Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


segunda-feira, 23 de julho de 2012

Árvore de Natal


     Amigos e amigas.
   É sabido que o Natal é puramente simbólico. Ninguém sabe precisar o dia do nascimento do Mestre Maior. E seus símbolos têm várias origens ou versões delas.
    Recebi por email mais uma versão da origem da "Arvore de Natal". Achei interessante e resolvi compartilhar com vocês.
     Continuo com o espírito plenamente aberto à vida, ao amor e ao bem querer que a data preconiza, independente da história abaixo ser correta.
     FAB29

      Sabe-se bastante de muitos documentos antigos que falam que Nimrod se afastou de Deus. O homem que começou a grande apostasia profana e bem organizada, que tem dominado o mundo até hoje. Nimrod era tão perverso que se diz que casou-se com sua mãe, cujo nome era Semíramis, além de ter sido idéia sua construir a Torre de Babel, contra a vontade de Deus.

     Depois de sua morte prematura, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Nimrod como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Nimrod para uma nova vida.

Todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento, ela alegava que Nimrod visitava a árvore "sempre viva" e deixava presentes nela.

O dia de aniversário de Nimrod era 25 de dezembro. Esta é a verdadeira origem da "Árvore de Natal"!


Big & Little 1ª parte

Amigos e amigas.
Quero reapresentar meus dois primeiros personagens que criei em 1995.
Mais tarde, mostrarei algumas variáveis deles, como o Graúdo & Mindin, que já republiquei alguns posts abaixo.
Abraços.
FAB29




Israel Shahak 1ª parte

Amigos e amigas.
Tenho recebido muitas indicações de livros, artigos e informações acerca de vários assuntos que abordo em meu blog. O mais sugerido é sobre História. Recebi um link com um e-book de um historiador judeu chamado Israel Shahak, amaldiçoado pelos sionistas e talmudistas.
Fiquei curioso e li o livro. A frieza e crueza do autor são admiráveis! Não toma partido de nada, nem ninguém; apenas do que pensa e acredita. Escreve tudo o que presenciou, analisou e pesquisou.
Claro que é um livro razoavelmente longo. Por isto, pretendo postar trechos mais agudos, que "corroboram" com a atitude daqueles que o amaldiçoam.
Vejam se não é, pelo menos, intrigante.
FAB29

História judaica, Religião judaica (Israel Shahak)
“Estas atividades começaram em 1965-6 com um protesto que causou um escândalo considerável na época: testemunhei pessoalmente um Judeu ultra-religioso recusar-se a autorizar o uso do seu telefone para chamar uma ambulância para um não-Judeu que tinha sofrido um colapso naquele bairro de Jerusalém. Em vez de simplesmente publicar o incidente na imprensa, pedi uma reunião com os membros do Tribunal Rabínico de Jerusalém, que é composto de rabinos nomeados pelo Estado de Israel. Perguntei-lhes se tal comportamento era consistente com a sua interpretação da religião Judaica. Responderam que o Judeu em causa tinha atuado corretamente, na verdade, piedosamente, e apoiaram a declaração referindo-me uma passagem de um compêndio com autoridade das leis Talmúdicas, escrito neste século.” Pág. 15.
”O Talmude e a lei rabínica pós-talmúdica também reconhece a conversão de um não-Judeu ao Judaísmo (bem como a compra de um escravo não-Judeu por um Judeu seguido de um diferente tipo de conversão) como um método de se tornar Judeu, desde que a conversão seja realizada de uma maneira própria por rabinos autorizados. Esta 'maneira própria' implica, para mulheres, a sua inspeção por três rabinos enquanto nua num 'banho de purificação', um ritual que, embora bem conhecido pelos leitores da imprensa Hebraica, não é freqüentemente mencionado pela comunicação social Inglesa, não obstante o seu interesse indubitável para alguns leitores.” Pág. 19
“Nos seus regulamentos, o FNJ (Fundo Nacional Judaico) nega direito a residir, a abrir um negócio, freqüentemente também a trabalhar, a alguém que não seja Judeu, só por não ser Judeu. Ao mesmo tempo, os Judeus não estão proibidos de estabelecer residência ou de abrir um negócio em qualquer sítio de Israel. Se aplicada noutro estado contra os Judeus, tal prática discriminatória seria instantânea e justificadamente rotulada de antissemitismo e provocaria sem dúvida protestos públicos em massa. Quando aplicada por Israel como parte da sua 'ideologia Judaica', é geralmente ignorada cuidadosamente ou, quando raramente mencionada, desculpada.” Pág. 19-20
"Outras leis Israelitas apresentam expressões mais obtusas como 'Alguém que pode imigrar de acordo com a Lei do Retorno' e 'Alguém que não tenha direito a imigrar de acordo com a Lei do Retorno'. Dependendo da lei em causa, os benefícios são então concedidos à primeira categoria e negados sistematicamente à segunda. A rotina significa que o bilhete de identidade, que toda a gente é obrigada a trazer sempre consigo, é usado para forçar a aplicação diária da discriminação. Os bilhetes de identidade indicam a nacionalidade 'oficial' de uma pessoa, que pode ser 'Judaica', 'Árabe', 'Drusa' ou outra, com a exceção significativa de 'Israelita'. Falharam as tentativas de obrigar o Ministério do Interior a permitir a Israelitas que assim o desejavam ser descritos oficialmente como 'Israelitas' ou mesmo como 'Judeus Israelitas' nos seus bilhetes de identidade. Os que tentaram fazê-lo receberam uma carta do Ministério do Interior afirmando que 'foi decidido não reconhecer uma nacionalidade Israelita' (...)
Podemos ver aqui um exemplo, que pode parecer trivial em comparação com as restrições à residência, mas de qualquer maneira é muito importante porquanto revela as intenções reais do legislador Israelita. Os cidadãos Israelitas que deixam o país durante um certo período, mas que são definidos como os que 'podem imigrar de acordo com a Lei do Retorno', têm o direito no seu regresso a benefícios alfandegários generosos, a receber subsídios para a educação liceal dos seus filhos e a receber ou um subsídio ou um empréstimo a juro baixo para a compra de um apartamento, bem como outros benefícios. Os cidadãos que não podem ser definidos assim, os cidadãos não-Judeus de Israel, não recebem qualquer um desses benefícios. A intenção óbvia de tais medidas discriminatórias é a diminuição do número dos cidadãos não-Judeus de Israel, de forma a fazer de Israel um estado mais 'Judaico'. Pág. 21.