Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


terça-feira, 23 de outubro de 2012

De onde vêm os judeus?


Amigos e amigas.
Há um bom tempo, o historiador judeu Shlomo Sand publicou suas pesquisas sobre as origens do seu povo. Mostra que os sionistas são os responsáveis por toda a maquiagem e casuísmo presentes na historiografia do povo judeu. Causou um rebuliço monstro na comunidade judaica.
Vejam abaixo o porquê.
FAB29 
 
"Qualquer israelense sabe que o povo judeu existe desde a entrega da Torá no monte Sinai e se considera seu descendente direto e exclusivo. Todos estão convencidos de que os judeus saíram do Egito e se fixaram na Terra Prometida, onde edificaram o glorioso reino de Davi e Salomão, posteriormente dividido entre Judéia e Israel. E ninguém ignora o fato de que esse povo conheceu o exílio em duas ocasiões: depois da destruição do Primeiro Templo, no século VI a.C., e após o fim do Segundo Templo, em 70 d.C.
Foram quase 2 mil anos de errância desde então. A tribulação levou-os ao Iêmen, ao Marrocos, à Espanha, à Alemanha, à Polônia e até aos confins da Rússia. Felizmente, eles sempre conseguiram preservar os laços de sangue entre as comunidades, tão distantes umas das outras, e mantiveram sua unicidade.
As condições para o retorno à antiga pátria amadureceram apenas no final do século XIX. O genocídio nazista, porém, impediu que milhões de judeus repovoassem naturalmente Eretz Israel, a terra de Israel, um sonho de quase 20 séculos.
Virgem, a Palestina esperou que seu povo original regressasse para florescer novamente. A região pertencia aos judeus, e não àquela minoria desprovida de história que chegou lá por acaso. Por isso, as guerras realizadas a partir de 1948 pelo povo errante para recuperar a posse de sua terra foram justas. A oposição da população local é que era criminosa."

De onde vem essa interpretação da história judaica, amplamente difundida e resumida acima?

Trata-se de uma obra do século XIX, feita por talentosos reconstrutores do passado cuja imaginação fértil inventou, sobre a base de pedaços da memória religiosa judaico-cristã, um encadeamento genealógico contínuo para o povo judeu. Claro, a abundante historiografia do judaísmo comporta abordagens plurais, mas as concepções essenciais elaboradas nesse período nunca foram questionadas.


Paralisia unilateral

Quando apareciam descobertas suscetíveis de contradizer a imagem do passado linear, elas praticamente não tinham eco. Como um maxilar solidamente fechado, o imperativo nacional bloqueava qualquer espécie de contradição ou desvio em relação ao relato dominante. E as instâncias específicas de produção do conhecimento sobre o passado judeu contribuíram muito para essa curiosa paralisia unilateral: em Israel, os departamentos exclusivamente dedicados ao estudo da “história do povo judeu” são bastante distintos daqueles da chamada “história geral”. Nem o debate de caráter jurídico sobre “quem é judeu” preocupou esses historiadores: para eles, é judeu todo descendente do povo forçado ao exílio há 2 mil anos.

Esses pesquisadores “autorizados” tampouco participaram da controvérsia trazida pela revisão histórica do fim dos anos 1980. A maioria dos atores desse debate público veio de outras disciplinas ou de horizontes extra-universitários, inclusive de fora de Israel: foram sociólogos, orientalistas, lingüistas, geógrafos, especialistas em ciência política, pesquisadores em literatura e arqueólogos que formularam novas reflexões sobre o passado judaico e sionista. Dos “departamentos de história judaica” só surgiram rumores temerosos e conservadores, revestidos por uma retórica apologética baseada em idéias preconcebidas.

Ou seja, após 60 anos recém-completos, a historiografia de Israel amadureceu muito pouco e, aparentemente, não evoluirá em curto prazo. Porém, os fatos revelados pelas novas pesquisas colocam para todo historiador honesto questões fundamentais, ainda que surpreendentes numa primeira abordagem.

Considerar a Bíblia um livro de história é uma delas. Os primeiros historiadores judeus modernos, como Isaak Markus Jost e Léopold Zunz, não encaravam o texto bíblico dessa forma no começo do século XIX: a seus olhos, o Antigo Testamento se apresentava como um livro de teologia constitutivo das comunidades religiosas judaicas depois da destruição do Primeiro Templo. Foi preciso esperar até 1850 para encontrar historiadores como Heinrich Graetz, que teve uma visão “nacional” da Bíblia. A partir daí, a retirada de Abraão para Canaã, a saída do Egito e até o reinado unificado de Davi e Salomão foram transformados em relatos de um passado autenticamente nacional. Desde então, os historiadores sionistas não deixaram de reiterar essas “verdades bíblicas”, que se tornaram o alimento cotidiano da educação israelense.

Mas eis que, ao longo dos anos 1980, a terra treme, abalando os mitos fundadores. Novas descobertas arqueológicas contradizem a possibilidade de um grande êxodo no século XIII antes da nossa era. Da mesma forma, Moisés não poderia ter feito os hebreus saírem do Egito nem tê-los conduzido à “terra prometida” pelo simples fato de que, naquela época, a região estava nas mãos dos próprios egípcios! Aliás, não existe nenhum traço de revolta de escravos no reinado dos faraós nem de uma conquista rápida de Canaã por estrangeiros.


                             O exílio de poucos

Tampouco há sinal ou lembrança do suntuoso reinado de Davi e Salomão. As descobertas da década passada mostram a existência de dois pequenos reinos: Israel, o mais potente, e a Judéia, cujos habitantes não sofreram exílio no século VI a.C. Apenas as elites políticas e intelectuais tiveram de se instalar na Babilônia, e foi desse encontro decisivo com os cultos persas que nasceu o monoteísmo judaico.

E o exílio do ano 70 d.C. teria efetivamente acontecido? Paradoxalmente, esse “evento fundador” da história dos judeus, de onde a “diáspora” tira sua origem, não rendeu sequer um trabalho de pesquisa. E por uma razão bem prosaica: os romanos nunca exilaram povo nenhum em toda a porção oriental do Mediterrâneo. Com exceção dos prisioneiros reduzidos à escravidão, os habitantes da Judéia continuaram a viver em suas terras mesmo após a destruição do Segundo Templo.


Uma parte deles se converteu ao cristianismo no século IV, enquanto a maioria aderiu ao Islã durante a conquista árabe do século VII. E os pensadores sionistas não ignoravam isso: tanto Yitzhak ben Zvi, futuro presidente de Israel, quanto David ben Gurion, fundador do país, escreveram sobre isso até 1929, ano da grande revolta palestina. Ambos mencionam, em várias ocasiões, o fato de que os camponeses da Palestina eram os descendentes dos habitantes da antiga Judéia.

Mas, na falta de um exílio a partir da Palestina romanizada, de onde vieram os judeus que povoaram o perímetro do Mediterrâneo desde a Antigüidade? Por trás da cortina da historiografia nacional se esconde uma surpreendente realidade histórica: do levante dos macabeus, no século II a.C., à revolta de Bar Kokhba, no século II d.C., o judaísmo foi a primeira religião prosélita (que abraça outra. N.E.). Nesse período, a dinastia dos hasmoneus converteu à força os idumeus do sul da Judéia e os itureus da Galiléia, anexando-os ao “povo de Israel”. Partindo desse reino judeu-helenista, o judaísmo se espalhou por todo o Oriente Médio e pelo perímetro mediterrâneo. Assim, no primeiro século de nossa era, surgiu o reinado judeu de Adiabena, no território do atual Curdistão, e a ele seguiram-se alguns outros com as mesmas características.

Os escritos de Flávio Josefo são apenas um dos testemunhos do ardor prosélito dos judeus: de Horácio a Sêneca, de Juvenal a Tácito, vários escritores latinos expressaram seu temor sobre a prática da conversão, autorizada pela Mixná e pelo Talmude.

               A expansão para o leste europeu 
No começo do século IV, o êxito da religião de Jesus não colocou fim à expansão do judaísmo, mas empurrou seu proselitismo para as margens do mundo cultural cristão. Cem anos depois, surgiu o vigoroso reino judeu de Himiar, onde atualmente está o Iêmen. Seus descendentes mantiveram a fé judaica após a expansão do Islã e preservam-na até os dias de hoje. Da mesma forma, os cronistas árabes nos contam sobre a existência de tribos berberes judaizadas: contra a pressão árabe sobre a África do Norte no século VII, surgiu a figura lendária da rainha judia Dihya-el-Kahina. Em seguida, esses berberes judaizados participaram da conquista da península Ibérica e estabeleceram ali os fundamentos da simbiose particular entre judeus e muçulmanos, característica da cultura hispano-arábe. 

A conversão em massa mais significativa ocorreu, no entanto, entre o mar Negro e o mar Cáspio, no imenso reino Cazar do século VIII. A expansão do judaísmo do Cáucaso até as terras que hoje pertencem à Ucrânia engendrou várias comunidades que seriam expulsas para o Leste Europeu pelas invasões mongóis do século XIII. Lá, os judeus vindos das regiões eslavas do sul e dos atuais territórios alemães estabeleceram as bases da grande cultura ídiche.


Esses relatos sobre as origens plurais dos judeus figuram, de forma mais ou menos hesitante, na historiografia sionista até o início dos anos 1960. Depois disso, foram progressivamente marginalizados e, por fim, desapareceram totalmente da memória pública israelense. Afinal, os conquistadores de Jerusalém em 1967 deveriam ser os descendentes diretos de seu reinado mítico, e não de guerreiros berberes ou cavaleiros cazares. Com isso, os judeus assumiram a figura de éthnos específico que, depois de 2 mil anos de exílio e errância, voltava para a sua capital.


E os defensores desse relato linear e indivisível não mobilizam apenas o ensino de história: eles convocam igualmente a biologia. Desde os anos 1970, uma sucessão de pesquisas “científicas” israelenses se esforça para demonstrar, por todos os meios, a proximidade genética dos judeus do mundo inteiro. A “pesquisa sobre as origens das populações” representa hoje um campo legítimo e popular da biologia molecular, e o cromossomo Y masculino ganhou um lugar de honra ao lado de uma Clio (Clio é a musa da história e da criatividade, aquela que divulga e celebra as realizações. N.E.) judia na busca desenfreada pela unicidade do “povo eleito”.



Essa concepção histórica constitui a base da política identitária do Estado de Israel e é exatamente seu ponto fraco. Ela se presta efetivamente a uma definição essencialista e etnocentrista do judaísmo, alimentando uma segregação que mantém a distância entre judeus e não-judeus.


Israel, 60 anos depois de sua fundação, não aceita conceber-se como uma república que existe para seus cidadãos. Quase um quarto deles não é considerado judeu e, de acordo com o espírito de suas leis, esse Estado não lhes pertence. Ao mesmo tempo, Israel se apresenta como o Estado dos judeus do mundo todo, mesmo que eles não sejam mais refugiados perseguidos, e sim cidadãos com plenos direitos, vivendo como iguais nos países onde residem. Em outras palavras, um etnocentrismo sem fronteiras serve de justificativa para uma severa discriminação ao invocar o mito da nação eterna, reconstituída para se reunir na “terra dos antepassados”. 

Escrever uma nova história judaica, para além do prisma sionista, não é tarefa fácil. A luz que se refrata ao passar por esse prisma se transforma, insistentemente, em cores etnocêntricas. Mas, se os judeus sempre formaram comunidades religiosas em diversos lugares e elas foram, com freqüência, constituídas pela conversão, obviamente não existe um éthnos portador de uma mesma origem, de um povo errante que teria se deslocado ao longo de 20 séculos. 

Sabemos que o desenvolvimento de toda historiografia e, de maneira geral, da modernidade passa pela invenção do conceito de nação, que ocupou milhões de seres humanos nos séculos XIX e XX. Recentemente, porém, esses sonhos começaram a ruir. Cada vez mais pesquisadores analisam, dissecam e desconstroem os grandes relatos nacionais e, principalmente, os mitos da origem comum, caros aos cronistas do passado. Certamente os pesadelos identitários de ontem darão espaço, amanhã, a outros sonhos de identidade. Assim como toda personalidade é feita de identidades fluidas e variadas, a história também é uma identidade em movimento.



11 comentários:

  1. Bom dia Fabiano, companheiro de luta, o povo DIFERENCIADO se considera, mas como podem se considerar uma coisa que é FICTÍCIA, nem mesmo os "PSEUDOS" arqueólogos sionistas conseguem determinar onde se localiza o MONTE SINAI, na semana passada assistindo a uma matéria repercutida pelo HC, os "REDATORES de CAUSOS" admitiram que tudo é FICÇÃO, se nem mesmo o CANAL da CAUSA judaica acredita mais é porque a CASA CAIU DE VEZ, dessa vez nem mesmo o "DEVO E NÃO PAGO" consegue reverter a ESTÓRIA.

    Se toda a IDEOLOGIA está CALCADA no "mosaísmo" e esse fator é FICÇÃO, tudo que se origina disso é FICÇÃO, tal qual o fato do SEMITISMO, se Noé é é um PERSONAGEM FICTÍCIO, também seus filhos o são, dessa forma a FICÇÃO chamada de Sem é um fato IRREAL o que nos leva a deduzir que "sem" SEM não existe SEMITISMO.

    O problema todo é que a FÁBULA que não passava de CAUSOS contados ao REDOR de uma FOGUEIRA ganhou pernas e andou o MUNDO, mas nem todos são “BOVINOS PRESEPAIS” que vivem com a cabeça balançando em sentido de CONCORDÂNCIA, há quem CONTESTE e SÃO MUITOS, que querem RESPOSTAS e nessa hora aparecem os DEFENSORES do INDEFENSÁVEL para AGREDIREM e para continuarem REINANDO INVENTAM sistemas para AMORDAÇAR e CASTRAR que contra eles se MOSTRAM.

    A ESTÓRIA judaica é tão furada que faria uma PENEIRA passar VERGONHA, não TEM CONSISTÊNCIA, não se SUSTENTA sem o AMPARO de alguma LEI criada para PUNIR quem CONTESTE.

    A ESTÓRIA judaica é como sempre digo, a ESTÓRIA da GATA PRENHE:- que dá à luz no FORNO da PADARIA, pelo fato de os REBENTOS terem NASCIDOS NO FORNO, NÃO QUER DIZER QUE OS MESMOS SEJAM FILÃOZINHOS, continuam e continuarão sendo e se procriando como GATINHOS, CRISTALINO COMO ÁGUA.

    O FICTÍCIO GIGOLÔ abrão era SUMÉRIO, sara a "surfistinha" do SAARA era SUMÉRIA, se o GIGOLÔZINHO isaac nasceu deles, ele era um FILHO de SUMÉRIOS, portanto SUMÉRIO mesmo estando de passagem por CANAÃ, como poderia seu filho jacozinha ser judeu?

    O glorioso reino de david nada mais era que um REBANHO de OVELHAS o grandioso TEMPLO de "salamão" tinha as dimensões de 234 m² que não serviria nem para abrigar um MINI-MERCADO, mas os ILUDIDOS pela FÁBULA acreditam na SUNTUOSIDADE de tal CONSTRUÇÃO.

    Mas todo esse "NEGOCINHA" gera "muita DINHEIRINHA" e os MANTENEDORES da FARSA se fazem de CEGOS, SURDOS e MUDOS, quando se PERGUNTA, mas ATACAM COM GARRAS E DENTES quando são ACUADOS e ameaçam das mais VARIADAS formas para se PERPETUAREM com o ENGODO.

    “Viver sem questionar é o que se chama ter os olhos fechados sem nunca os haver tentado abrir!”– (Renê Descartes)

    ResponderExcluir
  2. Grande Ragi, alvíssaras!
    O que me toca profundamente neste post sobre o Shlomo Sand é que ele mostra exatamente isso que você resumiu: a maior parte da história judaica, começando em Abraão, é fictícia!
    É até revoltante saber que somos vilipendiados na base! A falsidade que permeia a história da humanidade, que sempre é escrita pelos vencedores, nos faz duvidar da própria realidade, bem ao estilo de filmecos, tipo "O vingador do futuro".
    Você, por acaso, assistiu ao "documentário" do History Channel no domingo chamado "Holocausto: execução do Mal"? Décadas após o primeiro, os 'manos' continuam apelando para a emoção (provas, que é bom,...)! No yad vashem, há uma "sala de nomes" onde há milhares de fotos de pessoas antes de serem "pegas e executadas". O diretor, acho, Michael Berenbaum disse que poderiam ter posto fotos de atrocidades, pessoas mortas, etc, mas fizeram daquele jeito, dizendo "que a imaginação das pessoas faça o resto". Que legal, não?!
    Abraços.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Amigo Fabiano, não só assisti como também o GRAVEI para futuras PANCADAS nos tais INCOMPETENTES DEFENSORES do INDEFENSÁVEL, me ESCANGALHEI de RIR quando o ENERGÚMENO disse essas PALAVRAS.

      Será que os tais imaginam que TODOS SÃO TONTOS, ESTÚPIDOS, IMBECIS, é muita ARROGÂNCIA dessa gente DIFERENCIADA tal PRETENSÃO.

      Mas que o CANAL da CAUSA judaica continue nos PRESENTEANDO com tais ABSURDOS, pois assim teremos MUNIÇÃO para ANIQUILARMOS com as MASSAS AMARELADAS que os IMBECILIZADOS TÊM no RECEPTÁCULO FECAL que chamam de cabeça.

      "Cogito ergo sum!" - (Renê Descartes)

      Abraços.

      Excluir
    2. Caro Ragi, confesso que quase travei quando o diretor de Sobibor, se não me engano, mostrou uma ducha amassada, enferrujada e carcomida, dizendo: "Para mim, esta ducha é o símbolo do holocausto!"
      E atente para o fim do "documentário", quando é dito que "o holocausto é o crime mais bem documentado da História". Ah, vá?!
      Duro é que eles não mostram as "provas" que dizem possuir e muitas das que eles já mostraram eram comprovadamente adulteradas!
      Assim, fica difícil! Pra eles!
      Abraços.

      Excluir
  3. Vem do inferno, das profundezas das trevas, é um povo adepto a enganar,trapaçiar e se aproveitar é só dar uma olhadinha na historia, são os verdadeiros representantes do MAL
    ATOM
    PORTO ALEGRE-RS

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. De fato, Atom, a História é pródiga em mostrar uma infinidade de situações em que o povo judeu está envolvido em falcatruas, desvios, conflitos, etc, sendo soberba e habilmente camuflados pela cúpula com dissimulação, intimidação e suborno.
      Apenas não generalizo, tachando-os tão a ferro e fogo. Mas que a etnia tem uma grande dose de culpa nas iniquidades da História e muitos dela mereciam punição exemplar, sem dúvidas!
      Abraço.

      Excluir
    2. Voce esta correto

      Excluir
  4. Prezado Fabiano;


    Muito boa postagem analisando uma questão que mesmo não sendo nova é bem pouco debatida.

    O autor acertou em cheio quando resumiu a história comumente aceita sobre Israel e os judeus.

    Há mais de vinte anos que pesquiso; estudo e acompanho as notícias a respeito dos conflitos no Oriente Médio que seguem sem nenhuma solução razoável à vista.

    Com o tempo os meus estudos me levaram a necessidade de me aprofundar sobre dois temas:

    1º) As religiões envolvidas nesse conflito. Pois ele tem uma dimensão religiosa que a maioria dos analistas e formadores de opinião analfabetos funcionais, insiste em ignorar.

    2º) A ideologia sionista, suas bases e reivindicações. Quem a analisa mais a fundo conclui que os fundamentos dela são quase todos de natureza teológica e mitológica, tendo muito pouco de histórico. Como é da natureza de qualquer ideologia.

    O que o sionismo utiliza para fundamentar as suas reivindicações históricas são – como dizia Aldous Huxley se referindo à Bíblia – “textos inapropriados e amiúde conflitantes”.

    Um abraço.

    ResponderExcluir
  5. O maior problema da humanidade não é o terrorismo, por mais nefasto que ele seja (e ele é!); é o IMPERIALISMO. Este é a mãe e o pai de todos os males que nos fustigam diuturnamente (miséria, violência, encargos, abandono, desemprego, etc).
    A cúpula sionista me parece ser o epítome do imperialismo em todas as suas sordidezes. Ela tem um domínio tão silencioso quanto abrangente. Desafiá-la é pedir pra sofrer todas as agruras existentes e mais um pouco.
    Mas o Sand 'matou a pau' quando demonstrou com coragem e frieza ímpares o quanto a História é distorcida ao bel prazer dos vencedores. É por isso que eu aprovo o revisionismo histórico. Guerra (a maior e pior arma dos imperialistas) é sinônimo de mentira e destruição e ela é impetrada na História, distorcendo-a e poluindo-a tremendamente. Enquanto aceitarmos sem contestar o que ela nos impõe, chafurdaremos neste lodaçal de ignorância e miséria.
    Grato pela visita.
    Abraço.

    ResponderExcluir
  6. Conforme Mateus VII 16~20, igualmente: “O céu é o mundo dos anjos.” http://textos.yurivieira.com/terceiros/o-ceu-e-o-inferno-segundo-emanuel-swedenborg/

    Por conseguinte, “Pelos frutos" http://pt.wikipedia.org/wiki/Mamon https://lastermitasdelcielo.wordpress.com/tag/portugal/ “os conhecereis” http://www.biblebelievers.org.au/repute.htm

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Grato pelos links, Ulysses. O do Borges é ótimo.

      Excluir