Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


sexta-feira, 29 de junho de 2012

Guerra (SEMPRE) suja!

Amigos e amigas.
Encontrei um livro deveras assustador chamado "Alemanha deve perecer", de Theodore N. Kaufman. Escrito em forma de folheto em 1940 e vendido a 25 cents, foi lançado ANTES do ataque a Pearl Harbour, que fez os EUA entrarem oficialmente na 2ª guerra.
O livro assusta pela sua apologia à esterilização total da população alemã. A virulência com que o autor trata o povo germânico, ofendendo-os, acusando-os de mil iniquidades e conclamando o resto do mundo a ajudar em sua obliteração é digna das mesmas obscenidades que os sionistas acusam os nazistas de terem feito aos judeus.
Só encontrei o livro em inglês e alemão. Estou tentando traduzi-lo e reporto-lhes alguns trechos mais agudos dele:


"Hoje, a guerra não é uma guerra contra Adolf Hitler. Também não é uma guerra contra os nazistas. É uma guerra dos povos contra povos, dos povos civilizados que enxergam a Luz, contra os bárbaros incivilizados que prezam as Trevas.(...) Essa guerra está sendo travada pelo povo alemão. É que eles são responsáveis. São eles que devem pagar pela guerra.(...) 

Mas não é justo estar aqui sendo dito que todo mundo na Alemanha é culpado de seus crimes hediondos contra o mundo. Na verdade, nós, em nossa maneira de enxergar, em favor da Alemanha, permitimos dizer que até 20% de sua população é totalmente inocente de cumplicidade em seus crimes, bem como alheia a compartilhar de sua alma guerreira. Nós, portanto, concedemos, por causa do argumento, que cerca de 15 milhões de alemães são absolutamente inocentes.(...)

São aqueles 15 milhões de alemães tão valiosos, tão mais indispensáveis para a humanidade que 300 milhões de homens inocentes, mulheres e crianças, que devem travar uma guerra com a Alemanha toda vez que ela decretar? É perpétua a luta contra o alemão, o único futuro que enfrentam os povos civilizados? Por que criar crianças enquanto os alemães criam guerra?(...)

 Os alemães são um povo execrável! Eles pensam e sonham com nada, além de zombaria. Sua grande alegria consiste em repreensão, gritos e ameaças. Eles empunham armas, que são  como os clubes farpados: de suas bocas, em vez de fala humana comum, ouve-se estrondo da artilharia e do choque de aço. Suas vidas são uma explosão perpétua. O alemão não vive nas alturas; ele evita a luz e, de seu esconderijo, pega nacos de alianças e exerce a sua influência maligna em artigos de jornal. (...) Por amar o seu país é que eles desprezam, ignoram e insultam todos os outros países.(...)

Segundo seus próprios escritores, professores e estadistas, a Alemanha, porém, tem uma grande razão para existir, que é conseguir dominar o mundo! Desde que é o seu objetivo maior, portanto, a Alemanha sempre alega que tem todo o direito fazer uso livre e liberal da chicana, do engano, da intolerância, da luxúria, da perseguição e opressão, a fim de alcançar esse objetivo. Consequentemente como uma nação pervertida, um tal estado de negação humana, vê a sua virtude como a única verdadeira virtude na vida, enquanto que, para os alemães, as virtudes como são conhecidas e podem ser praticadas pelo restante do mundo são apenas vícios devido à deterioração e da degeneração deste último! No entanto, existe em qualquer lugar do mundo uma nação que pode se orgulhar de degeneração no mesmo grau que a Alemanha?(...)

O alemão não tem absolutamente nenhum respeito pela vida, não existe tal expressão em sua língua como "sacralidade da vida humana." Seria impossível, mesmo entre as capas de mil volumes, listar e descrever as brutalidades demoníacas praticadas pelos alemães sobre povos inocentes e que os registros da última guerra estão repletos de numerosos incidentes reais que ilustram a crueldade e maldade inata dos alemães.
"

Naturalmente, eu não consigo crer que palavras malsãs como essas puderam ser ouvidas e minimamente levadas a sério. MAS FORAM! Esse folheto foi distribuído nos fronts para "estimular os soldados aliados a não terem misericórdia com os alemães"!
E todos sabemos os resultados de tamanha insanidade...!
Ainda adolescente, eu escrevi uma poesia e finalizei assim:

Quando será que o homem irá se unir
pra resolver os problemas do mundo
e dissipar essa imagem de um futuro sombrio?

Vendo esse livro e o status quo da humanidade, tenho muitas dúvidas. Temo por nós.
FAB29