Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


sexta-feira, 8 de março de 2013

Poder, domínio e influência.

Amigos e amigas.
Tanto se fala da predominância judaica no mundo. Tanto quanto os sionistas negam, troçam e gritam o contrário. Mas muitos deles não escondem e até se pavoneiam desse predomínio. Penso que eles tem razão em fazer assim. Afinal, negar é mais estúpido que tapar o sol com peneira.
Sobre vários assuntos, as frases abaixo dão ideia do título do post. Leiam e ponderem.
FAB29

“Desde a década de 60, os judeus têm tido uma influência considerável na vida econômica, cultural, intelectual e política dos Estados Unidos. Os judeus estiveram no centro das finanças americanas durante os anos 80, entre os acionistas das principais fusões e organizações dessa época. Hoje, ainda que apenas 2% da nação seja judaica, quase metade dos bilionários nos Estados Unidos são de origem judaica. Os donos das três maiores estações de televisão e dos maiores quatro estúdios de filmes são judeus, assim como os donos da maior rede de noticiários, bem como do mais influente jornal americano, o New York Times. A influência e o papel dos judeus na política americana está devidamente notável. (…) Os judeus representam 11% do que se define como elite nacional. Constituem mais de 25% da elite de jornalistas e publicitários, mais de 17% dos líderes de organizações voluntárias de interesses públicos mais importantes, e mais de 15% do ranking dos funcionários civis”. (Benjamin Ginsberg - The Fatal Embrace: Jews and the State - University of Chicago, 1993, pgs. 1, 103)

“O poder político desproporcional dos judeus faz deles o maior grupo étnico/cultural na América” (Stephen Steinlight, ex-Diretor das Questões Nacionais do Comitê Judaico-Americano)

“Pode-se dizer claramente que os Estados Unidos devem aos judeus o que hoje são por completo, sobretudo no que diz respeito à sua natureza americana. O que nós chamamos de americanismo, é, na verdade, nada mais que a influência do espírito judaico” (Werner Sombart, sociólogo e economista alemão)
“Durante as últimas três décadas, os judeus [nos Estados Unidos] compuseram mais de 50% do topo dos 200 grandes intelectuais (…) 20% dos professores das principais universidades (…) 40% dos proprietários dos principais escritórios de advocacia em Nova Iorque e Washington (…) 59% dos diretores, escritores e produtores dos 50 maiores nomes da indústria cinematográfica, de 1965 a 1982 (…) E 58% dos diretores, escritores e produtores em duas ou mais séries de televisão em horário nobre”. (Seymour Lipset e Earl Raab - “Jews and the New American Scene”, de 1995)
A influência Judaico-americana em Washington é, sem sombra de dúvidas, do conhecimento da comunidade judaica, dos líderes judeus e oficiais americanos. Exemplo disso é a quantidade de dinheiro destinado à contribuição nas campanhas de eleição.” (Nota no Jerusalém Post)

“Estima-se que os judeus sozinhos puderam contribuir com 50% dos fundos pela campanha que buscava a reeleição do Presidente Bill Clinton, em 1996”. (Janine Zacharia, “The Unofficial Ambassadors of the Jewish State” - 02 de Abril de 2000)

“Em algumas peças chaves da mídia, notavelmente entre os empresários do estúdio de Hollywood, os judeus são tão numericamente dominantes que chamar esse negócio de ‘controlado judaicamente’ é um pouco mais que uma simples observação estatística. (…) Hollywood, no fim do Séc. 20, é ainda uma indústria com uma pronunciada roupagem étnica. Virtualmente, todos os mais antigos diretores dos maiores estúdios são judeus. De escritores a produtores, passando por diretores de menor grau, são majoritariamente judeus – um recente estudo mostrou que os judeus ocupam 59% entre os grandes filmes. (…) O peso combinado de tantos judeus em uma das indústrias mais importantes e lucrativas da America permite aos judeus de Hollywood dispor de um grande poder político. Eles são a maior fonte de renda para os candidatos democratas. (…) Refletindo seu papel na imprensa americana, os judeus são rotineiramente vistos como pessoas de alto nível intelectual, altruístas, fidedignas, compassivos e merecedores de simpatia e apoio”. (Jonathan J. Goldberg - “Jewish Power” – pg. 280, 287-288)

“Eles sabem perfeitamente bem que responsabilidades possuem (…) Hollywood é controlada por judeus. Pertence a eles todos, e, portanto, dever-se-ia ter uma sensibilidade maior sobre o número de pessoas que estão sofrendo [na atualidade]. (Marlon Brando - Entrevista com Larry King, Rede CNN, em 5 de Abril de 1996)
O maior perigo deles [sionistas] a esse país reside em suas grandes posses e influências na televisão, imprensa, radio e no governo (...) Por motivos que são compreensíveis do ponto de vista judaico, uma vez que os judeus são muito diferentes de nós, pelo fato de não serem americanos, eles desejam envolver-nos em uma guerra. Nós não podemos culpá-los por buscar o que eles acreditam ser os interesses deles próprios, mas nós também devemos contemplar os nossos próprios. Não podemos permitir que paixões naturais e preconceitos de outros povos liderem nosso país rumo à destruição”. (Charles Lindbergh - Discurso a 7 mil pessoas em Des Moines, Iowa, em 11 de Setembro de 1941)

“Como o sionismo será imposto ao povo americano? Será pela conexão judaica, a solidariedade tribal entre os seus que irá impulsionar os não-judeus, moldando um poder sem igual (…) Nas grandes áreas metropolitanas, a conexão judaico-sionista deverá permear por completo as áreas financeiras, comerciais, sociais e de lazer, além, é claro, dos círculos de arte (...) E como resultado do controle judaico na imprensa, a cobertura da imprensa na televisão, jornais e revistas americanas na questão do conflito Israel-Palestina é simpática a Israel. Isto explica, por exemplo, a manipulação em torno de uma ideia de um suposto ‘terrorismo palestino'. (...) Reportagens parciais sobre terrorismo, cujas causas nunca surtem efeitos, são asseguradas por causa do efetivo componente da conexão judaica, que é o controle da mídia”. (Alfred M. Lilienthal - “The Zionist Connection”, pg. 206, 218, 219, 229 – 1978)

“Apresentado autenticamente ou sem autenticidade alguma, de acordo com os fatos históricos ou em contradição com eles, com empatia e entendimento ou uma cafonice monumental, o Holocausto se tornou um símbolo norteador da nossa cultura (…) É difícil passar um só mês sem que deixe aparecer uma nova produção de TV, um novo drama, novos livros de prosa ou poesia, que tratem do respectivo assunto, e essa inundação tende a aumentar”. (Yehuda Bauer, publicado em David Cesarani, ed., The Final Solution: Origins and Implementation - pg. 305, 306 )

“No que diz respeito a Israel, o Holocausto deve ser usado como um estratégico ponto de crítica política, além de um supressor de debates, pois reforça a ideia dos judeus enquanto um povo eternamente perseguido que apenas pôde contar consigo próprio. Trazer à tona a ideia do sofrimento judaico durante o regime nazista despista com frequência o caráter racional de qualquer argumentação. E ao final, tem-se consciência de que é possível convencer até mesmo os que ainda estavam em dúvidas, a legitimar as atuais posturas do Estado de Israel”. (Paula E. Hyman, “New Debate on the Holocaust,” The New York Times Magazine, 14 de Setembro de 1980, pg. 79)

“Quando você é o grupo étnico mais rico, mais abastado e exitoso dos Estados Unidos, você tem o mundo numa bandeja. (…) Então, se torna vergonhoso quando você se senta e começa a falar em antissemitismo. Ao menos é o que acho. (...) Invocar o Holocausto é um estratagema para tirar qualquer legitimidade da crítica aos judeus. (...) Ao conferir a inocência total dos judeus, o dogma holocáustico imuniza Israel e judeus americanos de uma censura legitimada. (…) Os judeus organizados exploram o Holocausto nazista para ausentar a crítica a Israel e às suas próprias ações morais injustificáveis. (...) O Holocausto é forte candidato a ser a maior ladroagem na história da humanidade”. (Norman G. Finkelstein, The Holocaust Industry (London, New York: Verso, 2000), pgs. 130, 138, 139, 149)

“Os judeus em Israel se sentem livres para atuar brutalmente contra árabes, pois ao acreditar com absoluta certeza de que agora, com a Casa Branca, o Senado e grande parte da imprensa americana está nas nossas mãos, as vidas dos outros não contam tanto como as nossas próprias”. (Jornalista israelense Ari Shavit, The New York Times, 27 de Maio de 1996)

“Nunca vi um Presidente – na verdade, não me importo quem ele seja – colocar-se à frente dos israelenses. [Estes] são inescrupulosos. Sempre conseguem o que querem. Sabem o que ocorre o tempo todo. Cheguei a um ponto onde eu não estava mais escrevendo nada por mim mesmo. Se os americanos entendessem a que ponto essas pessoas chegaram em nosso governo, eles iriam pensar em fazer algo, mas certamente a maioria dos nossos cidadãos não têm a mínima idéia do que ocorre em seu próprio país”. (Almirante Thomas Moorer, Ex-Presidente dos Joint Chiefs of Staff, citado em: Paul Findley, They Dare to Speak Out: People and Institutions Confront Israel s Lobby [Lawrence Hill, 1984 e 1985], pg. 161)

29 comentários:

  1. Quanta asneira da tua "fonte". Nunca vai ser alguém na vida além de defensor do nazismo, do fascismo, da pena de morte, do trabalho escravo e do genocídio de povos.

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    1. Realmente, muita "asneira" de minhas "fontes"! Pelo menos uma dúzia delas vem da sua turma. Todos loucos mentirosos?
      As únicas coisas que defendo são a vida, a busca da verdade e o livre arbítrio.

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  2. Este comentário foi removido por um administrador do blog.

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    1. Prove suas "conclusões" sobre mim ou sobre as declarações dos judeus no post e eu passarei a trata-lo com algum respeito.
      Seu nível vermífugo só vale desprezo.

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  3. E eu lá quero respeito de um aprendiz de nazista?
    Um energúmeno que coloca essas bostas num blog, ou é racista ou idiota. Você preenche os dois requisitos.

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    1. Queira! Pra um imoral, qualquer tipo de respeito vindo de quem quer que seja é um bálsamo, até uma honra!

      Por que você não comenta, xinga e tudo o mais os judeus que declararam tudo o que compilei? Você quer culpar o carteiro que lhe traz a sua carta de demissão? Que idiotice!

      E nunca esquecer: judeu não é raça!

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  4. Ô Adibê,
    Não discuto com verme nazista. Vá te catar, vagabundo!

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    1. Não discute, não raciocina, não racionaliza, não prova, nem indica ou demonstra nada.
      Mas grita, esperneia, xinga, baba, borra a maquiagem,...

      Muito racional!

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    2. Fui claro:
      Não discuto com verme nazista. Vá te catar, vagabundo!

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  5. Boa noite Fabiano
    É simples eles tem que se agarrar em algo para a sobrevivencia, e o algo é o $$.....

    Quanto aos" comentarios" desse verme judeu, sem problemas, é o individuo de sempre, só que agora nao assinou nenhum dos nomes.

    Abraços
    EDUARDO-SP

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    1. Boa noite, amigo.
      Aspones como ele defendem seus donos a qualquer custo.
      Esquizofrênicos como ele assinariam qualquer coisa, menos quem eles são.
      E no caso dele, "comentários" está errado: são "comerdários"!
      Abraços.

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  6. O q esta no post é fato,foi dito e registrado na historia. Não entendo a revolta do anônimo.sempre houve muita influencia judaica no historia estadunidence e ajudaram a forjar esta grande nação. O problema são as politicas sionistas de dominação ,segregação. Não acho q o fabio seja nazista só realista .

    Cristiano Martins

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    1. Caro Cristiano, resumidamente correto!
      O problema para o platelminto é que seus donos são expostos em postagens deste tipo e isto os enfurece.
      Logo, é necessária a intervenção patética dos aspones que os defendem. E vale tudo, como você pôde ler.
      Muito grato!
      Abraços.

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  7. Fabiano,
    Simplesmente delete, definitivamente, eternamente, esse intragável Anônimo do primeiro comentário! Não merece resposta alguma!

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    1. Permita-me usar suas iniciais, amigo pb, para dar um "Pé-na-Bunda" dele?

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    2. Tentando dar uma de macho? Mas não passa de um aprendiz de nazista e safado!

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    3. Fabiano,
      Infelizmente, ainda tive o desprazer e ler comentários do tal de Anônimo! Dê um pé-na-bunda dele e nunca mais o cite no seu blog!
      Acho importante ler opiniões divergentes, mas que sejam sensatas, racionais, ponderadas, objetivas, com argumentos, inteligentes, que respeitem as opiniões dos outros, com bom humor/ironia às vezes vai bem, e que nos façam pensar; afinal, na troca de idéias podemos aprender alguma coisa.
      Agora, esse Anônimo não acrescenta nada, só quer esculhambar sem qualquer argumento. Então, não vamos perder tempo com coisas inúteis; temos que aproveitar melhor as nossas horas; o tempo não volta.
      Aliás, Fabiano, descobri e seu blog há pouco tempo e considero que seus artigos/respostas são "sensatas, racionais, ponderadas, objetivas, com argumentos, inteligentes, que respeitam as opiniões dos outros, com bom humor/ironia às vezes" e, se pudesse resumir numa só palavra, diria "impecáveis"; gosto muitíssimo do seu blog; está na minha lista de "Favoritos".
      Um forte abraço!

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    4. Pb, com muita honra e envaidecido, agradeço suas palavras e assino embaixo no que diz respeito ao platelminto.
      Mas creia: maus exemplos como ele também têm sua utilidade. Eu aprendi e acredito que caras do desnível dele nos ajudam a lapidar nosso caráter, burilar nossas ideias e ideais e forjar novos laços com pessoas de boa estirpe.
      E isto não tem preço.
      Abraços.

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  8. Olá, Fabiano!
    Endosso as palavras do "de pb", inclusive a lista de favoritos! Já comentei aqui que este covarde "anônimo" talvez não seja apenas estúpido, mas malicioso! De qualquer forma, esteja ele orientado pela malícia ou pela estupidez, nada acrescenta a este excelente blog. Sendo assim, agradeça-o por visitar e ler os artigos, mas que evite postar qualquer comentário, pois parece que tem o intestino grosso diretamente ligado ao cérebro...Quando resolve pensar, cheira mal!
    Abraços!
    Leonardo JF

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    1. A mistura de bom humor/ironia que o pb delegou a mim tem muito eco no seu estilo, Leonardo.
      Devo pensar o mesmo do 'desinfeliz', acrescentando que ele é simplesmente um aspone, aquele ser "bucha-de-canhão", "pau-pra-toda-obra" e "obra-pra-todo...".
      Eu classifico tipinhos como ele de "Geni internético". Conhece o refrão da magistral canção do Chico, "Geni e o Zeppelin"?
      Abraços e muito grato pela deferência!

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    2. Leonardo JF,
      Fantástico! Essa frase com que você definiu o Anônimo intragável: "parece que tem o intestino grosso diretamente ligado ao cérebro..." é simplesmente fantástica! Diz tudo do dito cujo.
      Um abração.

      Fabiano,
      Também concordo com você quando escreveu: "acredito que caras do desnível dele nos ajudam a lapidar nosso caráter, burilar nossas ideias e ideais".
      Realmente, na vida nos deparamos com cada situação...
      Abraço.

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    3. Por isso e muito mais, pb, é que a vida vale totalmente a pena. Como viver é aprender e daí, evoluir, então, "nada que vive, vive em vão".
      Ainda que mal e porcamente, eu dou alguma atenção ao platelminto.
      Ainda que ele me dê pena, seja peso-pena e também uma pena que eu precise pagar, ele "meio que" vale a pena.
      "Apenasmente".
      Abraço.

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  9. Não adianta, Adibê.
    Além de safado você é "racialista" (só rindo), defensor do nazismo, do fascismo, da pena de morte, do trabalho escravo e do genocídio de povos.

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    1. Façamos um trato:
      Prove que sou isso tudo, mostrando de onde você concluiu isso (de qual delírio você tirou também vale) e eu fecho meu blog.
      Como sei que não conseguirá, chafurde no seu lodaçal.

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  10. Vá cuidar da "invasão judaica", safado e ariano vira-lata de merda.

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    1. Cuidarei só do meu blog.
      Cuide da sua falta de argumentos.

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  11. Adibê, negacionismo do holocausto é crime e dá cadeia!!! Sempre vejo seus comentários negacionistas no portal inacreditável, (inacreditável que neguem o holocausto!!!)!!! Pois saiba que sua coragem não chega a um décimo da coragem de Wiesel, que assim como o sionismo, combate a discriminação e a opressão contra os povos!!! Antes de difamar Wiesel, saiba um pouco mais sobre a vida e obra dele:

    http://www.eliewieselfoundation.org/


    Assinado: Jericó

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    1. Bem, sr. Jericó.
      Não posso afirmar que seus comentários no mesmo sítio sejam isentos de ranço, ódio e outras cositas do mesmo desnível.
      No meu caso, já falei e sempre repetirei: tudo o que faço é QUESTIONAR tudo o que me parece IMPOSSÍVEL sobre qualquer assunto. No caso do holocausto, eu não teria nenhum problema de crer que ele existiu. Afinal, infelizmente, é muito fácil matar 6 milhões de pessoas.
      Mas alguns pontos da historiografia do holocausto são impossíveis (as câmaras de gás, as eletrocussões em série, a história de Treblinka). Também a afirmação do seu herói Wiesel (que as pessoas eram mortas em Auschwitz e Birkenau em valas crematórias) é impossível. E quem decreta isso são a Física e a Química.
      No dia em que esses pontos forem CABALMENTE comprovados, nunca mais tocarei no assunto.

      PS- "negacionismo do holocausto é crime e dá cadeia!!!" 1º, eu não nego; só questiono. 2º, aqui não é a Europa. E que nunca seja!

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