Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Ninguém merece!

Amigos e amigas.
Tanto se diz que a 2ª Guerra foi a única em que se conhecia claramente quem eram os bandidos e quem eram os mocinhos. Mas há muita controvérsia.
Além desta denúncia, reencontrei um artigo onde são reveladas as maneiras que os aliados conseguiram as confissões para o Tribunal de Nuremberg, onde os líderes e colaboradores do regime de Hitler foram condenados logo após a 2ª Guerra.
Não me surpreenderam, mas tais denúncias 'esquecidas' fazem com que seja necessária uma revisão na História da humanidade, em especial, das guerras, onde a mentira e a covardia são a tônica.
FAB29

Assustadores foram os métodos utilizados em Nuremberg para obter sob pressão as confissões de culpa, principalmente dos líderes SS, a fim de poder consolidar a acusação do extermínio dos judeus. O senador norte-americano Joseph McCarthy chamou a atenção em uma declaração que ele prestou à imprensa dos EUA, a 20 de maio de 1949, para diversos casos de tortura onde esclarecimentos repugnantes foram obtidos através de espancamentos.
Confirmou-se que nas prisões de Schwäbisch Hall, oficiais da Leibstandarte SS Adolf Hitler foram espancados até que, ensanguentados, caíssem desmaiados. E quando estavam então prostrados indefesos ao chão, tiveram suas genitálias pisoteadas. No famoso Processo de Malmedy contra simples soldados, estes foram pendurados no teto até que assinassem suas confissões, conforme lhes fora exigido.

Uma comissão do exército sob liderança do sr. jurista Gordon Simpson, da Suprema Corte do Texas, investigou as queixas que afirmavam que “métodos de terceiro grau” teriam sido utilizados. Ela chegou à conclusão que “discutíveis e indesculpáveis métodos severos” haviam sido praticados para conseguir “provas” e “confissões”, sobre as quais muitas condenações à morte tinham se fundamentado durante o processo. O juiz Edward L. van Roden, que também pertencia à comissão, forneceu uma descrição exata. Dentre estes “discutíveis métodos severos”, ele nominou: “espancamentos, golpes brutais, dentes e queixos quebrados; processos forjados, onde os ‘investigadores’ se passavam por religiosos, solitárias com alimentação racionada."

Tal procedimento foi repetido durante os processos em Frankfurt e Dachau e muitos alemães foram condenados pelos crimes fundamentados em suas “confissões”. O juiz norte-americano Edward L. van Roden, um dos três membros da Comissão Simpson do exército criada para investigar a condução do processo em Dachau, revelou a 9 de janeiro de 1949 no jornal de Washington, Daily News, os métodos com os quais foram arrancadas as confissões. Seu relatório apareceu também no jornal britânico Sunday Pictorial a 23 de janeiro de 1949. Lá, ele descreve como alguém vestido de “padre” recebe as confissões dos detentos; torturas com palitos de fósforos incandescentes sob as unhas; golpes nos dentes e quebra de queixos; prisões solitárias e alimentação racionada. Van Roden escreveu:

“Os esclarecimentos apresentados como provas foram arrancados de homens, os quais foram mantidos antes por 3, 4 ou 5 meses na solitária e no escuro. [...] Os interrogadores colocaram um capuz preto sobre as cabeças dos acusados; então, estes foram pisoteados e golpeados na face com uma barra de bronze. [...] Todos os 139 alemães cujos casos foram analisados, com exceção de dois, tiveram o saco escrotal ferido de tal forma que não foi mais possível curá-lo. Este foi o ‘modus operandi’ de nossos investigadores norte-americanos. [...]

Os aqui descritos responsáveis inquisidores “norte-americanos” foram:
- Tenente-coronel Burton F. Ellis (chefe do “Comitê de Crimes de Guerra”) e seus ajudantes, a saber:
- Capitão Raphael Shumacker;
- Tenente-coronel Robert E. Byrne;
- Tenente William R. Perl;
- Morris Ellowitz, Harry Thon e Kirschbaum (civis).

O conselheiro jurídico do tribunal foi o coronel A. H. Rosenfeld. Podemos extrair de seus nomes que a maioria deste pessoal tinha motivação racista e foi marcada pelo ódio. Segundo o juiz Wenersturm: 

“Eram judeus, e por isso, eles nunca deveriam ter sido incumbidos da investigação.” 

Fonte: Inacreditavel.com.br

2 comentários:

  1. Caro Fabiano me permita Utilizar de um trecho de sua postagem para formular o meu pensamento.

    "A aversão de Hilberg ao encontro da realidade física dos campos de concentração e os chamados "campos de extermínio" também pode ser vista no fato de que ele pessoalmente nunca realizou uma investigação nos locais dos campos. Antes de 1985, este homem que havia começado seus estudos sobre o ‘holocausto’ em 1948 passou exatamente um dia em Treblinka e outro meio dia em Auschwitz I e Auschwitz-Birkenau - e em todos os três casos, isso foi apenas para participar de cerimônias. (...)"

    Esse "ÇER" que recebeu o nome de "Raul" e que na "GÍRIA" significa "VOMITAR" fez JUSTAMENTE o que se define sobre seu NOME.

    Entendemos que o tratamento que damos aos nossos antigos inimigos é baseado, não na justiça, mas por uma neurose massificante!

    Com um efeito, puramente inventado para este exclusivo fim uma "justiça de um só lado", os ASSASSINOS DO EXÉRCITO VERMELHO FORAM JULGADOS? - OS ESTUPRADORES DO EXÉRCITO ESTADUNIDENSE FORAM JULGADOS? - OS GOVERNOS MANIETADOS FORAM JULGADOS? Nem um único DESSES foram julgados perante um tribunal por crimes de guerra ou atrocidades!

    Um dos princípios fundamentais do Direito Civil e Internacional diz que, em um JULGAMENTO, OS LITIGANTES não podem ser JUÍZES em causa própria.

    A FARSA de NUREMBERG proporcionou que os JUÍZES fossem todos da causa sionista.

    Este princípio é respeitado em todos os países civilizados, no que se refere ao Direito Civil e Penal e, até agora, era válido também nas contendas internacionais, no foro do Tribunal Internacional da Paz, em Haya.

    Repare-se bem:o TRIBUNAL MILITAR INTERNACIONAL DE NUREMBERG. Não se limita expressamente às faltas e aos crimes cometidos contra as normas internacionais da condução militar da guerra, mas também reclama a jurisdição sobre o sistema de governo do adversário derrotado e o direito (ou não direito) da sua entrada na guerra.

    Conclusão: uma das partes beligerantes reclama, como coisa sagrada, o "direito" de ser árbitro da sua própria contenda...

    Seria o Raul um "SER HUMANO" ou um "CERUMANO"?

    Vejamos os EXEMPLOS de "SER HUMANO" e "CERUMANO":-

    O SER HUMANO é aquele INDIVÍDUO que nasce BÁSICO e com o TEMPO vai sendo qualificado com acessórios de PONTA para dar VIDA à VIDA, passa a ser EXEMPLO, aceita e dá OPINIÕES, PROMOVE O BEM ESTAR, VAI SE TORNANDO MESTRE, muitos se TORNAM LENDAS e são quase completos, mas O TOP DE LINHA é aquele que recebe a CAPACIDADE COGNITIVA.

    Já o "CERUMANO" nasce BÁSICO e com o TEMPO vai sendo DESQUALIFICADO pois passa a ser MANIPULADO pelo CONTRAPONTO da HISTÓRIA e a isso se dá o nome de ESTÓRIA ou FÁBULA, é movido por "INTERESSES ESCUSOS" defendem uma CAUSA sem CAUSA AFRONTA contra os BONS PRINCÍPIOS, ALICIA e CORROMPE, não possuí VONTADE PRÓPRIA e é MANIPULADO pelos FORMADORES de OPINIÃO, uma OPINIÃO que FERE o PRINCIPIO da DIGNIDADE HUMANA.

    Abraços companheiro.

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    1. Bem, Ragi.
      Todas as suas ponderações fazem jus a quem tem como parâmetros o respeito, a hombridade, a justiça, a dignidade,...
      Os princípios morais que norteiam os Grandes Corruptores são os sete Pecados Capitais, mais 5. Podemos ter uma vaga idéia disto nos aspones que grassam pelo mundo virtual, ocultando-se (eles afirmam que "não vão expor suas identidades a bandidos") e prestando-se a serem buchas de canhão.
      Quando você comentou sobre os tratamentos desumanos que foram dados aos prisioneiros de guerra alemães após a 2ª Guerra, eu já estava com o post acima engatilhado, para corroborar sua opinião. Boa coincidência.
      As batalhas continuarão.
      Abraços.

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