Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Branca de Neve nazista.

Amigos e amigas.
Sempre ouvi dizer que existiu em Auschwitz uma "ala para crianças", onde elas eram isoladas dos detentos adultos, sendo poupadas da brutalidade e rudeza de um campo de concentração no meio de uma guerra. Se fosse verdade, muito da historiografia oficial do holocausto seria posta em xeque, visto que TODOS os sobreviventes afirmaram que as famílias eram separadas já na rampa de desembarque e as crianças (consideradas "inúteis") e idosos eram executados em seguida. Elie Wiesel dizia que as crianças eram jogadas em valas crematórias; a maioria dizia que eram todos gaseados. Há poucos dias, vi o nome de uma das responsáveis pelo "setor artístico" de Auschwitz. 

Dina Gottliebova Babbitt era uma estudante judia de arte em Praga e tinha 19 anos no ano de 1942, quando foi enviada pela primeira vez para um campo de concentração. Em setembro de 1943, ela e a sua mãe, Johanna, foram transferidas para Auschwitz, campo em que ela tentou animar as crianças internadas pintando um mural com paisagens montanhesas suíças e com a "Branca de Neve e os Sete Anões”.

O seu trabalho artístico despertou a atenção de Josef Mengele, que a contatou em março de 1944, 10 meses antes dos russos tomarem Auschwitz. Babbitt afirma que exigiu que Mengele “poupasse também a sua mãe, ou cometeria suicídio  atirando-se contra a cerca eletrificada.” Bem estranho isto, visto que, se Mengele fosse o que é dito dele, bastaria ele ordenar a ida dela para trabalhar com ele, prendendo a mãe e usando-a como chantagem para Dina colaborar sem contestação. Mas ele não o fez. E os "holocaustistas" afirmam ainda que Mengele quis os retratos só "para estudos raciais”, nada tendo a ver com obras de arte, terapia ocupacional, distração, etc (Vejam alguns deles abaixo). Mas ele tinha fotos de boa qualidade para esses estudos. Pinturas, por melhores que sejam, não são producentes.
[gypsy_pictures_babbitt.jpg]

Esta incrível história acerca da existência duma seção infantil em Auschwitz veio a público com um pedido, por parte dos amigos de Dina, acerca dos direitos de autor referentes a essas obras de arte. Inclusive uma HQ ("O ultraje final") foi produzida em 2006 para um movimento que contou com mais de 400 cartunistas em apoio a ela.


Em 1973, o museu de Auschwitz informou Dina que as suas aquarelas tinham sobrevivido à guerra. Os curadores do museu determinaram que ela era, de fato, a artista responsável pelos quadros quando compararam a sua assinatura – “Dina 1944” – com as constantes em obras de arte publicadas num livro acerca do Holocausto, publicado pouco depois da guerra.


A artista pediu algum dinheiro emprestado e apanhou um avião para a Polônia, de modo a autenticar o seu trabalho, levando consigo uma mala destinada a trazer as aquarelas consigo. Quando os funcionários do museu recusaram em entregar-lhe as aquarelas, desencadeou-se uma disputa judicial, que perdurou até a morte dela, em 2009.


Por mais incrível que pareça, o Museu de Auschwitz admite que existem cerca de “2.000 obras de arte” feitas por prisioneiros desse "campo de extermínio". Para um local com tal fama, é uma produção pra lá de respeitável.

Segundo a pesquisadora de Auschwitz, Helena Kubica, centenas de crianças sobreviventes de Auschwitz formaram uma associação que compreendia quase 400 gêmeos, além de uma lista de outros gêmeos desse campo que tinha mais de 320 nomes. Ela escreveu:

“No ano de 1984, as vítimas das experiências do Dr. Mengele, que viviam nos campos como crianças, criaram a organização Children of Auschwitz Nazi Deadly Lab Experiment Survivors (CANDLES), que tinha a missão de documentar os crimes do Dr. Mengele, informar o mundo sobre isso e capturar o “anjo da morte” e colocá-lo diante do tribunal”.

Mas, segundo o pesquisador Carlo Mattogno:
"Nenhum historiador foi ainda capaz de explicar por que estas crianças não foram gaseadas imediatamente na sua chegada ao campo. Na realidade, isso não é nenhuma surpresa, pois somente no campo dos homens de Birkenau, encontravam-se, ainda a 16 de janeiro de 1945, cerca de 700 “jovens até 18 anos”, assim como 400 “inválidos”. Quando os soviéticos chegaram, existiam ainda em Birkenau 205 crianças com alguns meses até 15 anos, principalmente gêmeos."

Diante de tudo isso, mais uma "ferida" se constata na historiografia oficial do holocausto. É por isso tudo que questionar é preciso.
FAB29