Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Faurisson x Hilberg



Amigos e amigas.
Constantemente, venho postando sobre minha maior dúvida a respeito da 2ª Guerra: a existência das câmaras de gás nazistas.
O holocausto é essencialmente atrelado a elas. Faurisson é um dos escritores que as contestam por elas serem impossíveis.
No texto abaixo, ele contesta também o holocausto por não terem encontrado o plano, as ordens e o esquema de execução do dito genocídio. Por isso, ele entitulou seu artigo como "Genocídio por telepatia".
É outra grande pedra na crença e aceitação do holocausto.
FAB29

GENOCÍDO POR TELEPATIA (Robert Faurisson)
"Em 1961, depois de mais de doze anos de trabalho, ele (Hilberg) publicou 'The Destruction of the European Jews' ('A Destruição dos Judeus Europeus' - Chicago: Quadrangle Books). Neste trabalho, ele apresenta "A destruição dos Judeus Europeus" como um vasto empreendimento supervisionado pessoalmente por Hitler, que, diz ele, deu DUAS ORDENS para esse efeito. Então, continua ele, várias agências administrativas alemãs, especialmente na polícia e na tropa, agiram em conformidade com essas ordens, coordenando devidamente os seus esforços para preparar, organizar, controlar e desenvolver este vasto empreendimento criminoso. (...)


Em 1978-1979, publiquei dois artigos no proeminente diário de Paris Le Monde demonstrando que as alegadas câmaras de gás Nazis não poderiam ter existido, e isto essencialmente por razões físicas e químicas.

Nota 1: Estes artigos causaram alguma agitação. Dois bem conhecidos intelectuais franceses, Raymond Aron e François Furet, anunciaram que um colóquio internacional de especialistas seria realizado para anunciar perante o mundo que o extermínio dos Judeus e as câmaras de gás Nazis existiram realmente. Entre os especialistas presentes estava Raul Hilberg.
Pouco antes do início do colóquio, uma breve entrevista com Hilberg apareceu no influente magazine Francês 'Le Nouvel Observateur', na qual o historiador judeu nascido na Alemanha expressou algumas das suas espantosas ideias.

Nota 2: Olhando para a destruição dos Judeus Europeus e as câmaras de gás Nazis, ele disse, basicamente, que não existiam documentos que provassem realmente aquelas coisas, mas somente alguns testemunhos que "estão de acordo com algo."  (...)


O colóquio internacional teve lugar como estava programado em Sorbonne de 29 de Junho a 2 de Julho de 1982, mas com as portas fechadas. Então, como resultado das suas discussões e conclusões, foi dada uma conferência de imprensa. Mas, para surpresa de todos os presentes, somente Raymond Aron e François Furet apareceram à conferência de imprensa, declarando, por um lado, que "apesar da mais sábia investigação," ninguém conseguiu encontrar qualquer ordem de Hitler para a exterminação dos Judeus e, por outro lado, que perseguir os revisionistas em tribunal era como conduzir uma caça às bruxas. Nem uma palavra foi dita sobre as câmaras de gás.


Sete meses depois, Hilberg resumiu a sua nova tese perante uma audiência de perto de 2.700 pessoas na Avery Fischer Hall em Nova Iorque: a política Alemã para a destruição física dos Judeus era explicada pela leitura da mente! Nenhum documento atestando esta política criminosa poderia ser encontrado porque não existia tal documento. Por vários anos, a inteira máquina burocrática alemã operou por uma espécie de telepatia. Como Hilberg acrescentou:
Nota 4: “Mas o que começou em 1941 foi um avançado processo de destruição não planeado, sem que fosse centralmente organizado por qualquer agência. Não existiu nenhuma "tinta azul" e não houve nenhum orçamento para medidas destruidoras. Elas [estas medidas] foram tomadas passo a passo, um de cada vez. Isso traz-nos não só um plano a ser realizado, mas também um incrível encontro de ideias, um consenso - leitura da mente por uma vasta burocracia.”

Nota 5: Dois anos mais tarde, Hilberg confirmou estas palavras e as suas explicações durante o primeiro "julgamento do Holocausto" de Ernst Zündel em Toronto. Ele fez isto sob juramento durante o interrogatório feito pelo advogado de Zündel, Douglas Christie, no qual eu estava presente como assistente.

Nota 6: Neste mesmo ano (1985), apareceu uma edição "revista e definitiva" do seu livro. Aí, o professor da Universidade de Vermont não usou a expressão "consenso" ou "telepatia." E escreveu ainda:
“Na análise final, a destruição dos Judeus não foi tanto um produto de leis e comandos como foi em matéria de espírito, de compreensão partilhada, de consonância e sincronização.”

Ele escreveu também "inumeráveis tomadas de decisões numa vasta máquina burocrática" sem "um plano básico." Ele mencionou "diretivas escritas não publicadas", "diretivas e autorizações orais" e "entendimentos básicos de ofícios resultantes de decisões que não necessitavam de ordens ou explicações." Não tinha existido "nenhuma agência", escreveu ele, e "nenhuma organização que dirigisse e coordenasse todo o processo." A destruição dos Judeus, conclui ele, foi "o trabalho de uma vasta máquina administrativa" e "nenhuma agência em especial foi criada e nenhum orçamento especial foi planeado para destruir os judeus da Europa. Cada organização desempenhou um papel específico no processo e cada uma descobriu os meios para realizar a tarefa."

Nota 7: Para mim, isto é como explicar o que poderia ter sido um enorme empreendimento criminoso de proporções industriais baseado, em particular, numa arma (uma casa de matança química usando um inseticida), operando sob a intervenção do Espírito Santo, tudo concebido e criado através de uma espécie de geração espontânea.  (...)


A 23 de Novembro de 1978, o historiador Francês René Rémond declarou-me:
"Quanto às câmaras de gás [Nazis], estou pronto a segui-lo; quanto ao genocídio, tenho a profunda convicção de que o Nazismo em si foi suficientemente perverso para que este genocídio tivesse feito parte das suas motivações e das suas ações, mas reconheço que não tenho evidências científicas para este genocídio."

(E eu faço minhas as palavras de Faurisson abaixo:)

"Eu me recuso a acreditar naquilo que não é crível. Recuso-me a acreditar no que é incrível. Recuso-me a acreditar naquilo a que o próprio Hilberg chama de "um incrível encontro de mentes."

Eu me recuso a acreditar em leitura da mente ou telepatia, tal como eu me recuso a acreditar na geração espontânea."