Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


domingo, 24 de fevereiro de 2013

A 'origem das espécies' suméria

Amigos e amigas.
Tirando algumas ideias e nomes, aos quais me tornei bem cético, como "órbita", êxodo" e "Moisés", o texto abaixo é uma coisa intrigante! Mostra as conclusões de um dito mestre autodidata que traduziu a escrita cuneiforme suméria e deixou um legado intelectual inusitado, com opiniões bastante controversas.

Zecharia Sitchin mostra fria e cientificamente sua versão, um relato do povo sumério e dos "deuses" que deram origem a todo o panteão universal de deuses de todas as culturas conhecidas.

De certa forma, as conclusões de Sitchin corroboram o que penso sobre a presença alienígena nos primórdios da Terra no post:
http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2012/06/como-se-fez-quem-fez.html

Além de dar uma explicação particular sobre os tantos desenhos de "astronautas" feitos pelos homens das cavernas. Mas o que mais me intrigou foi a explicação para a existência das QUIMERAS!

Muitos o chamam de charlatão ou pior. Mas não deixa de ser uma boa leitura!
FAB29

Os relatos das civilizações antigas estão repletos de referências a seres de tamanho gigantesco, força descomunal e portadores de tecnologias avançadíssimas, participando direta ou indiretamente nas sociedades humanas. Devido às suas potencialidades, eles foram sistematicamente considerados divindades: Os nefilins da mitologia hebraica; o panteão egípcio; os deuses do Olimpo; cíclopes e titãs da mitologia greco-romana; os suras, asuras e devas da mitologia hindu; os guerreiros do Valhalla da mitologia escandinava. Todos não eram outros, senão os Anunnaki. Gigantes astronautas de tempos imemoriais, vindos do planeta Nibiru. Particularmente, os sumérios sempre foram pragmáticos ao explicar de onde eles vieram, por que estavam aqui e por que agiam como agiam. E sem sombra de dúvida, as gritantes marcas das atividades desses seres estão, definitivamente, espalhadas pelo mundo. Em monumentos, monolitos e ruínas milenares espalhadas pelos continentes e mesmo no fundo dos oceanos e certamente na estrutura genética dos seres humanos (genes recessivos), desafiando a nossa medíocre compreensão. Não admitir tal verdade é uma tolice que pode ter um custo muito alto para a humanidade!

Basicamente, o legado do conhecimento sumério revela que a Terra teve origem através da colisão de dois gigantescos corpos celestes, Nibiru e Tiamat. Os escritos afirmam que Nibiru, um planeta avermelhado (que já foi avistado pela NASA e atualmente vem sendo chamado de “planeta X"), foi desviado de um sistema binário há bilhões de anos e capturado pela gravidade do nosso Sol. Esse planeta viajou em nosso sistema solar, abaixo da elíptica, passando por Netuno e Urano. Como seu campo magnético era muito intenso, ele deslocou Urano para seu lado quando passou por ele. Naquela época, não havia o planeta Terra, mas sim um outro planeta muito maior, Tiamat, coberto quase que só de água. Durante a trajetória, as luas de Nibiru atingiram Tiamat dividindo-no em duas partes, pulverizando a metade onde ele foi atingido (criando o cinturão de asteróides entre Marte e Júpiter) e empurrando a outra metade para uma órbita mais baixa, a atual órbita da Terra. Durante esse processo, uma das luas de Nibiru foi capturada pela gravidade da Terra e se tornou o nosso satélite. A primeira passagem de Nibiru foi responsável pela atual configuração do nosso sistema solar. Plutão era uma lua de Saturno que foi arrancada de sua gravidade e empurrada para a sua atual órbita. Em fevereiro de 2000, chegava ao fim a "Missão Near" (sonda Near) da NASA, chefiada pelo Dr. Cheng, confirmando esta gigantesca trombada celeste no início do nosso sistema solar (catastrofismo).

Nibiru tem um período orbital de 3600 anos se comparado com a Terra e orbita dois sóis. Os sumérios descreveram-no como sendo quatro vezes maior do que a Terra, de cor avermelhada, e responsável por grandes catástrofes no nosso planeta durante suas passagens através de nosso sistema solar. Eles explicam que a aproximação desse planeta foi a causa do dilúvio citado na Bíblia, devido a um deslocamento polar na Terra. Os estudiosos do legado sumério têm se questionado como seria possível que uma civilização tão antiga tivesse informações tão precisas sobre astronomia, numa época onde supostamente não havia equipamentos tecnológicos? A resposta está no trabalho de Zecharia Sitchin. O conhecimento sumério sobre o sistema solar só poderia ser obtido por meio de uma fonte externa. Que fosse capaz de viajar pelo espaço e observar esses eventos.

As placas sumérias têm informações precisas sobre os planetas do sistema solar. Os mais impresionantes são os dados sobre Plutão (planeta que só foi descoberto em 1930!). Eles sabiam o tamanho de Plutão, sua composição química e orgânica e afirmavam que Plutão era, na verdade, um satélite de Saturno que se "desprendeu" e ganhou uma nova órbita. Eles chamavam a Lua de "pote de chumbo" e diziam que seu núcleo era uma 'cabaça' de ferro. Durante o programa Apolo, a NASA confirmou esses dados. Esse conhecimento seria possível há 3.000 anos? Em 1983, o Satélite Astronômico Infravermelho (IRAS) fotografou um grande objeto na imensidão do espaço. O astro seria tão grande quanto Júpiter e provavelmente poderia fazer parte do nosso Sistema Solar. Em 1987, a Agência Espacial Norte-Americana (NASA) anunciou oficialmente que admitia a provável existência do chamado Planeta X. Em uma conferência realizada no Centro de Pesquisas Ames, na Califórnia, o pesquisador John Anderson declarou:
“Um décimo segundo planeta pode estar orbitando o Sol. Sua localização seria três vezes a distância entre o Sol e Plutão”.

A questão é delicadíssima. De um lado, temos escritos de milhares de anos sobre a formação da Terra, com informações precisas e riquezas de detalhes, traduzidos pelo maior especialista em civilização suméria. De outro lado, temos a discreta confirmação dessas informações pela maior agência espacial do mundo.

A questão da origem do planeta Terra e da humanidade é, de fato, extremamente delicada, porque ameaça completamente o mainstream social moderno (pelo menos, nas sociedades ocidentais). A humanidade é guiada pela ciência e/ou pela religião. Pelo empirismo ou pela fé. Entretanto, tanto um como o outro se tornaram instrumentos de poder para grupos poderosos interessados em dominar as grandes massas populares. Sistematicamente, os dois extremos têm ocultado ou distorcido, ao longo da historia, informações sobre a origem do homem no planeta.

No campo científico, homens como Charles Darwin induziram a humanidade a acreditar que o homem evoluiu progressiva e naturalmente de um tipo de antropóide. Essas afirmações foram baseadas nas observações e pressuposições de Darwin que, em suas viagens de estudos pelo mundo, desenvolveu a ideia de que um processo de seleção natural era responsável pelas mutações das diversas espécies de animais para se adaptarem às mudanças geofísicas sofridas pela Terra no passado. Até aí, tudo coerente. Porém, Darwin, precipitadamente, concluiu que os seres poderiam sofrer qualquer transformação para se adaptarem:
"Não vejo qualquer dificuldade em acreditar na possibilidade de que a seleção natural possa desenvolver a membrana no lêmure voador até transformá-la num verdadeiro membro alado, à semelhança do que deve ter ocorrido com o morcego".

Seguindo essa linha de pensamento, ele concluiu que um símio poderia ter perdido os pêlos, a cauda, ter erguido a coluna vertebral, ficado inteligente e se tornado homem de maneira natural. Atualmente, o Darwinismo também tem sido chamado de "Teoria da origem inferior das espécies". A antítese ao "evolucionismo" de Darwin é a "Teoria da origem superior das espécies", uma variação da teoria criacionista, baseada nas descobertas de fósseis humanos descomunais e ruínas de construções megalíticas, encontrados em várias partes do mundo.

Segundo os sumérios, essa raça de extraterrestres eram os Anunnaki (Os Do Céu Que estão Na Terra) que, mais tarde, foram chamados de Elohim (Senhores do Céu). Humanóides gigantes vindos do planeta Nibiru e que, devido a problemas no seu ecossistema, decidiram iniciar um processo de colonização no nosso planeta por volta de 450 mil anos atrás. A primeira expedição Anunnaki, liderada pelo mega-cientista ENKI (Senhor da Terra), aterrisou na região do Golfo Pérsico, onde estabeleceu a primeira base de operações: ERIDU (Lar Longínquo Construído). O plano original era extrair ouro do mar, o que de fato foi feito, mas à medida que esse processo foi ficando inviável, a única alternativa foi extrair o minério do sudeste da África, que já havia sido explorada por ENKI. Sem perda de tempo, ele partiu para o continente africano com uma equipe e ergueu o complexo ABZU. O ouro obtido nas minas da região iria ser transportado em embarcações até a Mesopotâmia para derretimento e refinamento. Em seguida, os lingotes eram enviados através de uma nave de carga até uma outra nave que ficava orbitando a Terra, aguardando a chegada periódica de uma nave-mãe que levava o precioso metal para Nibiru para ser usado como partículas suspensas na atmosfera, a fim de conter o avanço de um fenômeno semelhante ao efeito estufa.

A ampliação das atividades de mineração trouxe uma segunda expedição liderada pelo comandante ENLIL (Senhor do Comando), meio-irmão de ENKI e logo, os Anunnaki ergueram um gigantesco complexo logístico nas imediações do Monte Ararat. ENKI e ENLIL eram filhos do governante de Nibiru, ANU (Senhor das Alturas), e rivais, devido ao fato de que, mesmo sendo primogênito, ENKI não era o primeiro na linha de sucessão do trono nibiruano mas, sim, ENLIL. Posteriormente, uma terceira missão foi enviada, liderada pela médica-geneticista NINTI (Senhora da Vida), meia-irmã dos dois líderes, acirrando a disputa entre eles. Contudo, ao longo do trabalho dos Anunnaki, que já eram aproximadamente 600 na Terra, além de mais 300 em órbita, uma série de conflitos culminaram em um motim durante uma inspeção de rotina nas minas africanas. Os Anunnaki, astronautas e cientistas, improvisados como operários mineradores, reclamavam das tarefas designadas. Pressionado, ENLIL informou a ANU sobre a revolta e se dispôs a abandonar o comando da missão e retornar ao seu planeta. Uma corte marcial foi instaurada e ANU, tendo vindo à Terra, exigia que os líderes do motim se revelassem. Ouvindo os depoimentos, ANU concluiu que o trabalho era realmente muito duro e as reivindicações dos Anunnaki eram justas. Mas como interromper a mineração do ouro? O equilíbrio do ecossistema de Nibiru dependia do metal. ENKI imediatamente ofereceu uma solução genial. Ele informou que no sudeste africano, vagava um ser que poderia ser treinado para executar o trabalho de mineração e desde que a "marca dos Anunnaki" (DNA) pudesse ser colocada nele. ENKI se referia a uma espécie de hominídeo que tinha evoluído naturalmente na Terra, mas que ainda estava num nível evolucionário extremamente distante do atingido pelos habitantes de Nibiru. Não obstante, ENKI sabia que esse primata, assim como todos os seres da Terra, possuíam material genético compatível com os de Nibiru, porque aqui a vida teria se iniciado com esporos orgânicos trazidos de lá, após a colisão com Tiamat. Esse tipo de fenômeno, denominado de Panspermia Cósmica segundo cientistas de vanguarda, é comum nas galáxias, podendo ocorrer de forma acidental ou dirigida, como fizeram os Anunnaki.

Na unidade médica de ABZU, ENKI e NINTI concluíram que poderiam extrair o óvulo de uma fêmea primata, fertilizá-lo in vitro com o espermatozóide de um macho Anunnaki e implantá-lo no útero de uma fêmea Anunnaki. Após muitas tentativas e erros, estava criado o modelo perfeito do homo-sapiens. O processo foi repetido várias vezes, formando a primeira geração de híbridos humano-alienígenas na Terra que, contudo, eram estéreis. E à medida que os LULU (Trabalhadores Primitivos) eram desenvolvidos e encarregados no trabalho de mineração na África, os Anunnaki que trabalhavam na Mesopotâmia começaram a invejar os seus colegas e a clamar pela presença de humanos naquela região. Apesar das objeções de ENKI, ENLIL apoderou-se de um grupo de terráqueos e os levou para a principal base do Golfo Pérsico, ERIDU.
"Iahweh (ENLIL) tomou o homem e o colocou no Jardim do Éden para cultivar e guardar". Gênesis

A característica de longevidade do relógio biológico dos Anunnaki, onde 1 ano corresponde à 3.600 anos terráqueos, não foi inicialmente introduzida no material genético da primeira geração de humanos, que envelhecia rapidamente e tinha vida curta, o que levou ENKI a aperfeiçoar a manipulação genética dos híbridos, usando seu próprio esperma. Ele e NINTI desenvolveram um outro "modelo perfeito" de terráqueo, um macho que foi o primeiro representante da raça adâmica. O ADAMU ou ADAPA (Aquele Nascido na Terra) possuía alto grau de inteligência e longevidade maior. Em princípio, os primeiros híbridos machos e fêmeas eram estéreis e foram gerados no útero de NINTI e das enfermeiras voluntárias de sua equipe médica. Sitchin ressalta que, durante as muitas tentativas e erros dos dois cientistas nibiruanos para a criação do "humano ideal", várias espécies de mamíferos, anfíbios, répteis, aves e peixes foram utilizados como doadores de material genético. O resultado dessas ousadas experiências foram seres antropomórficos, de aspecto exótico ou monstruoso, que ficaram conhecidos, ao longo da história, como quimeras (centauros, cíclopes, hárpias, tritões, sereias, minotauros, hidras, górgonas, sátiros, etc). Criaturas que possuíam cabeça e tronco humanos e membros inferiores de animais (ou, às vezes, o inverso); ou uma bizarra combinação de ambos ou de vários animais; ou ainda, seres humanos com dois pares de membros superiores.

Algumas placas sumérias com anotações de ENKI a respeito dessas experiências revelam que muitos tinham sérias disfunções biológicas, mas outros se adaptavam bem e desenvolviam, inclusive, alto grau de inteligência. Ao contrário do que se pensa, esses seres não eram meros mitos, mas seres reais,s resultado de avançada engenharia genética. A ciência moderna, secretamente, tem dado os primeiros passos em direção a essas atividades (por exemplo, transplante de órgãos de animais em seres humanos). O fato é que esses seres fantásticos conviviam com os humanos criados pelos Anunnaki e foram citados em muitos textos de civilizações antigas, principalmente as greco-romanas e indo-européias. Alguns deles ficaram famosos em seus tempos, como a górgona Medusa, o sátiro Pan e o Minotauro, da ilha de Creta, ou o homem-pássaro hindu Garuda. Inicialmente, eram considerados semi-deuses, mas à medida que as civilizações iam ficando mais sofisticadas, esses seres passaram a ser vistos como ameaças e foram perseguidos e combatidos por homens como Gilgamesh, Perseu e Hércules.

A despeito das quimeras, o projeto do homo-sapiens foi bem sucedido, mas a primeira geração de híbridos não procriava, então ENKI decidiu criar clones modificados, utilizando o DNA mitocondrial de sua esposa NINKI (Senhora da Terra) combinado com o DNA do tecido retirado de ADAMU. Daí, criou uma fêmea apta para procriação. Sendo assim, "Adão e Eva", do livro do Gênesis, receberam o "fruto do conhecimento", ou seja, foram iniciados no conhecimento sobre procriação, além de outros assuntos. Sitchin diz ainda que o mito da "serpente tentadora" do Éden se refere ao termo "Nahash" (Portador do Conhecimento), um dos muitos epítetos de ENKI, que enaltecia suas habilidades científicas. O brilhante Anunnaki possuía um cajado de metal em forma de haste circundado por duas serpentes, em referência à dupla hélice do DNA humano. Esse símbolo, o Caduceu, foi adotado pela Medicina em todas as épocas (Também pelo deus Hermes). O fato é que ENKI e NINTI eram brilhantes cientistas e dominavam plenamente a ciência da manipulação genética, se referindo a ela como a ciência da "Árvore da Vida". Sitchin revela uma curiosidade interessante: A palavra "mãe" se originou de MAMI, um dos epítetos suméricos de NINTI, a Senhora da Vida.

ENLIL sempre mantinha ANU informado sobre tudo que ocorria na Terra e este, curioso para ver o resultado do trabalho de ENKI e NINTI, ordenou que ADAPA fosse levado à sua presença. ENKI temia que ele consumisse alguma substância que aumentasse o seu ciclo biológico e o induziu a evitar os alimentos que lhe fossem oferecidos. Contudo, ANU, surpreso com a perfeição da "criação", quis que o ADAPA fosse mantido em Nibiru, mas ele acabou sendo trazido de volta à Terra e ficou temporariamente sob a guarda de ENLIL, na base EDIN/Éden (Lar dos Justos), no Oriente Médio. Gradativamente, ADAPA e sua fêmea começaram a amadurecer sexualmente e esse fato irritou profundamente ENLIL, que sempre se opunha aos planos de ENKI e, tomado pela ira, os expulsou da base. Eles retornaram para a base africana ABZU e começaram a reproduzir. Sua prole era, então, clonada por ENKI para acelerar e ampliar a descendência e as gerações futuras geravam mais e mais humanos de agradável aparência física e portadores do gene de longevidade Anunnaki, embora vivessem bem menos que eles. Mas ainda assim atingiam idades fantásticas para os padrões biológicos atuais.

Sitchin faz uma revelação perturbadora: segundo ele, as primeiras civilizações humanas aprenderam a fazer cálculos baseados numa média orbital entre Nibiru e a Terra. Como os Anunnaki controlavam o seu tempo baseado na órbita do seu planeta, os homens foram instruídos a fazer cálculos com esse referencial. A primeira grande civilização pós-diluviana, a sumérica, dominava o complexo sistema matemático elaborado pelos Anunnaki para aplicação na Terra, onde o dígito 1 correspondia a 60 unidades (o atual sistema cronográfico onde 1 h. = 60 min. = 3.600 seg. é baseado nesse modelo). Portanto, o ciclo de vida dos primeiros homens adâmicos, seguindo esse padrão, poderia ter durado alguns milhares de anos. Essa característica genética foi mantida até as primeiras dinastias egípcias quando, então, começou a se deteriorar porque o próprio relógio biológico dos Anunnaki ficou debilitado pelas condições de vida neste planeta.

Sitchin faz uma observação em seus livros a respeito da raça adâmica e da origem do nome Adão: ele admite que, possivelmente, não havia um indivíduo assim chamado, mas de fato o primeiro modelo ideal do homo-sapiens ficou famoso entre os Anunnaki e os homens da Terra porque foi a primeira matriz biológica e porque gozava da proteção de ENKI, que o chamava de ADAPA (Nascido na Terra). Se, de fato, ele foi clonado, é possível que em determinado momento o termo passou a se referir a toda a primeira geração de homens. Sendo assim, é provável que algumas citações históricas distorceram o termo ADÃO/ADAMU/ADAPA para o singular, assim como foi feito com a palavra Elohim ("deuses", e não "Deus").

Um detalhe interessante sobre a descendência de Adão e Eva pode ser observado no incidente entre Caim e Abel. Sitchin tem uma teoria muito interessante: ENKI teria ensinado a pecuária aos homens e ENLIL, a agricultura. Caim e Abel eram, respectivamente, agricultor e pastor e lideravam grupos de trabalhadores nessas atividades. As constantes disputas entre os dois líderes Anunnaki acabaram influenciando o comportamento dos humanos. E desentendimentos e ciúmes entre os trabalhadores acabaram culminando no assassinato de Abel. Então, Caim foi condenado ao exílio por ENLIL, que ficara perplexo diante da primeira demonstração de violência entre os homens e pretendia evitar que aquilo gerasse uma reação em cadeia. Tomado de pavor de uma vingança, Caim teria implorado a ENLIL que o protegesse. O comandante Anunnaki, irado pelo crime de seu pupilo contra Abel, se manteve irredutível na sua decisão, mas pediu a NINTI que lhe fizesse uma modificação genética para que os outros homens soubessem que ele carregava um "sinal de Deus" e não o molestassem. A famosa "marca de Caim", citada no Antigo Testamento, consistia numa alteração cromossômica para que os seus descendentes não tivessem pêlos faciais. Banido, Caim teria vagado com sua família e seguidores por longas distâncias e Sitchin sugere que eles teriam chegado até a América Central e se fixado lá. Sua descendência, ignorada pela história, teria sido a base genética dos ameríndios, que têm como característica principal a ausência de pêlos faciais.

Ao longo dos milênios, as gerações de humanos deixavam de ser apenas trabalhadores ou escravos nas minas. Eventualmente aprendiam novas tarefas e logo cozinhavam, dançavam, tocavam músicas, eram instruídos em todas as ciências e até construíam "casas" para os "deuses", que eles chamavam de "templos". Logo, o objetivo central da missão foi desaparecendo e os Anunnaki pareciam se agradar daquela excelente vida na Terra. Porém, como havia poucas mulheres nibiruanas na Terra, muitos Anunnaki se sentiram atraídos pelas fêmeas humanas e começaram a tomá-las por suas mulheres:
"Quando os filhos dos deuses viram que as filhas dos homens eram bonitas, as tomaram como esposas". Gênesis.

Desse cruzamento nasceram os híbridos gigantes, os chamados nefilins, anakins, refains ou titãs. Sitchin afirma que, segundo os sumérios, a estatura média dos Anunnaki era de 3,5 a 4m, atingindo até 7m e que seus descendentes titãs mantiveram esse nível. O fato é que, em alguns milênios, eles acabaram organizando os homens em centros urbanos e os instruíam em todos os segmentos possíveis, gerando, então, poderosas civilizações.

Porém, em certo momento, as relações entre homens e Anunnaki ficaram comprometidas por ódios e paixões, levando-os a toda sorte de comportamentos bizarros, que se agravavam mais ainda pela aproximação do planeta gigante Nibiru, que já estava causando terríveis mudanças no clima agradável do planeta e logo, os flagelos naturais, somados às perturbações sociais, causaram a deterioração moral daquela sociedade híbrida. Esses fatos irritavam seriamente ENLIL, que estimulava cada vez mais a desconfiança em ANU e nas altas hierarquias Anunnaki, que já repudiavam o comportamento dos alienígenas nesse planeta. Cedendo à pressão de ENLIL, ANU ordenou que os chefes Anunnaki se reunissem em conselho para julgarem a humanidade e decidirem o que deveria ser feito como punição. Aproveitando a nova passagem de Nibiru pelo nosso sistema solar, que causaria um cataclisma na Terra, ENLIL e ANU votaram por deixar a humanidade ser dizimada. Essa decisão acabou aceita pela maioria do conselho, mas sob protestos veementes de NINTI e ENKI. O fato é que preveleceu a pressão e o poder de persuasão de ENLIL sobre ANU que obrigou o conselho a prestar juramento de que não alertaria os homens quanto à catástrofe iminente. A grande verdade é que o transtorno planetário foi usado por ENLIL para fazer uma "limpeza racial" na Terra porque não admitia a miscigenação entre os Anunnaki e os terráqueos.
"Viu o Senhor que era grande a maldade do homem na terra, e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era má continuamente. Então, arrependeu-se o Senhor de haver feito o homem na terra e isso lhe pesou no coração. E disse o Senhor: Destruirei da face da terra o homem que criei, tanto o homem como o animal, os répteis e as aves do céu; porque me arrependo de os haver feito." Gênesis

Inconformado e temendo pela sua obra, ENKI designou, secretamente, um homem, de nome sumério ZIUSUDRA (Noé ou Noah, em hebraico), para reunir grupos de humanos e espécies animais diferentes, que seriam salvas das inundações do planeta causadas pelo deslocamento dos pólos, devido à aproximação de Nibiru, em uma nave submarina submergível desenvolvida por ele, para essa finalidade. ENKI elaborou ocultamente um plano de sobrevivência para os seres selecionados por ZIUSUDRA, pois não ousava desafiar seu pai ANU, nem as hierarquias de Nibiru. Sem tomar conhecimento do seu plano, os Anunnaki evacuaram a Terra e de suas naves estacionadas na órbita do planeta, observaram o desastre e se entristeceram, sofrendo pela destruição daquela grandiosa obra e amargurados por terem abandonado os humanos ao terrível cataclisma. Com a passagem de Nibiru, duros tempos se iniciaram na Terra.

Um detalhe curioso revela o grau de comprometimento de ENKI com a humanidade naquele momento: tendo sido obrigado a prestar juramento, ele não podia revelar aos homens sobre o perigo iminente e nem ajudá-los, mas incorfomado com a situação encontrou uma peculiar maneira de alertar pelo menos um pequeno grupo. Nos tabletes sumérios referentes ao episódio do dilúvio, é mencionado que ENKI tinha ciência que não podia contar aos homens, mas nada o impedia de "falar c/ as paredes". Uma noite, ele se aproximou da casa onde morava ZIUSUDRA, se detendo do lado de fora perto do aposento onde este dormia, e falando alto ou através de algum aparelho, propagou sua voz pelo local dizendo:
"Parede, o teu senhor ENKI te ordena que construa uma embarcação, reúna quantos familiares e agregados puderes, abandona tuas posses e salva tua vida, pois os elohim condenaram a humanidade à morte..."

Quando o nível das águas cedeu e as camadas de lama que cobriam a Mesopotâmia secaram, o suficiente para permitir o repovoamento, os Anunnaki retornaram à Terra e se surpreenderam quando viram os sobreviventes do cataclisma. E, num primeiro momento, se indignaram quando ENKI revelou ter elaborado o plano de sobrevivência das espécies terráqueas. Contudo, a revolta cedeu lugar ao contentamento pela possibilidade de reconstruir a humanidade. NANNAR, um dos filhos de ENLIL, recebeu uma extensão de terra que ia do oeste até o Mediterrâneo e ficou encarregado de reconstruir ERIDU, que viria a se tornar Summer ou Suméria e fundando outras, como Ur. Ao filho mais novo de ENLIL, ISHKUR (Senhor das Montanhas Distantes), coube as terras a noroeste. Ásia menor e as ilhas do Mediterrâneo, onde a "realeza" Anunnaki se espalhou, dando origem ao panteão dos deuses greco-romanos. ENKI e seus descendentes, entre eles seu filho NINGISHSIDA (Senhor da Árvore da Vida) ficaram encarregados de reconstruir ABZU nas terras africanas. De fato, todo planeta foi repartido entre os Anunnaki, que se tornaram as deidades das mitologias indo-européias, asiáticas e andinas. Däniken menciona que, em determinado momento, NINGISHSIDA (chamado de TOTH pelos egípcios), teria ido para a América Central explorar a região dos Andes juntamente com um grupo de sobreviventes africanos e teria erguido a civilização dos olmecas, que seriam os mentores dos astecas (segundo Däniken, a palavra asteca deriva da raiz az-tlan e se refere aos sobreviventes que vieram das terras da Atlântida). Ele ainda especula que a base do povo asteca era formada pela descendência de Caim misturada com os exilados atlantes. Sitchin não faz menções sobre a Lemúria e Atlântida, mas as peças acabam se encaixando. No comando dos olmecas e dos astecas, o hábil e engenhoso NINGISHSIDA teria ficado conhecido como o deus Quetzalcoatl (A grande Serpente Emplumada). ISHKUR, posteriormente, também teria ocupado as terras da península de Yucatán, no México, e ficou conhecido como o deus Viracocha.

As civilizações reerguidas na Mesopotâmia fizeram várias citações aos Anunnaki e a mais peculiar é a que deu base para a referência bíblica dos "Nefilins, os anjos caídos! Aqueles que desceram dos céus para cruzarem com as mulheres dos homens!"

"Esses Nefilins eram os valentes, os homens de renome, que existiram na antigüidade." Gênesis 6.4

"Antes, haviam habitado nela os Emins, povo grande e numeroso, e alto como os Anaquins; eles também são considerados Refains como os Anaquins; mas os moabitas lhes chamam Emins." Deuteronômio 2.10-11

"Porque só Ogue, rei de Basã, ficou de resto dos refains; eis que o seu leito, um leito de ferro, não está porventura em Rabá dos amonitas? O seu comprimento é de nove côvados [4 metros], e de quatro côvados [1,78 metros] a sua largura, segundo o côvado em uso." Deutoronômio 3.11

"Também vimos ali os Nefilins, isto é, os filhos de Anaque e éramos aos vossos olhos como gafanhotos." Números 13.33

"Então, saiu do arraial dos filisteus um campeão, cujo nome era Goliah, de Gate, que tinha de altura seis côvados e um palmo [2,89 metros]." 1 Samuel 17.4

Vale ressaltar um fato ocorrido que foi divulgado amplamente na internet. Recentemente uma empresa árabe de fornecimento de gás natural chamada ARAMCO, durante uma de suas escavações numa região desértica ao sudoeste da Arábia Saudita chamada "RAB-UL-KHAALEE" (quartel vazio), encontrou um esqueleto humanóide absurdamente gigantesco, provavelmente o maior revelado até hoje. Quando a notícia foi divulgada em sites de notícias na internet árabe, imediatamente as forças armadas árabes isolaram toda a área, impedindo totalmente o acesso ao local. Exceto aos funcionários da ARAMCO. Helicópteros militares sobrevoaram a área e tiraram várias fotos e o governo árabe negou-se a qualquer esclarecimento, considerando o assunto estritamente secreto. Porém, algumas dessas surpreendentes fotos vazaram e foram publicadas em inúmeros sites na web. Poucos dias após a divulgação mundial do caso, surgiram posts em fóruns de ufologia explicando que a foto do esqueleto seria uma fraude. Uma montagem, resultado do trabalho da empresa de designer gráfico Worth1000 para fazer proganda dos produtos Corel Draw e Photoshop. Junto com o texto, uma outra foto foi divulgada, que supostamente seria a mesma tirada no local das escavações da ARAMCO. O fóssil encontrado teria sido de um mastodonte e a foto teria saído dos arquivos da Cornell University norte-americana. Então, os sites que publicaram o primeiro material sobre o evento, imediatamente retificaram seus textos, concluindo que as imagens foram renderizadas por alguem ligado à empresa. Mas se fosse realmente assim, por que tanto zelo, segredo e demora na divulgação da "verdade"? Comparem as duas fotos: a 1ª, publicada na internet; a 2ª, "oficial". Qual vocês acham que foi "photoshopada"? Reparem na haste que sai da lama no alto à direita da segunda foto! Sua sombra vai para um lado irreal, comparada às outras! Na primeira, as sombras são perfeitas!





Abaixo, uma representação de um esqueleto de um gigante, montado a partir de sete fragmentos estudados por uma junta de cientistas. Ele está exposto no "Parque dos Mistérios", em Interlaken, na Suiça.

No ocidente, ocorre o ocultamento total do assunto. Instrumentos de repressão, como a Ordem dos Cavaleiros Templários e a Inquisição, foram usados para suprimir esses conhecimentos da humanidade e mantê-los nos porões da igreja católica ou sob o domínio de obscuros rabinos. O que as pessoas pensariam se soubessem que a expressão "ser feito à imagem e semelhança de Deus", no caso do planeta Terra, se refere à manipulação genética de uma espécie semi-humana por outra super-humana, resultando numa outra espécie humana peculiar? E temos que considerar que o termo "Deus" não era usado pelos sumérios. Eles eram cientes da condição extraterrestre dos Anunnaki. O aspecto "divino" desses seres começou a ser atribuído na medida em que seus herdeiros diretos na hierarquia de poder, os faraós do Egito, utilizavam essa condição para legitimar e garantir sua posição no poder, como "filhos dos deuses". As sociedades que foram influenciadas diretamente pelos Sumérios, como as greco-romanas e indo-européias, distorceram a condição dos Anunnaki em relação aos sumérios, passaram a adorá-los como "deuses" e acabaram consolidando o politeísmo. Divindades de diversos lugares como Zeus, Apollo e Poseidon, na Grécia; Ptah, Ra e Hórus no Egito; Brahma, Vishnu e Shiva, na India; ou Odin, Thor e Loki, na Escandinávia eram os mesmos Anunnaki. Entretanto, os hebreus, que repudiavam o politeísmo egípcio e mesopotâmico, manipularam o conceito dos Anunnaki de outra forma, adotando no singular o termo "elohim"(que é plural = deuses) para se referir a um Deus único. Sitchin revela que isso ocorreu porque os semitas eram uma nação serviente a ENLIL, o autoritário e vingativo comandante Anunnaki que se apresentava para os hebreus como Javé (YWHW) e teria formado uma aliança com esse povo, inclusive tendo-os guiado através do deserto por quarenta anos, em direção à Cashemira, na India. Segundo Däniken, ela seria a verdadeira terra prometida, e não a Palestina. Ele afirma que esse longo período no deserto foi uma experiência feita por ENLIL para garantir a não interferência de outros povos na linhagem genética dos semitas, que eram seus protegidos (enlititas).

Apesar de ENKI ter sido literalmente o "senhor da criação" na Terra, a "administração" do planeta ficava sob o comando de ENLIL que, na condição de sucessor direto de ANU no governo de Nibiru, fazia valer sua autoridade entre os Anunnaki e os homens. Determinando leis, impondo ordens e realizando feitos notórios que o deixavam na condição de "senhor da humanidade". Alguns desses feitos foram decisivos para que ENLIL viesse a ser confundido como o Logos Criador do universo ao longo da história:
  • A decisão de manter o ADAPA e sua fêmea sob sua guarda, quando eles foram trazidos de volta de Nibiru.
  • A decisão de expulsá-los da base EDIN quando atingiram a maturidade sexual.
  • A decisão de deixar a humanidade perecer no dilúvio, que foi interpretada pela humanidade, não como uma demonstração de arrogância, mas como uma demonstração de poder sobre a vida e a morte.
  • A decisão de assumir para si e seus descendentes a reconstrução da Mesopotâmia após o dilúvio, o que consolidou sua condição de "senhor" das antigas nações do Oriente Médio.
  • As vitórias do seu clã em várias disputas travadas com o clã de ENKI, mostravam o peso do seu poder de comando. Ele era sempre enaltecido como "Aquele que Decide os Destinos".
  • A decisão de permitir que seu clã propagasse diversas línguas diferentes entre as civilizações dos homens para manter a dispersão dos povos, evitando a coesão de grupos rebeldes, uma vez que o incidente da Torre de Babel trouxe sérios problemas para os Anunnaki.
  • A decisão de permitir que Sodoma e Gomorra fossem destruídas, em mais uma disputa com o clã de ENKI.
  • A aliança com a nação hebraica, que acabou sendo o berço do Cristianismo.
  • A entrega dos mandamentos recebidos por Moisés para manter o equilíbrio moral e social da sua nação protegida.
  • A dizimação do exército egípcio, em perseguição aos semitas no deserto, durante o êxodo.
  • O combate dos hebreus às formas de adoração aos outros Anunnaki (politeísmo). Visando reduzir ao máximo a influência do clã de ENKI, que ainda era forte no Oriente Médio.
Segue abaixo um trecho de uma entrevista de Zecharia Sitchin falando um pouco de tudo o que foi exposto acima:

P - A palavra hebraica Nafal, que significa "queda"?
ZS - "Exato. 'Queda', 'vir abaixo', 'descer'. Assim, o que isto significa? Isto me levou aos estudos bíblicos e então às mitologia, arqueologia e todos os outros assuntos, inclusive ao estudo das linguas antigas,  que se tornou a minha educação e vocação. Então, dai vem a minha pesquisa e decisão de escrever sobre isto começando com uma pergunta: Quem eram os Nefilins? Todas as escrituras antigas, a Bíblia, os mitos gregos, os mitos e textos egípcios, os textos da pirâmide, tudo me levou aos sumérios, cuja civilização foi a primeira conhecida  6.000 anos. Eu me concentrei na Suméria, a fonte destas lendas, mitos e textos e cheguei às suas repetidas e persistentes declarações sobre estes seres, que os sumérios chamavam de Anunnaki, que vieram à Terra de um planeta chamado Nibiru. O planeta era designado pelo signo da cruz e Nibiru significa "planeta da passagem"  [travessia].

A questão em minha pesquisa, então, mudou de "Quem eram os Nefilim e os Anunnaki?" para "Que planeta é esse Nibiru?" O que me forçou a ser proficiente em astronomia, e tive que aprender bastante sobre isto para lidar com o assunto. Eu descobri que os eruditos estavam divididos. Alguns diziam que Nibiru era Marte, que de fato foi descrito e conhecido pelo povo antigo, e outros diziam que não, que era Júpiter. Aqueles que diziam que era Júpiter, e não Marte, tinham argumentos muito convincentes do porque não podia ser Marte. E aqueles que diziam que era Marte, e não Júpiter, tinham argumentos muito convincentes do porque não podia ser Júpiter também.

Sendo capaz de ir diretamente à fonte (os tabletes de argila e a escrita cuneiforme), a mim pareceu que ninguém estava certo, porque a descrição de Nibiru e sua posição quando perto do Sol indicava que nem podia ser Marte e nem podia ser Júpiter. E então uma noite acordei com a resposta: com certeza, é um planeta a mais que vem periodicamente entre Marte e Jupiter e algumas vezes está mais perto de Marte e outras, mais próximo de Júpiter, mas não é nem Marte e nem Júpiter.

Tendo entendido que esta era a resposta, que existe um planeta a mais, tudo mais se encaixou. O significado do Épico da Criação mesopotâmico onde são baseados os primeiros capítulos do Gênesis e todos os detalhes sobre os Anunnaki, quem eles eram e quem eram seus líderes e como eles viajaram do planeta deles para a Terra e como caíram no Golfo Pérsico e sobre o primeiro assentamento deles, seus líderes e assim por diante, tudo ficou claro!  Os Sumérios  tinham um enorme conhecimento. Eles sabiam sobre Urano e Netuno e os descreveram e eles sabiam sobre Plutão. Eles eram exímios em matemática e, em muitos aspectos, seu conhecimento ultrapassava o dos dias modernos. Eles diziam, "Tudo o que sabemos nos foi dito pelos Anunnaki."  A publicação do primeiro livro, seu impacto foi a compreeensão de que povos antigos, a começar pelos Sumérios, sabiam e descreviam e falavam de um planeta a mais no nossso sistema solar. Não era uma descoberta como a de Plutão em 1930 (o qual os Sumérios conheciam há 6.000 anos). Plutão foi uma descoberta  astronômica muito interessante, os livros didáticos tiveram que ser revisados. Mas para a pessoa média, o homem das ruas, realmente não fez nenhuma diferença. Nibiru, por outro lado, era uma história muito diferente. Se existe Nibiru, (e este é o planeta que os astrônomos de nossos dias chamam de planeta X), então os Anunnaki existem.

Assim, a existência de Nibiru não é uma simples questão de mais um planeta em nosso sistema solar. Isto é diferente, porque se existem  Nibiru e os Anunnaki, existe, então, a declaração da Suméria de que eles voltam a nossa vizinhança a cada 3.600 anos, e que por vezes no passado nos deram civilização. Então, não estamos sós e há pessoas mais avançadas do que nós em nosso sistema solar."

P - O que acontecerá da próxima vez ?
ZS -
 "Quem sabe como eles se sentirão a nosso respeito quanto voltarem? Será que decidirão nos dar mais conhecimento e mais avanço técnico e mais civilização, ou eles decidirão que não somos bons, como aconteceu nos tempos do  Dilúvio, e tentarão se livrar de nós?

Então, o primeiro livro estabelece os fundamentos e descreve o conhecimento  Sumério e conclui da existência de um planeta a mais e realmente é a chave para a compreensão do que seja tudo isto. Que são as lendas do Gênesis, o que são as lendas da criação, qual foi o nosso passado, e uma maneira pela qual será o futuro."

P - O que mais você pode nos dizer sobre os Anunnaki, se temos livre arbítrio ou se isto é deteminado pelos mesmos Anunnaki?
ZS -
 "Me perguntaram, "Eles se parecem conosco?" e eu disse: Não, nós nos parecemos com eles. Eles nos fizeram por engenharia genética. Eles dispararam a arma da evolução e nos fizeram parecer fisicamente com eles, e sermos parecidos emocionalmente. Isto é o que diz a Bíblia quando diz: "Vamos fazer  Adão a nossa semelhança e imagem." Fisicamente, externa e internamente. Tanto quantos eles assim sejam, assim somos nós.

Há uma tremenda diferença quanto ao período de vida. É isto que dá a noção da imortalidade deles. Porque um ano deles é uma órbita deles ao redor do Sol. Assim, um ano deles equivale a 3.600 anos nossos. Esta é diferença chave entre eles e nós.

Então, há a diferença entre o avanço tecnológico deles que os capacita não apenas a viajar no espaço e ter viajado a meio milhão de anos atrás, mas também reviver os mortos e fazerem outras coisas que nos tempos bíblicos eram consideradas milagres."

Fonte: osnefelins.tripod.com

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