Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


terça-feira, 21 de agosto de 2012

Israel Shahak - 4ª parte


Amigos e amigas.
O que mais me causou espécie nesta quarta parte que apresento do livro do professor Shahak é o fato das crianças judias serem doutrinadas a esse rancor, repulsa e desprezo que o Talmude delega aos não-judeus.
Daí, vem a recíproca do lado islâmico, que professa os mesmos sentimentos aos talmudistas. E esse estado de coisas nefastas prossegue sem uma solução visível.
Deplorável.
FAB29

"Qual era a resposta Judaica — ou melhor a rabínica? A mais simples era a antiga arma do suborno e puxar cordelinhos. Em muitos países Europeus, durante a maior parte do tempo, tudo podia ser arranjado com um suborno. O Editio Princeps do Código completo da Lei Talmúdica, a Mishneh Torah de Maimonides — repleta não só de muitos preceitos ofensivos para com todos os Gentios, mas também com ataques explícitos ao Cristianismo e a Jesus (depois de cujo nome o autor junta piedosamente 'Possa o nome dos malvados perecer") — foi publicado integralmente em Roma no ano de 1480 sob Sixto IV, um papa politicamente muito ativo que tinha uma necessidade constante e urgente de dinheiro." Pág. 38

"Conforme foi explicado anteriormente, as passagens talmúdicas dirigidas contra o Cristianismo ou contra os não-Judeus tiveram de sair ou de ser modificados — a pressão era muito forte. Eis o que foi feito: algumas das passagens mais ofensivas foram retiradas totalmente de todas as edições impressas na Europa depois de meados do século XVI. Em todas as outras passagens, as expressões 'Gentio', 'não-Judeu', 'estrangeiro' (goy, eino yehudi, nokhn) — que aparecem em todos os manuscritos e edições mais antigos, bem como as edições publicadas em países Islâmicos — foram substituídas por termos tais como 'idólatra', 'pagão' ou mesmo 'Cananeu' ou 'Samaritano', termos que podiam ser explicados facilmente, mas que um leitor Judaico podia reconhecer como eufemismos para as expressões antigas (...) Durante certos períodos, a censura da Rússia Czarista tornava-se mais rigorosa e, vendo os eufemismos supracitados como o que eram, também os proibiam. Sendo assim as autoridades rabínicas os substituíram pelos termos 'Árabe' ou 'Muçulmano' (em Hebraico, Yishmaeli — o que significa ambos) ou ocasionalmente 'Egípcio', calculando corretamente que as autoridades Czaristas não iriam objetar a esse tipo de insulto (...) Depois da conquista Britânica da Índia, alguns rabinos usaram o subterfúgio de proclamar que qualquer expressão depreciativa particularmente ultrajante era dirigida unicamente contra os Indianos. Ocasionalmente, os aborígenes da Austrália foram também usados como bodes expiatórios." Pág. 40

"(Hoje em dia)... as crianças Judaicas são ensinadas efetivamente — passagens tais como a que determina que cada Judeu, sempre que passar ao pé de um cemitério, profira uma bênção se o cemitério for Judaico, mas que amaldiçoe as mães dos mortos, se for não-Judaico (...) É um fato que deve ser recordado, não menos pelos próprios Judeus, que a nossa sociedade totalitária empregou durante séculos usos bárbaros e desumanos para envenenar as mentes dos seus membros, e ainda o está a fazer. (Estes usos desumanos não podem ser explicados facilmente como uma mera reação ao anti-semitismo ou à perseguição dos Judeus; são barbaridades gratuitas dirigidas contra cada um e todos os seres humanos. Um Judeu piedoso que chegue pela primeira vez à Austrália, por exemplo, e se por acaso passar perto de um cemitério de Aborígenes, tem a obrigação de — como um ato de adoração a 'Deus' — amaldiçoar as mães dos mortos ali enterrados.)" Pág. 41