Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Enganados (Como sempre!...)

Amigos e amigas.
Todos nós aprendemos que a cidade de Guernica sofreu um terrível ataque da Força Aérea Nazi-facista já perto da  2ª Guerra, acontecimento eternizado por Picasso em seu quadro "Guernica", tido como "a obra prima do séc. XX".
Há um bom tempo, li uma outra versão dessa história que dizia totalmente o contrário. Inadvertidamente, a revi hoje e resolvi colocá-la aqui no Palavra Livre. É pra lá de interessante.
Leiam e avaliem se o autor merece crédito. Eu penso que sim, pois não consigo imaginar leviandade numa contestação deste naipe.
FAB29


Não foi bem assim...!
A farsa de Guernica começa já com a “obra-prima” de mesmo nome, de autoria de Pablo Picasso: o famosíssimo quadro “Guernica” já estava pintado muito tempo antes da explosão da dita cidade!

Apesar do Revisionismo já ter desmascarado há muito tempo a Farsa de Guernica (farsa que a exemplo do “Diário” de Anne Frank ainda continua sendo mantida pelo poder da mídia), a velha história da destruição da histórica cidade basca pela aviação nazi-fascista, como simples “treino” de bombardeio (!), vem sendo repetida monotonamente há mais de 60 anos. Mesmo com todas as evidências contrárias trazidas à tona através das inúmeras pesquisas e da abertura de diversos arquivos que vinham sendo mantidos secretos em diversos países, a mídia internacional repete a mesma versão, no evidente intuito de transformar uma mentira em verdade absoluta e imutável.

Guernica
Guernica (Pablo Picasso) - 1937

Senão, vejamos: a farsa de Guernica começa já com a “obra-prima” de mesmo nome, de autoria de Pablo Picasso. Conforme o historiador inglês David Irving, em sua obra Hermann Goering, a Biography, (MacMillan, NY, 1989, p. 178), o famosíssimo quadro “Guernica” já estava pintado muito tempo antes da explosão da dita cidade: idealizado tendo como tema uma corrente de touros… (?!) (mas igualmente poderia chamar-se “O descarrilamento do comboio de gado”, ou “Blackout no matadouro”, ou ainda “Viva as drogas!”, etc, etc), foi rebatizado após 26 de abril de 1937, para adaptar-se às exigências político-ideológicas de seus amigos marxistas da imprensa internacional. A partir daí, iniciou sua carreira desenfreada para chegar até nossos dias como “a maior obra de arte do Século XX”… (!).

Adendo do administrador: o dito "ataque" ocorreu em 26 de abril de 1937. É dito que Picasso, "indignado pela covardia nazista", trabalhou por cinco meses no seu clássico painel. Só que ele foi exposto pela primeira vez na Exposição Internacional da Vida Moderna, em Paris, na data de 4 de junho de 1937, um mês e 9 dias depois do alegado bombardeio. Estranho, não?!

A farsa continua com a história do “bombardeio” da cidade. O historiador judeu-americano Raymond Proctor, em sua obra Hitler’s Luftwaffe in the Spanish Civil War, (Greenwood Publishers, NY, 1991) chega à seguinte conclusão, referindo-se às investigações posteriores sobre aqueles acontecimentos:

“Afirma-se sempre que os aviões nacionalistas (Legião Condor, da força aérea alemã, juntamente com formações de caças Fiat CR-37 enviados por Mussolini) teriam bombardeado a cidade, mas o que realmente aconteceu é que esta foi vítima das explosões e do fogo provocados pelos vermelhos (‘Reds’, em inglês – comunistas das Brigadas Internacionais, os chamados Republicanos) sendo reduzida como que a uma montanha de escombros”.

As investigações do Proctor, a partir das próprias fontes republicanas e suas entrevistas com sobreviventes da destruição, revelam que Guenica estava sendo utilizada pelos comunistas como depósito de armamento e munições. Com a rápida aproximação das forças terrestres nacionalistas do General Franco, os comunistas, sem condições de manter suas posições na cidade, incendiaram-na e fizeram ir pelos ares os depósitos de munições, sem a mínima consideração com a população civil daquela cidade basca. Centenas – no mínimo – de civis, homens, mulheres e crianças, fugiram espavoridos em todas as direções e muitos foram violentamente atingidos pelas detonações. Através dos serviços telegráficos, o comissário marxista de Guernica enviou para a United Press International fotografias de numerosos cadáveres como prova documental de “horrendas atrocidades fascistas” exercidas contra inocentes populações indefesas. Os jornalistas estrangeiros a serviço da imprensa sionista/esquerdista internacional aceitaram agradecidos e sem pestanejar a versão comunista, iniciando a longa jornada de falsidades e mentiras sobre Guernica e que perdura – apesar de todas as provas em contrário – até os dias de hoje, ilustrada e reforçada pela impostura “artística” de Picasso. Paradoxalmente, hoje, as “provas” das aludidas atrocidades fascistas em Guernica resumem-se quase que exclusivamente ao horrendo quadro do conhecidíssimo “pintor” espanhol…

Na citada obra, Proctor acrescenta mais alguns dados que reforçam essas revelações:

“O único motivo do envolvimento de Hitler (na Guerra Civil Espanhola) foi o receio de que os soviéticos viessem a estabelecer uma base segura na Europa Ocidental. (…) Hitler pessoal e diretamente manteve a mais severa pressão sobre a sua Força Aérea na Espanha, proibindo terminantemente qualquer ação que violasse a Lei internacional”.

Entretanto, as forças marxistas prosseguiam com os bombardeios de hospitais, torturavam e massacravam prisioneiros em nome de sua ideologia política, atacavam conventos (como em San Sebastian, onde mais de oitenta freiras foram brutalmente seviciadas e assassinadas a tiros…) ou esmagavam com grande eficiência as colunas de refugiados, sem que a imprensa internacional emitisse o menor protesto. Mas nos dias que se seguiram a 26 de abril – e até os dias de hoje! – essa mesma imprensa tocou as trombetas ao redor do mundo acusando a Força Aérea Alemã de um monstruoso ataque terrorista contra a indefesa cidade de Guernica. Era um preparativo da opinião pública mundial feito pelo sionismo internacional através da sua guerra – que já vinha sendo preparada há muito tempo – contra o “totalitarismo sanguinário nazi-fascista”.

Durante o “Julgamento” de Nuremberg, uma das acusações lançadas contra o comandante da Força Aérea alemã, Hermann Goering, foi exatamente a sua alegada ordem para o bombardeio de Guernica. Apesar de todos os esforços da acusação, segundo o mesmo Proctor, não conseguiram seu intento pois o “tribunal” estava de posse do diário do Ministério da Aeronáutica alemão – considerado por eles mesmos como extremamente minucioso e completo – e não havia nenhuma menção à cidade.

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