Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Israel Shahak - 6ª parte

Amigos e amigas.

Nesta parte, Shahak fala de algumas semelhanças nas atitudes dos radicais judeus com algumas atitudes atribuídas ao Nazismo.
Interessante notar a "cara-de-paisagem" que se faz quando o lado das "vítimas" é colocado na berlinda.
FAB29

"O principal enganador neste caso (e um bom exemplo da decepção) foi Martin Buber. As suas inúmeras obras louvaminham todo o movimento Hassídico (incluindo o Habbad) sem nunca ao menos sugerir quais as doutrinas reais do Hassidismo em relação aos não-Judeus. O crime de decepção é tanto maior perante o fato de que as loas de Buber foram publicadas pela primeira vez na Alemanha durante o período do crescimento do nacionalismo Alemão e da ascensão do Nazismo ao poder. Mas enquanto se opunha ostensivamente ao Nazismo, Buber glorificava um movimento que sustentava e ensinava, na verdade, doutrinas sobre não-Judeus que não eram diferentes das doutrinas Nazis sobre os Judeus. Pág. 45

(Pois já não pode haver qualquer dúvida que os atos mais horrorosos de opressão na Margem Ocidental são motivados pelo fanatismo religioso Judaico.) Pág. 47

Um dos amigos mais antigos de Marx, Moses Hess, largamente conhecido e respeitado como um dos primeiros socialistas da Alemanha, revelou-se subseqüentemente um racista Judaico extremista, cujas opiniões sobre a 'raça pura Judaica' publicadas em 1858 não eram dessemelhantes da inanidade comparável sobre a 'raça Ariana pura'. Mas os socialistas Alemães, que lutaram contra o racismo Alemão, mantiveram-se silenciosos sobre o seu racismo Judaico (...) Em 1944, durante a luta real contra Hitler, o Partido Trabalhista Britânico aprovou um plano para a expulsão dos Palestinos da Palestina, que era semelhante aos planos anteriores de Hitler (até cerca de 1941) para os Judeus. Pág. 48