Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quinta-feira, 23 de agosto de 2012

O "Grande Caçador de Nazistas"


Amigos e amigas.
Quem estudou um pouco que fosse da história da 2ª Guerra fatalmente "deu de cara" com a "poderosa" figura de Simon Wiesenthal, o Caçador de Nazistas.

Resumidamente, ele sempre foi mostrado ao mundo como um paladino da luta contra a impunidade, o preconceito, a vilania, sendo um incansável buscador da verdade. Um monte de filmes, livros e documentários foram criados em sua homenagem e à sua luta.

Porém, vejam logo abaixo o que algumas personalidades judaicas sionistas declararam sobre o "herói". Estranhas, pra dizer o mínimo.
FAB29
Impressões de personalidades acerca de
Simon Wiesenthal
Resultado de imagem para wiesenthal
Ele só pensava naquilo!...
Num programa de TV alemã ARD, intitulado Panorama, apresentado no dia 8 de Fevereiro [de 2008], às 21 horas e dedicado à figura de Simon Wiesenthal, diversas opiniões sobre o “famoso caçador de nazistas” foram expressadas por personalidades do mundo sionista:

Isser Harel, antigo chefe do Mossad:
“Wiesenthal garante ter descoberto mais de 1200 nazistas, um número impossível de encontrar. O número é bem menor, no máximo, uns dez. Ele causou enormes danos através de suas falsas manifestações. Criou lendas. Em todos os grandes casos, ele falhou. Sua importância é mínima. Espalhou falsas informações. Uma trágica figura.”

Rafi Eitan, comandante da “Operação Eichmann”: 
“Não acrescentou nada à operação. Reuniu todas as informações que conseguiu (sobre Eichmann) e escreveu um livro...”

Benjamin Weiser Veron, diplomata Israelita no Paraguai: 
“A caçada de Wiesenthal à procura de Mengele foi a grande caçada... que não houve. Ele afirmou que Mengele e os outros nazis viviam prosperamente (no Paraguai) e eram multimilionários: tudo histórias da carochinha.”

Neal Sher, chefe do departamento de perseguição a nazistas do Ministério da Justiça dos Estados Unidos: 
“Seguimos cada passo... totalmente em vão... normalmente identificamos pessoas erradas... nenhuma prova concreta contra as pessoas citadas (por Wiesenthal). No “Caso Waldheim” (ex-secretário -geral da ONU e ex-primeiro ministro da Áustria, acusado de “nazista”), Wiesenthal ligou para nós inúmeras vezes, solicitando reiteradamente que nada fosse feito contra Waldheim, para não prejudicar seus negócios na Áustria...” (O escritório mundial do dito cujo fica em Viena).

Élan Steinberg, membro do Congresso Mundial Judaico: 
“Wiesenthal deve a Israel uma desculpa por proteger Waldheim e arrogar a si o sucesso da “Operação Eichmann”. E acrescentou, para espanto dos telespectadores: “Os alemães deveriam ter ânimo e se preocupar do passado de Wiesenthal. O ex-premiê austríaco, o socialista Bruno Kreisky, que tinha ascendência judaica, acusava Wiesenthal de ter colaborado com a Gestapo quando era interno do campo de concentração de Mauthausen, na Áustria, além de ser “movido pelo ódio”.

Andrew Hollinger, sobre o sabão feito com 'gordura judaica':
"A visão dos estudiosos é baseada em partes na análise de pequenos pedaços de sabão azul-esverdeado colecionados durante anos por sobreviventes do Holocausto, que alegavam que estas barras de sabão teriam sido feitas de gordura humana. Aaron Breitbart diz que as barras estão marcadas com as iniciais "R.I.F.," para "Reich Industry Fat", mas que, nos campos, alguns judeus acreditavam que as iniciais eram um acrônimo para "Gordura Judaica". As análises das barras, porém, nunca revelaram evidência de DNA humano. Andrew Hollinger, um porta voz do [Museu do Holocausto] departamento de relações públicas... forneceu à Moment (revista judaica) um documento escrito pelo historiador do Holocaust Memorial Museum, em Washington DC, que conclui:
"Evidência documental e declarações de testemunhas oculares foram incapazes de corroborar de maneira conclusiva as denúncias que alegavam que os Nacional Socialistas e seus colaboradores utilizaram gordura humana das vítimas dos campos para a fabricação das barras de sabão." E continua: "Rumores que os Alemães fabricavam sabão desde restos humanos tiveram origem em propaganda francesa da Primeira Guerra Mundial."