Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

"Democratissíssimo"!!

Amigos e amigas.
Uma das maiores raridades na sociedade humana é a verdadeira liberdade. É a coisa mais vigiada, reprimida, contestada e escamoteada que conheço.
No entanto, é a maior bandeira da democracia, esse regime de governo que deveria ser melhor denominado de "Democradura".
Essa pseudo-liberdade dá margem para um artigo inteiro, mas resumo sua falsidade no manifesto abaixo, assinado por 19 historiadores, exigindo liberdade de pesquisa e opinião. Mas a 'cereja do bolo' fica pro final. Vejam só.
FAB29

Declaração/manifesto de historiadores 
(Liberté pour L'Histoire) 
Paris: 12/12/2005.
“Consternados pelas intervenções políticas cada vez mais freqüentes na análise de acontecimentos passados e surpreendidos com as ações judiciais contra historiadores, pesquisadores e autores, queremos relembrar os seguintes princípios:

1.   A História não é uma religião. O historiador não aceita dogmas, não respeita proibições, não conhece tabus. Ele pode chocar.
2.   A História não é uma instância moral. A missão do historiador não é elogiar, nem condenar; ele explica.
3.   A História não é escrava do espírito da época. O historiador não sobrepõe o passado aos conceitos ideológicos do presente e não insere nenhuma sensibilidade atual nos acontecimentos do passado.
4.   A História não pode assegurar a tarefa da memória. Ao desempenhar o seu trabalho de pesquisa, o historiador reúne as recordações das pessoas, compara-as e confronta-as com documentos, objetos e vestígios, e determina os fatos. A História toma em consideração as recordações, mas não se limita a elas.
5.   A História não pode ser objeto da Justiça. Num Estado livre, não cabe ao Parlamento, nem à Justiça, determinar a verdade histórica.
6.   A política do Estado, por mais que esteja animada com a melhor das intenções, não é a política da História.

A violação destes princípios por certos artigos de sucessivas leis – as de 13 de julho de 1990; de 29 de janeiro de 2001; de 21 de maio de 2001; de 23 de fevereiro de 2005 – têm restringido a liberdade do historiador que, sob pena de sanções, tem o seu trabalho limitado.

Exigimos a abolição desses artigos da lei que são indignos de um regime democrático.”

TUDO PERFEITO!! Mas, em 04 de fevereiro de 2006:
"A propósito disto, ela (l'association liberté pour l'histoire) tem a dizer firmemente que tomará todos os cuidados para evitar as armadilhas daqueles que, desvirtuando a história, neguem a realidade da Shoah (holocausto)."

"TAVA INDO TÃO BEM!!... "

3 comentários:

  1. http://www.alfredo-braga.pro.br/discussoes/libertepourlhistoire.html

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    1. Este foi um dos três endereços em que vi essa carta/declaração/solicitação. Cada uma com o respectivo comentário do administrador do sítio ou blog. Certamente, há outros que a publicaram.
      Por achá-la acachapante e muito reveladora, resolvi me incluir nos divulgadores dela.
      Ela merece.

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