Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quarta-feira, 13 de março de 2013

Pornografia

Amigos e amigas.
Já faz uns 15 anos que venho observando detalhes sobre a indústria pornográfica. Por exemplo: no início, eu via que a parte nas bancas de revistas destinada ao universo adulto não ocupava 10% das bancadas. Há alguns anos, já ocupa uns 20% delas. Fora o quanto ela incrementa com vídeos e sites de livre acesso, sem exigir nenhuma identificação ou senha.

Também é enojante a hipocrisia, a dissimulação, a subliminariedade que as TVs abertas (novelas e seriados, principalmente) usam para disseminar a luxúria, subverter a moral e perverter a juventude, estimulando sua sexualidade desde os verdes anos. Juntamente com as armas e as drogas, a pornografia forma o que chamo de "Tripé Assassino". A primeira destrói o corpo e afeta a mente; a segunda destrói o corpo e a mente; a terceira polui a alma.

É inacreditável o lucro monstruoso que os donos dessas máfias têm ao investirem na destruição da humanidade! Lembrei-me de um artigo que me recomendaram ler sobre a indústria pornográfica. Foi publicado na revista "A HEBRAICA", em maio de 2005. É um tanto extenso; por isto, vou lhes postar alguns trechos que achei mais interessantes.
FAB29

"A presença judaica na indústria pornográfica está dividida em dois grupos (que, às vezes, se sobrepõem): pornógrafos e artistas. Apesar dos judeus representarem apenas 2% da população dos Estados Unidos, ocupam posição de destaque na área da pornografia. Entre 1890 e 1940, muitos dos livreiros especializados em literatura erótica eram imigrantes judeus de origem alemã. Segundo Jay A. Gertzman, que escreveu um livro a respeito do negócio na pornografia, 'judeus eram proeminentes na distribuição de gallantiana, [ficção sobre temas eróticos e livros de piadas e versos obscenos] romances avant-garde de sexo explícito, revistas impressas em papel barato, textos sobre sexologia...'
Reuben Sturman
No período pós-guerra, Reuben Sturman, o 'Walt Disney da pornografia', era a figura mais notória do ramo na América. De acordo com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, Sturman controlou a maior parte do material pornográfico em circulação no país durante toda a década de 1970. Nascido em 1924, ele cresceu na parte leste de Cleveland. No início, vendia principalmente revistas de quadrinhos. Mas quando percebeu que a venda de revistas sobre sexo dava um lucro vinte vezes maior do que o obtido com os quadrinhos, passou a comercializar exclusivamente material pornográfico, chegando mais tarde a produzir seus próprios títulos e a montar lojas de varejo. No final dos anos 1960, Sturman ocupava o topo da lista de distribuidores de revistas de sexo e, em meados dos anos 1970, tinha mais de duzentas livrarias para adultos. Ele também introduziu no mercado versões modernas das tradicionais cabinas escuras, individuais, e o espectador assistia a filmes de sexo explícito num pequeno monitor de TV. Dizia-se que Sturman não controlava a indústria de entretenimento para adultos – mas que ele era a indústria. Foi condenado por evasão fiscal e outros crimes e morreu em desgraça na prisão, em 1977. O filho David continuou dirigindo os negócios da família.





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Steven Hirsch
A versão contemporânea de Sturman é Steven Hirsch, 43 anos, também de Cleveland, descrito como o 'Donald Trump da pornografia'. A ligação entre ambos é Fred, pai de Steven, ex-corretor de ações e braço direito de Sturman. Hoje, Hirsch comanda o Vivid Entertainment Group, uma espécie de Microsoft do mundo da pornografia, a maior produtora de filmes "adultos" dos Estados Unidos. (...)

A maioria dos atores principais e boa parte das atrizes nos filmes de sexo explícito produzidos nas décadas de 1970 e 1980 é de judeus. O veterano entre os garanhões é Ron Jeremy. Conhecido no meio pornográfico como "o porco-espinho", Jeremy é um dos grandes astros norte-americanos da categoria. Vem de uma família judia de classe média alta de Queens, atuou em mais de mil e seiscentos filmes para adultos e dirigiu outros cem. Ídolo na América, um herói para judeus e não-judeus de todas as idades, personaliza aquele homem desmazelado, gordo, feio e cabeludo que infalivelmente leva dúzias de lindas mulheres para a cama. Jeremy simboliza uma espécie de 'rei David' dos dias de hoje, um supergaranhão que desbanca os tradicionais heróis judeus. (...)

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Nascido Adam Glasser, Seymore Butts é tudo o que Ron Jeremy não é: jovem, atraente e musculoso. Glasser, um judeu de Nova York, abriu uma academia em Los Angeles em 1991. Quando ninguém apareceu, ele pediu emprestado uma câmera de vídeo por 24 horas, foi a um clube de strip-tease, recrutou uma mulher, voltou ao seu estabelecimento e começou a gravar. Apesar do fracasso da fita, uma boa dose de chutzpá e alguns cartões com seu nome e atividade comercial, ele fez um acordo com um fabricante e começou a produzir vídeos pornográficos. Em poucos anos, montou uma das maiores franquias no ramo de filmes para adultos. Rei absoluto do gênero "gonzo" (caracterizado pela câmera nas mãos e a ilusão de espontaneidade dos vídeos caseiros), ele é hoje, possivelmente, o magnata judeu mais famoso da indústria. Seymore Inc., sua empresa, lança cerca de 36 filmes por ano, cada um custando menos de US$ 15 mil, mas que rendem mais de dez vezes esta quantia. Glasser emprega doze pessoas, incluindo a própria mãe, responsável pela contabilidade do 'negócio da família', sorridente e bem-humorada. Atualmente, Glasser tem até um programa de TV, 'Family Business', mistura de novela e documentário em dez episódios, cujos créditos de abertura exibem sua foto no dia do bar-mitzvá.

Judeus sempre estiveram presentes na indústria cinematográfica basicamente porque foram aceitos. Alguns partiram para a pornografia; outros, para Hollywood.(...) Livres da obrigação de manter o status quo e sem nada a perder com inovações, os judeus estavam dispostos a explorar maneiras inéditas de ganhar a vida. Gertzman explica que quando os judeus se viam excluídos de alguma atividade, voltavam-se para um ofício onde sentiam que poderiam prosperar ao lado de colegas, num regime de esforço coletivo (...) A indústria de entretenimento adulto exigia algo que sobrava aos judeus: chutzpá, isto é, 'cara-de-pau'. Muitos dos pioneiros no ramo eram gênios em marketing e empreendedores ambiciosos cujo êxito se originou da obstinação, inteligência e de uma autoconfiança sem limites.

É óbvio que o grande número de judeus na indústria pornográfica sempre foi motivado, principalmente, pelo desejo de lucrar. E se os 'reis judeus de Hollywood' souberam construir uma fábrica de sonhos, uma tela em branco sobre a qual podiam ser criadas e projetadas suas próprias visões da América, os magnatas da pornografia revelaram um talento único para bem compreender os apetites do público. (...) Como acontece em Hollywood, judeus que ingressam no mundo da pornografia não costumam anunciar sua origem. A maioria dos artistas e pornógrafos se originam em famílias judias de não praticantes. Sturman, no entanto, identificou-se publicamente como judeu, tendo sido um doador generoso para várias entidades beneficentes da comunidade e o ator Richard Pacheco, isto é, Howie Gordon, chegou a ser entrevistado para a yeshivá (escola de judaísmo). Queria ser rabino. (...)

Segundo um editorial publicado no site da World Union of Jewish Students, 'há milhares de pessoas procurando pornografia judaica. Depois de 'calendário judaico', 'judeus solteiros', 'judeus para compromisso sério' e 'festas religiosas judaicas', as palavras-chave mais usadas para buscas no site www.goim.com são 'pornografia judaica'. É um fato.' (...)

Segundo um conhecedor da indústria que prefere o anonimato, citado por E. Michael Jones na edição de maio de 2003 da revista Culture Wars, "os personagens principais dos filmes feitos na década de 1980 eram judeus de famílias seculares e moças vindas de escolas católicas". A cena padrão de sexo explícito seria, portanto, resultado da fantasia masculina judaica de copular com uma gentia católica. (...)

Ampliando a tese da subversão, o envolvimento judaico no meio pornográfico também pode ser encarado e analisado como um gesto obsceno dirigido a todo o establishment protestante anglo-saxão branco (Wasp) dos Estados Unidos. Alguns astros da pornografia vêem a si mesmos como combatentes da linha de frente na batalha espiritual entre a América cristã e o humanismo secular. Segundo Lukeford, muitos desses atores freqüentemente vangloriam-se da "alegria de serem os anárquicos garanhões sexuais incomodando os rebanhos puritanos". Este argumento resultaria de um ódio atávico à autoridade cristã. Astyr se recorda de "ter que correr ou lutar na escola primária por ser judeu. É bem provável que minha carreira pornográfica seja, em parte, aquele dedo médio apontado para cima – desta vez, uma resposta a gente como meus colegas de escola". Al Goldstein, o antigo proprietário da revista Screw, declarou que "a única razão pela qual nós, judeus, estamos nesta indústria é porque achamos Cristo um fiasco. O catolicismo é um fiasco. Não acreditamos em autoritarismo". (...)

Da mesma forma que o número de judeus envolvidos em movimentos radicais ao longo dos anos sempre foi desproporcional, também excede qualquer proporção a extensão de sua presença na indústria pornográfica. Os judeus americanos foram, desde o começo, revolucionários sexuais. Eram judeus aqueles que estavam na linha de frente do movimento que forçou os Estados Unidos a adotarem uma postura menos severa em relação ao sexo. Durante a revolução sexual dos anos de 1960, Wilhelm Reich, Herbert Marcuse e Paul Goodman substituíram Marx, Trotsky e Lênin como leitura obrigatória. Enquanto Reich preocupava-se com trabalho, amor e sexo, Marcuse, por sua vez, profetizava que uma utopia socialista libertaria os indivíduos, permitindo-lhes alcançar a satisfação sexual. Sobre as "belíssimas consequências culturais" que acompanhariam a legalização da pornografia, Goodman escreveu que "tornariam nobre toda nossa arte" e "humanizariam a sexualidade."

NOTA
O tráfico de mulheres brancas e de entorpecentes, a prostituição em larga escala, devidamente industrializada, é obra reconhecidamente judaica. Há uma sociedade internacional denominada Zwig Migdal, que explora esse rendoso negócio e contra a qual têm sido impotentes todas as polícias dos países corrompidos, ou judaizados e "liberais". Ver a documentação em:
Julio Alsogaray, La prostitutión en Argentine, Editora Denoel et Steele, Paris.

8 comentários:

  1. Boa tarde Fabiano!
    Parabens pelo artigo, notamos a presenção deles em tudo que nao seja absolutamente honesto.
    Veja que hoje está saindo na internet, uol, globo etc da´onde vem o misterioso investimento financeiro no time de futebol de SP o Corinthians. ..( DELES, JUDEUS)
    Abraços

    EDUARDO-SP

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    1. Boa tarde, Eduardo.
      Só um detalhe: eu não os coloco em "tudo que não seja absolutamente honesto", além de não generalizar. Até provas cabais do contrário, eu ainda creio que a maioria dos judeus é honesta, gente comum, com grandes qualidades e defeitos.

      Mas é indiscutível que o sionismo, junto com as tantas sociedades secretas, tem seus tentáculos em todo tipo de "ixpertezas" e similares mais nefastos.

      A melhor maneira de confrontar isso tudo é expondo suas mazelas o máximo possível ao maior número de pessoas.
      Abraços.

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    2. Boa noite!
      Isso mesmo caro amigo!
      Abraços
      EDUARDO-SP

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  2. O aprendiz de nazista, acada dia está mais safado.

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    1. Pra variar, um 'comerdário cheio de razão'.

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  3. Já vou sair...Só entrei aqui para dar uma mijadinha no texto do alfred!

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    1. ALFRED?!? Hitchcock ou o mordomo do Batman?!
      Vai ser íntimo do homem assim lá na...!

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    2. Minha brincadeira não merece sua podridão. Ela não terá mais espaço por aqui.
      Quanto ao copiar, é isso que todos os seus pares fazem com as histórias do holocausto. Isso quando não as aumentam ao seu bel prazer (financeiro).

      Em tempo: o artigo acima da revista "A HEBRAICA" foi escrito pelo judeu Nathan Abrams, Diretor de Pós-Graduação e Professor Sênior de Estudos de Cinema nos EUA. É pouco pra você?

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