Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Israel Shahak - 5ª parte



Amigos e amigas.
O destaque para esta parte da "História Judaica", do Shahak, vai para a visão do filósofo e médico Maimonides sobre quais pessoas não merecem atingir o valor religioso supremo.
FAB29
"Em 1962, uma parte do Código Maimonediano supracitado, o chamado Livro do Conhecimento, que contém as regras mais básicas da fé e prática Judaicas, foi publicado em Jerusalém numa edição bilingüe, com a tradução Inglesa em face do texto Hebraico. O último foi restaurado na sua pureza original e a ordem para exterminar infiéis Judaicos aparece na totalidade: 'É um dever exterminá-los com as nossas próprias mãos.' Na tradução Inglesa isto é algo abrandado para 'É um dever tomar medidas ativas para destruí-los'. Mas então o texto Hebraico passa a especificar os principais exemplos de 'infiéis' que devem ser exterminados: 'Tais como Jesus de Nazaré e os seus discípulos, e Tzadoq e Baitos e os seus discípulos, possam os nomes dos malvados apodrecer'. Nem uma só palavra disto aparece no texto Inglês na página oposta. E, ainda mais significativo, não obstante a ampla circulação deste livro entre estudiosos nos países Anglófonos, nenhum deles, tanto quanto eu saiba, protestou contra esta decepção gritante."(...)
"Maimonides era também um racista anti-preto. Para o fim do Guia, num capítulo crucial (livro III, capítulo 51) discute como várias secções da humanidade podem alcançar o valor religioso supremo, a verdadeira adoração a Deus. Entre os que são incapazes de sequer se aproximarem deste estão: alguns dos Turcos [isto é, a raça Mongol] e os nômadas no Norte, e os pretos, e os nômadas no sul, e os que se lhes assemelham nos nossos climas. E a sua natureza é como a natureza de animais mudos e, de acordo com a minha opinião, não estão ao nível de seres humanos e o seu nível entre as coisas existentes é abaixo de um homem e acima de um macaco, porque têm a imagem e a semelhança de um homem mais que um macaco tem." Pág. 42

"Certamente somos levados a pensar que muitos dos apoiadores rabínicos de Martin Luther King ou eram racistas anti-pretos que o apoiaram por razões táticas de 'interesse Judaico' (desejando obter apoio preto para a Judiaria Norte-Americana e para a política de Israel) ou eram hipócritas consumados, ao ponto da esquizofrenia, capazes de passarem muito rapidamente de um gozo oculto de racismo raivoso a uma devoção proclamada a uma luta anti-racista — e regressar — e regressar outra vez." Pág. 43


"Então, quais são as opiniões deste movimento (Hassidismo) no que diz respeito a não-Judeus? Como um exemplo, tomemos o famoso Hatanya, um livro fundamental do movimento Habbad, um dos ramos mais importantes do Hassidismo. Segundo este livro, todos os não-Judeus são criaturas totalmente satânicas 'em quem não existe absolutamente nada de bom! Mesmo um embrião não-Judeu é 'inessencial', já que toda a criação foi criada unicamente para o benefício dos Judeus." Pág. 44