Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


terça-feira, 31 de janeiro de 2012

TAPANACARA!

Amigos e amigas.
Não resisti em postar esta bofetada.
É claro que, na prática, não terá muito efeito, visto quem é o adversário. Mas que é muito bom deixar "O IMPÉRIO" numa saia justa, isto é!!
FAB29

Durante debate em uma universidade, nos Estados Unidos, o ex-governador do DF, ex-ministro da educação e atual senador CRISTOVAM BUARQUE foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia. O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um brasileiro.
Esta foi a resposta do Sr. Cristóvam Buarque:

"De fato, como brasileiro, eu simplesmente falaria contra a  internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.
Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de  tudo o mais que tem importância para a humanidade.

Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço.
 
Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser  internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país.
Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas  decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.

Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e instruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês decidiu enterrar com ele um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.
 
Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos, Manhattan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade,  com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.

Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maiores do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.
 
Defendo a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do mundo tenha a possibilidade de COMER e de ir à escola. Internacionalizemos as crianças, tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados  do mundo inteiro.
 
Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa!"

Mundo, vasto mundo!

Amigos e amigas.
Todos nós temos histórias próprias ou conhecidas de incríveis coincidências. Muitas são hilárias, outras são tenebrosas.
Vejam abaixo algumas relacionadas a fatos e/ou personagens históricos.
FAB29


A MALDIÇÃO DO PORSCHE

Em setembro de 1955, James Dean perdeu a vida em um acidente de carro enquanto dirigia seu Porsche. Depois do ocorrido, uma maldição entrou em curso:
- Quando o carro foi rebocado do local do acidente e levado a uma garagem, o motor escorregou e caiu sobre um mecânico, aleijando-o;
- Mais tarde, o motor foi comprado por um médico que o colocou em seu carro de corridas e faleceu logo depois que uma corrida começou. O mesmo ocorreu com outro piloto na mesma corrida. Seu carro usava o eixo cardã do carro de Dean;
- A garagem onde o Porsche foi reparado posteriormente foi destruída por um incêndio.
- Mais tarde, o carro foi exibido em Sacramento (EUA). Sem motivo aparente, a armação onde estava quebrou e feriu gravemente um adolescente;
- No Oregon, o trailer em que o carro estava sendo exibido soltou-se, deslizou e destruiu a fachada de uma loja.
- Finalmente, em 1959, o carro misteriosamente se quebrou em onze pedaços enquanto estava suspenso em um suporte de aço.

O ASSASSINATO TARDIO

Henry Ziegland pensou que havia driblado o destino. Em 1883, sua namorada tirou a própria vida após ele ter terminado o relacionamento. O irmão da moça, enfurecido, caçou Henry e deu um tiro nele. Acreditando que havia dado cabo de Henry, o rapaz apontou a arma para a própria cabeça e acabou com a própria vida. Mas Henry não havia falecido, pois a bala o havia atingido de raspão no rosto e se alojou em uma grande árvore. Tudo levou a crer que ele era um homem de sorte.
Anos depois, Henry decidiu cortar a grande árvore, que ainda tinha a bala em seu interior. A tarefa parecia tão formidável que ele decidiu explodi-la com algumas bananas de dinamite. A explosão propeliu a bala exatamente na cabeça de Henry, que, desta vez, não escapou.

GASTRONOMIA FUNESTA

No século 19, o famoso escritor de terror Edgar Allan Poe escreveu um livro chamado “O relato de Arthur Gordon Pym”. Era sobre náufragos sobreviventes que ficaram muitos dias em um bote em mar aberto antes de decidirem “abater” e devorar o camareiro, que se chamava Richard Parker.
46 anos mais tarde, em 1884, uma embarcação chamada Mignonette afundou com apenas quatro sobreviventes que também ficaram em um bote em mar aberto por muitos dias. Quando o desespero da fome atingiu um nível insuportável, os três membros mais experientes da equipe fizeram o mesmo que os personagens daquele livro e devoraram o camareiro... que se chamava Richard Parker.

COINCIDÊNCIA TITÂNICA

Em 1898, o autor inglês de ficção científica Morgan Robertson publicou o romance “Futilidades”, editado em Londres. A obra, a começar pelo título, descreve o modo de vida da elite da época, em que os ricos possuíam empregados pessoais, os homens envergavam casacas em jantares suntuosos e as mulheres viajavam com baús repletos de jóias e roupas. Robertson conta a história da viagem inaugural do maior transatlântico jamais construído, considerado “inafundável”, que, em uma fria noite de abril, choca-se com um iceberg e afunda.
- Poucos passageiros conseguem salvar-se, pois havia quantidade insuficiente de botes salva-vidas (24);
- O nome do navio gigantesco era Titan;
- Ele media 240 metros, pesando 70 mil toneladas;
- Comportava três mil passageiros;
- O mês do afundamento foi abril;

Passados 14 anos do livro de ficção de Robertson, o Titanic afunda:
- Havia apenas 20 botes salva-vidas;
- O Titanic tinha 271 metros, pesando 60 mil toneladas;
- 2.228 passageiros;
- Os dois tinham três hélices propulsoras;
- Ambos trombaram com um iceberg na mesma localidade;
- O mês do afundamento foi abril;

HERANÇA MALDITA

Em 1858, Robert Fallon foi morto em um ato de vingança de seus parceiros de poker, que disseram que ele ganhara US$ 600 trapaceando. Com o assento de Fallon vazio e ninguém interessado em pegar os US$ 600 considerados “malditos”, eles encontraram outro jogador para assumir o seu lugar e deram o dinheiro do homem morto para ele utilizar no jogo.
Quando a polícia chegou para investigar o ocorrido, o novo jogador havia transformado os US$ 600 em US$ 2.200. A polícia exigiu que os US$ 600 originais fossem passados aos herdeiros de Fallon. Após rápida pesquisa, descobriram que Fallon tinha um único filho: justamente o novo jogador, que estava na cidade à procura do pai que não via havia sete anos;

SÓSIAS EM TUDO

Em Monza, Itália, o rei Umberto I foi a um pequeno restaurante para jantar, acompanhado de seu assistente, o General Emilio Ponzia-Vaglia. Quando o dono do restaurante anotou o pedido do rei, ele notou que o rei e ele próprio eram praticamente sósias, tanto no rosto como fisicamente. Ambos começaram a conversar sobre as incríveis similaridades entre si e descobriram também:
- Ambos nasceram na mesma data (14 de março de 1844);
- Também nasceram na mesma cidade;
- Casaram-se com mulheres com o mesmo nome: Margherita;
- No mesmo dia da coroação do Rei Umberto como soberano da Itália, o outro homem havia aberto seu restaurante;
- Em 29 de julho de 1900, o rei foi informado que o outro homem havia falecido em um misterioso tiroteio. Quando ele expressou em público o seu pesar, foi morto por um anarquista na multidão.