Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Graf vs. Hilberg


Amigos e amigas.
Como extensão do post "Faurisson vs. Hilberg" abaixo, achei por bem publicar trechos de um livro de Jürgen Graf que estou traduzindo chamado "O gigante com pés de barro".
Para início, uma breve introdução sobre a história de Hilberg, autor do livro "A destruição dos judeus europeus". No fim dela, ele especifica que vai fazer no livro o que também faço aqui no Palavra Livre: Questionar, pedindo provas!
Os trechos sublinhados são meus.
FAB29

"Nascido em Viena em 1926, o judeu Hilberg emigrou para os Estados Unidos com seus pais em 1939. Em 1944, ele entrou para o Exército americano. Em 1948, ele começou a estudar a questão do destino dos judeus sob o Regime nacional-socialista. Nos anos 1951-1952, ele trabalhou no Centro Federal de Documentação em Alexandria, Virgínia, onde seu trabalho foi avaliar documentos alemães apreendidos. Em 1952, ele foi premiado com um Grau Mestre em Ciência Política, e em 1955, Doutor em Direito. Como é o caso com a maioria dos outros autores que lidaram com o ‘Holocausto’, ele não é um historiador pela profissão. No entanto, por muitos anos na Universidade de Vermont, além de Relações Internacionais e Política Externa dos EUA, lecionou sobre a história dos judeus durante a Segunda Guerra.

O estudo de Hilberg sobre o ‘Holocausto’ se afirma ser incomparável e o trabalho mais exaustivo da sua espécie. Isto é dito bem claro na introdução à edição alemã da obra:

Se a frase ‘Padrão de trabalho’ tem qualquer significado, a famosa história abrangendo o holocausto de Hilberg deve ser considerada como tal. [...] O tema deste trabalho é os malfeitores, o plano, o método de operação e a própria operação. Com a ‘frieza e precisão’ que caracteriza os grandes historiadores (Süddeutsche Zeitung), Hilberg traça o envolvimento e participação das elites dominantes no governo, da indústria e das forças armadas na destruição dos judeus. A funcional dedicação do burocrata comum, o homem ferroviário, o policial e um soldado para o trabalho de aniquilação também será rastreado. Um tipo de seguidor de passos criminosos (que seria nomeado) que nunca esteve diante de um juiz antes de 1945: o general prussiano, o funcionário nacional conservador ministerial, o diplomata, o jurista, industriais, químicos e médicos.

Hilberg tem recolhido e refinado o material para seu livro durante toda sua vida. Ele é conhecido como o melhor especialista, informado sobre as fontes, que a maior parte veio de agressores. Eles gravaram a prova de sua obra mortal - com rigor característico - cem mil vezes - com papel timbrado e selos.

A história do presente abrangente do Holocausto é ‘Material de origem para especialistas, teóricos e de análise, para um livro de história sem paralelo para o público em geral." (Sunday Times).”

O trabalho de Hilberg é o resultado de um trabalho imenso e dedicado, sendo reconhecido até mesmo pelos revisionistas, aqueles que contestam a versão atual do destino dos judeus no Terceiro Reich. Para o francês, Prof. Robert Faurisson, um dos mais proeminentes revisionistas, Hilberg fica ‘muito acima de Poliakov, Wellers, Klarsfeld e outros como eles.’ Devido à posição dominante de Hilberg na ortodoxa literatura do Holocausto, Revisionistas tiveram que enfrentar o seu trabalho novamente e novamente. O primeiro confronto foi em 1964, três anos após o aparecimento da primeira edição de ‘A Destruição dos Judeus Europeus’.

Naquela época, o francês Paul Rassinier, um ex-combatente da resistência, ex-prisioneiro dos campos de concentração de Buchenwald e Dora e fundador do Revisionismo, fez um completo ataque a Hilberg. Em seu livro 'Le Drame des Juifs Européens', Rassinier fez um estudo aprofundado das estatísticas de Hilberg sobre as perdas da população judaica durante a Segunda Guerra Mundial. Ele rejeitou a última conclusão de que o número de vítimas judias devem ser fixados em 5,1 milhões; ele disse que Hilberg só poderia ter chegado a este número por uma grosseira manipulação dos seus dados. Segundo Rassinier, e com base nos dados de Hilberg, o número real de vítimas judias na 2ª guerra foi menos de um milhão.

Pesquisas revisionistas não pararam em mais de 35 anos desde o surgimento das críticas de Rassinier a Hilberg. No entanto, nunca houve uma análise exaustiva dos métodos aplicados por Hilberg, nem uma avaliação crítica de suas conclusões. O objetivo do presente trabalho é corrigir as falhas.
Nossa investigação vai se concentrar nos seguintes pontos:
- Que provas Hilberg fornece que o regime nacional-socialista planejou a destruição física dos judeus que viviam na sua área de controle?
- Que provas Hilberg fornece da existência campos de extermínio, isto é, campos erguidos exclusiva ou parcialmente para o assassinato de judeus e com câmaras de gás para este propósito?
- Que provas Hilberg fornece do valor de cerca de 5,1 milhões, que ele diz ser o número de vítimas judias da política nacional-socialista?"

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