Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quarta-feira, 27 de março de 2013

Ariel Sharon

Amigos e amigas.
Falar deste senhor é particularmente espinhoso. Não há tons de cinza. Enquanto os fundamentalistas sionistas e seus aspones o veem com brilho nos olhos, eu só vejo trevas. Nada do que já li sobre ele me causou um mínimo de simpatia. Fiz uma pesquisa e constatei que não tenho motivo algum para simpatizar. Sua frieza, fanatismo, crueza, violência, impiedade,... cada atitude me desalentava ou me enojava. Não deixa nada a dever às atitudes delegadas aos piores criminosos da História.
Desde 2006, o 'desinfeliz' está em coma. Há quem fale o famoso "Aqui se faz, aqui se paga!" ou em "Justiça Divina". Há muito tempo, venho me desapegando desse espírito revanchista. Afinal, quem disse que ele agiu sozinho, por pura vontade própria ou que era ele que mandava em tudo? Corruptor é o que não falta na geopolítica do mundo. Meu único e maior desejo é que todo esse estado de coisas nunca mais ocorra.
Tenham uma ideia de sua personalidade nefasta nesses excertos abaixo. Alguns são de seus compatriotas.
FAB29


"A história de Sharon nos oferece um arquivo de corrupção moral, com documentos provando crimes de guerra no início dos anos 50. (...) A primeira ação militar de Sharon foi em agosto de 1953 no Campo de Refugiados de El-Bureig, ao sul de Gaza. Um arquivo israelense da Unidade 101 registra que 50 refugiados foram assasinados; outras fontes alegam terem sido 15 ou 20. O Major-General Vagn Bennike, comandante das Nações Unidas, relatou que “bombas foram lançadas pelos homens de Sharon “através de janelas das cabanas nas quais os refugiados estavam dormindo e, assim que alguns destes saíam, eram atacados por armas de pequeno porte e automáticas”.

Em outubro de 1953, ocorreu o ataque da Unidade 101, comandada por Sharon, a vila jordaniana de Qibya, cuja “mancha” segundo o Ministro de Relações Exteriores de Israel à época confidenciou ao seu diário, “estará grudada em nós e impossível de ser lavada por muitos anos”. Ele estava errado. Posto que vários comentários ainda mais fortemente pró-israelenses no ocidente o compararam com Lidice (cidade da Tcheco Eslováquia que dizem ter sido destruída pelos nazistas na 2ª Guerra. N.A.). Qibya e o papel de Sharon são dificilmente evocados no ocidente hoje, a não ser por jornalistas como Deborah Sontag, do New York Times, que escreveu recentemente uma nota 'chapa branca', descrevendo-o como 'corajoso', ou o representante do Washington Post em Jerusalém, que ternamente o invocou, após sua fatal excursão aos locais sagrados em Jerusalém, como o 'grandioso guerreiro'.

O historiador israelense Avi Shlaim descreve assim o massacre: “A ordem de Sharon era para penetrar Qibya, explodir casas e causar grandes danos aos habitantes. O sucesso obtido pro suas ordens superou todas as expectativas. A completa e macabra história do que aconteceu em Qibya foi revelada somente durante a manhã posterior ao ataque. A vila foi reduzida a ruínas: quarenta e cinco casas foram explodidas e sessenta e nove civis, dois terços mulheres e crianças, foram mortos. Sharon e seus homens afirmaram que acreditavam que todos os habitantes haviam fugido e de que não imaginavam que havia pessoas se escondendo dentro das casas”. (...)

E o que dizer sobre a conduta de Sharon quando esteve na direção do Comando do Sul das Forças de Defesa de Israel no inicio dos anos de 1970? A “passagem” de Gaza foi vivamente descrita por Phil Reeves em um artigo no The London Independent em 21 de janeiro desse ano:

Eles (soldados de Sharon) vieram pela noite e começaram marcando as casas que queriam demolir com tinta vermelha, disse Ibrahim Ghanim, 70, um trabalhador aposentado: “Pela manhã eles voltaram e ordenaram que todos saíssem. Eu me lembro de todos dos soldados gritando para as pessoas, Yalla, yalla, yalla, yalla! Eles atiravam os pertences das pessoas na rua. Então Sharon trouxe tratores e começaram a pavimentar a rua. Eles fizeram todo o trabalho praticamente em um dia. E os soldados batiam nas pessoas, você pode imaginar? Soldados com armas batendo em pequenas crianças!” Assim que o trabalho do exercito israelense terminou, centenas de casas estavam destruídas, não somente na Rua Wreckage, mas por todo o campo, com cancelas de “segurança” instaladas por Sharon nas suas vias de segurança. Muitos refugiados se abrigaram em escolas ou se apertaram nas já lotadas casas de parentes. Outras famílias, geralmente aquelas com um ativista político palestino, foram colocadas em caminhões e levadas ao exílio em uma cidade no coração do Deserto de Sinai, controlada por Israel”. (...)

Em agosto de 1971 sozinhas, tropas sob o comando do Sr. Sharon destruíram cerca de 2000 casas na Faixa de Gaza desalojando 16.000 pessoas pela segunda vez em suas vidas. Centenas de jovens palestinos foram presos e deportados para a Jordânia e o Líbano. Seiscentos parentes de guerrilheiros suspeitos foram exilados no Sinai. Na segunda metade de 1971, 104 guerrilheiros foram assassinados. 'A polícia naquele tempo não prendia os suspeitos, mas os assassinava', disse Raji Sourani, diretor do Centro Palestino de Direitos Humanos na Cidade de Gaza”. (...)

Como ministro da defesa do segundo governo de Menachem Begin, Sharon foi o comandante que liderou plenamente o assalto ao Libano de 1982, com a ordem expressa de destruir a OLP, levando tantos palestinos quanto fosse possível para a Jordânia e fazendo do Líbano um estado “cliente” de Israel. Este foi um plano de guerra que custou um sofrimento incontável (cerca de 20.000 vidas Palestinas e Libanesas), e também a morte de aproximadamente 1000 soldados israelenses. Os israelenses bombardearam populações civis à vontade. Sharon também comandou os terríveis massacres dos campos de refugiados de Sabra e Shatilla. O governo do Líbano contou 762 corpos descobertos e, mais tarde, 1200 enterrados privadamente pelos parentes. (...)

O massacre dos dois campos contíguos de Sabra e Shatilla ocorreu das 18:00h. de 16 de setembro de 1982 até às 08:00h de 18 de setembro de 1982, em uma área sob o controle das Forças de Defesa de Israel. Os assassinos eram membros da Milícia Phalange, a força Libanesa que foi armada e intimamente aliada a Israel desde o primeiro ataque da guerra civil Libanesa em 1975. As vitimas do ataque de 62 horas incluiam bebês, crianças, mulheres (inclusive grávidas) e idosos, alguns dos quais foram mutilados e decapitados antes ou depois de serem mortos.

Uma comissão oficial israelense de inquérito – liderada por Yitzhak Kahan, presidente da Suprema Corte de Israel – investigou o massacre e, em fevereiro de 1983, publicou suas conclusões (sem o Apêndice B, que permanece secreto até hoje). (...)


Sharon sempre foi contra qualquer acordo de paz, a menos que em termos inteiramente impossíveis de aceitação pelos Palestinos. Assim como Nehemia Strasler assinalou em Ha’aretz em 18 de janeiro deste ano, em 1979, como membro do gabinete de Begin, ele votou contra o tratado de paz com o Egito. Em 1985, ele votou contra a retirada das tropas de Israel da, assim chamada, zona de segurança no Sul do Líbano. Em 1991, ele se opôs à participação de Israel na Conferencia de Paz de Madri. Em 1993, ele votou “não” em Knesset no Acordo de Oslo. No ano seguinte, ele se absteve no Knesset em uma votação sobre o tratado de paz com a Jordânia. Ele votou contra o acordo de Hebron em 1997 e se opôs ao meio pelo qual a retirada do sul do Líbano estava sendo conduzida. Como Ministro da Agricultura de Begin no final dos anos de 1970, ele estabeleceu muitos dos acordos da Cisjordânia que são hoje a maior obstrução para qualquer negociação de paz."

segunda-feira, 25 de março de 2013

Eu quero saber!

Amigos e amigas.
O saber é aquilo que adquirimos ao entrarmos em contato com qualquer um ou qualquer coisa. Nossos sentidos se encarregam de conduzir tudo o que sentimos para dentro de nossa mente. Avaliar o que vem para nós é tarefa árdua. Até sabermos se é saudável ou nocivo, podemos sofrer consideravelmente. A melhor maneira de aprendermos algo com menos riscos é alguém com experiência nos antecipar alguma coisa, orientando-nos. Mas, em muitos casos, vêm outras dúvidas: eu preciso disto?; Me disseram que é perigoso!; Quem me disse é confiável?; etc. Essencialmente, nossa família é o baluarte de tudo o que houver de bom, protegendo-nos ao máximo das iniquidades do mundo até estarmos preparados. Ela nos coloca no bom caminho e evita que sejamos afetados pelas sordidezes do mundo nos primeiros e principais anos de nossas vidas. Por isso tudo e muito mais é que existe aquela máxima: "Viver é aprender!"

Um mestre indiano chamado Bhagwan Shree Rajneesh, ou simplesmente Osho, disse algo assim: "Minha experiência só serve para mim. Adquira a sua. Tente, experimente, viva!" Verdade. Um farol (o mestre) clareia o caminho do navio (o pupilo), mas não o impede de afundar, sofrer avarias ou ser abalroado A parte mais difícil sempre é a 3ª Lei de Newton (Ação e Reação). Tudo o que fazemos tem eco, tem retorno. É necessário fazer o que Sidarta Gautama, o Buda, ensinou: "Sede senhor de vossa mente!" Para se chegar a este ponto, urge aprender a suportar sofrimentos de toda espécie e níveis. Os mais terríveis são os emocionais. Controlar ou evitar os venenos que as partes podres da sociedade nos lançam a todo momento é impossível. Portanto, precisamos desenvolver 'Inteligência Emocional'. Com ela bem treinada, podemos evitar o pior dos massacres: o psicológico. É dito que TODAS as doenças tem fundo psicológico. Se estivermos emocionalmente sólidos, manteremos nossas saúdes para, daí, sermos senhores de nossa mente e suportarmos as reações para nossas ações. Então, vamos montando nossa experiência.

Este preâmbulo é um resumo do ponto que vou abordar concisamente. O conhecimento é a maior das armas de ataque e de defesa. Só é possível combater uma doença conhecendo sua origem, sua maneira de agir, suas fragilidades, etc. Conhecimento é tão sinônimo de poder que os "Senhores do Mundo" não permitem que o verdadeiro sobre qualquer coisa seja divulgado. Seus agentes são instruídos a atrapalhar, desviar, combater com tudo o que for preciso para que o 'povinho' não se instrua, não saiba a Verdade dos fatos, não evolua. Eles bem sabem que, quanto maior a ignorância, grosseria e alienação, muito mais simples de dominar, manipular, imperar.

Tanta miserabilidade em todos os sentidos (físico, mental, financeiro, moral, espiritual,...). Máfias de todos os tipos para tudo o que possa gerar lucro. A manutenção do 'povinho' na rédea curta, passando necessidades mais básicas, sendo desassistido até o limite de suas forças, é primordial para impedi-lo de raciocinar, racionalizar, tornar-se independente de um poder central. Ele fica tão preocupado em simplesmente sobreviver e cuidar e proteger os seus que quase não lhe resta forças para contestar a infinidade de falcatruas e sangrias perpetradas pelos 'Grandes Corruptores do Mundo'.

Daí o título do post. Mais do que precisar, eu QUERO saber! Não aceito 'verdades notórias', bem ao estilo "Todo mundo sabe!" Mais uma vez, Osho: "Nada muda tanto quanto a Verdade. Por isso, ela é eterna." Reparem que eu escrevo 'verdade' e 'Verdade'. A primeira depende do ponto de vista. Para muitos, dos dividendos. A segunda é ampla, total e irrestrita. É impossível para qualquer humano conhecê-la de fato. Osho se referiu a esta. A primeira é usada por nós para tentarmos saber sobre situações passadas, hodiernas e mundanas. Manipulando-a de todas as formas imagináveis, o 'Poder Oculto' procura nos manter no redemoinho, nas trevas. Ciente dessas imposturas, eu só acredito e confio naquilo que vivencio e naqueles com quem convivo. Com tudo e todos os outros, é preciso ter um pé atrás. Quem "embarca com alegria na correnteza" se expõe ao que houver de bom e de ruim. Desta turma, podem surgir grandes figuras da humanidade (raros) ou seres frustrados, errantes, problemáticos (nada raros). Eu prefiro agir com paciência, lucidez e prudência, mas sendo intransigente, rascante e pertinaz quando anseio por saber sobre qualquer assunto, bem ao estilo do saudoso Pedro Pedreira, da escolinha do Raimundo: "Não me venha com chorumelas!

Alguém pode dizer que tenho medo. O medo ancestral, avoengo, é aquele que nos incapacita, mas ele é primordial na preservação de nossas vida e sanidade, visto que evita que entremos em situações de risco ou nos ajuda a sair delas. Puro instinto de autopreservação. Todos temos medos comezinhos. Eu chamo os meus de precaução. Se "o seguro morreu de velho", a "prudência está viva até hoje". Procuro trabalhar muito bem todos eles. Amo e respeito a Vida em si. Os muitos que não A respeita, corrompendo e massacrando seus semelhantes para prevalecer sempre merecerão meus repúdio, desprezo e combate.
 
E para isto, eu quero saber! Que ninguém procure me impedir ou dissimular, escamotear as verdades dos fatos, usando de qualquer artifício que seja. No máximo, me avise, tente me previnir das reações nada agradáveis que possam advir de minhas buscas. Assim, agradecerei muito. De outra maneira, só vai reforçar minhas curiosidade e vontade de saber sempre mais sobre tudo.
 
FAB29

terça-feira, 19 de março de 2013

Massacres

Amigos e amigas.
Calma! Apesar do título antecipar uma hecatombe, não vou me estender a tantas que ocorreram na História. Pretendo mostrar-lhes "apenas" um resumo de duas de um mesmo povo, o palestino. Uma é a NAKBA; a outra, o massacre de DEIR YASSIN.

Apesar de não terem sido massacres onde houve milhares de mortes, duas coisas doem nesses dois acontecimentos: as deportações e mortes de tantos inocentes e a omissão ou, até, negação dos ocorridos. Mas o que mais me choca é o brutal desprezo pela vida por parte dos agressores em seus atos. É inconcebível! E não basta a covardia extrema chamada 'guerra'; ainda põem 'panos quentes' nas consequências, eufemizam a desgraça, invertem culpas e chegam ao cúmulo de até glamourizar em filmes ou documentários, tentando enaltecer a justiça, destacar seus sacrifícios, justificar tanta crueldade, tudo para preservarem uma imagem de pessoas ilibadas, que têm suas razões para terem agido daquela forma.

Por ser algo que persiste até hoje, devo ajudar a relembrá-los.
FAB29

A NAKBA

Entre dezembro de 1947 e dezembro de 1950, cerca de 530 cidades e vilarejos palestinos foram destruídos com tratores de esteira e explosivos, e eliminados do mapa. A metade dos palestinos vivenciou esta limpeza étnica através dos grupos de luta sionistas clandestinos, antes mesmo da formação do Estado de Israel.

Os vândalos sionistas saqueadores assassinaram pessoas inocentes, destruíram milhares de residências, aplainaram centenas de vilarejos e expulsaram a maior parte dos palestinos de sua Pátria de origem. Os palestinos denominam esta deportação como Nakba, ou "a grande catástrofe".

O Parlamento Knesset israelense aprovou uma série de leis, as quais contrariam totalmente o Direito Internacional, para assegurar que não seja permitido a qualquer refugiado palestino retornar e que seu país possa ser confiscado por Israel. Esta limpeza de 75 a 80% da população não-judaica da região, que depois tornar-se-ia Israel, foi assim consolidada.(...)

O fundador do Estado de Israel e Primeiro-Ministro David Ben-Gurion disse:
“Tem que estar claro que não há lugar nesta terra para ambos os povos. Se os árabes desaparecerem, então a terra está aberta e será grande o suficiente para nós. A única solução é um país para Israel, pelo menos a parte ocidental de Israel, completamente sem árabes. Não há lugar para compromissos. Só existe uma solução, deportar todos os árabes para os países vizinhos, todos devem ir embora, menos alguns em Belém, Nazaré e velha Jerusalém. Nenhum vilarejo pode permanecer de pé, nenhuma cidade. A transferência tem que ser direta para o Iraque, para a Síria e até mesmo para a Jordânia. Para este objetivo, nós temos que arranjar meios suficientes. E somente após esta retirada, a terra estará em condições de receber os muitos milhões de nossos irmãos, e não existirá mais o problema judaico. Não existe outra solução”.
O mito do país deserto



A deportação necessária da população nativa árabe na Palestina colocou os sionistas diante de um problema. Eles deveriam espalhar o mito que de fato não existia ninguém na Palestina. Para possibilitar esta desinformação, os sionistas inventaram um lema para motivar os judeus europeus a emigrarem para a Palestina: Uma terra sem povo para um povo sem terra”. Como se a “Terra Prometida” tivesse esperado por eles 2.000 anos sem população. Uma absurda imaginação.

David Ben Gurion explicou que, no ano de 1914, somente 12% da totalidade da população palestina era constituída por judeus. E ainda mais que a maioria dos judeus na Palestina não era sionista e não queria um Estado próprio, eles nem eram cidadãos do país, pois haviam fugido recentemente da Rússia czarista.

Como mostra o recenseamento do Império Otomano, ao qual pertencia a Palestina, o país era bem povoado, especialmente as terras com próspera atividade agrária. No ano 1914, a população da Palestina era composta de 657.000 árabes muçulmanos, 81.000 árabes cristãos e 59.000 judeus, inclusive os recém chegados judeus europeus da primeira e segunda Aliá. Sendo assim, em 1914, a população judaica perfazia um total de menos de 8%.

Desde a fundação do país a 14 de maio de 1948, cerca de 3 milhões de emigrantes foram para Israel. Até a passagem para o novo século, havia bem poucos judeus nativos na Palestina. Estes viveram em conjunto e totalmente em paz com seus vizinhos árabes. Mesmo quando a primeira onda de emigrantes começou, principalmente da Rússia e para fundar os primeiros Kibbutz, havia uma convivência tolerante. Somente a agressiva política sionista de desprezo ao ser humano, na década de 30 e 40, foi capaz de destruir a paz e criou o conflito israelense-palestino que dura até o presente.

"A Palestina seria uma terra vazia, onde no máximo alguns beduínos perambulavam em seus camelos." Por crer nesta propaganda propalada insistentemente pelos sionistas, a maioria dos israelenses nega o fato de até mesmo ter havido uma Nakba, a destruição maciça da subsistência e a deportação de 800.000 palestinos da terra de seus ancestrais. Eles também não entendem o que querem os palestinos: um retorno a sua Pátria e uma reparação pelos crimes que foram cometidos contra eles.

Este acontecimento histórico é negado totalmente em Israel e completamente reprimido. Eles simplesmente não querem reconhecer que aconteceu uma grande injustiça (e ainda acontece) todos os dias. Eles não perguntam: se nunca aconteceu a Nakba, por que existem refugiados palestinos há mais de 60 anos? De onde eles vieram?

Como é possível realizar uma festa e celebrar os 60 anos de Israel, se seus vizinhos palestinos e co-cidadãos vivem há 60 anos em campos de refugiados, e agora são presos em Guetos atrás de um grande muro, e como vemos na Faixa de Gaza, vegetam sem energia, sem abastecimento d’água, sem víveres, tratamento médico adequado e outras necessidades primárias; totalmente desprovidos de direitos e tratados pior do que animais? O que os palestinos fizeram para serem punidos coletivamente desta forma?

No ano de 1934, Ben-Gurion reconheceu quem é o real agressor, quando afirmou:
“Se dissermos que os árabes são os agressores e nós apenas nos defendemos, isso é uma meia-verdade. O que concerne nossa segurança e nossas vidas, nós nos defendemos… mas a luta é somente um aspecto do conflito, que em seu âmago é político. E visto politicamente, nós somos os agressores e eles se defendem”.

O massacre de Deir Yassin

Na sexta-feira pela manhã, 9 de abril de 1948, comandos do Irgun (organização sionista de extrema-direita clandestina), liderados por Menachem Begin, futuro primeiro-ministro e ganhador do prêmio Nobel da Paz em 1978, membro do grupo Stern (organização sionista terrorista), atacaram o vilarejo de Deir Yassin, com cerca de 750 habitantes palestinos. Isso aconteceu algumas semanas antes do final do mandato britânico na Palestina. O vilarejo situava-se fora da área recomendada pela ONU para um futuro Estado judeu.

Deir Yassin situava-se numa região alta entre Tel-Aviv e Jerusalém e, como foi esclarecido posteriormente num plano secreto, tinha sido condenado à destruição para criar lugar a uma pequena pista de pouso que serviria ao abastecimento.

Até o meio-dia, mais de 100 pessoas – a maioria mulheres e crianças – foram sistematicamente assassinadas. Quatro dos agressores foram mortos pelos palestinos da resistência. 25 moradores homens foram colocados em caminhões e desfilados pelas ruas do quartel de Zakhron Yosef, em Jerusalém, e então conduzidos até uma pedreira na estrada entre Givat Shaul e Deir Yassin, e lá fuzilados. Os moradores restantes foram expulsos para o lado árabe oriental de Jerusalém.

O jornal The New York Times publicou a 13 de abril de 1948, no dia que finalmente ocorreu o sepultamento, que foram contados 254 cadáveres. Das 144 casas do vilarejo, 10 foram explodidas com dinamite. O cemitério foi planificado com uma pá-carregadeira e, como outras centenas de vilarejos que seguiram, Deir Yassin foi totalmente destruído e retirado do mapa.

Em setembro de 1948, judeus ortodoxos emigrantes da Polônia, Romênia e Eslováquia foram colocados lá. O centro do vilarejo foi rebatizado para Givat Shaul Bet. Quando Jerusalém cresceu, o lugar que outrora foi Deir Yassin transformou-se em parte da cidade e é conhecido agora como a área entre Givat Shaul e o assentamento Har Nof.

Quando a notícia do massacre se espalhou, a liderança do Haganah (organização judaica paramilitar, que posteriormente se transformou no exército israelense), reconheceu que o massacre mancha a questão do combatentes judeus e teria desonrado a tropa de luta judaica e a bandeira. Até Ben-Gurion enviou uma desculpa ao rei Abdullah, da Transjordânia.

Palavras de Nathan Chofshi, pacifista sionista russo e escritor, que emigrou em 1908 para a Palestina. Ele foi testemunha ocular da deportação dos árabes palestinos e teceu críticas sobre isso até 1959: Nós chegamos e transformamos os árabes nativos em refugiados. E nós ainda ousamos negá-lo, difamá-los, macular seus nomes. Ao invés que nós nos envergonhemos por nossos atos e tentemos reparar o mal que fizemos… nós vamos lá e justificamos estes atos repugnantes e tentamos ainda santificá-los”.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Gângsteres.

Amigos e amigas.
Relendo uma edição da revista Humanus, da editora Sama Multimídia, vi uma matéria sobre o gangsterismo. Nunca deixarei de me impressionar com o tanto que nos é omitido a respeito de tantos pontos nevrálgicos da História. Sempre tive os europeus (especialmente italianos) como os maiores (quase um monopólio) gângsteres dos EUA. Que surpresa ao relembrar que o dedinho judaico/sionista manipulava demais esses cordames também.

Total destaque aos Bronfman, que iniciaram seu superimpério durante a "Lei seca" na década de 1920, ajudaram a extorquir as nações (Suiça, pra começar) à guisa do holocausto e cujo domínio se estende até os tempos contemporâneos, cada vez mais poderoso e ramificado.
FAB29

“Gângsteres judeus na América (1890 – 1980)”, publicado por Oz Almog.
Da introdução de Erich Metz:
Benjamin"Bugsy" Siegel
“A dificuldade na reconstrução da história dos gangsteres judeus nos EUA se deriva principalmente da escassez de acontecimentos comprovados e exatamente documentados. O que aconteceu realmente no submundo é envolto por inúmeros mitos e lendas. Desta forma, a história dos gangsteres judeus também pode ser compreendida somente em conjunto com todo o desenvolvimento do crime organizado nos Estados Unidos. Os judeus requereram seu espaço conscientes de seu valor com não menos falta de escrúpulos, junto aos clássicos clãs familiares dos italianos. Seus mais famosos representantes foram: Meyer “Little Man” Lansky, Benjamin “Bugsy” Siegel, Louis “Lepke” Buchalter e Arthur “Dutch Schultz” Fleggenheimer. A maioria deles se diferenciava na mentalidade dos italianos, à medida que conduziam seus negócios ilegais afastados dos laços familiares e evitaram os holofotes da mídia. Eles vieram e se foram como uma geração vem e vai, enquanto os chefões italianos deixavam sua esfera de influência aos seus herdeiros. Os italianos construíram suas dinastias; os chefões judeus fundaram seus impérios.[...]

O poderoso 'godfather'

"Jeffrey Bronfman pertence à conhecida e bilionária família Bronfman, ex-proprietária da Seagram’s, uma gigantesca empresa de bebidas alcoólicas com matriz em Montreal, Canadá. As atividades da família no ramo iniciaram-se com Samuel Bronfman, fundador do atual império comercial Seagram’s Company, na década de 20 do século passado, com a comercialização de bebidas alcoólicas, sendo a principal delas uma “inovação” inventada por Aeneas Coffey em 1831: o blend whiskey.

Samuel Bronfman dizia: “A destilação é uma ciência; o blending é uma arte”. Stephen Birmingham, autor de "The Rest of Us: The Rise of American Eastern European Jews" (O Resto de Nós: A Ascensão dos Judeus Americanos da Europa Oriental), relata que “…enquanto o verdadeiro Scotch whiskey levava de dois a doze anos para ser envelhecido, o ‘fenômeno’ Scotch Bronfman poderia envelhecer em dois dias sem que ninguém notasse!”. A coisa se dá através de uma aleatória mistura de álcool com diferentes espécies de malte (cujo número pode variar de quinze a quarenta), dois a três tipos de whiskey de grão e outros ingredientes. Foi por meio de tal líqüido que Samuel Bronfman deu início a um verdadeiro império. Detalhe: Samuel Bronfman, tio-avô de Jeffrey, na realidade não nasceu Bronfman, mas tornou-se, uma vez que o mesmo significa “whiskey man” (homem-whiskey) em yiddish. (...)

Meyer Lansky (nascido Maier Suchowljansky), um dos chefões da Máfia de Chicago, era um reacionário, fanático sionista, tendo contribuído com milhões de dólares pela causa de Israel, e elegeu como seu epitáfio uma frase que repetia constantemente em vida: “Jamais me ajoelhei ante um cristão”. (...)

Edgar (nada saudoso) Bronfman
Edgar Bronfman é presidente do Congresso Mundial Judaico desde 1981, apoiador fiel do governo de Ariel Sharon e um dos maiores responsáveis pela gigantesca campanha mundial contra o “anti-semitismo” (apenas em relação a judeus, nunca a árabes, obviamente), tendo conseguido colossais indenizações para os judeus chamados “sobreviventes do Holocausto”. Estes, cumpre observar, parecem multiplicar-se surpreendentemente a cada dia, uma vez que, no final da Segunda Guerra, o número de sobreviventes era de vinte e cinco mil, e atualmente já são cerca de oitocentos mil! Teria ocorrido com eles o milagre da ressurreição, tal qual aconteceu com o Divino Jesus? De qualquer forma, tal fato ainda tem passado despercebido para a maioria, mas se continuar no ritmo em que está, não tardará o dia em que os alardeados seis milhões de mortos ressuscitem todos, diante das incomensuráveis fortunas que são extorquidas dos povos e nações em seus nomes. (...)


Em 1996, algumas organizações judaicas afirmaram que os bancos suíços mantinham contas bancárias abertas, até então, de judeus ricos nas décadas de 30 e 40 que morreram durante a II Guerra Mundial e que, portanto, não foram capazes de retomar o seu dinheiro; por isso, agora, os sobreviventes estariam exigindo o mesmo. O Presidente da Suíça na época, Jean-Pascal Delamuraz, acusou os sionistas de terem cometido “chantagem” e “extorsão” ao tentarem fazer com que a Suíça lhes desse dinheiro sem qualquer prova de que tinham, para tal exigência, um direito legítimo.

Porém, seu sucessor à presidência não compartilhava dessa opinião e estava propenso a pagar a indenização para evitar problemas. Os banqueiros, por sua vez, não concordavam com a opinião do novo Presidente, e assim, diante dessa resistência por parte da Suíça em pagar indenizações sem provas de qualquer espécie, Edgar Bronfman encontrou-se com o embaixador desse país nos EUA e o ameaçou dizendo que, se a Suíça não liberasse imediatamente US$ 250 milhões de dólares, as próximas reuniões do House Banking Committee seriam, tanto quanto possível, difíceis para ela.

Concomitantemente, um grupo de judeus nova-iorquinos que também afirmava ser sobrevivente do Holocausto, entrou com uma ação contra três dos maiores bancos da Suíça e “pediu” ao Federal Reserve Bank de Nova Iorque que suspendesse as licenças destes bancos até a resolução do processo. Israel também entrou na campanha e convocou um boicote mundial contra os bancos da Suíça.

Finalmente, após estas e mais algumas dezenas de pressões e ameaças, a afirmação de que a campanha sionista era extorsiva foi retirada por parte do governo suíço, com melindrosos pedidos de perdão aos judeus, e os US$ 250 milhões de dólares exigidos por Bronfman foram liberados. Porém, (Pasmem!) os sionistas disseram, depois, que se tratava apenas do primeiro pagamento! E então, sugeriram que US$ 7 bilhões de dólares talvez fosse um total razoável para receberem da Suíça! (...)

Neste ritmo, os Bronfman ergueram um imenso conglomerado de mega-empresas que compreende:
- MCA (empresa de entretenimentos);
- Universal Pictures (uma das maiores companhias cinematográficas do mundo);
- Interscope Records (o maior promotor de um novo tipo de música, gangsta rap [sugestivo, não?], cujas letras incitam explicitamente os negros a cometerem atos de violência contra brancos);
- Universal Music e PolyGram (empresas discográficas, sendo esta última a maior da Europa).

Com a compra da PolyGram, em 1998, Bronfman apropriou-se também da Deutsche Grammophon, da Decca-London e das empresas discográficas Philips. (...) Incluíram, depois, a Warner Music, a maior indústria fonográfica do mundo, e subsidiárias. Entre os mais populares veículos de entretenimento que os Bronfman já produziram, controlam ou empresariam, contando “artistas”, parques temáticos e filmes, estão: Madonna; Guns N’ Roses; Led Zeppelin; Metallica; Sheryl Crow; Bee Gees; Dru Hill; Enrique Iglesias; Elton John; Jay-Z; Kirk Franklin; Woody Woodpecker (o Pica-Pau); Motown Live; Blind Date; Linkin Park; The Flintstones; E.T. – o extraterrestre; Jurassic Park; Xena, a princesa guerreira; Bruce Lee; Dionne Warwick e R.E.M. Como se vê, a afirmação do escritor norte-americano John Whitley de que os Bronfman, juntamente com mais seis detentores da mídia do sistema mundial, controlam os EUA e o mundo, não é de se desprezar. (...)

Além de traficar bebidas, a "whiskey family" traficaria mulheres russas, as quais são prostituídas e mantidas na escravidão em boates de Israel e em bordéis de outros países; também estaria envolvida com o Mossad (serviço secreto do governo israelense), com o assassinato de John Kennedy, com o narcotráfico e com a prostituição no Canadá.

O resultado de tudo isso, conforme afirmam pesquisadores, é um controle da economia, da política e da mídia internacional pelos Rothschild na Inglaterra, pelos Rockfeller na América e pelos Bronfman tanto no Canadá como também na América, aos quais se somam mais de uma dúzia de Banksters (gangsters da usura), todos com o apoio dos Bilderberger, da Comissão Trilateral, do CFR (Conselho de Relações Estrangeiras), do Comitê dos 300 (as 17 mais ricas famílias do mundo chamadas de “elite”), e da B’nai B’rith, que inclusive é dirigida por Edgar Bronfman, além de todos os governos podres e vendidos."

quinta-feira, 14 de março de 2013

Um profeta?

Amigos e amigas.
Só hoje me toquei sobre um detalhe. Há muitos anos, li duas declarações de duas proeminentes figuras da história estadunidense (George Washington e Benjamin Franklin). O primeiro foi curto e grosso. O segundo, bem mais explicativo, fazendo uma previsão, para mim, do nível de Nostradamus.

Após um recente debate com um visitante, resolvi procurar essas declarações em meu blog e... CADÊ?!? Apesar de muita gente as conhecer, eu sinto uma necessidade de contribuir com quem procura conhecer os recônditos da História, as publicando. Afinal, creio que a maioria as desconhece.

Sendo assim, a quem nunca as leu, aproveite esta chance.
FAB29

"Eles (os judeus) trabalham mais efetivamente contra nós do que os exércitos do inimigo. São centenas de vezes mais perigosos à nossa liberdade e à grande causa na qual estamos engajados.(...) Deve ser lamentado muito que cada estado, há muito tempo, não os caçou como peste para a sociedade e os maiores inimigos que temos à felicidade da América".
(em "Máximas de George Washington" (George Washington's Maxims) - por A.A. Appleton & Co.)


"Eu concordo plenamente com o General Washington, que devemos proteger esta jovem nação de uma influência insidiosa e penetradora. A ameaça, senhores, são os judeus.

Em qualquer país onde os judeus se assentaram em números consideráveis, baixaram seu nível moral; depreciaram sua integridade comercial; riram e tentaram desestabilizar a religião cristã sobre a qual esta nação está fundada, fazendo objeções às suas restrições; construíram um Estado dentro do Estado; e quando sofreram oposição, tentaram estrangular este país até a morte financeiramente, como no caso de Espanha e Portugal.

Por mais de 1.700 anos, os judeus estiveram chorando seu destino triste de estarem exilados de sua 'terra natal', como eles chamam a Palestina. Mas, senhores, se o mundo desse a Palestina a eles, iriam na hora achar alguma razão para não retornarem. Por quê? Porque eles são vampiros, e vampiros não vivem em vampiros. Não podem viver apenas entre eles próprios. Devem subsistir em cima dos cristãos e outros povos, não de sua 'raça'.

Se vocês não os excluírem destes Estados Unidos, em sua Constituição, em menos de 200 anos, eles terão chegado aqui em grande número que dominarão e devorarão a terra e mudarão nossa forma de governo, pela qual nós, americanos, escorremos nosso sangue, damos nossas vidas, nossas almas e arriscamos nossa liberdade.

Se vocês não os excluírem, em menos de 200 anos, nossos descendentes estarão trabalhando nos campos para dar-lhes subsistência, enquanto eles estarão nos escritórios comerciais esfregando as mãos. Eu lhes aviso, cavalheiros: se vocês não excluírem os judeus por todos os tempos, seus descendentes vão amaldiçoá-los em suas covas.

Judeus, caros cavalheiros, são asiáticos. Deixem eles nascerem onde quiserem ou quantas gerações estão fora da Ásia, eles jamais serão diferentemente do que são. Suas idéias não se ajustam às do americano, e não irão jamais nem que vivam dentre nós por dez gerações. Um leopardo não pode mudar seus pontos. Judeus são asiáticos, são uma ameaça a este país se permitirmos sua entrada, e deveriam ser excluídos por esta Convenção Constitucional"

"CONVERSA À MESA DURANTE O INTERVALO" (Chit Chat Around the Table During Intermission), na Conferência Constitucional da Filadélfia de 1787. Esta afirmação foi guardada no diário de Charles Cotesworth Pinckney, um delegado da Carolina do Sul.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Pornografia

Amigos e amigas.
Já faz uns 15 anos que venho observando detalhes sobre a indústria pornográfica. Por exemplo: no início, eu via que a parte nas bancas de revistas destinada ao universo adulto não ocupava 10% das bancadas. Há alguns anos, já ocupa uns 20% delas. Fora o quanto ela incrementa com vídeos e sites de livre acesso, sem exigir nenhuma identificação ou senha.

Também é enojante a hipocrisia, a dissimulação, a subliminariedade que as TVs abertas (novelas e seriados, principalmente) usam para disseminar a luxúria, subverter a moral e perverter a juventude, estimulando sua sexualidade desde os verdes anos. Juntamente com as armas e as drogas, a pornografia forma o que chamo de "Tripé Assassino". A primeira destrói o corpo e afeta a mente; a segunda destrói o corpo e a mente; a terceira polui a alma.

É inacreditável o lucro monstruoso que os donos dessas máfias têm ao investirem na destruição da humanidade! Lembrei-me de um artigo que me recomendaram ler sobre a indústria pornográfica. Foi publicado na revista "A HEBRAICA", em maio de 2005. É um tanto extenso; por isto, vou lhes postar alguns trechos que achei mais interessantes.
FAB29

"A presença judaica na indústria pornográfica está dividida em dois grupos (que, às vezes, se sobrepõem): pornógrafos e artistas. Apesar dos judeus representarem apenas 2% da população dos Estados Unidos, ocupam posição de destaque na área da pornografia. Entre 1890 e 1940, muitos dos livreiros especializados em literatura erótica eram imigrantes judeus de origem alemã. Segundo Jay A. Gertzman, que escreveu um livro a respeito do negócio na pornografia, 'judeus eram proeminentes na distribuição de gallantiana, [ficção sobre temas eróticos e livros de piadas e versos obscenos] romances avant-garde de sexo explícito, revistas impressas em papel barato, textos sobre sexologia...'
Reuben Sturman
No período pós-guerra, Reuben Sturman, o 'Walt Disney da pornografia', era a figura mais notória do ramo na América. De acordo com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, Sturman controlou a maior parte do material pornográfico em circulação no país durante toda a década de 1970. Nascido em 1924, ele cresceu na parte leste de Cleveland. No início, vendia principalmente revistas de quadrinhos. Mas quando percebeu que a venda de revistas sobre sexo dava um lucro vinte vezes maior do que o obtido com os quadrinhos, passou a comercializar exclusivamente material pornográfico, chegando mais tarde a produzir seus próprios títulos e a montar lojas de varejo. No final dos anos 1960, Sturman ocupava o topo da lista de distribuidores de revistas de sexo e, em meados dos anos 1970, tinha mais de duzentas livrarias para adultos. Ele também introduziu no mercado versões modernas das tradicionais cabinas escuras, individuais, e o espectador assistia a filmes de sexo explícito num pequeno monitor de TV. Dizia-se que Sturman não controlava a indústria de entretenimento para adultos – mas que ele era a indústria. Foi condenado por evasão fiscal e outros crimes e morreu em desgraça na prisão, em 1977. O filho David continuou dirigindo os negócios da família.





Resultado de imagem para Steven Hirsch
Steven Hirsch
A versão contemporânea de Sturman é Steven Hirsch, 43 anos, também de Cleveland, descrito como o 'Donald Trump da pornografia'. A ligação entre ambos é Fred, pai de Steven, ex-corretor de ações e braço direito de Sturman. Hoje, Hirsch comanda o Vivid Entertainment Group, uma espécie de Microsoft do mundo da pornografia, a maior produtora de filmes "adultos" dos Estados Unidos. (...)

A maioria dos atores principais e boa parte das atrizes nos filmes de sexo explícito produzidos nas décadas de 1970 e 1980 é de judeus. O veterano entre os garanhões é Ron Jeremy. Conhecido no meio pornográfico como "o porco-espinho", Jeremy é um dos grandes astros norte-americanos da categoria. Vem de uma família judia de classe média alta de Queens, atuou em mais de mil e seiscentos filmes para adultos e dirigiu outros cem. Ídolo na América, um herói para judeus e não-judeus de todas as idades, personaliza aquele homem desmazelado, gordo, feio e cabeludo que infalivelmente leva dúzias de lindas mulheres para a cama. Jeremy simboliza uma espécie de 'rei David' dos dias de hoje, um supergaranhão que desbanca os tradicionais heróis judeus. (...)

Resultado de imagem para Ron Jeremy

Nascido Adam Glasser, Seymore Butts é tudo o que Ron Jeremy não é: jovem, atraente e musculoso. Glasser, um judeu de Nova York, abriu uma academia em Los Angeles em 1991. Quando ninguém apareceu, ele pediu emprestado uma câmera de vídeo por 24 horas, foi a um clube de strip-tease, recrutou uma mulher, voltou ao seu estabelecimento e começou a gravar. Apesar do fracasso da fita, uma boa dose de chutzpá e alguns cartões com seu nome e atividade comercial, ele fez um acordo com um fabricante e começou a produzir vídeos pornográficos. Em poucos anos, montou uma das maiores franquias no ramo de filmes para adultos. Rei absoluto do gênero "gonzo" (caracterizado pela câmera nas mãos e a ilusão de espontaneidade dos vídeos caseiros), ele é hoje, possivelmente, o magnata judeu mais famoso da indústria. Seymore Inc., sua empresa, lança cerca de 36 filmes por ano, cada um custando menos de US$ 15 mil, mas que rendem mais de dez vezes esta quantia. Glasser emprega doze pessoas, incluindo a própria mãe, responsável pela contabilidade do 'negócio da família', sorridente e bem-humorada. Atualmente, Glasser tem até um programa de TV, 'Family Business', mistura de novela e documentário em dez episódios, cujos créditos de abertura exibem sua foto no dia do bar-mitzvá.

Judeus sempre estiveram presentes na indústria cinematográfica basicamente porque foram aceitos. Alguns partiram para a pornografia; outros, para Hollywood.(...) Livres da obrigação de manter o status quo e sem nada a perder com inovações, os judeus estavam dispostos a explorar maneiras inéditas de ganhar a vida. Gertzman explica que quando os judeus se viam excluídos de alguma atividade, voltavam-se para um ofício onde sentiam que poderiam prosperar ao lado de colegas, num regime de esforço coletivo (...) A indústria de entretenimento adulto exigia algo que sobrava aos judeus: chutzpá, isto é, 'cara-de-pau'. Muitos dos pioneiros no ramo eram gênios em marketing e empreendedores ambiciosos cujo êxito se originou da obstinação, inteligência e de uma autoconfiança sem limites.

É óbvio que o grande número de judeus na indústria pornográfica sempre foi motivado, principalmente, pelo desejo de lucrar. E se os 'reis judeus de Hollywood' souberam construir uma fábrica de sonhos, uma tela em branco sobre a qual podiam ser criadas e projetadas suas próprias visões da América, os magnatas da pornografia revelaram um talento único para bem compreender os apetites do público. (...) Como acontece em Hollywood, judeus que ingressam no mundo da pornografia não costumam anunciar sua origem. A maioria dos artistas e pornógrafos se originam em famílias judias de não praticantes. Sturman, no entanto, identificou-se publicamente como judeu, tendo sido um doador generoso para várias entidades beneficentes da comunidade e o ator Richard Pacheco, isto é, Howie Gordon, chegou a ser entrevistado para a yeshivá (escola de judaísmo). Queria ser rabino. (...)

Segundo um editorial publicado no site da World Union of Jewish Students, 'há milhares de pessoas procurando pornografia judaica. Depois de 'calendário judaico', 'judeus solteiros', 'judeus para compromisso sério' e 'festas religiosas judaicas', as palavras-chave mais usadas para buscas no site www.goim.com são 'pornografia judaica'. É um fato.' (...)

Segundo um conhecedor da indústria que prefere o anonimato, citado por E. Michael Jones na edição de maio de 2003 da revista Culture Wars, "os personagens principais dos filmes feitos na década de 1980 eram judeus de famílias seculares e moças vindas de escolas católicas". A cena padrão de sexo explícito seria, portanto, resultado da fantasia masculina judaica de copular com uma gentia católica. (...)

Ampliando a tese da subversão, o envolvimento judaico no meio pornográfico também pode ser encarado e analisado como um gesto obsceno dirigido a todo o establishment protestante anglo-saxão branco (Wasp) dos Estados Unidos. Alguns astros da pornografia vêem a si mesmos como combatentes da linha de frente na batalha espiritual entre a América cristã e o humanismo secular. Segundo Lukeford, muitos desses atores freqüentemente vangloriam-se da "alegria de serem os anárquicos garanhões sexuais incomodando os rebanhos puritanos". Este argumento resultaria de um ódio atávico à autoridade cristã. Astyr se recorda de "ter que correr ou lutar na escola primária por ser judeu. É bem provável que minha carreira pornográfica seja, em parte, aquele dedo médio apontado para cima – desta vez, uma resposta a gente como meus colegas de escola". Al Goldstein, o antigo proprietário da revista Screw, declarou que "a única razão pela qual nós, judeus, estamos nesta indústria é porque achamos Cristo um fiasco. O catolicismo é um fiasco. Não acreditamos em autoritarismo". (...)

Da mesma forma que o número de judeus envolvidos em movimentos radicais ao longo dos anos sempre foi desproporcional, também excede qualquer proporção a extensão de sua presença na indústria pornográfica. Os judeus americanos foram, desde o começo, revolucionários sexuais. Eram judeus aqueles que estavam na linha de frente do movimento que forçou os Estados Unidos a adotarem uma postura menos severa em relação ao sexo. Durante a revolução sexual dos anos de 1960, Wilhelm Reich, Herbert Marcuse e Paul Goodman substituíram Marx, Trotsky e Lênin como leitura obrigatória. Enquanto Reich preocupava-se com trabalho, amor e sexo, Marcuse, por sua vez, profetizava que uma utopia socialista libertaria os indivíduos, permitindo-lhes alcançar a satisfação sexual. Sobre as "belíssimas consequências culturais" que acompanhariam a legalização da pornografia, Goodman escreveu que "tornariam nobre toda nossa arte" e "humanizariam a sexualidade."

NOTA
O tráfico de mulheres brancas e de entorpecentes, a prostituição em larga escala, devidamente industrializada, é obra reconhecidamente judaica. Há uma sociedade internacional denominada Zwig Migdal, que explora esse rendoso negócio e contra a qual têm sido impotentes todas as polícias dos países corrompidos, ou judaizados e "liberais". Ver a documentação em:
Julio Alsogaray, La prostitutión en Argentine, Editora Denoel et Steele, Paris.

segunda-feira, 11 de março de 2013

O maior dos lobbys

Amigos e amigas.
Seguem abaixo alguns trechos do livro "O lobby de Israel", dos professores John Mearsheimer e Stephen Walt.
Conheço esse assunto há décadas, através de 'N' notícias, artigos, conversas, etc. Mas esse livro foi mais a fundo: especificou, quantificou e demonstrou o quanto e como esse lobby funciona.
Complexamente simples.
FAB29

"Desde a Guerra de Outubro, em 1973, Washington deu a Israel um nível de apoio imensamente maior do que a qualquer outro Estado. Israel foi o maior receptor anual de assistência direta, econômica e militar, desde 1976, e é o maior receptor no total desde a Segunda Guerra Mundial, no montante de bem mais de US$ 140 bilhões (em dólares de 2004). Israel recebe por ano cerca de US$ 3 bilhões em assistência direta, aproximadamente um quinto do orçamento de ajuda externa, e cerca de US$ 500 por ano para cada israelense. Essa prodigalidade é chocante em particular porque Israel é hoje um Estado industrial rico com uma renda per capita mais ou menos igual à da Coréia do Sul ou à da Espanha. Outros países que recebem ajuda americana obtêm o dinheiro em prestações quadrimestrais, mas Israel recebe sua dotação inteira no início de cada ano fiscal e pode portanto ganhar juros sobre ela. A maioria dos que recebem ajuda para propósitos militares deve gastá-la toda nos Estados Unidos, mas Israel é autorizado a usar cerca de 25% de sua dotação para subsidiar sua própria indústria de defesa. É o único país a receber ajuda americana que não precisa explicar como o dinheiro é gasto, o que torna virtualmente impossível evitar que ele seja usado para propósitos aos quais os Estados Unidos se opõem, como construir assentamentos na Cisjordânia. Além disso, os Estados Unidos forneceram a Israel quase US$ 3 bilhões para o desenvolvimento de sistemas de armamentos, e deram ao país acesso a artefatos avançados como helicópteros Blackhawk e jatos F-16. Finalmente, os Estados Unidos dão a Israel acesso a informações que negam a seus aliados da Otan, e fecharam os olhos para a aquisição por Israel de armas nucleares.

Washington também dá a Israel um apoio diplomático permanente. Desde 1982, os Estados Unidos vetaram 32 resoluções do Conselho de Segurança da ONU críticas a Israel, mais do que o número total de vetos de todos os outros membros do Conselho de Segurança. Eles obstruem os esforços de Estados árabes para incluir o arsenal nuclear de Israel na agenda da AIEA. Os Estados Unidos socorrem Israel em tempo de guerra e tomam seu partido quando negociam a paz. O governo Nixon protegeu Israel da ameaça de intervenção soviética e o reabasteceu durante a Guerra de Outubro. Washington se envolveu profundamente nas negociações que terminaram aquela guerra, assim como no demorado processo "passo a passo" que se seguiu, além de ter cumprido um papel decisivo nas negociações que antecederam e se seguiram aos Acordos de Oslo de 1993. Em todos os casos houve sempre atritos ocasionais entre representantes dos Estados Unidos e de Israel, mas os Estados Unidos sempre apoiaram a posição israelense. Um dos participantes americanos em Camp David em 2000 disse depois: "Com demasiada freqüência, nós funcionamos [...] como advogados de Israel". Por fim, a ambição do governo Bush de transformar o Oriente Médio tem como objetivo, pelo menos em parte, melhorar a situação estratégica de Israel. (...)

Desde a década de 1990, e ainda mais depois do 11 de Setembro, o apoio americano foi justificado pela afirmação de que os dois Estados são ameaçados por grupos terroristas que têm origem no mundo árabe e muçulmano, e por rogue states ("estados patifes" ou "vis") que sustentam esses grupos e procuram obter armas de destruição em massa. Considera-se que isso significa não só que Washington deve dar a Israel liberdade para lidar com os palestinos e não pressioná-lo a fazer concessões até que todos os terroristas palestinos estejam presos ou mortos, mas também que os Estados Unidos devem perseguir países como o Irã e a Síria. Israel é visto, portanto, como um aliado decisivo na guerra contra o terror, porque seus inimigos são inimigos dos Estados Unidos. De fato, Israel é um fardo na guerra contra o terror e no esforço mais amplo de lidar com "Estados patifes". O "terrorismo" não é um adversário único, mas uma tática empregada por um amplo conjunto de grupos políticos. As organizações terroristas que ameaçam Israel não ameaçam os Estados Unidos, a não ser quando estes intervêm contra elas (como no Líbano em 1982). Além disso, o terrorismo palestino não é uma violência aleatória dirigida contra Israel ou "o Ocidente"; é basicamente uma resposta à prolongada campanha de Israel para colonizar a Cisjordânia e a Faixa de Gaza.

E o mais importante: dizer que Israel e os Estados Unidos estão unidos por uma ameaça terrorista comum inverte a relação causal: os Estados Unidos têm um problema terrorista em boa parte porque estão intimamente aliados a Israel, e não o contrário. O apoio a Israel não é a única fonte do terrorismo antiamericano, mas é uma fonte importante, que torna mais difícil vencer a guerra contra o terror. Não há dúvida de que muitos líderes da Al-Qaeda, entre eles Osama bin Laden, são motivados pela presença de Israel em Jerusalém e pela difícil situação dos palestinos. O apoio incondicional a Israel torna mais fácil aos extremistas obter apoio popular e atrair recrutas.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Poder, domínio e influência.

Amigos e amigas.
Tanto se fala da predominância judaica no mundo. Tanto quanto os sionistas negam, troçam e gritam o contrário. Mas muitos deles não escondem e até se pavoneiam desse predomínio. Penso que eles tem razão em fazer assim. Afinal, negar é mais estúpido que tapar o sol com peneira.
Sobre vários assuntos, as frases abaixo dão ideia do título do post. Leiam e ponderem.
FAB29

“Desde a década de 60, os judeus têm tido uma influência considerável na vida econômica, cultural, intelectual e política dos Estados Unidos. Os judeus estiveram no centro das finanças americanas durante os anos 80, entre os acionistas das principais fusões e organizações dessa época. Hoje, ainda que apenas 2% da nação seja judaica, quase metade dos bilionários nos Estados Unidos são de origem judaica. Os donos das três maiores estações de televisão e dos maiores quatro estúdios de filmes são judeus, assim como os donos da maior rede de noticiários, bem como do mais influente jornal americano, o New York Times. A influência e o papel dos judeus na política americana está devidamente notável. (…) Os judeus representam 11% do que se define como elite nacional. Constituem mais de 25% da elite de jornalistas e publicitários, mais de 17% dos líderes de organizações voluntárias de interesses públicos mais importantes, e mais de 15% do ranking dos funcionários civis”. (Benjamin Ginsberg - The Fatal Embrace: Jews and the State - University of Chicago, 1993, pgs. 1, 103)

“O poder político desproporcional dos judeus faz deles o maior grupo étnico/cultural na América” (Stephen Steinlight, ex-Diretor das Questões Nacionais do Comitê Judaico-Americano)

“Pode-se dizer claramente que os Estados Unidos devem aos judeus o que hoje são por completo, sobretudo no que diz respeito à sua natureza americana. O que nós chamamos de americanismo, é, na verdade, nada mais que a influência do espírito judaico” (Werner Sombart, sociólogo e economista alemão)
“Durante as últimas três décadas, os judeus [nos Estados Unidos] compuseram mais de 50% do topo dos 200 grandes intelectuais (…) 20% dos professores das principais universidades (…) 40% dos proprietários dos principais escritórios de advocacia em Nova Iorque e Washington (…) 59% dos diretores, escritores e produtores dos 50 maiores nomes da indústria cinematográfica, de 1965 a 1982 (…) E 58% dos diretores, escritores e produtores em duas ou mais séries de televisão em horário nobre”. (Seymour Lipset e Earl Raab - “Jews and the New American Scene”, de 1995)
A influência Judaico-americana em Washington é, sem sombra de dúvidas, do conhecimento da comunidade judaica, dos líderes judeus e oficiais americanos. Exemplo disso é a quantidade de dinheiro destinado à contribuição nas campanhas de eleição.” (Nota no Jerusalém Post)

“Estima-se que os judeus sozinhos puderam contribuir com 50% dos fundos pela campanha que buscava a reeleição do Presidente Bill Clinton, em 1996”. (Janine Zacharia, “The Unofficial Ambassadors of the Jewish State” - 02 de Abril de 2000)

“Em algumas peças chaves da mídia, notavelmente entre os empresários do estúdio de Hollywood, os judeus são tão numericamente dominantes que chamar esse negócio de ‘controlado judaicamente’ é um pouco mais que uma simples observação estatística. (…) Hollywood, no fim do Séc. 20, é ainda uma indústria com uma pronunciada roupagem étnica. Virtualmente, todos os mais antigos diretores dos maiores estúdios são judeus. De escritores a produtores, passando por diretores de menor grau, são majoritariamente judeus – um recente estudo mostrou que os judeus ocupam 59% entre os grandes filmes. (…) O peso combinado de tantos judeus em uma das indústrias mais importantes e lucrativas da America permite aos judeus de Hollywood dispor de um grande poder político. Eles são a maior fonte de renda para os candidatos democratas. (…) Refletindo seu papel na imprensa americana, os judeus são rotineiramente vistos como pessoas de alto nível intelectual, altruístas, fidedignas, compassivos e merecedores de simpatia e apoio”. (Jonathan J. Goldberg - “Jewish Power” – pg. 280, 287-288)

“Eles sabem perfeitamente bem que responsabilidades possuem (…) Hollywood é controlada por judeus. Pertence a eles todos, e, portanto, dever-se-ia ter uma sensibilidade maior sobre o número de pessoas que estão sofrendo [na atualidade]. (Marlon Brando - Entrevista com Larry King, Rede CNN, em 5 de Abril de 1996)
O maior perigo deles [sionistas] a esse país reside em suas grandes posses e influências na televisão, imprensa, radio e no governo (...) Por motivos que são compreensíveis do ponto de vista judaico, uma vez que os judeus são muito diferentes de nós, pelo fato de não serem americanos, eles desejam envolver-nos em uma guerra. Nós não podemos culpá-los por buscar o que eles acreditam ser os interesses deles próprios, mas nós também devemos contemplar os nossos próprios. Não podemos permitir que paixões naturais e preconceitos de outros povos liderem nosso país rumo à destruição”. (Charles Lindbergh - Discurso a 7 mil pessoas em Des Moines, Iowa, em 11 de Setembro de 1941)

“Como o sionismo será imposto ao povo americano? Será pela conexão judaica, a solidariedade tribal entre os seus que irá impulsionar os não-judeus, moldando um poder sem igual (…) Nas grandes áreas metropolitanas, a conexão judaico-sionista deverá permear por completo as áreas financeiras, comerciais, sociais e de lazer, além, é claro, dos círculos de arte (...) E como resultado do controle judaico na imprensa, a cobertura da imprensa na televisão, jornais e revistas americanas na questão do conflito Israel-Palestina é simpática a Israel. Isto explica, por exemplo, a manipulação em torno de uma ideia de um suposto ‘terrorismo palestino'. (...) Reportagens parciais sobre terrorismo, cujas causas nunca surtem efeitos, são asseguradas por causa do efetivo componente da conexão judaica, que é o controle da mídia”. (Alfred M. Lilienthal - “The Zionist Connection”, pg. 206, 218, 219, 229 – 1978)

“Apresentado autenticamente ou sem autenticidade alguma, de acordo com os fatos históricos ou em contradição com eles, com empatia e entendimento ou uma cafonice monumental, o Holocausto se tornou um símbolo norteador da nossa cultura (…) É difícil passar um só mês sem que deixe aparecer uma nova produção de TV, um novo drama, novos livros de prosa ou poesia, que tratem do respectivo assunto, e essa inundação tende a aumentar”. (Yehuda Bauer, publicado em David Cesarani, ed., The Final Solution: Origins and Implementation - pg. 305, 306 )

“No que diz respeito a Israel, o Holocausto deve ser usado como um estratégico ponto de crítica política, além de um supressor de debates, pois reforça a ideia dos judeus enquanto um povo eternamente perseguido que apenas pôde contar consigo próprio. Trazer à tona a ideia do sofrimento judaico durante o regime nazista despista com frequência o caráter racional de qualquer argumentação. E ao final, tem-se consciência de que é possível convencer até mesmo os que ainda estavam em dúvidas, a legitimar as atuais posturas do Estado de Israel”. (Paula E. Hyman, “New Debate on the Holocaust,” The New York Times Magazine, 14 de Setembro de 1980, pg. 79)

“Quando você é o grupo étnico mais rico, mais abastado e exitoso dos Estados Unidos, você tem o mundo numa bandeja. (…) Então, se torna vergonhoso quando você se senta e começa a falar em antissemitismo. Ao menos é o que acho. (...) Invocar o Holocausto é um estratagema para tirar qualquer legitimidade da crítica aos judeus. (...) Ao conferir a inocência total dos judeus, o dogma holocáustico imuniza Israel e judeus americanos de uma censura legitimada. (…) Os judeus organizados exploram o Holocausto nazista para ausentar a crítica a Israel e às suas próprias ações morais injustificáveis. (...) O Holocausto é forte candidato a ser a maior ladroagem na história da humanidade”. (Norman G. Finkelstein, The Holocaust Industry (London, New York: Verso, 2000), pgs. 130, 138, 139, 149)

“Os judeus em Israel se sentem livres para atuar brutalmente contra árabes, pois ao acreditar com absoluta certeza de que agora, com a Casa Branca, o Senado e grande parte da imprensa americana está nas nossas mãos, as vidas dos outros não contam tanto como as nossas próprias”. (Jornalista israelense Ari Shavit, The New York Times, 27 de Maio de 1996)

“Nunca vi um Presidente – na verdade, não me importo quem ele seja – colocar-se à frente dos israelenses. [Estes] são inescrupulosos. Sempre conseguem o que querem. Sabem o que ocorre o tempo todo. Cheguei a um ponto onde eu não estava mais escrevendo nada por mim mesmo. Se os americanos entendessem a que ponto essas pessoas chegaram em nosso governo, eles iriam pensar em fazer algo, mas certamente a maioria dos nossos cidadãos não têm a mínima idéia do que ocorre em seu próprio país”. (Almirante Thomas Moorer, Ex-Presidente dos Joint Chiefs of Staff, citado em: Paul Findley, They Dare to Speak Out: People and Institutions Confront Israel s Lobby [Lawrence Hill, 1984 e 1985], pg. 161)