Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Darwin em xeque!

Amigos e amigas.
Eu me confesso um 'antievolucionista'. Não consigo aceitar que a vida na Terra, com sua espetacular, inacreditável diversidade tenha sido obra do acaso, de algum "caldo químico" onde as primeiras células se formaram há alguns bilhões de anos e, após uma incalculável sequência de tentativas e erros, foi se transformando e formando tudo o que vemos de vida.
Quanto mais eu leio sobre a biologia celular e sua intrincadíssima rede de funcionamento e especialização, mais eu solapo o Evolucionismo.
No que eu acredito, é um longo papo e assunto para um outro post. Por enquanto, vejam essas duas opiniões sobre o assunto. A explicação do segundo é um tanto especializada, mas creio ser possível qualquer um entender, bastando reler com calma algumas vezes, se necessário.
FAB29

Mais um ‘XEQUE!’ em Darwin

Trechos de “O maior espetáculo da Terra
Por Richard Dawkins (evolucionista)

“Que lições aprendemos com a domesticação de cães? Primeiro, a grande variedade de raças caninas — dinamarquês, yorkshire, terrier escocês, airedale, ridgeback, dachshund, whippet, são-bernardo etc. — demonstra como é fácil e rápido obter mudanças impressionantes na anatomia e no comportamento com uma seleção não aleatória de genes, "esculpindo e desbastando" os reservatórios gênicos. Os genes envolvidos podem ser surpreendentemente pouco numerosos. No entanto, as mudanças são tamanhas e as diferenças entre as raças são tão gritantes que até se poderia supor que a evolução desses novos tipos levaria milhões de anos em vez de apenas séculos. Se é possível obter mudança evolucionária em apenas alguns séculos ou mesmo décadas, imagine o que se poderia conseguir em 10 ou 100 milhões de anos.” (...)

“Se os criadores humanos podem transformar um lobo num pequinês ou uma couve selvagem numa couve-flor em apenas alguns séculos ou milênios, por que a sobrevivência não aleatória de animais e plantas selvagens não poderia fazer a mesma coisa ao longo de milhões de anos?”


Célula: A Caixa Preta da Vida (por Marcos Eberlin)

4.4: O Inesgotável DNA e a Troca Antevidente Genial de Uracila por Timina

No RNA, uma das bases nitrogenadas utilizadas é a uracila (U), mas no DNA esta base "aparece" trocada por timina (T). Mas por que? Timina e Uracila se diferem só por uma metila, aparentemente em uma posição inócua. Várias explicações tem sido oferecidas e hoje, sabemos que esta troca tem uma lógica incrível, uma estratégia planejada com maestria plena para que todo o sistema funcione com extrema precisão e eficiência. A importância da troca se percebe pelo grande esforço que a célula faz para procedê-la. A troca de U por T é feita pela maquinaria da célula através de uma reação de metilação, catalizada por ácido fólico, antes da incorporação da T, via nucleotídeo, no DNA. Mas por que esta troca, U por T, tão "tênue"? Tudo indica hoje, essa troca tem duas finalidades cruciais e específicas:

1. Especificidade: A primeira finalidade foi a de aumentar a especificidade do pareamento no DNA, pois troca-se U por T, e T é bem mais seletiva em seu pareamento com a adenina (A), a dupla "Agnaldo Timóteo"! A base U faria também um pareamento preferencial com A, mas não tão seletivo, pois U pode parear bem também com todas as bases, inclusive consigo mesma. Ou seja, a metilação que causa a troca U por T é uma estratégia de aumento da integridade da informação, que precisa ser máxima no DNA! O DNA é um software nano-molecular imenso que não pode errar e tudo foi feito nele para minimizar, ao máximo, os erros de pareamento e leitura.

2. Integridade: Outro motivo da metilação e troca U por T parece se relacionar também com a integridade da informação. Sabe-se hoje que a citosina (C) do DNA sofre deaminação, se transformando assim em U, o que gera uma uracila (U) “alienígena” no DNA! No RNA, esse processo não é importante, pois o RNA é rapidamente usado e reciclado, não havendo tempo suficiente para este erro se acumular. Mas o DNA tem um tempo de vida bem mais longo e assim este “dano”, via degradação natural, se torna crítico; sem o seu conserto, catastrófico! A mente inteligente que projetou o DNA (ou você acredita em “dragões que cospem fogo”?) percebendo este entrave mortal (pois uma mutação pontual, deletéria, aleatória e muito frequente seria inevitável), usou, então, de sua antevidência e resolveu o problema de duas formas geniais. Se não trocasse a U por T no DNA, este não saberia reconhecer o que seria um U “legítimo” ou “ilegítimo” (o U "alienígena" formado pela degradação de C); mas trocando a U por T, o DNA ficou “livre” para reconhecer todo e qualquer U como “alienígena” e, assim, eliminá-lo! Mas como eliminar este U "alienígena"? Outra solução genial foi criar uma maquinaria e uma enzima de reparo - “uracil glicosilase” - específica para corrigir este defeito natural, aparentemente "inevitável" (a não ser que um ajuste no ajuste já finíssimo das forças eletroquímicas fosse feito). A troca U por T é assim um espetáculo de complexidade irredutível associada com antevidência genial que, segundo os métodos científicos de detecção de design propostos pela TDI, fornece evidência aparentemente irrefutável de inteligência na Vida. Bom, a evolução com suas metodologias, diz que foi o que? Um "frozen accident"... Ou algo que aconteceu lenta, gradual e sucessivamente, por processos naturais não guiados. Você acredita em milagres? Sem santo? Cascata de milagres? Eu, não! 

O DILEMA DA TROCA URACILA POR TIMINA.

Percebe aqui um dilema enorme para a Evolução? Outro dilema "retrógrado" como o de Haldane, que se junta a tantos outros a “afrontar” uma teoria equivocada. A Evolução assume hoje que a Vida se iniciou por um “RNA”, o “RNA Eva”. Deixando de lado as enormes dificuldades encontradas em se justificar a síntese, catálise e transformação desse "RNA primordial" em "DNA", imagine (pois só a imaginação parece funcionar aqui) que realmente o RNA deu origem ao DNA. Mas um DNA que usasse as mesmas bases do RNA, U e C juntas, e não T e C como o "DNA inteligente" de hoje, seria “mortal” à Vida, pela confusão catastrófica causada pela deaminação natural e relativamente rápida de C em T, como vimos! Ou seja, para que a transformação RNA em DNA fosse viável, a Evolução teria que, antes da Vida baseada em DNA existir, ter a antevidência genial de prover, e a priori, toda a maquinaria de metilação de U em T, antes de substituir o tal "RNA primordial" pelo DNA primordial, e ao mesmo tempo e no mesmo “santo” lugar, prover ao “recém nascido” DNA um mecanismo eficiente de reparo enzimático (pois lento não poderia ser), reparo do dano natural C por U. Dois “milagres” químicos, simultâneos. Aliás três, pois como vimos no assunto anterior, a maquinaria de retirada (limpeza) da hidroxila da ribose do RNA teria que estar lá também funcionando, senão o DNA seria degradado rápido demais, (100 vezes rápido demais). E a Vida não pode esperar a chance de se viabilizar; só em "contos de fadas" isto acontece. Você crê em milagres evolutivos? Em seus "dragões que cospem fogo"? Dragões que cospem processos, enzimas, códigos, informação? Eu, talvez "retrógrado" demais, não!

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Ninguém merece!

Amigos e amigas.
Tanto se diz que a 2ª Guerra foi a única em que se conhecia claramente quem eram os bandidos e quem eram os mocinhos. Mas há muita controvérsia.
Além desta denúncia, reencontrei um artigo onde são reveladas as maneiras que os aliados conseguiram as confissões para o Tribunal de Nuremberg, onde os líderes e colaboradores do regime de Hitler foram condenados logo após a 2ª Guerra.
Não me surpreenderam, mas tais denúncias 'esquecidas' fazem com que seja necessária uma revisão na História da humanidade, em especial, das guerras, onde a mentira e a covardia são a tônica.
FAB29

Assustadores foram os métodos utilizados em Nuremberg para obter sob pressão as confissões de culpa, principalmente dos líderes SS, a fim de poder consolidar a acusação do extermínio dos judeus. O senador norte-americano Joseph McCarthy chamou a atenção em uma declaração que ele prestou à imprensa dos EUA, a 20 de maio de 1949, para diversos casos de tortura onde esclarecimentos repugnantes foram obtidos através de espancamentos.
Confirmou-se que nas prisões de Schwäbisch Hall, oficiais da Leibstandarte SS Adolf Hitler foram espancados até que, ensanguentados, caíssem desmaiados. E quando estavam então prostrados indefesos ao chão, tiveram suas genitálias pisoteadas. No famoso Processo de Malmedy contra simples soldados, estes foram pendurados no teto até que assinassem suas confissões, conforme lhes fora exigido.

Uma comissão do exército sob liderança do sr. jurista Gordon Simpson, da Suprema Corte do Texas, investigou as queixas que afirmavam que “métodos de terceiro grau” teriam sido utilizados. Ela chegou à conclusão que “discutíveis e indesculpáveis métodos severos” haviam sido praticados para conseguir “provas” e “confissões”, sobre as quais muitas condenações à morte tinham se fundamentado durante o processo. O juiz Edward L. van Roden, que também pertencia à comissão, forneceu uma descrição exata. Dentre estes “discutíveis métodos severos”, ele nominou: “espancamentos, golpes brutais, dentes e queixos quebrados; processos forjados, onde os ‘investigadores’ se passavam por religiosos, solitárias com alimentação racionada."

Tal procedimento foi repetido durante os processos em Frankfurt e Dachau e muitos alemães foram condenados pelos crimes fundamentados em suas “confissões”. O juiz norte-americano Edward L. van Roden, um dos três membros da Comissão Simpson do exército criada para investigar a condução do processo em Dachau, revelou a 9 de janeiro de 1949 no jornal de Washington, Daily News, os métodos com os quais foram arrancadas as confissões. Seu relatório apareceu também no jornal britânico Sunday Pictorial a 23 de janeiro de 1949. Lá, ele descreve como alguém vestido de “padre” recebe as confissões dos detentos; torturas com palitos de fósforos incandescentes sob as unhas; golpes nos dentes e quebra de queixos; prisões solitárias e alimentação racionada. Van Roden escreveu:

“Os esclarecimentos apresentados como provas foram arrancados de homens, os quais foram mantidos antes por 3, 4 ou 5 meses na solitária e no escuro. [...] Os interrogadores colocaram um capuz preto sobre as cabeças dos acusados; então, estes foram pisoteados e golpeados na face com uma barra de bronze. [...] Todos os 139 alemães cujos casos foram analisados, com exceção de dois, tiveram o saco escrotal ferido de tal forma que não foi mais possível curá-lo. Este foi o ‘modus operandi’ de nossos investigadores norte-americanos. [...]

Os aqui descritos responsáveis inquisidores “norte-americanos” foram:
- Tenente-coronel Burton F. Ellis (chefe do “Comitê de Crimes de Guerra”) e seus ajudantes, a saber:
- Capitão Raphael Shumacker;
- Tenente-coronel Robert E. Byrne;
- Tenente William R. Perl;
- Morris Ellowitz, Harry Thon e Kirschbaum (civis).

O conselheiro jurídico do tribunal foi o coronel A. H. Rosenfeld. Podemos extrair de seus nomes que a maioria deste pessoal tinha motivação racista e foi marcada pelo ódio. Segundo o juiz Wenersturm: 

“Eram judeus, e por isso, eles nunca deveriam ter sido incumbidos da investigação.” 

Fonte: Inacreditavel.com.br

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Graf vs. Hilberg 2


Amigos e amigas.
Neste trecho, Graf destaca o estranho alheamento de Hilberg, além da sua digressão e falta de objetividade.
E eu pergunto: num assunto de tal envergadura, como pode um teórico burocrata ser chamado de "o mais proeminente especialista" nele?
FAB29



2. Sem fotos, sem descrição de câmaras de gás homicidas
e caminhões de gás

"A gigantesca obra em três volumes de Hilberg ('A destruição dos judeus europeus'), correspondendo a 1.351 páginas, contém exatamente três fotografias, nomeadamente as relativas às páginas de rosto dos três volumes. No texto em si, não há uma fotografia, o que deve ser considerado incomum para uma obra tão extensa.

Da mesma forma, ele oferece ao leitor nenhuma descrição de uma câmara de gás ou de um caminhão de gás. Embora isto pareça ser importante, tendo em vista a novidade e a monstruosidade do uso de tais máquinas de matar, não há nenhuma ilustração ou esboço que possa dar uma visão de leitores curiosos sobre como esses horríveis instrumentos de assassinato supostamente funcionavam.


A aversão de Hilberg ao encontro da realidade física dos campos de concentração e os chamados ‘campos de extermínio’ também pode ser vista no fato de que ele pessoalmente nunca realizou uma investigação nos locais dos campos. Antes de 1985, este homem que havia começado seus estudos sobre o ‘holocausto’ em 1948 passou exatamente um dia em Treblinka e outro meio dia em Auschwitz I e Auschwitz-Birkenau - e em todos os três casos, isso foi apenas para participar de cerimônias. (...)


Em contraste com Hilberg, revisionistas, como Dietlieb Felderer, Robert Faurisson, Carlo Mattogno, Germar Rudolf e o escritor destas linhas, assim como o não-revisionista Jean-Claude Pressac, fizeram exames minuciosos dos edifícios onde as testemunhas dizem que os assassinatos em massa ocorreram e têm estudado os desenhos de construção aplicáveis. Tal investigação in loco é absolutamente necessária para se resolver esta controvérsia."



3. Discrepância entre o título e o conteúdo do trabalho
 
"Não há dúvida de que a maior parte do material que Hilberg apresenta baseia-se em fontes confiáveis. Isso vale principalmente para as quatro centenas de páginas no qual ele descreve a perseguição dos judeus (Judenverfolgung), as leis anti-semitas e as medidas tomadas pela Alemanha e seus aliados. No entanto, o trabalho não se refere à perseguição dos judeus europeus (Die Verfolgung europäischen der Juden), mas à destruição dos judeus europeus (Die Vernichtung europäischen der Juden) e seu título não é adequado para o trabalho como um todo. Alguém que tenha lutado por meio de 283 páginas do primeiro volume ainda não encontrou o assunto para o qual Hilberg nomeou seu trabalho. As primeiras 123 páginas do segundo volume, ou seja, páginas 287-410, são dedicadas às Operações de assassinatos em movimento. Trata-se do assassinato em massa atrás do front leste. Nada menos que 515 páginas lidam com as deportações de judeus de áreas controladas pela Alemanha ou dos aliados delas. Com relação à deportação, os fatos são muito incontestáveis.

O que faz o holocausto tão espetacular e bestial na imaginação popular, ou seja, o abate industrializado nos campos de extermínio, aparece à página 927; este é o início do capítulo Centro de Operações de Matança. No entanto, o leitor deve perseverar em outras centenas de páginas até que o assunto finalmente chegue às Operações de Assassinato; nos últimos cinco subcapítulos Origens, “Organização, Pessoal e Manutenção”, “Utilização do trabalho”, “Experiências médicas e, finalmente, Os confiscosno “Centros de Aniquilação” foram discutidos. Surpreendentemente, o subcapítulo “Operações de matança” tem apenas dezenove (!!!) páginas; na página 1046, o assunto já se mudou para “Liquidação dos centros de extermínio e o Fim do processo de destruição”.

O terceiro volume de 290 páginas é inteiramente dedicado às “Consequências”, “Reflexões”, “Sequelase “Outros desenvolvimentos” antes que o apêndice feche o trabalho; este último contém dados de Hilberg sobre as perdas da população judaica. Resumirei:

- 123 páginas das 1351 páginas -“Obra de referência sobre o Holocausto”- lidam com as mortes por trás do front oriental, que tem recebido menos atenção, tanto no acadêmico e na literatura popular, e que, se estamos a ir pela contagem de vítimas de Hilberg, são também numericamente menos significativas do que o alegado assassinato em massa em campos de extermínio;
 
- Um total de 19 páginas de 1351 é dedicado ao suporte central do ‘Holocausto’, curso prático das alegadas mortes em massa em câmaras de gás (e existem mais onze páginas sobre a questão relacionada à “Liquidação dos centros de matança”);

- Todo o primeiro e a maior parte do segundo volume (em particular, as 515 páginas sobre a deportação) não têm influência direta sobre o assunto para o qual Hilberg nomeou seu trabalho, ou seja, a destruição dos judeus da União Europeia. No terceiro volume, apenas as estatísticas populacionais são aplicáveis ao nosso assunto."