma bacia e um pedaço de sabão. O chefe do bloco era um judeu alemão.” Pág. 71, 73, 74 e 75 [Necessariamente repetitivo: “NUM CAMPO DE EXTERMÍNIO”?!?!?]

“Franek (o contramestre do campo) voltou a ficar mais gentil. Chegava a me dar, de vez em quando, um prato a mais de sopa. (...) Era um domingo de manhã. Nosso comando não precisava trabalhar naquele dia. Pág. 81 e 82 [Um ‘weekend’ básico!...]

“Por que eu O bendiria (a Deus)? Por que ele tinha feito queimar milhares de crianças naquelas valas? Por que Ele fazia funcionar seis crematórios dia e noite, nos dias de Sabá e nos dias de festa? Por que em Seu grande poder, Ele havia criado Auschwitz, Birkenau, Buna e tantas usinas da morte?” Pág. 96 [A despeito de todas as benesses já relatadas, ele continuava nesse cultivo de ódio? Perceberam que não apareceu até agora nenhuma palavra sobre as famigeradas “câmaras de gás”? O holocausto ocorria em VALAS CREMATÓRIAS, segundo Wiesel. Lembremo-nos sempre que o complexo de Auschwitz estava em um terreno pantanoso.]

Agasalhados para o inverno.
“O inverno chegara. (...) Deram-nos roupas de inverno: camisas listradas um pouco mais grossas. (...) No Natal e Ano Novo, não trabalhamos. Pág. 108 [Além das 'roupas de estação', mais uma vez, de ‘papo pro ar’!]

“Em meados de janeiro (de 1945!), meu pé direito começou a inchar por causa do frio. Fui à visita médica. Um grande médico judeu, detento como nós, foi categórico: ‘- É preciso operar! Se esperarmos, será preciso amputar os dedos do pé e talvez, a perna.’ (...) O hospital (de Auschwitz) não era nada mau. Recebíamos o pão de cada dia e uma sopa grossa. Nada de sino, nada de chamada, nada de trabalho. De vez em quando, eu conseguia fazer chegar até meu pai um bom pedaço de pão. Perto de mim, estava deitado um judeu húngaro, acometido de disenteria.” Pág. 108 [Nos estertores da guerra, um adolescente judeu, no “campo de extermínio” de Auschwitz, recebe tratamento médico de um judeu e ainda consegue ajudar o pai", claro, judeu! É um prodígio ou “apenas” um milagre?!]

“Às dez horas da manhã, levaram-me para a sala de operação. (...) A operação durou uma hora. (...) ‘- Agora, você vai ficar aqui duas semanas, repousar convenientemente e tudo estará acabado. Vai comer bem, relaxar seu corpo e seus nervos.’” Pág. 110 [Verdadeiramente um abençoado!...]

“‘- O que faremos, pai?’ Ele estava perdido em suas meditações. A escolha estava em nossas mãos. Por uma única vez, podíamos decidir por nos mesmos o nosso destino. Ficamos os dois no hospital, onde eu podia fazê-lo entrar como doente ou como enfermeiro, graças ao meu doutor; ou então, seguir os demais (junto com os alemães, que iam fugir dos russos). (...) ‘- Vamos sair com os outros!’ – eu lhe disse.” Pág. 113 [Os russos bolchevistas estavam às portas de Auschwitz e os alemães se preparavam para a fuga. MILHARES de detentos – Wiesel e seu pai inclusos – preferiram seguir seus “cruéis, covardes, brutais, assassinos, nefastos carcereiros alemães” do que esperar os “libertadores”! Perguntado, Wiesel disse, muitos anos depois: "Foi um mistério religioso desconhecido e inexplicável!" Poético, sem responder nada!]

“O chefe do bloco distribuía rações redobradas de pão e de margarina para a viagem. Quanto às roupas e camisas, podíamos pegar quantas quiséssemos no almoxarifado. (...) De repente, o chefe do bloco lembrou-se de que tinham ESQUECIDO DE LIMPAR O BLOCO. Mandou quatro prisioneiros lavarem o piso... Uma hora antes de deixar o campo. Para quê? Para quem? ‘- Para o exército da libertação – bradou. – Para que saibam que aqui viviam homens, e não, porcos!’ (...) Os primeiros blocos puseram-se em marcha. Nós esperávamos. Tínhamos que esperar A SAÍDA DOS CINQUENTA E SETE BLOCOS que nos precediam.” Pág. 114 e 115 [A atitude do chefe do bloco é inefável! E saber que a quantidade de detentos dispostos a seguir seus carrascos perfaziam tantos blocos faz qualquer um perguntar “Por que?”]

26 comentários:

  1. Seus comentários são um verdadeiro deboche.
    Elie Wiesel, vencedor do Nobel da Paz (os revis insistem que foi de literatura) escreveu suas agruras de um menino de 10 para 11 anos de idade, hungaro (o que ele fazia como prisioneiro na Polônia?, em campo de concentratação em 57 (CINQUENTA E SETE) livros. Faltam 56 para você nos trazer a realidade.
    Que você sempre agradeça por não ter necessidade de um dia ir para uma "colônia de férias", como você debochadamente se refere.
    Um local de extermínio, trânsito e trabalho escravo. Procure saber o nome das empresas germânicas que exploravam esse trabalho (fácil de se achar) e que, após a guerra, confessadamente admitiram. Essas empresas, que ainda existem, fazem parte do fundo de indenização aos sobreviventes dos campos (nem todos judeus). Procure saber por quais motivos uns eram poupados e outros não.
    Não vale mais comentários.

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    1. Numa entrevista a um jornal de Chicago na década de 1980, Wiesel afirmou que tudo o que estava escrito no seu livro "A noite" era a mais pura verdade.
      Se for verdade, então não existiram câmaras de gás em Auschwitz/Birkenau.
      A menos que você mostre um dos 50 e tantos livros do preclaro em que ele afirme a existência delas.
      Além de quê foi descoberto que três das maiores figuras da 2ª guerra (Roosevelt, De Gaulle e Churchill) não citaram o holocausto em suas autobiografias. Mais de 7 MIL PÁGINAS!
      "Fato sem importância"?!

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    2. Uma pena que aqui não dá para desenhar.
      Mas, vamos lá:
      Estou numa praia de 6 km. Estou no Km 2, olho em volta e não vejo nenhuma mulher de biquini vermelho. No entanto, existem várias no km 3, 4, 5 e 6. Isso significa que não existem mulheres de biqini vermelho na praia?
      Elie esteve em Auschwitz III, controlado pelos nazis e pela IG Farben (sabe o que é?). Longe das camaras.
      Em nenhum momento ele cita que não existiam camaras. Ele simplesmente não cita!
      Tá difícil! Você é muito borderline!

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    3. Wiesel esteve NOS TRÊS: Auschwitz (I), Birkenau (II) e Buna (III). Está no livro "A noite", que tenho há quase quatro anos, do qual transcrevi os trechos que postei. IPSIS LITTERIS!
      Veja esse link abaixo com os mapas de Auschwitz/Birkenau. No 2º mapa, o de Auschwitz, vemos que o hospital (7) onde Wiesel foi operado ficava ao lado da dita "câmara de gás" (8). E ele não viu nada?! Só as "valas crematórias"? Num pântano?!
      Cruz-credo! Seus chefes devem adorá-lo!

      http://www.air-photo.com/portuguese/index_4.html

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    4. "confessadamente admitiram" é novidade para mim.

      "Um local de extermínio, trânsito e trabalho escravo." tudo isso num só lugar ? Deveria ser um burburinho enooorme de gente, maquinário, barulho, um frenético vai-e-vem de tudo que é coisa e pessoa ...

      " três das maiores figuras da 2ª guerra (Roosevelt, De Gaulle e Churchill) não citaram o holocausto em suas autobiografias. Mais de 7 MIL PÁGINAS! "Fato sem importância"?! "
      Fato. Não é teoria da conspiração.

      Inclusive USAF e RAF fotografaram os campos e nunca viram chaminés funcionando ininterruptamente. Nem outra coisa.

      Ademais, se os aliados tivessem avistados fumaça das chaminés dos campos, seriam bombardeados pensando serem esforço de guerra alemão.

      Cobalto

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  2. AGORA ENTÃO FALTA 55!

    Explicar o tal ellie "R$ 3,00" é como BATOM NA CUECA, não é POSSÍVEL ser mais IDIOTA que esse EXEMPLAR de FANÁTICO e tem FANÁTICOS piores que se dizem não ser judeu e nem sionista.

    Apenas "LUNÁTICO!".

    Do livro de Wiesel “Legends of our Time”, N.York 1982:

    “O que tu estás escrevendo?” - perguntou o rabino.

    “Histórias”, eu respondi…

    Ele queria saber quais histórias:

    “Histórias verdadeiras? A respeito de pessoas que tu conheceste?”

    Sim, a respeito de coisas que aconteceram ou que poderiam ter acontecido.

    “Mas que não aconteceram?”

    Não, não todas.

    Na verdade algumas delas foram inventadas do começo ao fim.

    O rabino abaixou-se para mim, como me examinasse e, mais triste que raivoso disse:

    “Isto significa que estás escrevendo mentiras?”

    Eu não respondi imediatamente.

    A pressionada criança dentro de mim não tinha nada para dizer em sua defesa.

    Porém eu tive que me recompor: “As coisas não são tão fáceis, rabino. Alguns casos acontecem, mas não são verdadeiros. Outros são verdadeiros, mas nunca acontecem”.

    PALAVRAS CHAVES

    “OU QUE PODERIA TER ACONTECIDO”

    “NA VERDADE ALGUMAS DELAS FORAM INVENTADAS DO COMEÇO AO FIM”.

    “AS COISAS NÃO SÃO TÃO FACEIS RABINO”.

    “ALGUNS CASOS ACONTECEM, MAS NÃO SÃO VERDADEIROS”.

    “OUTROS SÃO VERDEIROS, MAS NUNCA ACONTECEM”.

    Esse MENTIROSO NATO, ainda ganhou um “prêmio nóbel” estão BRINCANDO com o MUNDO!

    Bom deram essa ( )ERDA de prêmio para tantos fascinoras, que me SINTO ORGULHOSO de até HOJE NENHUM BRASILEIRO TER GANHO essa “ONRARIA”

    Agruras de um menino de 10 para 11 anos mas MENTIROSO.

    Tente invente mas MOSTRE A VERDADE do nota de R$ 3,00!

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    1. Detalhe é que esse livro, Ragi ("Legends of our time") é de 1982!
      O cara já era pra lá de calejado no cultivo e exercício de seus ódio e rancor; já havia publicado dezenas de 'livros' destilando-os; Já havia feito centenas de 'palestras' contando suas 'peripécias'.
      Mesmo assim, escreveu essa confissão!
      Às vezes, costumo brincar que Wiesel é o primeiro revisionista (primeiro que Rassinier, até!).
      Abraços.

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    2. Fabiano,
      Eu visitei o COMPLEXO de Auscwitz em 2006. Em dois dias de visita, não consegui ver tudo detalhadamente. Isso para se ter uma idéia do tamanho. Ocupava dois municípios! Não entrarei aqui nesses detalhes agora. Pela narrariva, Elie Wiesel ficou em Auscwitz III que era um campo de trabalho e crianças. Esse campo (III) era da empresa IG Farben. Para as camaras de gás a distancia era enorme!
      Em minha postagem no tópico seguinte, eu expliquei como era feita a separação e seleção de mão de obra. Quem servia ou não. Basta ler.
      Jantei num restaurante em Cracóvia, e o pai do dono do restaurante, já um senhor (católico), nos contou sobre a convivência com o cheiro de carne humana queimada em diuturnamente em que aprendeu o conviver.
      Procure ver alguma foto aérea do complexo e verá o tamanho.
      Mas fica aqui uma pergunta: Qual o crime que Wiesel cometeu para ser prisioneiro?

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    3. Aqui uma narrativa mais apurada. Longa para se ver, mas esclarecedora.

      http://www.youtube.com/watch?v=slZMOkYJFO0

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    4. Madruga, acorda, cara!
      1º- Eu já vi fotos da imensidão do complexo Auschwitz/Birkenau;
      2º- "Trocentos" cadáveres foram cremados no complexo. Logo, o cheiro de carne queimada era "obrigatório".
      3º- O crime de Wiesel foi o mesmo que o de quase todos os prisioneiros numa guerra: era inimigo do estado vigente. É inegável que houve injustiças, abusos, etc. Mas diga-me UM LADO de qualquer guerra que não os tenha cometido.
      4º- Insistirei sempre: aqui, no meu blog, eu só CONTESTO tudo o que acho IMPOSSÍVEL ou IMPROVÁVEL. Os 'sobreviventes profissionais' que afirmam o impossível serão sempre alvos de minhas críticas e questionamentos. Tanto as "câmaras de gás" de quase todos os sobreviventes quanto as "valas crematórias" de Wiesel (num terreno pantanoso?) são impossíveis!
      5º- Não me interesso pela historiografia "ofalsial" do holocausto. Eu já li um monte de livros, artigos, entrevistas e depoimentos, além de muitos filmes e documentários, sobre o holocausto. Quando vi que muito do que falam nele é, na melhor das hipóteses, exagerado ao cubo, passei a contestá-lo. Só isso!
      6º- Nada me importa que você me acuse de "nazista" ou qualquer outra coisa. Azar de seus chefes que eles calcaram os pés do holocausto nas "câmaras de gás". Agora, sair, também, é impossível.

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    5. Quanto ao 'vídeo esclarecedor', só aguentei até os 3:18 min. mas pergunto:

      Por que não se fez necropsias dos montes de cadáveres que as câmeras flagraram e os tratores empurravam para as covas coletivas para ver quantos morreram por gás, desnutrição ou doenças? Será que eles só prestam para a propaganda do holocausto? Ou será que esses corpos foram desenterrados e cremados posteriormente, impossibilitando qualquer conclusão?

      Esse é o problema, madruga! Cada peça que você lança no intuito (não sei por quê) de avalizar o holocausto, abrem-se dúvidas, incoerências, improbabilidades,... Sua vida não deve ser fácil!...

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    6. 1º. Você viu fotos. Eu fui lá;
      2º. Por qual motivo morreram?;
      3º. Inimigos de estado vigente? Na Polonia? Holanda? Luxemburgo? Holanda? França? Dinamarca? Noruega? Rep. Tcheca? Hungria? Romenia? Italia, Croacia. Lituania, Estonia, Ucrania? Bielorrusia? Austria? Esqueci mais algum? Eslavos? Ciganos? etc?
      Me engana que eu gosto!
      "judenraus" "judenrein", sabe o significado?

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    7. 3:8 min.
      Esse é o teu problema. Parcialidade!
      Só vê o que te interessa.

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    8. Você foi lá é viu o quê?! Tudo o que seus chefes montaram a partir dos depoimentos de 'testemunhas fidedignas', dos historiadores 'imparciais', das necessidades de criar aparências para esconder o próprio rabo de culpas. Parabéns!

      "2º. Por qual motivo morreram?;" É piada?! Seus chefes fomentam as guerras para que os povos se matem! Simples assim! O problema é: prove o HOLOCAUSTO pelas "câmaras de gás", ou pelas "valas crematórias", ou pelas "eletrocussões em série",... Aí, tudo bem! Enquanto não puder, chafurde na sua imoralidade de tentar se impor como um 'sabedor', 'eu estive lá', blá, blá, blá,...

      Inimigos, sim! Irã, Síria, Afeganistão, etc, estão longe pra caramba dos EUA, mas os ianques não os chamam de inimigos, os invadem, criam campos de concentração (tipo Abu Ghraib) por lá e matam um monte de inocentes? De novo: quem fomentou todas essas guerras atuais? Dica: não foram os nazistas!

      Parcialidade é sua copyright!

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    9. Se o sujeito do tal restaurante ( vou fazer que acredito ) falasse o contrário, seria algemado na hora.
      Ademais, ele lucra com os bobinhos que vão visitar Auscwitz.
      Qual nacionalidade do suposto "dono católico" do restaurante ?

      Cobalto

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  3. Amigo Fabiano fugindo um pouco do assunto eu gostaria que você analisasse as PONDERAÇÕES abaixo e verificasse em que momento se ENCONTRA a “OFENSA”.

    O primeiro comentário é de alguém que diz ser Claúdio, o segundo comentário foi escrito por mim.

    (1) - Acho que o apoio dos americanos e britânicos para a criação do Estado de Israel na Palestina, se é que eles apoiaram, não sei, foi para forçar os judeus a saírem dos EUA e Europa, por que acredito que eles não gostam de como os judeus se destacam e/ou destacaram nesses países e na Europa em geral. Há tantos judeus famosos e ricos que causa inveja. Mas boa parte creio que são pacíficos o suficiente para que ninguém tenha razão para detestá-los. O pior de quem sofreu uma violência nesse mundo é passá-la adiante.

    (2) - Essa é prá ACABAR mesmo.

    Agora a CRIAÇÃO do Estado OCUPANTE da PALESTINA foi para tirar o judeu BEM SUCEDIDO dos países que INVENTARAM com uma CANETADA o estado MATADOR de IDOSOS, CRIANÇAS E MULHERES GRÁVIDAS…

    Infantil claudinho, os bem SUCEDIDOS continuam ainda nos States e na Inglaterra, para lá só seguiram os pobres.

    Vá “ISTUDAR MININU!”

    Aguardo vosso ABALISADO parecer.

    Abraços.

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    1. HAHAHAHAHAHAHAHAHA... Espera eu parar de rir... HAHAHAHAHAHAHA...!!

      Ragi, caríssimo!
      Esse Cláudio tirou dos madruga, arthur, anônimo, etc, a chance de competir pelo prêmio "Delinquência Racional".
      Existem 'raciocínio', 'rassionssínio' e 'rançocínio'. A esmagadora maioria dos que debatem conosco professam o terceiro. O "Cráudio" mostrou-se mestre no segundo. E aos dois bobos (nós), que tentamos sempre o primeiro, resta "contemplar a natureza".
      Pareceu-me isso: uma ofensa à racionalidade!

      Desistir, não vou , mesmo! Mas que pérolas dessas desanimam, sem dúvida!
      Abraços.

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  4. Amigo Fabiano, resolvi pedir ajuda ao "UNIVERSITÁRIO" pois fui o "OFENSOR" no "V.H." e o causador dessa argumentação foi o nosso velho conhecido o "VTF", aquele.

    Ser fiscal NÃO É TER VIDA FÁCIL NÃO, um blog praticamente parado mas o fiscal tem que estar PRESENTE.

    Abraços.

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  5. Amigo Fabiano,

    Será que seu interlocutor "DEVO e não PAGO" poderia "isplicar" o que quer dizer isso?

    A "Gods Chosen" prevents bleeding pregnant woman going to hospital

    É o endereço de um VÍDEO de 4 minutos e 19 segundos "DO MAIS PURO ÓDIO" que um CÃO judeu pode exprimir.

    Que o ANIMAL CANINO me PERDOE por tê-lo OFENDIDO DENOMINANDO o ANIMAL judeu com a RAÇA tão BONITA quanto a CANINA.

    Abraços.

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    1. Caro amigo, verei esse vídeo amanhã.
      Debater com o Madruga dá "estafa sacal"!
      Abraços.

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  6. http://inacreditavel.com.br/wp/desmascarada-farsa-de-holo-celebridade/

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  7. Palavras de Elie para a Revista Veja: http://inacreditavel.com.br/wp/entrevista-de-elie-wiesel-a-revisa-veja/

    Pesquisa o discurso que ele fez quando ganhou o prêmio Nobel da Paz!!

    Por que negar o holocausto tem de ser um crime e não um direito garantido pela liberdade de expressão?

    Porque dói. Dói nos sobreviventes, nos seus filhos e nos filhos de seus filhos. Quem nega o holocausto, por causa da dor que inflige aos sobreviventes e seus descendentes, comete mais do que apenas um pecado. É uma crueldade, uma felonia. Mesmo assim, nem todos os países punem a negação do holocausto. Na Alemanha e na França, isso é crime. Nos Estados Unidos, não. Há o entendimento de que negar o holocausto é um direito assegurado pela Primeira Emenda da Constituição americana, a que garante a liberdade de expressão.

    Está errado?

    Sou um grande admirador da Primeira Emenda, mas acho que ela deveria comportar uma exceção em relação ao holocausto. Não seria uma novidade, pois há exceções. A mais conhecida é a que considera a circunstância do “risco claro e imediato”, ilustrada pela hipótese de fogo no teatro. Se você está em um teatro lotado e começa a gritar “fogo, fogo”, sem que haja fogo algum, e seu grito leva as pessoas a correr em tumulto para a saída, resultando em feridos ou até mortos, você não terá proteção da Primeira Emenda. Ou seja, não poderá alegar que ao gritar “fogo, fogo” estava apenas se valendo de seu direito de expressão e poderá acabar na cadeia por ter produzido ferimentos ou mortes. Com base nisso, acho que negar o holocausto também deveria ser crime, porque também fere.

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    1. Essa clássica entrevista, Raphaella, só ratifica a imoralidade desse grotesco ser. Adoraria vê-lo sendo entrevistado por judeus como Norman Finkelstein, Shlomo Sand, Paul Eisen, Gilad Atzmon. Estes o deixariam com as calças na mão ao apontar todas as "imprecisões" de seu besta-seller "Noite".

      A maior delas: nunca ter citado as câmaras de gás, insistindo nos 'holocaustos' a céu aberto, em fossas escavadas em terreno pantanoso.

      Conhece esta frase que o malfadado nobel da paz escreveu em seu livro "Legends of our time"?
      "Cada judeu devia guardar, em algum lugar do seu coração, uma zona para o ódio, esse ódio são e viril contra todo aquele que representa o alemão e que forma parte da essência do alemão. Tudo o resto seria traição aos mortos."

      Tudo isso porque o boçal se sente ferido, magoado? Que paradigma, não?

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  8. Livro : 'holocausto judeu ou alemão- nos bastidores da mentira do seculo", esse sionista é um mentiroso, mentiroso, um verme.

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