Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


terça-feira, 19 de março de 2013

Massacres

Amigos e amigas.
Calma! Apesar do título antecipar uma hecatombe, não vou me estender a tantas que ocorreram na História. Pretendo mostrar-lhes "apenas" um resumo de duas de um mesmo povo, o palestino. Uma é a NAKBA; a outra, o massacre de DEIR YASSIN.

Apesar de não terem sido massacres onde houve milhares de mortes, duas coisas doem nesses dois acontecimentos: as deportações e mortes de tantos inocentes e a omissão ou, até, negação dos ocorridos. Mas o que mais me choca é o brutal desprezo pela vida por parte dos agressores em seus atos. É inconcebível! E não basta a covardia extrema chamada 'guerra'; ainda põem 'panos quentes' nas consequências, eufemizam a desgraça, invertem culpas e chegam ao cúmulo de até glamourizar em filmes ou documentários, tentando enaltecer a justiça, destacar seus sacrifícios, justificar tanta crueldade, tudo para preservarem uma imagem de pessoas ilibadas, que têm suas razões para terem agido daquela forma.

Por ser algo que persiste até hoje, devo ajudar a relembrá-los.
FAB29

A NAKBA

Entre dezembro de 1947 e dezembro de 1950, cerca de 530 cidades e vilarejos palestinos foram destruídos com tratores de esteira e explosivos, e eliminados do mapa. A metade dos palestinos vivenciou esta limpeza étnica através dos grupos de luta sionistas clandestinos, antes mesmo da formação do Estado de Israel.

Os vândalos sionistas saqueadores assassinaram pessoas inocentes, destruíram milhares de residências, aplainaram centenas de vilarejos e expulsaram a maior parte dos palestinos de sua Pátria de origem. Os palestinos denominam esta deportação como Nakba, ou "a grande catástrofe".

O Parlamento Knesset israelense aprovou uma série de leis, as quais contrariam totalmente o Direito Internacional, para assegurar que não seja permitido a qualquer refugiado palestino retornar e que seu país possa ser confiscado por Israel. Esta limpeza de 75 a 80% da população não-judaica da região, que depois tornar-se-ia Israel, foi assim consolidada.(...)

O fundador do Estado de Israel e Primeiro-Ministro David Ben-Gurion disse:
“Tem que estar claro que não há lugar nesta terra para ambos os povos. Se os árabes desaparecerem, então a terra está aberta e será grande o suficiente para nós. A única solução é um país para Israel, pelo menos a parte ocidental de Israel, completamente sem árabes. Não há lugar para compromissos. Só existe uma solução, deportar todos os árabes para os países vizinhos, todos devem ir embora, menos alguns em Belém, Nazaré e velha Jerusalém. Nenhum vilarejo pode permanecer de pé, nenhuma cidade. A transferência tem que ser direta para o Iraque, para a Síria e até mesmo para a Jordânia. Para este objetivo, nós temos que arranjar meios suficientes. E somente após esta retirada, a terra estará em condições de receber os muitos milhões de nossos irmãos, e não existirá mais o problema judaico. Não existe outra solução”.
O mito do país deserto



A deportação necessária da população nativa árabe na Palestina colocou os sionistas diante de um problema. Eles deveriam espalhar o mito que de fato não existia ninguém na Palestina. Para possibilitar esta desinformação, os sionistas inventaram um lema para motivar os judeus europeus a emigrarem para a Palestina: Uma terra sem povo para um povo sem terra”. Como se a “Terra Prometida” tivesse esperado por eles 2.000 anos sem população. Uma absurda imaginação.

David Ben Gurion explicou que, no ano de 1914, somente 12% da totalidade da população palestina era constituída por judeus. E ainda mais que a maioria dos judeus na Palestina não era sionista e não queria um Estado próprio, eles nem eram cidadãos do país, pois haviam fugido recentemente da Rússia czarista.

Como mostra o recenseamento do Império Otomano, ao qual pertencia a Palestina, o país era bem povoado, especialmente as terras com próspera atividade agrária. No ano 1914, a população da Palestina era composta de 657.000 árabes muçulmanos, 81.000 árabes cristãos e 59.000 judeus, inclusive os recém chegados judeus europeus da primeira e segunda Aliá. Sendo assim, em 1914, a população judaica perfazia um total de menos de 8%.

Desde a fundação do país a 14 de maio de 1948, cerca de 3 milhões de emigrantes foram para Israel. Até a passagem para o novo século, havia bem poucos judeus nativos na Palestina. Estes viveram em conjunto e totalmente em paz com seus vizinhos árabes. Mesmo quando a primeira onda de emigrantes começou, principalmente da Rússia e para fundar os primeiros Kibbutz, havia uma convivência tolerante. Somente a agressiva política sionista de desprezo ao ser humano, na década de 30 e 40, foi capaz de destruir a paz e criou o conflito israelense-palestino que dura até o presente.

"A Palestina seria uma terra vazia, onde no máximo alguns beduínos perambulavam em seus camelos." Por crer nesta propaganda propalada insistentemente pelos sionistas, a maioria dos israelenses nega o fato de até mesmo ter havido uma Nakba, a destruição maciça da subsistência e a deportação de 800.000 palestinos da terra de seus ancestrais. Eles também não entendem o que querem os palestinos: um retorno a sua Pátria e uma reparação pelos crimes que foram cometidos contra eles.

Este acontecimento histórico é negado totalmente em Israel e completamente reprimido. Eles simplesmente não querem reconhecer que aconteceu uma grande injustiça (e ainda acontece) todos os dias. Eles não perguntam: se nunca aconteceu a Nakba, por que existem refugiados palestinos há mais de 60 anos? De onde eles vieram?

Como é possível realizar uma festa e celebrar os 60 anos de Israel, se seus vizinhos palestinos e co-cidadãos vivem há 60 anos em campos de refugiados, e agora são presos em Guetos atrás de um grande muro, e como vemos na Faixa de Gaza, vegetam sem energia, sem abastecimento d’água, sem víveres, tratamento médico adequado e outras necessidades primárias; totalmente desprovidos de direitos e tratados pior do que animais? O que os palestinos fizeram para serem punidos coletivamente desta forma?

No ano de 1934, Ben-Gurion reconheceu quem é o real agressor, quando afirmou:
“Se dissermos que os árabes são os agressores e nós apenas nos defendemos, isso é uma meia-verdade. O que concerne nossa segurança e nossas vidas, nós nos defendemos… mas a luta é somente um aspecto do conflito, que em seu âmago é político. E visto politicamente, nós somos os agressores e eles se defendem”.

O massacre de Deir Yassin

Na sexta-feira pela manhã, 9 de abril de 1948, comandos do Irgun (organização sionista de extrema-direita clandestina), liderados por Menachem Begin, futuro primeiro-ministro e ganhador do prêmio Nobel da Paz em 1978, membro do grupo Stern (organização sionista terrorista), atacaram o vilarejo de Deir Yassin, com cerca de 750 habitantes palestinos. Isso aconteceu algumas semanas antes do final do mandato britânico na Palestina. O vilarejo situava-se fora da área recomendada pela ONU para um futuro Estado judeu.

Deir Yassin situava-se numa região alta entre Tel-Aviv e Jerusalém e, como foi esclarecido posteriormente num plano secreto, tinha sido condenado à destruição para criar lugar a uma pequena pista de pouso que serviria ao abastecimento.

Até o meio-dia, mais de 100 pessoas – a maioria mulheres e crianças – foram sistematicamente assassinadas. Quatro dos agressores foram mortos pelos palestinos da resistência. 25 moradores homens foram colocados em caminhões e desfilados pelas ruas do quartel de Zakhron Yosef, em Jerusalém, e então conduzidos até uma pedreira na estrada entre Givat Shaul e Deir Yassin, e lá fuzilados. Os moradores restantes foram expulsos para o lado árabe oriental de Jerusalém.

O jornal The New York Times publicou a 13 de abril de 1948, no dia que finalmente ocorreu o sepultamento, que foram contados 254 cadáveres. Das 144 casas do vilarejo, 10 foram explodidas com dinamite. O cemitério foi planificado com uma pá-carregadeira e, como outras centenas de vilarejos que seguiram, Deir Yassin foi totalmente destruído e retirado do mapa.

Em setembro de 1948, judeus ortodoxos emigrantes da Polônia, Romênia e Eslováquia foram colocados lá. O centro do vilarejo foi rebatizado para Givat Shaul Bet. Quando Jerusalém cresceu, o lugar que outrora foi Deir Yassin transformou-se em parte da cidade e é conhecido agora como a área entre Givat Shaul e o assentamento Har Nof.

Quando a notícia do massacre se espalhou, a liderança do Haganah (organização judaica paramilitar, que posteriormente se transformou no exército israelense), reconheceu que o massacre mancha a questão do combatentes judeus e teria desonrado a tropa de luta judaica e a bandeira. Até Ben-Gurion enviou uma desculpa ao rei Abdullah, da Transjordânia.

Palavras de Nathan Chofshi, pacifista sionista russo e escritor, que emigrou em 1908 para a Palestina. Ele foi testemunha ocular da deportação dos árabes palestinos e teceu críticas sobre isso até 1959: Nós chegamos e transformamos os árabes nativos em refugiados. E nós ainda ousamos negá-lo, difamá-los, macular seus nomes. Ao invés que nós nos envergonhemos por nossos atos e tentemos reparar o mal que fizemos… nós vamos lá e justificamos estes atos repugnantes e tentamos ainda santificá-los”.

28 comentários:

  1. Ora, Fabiano! Esse povo não leva em conta a dignidade alheia quando avalia o que é justo ou injusto, certo ou errado. Para o "povo eleito" vale o que Jeová disse a Moisés em Números, Cap. 33, Ver. 50 a 56: "O Senhor disse a Moisés, nas planícies de Moab, junto do Jordão, defronte de Jericó: 'Dize aos israelitas: quando tiverdes passado o Jordão e entrado na terra de Canaã, expulsareis de diante de vós todos os habitantes da terra, destruireis todas as suas pedras esculpidas, todas as suas estátuas fundidas e devastareis todos os seus lugares altos. Tomareis posse da terra e habitá-la-eis, porque eu vo-la dou. Reparti-la-eis entre vossas famílias por sorte: aos que forem mais numerosos, uma porção maior, e uma menor, aos que forem menos. Cada um possuirá o que lhe couber por sorte. Fareis essa repartição segundo vossas tribos patriarcais. Se vós, porém, não expulsardes de diante de vós os habitantes da terra, os que ficarem serão para vós como espinhos nos olhos e aguilhões nos flancos, e vos perseguirão na terra onde habitardes. E tudo o que eu tinha pensado fazer a eles, o farei a vós'". Perdão pela citação extensa, mas é que esta "estorinha" foi inventada a mais de 2500 anos e continua extremamente atual!
    Abraços!
    Leonardo JF

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    1. Amigo Leonardo.
      Tanto faz se a citação tem uma ou cinquenta linhas. Sendo coerente e producente como a sua, é muito bem vinda. Você já viu esta postagem abaixo?
      http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2013/01/passagens-biblicas.html
      Vai complementar seu comentário.
      Abraços.

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  2. Tudo o que a MÍDIA insiste que você saiba e tenha sempre em mente.

    Quando há CONFLITOS no Oriente Médio, são sempre os Árabes que atacam primeiro e sempre Israel se defende.

    Os Árabes Palestinos ou Libaneses, não tem o direito de matar civis. “ALIÁS, NINGUÉM TEM”.

    Nesse caso se dá o nome de “TERRORISMO”.

    Israel tem todo o direito de matar civis Árabes, “vide as agressões em Sabra e Shatila, King David Hotel, Deir Yassin etc...”

    Quando ocorre esse fato "ESPORÁDICO" o mundo sionista ou COMPRADO por esses, chamam de Legitima Defesa.

    Quando Israel mata população civil...

    As potencias ocidentais e a ONU pedem que seja mais comedida.

    Isso se chama Reação da comunidade Internacional.

    Os palestinos e os Libaneses não têm o direito de capturar combatentes de Israel mesmo que o número dos capturados seja inferior a três soldados.

    Isso os representantes dos Direitos Humanos chamam de “sequestrar pessoas indefesas”.

    Os israelenses tem o direito de levar a qualquer hora e de qualquer lugar quantos Palestinos e Libaneses desejarem (atualmente são mais de 10 000 no total dos quais 300 são crianças, e 1000 são mulheres).

    Não há limite e não precisam ter provas de culpabilidade de crimes cometidos pelos sequestrados.

    Basta mencionar a palavra Mágica "TERRORISTA" como justificativa.

    Pode Israel manter os sequestrados presos definitivamente.

    Quando se menciona “Hezbollah", é obrigatório na mesma frase dizer a expressão "apoiado e financiado pela Síria e pelo Irã".

    Quando se menciona "Israel", é proibido falar a expressão "apoiado ou financiado pelos Estados Unidos".

    Isso pode dar a impressão de que o conflito e desigual e que Israel não está em perigo existencial.

    Nunca falar de "Territórios Ocupados" ou de resoluções da ONU, nem violações de direitos humanos ou internacionais nem da convenção de Genebra.

    Isso pode perturbar os israelenses ou os ocidentais especialmente os telespectadores da CNN, da FOX, da BBC, ou algum FISCAL a soldo do sionismo etc.

    Tanto os Palestinos quanto os Libaneses são covardes que se escondem entre a população civil que não os querem.

    Eles dormem com as suas famílias nas suas casas.

    Isso se chama de covardia.

    Israel tem todo o direito de aniquilar os bairros onde eles estão.

    Isso é permitido e se chama de ações cirúrgicas de alta valentia.

    Os Israelenses falam melhor o Inglês, o Francês, o Espanhol, o Português etc. que os Árabes. E por isso eles e os que os apoiam são mais entrevistados e tem mais oportunidade que os Árabes para explicar essas regras

    Isso se chama de neutralidade jornalística.

    Todas as pessoas que não estão de acordo com o exposto acima são definitivamente Terroristas Antissemitas e de alta Periculosidade.

    Nem precisa explicar mais...

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    1. Caro amigo, acho que você acabou de me chamar de "Terrorista Antissemita de Alta Periculosidade"...
      Fiquei quase que meio mais ou menos magoado...

      Chistes à parte, boa resumida do status quo geopolítico mundial. Eu riria se não estivesse engasturado com tudo isso.
      Abraços.

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  3. Sim, Fabiano! Já havia lido esta postagem. Um verdadeiro "show" de "destrua", "derrube", "extermine" e "queime". É de fato incrível que tal insanidade se encontre em um livro considerado religioso.

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  4. Caro Senhor,
    julgo que a coisa não é tão simples assim, considerações têm que serem feitas:

    Em 1920, 1921 e 1929 vários judeus foram mortos pelos palestinos, na verdade, 67 judeus foram massacrados num único dia em Hebron, em 1929.

    Entre 1936 e 1939 - 510 judeus, homens,mulheres e crianças foram assassinados nas rebeliões árabes ocorridas na região

    Em 1947 a ONU criou um Estado Palestino ao lado de um minusculo Israel e os palestinos e os vizinhos arabes foram à guerra matando 6.000 judeus

    Os pobres palestinos que hoje matam judeus com explosivos e bombas incendiárias e pedras são parte do mesmo povo que, quando tinham todos os territórios que agoram exigem ser dado a eles, tentou conduzir o Estado judeu para o mar. As mesmas faces retorcidas, o mesmo ódio, o mesmo grito "itbach-al-yahud" (massacre aos judeus!) que vemos e ouvimos atualmente, eram vistos e ouvidos naquela época

    Em 1948, sete estados arabes deflagraram uma guerra que a Liga Arabe orgulhosamente comparou com os massacres mongóis (consta em ata).

    Em 1967 quando Nasser foi orgulhosamente aclamado em todas as capitais arabes do mundo jurou atirar os judeus ao mar.

    O VERDADEIRO NAKBA:

    Por várias gerações os judeus viveram em paz em paises arabes, fazendo parte atuante destes, com o surgimento de Gamal Abdel Nasser e o nacionalismo arabe (pan-arabismo) os judeus foram sistematicamente expulsos, de paises como egito, siria, libano, tunisia, jordania, iraque, etc, foram obrigados a deixar suas propriedades, pertences e passado, cada pessoa poderia sair carregando apenas uma mala, ...............motivo da expulsão:...........serem judeus, vejam video esclarecedor há dezenas que poderia postas



    http://www.youtube.com/watch?v=7Tt6VZszaFI

    Como disse a coisa não é tão simples assim.

    Quanto ao velho testamento ou seja, a Torah, esta é seguida por judeus, cristãos e muçulmanos, e relatam algo que era realidade na época e que não podemos transpor para os dias atuais .

    obrigado Ricardo Mallamud

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    1. Sr. Ricardo.
      Concordo que "A coisa não é tão simples assim." Jamais cometeria a leviandade de sequer crer que é simples e acredito nos números e fatos que relatou. Os dois lados têm suas razões e seus lados bons e ruins.
      Mas é dito que todos viviam em boa paz e harmonia até a chegada dos sionistas destruindo tudo, como é frisado no texto. O que mais pesa hoje em dia é a desproporcionalidade de forças (bélica, financeira e política) pró-Israel. Se forem feitas as contas do quanto o lado palestino foi massacrado nos últimos 50 anos e comparar com o lado israelense, ficará patente que Israel é o Paraíso e a Faixa de Gaza, o Purgatório.
      O seu vídeo fala da perseguição árabe contra os judeus. De fato, muitas covardias foram perpetradas. Mas por que os judeus são malquistos desde tempos ancestrais por todos os povos com quem teve contato? Veja esta lista:
      http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2012/11/degredos.html

      Assunto espinhoso, mas, nos últimos tempos, a covardia contra os palestinos me toca bem mais do que a antipatia que meio mundo tem contra os sionistas.
      Abraços. Grato pela visita.

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    2. Caro Senhor,
      obrigado pela resposta e agradeço me receber em vosso blog.

      Me permita escrever algo que deveria ter mencionado na postagem anterior:
      - Sou favorável a um estado palestino ao lado de Israel, com convívo pacifico e harmonioso
      - Sou totalmente contra, abomino e rejeito qualquer forma de radicalismo............de ambos os lados.

      Vou me fixar nos ultimos 50 anos, na situação palestina e na proporcionalidade, começarei pela última:

      Nos últimos 50 anos houveram vários conflitos entre arabes e israelenses, vou analisar a proporcionalidade tomando como exemplo a guerra de seis dias, que de forma concreta representa uma amostragem confiável:

      Estados envolvidos: arabes 4 + 4 apoiadores Israel 1
      Caças: arabes 957 Israel 300
      Tanques: arabes 2504 Israel 800
      combatentes na proporção de 4 para 1

      Haja visto o quadro ácima era de se esperar uma vitória arabe em todos os conflitos,mas não foi isto que ocorreu, muito pelo contrário..................
      Talvez tenha a ver com a tecnologia, mais uma vez errado, estamos no meio da guerra fria a aliado dos arabes a União Sovietica, dava o que havia de ponta da sua industria de guerra, alem de treinamento, know how, apoio estrategico e manutenção, e nem assim estes venceram
      Talvez seja por razões economicas,mais uma vez errado haja visto os petrodólares que alimentavam estes governos e suas investidas.........

      Pois bem, analisando a proporcionalidade há algo de errado..........vamos adiante:

      Após a guerra de independência de 1947, o minusculo estado de Israel anulou a investida arabe, e o que estes fizeram para seus irmãos palestinos???estes puderam assumir e governar sua parte da terra dividida???.........infelizmente, as respostas são pouco animadoras o Egito administrou gaza e a Jordânia a cisjordania, estes não abriram mão da governabilidade em prol de seus pobres irmãos palestinos, e digo mais, para estes os palestinos serviam apenas como ¨¨bucha de canhão¨¨, prova disto é o massacre ocorrido na jordania conhecido como setembro negro em que o exercito jordaniano a mando de seus governantes assassinou seus pobres irmãos palestinos, apenas para vossa informação até hoje em paises como a arabia saudita os palestinos são considerados de 2 classe e portanto inferiores.

      Cabe indagar, por que os milhões de dólares jamais chegam para seus irmãos palestinos???por que até hoje estes não constrõem hospitais e escolas para os sofridos palestinos???.......francamente sei a resposta mas deixarei em suspense.

      Agora, chegamos aos dias de hoje,e exemplificarei, um ladrão sozinho armado de uma faca ameaça vossa familia na rua, pois bem ao ir a uma delegacia vc. pede para que estes prendam o meliante, mas impõem condições apenas um policial deverá ir a captura, este deixará sua arma e poderá usar apenas uma faca, para não configurar uso de força desproporcional, isto faz sentido ao senhor???.....com Israel é a mesma coisa, uma vez atacado, uma vez ameaçado este deve usar todas as formas e meios que lhe convier para garantir o bem estar de seus cidadãos e de sua nação.........não há outra forma que seja coerente e adequada.

      Quanto a por que os judeus são malquistos, poderia ficar horas aqui mas sugiro ao senhor o livro do francês jacques Attali, os judeus o dinheiro e o mundo, em que ele de maneira primorosa analisa caso por caso das diversas perseguições, exterminios, expulsões sofridas pelo povo judeu..........

      Mais uma vez obrigado por me receber no seu blog e por me permitir que me expresse.

      Bom fim de semana
      Ricardo Mallamud

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    3. Boa tarde, sr. Ricardo.
      Refletirei sobre seu comentário e opinarei amanhã.
      Antecipo que minimizar o poder bélico, financeiro e político de israel não é nem um pouco coerente com a realidade.
      Lembre-se da Guerra dos Seis Dias. Uma moleza pro poderoso exército judeu. Imagine atualmente.
      Abraços.

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    4. Não minimizei apenas coloquei em números reais naquilo que o senhor mencionou em proporcionalidade.............pelos números apresentados do exército arabe não deveria ser uma moleza, não concorda???.............não esqueça que usei este como exemplo, pois este serve para ilustrar os demais, ai vai da guerra do yom kipur:
      Israel:415 000 soldados
      1 500 tanques,
      3 000 blindados
      945 unid. de artilharia
      561 aeronaves
      84 helicópteros
      38 barcos da Marinha


      Arabes:Egipto: 800 000 soldados (300 000 posicionados), 2 400 tanques, 2 400 blindados, 1 120 unid. de artilharia, 690 aeronaves, 161 helicópteros, 104 barcos da Marinha,
      Síria: 150 000 soldados (60 000 posicionados), 1 400 tanques, 800–900 blindados, 600 unid. de artilharia, 350 aeronaves, 36 helicópteros, 21 barcos da Marinha,
      Iraque: 60 000 soldados, 700 tanques, 500 blindados, 200 unid. de artilharia, 73 aeronaves

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    5. Nºs interessantes, sr. Ricardo.
      Só uma palavrinha esboroa seu raciocínio: TECNOLOGIA.
      Israel está (há muito tempo) anos-luz à frente de TODOS os seus adversários do OM juntos!
      Imagine: vamos guerrear; eu e mais vinte vamos de peito aberto, armados de arco e flecha, espadas e porretes; você, sozinho, vem com capacete, colete de kevlar, uma UZI israelense, granadas e um lança-chamas.
      Quem vencerá?
      Abraços.

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    6. Caro Senhor (por favor como devo chamá-lo?)

      Vou repetir o que havia escrito o que vai contra o que o senhor escreveu e voltou a repetir...........

      Estamos no meio da guerra fria, de um lado os Estados Unidos e seus aliados do outro a poderosa União Sovietica, Israel foi apadrinhado vamos dizer assim pelos EUA e os países Arabes pela União Sovietica, esta última apesar de fechada, e em alguns ramos ter ficado para trás como por exemplo os automóveis, na questão militar eles tinham industria, tecnologia e equipamentos de ponta, assim enquanto o exercito israelense tinha os caças mirrage e phanton, os Arabes tinham os famosos MIGS, e de ponta, os blindados e tanques russos são famosos desde o final da II guerra mundial, tanto isto é verdade que esta desproporcionalidade em favor dos arabes era tão gritante e absurda que para seus dirigentes jogar os judeus ao mar seria moleza..............algo que jamais ocorreu, o que demonstra que aquilo que o senhor escreve sobre os últimos 50 anos, desproporcionalidade a favor de Israel, tecnologia e poder financeiro, não se sustenta.

      Porém,não se desespere, o senhor está olhando o passado com olhos naquilo que está acontecendo no presente........

      Com o final da União Sovietica, com o fim da guerra fria, os arabes tiveram seus exercitos sucateados, defasados e praticamente inoperantes, e com isto desistiram do enfrentamento e da agressão bélica, (hoje em dia apenas como exemplo o exercito egipcio esta muito defasado), abandonando quase que em completo seus irmãos palestinos, pretenções de agressão e atrito, não é a toa que egito e jordânia buscaram o entendimeto via acordos e tratados de paz ........a partir disto e ai sim a desproporcionalidade esta em favor de Israel, que manteve seu exercito atualizado e trava um conflito contra alguém que se mantém com ações esporádicas..............como mencionei com os olhos na realidade de hoje (conflito palestino x israelense) o senhor não pode analisar os conflitos de outrorá (entre arabes e israelenses).............era apenas isto que quis mostrar e demonstrar que não compactua com aquilo que foi escrito pelo senhor.

      Ressalto, também o que mencionei que os palestinos sempre foram a ""carne da piranha"" para os arábes, que estes jamais em momento algum e quando puderam não proporcionaram autonomia politica e economica para estes, e que por fim os dirigentes palestinos no quesito corrupção não deixam nada a dever a seus colegas brasieliros, e que para estes a melhor forma de se chegar a tão sonhada autonomia será a conversa, enfrentamentos como os que o grupo hamas realizam não vão levar a lugar algum.

      Voltando a primeira postagem nada é muito simples e automatico................................por favor não deixe de ler sobre o massacre conhecido como setembro negro:

      http://pt.wikipedia.org/wiki/Setembro_Negro

      tenha um bom fim de domingo.
      Ricardo Mallamud
      a

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    7. Fabiano é o meu nome. 'Senhor' é um detalhe (divino).

      "o senhor está olhando o passado com olhos naquilo que está acontecendo no presente". Esta sua frase é a síntese da verdade, visto que a segunda opção (estudar a História) é muito sujeita a fraudes (se bem que a primeira também).

      A bipartição do poder mundial a partir da Guerra Fria tem uma infinidade de 'senões'. Entre os principais: Quanto há de verdade nessa "disputa de poder? Quem garante que não são 'farinha do mesmo saco', que tudo não passou de 'cortina de fumaça' (afinal, os sionistas foram os responsáveis pela Revolução Russa, firmando-se no poder em seguida)? Quantos conluios, conchavos, esquemas, troca-trocas, etc eles fizeram à socapa? E por aí vai.

      "com os olhos na realidade de hoje (conflito palestino x israelense) o senhor não pode analisar os conflitos de outrorá (entre arabes e israelenses)" Minha 'análise' se resumiu a uma opinião sobre o que a História nos conta sobre os dois massacres do post. Hoje, eu só conheço a dita desproporcionalidade pró-israel e a crueza e covardia que milhões de inocentes recebem diariamente.

      Repito minhas palavras do meu primeiro comentário: Os dois lados têm suas razões e seus lados bons e ruins.
      Então, penso que esse jogo pra lá de sórdido e hipócrita do poder nunca se baseia em verdades. Por isto, analiso e opino sobre o que ocorre AGORA, sob o risco de cometer injustiças. Mas quem não as comete? Só quem se omite. Por enquanto, sou a favor da justiça e respeito ao povo palestino para que eles sejam tratados com humanidade. Israel poderia isto tranquilamente, não fosse a ganância da sua cúpula.

      Veja este vídeo: http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2012/08/mensagem-de-amor.html

      Abraços. Lerei sobre o 'Setembro Negro'.

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    8. Quanto ao segundo comentário, sr. Ricardo, não o publicarei, conforme seu pedido.

      Primeiro, muito grato pela confiança; minha retribuição é meu blog sempre aberto à sua opinião.
      Segundo, peço-lhe que considere toda a desconfiança que a virtualidade da internet já impetrou na sociedade. Uma quantidade nefasta de seres abjetos se valem dela para 'fazer das suas', crentes na impunidade.

      Aqui mesmo tem uma quantidade razoável desses (perdoe-me pelo chulo. Não tenho opção) "comerdários". Ofensas gratuitas e de baixo calão, simplesmente por crerem que sou 'racista', 'antissemita' e daí pra baixo. No começo, fui levando com paciência e boa educação que eles não mereciam. Quando vi que comecei a apelar de alguma forma, deixei de responder e passei a guardá-las num "saco emético".

      Mas repito o que disse ao Eduardo: Não tenho nenhum pejo ou peia de debater mesmo com seres daquele desnível. SE E SOMENTE SE eles mantiverem suas podridões para eles. Ninguém é obrigado a aceitar passivamente minhas opiniões, mas tem o dever de respeitá-las e, dentro da cordialidade, contestá-las.

      Continuemos com nossos debates. Tenho certeza de duas coisas: uma; neste ritmo, eles evoluirão e frutificarão. Duas; outros se juntarão a eles.
      Abraços.

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  5. Boa tarde!
    Terrivel o que esses vermes vem fazendo ao longo dos tempos, um ataque que mereçe "destaque" éo corte de fornecemento de água potável aos Palestinos.

    EDUARDO-SP

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    1. Isso, Eduardo, é só um detalhe (sórdido) dessa campanha sionista contra os palestinos. O massacre psicológico é o pior de tudo. Todo tipo de mal e doença é causado por esse tipo de massacre.
      Imagine alguém viver 90 anos sob medo, tensão, privações,... Por causa dele, se vive um arremedo de vida.
      Abraço.

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  6. Prezado Fabiano e demais,

    Muito bom saber que há um "contraditor" que se expõe para um debate, proporcionando até mesmo datas para tal feito, mas para essas datas é preciso saber o que houve antes delas, quais motivos proporcionaram esses feitos, o que provocou a revolta se até antes disso segundo o censo em 1914 viviam no local 797 mil pessoas entre elas 657 mil árabes muçulmanos, 81 mil árabes cristãos e 59 mil judeus, sob o jugo otomano sofrendo com a falta d'água e falta de comida proporcionada pelos dominadores desde o ano 1517.

    O Sr. Ricardo nos presenteia com datas de 1920, 1921 e 1929, datas essas marcadas logo após os "TRATADOS" que os ingleses faziam com os dois lados na região entre ÁRABES e TURCOS, os politicos de sua majestade diziam uma coisa para os ÁRABES e outra coisa para os RUSSOS e FRANCESES, mas quem fomentou tais CONFLITOS?

    O intuito era somente um "PETRÓLEO" e quem dele VIVESSE, como bem disse Sun Tzu "DIVIDIR para CONQUISTAR".

    E assim foi feito, os ingleses conseguiram, arrumaram um jeito de TIRAR dos territórios da rainha todo o seguidor "pobre" do judaísmo e mandá-los para um TERRITÓRIO devidamente constituído onde viviam os ÁRABES PALESTINOS desde há mais de mil anos.

    A Declaração Balfour com a observância de sua majestade em cujos gabinetes eram praticados por sionistas (vide as nomeações) proporcionaram as origens dos fatos.

    Uma INVASÃO OCORREU na PALESTINA, não teria os "MORADORES DO LOCAL" o direito de se defenderem?

    Podemos até falar sobre isso daria um bom DEBATE.

    Abraços.

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    1. Bom dia, caro Ragi.
      Neste saudável debate, um ponto se destaca para mim: a campanha sionista "Uma terra sem povo para um povo sem terra". É de uma hipocrisia que dói e revolta.
      São todos da mesma origem semítica, estão lá há milênios, separados por pequenas e pontuais diferenças culturais e religiosas. A quantidade de cada etnia dá o tom da importância que cada uma dá à região.
      Por isso, penso ser um asqueroso crime o que a cúpula sionista impetra aos palestinos. Uma boa dose de bom senso e bem querer resolveria 90% dos problemas.
      E já que o lado judeu é o predominante financeira, bélica e politicamente (e usa e abusa de tal predominância), ele precisa ser freado e trazido à consciência moral do humanismo.
      Afinal, uma máxima do judaísmo diz: "Seja generoso com os pobres e necessitados". Ou só vale pros judeus?
      Abraços.

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  7. Esse negócio de "TERRA SEM POVO, POVO SEM TERRA"é mesmo de "KHr", muito embora que os SEGUIDORES da SEITA não tem olhos para nada que não seja "kosher" vide a região de Higienópolis na cidade de Sampa, eles arrumaram um "JEITINHO" para cumprir o lado "GENEROSO" deles proporcionando terra para os que foram menos bafejados pela sorte mesmo sendo praticantes das 613 obrigações de um seguidor da "SEITA judaica".

    Todo seguidor da SEITA que não tenham GRÁFICAS para produzir dinheiro, estava ESCOLHIDO para MIGRAR para a tal TERRA SEM POVO, isso com as graças da RAINHA e com o dinheiro fabricado E GENTILMENTE CEDIDO pelo Barão Rothischild, pois conforme o próprio disse, "Me dê o controle do dinheiro de uma nação e não me importarei com quem faz suas leis".

    Assim companheiro, ATÉ EU!

    Os "INÇINAMENTOS judaicos" sempre foram destinados ao povo que se diz "ELEITO", mas alguns imbecilizados por uma "FÉ" em LENDAS e FÁBULAS, conseguiram fazer a GLOBALIZAÇÃO disso, nem mesmo os INVENTORES dessa FÁBULA imaginaram que o "NEGÓCIO" poderia ser tão "RENTÁVEL".

    Será que teremos CONTINUIDADE com tal debate?

    Abraços.

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    1. Havemos de esperar, caro amigo. Faço figas!
      Enquanto isso, vamos garimpando para encontrar pérolas, como a do Toedter, no seu blog.
      Ele achou um estudo que mostra que um terremoto seguido de tsunami não causaria o ocorrido em Fukushima. Foi um ataque nuclear.
      Abraços.

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  8. Voce está de brincadeira( ricardo/arthur/zico/sionista) não é? imagina que somos crianças? nao sabemos quem voce é?, ao menos está educado, já é um progresso.
    Desculpe Fabiano, de desviar o assunto.

    EDUARDO-SP

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    1. Amigo Eduardo, eu fico com o final do seu comentário: "ao menos, está educado." Claro que estou apenas cogitando que ele possa ser quem você acredita.
      Mas eu não consigo afirmar isso; por isto, digo-lhe: mesmo que ele o seja, é agradável um papo assim. Eu não tenho inimigos, rancores ou ranços, mesmo por vermes que vivem me ofendendo gratuitamente. Apenas desprezo (o que não é pouco).
      Mas mesmo eles, se encetarem um debate minimamente bem educado e producente, terão espaço aqui.
      Senão, "saco emético"!
      Abraços.

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  9. Quando 100% da mídia pertence ao mesmo grupo fica fácil manipular a informação, afinal a maioria das pessoas não pensam por si mesmas, são imbecis ou imbecilizadas. Em quem elas vão acreditar, em toda a tv, jornais e revistas ou nos "maluquinhos que escrevem blogs"

    Do Jews Control the Media? -- The LA Times Says Yes! (Vídeo feito por um ex-governador americano, vejam os outros, o nome dele é Devid Duke)
    http://youtu.be/CVmiAR5nvJE

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    1. Só corrigindo: 100% da Grande Mídia.
      Ainda, com a Graça de Deus, temos muitos pequenos baluartes de dignidade no meio dela. Se quisermos engrandecê-las, precisamos de um trabalho de formiguinha: passinho a passinho, mas tenazes e só param quando morrem.
      Grato pelo link.
      Abraço.

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  10. Já que nossos comentarios são deletados dos blogs "oficiais" eu voto que os comentarios mentirosos do retardado deveriam ser apagados.

    Se eles resolverem abrir o espaço deles democrticamente aí então vc abre o seu.
    Mas como eles tão com uma vantagem numérica e financeira completmente desproporcional deixa a iniciativa partir deles.

    DELETA O RETARDADO!

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    1. Eu já cometi essa falha de deletar 'comerdários' dessa tropa de vagabundos. Há tempos, eu as enfio no já notório por aqui "saco emético".
      Assim, tenho como comprovar a qualquer hora o quanto eles são asquerosos e evito que meus visitantes se poluam com suas podridões.
      Abraço.

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  11. Olá Fabiano:

    Gostaria de contribuir com uma reflexão sobre este assunto, por sinal muito bem colocado nesta sua postagem, sobre um ângulo mais filosófico e psicológico.

    Muitos dos que debatem, ou debateram com sionistas sobre a questão Israel x Palestina, quase nunca percebe um fator importantíssimo: que estão diante de uma ideologia e de seus seguidores.

    Uma ideologia é por definição, quem estudou um pouco de filosofia e ciências políticas sabe disso, uma realidade postiça que se sobrepõe à realidade dos fatos.

    Por conseqüência, um seguidor de uma ideologia não vive a realidade dos fatos nem raciocina por ela, mas pela ideologia que segue. E por isso vive numa realidade postiça.

    Quando confrontado com a realidade dos fatos, ele a rechaça e é totalmente impermeável a uma argumentação racional que seja capaz de demonstrar o equívoco em que vive.

    Quando este confronto se torna grande demais para ser negado normalmente apela para as seguintes táticas:

    1. negação do problema.
    2. minimização.
    3. comparações indevidas.
    4. justificação.
    5. desvios para detalhes secundários.

    Entre muitas outras.

    Por isso muitos dos defensores da causa palestina se perdem em debates inglórios, acreditando que podem convencer o adversário sionista com uma argumentação racional; ignorando, completamente, a natureza da ideologia e da psicologia dos que a professam.

    José Augusto Landini.


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    1. Sr. Landini, ótimas observações.
      Minha namorada (psicóloga) vive me falando de situações semelhantes: negação, justificação, etc. Essas coisas ocorrem o tempo todo com todos nós, mas num nível muito simples, às vezes, imperceptível.

      No caso sionista, o nível é doentio, fanático, quase psicopático. Não que os fundamentalistas islâmicos sejam menos problemáticos.

      No meu papo com o sr. Ricardo mais acima, eu coloco que israel poderia facilmente acabar com todo esse estado deplorável de coisas, mas sua cúpula não arreda um centímetro (apesar de viver dizendo que já fez dezenas de gestos e propostas de paz e boa convivência). Tem tudo a ver com suas colocações.

      Essa bobagem de se acharem "os eleitos" é incutida e fundida na mente do maior número possível de judeus pelos sionistas. Inclua-se o vitimismo (este é o pior de todos), como vemos no vídeo do cineasta judeu Yoav Shamir ("Defamation"), onde isso é feito contra a juventude israelense. Um crime!

      Se quiser ver o vídeo: http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2012/04/video-defamation_13.html

      Abraços. Grato pela visita.

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