Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Ai, meu estômago!

Amigos e amigas.
Sempre que assisto a reportagens sobre as periferias, principalmente as dos 3º e 4º mundos, tantas indagações me vêm à cabeça, além de sentimentos antípodas que vão da comiseração à revolta.



Eu me imagino parado no "ponto médio entre as classes sociais". Olho para um lado e vejo uma pequena quantidade de pessoas nadando na opulência e mordomias, ignorando olímpica e soberbamente todo o resto. Olho pro lado oposto e vejo um verdadeiro oceano de miseráveis se acotovelando no meio do lixo, lutando por migalhas mofadas do banquete dos bilionários e olhando com desespero e inveja além do quase inexpugnável abismo que os separa das benesses do mundo.
Passando por mim, há muitos tubos: alguns descarregam tudo o que já foi usado pelos "Altos" no fosso onde chafurdam os "Baixos". Outros tubos estão conectados a máquinas que funcionam à base do trabalho escravo da massa desvalida e sugam suas forças impiedosa e constantemente. Onde estou, há uma grande quantidade de pessoas que tem condições de se sustentar, ainda que a duras penas; outras, com mais tranquilidade. A maioria delas tenta como pode sair desse limbo, acossada pela imensa turba de miseráveis e desprezada pela "nata" da sociedade. Nessa situação, esses "Médios" vivem a escorchante dicotomia de se apiedar dos decrépitos e almejar o topo. Meu estômago embrulha.



Já na realidade, observo aquela notória e inacreditável quantidade de barracos equilibrados em palafitas, ou na encosta de morros, ou à beira de córregos poluídos, totalmente vulneráveis a desastres e intempéries. A quantidade de pessoas por barraco é espantosa; a situação do saneamento e da qualidade das construções é alarmante; é criminoso ver a quantidade de crianças brincando nos únicos e pútridos lugares de que dispõem, expostas a tudo de ruim (de doenças à violência) que o mundo possui. A violência é um rastro de pólvora que passa por quase todos os lugares, só esperando uma fagulha para se detonar. A miríade de sentimentos que se misturam nos olhares, gestos, falas, risos, choros e lamentos é tão densa que assusta, oprime e, às vezes, até causa repulsa a quem quer que passe por ali. Mas seus habitantes parecem sedados a tudo isso; arrastam suas vidas povoadas de problemas constantes, esperanças baldadas, traumas encruados e sonhos. Apenas sonhos. Meu estômago azeda.

Em contraste, vejo, escuto e assisto a tanta orgia em todos os sentidos: corrupções, desvios de dinheiro, assaltos, desperdícios, ostentação, soberba, sodomia, pornografia, pedofilia,... Tudo fazendo girar a Roda da Fortuna em favor de uma casta de "eleitos privilegiados", pessoas medíocres que são alçadas à notoriedade, ao glamour, aos holofotes. Extasiadas e embriagadas com tanta atenção e fartura, essas bizarras criaturas recicladas, produzidas, pasteurizadas e nos imputadas por uma mídia a serviço do "Poder das Sombras" são o 'front' da guerra que esse "Poder" fomenta contra a sanidade das massas. Sempre que nos deparamos com toda a pantomima pantagruélica dessa estirpe torpe através dessa mídia vendida, sentimo-nos cada vez mais alijados de tudo o que existe de saudável em todos os sentidos, principalmente no espiritual. Este massacre mental e imoral tem a sórdida intenção de assim dizer: "Vejam todas as possibilidades que existem. Eles conseguiram. E você? O que está esperando? O que você está disposto a fazer ou vender para ter tudo isso?" Proporcionalmente ao que você oferece, eles o avaliam e "abrem o espaço que você vale" ou equivalente ao lucro que sua 'alma entregue' pode auferir a eles. Meu estômago revira.



E nós, pobres seres que creem possuir certo discernimento e consciência, nos vemos cada vez mais enredados nessa teia de horrores, contando com a sorte e a Providência Divina para nos mantermos vivos e bem. Através do suor do nosso trabalho, conseguimos minimamente nos sustentar; com a boa educação que recebemos de quem amamos, mantemos viva a chama da união e do bem querer; nos valendo de nossos instintos e experiência adquirida, criamos um nicho de conforto para nossos queridos, uma fonte de luz aos que buscam uma orientação e um exemplo de civilidade e humanismo à grosseria, mau humor e ranços que exalam de cada mentalidade deturpada por toda essa sanha há tanto cevada no seio da humanidade. Vemos e sentimos este rancor na falta de gentileza no trânsito, na impaciência no comércio, nas picuinhas no trabalho, na falsidade nos entretenimentos, no desamor no lar, em cada recôndito. É uma panela de pressão que precisa que sua válvula de escape não entupa ou estrague. O mais correto seria apagarmos o fogo que a faz ferver, fogo este que foi ateado e é constantemente alimentado pelo "Poder das Sombras" e seus asseclas, aqueles agentes insidiosos que se vestem de cordiais transeuntes, colocam uma máscara para cada situação e se utilizam de palavras bem ensaiadas para qualquer ocasião. Se houver medo, eles se fingem protetores; se houver revolta, eles se mostram apoiadores; se houver certeza, eles a minam tacitamente; se houver dúvida, eles a alimentam, tergiversando; se houver perigo a seus donos, eles procuram demover o recalcitrante de suas intenções, usando desde evasivas até ameaças. Assim, procuram garantir suas posições de escudeiros dos "hómi" e capatazes da plebe. Meu estômago trava.

Com tudo isso, como podemos continuar a ser tão cordatos e cordeiros? Que passividade atroz tomou conta das pessoas? Esse comodismo já virou doença crônica? A alienação chegou ao ponto de anestesiar mente e coração do povinho? A ilusão chamada 'democracia' conseguiu 'doutrinar' a maioria a crer que sua função social é votar e o resto, "deixa com eles"? Ainda creem que ela é a melhor forma de governo e nos proverá de tudo o que necessitarmos? Culpar o poder público por tudo, mas não mover um dedo para mudar o status quo pode ser classificado de quê? Até quando a miserabilidade cultivada que toma conta da essência da humanidade vai perdurar? Até quando suportaremos? Se uma revolta mundial eclodir, quantos sobreviverão, como estarão e qual será o legado que herdarão desta "Era de Hipocrisia"?

Confesso não ter estômago nem para imaginar as respostas.
FAB29

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Extermínio alemão - 4ª parte

Amigos e amigas.
Neste capítulo, podemos ver um ponto interessante: quatro premissas que von Treitschke determinou para sua Pan Liga Alemã que também são pedras angulares da doutrina dos judeus sionistas.
Fora dizer em muitos outros pontos, nesse sentido de disseminação e domínio mundiais.
Se alguém pensar (e muitos pensam!) que os sionistas viram nas determinação e vontade férreas do alemão um tremendo adversário a seus planos de conquistas, não estarão exagerando. Há, ainda, muitos outros que afirmam que os sionistas assimilaram essas doutrinas alemãs e as elevaram à quinta potência. Como disse Chico Buarque: "Procurando bem, todo mundo tem pereba, marca de bexiga ou vacina."
FAB29

3. Germanismo Organizado
Germanismo - a teoria de uma raça-mestra dos alemães destinada a escravizar um mundo fraco pela força e brutalidade – tinha sido uma doutrina de crença alemã surda desde os tempos tribais até a última parte do século passado (séc. XIX), quando atingiu sua maturidade, tornando-se moda em um movimento amplo e bem organizado. Seu programa surpreendente e ambicioso amalgamou todas as principais doutrinas e crenças de tais professores, escritores, estadistas e filósofos alemães, como Kant, Nietzsche, Hegel, von Bernhardi, Rohrbach, Treitschke e Spengler. E porque a doutrina que pregou tocou as raízes da alma alemã e abraçou os princípios fundamentais do intelecto alemão, o movimento se reuniu com resposta imediata e tremendamente popular. Na verdade, seu programa foi tão popular com os alemães que, no prazo de dez anos após seu nascimento, seu dogma maligno já estava espalhado pelo mundo inteiro.

Em 1886, o Dr. Karl Peters convocou um Congresso Geral alemão em Berlim durante o qual todas as associações nacionais alemãs ali representadas foram fundidas em um grupo, uma agremiação chamada Liga Alemã. Esse programa, primeiramente, era vago e indefinido, e tanto cresceu que existiram conflitos entre os diversos grupos que compõem a liga, que sua dissolução parecia iminente até 1891, quando o professor Ernst Hasse, deputado no Reichstag de Leipzig, tornou-se seu presidente e assumiu a sua gestão em suas próprias mãos.

O primeiro passo do professor Hasse foi transmitir um apelo generalizado para ajudar, apelando, como ele disse, "às tradições da alma alemã." Seu apelo encontrou uma resposta tão favorável que a Liga cresceu aos trancos e barrancos; até não demorou muito tempo antes que fosse capaz de publicar e manter seu próprio jornal. Em 1894, ela mudou seu nome para a Pan-Liga Alemã e passou a estabelecer um programa inteiro de ação em relação à conquista do mundo e dominação pela Alemanha. Este programa de ação para atingir tal objetivo foi tão repleto de detalhes e seu plano de procedimento de modo abrangente, que foi adotado, quase inalterado, pelos nazistas. Por seu lema, a Liga utilizou as palavras do Grande Eleitor: "Lembre-se você é um alemão!"

Durante o intervalo em que a Pan-Liga Alemã foi organizada, um professor alemão, Heinrich von Treitschke, era saudado por toda a Alemanha como um novo profeta. Durante anos, ele foi espalhando a mensagem ardente de Germanismo: era uma mistura irracional de guerra, ódio, anti-Cristianismo e destruição. Foi a pregação de tais doutrinas que, hoje, Treitschke ganhou a "grande" honra de ser reconhecido pelos alemães como o apóstolo de sua ideologia.

Heinrich von Treitschke nasceu em Dresden em 1834. Depois de se formar a partir de várias universidades alemãs e passar algum tempo à deriva, sem rumo, de repente foi consumido pela idéia tortuosa de uma unidade alemã fundada pela espada. Sentindo que o melhor método, em sua época, de propagação de tal crença era através do ensino, ele abraçou ansiosamente essa profissão. Sua contínua insistência em lecionar prussianismo e sua doutrina da “Primeira regra dos Correios” finalmente permitiu-lhe estabelecer-se em Berlim, onde ele se estabeleceu como um historiador popular e publicitário.

Treitschke foi um monge da guerra e, do "poder faz o direito", foi defensor de primeira linha. Possuindo um dom natural de eloqüência, prendia seus alunos durante suas palestras sobre "conquistar a qualquer custo" para, de acordo com sua interpretação do desenvolvimento da Alemanha e da história, prosseguir nesse caminho, a fim de se espalhar para além seus limites. Na primeira, ele colocou a Europa no domínio da Alemanha "Lebenstraum", mas, após o sucesso do exército alemão em 1870, ampliou e expandiu a sua declaração original, afirmando que o mundo era uma conquista e domínio da Alemanha; que através de guerra imposta contra o mundo, a nação alemã estava destinada a tornar-se o "Super-estado" do universo e manter sua população em escravidão. Esses ensinamentos tanto apelaram para o alemão nato que Treitschke, como Hitler, conquistou logo os intelectuais, bem como as massas da época. Suas doutrinas foram espalhadas por toda a Alemanha por seus muitos alunos, até que, eventualmente, praticamente todos os alemães educados caíram sob sua influência. É concebível; ele não poderia ter inspirado tal crença profunda de tal monstruosa doutrina, salvo se, em substância, tivesse abraçado objetivos e ideias já há muito existentes, inerentes ao caráter alemão e inatos na alma. Muitas dessas crenças explicam muito das atitudes atuais da Alemanha.

De acordo com Treitschke, o indivíduo não tem direito sobre si próprio, mas existe apenas para o Estado, que tem o direito exclusivo de utilizá-lo como quiser. Não há nenhuma outra força, exceto a vontade do Estado e a guerra é a única e melhor maneira que pode ser empregada por ele. A Alemanha, assim constituída, pode reconhecer qualquer poder terreno e "O poder faz o direito" somente quando um alemão empunha a espada! Não existe tal coisa para o alemão, como "santidade da vida humana" e guerra é sublime para ele porque nela pode “matar sem paixão". Guerra é a melhor maneira em que Alemanha pode impor sua vontade sobre os seus vizinhos, bem como sendo "a única cura para as nações doentes."

Treitschke, então, trata com diversos métodos a serem empregados pela Alemanha, a fim de conquistar e dominar o mundo.

"A Alemanha", escreve ele, "deve ter o dever de empregar os traidores no estado do inimigo para seu próprio interesse". Embora, acrescente: "Cada sujeito é um bom alemão latente e, quando a oportunidade surge, um espião ativo."

Mentir e enganar são incentivados como sendo uma pedra basilar para a política alemã e, como de tratados e similares, Treitschke informa que eles são meros pedaços de papel e pede que "pode e deve ser denunciado pela Alemanha sempre que a promessa de que se mantenham inúteis para ela." Nesse caso, o tratado se torna automaticamente obsoleto e a “Honra Alemã" exige que seja quebrado! Continua ele, não existe algo como a lei e ordem internacional, não convênios entre as nações. Quanto à justiça, não há tal coisa, exceto na ponta de uma espada alemã.

Todos os ensinamentos de Treitschke, bem como a interpretação mais aguçada e precisa de todos os tempos do ego alemão,  são melhor resumidos em uma declaração na qual afirmava que a Alemanha nunca poderia ter paz com o mundo devido ao modo alemão de pensar, que "é um mundo estranho, que não pode ser reformado, mas só pode ser derrubado”. Assim, o ideal da Alemanha torna-se aliado à “regra" do mal, em um esforço comum para o alemão aniquilar a civilização!

A Pan-Liga Alemã combinou várias doutrinas de Treitschke em um programa de ação e emitidos, entre os seus estatutos, quatro princípios fundamentais que definem amplamente os seus objetivos principais. São eles:

1. Para vigiar e apoiar todos os movimentos nacionais alemães em todos os países onde os alemães têm de sustentar uma luta em prol do germanismo, com o objetivo de abraçar e unir todos os alemães do globo.
2. Para promover uma política ativa de interesses alemães na Europa e em todo o mar e, especialmente, para promover todos os movimentos coloniais para fins práticos.
3. Para tratar e resolver todas as questões de influência sobre a educação das crianças e ao ensino superior no senso germânico.
4. Para acelerar a autoconsciência patriótica dos alemães e oferecer resistência a todos os movimentos de oposição ao desenvolvimento nacional.

Na explicação dos estatutos acima, a Liga divulgou um manifesto declarando que "o destino dos alemães na Áustria não pode ser indiferente para a Alemanha, não pode ser indiferente se os saxões ou Suábios, na Hungria ‘hungarizada’, ou os alemães na Suíça ou em Flandres, na Bélgica, são galicizados. Alemães devem apoiar ativamente todos os movimentos desses países, em apoio do germanismo. Germanismo além-mares deve ser preservado e promovido por todos os meios possíveis.”

Nós já sabemos o quão bem o alemão tem ouvido e obedecido tal conselho.

Em 1900, havia cerca de cinquenta associações diversas todas subservientes à Pan-Liga Alemã. Ramificados em caráter, mas idênticas no objetivo desses grupos, que variavam entre facções militares e navais de ligas esportivas e instituições bancárias, eram fervorosamente comprometidas a preservar e promover a germanismo em terras estrangeiras. Politicamente, também, a Liga ganhou prestígio considerável. Em 1903, nada menos que quarenta e três membros do Reichstag já tinham sido iniciados como membros.

Filiais da Liga surgiram nas principais cidades do mundo. Das duas nos Estados Unidos, uma foi localizada em Nova York e outra, no Texas. Com a expansão da sua propaganda, a Liga espalhou um grande número de agentes secretos em todo o mundo com o propósito de fornecer-lhes relatórios confidenciais relativos ao evangelho do Germanismo. Esses agentes foram os precursores dos atuais quinta-colunistas, que foi seu trabalho que começou a compilação do famoso “livro-sucata” Alemão em que esse governo listou todos os seus inimigos e inimigos à idéia de um mundo dominado pelos alemães. Para um país como a Alemanha, chantagem empalidece na insignificância de seus outros crimes. E assim, a cada hora que passa, os membros da Liga alemã continuam com seu trabalho nefasto que, no ensino e aplicação do grande ideal comum alemão de escravização do mundo, rapidamente se tornou uma parte integrante da vida do alemão médio e seus sonhos. Em 1905, os princípios do pangermanista já eram conhecidos de todos. O trabalho inicial tinha sido feito. O vírus vicioso do germanismo tinha sido injetado no cotidiano do público e os alemães esperavam que a epidemia que se sentiu, mais cedo ou mais tarde, infestaria o mundo.

Por uma questão factual, o programa de trabalho, assim como a propaganda que se espalhou, atingiu tal ponto que, já em 1895, vários escritores alemães já estavam ocupados profetizando como e quando o objetivo ideológico de domínio alemão do mundo seria alcançado! Esses profetas não eram, de nenhuma maneira, em número reduzido; existe um grande número de obras de autores alemães gravadas em que o destino do seu país é elaboradamente trabalhado em detalhes e a divinização do germanismo como uma religião mundial retratada.

De uma tal profecia, escrita em 1900, aprendemos que "as coisas sobre o ano de 1950 já começaram a causar grande desconforto. Todos os alemães foram unidos; Holanda entra na União Alemã; na Bélgica, os flamengos crescem em poder e porque o elemento francês causa problemas crescentes, a Alemanha é obrigada a intervir. Se a França objeta à uma absorção total (da Bélgica pela Alemanha), então, o território francês da Bélgica cai para a França e a parte flamenga para a Alemanha. Talvez a luta francesa, caso toda a Bélgica seja anexada e incorporada ao Império Mundial Alemão". O autor passa então a discutir, um pouco vagamente, o processo de Rance, na Suíça, e nos Balcãs, após o qual ele adverte os alemães: "por todos os meios, evitarem uma guerra com a Rússia, se possível." Ele completou a profecia afirmando que "no ano de 1950, a Grande Nação Alemã possuirá uma população de duzentos milhões de pessoas. Todo mundo está feliz porque todos os alemães estão agora unidos e estão governando o mundo!” Essa profecia, por qualquer meio, não parece fantástica para o alemão daquela época. Na verdade, foi considerada como por demais conservadora, pois os líderes mais radicais haviam estabelecido a criação do “Mundo Alemão" em um grande data anterior a 1950. Escrita em 1895, um ambicioso alemão previu que Der Tag chegaria em algum momento de 1915. Aqui está um resumo de seu augúrio:

Por volta de 1915, o mundo inteiro começa a tremer. Dois grandes Estados tomam medidas de autodefesa, a América e a Rússia. América anuncia em voz alta a doutrina da "Pan-América". Rússia conclui tratados aduaneiros com a Turquia, Pérsia e China. Grã-Bretanha, Pan America e o colosso russo Pan-eslavo ameaçam submergir os dezesseis estados da Europa. Neste momento, intervém a Alemanha e surge para a ocasião, começa a trabalhar para preparar o exército e a marinha para a próxima luta.

Depois segue-se uma descrição da guerra e um poucos caprichos diversos, após o quê, o escritor continua:

Os Junkers rolam em dinheiro. Enquanto isso, Pan-América tornou-se uma fonte de grande inquietação para a Alemanha pelo germanismo estar ameaçado na América do Sul. Os Estados Unidos, recusando-se a ceder; as marinhas alemã, francesa e italiana se mobilizam e zarpam para a América. A marinha norte-americana é destruída. Em terra, as tropas alemãs tem pouco trabalho com os mercenários americanos. Sob a brilhante liderança do Líder Alemão, os alemães vencem por toda parte. No mar, os navios alemães, armas e homens apresentam sua grande superioridade sobre os Ingleses, que foram regularmente derrotados. As disciplina, coragem e habilidade alemãs fazem da marinha alemã invencível. A marinha britânica foi destruída. Invadida, o Inglês ofereceu uma meia resistência. Os soldados alemães e italianos tomaram Londres. Inglaterra e Estados Unidos foram derrotados. A paz foi concluída.

Relativa aos termos de uma paz, o escritor declarou que:

“...A Alemanha tomou o México, Guatemala, Honduras Britânicas, todo o sul da Amazônia no Brasil, o Uruguai, Paraguai, Bolívia, Peru e norte do Chile. A França levou o Brasil ao norte da Amazônia, a Guiana Britânica, Venezuela, Colômbia e Equador. A Itália tomou o que restava da América do Sul, incluindo a Argentina. As Antilhas foram divididas entre a Alemanha e a França. Gibraltar foi devolvido para a Espanha, Malta dado a Itália, Chipre, Turquia. O Inglês teve de pagar uma indenização de guerra enorme. Houve grande descontentamento na Inglaterra, porque a marinha britânica foi tomada pelos alemães como uma garantia de pagamento. Todas as partes da Inglaterra no Canal de Suez foram confiscadas e distribuídas entre as potências vitoriosas. As minas de diamantes de Kimberley foram apreendidas por toda a Alemanha e todo o capital Inglês e americano investido no Brasil e na América do Sul foi transferido para mãos alemãs. As linhas foram levadas a cabo pela Alemanha e Inglês e todos os colonos norte-americanos foram obrigados a deixar a América do Sul dentro de um ano, para nunca mais serem autorizados a estabelecer-se em qualquer país do continente novamente.

Assim, Inglaterra e Estados Unidos são humilhados e a regra do ‘Punho-Fechado’ alemã garantida! Mapas circularam rapidamente após esta profecia se tornar pública, ilustrando a divisão da América do Sul; a metade Norte e América Central sendo retratada neles como colônias alemãs.

Ainda um outro escritor, prevendo uma guerra um pouco semelhante à mencionada acima terminou sua profecia, afirmando que "depois de completamente humilhar a Inglaterra, a hora tinha chegado para a Alemanha resolver com os Estados Unidos, mas sobre a mobilização Alemã, Estados Unidos se renderam para todas as suas demandas sem um golpe!

Apesar de muitas destas “profecias" variarem em detalhes, o leitor está ciente do fato de um fato marcante que permeia todos eles: que a deificação do germanismo não pode ser realizada sem a queda e humilhação de ambos: Inglaterra e os Estados Unidos. Isto foi declarado ser um fato pelo Dr. Paul Semassa, um professor alemão que, em 1902, afirmou que a Alemanha deve estar preparada para lutar contra os britânicos e os americanos. Depois de derrotar estes últimos dos povos livres, Alemanha poderia governar o mundo do jeito que quisesse!

Em 1904, um observador, tomando nota de todas as sérias profecias e desejos dos alemães, escreveu uma análise previsão, na qual ele avisa que "a doutrina do germanismo pode muito bem tornar-se um ideal nacional e acender muito um espírito perigoso. Para o destino anglo saxão, a lição que ela ensina é óbvia. Preparação é tudo. Deixe a Inglaterra e os Estados Unidos estarem preparados a todo momento com sucesso para atender à investida dos Teutônicos, se alguma vez ela vier."

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Extermínio alemão - 3ª parte

Amigos e amigas.
Neste capítulo, Kaufman comete umas inversões quando afirma que "O alemão decidiu que sua raça foi eleita por Deus para governar o mundo moderno." e que "Ao primeiro sinal de resistência, ele enrubesce e tem recursos de trovão e relâmpago."  e que "Se ele encontrar-se confrontado com a lei, ele diz que ela precisa de reforma.". Essas premissas e muitas outras são atribuídas há muito ao seu povo, o judeu.

Quase engraçado é quando ele afirma: "E, embora em um momento ou outro durante a sua existência, as nações podem ter procurado ajustes políticos e econômicos, mesmo engrandecimento territorial, através da força das armas,deve-se salientar que nenhuma nação ocidental já fez uma religião de guerra, à idolatria ou armamentos, e tal culto da morte e destruição em massa como faz a Alemanha e seu povo.". É exatamente isso que TODO E QUALQUER IMPÉRIO fez e faz. Vide atualmente os EUA.

Fora fazer ilações patéticas do tipo: "Deve ter sido com um brilho perverso em seus olhos loucos que eles cozinhavam as mulheres e crianças vivas em óleo!"

E os dois primeiros parágrafos já resumem sua mentalidade abjeta. Realmente, o cara era anormal.
FAB29

2. Antecedentes do germanismo
Os alemães são um povo execrável! Eles pensam e sonham com nada, além de zombaria. Sua grande alegria consiste em repreensão, gritos e ameaças. Eles empunham armas, que são como os clubes farpados; de suas bocas, em vez de fala humana comum, ouve-se estrondo da artilharia e do choque de aço. Suas vidas são uma explosão perpétua. O alemão não vive nas alturas; ele evita a luz e, de seu esconderijo, pega nacos de alianças, exerce a sua influência maligna em artigos de jornal, medindo ângulos e traçando com ânsia exultante as linhas de fronteiras. Por amar o seu país é que eles desprezam, ignoram e insultam todos os outros países.
Eles são capazes de muita coisa além de enganar e mentir, mesmo para si. Eles se intrometem em todos os outros assuntos, colocando o nariz em assuntos que não lhes dizem respeito, criticando tudo, mandando em tudo, diminuindo e distorcendo tudo. É uma pena que 23 séculos depois de Sócrates e Platão, dois mil anos após Cristo, a voz de homens como estes devam ser ouvidas em todo o mundo; pior ainda, que devam ser escutadas; e o pior de tudo, que qualquer um deva acreditar nelas! País, para eles, é um organismo isolado e admitem que é possível para eles viver e respirar em uma atmosfera de desprezo arrogante por seus vizinhos. Concebem seu país como um elemento permanente de dissolução, como um monstro devorador e insaciável, um animal de rapina, cuja única função é a pilhagem. Tudo o que ele não possui será roubado. O universo lhe pertence por direito. Quem tentar escapar de sua tirania é um rebelde. Este país ‘jingo’, esse fetiche sanguinário de que eles são os campeões, dotam, com o capricho dos potentados, quando convém a sua finalidade, com todos os maravilhosos e encantadores atributos. Quem não estiver de acordo com suas extravagâncias é um bárbaro. Você deve amar o país deles em armadura completa, como dervixes, em celebrações e uivos, os olhos fechados e o corpo a tremer de êxtase; um ouvido surdo pode transformar-se para o resto do mundo em suas falhas. Tudo o que não é ele deve ser odiado. O ódio é sagrado. Amor e ódio estão em conexão com o seu país, dois termos de um processo de estado de espírito. Para eles, o progresso industrial não é um sinal feliz de prosperidade nacional, mas um meio de dominação. Geografia não é a ciência da Terra, mas uma mera revelação dos limites entre os quais são elaborados esquemas estratégicos de conquista. Cada vizinho é necessariamente um ciumento e o inimigo que está vigilante é ciumento também. O mundo é povoado por hienas agachadas sobre as parcelas de terra das quais devem ser desalojadas.
O alemão decidiu que sua raça foi eleita por Deus para condenar o mundo moderno. Quem resiste a ele será um usurpador arrogante, que deve ser esmagado. O alemão confessa que quer a paz, mas deve ser a sua própria espécie de paz, após o modelo do sátrapa persa que, por amor à paz e à concórdia, joga todos os que ousam confrontá-lo aos leões. Sua voz é rouca e retumbante; ele não defende, mas faz afirmações dogmáticas e estabelece a lei. Como o primeiro sinal de resistência, ele enrubesce e tem recursos de trovão e relâmpago. Ele disserta sobre a autoridade de um imperativo categórico sagrado que fica no lugar da verdade e do fim; ele não respeita nada e ninguém. Se ele encontrar-se confrontado com a lei, ele diz que ela precisa de reforma. Ministros são meros funcionários a serem usados como peões na sua manobra. Ele é exigente e rabugento; quem compromete-se a gritar com ele nunca grita alto o suficiente. Desistir, pra ele, significa alistar-se como agente civil. Ele é um agitador e espadachim. Ele mergulha sua pena em fel e põe em movimento com suas travessuras as marionetes que apelam à nação e vem para conquistá-la. A superioridade fundamental da raça Alemã; a necessidade de expandir o prestígio alemão em todos os quadrantes do globo; a proteção do Alemão, onde quer que possa ser encontrada; não importa o que ele pode ser, porque ele carrega dentro de si um resíduo da raça, que é o que os educadores de jovens que vêm ao longo dos anos na matriz disciplinada como batalhões cruzando os campos de manobra, nunca deixou de alertar para a compreensão popular e a chama da vitória subindo para o céu será o sinal para transbordar.
Um retrato vívido de um nazista? Enfaticamente assim, e ainda, apesar de trinta anos se passarem desde que foi escrito, podemos facilmente discernir, no caráter do alemão do período remoto, cada traço único que caracteriza os loucos alemães de hoje. Ontem, eles podem ter sido chamados de Pan-alemães; nazistas, hoje; talvez amanhã, Super germânico. O tempo não pode mudar a raça infernal, qualquer que seja seu rótulo. Tempo apenas amplia o campo em que o alemão pode, com cada vez maior intensidade e rigor, praticar esses atos monstruosos que seu cérebro febril, embriagado de guerra e seus instintos vis e bárbaros e alma selvagem pedirem. Se hoje o desejo de sua alma guerreira pode levar o alemão a assassinar reféns inocentes, imagine, se você puder, como que a alma mesmo se manifesta através do ‘mil vezes mais fanático alemão’ de amanhã?
Para a maioria das pessoas, o "progresso fantástico" do nazista parecia tão meteórico e inesperado como um parafuso de relâmpago não anunciado que, de repente desce do céu. Outros sustentam tenazmente, com engano perigoso, o parecer que os nazistas chegaram ao poder apenas como resultado das ‘injustiças’ aos alemães no Tratado de Versalhes, e que as crenças e os objetivos do nazista foram, e são apenas o resultado de uma política contemporânea, mas transitória, e turbulências econômicas na Alemanha. Esses pareceres deram à luz o equívoco mais notável penal do Nazi e seu partido: que, após as ditas injustiças para a Alemanha serem corrigidas, os nazistas iriam desaparecer de cena por sua própria iniciativa, ou o povo alemão iria se levantar em revolta contra ele.
Tais equívocos de sua origem, estrutura e finalidade eram avidamente estimulados e disseminados pelos próprios nazistas. Sabemos como a crença em si já levou uma dúzia de nações à sua desgraça, e ainda, não há muito tempo, um membro proeminente do nosso Congresso se levantou e declarou que a ideia do domínio alemão no mundo era uma fantasia, e aconselhou os americanos a rejeitar o objetivo declarado dos nazistas de mitos fabulosos! Tais afirmações não são apenas nascidas da estupidez incrível, mas, se não completamente traidoras, são extremamente perigosas, pois elas tendem a pessoas cegas, às duras realidades que elas têm de enfrentar, com firmeza e honestidade, se forem sempre para combatê-las com sucesso. Também, tais crenças tendem a se difundir entre nosso povo aquela mesma indiferença, apatia e irresponsabilidade que permearam os povos dessas nações que, um por um, caíram vítimas do perigo alemão. Esses países descobriram que o perigo alemão não era um mito; os sofrimentos do seu povo são a melhor descrição do caráter alemão, métodos e objetivo final.
Ajudando a criar a impressão de seu caráter de transitoriedade e efeito e propaganda promocional proclamando sua queda sempre iminente, o nazista sabia muito bem que as nações incorretamente avaliam a força e depreciam a durabilidade do seu partido e, o que era e é infinitamente mais importante, não seria suficiente para interpretar corretamente o crescimento e os objetivos do Nazi que seja compatível com, e não em contradição com os alemães de caráter, um broto, cuja alimentação não é elaborada a partir de um ramo isolado, mas a partir de muitas raízes da alma do Alemão.
Para ele, deve ser patente até agora que, enquanto todos os alemães não podem aprovar os meios a serem empregados pelos nazistas na realização domínio alemão do mundo, eles são praticamente unânimes em concordar que esse objetivo deve, agora ou no futuro, ser definitivamente alcançado pela Alemanha. Foram as nações alemãs a ganhar esta guerra, não um alemão hesitante, que reivindica uma parte dos despojos. Mas, perdendo a guerra, eles pretendem estar prontos para assumir, individualmente, as medidas tomadas pelo coletivo, sob seu “governo”. Assim, eles pretendem fugir, mais uma vez, à punição para seus crimes. No entanto, nenhuma derrota pode apagar seu desejo de conquistar e dominar o mundo. Há apenas uma maneira de frustrar esse desejo: a meta de dominar o mundo deve ser retirada do alcance do Alemão e a única maneira para realizar essa é eliminar os alemães do mundo!
Portanto, é mais importante que nós percebamos como um fato inconciliável: a verdade de que os nazistas não são seres existentes além do povo alemão. Eles são o povo alemão! Para o alemão, nazista ou não, o punho cerrado é estimulante e significativo como símbolo de todos os objetivos e as aspirações de seu povo como a Estátua da Liberdade é americana. Não se enganem sobre isso: dominar o mundo não é uma miragem para o alemão; ela nunca foi e, enquanto a Alemanha existir como uma nação, ela nunca será. Uma opinião contrária, se for demasiado sustentada, pode resultar na escravização do mundo pelos alemães.
Tão fantásticas como ciclônicas as "realizações" nazistas possam parecer, é ainda mais fantástico notar como um fato que, nos anais da história, toda doutrina não existiu, que tem todas as suas principais crenças claramente definidas, os seus métodos de modo concisamente detalhados e os seus objetivos de forma tão vívida, de forma abrangente e corajosamente declarou de antemão. Ele está em todos os aspectos, uma deliberada, impiedosamente calculada conspiração para dominar o mundo ou, na falta desta, a aniquilá-lo! E enquanto a nação alemã existir, ela tenciona, de uma forma ou de outra, agora ou mais tarde, provocar apenas uma catástrofe.
O descaso lamentável exibido por vários governos na preparação para os eventos cataclísmicos trazidos pelos nazistas alemães se torna ainda mais surpreendente e trágico quando examinamos os registros existentes aos milhares e provenientes exclusivamente de fontes alemãs imparciais, alguns escritos de cinquenta anos, indicando claramente o curso preciso de procedimento a ser adotado em alguns dias pelo alemão em sua marcha para a conquista mundial. Estes documentos não são tratados pedantes expressando teorias ou extravagâncias que tratam de fábulas ou fantasias. Eles são substanciais, desabafos sóbrios da alma de Germânica. E, como tal, define com lucidez a sua estrutura e francamente interpreta seus anseios.
Além disso, esses registros são tão exatos na sua temática e abrangentes em seu escopo que os nazistas adotaram e os abraçaram quase na íntegra. Na busca por esses papéis originais, fica-se impressionado pela realização do “Mein Kampf”, que nada mais é do que uma coleção, miscelânea desajeitadamente escrita dos textos, pareceres e ensinamentos contidos nos registros e martelada por alemães anos antes de Adolf Schickelgruber (pai de Hitler) ter nascido! Como veremos mais adiante, muito divulgadas mesmo são profecias místicas de Hitler, e seus horários de conquistas são apenas reimpressões desses publicadas, também, muito antes de seu tempo.
Se Hitler foi capaz de fazer progressos tão rápidos em ressuscitar novamente a monstruosidade que é o germanismo foi apenas porque o povo alemão, muito antes de seu nascimento, já tinha se tornado completamente instilado com cada princípio e preceito, com cada anseio e desejo que ele próprio, mais tarde, viria apenas para expressar e defender. O vinho venenoso de destruição tem sido muito antes destilado; Hitler é apenas o agente de decantação dos venenosos líquidos de sua garrafa, que é a alma de guerra alemã, no jarro que é a humanidade do mundo. Ao detalhar os ingredientes que se combinam para constituir a fórmula tóxica do germanismo, o autor deverá citar onde a confirmação de suas declarações pode ser considerada oportuna, principalmente a partir de fontes alemãs. Pois, afinal, ninguém pode explicar o alemão tão bem como ele próprio. Ele não fez segredo de seu caráter, suas ambições e suas intenções. Por seus atos, ele próprio descobriu seu coração e alma. Por suas palavras, por suas próprias mãos, ele virá, algum dia, a cavar a sua própria sepultura.
Não é de admirar que as nações do mundo ocidental recordam o programa confesso do alemão para conquista e domínio do mundo com uma grande dose de perplexidade e incredulidade. Vejam que essa idéia é totalmente estranha aos princípios básicos e aos instintos da civilização ocidental, que, pacientemente e gradualmente, surgiram do caos dos últimos milhares de anos. Apenas nações civilizadas recordam seus direitos individuais, a sacralidade da vida humana, da liberdade e a busca da felicidade, as virtudes da humanidade e a cada Estado em si, como garantidor desses direitos. E, embora em um momento ou outro durante a sua existência, as nações podem ter procurado ajustes políticos e econômicos, mesmo engrandecimento territorial, através da força das armas, deve-se salientar que nenhuma nação ocidental já fez uma religião de guerra, a idolatria ou armamentos, e tal culto da morte e destruição em massa como faz a Alemanha e seu povo.
Segundo seus próprios escritores, professores e estadistas, a Alemanha, porém, tem uma grande razão para existir, que é conseguir dominar o mundo! Já que este é, portanto, seu objetivo maior, a Alemanha sempre alega que tem todo o direito fazer uso livre e liberal da chicana, do engano, da intolerância, da luxúria, da perseguição e opressão, a fim de alcançar esse objetivo. Consequentemente como uma nação pervertida, um tal estado de negação humana, vê a sua virtude como a única verdadeira virtude na vida, enquanto que, para os alemães, as virtudes como são conhecidas e podem ser praticadas pelo restante do mundo são apenas vícios devido à deterioração e à degeneração deste último! Como se existisse em qualquer lugar do mundo uma nação que pudesse se orgulhar de degeneração no mesmo grau que a Alemanha!
O principal motivo que desperta a cobiça alemã para dominar o mundo foi melhor resumido por um professor alemão que declarou que a Alemanha nunca será capaz de compreender o mundo; este deve ser conquistado e reformado para que ele seja capaz de obedecer ao pensamento alemão!
É apenas uma massa megalomaníaca, o egoísmo crasso aberração intelectual, que despertou o cérebro demente do Alemão de ontem para fomentar suas guerras, o que anima a loucura nazista hoje em continuar as guerras e que será, se os esquizofrênicos teutônicos continuarem a existir, direta das políticas e ações de qualquer parte no controle da Alemanha no futuro. Pois, para reiterar a idéia alemã de domínio mundial e escravização dos povos não é crença política: é um evangelho feroz e queima de ódio e intolerância, de assassinato e destruição e o desatamento de um desejo sádico de sangue. Trata-se, no sentido literal, de uma religião pagã e selvagem que incita seus fiéis, primeiro, a uma agitação bárbara e, em seguida, pede-lhes para desabafar sua ferocidade animal na prática de cada horrível, cruel e inominável atrocidade aos homens inocentes, mulheres e crianças. Essas são as verdadeiras virtudes germânicas! E o mundo sentirá sua picada, enquanto eles continuarem a tolerar a Alemanha e seu povo sobre a terra, para quem aquelas características germânicas são as mesmas que, emanando da alma alemã, animaram as tribos germânicas de outrora. Mas temos que analisar o desenvolvimento das tribos apenas para perceber até que ponto dentro da alma alemã, o ideal alemão de conquista do mundo e poder realmente se encontra.
As tribos escravistas alemãs foram notadas por seu anti natural amor apaixonado pela guerra e destruição. IRC! Um notável historiador alemão escreve com orgulho que os alemães dos tempos antigos eram notórios por sua vilania e traição e "sua incredulidade tornou-se quase proverbial aos romanos" que descobriram que os alemães eram adeptos da quebra de um pacto ou uma paz sempre que melhor lhes convinha para assim fazer.
Lamprecht, outro historiador alemão, relata que até mesmo entre si, os alemães tinham nenhum compromisso válido! É tanta coisa para se admirar, então, que uma nação, cujo povo desconfia um do outro, hesitaria em duplo cruzamento com qualquer de suas nações companheiras?
Essas antigas tribos germânicas, como os povos da Alemanha moderna, eram incapazes de assimilar e aceitar os ideais humanos, objetivos civilizados e aspirações sociais dos seus vizinhos como sendo a meta desejável natural de vida. “Bélico, como então, os alemães nunca ficaram!"
Podemos entender, portanto, o por quê de uma paz alemã não ser um objetivo, mas apenas um interlúdio para ser usado por ele para se preparar para uma guerra, na qual ele pode amenizar a sede de assassinato em massa que arde em sua alma. O alemão não tem absolutamente nenhum respeito pela vida, não existe tal expressão em sua língua como "sacralidade da vida humana."
Seria impossível, mesmo entre as capas de mil volumes, para listar e descrever as brutalidades demoníacas praticadas pelos alemães sobre povos inocentes e que os registros da última guerra estão repletos de numerosos incidentes reais que ilustram a crueldade e maldade inata dos alemães. Mas temos que nos referir a uma recente ocorrência: o naufrágio do navio britânico "Lancastria", para perceber como e por que o alemão ganha a sua reputação de tanta crueldade e maldade.
Certamente, após o naufrágio de um navio, os aviadores de nenhuma outra nação ocidental teriam deliberadamente e a sangue frio lançado bombas incendiárias nas águas cobertas de óleo que cercavam o navio para assarem vivas mulheres e crianças desesperadas lutando abaixo. Mas os aviadores alemães não hesitaram em fazê-lo. Deve ter sido feito com um brilho perverso em seus olhos loucos que eles cozinhavam as mulheres e crianças vivas em óleo! Isto de uma "Moderna" e auto-denominada "nação" culta! Uma nação cuja imprensa anunciava o canibalismo como um ilustre exemplo de coragem e heroísmo alemão!
Essa é a “Raça-Mestra” do mundo.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Extermínio alemão - 2ª parte

Amigos e amigas.
Segue abaixo o 1º capítulo do livro "Alemanha deve perecer", de Theodore Kaufman. O que me espanta nele é a sua verve genocida aliada à garantia de que ele é um homem de paz. É uma dicotomia dantesca!
Leiam com isenção, atenção e calma. Se possível. Os sublinhados e negritos são meus.
FAB29

1. Sobre este livro
Hoje, a guerra não é uma guerra contra Adolf Hitler. Também não é uma guerra contra os nazistas. É uma guerra dos povos contra povos, dos povos civilizados que enxergam a Luz contra os bárbaros incivilizados que prezam as Trevas.
Dos povos dessas nações que iriam para a frente espero que surja em uma nova e melhor fase da vida, opondo aos povos de uma nação que iriam viajar para trás, com entusiasmo, à idade das trevas. É uma luta entre a nação alemã e a humanidade.
Hitler não é mais culpado por essa guerra alemã como foi o Kaiser para a última. Nem Bismarck antes do Kaiser. Esses homens não originaram ou conduziram as guerras da Alemanha contra o mundo. Eles eram apenas os espelhos refletindo a secular e pura luxúria da nação alemã para a conquista e o assassinato em massa.
Essa guerra está sendo travada pelo povo alemão. É que eles são responsáveis. São eles que devem pagar pela guerra. Caso contrário, haverá sempre uma guerra alemã contra o mundo. E com essa espada para sempre pendurada sobre as cabeças das nações civilizadas do mundo, não importa quão grande a sua espera, como árduos esforços, nunca terão sucesso na criação dessa empresa sólida e fundada na paz permanente. Eles devem primeiro estabelecer se eles nunca se pretendem iniciar a construção de um mundo melhor.
Por não ser mais apenas uma guerra alemã, lá não deve permanecer a menor possibilidade de que uma ocorra. A parada final à agressão alemã (e não uma suspensão temporária) deve ser o objetivo da presente luta. Isso não significa um domínio armado sobre a Alemanha, ou a paz com os ajustes políticos ou territoriais, ou uma esperança baseada em uma nação derrotada e arrependida. Tais estabelecimentos não são garantias suficientemente conclusivas de não mais haver agressões alemãs. Desta vez, a Alemanha tem forçado uma guerra total ao mundo. Como resultado, ela deve estar preparada para pagar uma multa TOTAL. E há uma, e apenas uma, como Penalidade Total: Alemanha deve perecer para sempre!
Na verdade - e não em fantasia!
Diariamente, a verdade está sendo imprimida em nós por meio da observação e, sobre os outros menos afortunados, pelas bombas que a doutrina alemã da força não é só baseada em qualquer conveniência política ou necessidade econômica. O pessoal desejo de guerra daqueles que lideram o povo alemão é um componente da guerra-luxúria que existe como um todo nas massas alemãs. Os líderes alemães não estão isolados da vontade do povo alemão, porque independente desse desejo, eles não poderiam vir a ser ou existir. Sua inspiração pessoal, a motivação, mesmo a aquiescência das suas ações são únicas e a todas são atraídas pelos dirigentes alemães desde as profundezas da alma nacionalista alemã.
Muito frequentemente, a reivindicação tem sido feita de que a unidade alemã presente para dominar o mundo é apenas banditismo de rua praticado em uma escala nacional organizada, que decorrem principalmente das classes mais baixas, a escória da Alemanha. Tal afirmação não é sustentada por fatos. Para o mesmo desejo, a mesma força bruta que os alemães mostram hoje sob o domínio da chamada "classe baixa nazista", também foi exibido em 1914, numa altura em que as “altas classes” e “nobres exemplares” capazes de serem produzidas pela nação alemã, os Junkers, que governaram aquela terra. E um grande número de intelectuais da Alemanha, outro alemão "classe alta", sentou-se como membros do Reichstag Alemão!
Não! O problema do germanismo não deve ser novamente repassado para a próxima geração. O mundo precisa nunca mais ser estendido e torturado na cremalheira alemã. Nosso é o problema, nossa é a solução. O mundo aprendeu, com um conhecimento nascido das tragédias demasiado numerosas, demasiado horríveis para registro que, independentemente do líder ou regras da classe alemã, a guerra será travada contra ele por esse país porque a força que obriga a ação é uma inseparável parte da massa da alma da nação. Verdade que a alma, ao mesmo tempo, poderia ter sido de outra forma modelada. Mas, dessa vez, foi no ciclo civilizatório de mil anos atrás. Agora é tarde demais.
Nós sabemos disso. Nossos homens de 1917, não. Eles não tinham precedentes para basear sua experiência. Nós não temos esta desculpa hoje. Seus sacrifícios inúteis e seus esforços vazios hoje devem ditar nossas próprias ações e decisões. Nós estamos pagando hoje pela falta de experiência da última geração em lidar com os povos da nação alemã.
Quando e se chegar o momento de tomarmos a decisão e a ação similar, não devemos repetir seus erros. O custo é muito grande, não só para nós, mas para todas as gerações futuras. Temos de nos fazer entender que nenhum líder pode governar a Alemanha se, de alguma maneira, ele encarnar o espírito e a alma guerreira existente na maioria da sua população. "Maioria" é utilizada deliberadamente em se falando das massas que compõem uma nação que deve ser imparcialmente concedida, que alguma fração da massa deve forçosamente variar a partir dela. Consequentemente, não é justo estar aqui sendo dito que todo mundo na Alemanha é culpado de seus crimes hediondos contra o mundo. Na verdade, nós, em nossa maneira de enxergar, em favor da Alemanha, permitimos dizer que até 20% de sua população é totalmente inocente de cumplicidade em seus crimes, bem como alheia a compartilhar de sua alma guerreira. Nós, portanto, concedemos, por causa do argumento, que cerca de 15 milhões de alemães são absolutamente inocentes.
MAS - são poloneses, tchecos, eslovacos, austríacos, noruegueses, holandeses, belgas, franceses, gregos, ingleses, Irlandeses, escoceses, canadenses, australianos e norte-americanos - por nós também podem vir a sentir o aumento do barco alemão - são todos esses povos - a numeração 300 milhões de alguns dos povos mais civilizados, mais esclarecidos da Terra - sofrem constantemente e enfrentam a morte não-natural a cada geração para que uma pequena parte do povo da Alemanha possa continuar a existir? São aqueles 15 milhões alemães tão valiosos, tão mais indispensáveis para a humanidade que 300 milhões de homens inocentes, mulheres e crianças, que devem travar uma guerra com a Alemanha, toda vez que ela decretar? É perpétua a luta contra o alemão, o único futuro que enfrentam os povos civilizados? Por que criar crianças enquanto os alemães criam guerra?
Não são os holandeses um povo sóbrio e econômico? Não é a cultura francesa? Não são os checos trabalhadores? Não são os poloneses profundamente ligados à terra, à família e a Deus? Não são os escandinavos um povo decente? Não são os gregos corajosos e destemidos? Não são os ingleses, irlandeses, escoceses e norte-americanos amantes da liberdade e pessoas progressistas? E em aritmética muito simples, não são esses 300 milhões mais que 15 milhões alemães? Se a democracia como os americanos conhecem é regra majoritária em um sentido nacional, que deva ser assim em um sentido internacional também. O maior bem para a maioria é a regra de ouro da Democracia; lutar pela democracia no mundo é garantir os direitos da maioria dos povos democráticos contra as incursões feitas sobre eles por qualquer minoria autocrática.
Se isto não é assim, para quê um exército de recrutas para grande defesa da democracia? Por que treinar soldados americanos para o assassinato de um hipotético inimigo da Democracia, quando a vontade que gerou esse inimigo aumenta e cresce com cada sucessivo banho de sangue? Em 1917, soldados norte-americanos, como os de todas as outras nações importantes, foram obrigados a matar aos milhões. Para quê?
Suponha que nós sejamos forçados a matar novamente. Tais guerras são vencidas por se matar, não por morrer. Novamente para quê? Outra traição? Vender nossos soldados vai se tornar um hábito nacional? Para deixar muito claro, lutar mais uma vez no processo democrático de defesa contra a Alemanha, com nenhum objetivo em vista de salvar da extinção aquele país constitui, mesmo que ele perca a guerra, uma vitória alemã. Lutar, vencer, e desta vez não acabar com o germanismo, mas exterminar completamente aquelas pessoas que espalharam sua doutrina de morte para anunciar a manifestação de uma outra guerra alemã dentro de uma geração.
Vamos tomar cuidado, pois não é lógico supor que algum dia o soldado, se constantemente marcializado e arregimentado contra a sua vontade, pode surgir a partir de debaixo da capa desgastada pelo tempo do "dever”, como trabalho, capital e civilidade para exigir seus "direitos". Não deve ser sem razão conjeturar que um soldado deva também ter direitos, bem como deveres. Certamente, um homem forçado contra o seu instinto de matar tem direitos, talvez não os direitos dos salários e das horas, nem os direitos dos lucros, e não o direito de expressão desenfreada contra os seus superiores que, em um sentido militar, significa catástrofe. Não, nenhum destes; apenas alguns direitos simples - três dos quais parecem seu dever incontestável de pedir: um, que ele seja suficientemente abastecido com as armas adequadas, em quantidade suficiente para que haja uma máxima velocidade de ataque para sua “matança"; em segundo lugar, que ele não seja traído por quinta-colunistas que devem, em tempo de guerra, ser sumariamente despachados, com pena de prisão ou execução; e, por último, de primordial importância, que ele receba uma declaração definitiva do seu governo que lhe garanta de uma vez por todas que todo este tempo medonho, horrível negócio de matar os alemães esteja no fim; que seu filho possa conhecer a paz sem ter que matar.
Se tal garantia não se lhe dignou antes de sua luta (ou não pode ser acolhida após sua luta, pois não era o tempo passado, embora os generais sabiam, entre eles, o nosso próprio Peshing, que a Alemanha naquela época deveria ter sido inalteravelmente ceifada), não pode ele então tomar as medidas em suas próprias mãos? Concessão de trabalho tem o direito de greve quando seus direitos são violados, garantindo que o capital próprio de circulação retenha quando se sente a sua utilização não rentável; concessão em que o cidadão se sente tiranizado quando suas liberdades civis estão comprometidas, o que evidentemente não pode o soldado tomar uma vez que ele percebeu que foi enganado; uma vez que, afinal, para quê ele matou?
Quando o dia do acerto de contas com a Alemanha vier, e ele virá, haverá apenas uma resposta óbvia. Nenhum estadista ou político ou um líder responsável pelos assentamentos do pós-guerra terá o direito ao perdão da luxúria pessoal e falso sentimento ilusório e declarar que a Alemanha, enganada por seus líderes, deva merecer o direito de ressurreição! Ele não permitirá neste momento esquecer tão facilmente a bomba que explodiu, terra-tombada, milhões de mulheres e crianças que viveram um inferno na terra, os crivados de balas, corpos esmagados pelos tanques. Muitos países cujas energias foram minadas e recursos drenados. E acima de tudo, ele não terá permissão de desconsiderar os sacrifícios altruístas feitos pelas pessoas comuns, para que a besta que é a Alemanha nunca caminhe pela terra de novo!
É uma obrigação definida que o mundo deve a quem lutou e morreu contra a Alemanha ontem e para aqueles que estão lutando contra ela de novo hoje, assim como é o dever moral da geração presente para aqueles que ainda não nasceram, para a certeza de que as presas viciosas da serpente alemã jamais voltem a atacar. E que o veneno das presas instile seu veneno fatal não dentro do corpo, mas da alma guerreira do povo alemão. Nada mais vai garantir a salvação da humanidade e sua segurança do que a alma guerreira ser para sempre expurgada e a carcaça doente que a abriga ser para sempre removida deste mundo. Não há mais nenhuma alternativa:
Alemanha deve perecer!
Essa guerra, com suas misérias angustiantes, a indescritível devastação alemã, as indizíveis atrocidades alemãs, é nascida da alma guerreira desses bárbaros, dos quais Maquiavel, escrevendo há mais de quatrocentos anos atrás, observou:
“Cidades alemãs gastam pouco ou nada em qualquer coisa, mas em armazenamento militar e fazer boas fortificações ...nas férias, em vez de outra diversão, aos alemães é ensinado o uso de armas.”
A história se repete.
Nós podemos remover um tigre de seu ambiente natural, seu covil na selva, e, com paciência, domá-lo até que, eventualmente, ele vá responder ao nosso carinho, alimentação, ao nosso lado, obedecer ao nosso comando. Quanto mais se torna condescendente em resposta a esse condicionamento exterior, mais estamos enganados em acreditar que seus dias de selva foram esquecidos. Este é um engano fatal. Para tanto, inevitavelmente chega um momento em que o tigre dentro da alma do tigre o leva novamente para a utilização de quadrilha e garra. Nesta resposta inexorável à alma de força irresistível, o tigre volta mais uma vez à sabedoria da selva. Ele se torna, novamente, um assassino.
E assim é com o povo da Alemanha. Eles podem responder por um tempo para as forças civilizadoras, podendo aparentemente adotar os maneirismos superficiais e comportamento exterior dos povos civilizados, mas ao mesmo tempo que permanece sempre presente dentro deles a alma guerreira que eventualmente os conduz, então, como faz o tigre, a matar. E nenhuma quantidade de condicionamento, ou raciocínio, ou civilização - passado, presente ou futuro - nunca será capaz de mudar essa natureza básica. Para não se impressionar, isso foi feito em cima desta alma guerreira ao longo de um período de cerca de dois mil anos. É de se esperar que, de repente, no dia seguinte, este milagre irá ocorrer?
Esta ligação analógica do povo da Alemanha com o peito selvagem não é comparação vulgar. Eu não sinto mais ódio pessoal contra essas pessoas que eu poderia sentir por um rebanho de animais selvagens ou um grupo de répteis venenosos. Um não odeia aqueles cuja alma não pode transpirar calor espiritual, nem piedade. Se o povo alemão deseja viver na escuridão, que seja estritamente assunto próprio. Mas quando eles fazem constantes tentativas de esconder as almas das outras pessoas envolvidas no manto fétido que vestem, torna-se tempo de retirá-los do reino da humanidade civilizada entre os quais não podem ter lugar, ou o direito à existência.
Não precisamos condenar os alemães. Eles se autocondenaram. Para isso, basta-nos ler e ouvir essas palavras escritas e faladas apenas por alemães; suportar os sofrimentos e deslocamentos causados exclusivamente pelo povo alemão em busca dos seus ideais e aspirações megalomaníacas e demoníacas para perceber que os próprios alemães decretaram, quase pediram, seu ostracismo na sequência da humanidade. Eles perderam o desejo de serem seres humanos. Mas eles são bestas; eles devem ser tratados como tal.
Este é um ponto de vista objetivo, cuidadosamente examinado e factualmente sustentado. É o entendimento deles neste livro.
Naturalmente, existem homens no mundo, nosso próprio país incluído, que pensam o contrário e que tratariam diferente a ameaça alemã. É o costume de tomar esses homens, que eles chamam de uma "visão" sensível do problema e progresso da humanidade. Esses homens poderiam contar com o destino para modelar o futuro. Eles, na verdade, permitiriam que os alemães conquistassem e escravizassem o mundo, explicando, em termos cujo grau de ferocidade é dependente do seu grau de motivação, ganho pessoal; que o domínio alemão do mundo não pode durar para sempre; que, em alguma data futura, a Alemanha acabaria por perder a sua mão de ferro sobre o mundo e, em seguida, a humanidade escravizada viria a libertar-se novamente. Ou, se nem conspiração, nem rendição parece palatável para os seus ouvintes, eles iriam sugerir um compromisso com os alemães, os chamados "negociadores da paz."
Estes são postulados sem alma. Eles podem se originar somente nos homens cujos corações e almas ainda estão cativos pela vida marinha da sua origem; espécie humana de água-viva sem espinha debatendo-se sobre as águas do passado. Estes são os homens do passado para sempre vivendo nesse passado. Homens que, sendo incapazes de dominar seus próprios intelectuais e primitivismo espiritual, procuram arrastar os outros para baixo com eles para as profundezas obscuras e escuridão infernal que circundam sua própria existência miserável.
Estes são os homens, na verdade, que testemunhando a atual escravização de tais pessoas civilizadas e humanas como austríacos, checos, polacos, franceses, holandeses, noruegueses e belgas, seria de muito bom grado fechar os olhos e simular a descrença no que é a nua e pavorosa realidade. Estes são os homens que, com o fatalismo como sua crença, vêm para ser intelectualmente anestesiados por ele; que, proclamando o destino de um aliado, tornaram-se seus agentes mais patéticos. Felizmente, esses homens não são ainda a maioria, nem serão ao menos de que a Alemanha pode aproveitar, empregar ou subornar um número suficiente deles para espalhar as doutrinas alemãs inferiores por toda a terra. Mas, mesmo como uma minoria, o perigo que esses pacificadores "representam”, contudo, é real e deve ser tratado com severidade. Por ações, tais como eles podem ter, sob o manto do "patriotismo inquestionável" é evidente que não iriam fazê-lo, salvo se, no prazo de sua própria alma tenha existido alguma parte complementar da alma guerreira alemã. Aqueles outros sossegados, cuja integridade é duvidosa e o patriotismo questionável - aqueles que defendem os princípios do germanismo - são francamente traidores de seu país. E quando, como e se um governo não pode ou se recusa a tratá-los como tal, não pode ele vir, em vez de contar com as pessoas cujas vidas e liberdade estão em jogo, a fazê-lo!
Não tenho nenhum desejo de que este trabalho seja considerado como um meio de incentivar a guerra para esta ou qualquer outra nação.
Como ser humano, eu deploro a guerra. Como um membro civilizado de uma nação civilizada, eu odeio a guerra.
Eu odeio a guerra não só pelo sofrimento, a miséria, a tragédia e a perda sem sentido que segue em seu caminho, mas ainda mais porque eu considero ser o cordão umbilical ainda rígido que liga o embrião moral e espiritual do homem ao ventre físico da besta instintiva. E eu sei que, quanto mais tempo a corda ficar firme, a evolução social e o progresso humano vão repousar sobre uma base impermanente e insegura. E também, quanto mais tempo a guerra persistir, lá nunca verão a paz mundial na qual, algum dia, uma confederação mundial das nações nascerá. Pois é essa confederação que é o objetivo final e absoluta inevitabilidade da raça humana.
Paz! Dificilmente um homem, mulher ou criança vivos não tenham ouvido a palavra! Ao longo dos séculos, tem sido um assunto de mais discussão e debate do que qualquer outro problema da humanidade. Nos salões de governo, grandes oradores têm exaltado suas virtudes. Os grandes profetas de todas as religiões do mundo têm pregado o seu evangelho e catalogado seus benefícios para a humanidade no mundo. E em todo o mundo, descobrimos que a paz é o denominador comum que une junto a pessoas de todas as nações, de todas as cores e raças, em pensamento e oração comum.
Por que então, depois de passar por milhares de anos de desejo e anseio tão grandes, não conseguimos encontrar a paz? Por que é que, após esse período de tempo prolongado, um único passo prático e duradouro não tem sido dado para a sua realização absoluta? Certamente, nenhum homem ou grupo de homens ainda por nascer que deva exceder em conhecimento e excelência de habilidade todos os grandes homens que tem escrito, falado e pregado a paz ao longo do passado. O que faremos, então? Levantar as mãos e desistir? Vamos acabar com a paz, exclamando que ela não existe porque não pode? Esse é um objetivo inalcançável?
Eu não acredito que seja qualquer coisa assim. Acredito sinceramente que a paz na Terra pode vir a existir como uma permanente condição de vida. Mas acreditando nisso como eu faço, eu não iria esperar ela chegar, em alguma bela manhã, bater na minha porta e, de repente anunciar a sua presença! Não, ela nunca virá por si mesma!
Eu acredito que a paz pode ser produzida, e não apenas concebida. Mas nunca, desde que a guerra continue.
Então, por que a guerra ainda existe?
Simplesmente porque não foi feito o impossível para que isso ocorra.
Há apenas uma maneira de abolir a guerra: impor uma penalidade de magnitude de tão terrível e assustadora conseqüência a povos agressores a ponto de tornar praticamente impossível para qualquer país iniciar uma guerra.
Guerra não deve ser combatida com armas de destruição crescente, mas com penas infinitamente mais terríveis e perigosas do que a própria guerra.
Este livro acredita sinceramente ter encontrado tal pena, e por sua imposição ao povo da Alemanha, este livro acredita que não só seria um grande flagelo a ser removido do mundo, mas um grande bem nascido para isso.