Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


terça-feira, 30 de abril de 2013

É disso que sempre falo!

Amigos e amigas.
A notícia abaixo é um exemplo do que sempre peço aqui no Palavra Livre: provas forenses, cabais. Vejam só:

DNA de mulher é achado em bomba de Boston, diz jornal


"Investigadores americanos encontraram DNA feminino em pelo menos uma das bombas usadas nos ataques da Maratona de Boston, informou o jornal americano "The Wall Street Journal" nesta segunda-feira (29), citando fontes da investigação dos ataques que deixaram três mortos e mais de 200 feridos no dia 15 deste mês.
Segundo a reportagem, as fontes alertaram que podem haver várias explicações para que o DNA de outra pessoa que não os dois suspeitos do atentado - Tamerlan Tsarnaev e seu irmão mais novo, Dzhokhar - tenha sido encontrado nos dispositivos que explodiram. O material genético poderia ter vindo, por exemplo, de uma funcionária da loja que manejou os materiais utilizados nas bombas ou um fio de cabelo que acabou na bomba. Segundo a agência de notícias Reuters, o FBI não quis comentar o assunto." Fonte: globo.com

Vejamos: após explosões capazes de matar 3 pessoas e ferir mais de 200 ao ar livre, onde incontáveis destroços delas se espalharam e o calor gerado, normalmente, destruiria as evidências, a polícia forense consegue detectar um detalhe microscópico.

Já no 11 de setembro (muito maior que Boston), os destroços dos prédios sumiram em poucos dias e o "avião" que acertou o pentágono "se evaporou" (mas as "cinzas" das vítimas foram entregues aos parentes numa pungente cerimônia, com hino nacional e tudo!). E, até hoje, nada conclusivo, com mil dúvidas e desconfianças pairando.

Já no notório holocausto (muitíssimo maior que o 11 de setembro), foram "seis milhões de vítimas judias" (boa parte, gaseada) e nem meia prova forense de uma delas ou da 'maquinaria assassina', comprovando por A+B que ela existiu e funcionava como as "testemunhas" afirmam "de pé junto". Mas, cada vez mais, dúvidas e desconfianças aparecem.

Daí, assistimos a séries como "CSI" e a tantos filmes nesse sentido, mostrando que a polícia forense é quase capaz de encontrar "xixi de micróbio" ou "impressão digital no ar" (E eu quase não duvido disso). Por que esses pontos nevrálgicos da História sempre flutuam num mar turvo e turbulento, onde a certeza é o que menos existe, assim como a verdade? Se eles simplesmente ocorreram por ditos "ataques terroristas" ou impostos por ditadores covardes, as investigações forenses os denunciariam sem nenhum esforço. É por isso que toda essa patacoada que eles criam para tergiversar é digna de investigação, contestação e cobrança intermitente.

Tá certo que grande parte da humanidade continua alienada, massacrada, perdida em carências impetradas pelos 'donos da carne podre', que a conduz como gado e faz dela o que quer e precisa para garantir sua ascendência. Mas eu, assim como milhões de outros, não aceito mais essas desfaçatezes (pra ser bem educado) que esses tipos nefastos nos impõem passivamente. Exijo não ser enganado e me esforço o quanto posso para não sê-lo! Parafraseando um escritor: Quero ser feliz e ver feliz quem andar comigo.

FAB29

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Pérolas.

Amigos e amigas.
Vejam algumas pequenas pérolas que são escondidas do grande público no assunto 2ª Guerra Mundial.

Em 26 de outubro de 1943, quando se afirma que milhões de judeus estavam sendo exterminados nos campos de concentração, o SS-Gruppenführer Oswald Pohl enviou a seguinte notificação geral para os comandantes de 19 campos de concentração. Ela se encontra no "Archiwum Muzeum Stutthof (I-1b-8, p. 53.)":

No âmbito da produção de armamentos alemã, graças a esforços de melhoria que foram realizados nos últimos 2 anos, os campos de concentração tornaram-se de importância decisiva na guerra. Do nada, temos construído obras de armamentos inigualáveis.

Nós agora temos que redobrar nossos esforços para garantir que os níveis de produção alcançados até então não sejam apenas mantidos, mas melhorados. Isso será possível, contanto que as obras e fábricas permaneçam intactas, apenas por manutenção e mesmo a melhoria da capacidade de trabalho dos presos.

Em anos anteriores, dada a política reeducacional do tempo, não importava muito se um prisioneiro poderia ou não realizar um trabalho útil. Agora, no entanto, a capacidade de trabalho dos presos é importante e todas as medidas dos comandantes, diretores dos serviços de ligação e médicos devem ser estendidas à manutenção da saúde e da eficiência dos prisioneiros. Não de simpatia falsa, mas porque precisamos deles com seus braços e suas pernas; porque eles precisam contribuir para uma grande vitória para o povo alemão, devemos ter o bem-estar dos presos no coração.

Eu quero que este seja o objetivo principal: não mais de 10% de todos os presos podem estar impossibilitados de trabalhar devido a doenças. Todas as pessoas responsáveis devem trabalhar em conjunto para alcançar este objetivo. Isso vai exigir:

1) Alimentação adequada e apropriada;
2) Vestuário adequado e apropriado;
3) Utilização de todas as medidas de saúde naturais;
4) Anulação de todo o esforço não necessário para o desempenho do trabalho;
5) Prêmios por desempenho."
 
O Campo de Concentração de Stutthof, situado 36 km a leste de Dantzig é mencionado por Hilberg em sua obra gigantesca apenas quatro vezes, mas é de suma importância para a compreensão da política judaica alemã. Entre 29 de junho e 28 de outubro de 1944, Stutthof recebeu mais de 50.000 judeus, que foram enviados da região do Báltico (Kaunas e Riga) e também de Auschwitz. Algumas das listas de deportação podem ser inspecionadas no "Archiwum Muzeum Stutthof, I-II B- 11 (Transport lists)". Dos judeus que vieram de Auschwitz, 11.464 eram de Lodz e 10.602 eram da Hungria (segundo Danuta Drywa, em seu livro "Ruch transportów miêdzy Stutthof i innymi obozami"). Também um considerável número de judeus transportados para Stutthof de Riga e Kaunas eram Húngaros, segundo o Museu de Stutthof.
Em 19 março de 1944, Adolf Eichmann teve uma reunião com os líderes da comunidade húngaro-judaica. Ocorreu o seguinte, segundo Raul Hilberg:
"Durante a reunião, Eichmann realizou um dos maiores espetáculos de sua carreira. Nas palavras do historiador Levai, ‘ele praticamente hipnotizou o Conselho Judaico e, através desse corpo, o conjunto dos judeus húngaros
Eichmann começou seu discurso dando aos judeus reunidos as más notícias. Primeiro, disse ele, os batalhões de trabalho judaico teriam de ser aumentados. No entanto, ele assegurou a seus ouvintes que os trabalhadores judeus seriam bem tratados e que poderiam até ser autorizados a regressar para casa à noite. Segundo, uma ‘Judenrat’ teria que ser formada com jurisdição sobre todos os judeus na Hungria. O Judenrat teria que atuar como um canal para as ordens alemãs, como um financiamento central e a agência de tributação, e como uma central depositária de informações sobre os judeus húngaros. Terceiro, a ‘Judenrat’ teria de publicar um jornal que conteria todas as ordens alemãs. [...]
Os judeus ficaram aliviados. Agora eles sabiam o que tinham de fazer. Inclinando-se uns sobre os outros, começaram a elaborar planos para a sua Judenrat. [...]
Ao mesmo tempo, o Conselho dirigiu um manifesto à população judaica para manterem a disciplina e obedecerem às ordens:
‘Ao receberem ordens do Conselho Central, é dever de cada pessoa se apresentar no local e hora indicados'”.

Daí, vem o Dr. Rudolf Kastner, o ex-co-presidente da Associação Húngara sionista, e dá este relato:
Em Budapeste, tivemos uma oportunidade única de acompanhar o destino da judiaria européia. Nós tínhamos visto como estavam desaparecendo um após outro do mapa da Europa. No momento da ocupação da Hungria [ou seja, março de 1944], o número de judeus mortos ascendeu a mais de cinco milhões. Nós sabemos muito bem sobre o trabalho das Einsatzgruppen. Sabíamos mais do que era necessário sobre Auschwitz... Nós tivemos, logo em 1942, um quadro completo do que estava acontecendo no Oriente com os judeus deportados para Auschwitz e do extermínio em outros campos.

Contraditório é pouco! Tantos documentos atestando mil e uma deportações de Auschwitz e tantos outros campos, ou demonstrando a necessidade premente de trabalhadores para o esforço de guerra alemão ou, ainda, mostrando que os líderes judaicos estavam em contato com os líderes de Hitler em pleno 1944, mas continuam afirmando que os "campos de extermínio" funcionavam a pleno vapor.

Na p. 564 de seu livro "A destruição dos judeus europeus", Raul Hilberg fornece uma lista das “mais importantes empresas com a força de trabalho judaica”; existem 17 empresas na lista. Jurgen Graf, em seu livro "O gigante com pés de barro" faz o seguinte comentário:

"A idéia absurda de que os alemães, necessitando urgentemente de trabalhadores, tinham cruelmente aniquilado um imenso número de exatamente esses trabalhadores (judeusé singularmente embaraçoso para os defensores da teoria de extermínio. Eles regularmente recorrem ao argumento de que apenas judeus inaptos para trabalho foram gaseados e que aqueles aptos para o trabalho foram deixados vivos. Esta evasão contradiz totalmente a afirmação desses mesmos historiadores que os alemães indiscriminadamente gasearam todos os judeus, independentemente da idade ou de saúde, em quatro dos seis campos de extermínio e, assim, destruíram centenas de milhares de trabalhadores potencialmente valiosos. Se tivesse havido uma política de aniquilação, deveria ter havido alguma lógica para isso, mas não há lógica reconhecível na política que Hilberg e seus consortes atribuem ao regime nazista."

Tais pérolas, sempre que reveladas, só aumentam o desespero dos 'exterminacionistas'.
FAB29

terça-feira, 23 de abril de 2013

Palavras de Raul Hilberg

Amigos e amigas.
Quero compartilhar com vocês trechos do livro "A destruição dos judeus europeus", do maior historiador do 'holocausto', Raul Hilberg. É sabido que ele só visitou os "campos de extermínio nazistas" duas vezes e, em ambos os casos, por um dia apenas e para participar de cerimônias.
Portanto, tudo o que ele escreveu em sua colossal obra de mais de mil páginas é derivado unicamente de documentos e testemunhos, diferentemente de muitos revisionistas, que escarafuncharam o quanto lhes foi permitido tais campos.
Aos poucos, postarei outros trechos que considero um "atestado de discrepâncias".
FAB29

Nos três trechos abaixo, Hilberg  explica (ou melhor, tenta) como funcionou a imensa "maquinaria da Solução Final":

“Em última análise, a destruição dos judeus não era tanto um produto das leis e dos comandos como se fosse uma questão de espírito, de compreensão compartilhada, de consonância e de sincronização.
Quem compartilha deste compromisso? Que tipo de máquina foi utilizada para essas tarefas? A máquina de destruição era um conjunto - Nenhum organismo foi encarregado de toda a operação. [...]
Nenhuma agência especial foi criada e não tem um orçamento especial planejado para a destruição dos judeus da Europa. Cada organização estava a desempenhar um papel específico no processo, e cada um foi para encontrar os meios para realizar sua tarefa.”

“Aos poucos, a notícia da “Solução Final” escoou através das fileiras da burocracia. O conhecimento não veio para todos os funcionários de uma só vez. O quanto que um homem sabia dependia de sua proximidade com as operações destrutivas e da sua visão sobre a natureza do processo de destruição. Raramente, no entanto, a compreensão foi registrada em papel. Quando os burocratas tiveram que tratar de assuntos de deportação, que se referia a uma “migração de judeus”. Em correspondência oficial, os judeus eram ainda “errantes”. Eles foram “evacuados” (evakuiert) e “reassentados” (ausgesiedelt, umgesiedelt). Eles “se afastaram” (wanderten ab) e “desapareceram” (verschwanden). Estes termos não eram o produto de ingenuidade, mas ferramentas práticas de violenta repressão psicológica”.


E esta pérola muito conhecida:

"O que começou em 1941 foi um processo de destruição não planeado com antecedência, não organizado centralmente por qualquer agência. Não havia nenhum projeto e não havia orçamento para medidas destrutivas. Eles foram levados, passo a passo, um passo de cada vez. Assim, não foi tanto um plano que estava sendo realizado, mas um incrível encontro de mentes, uma leitura da mente de consenso por uma vasta burocracia.”

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Carta aberta aos aspones

Amigos e amigas.
Quando criei este blog, minha intenção era dar vazão a tudo que penso, gosto, crio, produzo, contesto, critico e quero compartilhar ou denunciar. Não sigo paixões exacerbadas, idealismo político, segundas intenções, preconceitos e pré-conceitos, inimizades gratuitas,... Tudo o que sigo é minha idiossincrasia, que procurei edificar com base no respeito, na justiça, na honestidade, na verdade,... enfim, em todos aqueles conceitos obrigatórios a um ser humano que se preza. Até hoje, cumpri à risca tais preceitos.

Aqui, publico minhas criações. Ex:

Publico minhas opiniões. Ex:

Publico minhas contestações. Ex:
http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2012/06/como-se-fez-quem-fez.html

E tantas e quaisquer outras coisas que eu ache interessantes, que mereçam ser comentadas, repassadas, relembradas. Foi a melhor coisa que me apareceu para expor minhas ideias e gostos. É óbvio que não agrado a muita gente que, ou dizem que o que publico é trivial, simples, comum, ou afirmam que chega a ser nocivo. A primeira leva é plenamente aceitável, visto que não sou nenhuma sumidade ou especialista. Já a segunda leva é composta de alguns tipinhos que classifico de 'aspones' (Assessor de Porcaria Nenhuma). Isto porque me acusam de várias coisas que não sou, alguns ofendendo constante e gratuitamente.

Esses 'aspones' só agem dessa maneira quando o assunto é o "holocausto judeu na 2ª guerra", que eles defendem com tudo o que tem e podem, às vezes, extrapolando a lógica e o bom senso. Há mais de ano que insisto em explicar e esclarecer a essa turma que não duvido de nada que não seja impossível. Numa guerra gigantesca de quase seis anos, matar seis milhões de pessoas é facílimo (infelizmente), mas o que as dezenas de milhares de "testemunhas", "sobreviventes do holocausto" nos contam é um emaranhado de histórias que, muitas vezes, não se sustentam.

Contam sobre "câmaras de gás" (que não passavam de galpões de alvenaria 'movidos' a pesticida); sobre gigantescas "valas crematórias" (que não podiam existir num terreno pantanoso como Auschwitz); sobre uma colossal "pira funerária" em Treblinka, que cremou mais de 800 mil corpos que haviam sido desenterrados (Nunca foi achado nenhum vestígio dela); e dezenas de outras impossibilidades e distorções que não há como se provar. Bastou eu começar a postar também sobre este assunto que esses 'aspones' começaram a brotar. Descobri que muitas dessas "peças raras" são figurinhas carimbadas em muitos outros blogs, sítios ou artigos e notícias específicos sobre o assunto "holocausto". São verdadeiros patrulhadores, 'cães perdigueiros', sentinelas desse tópico mais do que nebuloso da História.

Eu sou plenamente partidário da defesa de seu ponto de vista, de sua opinião acerca de qualquer fato. No caso de tais tipinhos, eles parecem mais do que treinados para fugir do assunto principal (as impossibilidades acima citadas), colocando em seu lugar, números, palavras, dados, estatísticas e toda e qualquer abstração, visando confundir e cansar até exasperar o pobre recalcitrante que ousou duvidar ou contestar tal "fato notório", quase um "dogma". Houve até aqueles que caíram na asnice de ameaçar me denunciar, dizendo que cometi alguns "crimes". Mas como tenho plena consciência do que faço, nunca sendo injusto de acusar ou ofender, só rio desses 'desinfelizes'.

Em suma, eu prezo pelo livre arbítrio. Nas palavras de Raul: "Não tem certo, nem errado; todo mundo tem razão. O ponto de vista é o ponto da questão." Eu continuarei fazendo tudo o que listei no início do post e quero que meu blog valha seu nome, sem tolher, nem censurar ninguém. Para isto, basta que o visitante dê sua opinião pautada pelo respeito e civilidade, como faz a grande maioria. Aos tergiversadores, ofensores, defensores fundamentalistas de ideias e ideais escusos, nunca os impedirei de exporem aqui o que pensam. Só que são nos meus termos, que se baseiam nas mais simples normas da boa educação. Não sou nem uma vírgula do que vocês tentam imputar a mim. Apenas não sou comodista, alienado, muito menos vendido. Esse tema "2ª Guerra" e seu mais destacado tópico, o "holocausto", merecem toda a atenção e revisão. Afinal, há décadas que nos mostram só a 'verdade' de um dos lados. E todo mundo sabe que o lado vencedor nunca permite que saibam de suas podridões. Já há muito tempo, não mais aceito as coisas passivamente.

Não me importo que vocês, 'aspones', e qualquer outro aceitem passiva ou 'vendidamente' o status quo baseado em tanta distorção, falsidade e mentira. Só não queiram minha companhia.

FAB29 

terça-feira, 16 de abril de 2013

Um reforço nos dados

Amigos e amigas
Números, dados e estatísticas sobre qualquer coisa podem ser "eufemizados" ou "apimentados", sempre de acordo com as conveniências. Em geral, censos demográficos são mais idôneos, devido à isenção dos institutos de pesquisa. No caso da população judaica à época da 2ª Guerra, tais números estão envoltos em grande nebulosidade.
Já postei um gráfico sobre isso (http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2012/12/numeros-e-estatisticas.html) e, logo abaixo, tem um reforço nesses dados. Ele vem de uma pesquisa de Richard Harwood, sempre baseando-se em fontes oficiais.
FAB29

"Em primeiro lugar, o número não pode nem remotamente se basear no exame dos dados sobre a população judia européia. De acordo com a Chamber Encyclopaedia, o número total de judeus vivendo na Europa antes da guerra era de 6.500.000. Claramente, isto significaria que quase todo o número teria sido exterminado. Mas a Baseler Nachrichten, uma publicação suíça neutra empregando dados estatísticos judaicos existentes, diz que, entre 1933 e 1945, 1.500.000 judeus emigraram para a Grã-Bretanha, Suécia, Espanha, Portugal, Austrália, China, Índia, Palestina e os Estados Unidos. Isto é confirmado pelo jornalista judeu Bruno Blau, que cita o mesmo número o jornal judaico nova-iorquino Aufbau, a 13 de agosto de 1948. Destes imigrantes, aproximadamente 400.000 vieram da Alemanha antes de setembro de 1939. Isto é confirmado pelo Congresso Mundial Judaico em sua publicação Unity in Dispersion (p. 377), que afirma que: "A maioria dos judeus alemães teve sucesso em deixar a Alemanha antes do começo da guerra". Em adição aos judeus alemães, 220.000 do total de 280.000 judeus austríacos emigraram até setembro de 1939, enquanto que de março de 1939 em diante o Instituto de Emigração Judaica em Praga havia assegurado a emigração de 260.000 judeus da antiga Tchecoslováquia. No total, apenas 360.000 judeus permaneciam na Alemanha, Áustria e Tchecoslováquia após setembro de 1939. Da Polônia, uma estimativa de 500.000 emigraram antes do início da guerra. Estes números indicam que o número de emigrantes judeus de outros países europeus (França, Holanda, Itália, os países da Europa Oriental, etc.) era de aproximadamente 120.000. Este êxodo de judeus antes e durante as hostilidades, portanto, reduz o número de judeus na Europa a APROXIMADAMENTE 5 MILHÕES. Em adição a esses emigrantes, devemos também incluir aqueles que fugiram para a URSS depois de 1939, e que foram migrantes da Polônia. Mas, tirando a Polônia, Gerald Reitlinger (eminente historiador do holocausto) admite que 300.000 outros judeus europeus escaparam ao território soviético entre 1939 e 1941. Isto traz o total de emigrantes à Rússia Soviética a mais ou menos 1.550.000. Na revista Colliers, dia 9 de junho de 1939, Freiling Foster, escrevendo sobre os judeus na Rússia, explicou que "2.200.000 emigraram para a URSS desde 1939 para escapar aos nazistas", mas nossa estimativa mais baixa é provavelmente mais acurada. A imigração judaica para a URSS, portanto, reduz o número de judeus na esfera de influência alemã para mais ou menos 3,5 milhões, aproximadamente 3.450.000. Destes, devem ser deduzidos aqueles judeus vivendo em países neutros que escaparam ás conseqüências da guerra. De acordo com o 1942 World Almanac (p. 594), o número de judeus vivendo em Gibraltar, Grã-Bretanha, Espanha, Portugal, Suécia, Suíça, Irlanda e Turquia era 413.128."

ONDE ESTÃO OS 6.000.000 DE JUDEUS MORTOS?
1921     11.600.000    Meyers HandLexicon, Alemania
1930     15.600.000    National Council of Churches
1939     15.000.000    American Jewish Comittee Bureau of the Synagogue Council
1940     15.319.359    World Almanac  ( pág. 129)
1947     15.690.000    World Almanac
1949     15.713.638    World Almanac   (pág. 284)
1961     16.300.000    Statistical Yearbook of Council of Churches, EUA

sábado, 13 de abril de 2013

Amor além do fim

Amigos e amigas.
Há um bom tempo, ouvi uma história de um cara que contou que seu pai, um matuto daqueles bem broncos, tinha um cachorro que criou desde recém-nascido, pois a mãe havia morrido dois dias depois do parto. Os outros três haviam nascido mortos e esse quarto, muito fraquinho. Com aquele "trocinho" nas mãos, jurou que não ia deixá-lo morrer também. Como não tinha condições de levá-lo a um veterinário (além do mais próximo estar a quilômetros do seu sítio), o matuto foi alimentando o pequenino com leites de cabra e de vaca, cuidando de toda e qualquer enfermidade com zelo de médico/enfermeiro e acalentando-o num bercinho de pano que ficava entre ele e a esposa na cama durante a noite.

Os dois primeiros meses foram um sacerdócio, uma devoção emocionante que dificilmente se esperaria de um analfabeto rústico e áspero. Ele passava até noites em claro para dar mamadeira pro "filhinho" ou "trocar o berço". Passado esse tempo critico, o pequenino, já batizado de Tindin por causa do seu aspecto mirrado, já andava pela casa ainda meio se arrastando, mas feliz e animado com tudo. Antes de um ano, seu crescimento foi incrível, pois aquele "trocinho" virou um gigante de quase 20 kg e era um grude tão grande com seu dono que parecia uma extensão dele.

Sob qualquer situação, Tindim fazia tudo por seu dono e vice-versa. Até quando tinha os "arrasta-pé" nos sítios vizinhos, Tindim era um "convidado especial" e acompanhava seu dono até mesmo quando este ia dançar no salão. Era maravilhosamente hilário vê-lo seguindo os passos do casal, muitas vezes, dentro do ritmo. Todos se esbaldavam com o show.

O tempo passou e a dupla superou todas as agruras que surgiram em seus caminhos, ora pra um, ora pra outro. Um era companhia constante "na alegria e na tristeza, na saúde e na doença" do outro. O maior baque foi quando a esposa do matuto faleceu de um derrame cerebral fulminante. Tindim tinha 5 anos e se tornou mais ainda companheiro, passando a dormir num berço que seu dono montou pra ele no quarto.

A vida prosseguiu normal até Tindim atingir 14 anos e mostrar sinais de dores constantes e extrema fraqueza. O matuto comentou com amigos que estava sendo mais difícil ver seu bichinho naquele estado do que a perda da esposa. Afinal, a morte súbita dela gerou um choque, um sofrimento concentrado em alguns dias e ainda havia um apoio mútuo para compensar. Mas ver Tindim, sempre um dínamo vivo, naquele estado de prostração, mal conseguindo se erguer, estava destruindo o matuto emocionalmente. Aquele homem rígido como uma rocha estava se esboroando.

Um dia, após passar a noite pensando no enorme sofrimento de Tindim, que parecia se recusar a abandonar seu amigo a despeito de estar pra lá de fraco, mal se alimentando, o matuto chegou à conclusão que deveria sacrificá-lo. Ele se aproximou do amigo, deixando a espingarda num canto, já carregada. Com a voz travando, começou a conversar com Tindim, como tantas vezes fez:

- Amiguin, óia... Eu quiria ti dizê qui ocê é o amigo mais batuta qui inziste. Pra mim, ocê é mió qui gente!... - Sua voz começou a embargar, lágrimas se formaram e começaram a rolar em sua face pela primeira vez em sua vida - Como eu quiria qui ocê vivesse mais do qui eu!... Pensá qui ocê tá ino imbora... - Nem respirando bem fundo, ele conseguia evitar que o choro entremeasse suas palavras - Mais num deu, né? Deus qué ocê prele! Aquele iguísta!... Eu quiria qui Ele ti levasse imbora, mais... - Alguns segundos de pausa - Pur favô, amiguin, mi perdoa! Eu num sô forte qui nem ocê! Eu num guento ti vê ansim... Óia, eu... eu ti prometo qui...!

Durante todo o tempo, Tindim olhava seu dono sem conseguir erguer a cabeça, mas com o rabinho abanando sempre, como se compreendesse o drama do seu dono e dissesse: "Não fique assim! Eu farei o que você precisar". Não conseguindo falar mais nada, com os olhos marejados e todo o peso da angústia e da culpa que se avizinhava pelo que se via obrigado a fazer, o matuto foi pegar a espingarda. Levou cinco segundos pra voltar e percebeu que Tindim não mais respirava e seu coração havia parado: ele havia partido, poupando seu amigo de tudo o que iria advir do seu ato.

Acarinhando o rosto do seu "filhinho", ele chorou e lhe agradeceu pelo seu último gesto de amor e compreensão. Tindim, mesmo já morto, retribuiu com um último abanar de rabo.

Certa vez, uma criança disse o por quê dos cachorros viverem pouco: é porque nós estamos aqui para aprender a nos purificar para retornarmos a Deus melhores do que chegamos. Como os cachorros são completamente puros, eles não precisam aprender nada. Então, ficam por aqui o suficiente, só para nos ajudar a sermos pessoas melhores. Mas muitos não aproveitam esses anjos para evoluir. São seres vazios que não encontrarão a paz espiritual tão cedo.

FAB29

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Detalhes eméticos.

Amigos e amigas.
Constantemente, eu penso e falo que me calejo a cada dia mais em todos os sentidos, principalmente mental. Afinal, com a mente preparada e condicionada pela experiência, posso proteger meu coração e, principalmente, meu espírito (que não podem se calejar), de tantas iniquidades que tentam perpetrar em nossas vidas.
Tantas brutalidades que vemos ocorrer "naturalmente" nas grandes cidades, em especial (assaltos, sequestros, latrocínios,...), somadas às imposturas e desdéns do poder público com a população, o que causa outra série de brutalidades quando desastres naturais surgem (enchentes, deslizamentos,...), e à brutal banalização do ensino, da violência, da saúde,... Tudo constantemente nos assolando, fazendo-nos aprender a suportar estoicamente, até.
Mas tem detalhes eméticos que, por mais que ocorram (e eles ocorrem!), não consigo assimilar sem sentir alguma ânsia. E, se olharmos bem, são detalhes até bobos, se comparados a outros muito mais escabrosos. Vejam essas duas notícias correlatas:

"Grego recebe nova punição

por gesto nazista após gol"

Um jogador grego recebeu uma suspensão de cinco partidas por fazer uma saudação nazista no mês passado quando comemorava um gol durante uma partida do seu clube, o AEK Atenas. A punição ao meia-atacante Giorgos Katidis foi anunciada nesta sexta-feira pela comissão disciplinar da Associação de Futebol da Grécia.
Além da suspensão, Katidis foi multado em 1.000 euros (aproximadamente R$ 2,6 mil) e está proibido de assistir partidas em estádios por três meses. O meia-atacante, que foi capitão da seleção grega Sub-21, foi suspenso pelo AEK até o final da temporada e, anteriormente, acabou sendo proibido de defender a Grécia pelo resto da sua vida.
Katidis pediu repetidas vezes desculpas pela sua ação, insistindo inicialmente que não tinha conhecimento que o gesto era utilizado na Alemanha nazista." Fonte: estadao.com.br

"FBI desarticula rede de fraude em indenização de vítimas do holocausto"

 "NOVA YORK- A procuradoria de Nova York revelou nesta terça-feira, 9, que desarticulou uma trama de fraude pela qual cerca de 5.500 judeus receberam US$ 42 milhões fazendo-se passar por vítimas do holocausto.
Os acusados, que se passavam por vítimas do nazismo, adulteraram suas certidões de nascimento e passaportes. Eles nasceram em sua maioria depois da Segunda Guerra Mundial e um deles nem é judeu.
A Conferência, uma organização sem fins lucrativos, administra diferentes fundações que oferecem compensações às vítimas do holocausto, entre elas The Hardship Fund e The Article 2 Fund, financiadas pelo governo da Alemanha.
Durante quase uma década os funcionários aprovaram mais de 5.500 pedidos fraudulentos de pessoas que não haviam sofrido o holocausto em troca de uma parte dos valores oferecidos pela Conferência." Fonte: estadao.com.br

Resumo: No primeiro caso, um pobre infeliz faz um gesto que ele considerava "apenasmente" rebelde, sem ao menos saber do seu significado, peso ou, sequer, origem. Daí, vêm os histéricos (no mínimo) de plantão e transformam o gesto no cúmulo da ofensa, do mau gosto, do desrespeito ao mundo e o punem desproporcionalmente (se é que é preciso punir desse jeito um simples gesto).
No segundo caso, mais UM exemplo de safadeza da já notória "Indústria do Holocausto", incalculavelmente mais grave que o gesto acima, e passa quase em branco, uma "nota de rodapé", se comparada ao primeiro. E elas não apenas não são punidas exemplarmente como continuam a ocorrer aos montes. Dezenas de histórias de falsos sobreviventes (Rosemblat, DaFonseca, Wilkomirski, Jaffe, etc) que ganham manchetes, livros, filmes e notoriedade, angariando milhões de dólares com o anestesiamento mental e emocional de milhões de pessoas contra a verdade dos fatos.

E essa "verdade dos fatos" é algo que precisamos garimpar muito para consegui-la. Ela é escamoteada ao máximo pelos "donos da carne podre" para que não sejam expostas suas execráveis e dantescas mazelas. Como já fiquei mais do que velho pra suportar calado tantas porcarias, eu continuo cutucando, tentando angariar mais simpatizantes à causa dos "justos já de saco cheio". Não peço que aceitem minhas palavras como "a verdade dos fatos", mas que elas causem "cosquinhas no cérebro" de quem as ler e, a partir daí, criem filtros e calos em suas mentes à maneira e necessidades de cada um.

Nossas vidas merecem coisa melhor.
FAB29

segunda-feira, 8 de abril de 2013

A relembrar.

Amigos e amigas.
Segue abaixo uma lista de fatos que quase nunca são divulgados pela "grande mídia" sobre a 2ª guerra. 
  1. É propalado como 'fato notório' que "6 milhões de judeus foram exterminados na 2ª Guerra", mas, de acordo com Nahum Goldmann, presidente do Congresso Mundial Judaico da época, a população judaica  aumentou de cerca de 15.700.000 (em 1939) para 17.800.000 (em 1947). Já postei aqui um gráfico mostrando dados de institutos de pesquisa e controle demográfico da época atestando isto: http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2012/12/numeros-e-estatisticas.html
  2. Até 24/09/90, constavam no gigantesco Monumento de Auschwitz dizeres em 19 idiomas diferentes, acusando os alemães pelo assassinato de 4 milhões de inocentes. Naquela data, após exames das alegadas câmaras de gás feitos por especialistas poloneses nos laboratórios de Cracóvia, o governo polonês, por não ter encontrado evidências das aplicações de gás para o extermínio de pessoas, mandou substituir os dizeres que constavam no Monumento.
  3. Simon Wiesenthal, durante 50 anos apresentado como o heróico caçador de nazistas, motivo até de filmes, começou a ser desmascarado pelos próprios sionistas. Já postei aqui (http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2012/08/o-grande-cacador-de-nazistas.html) tais declarações.
  4. Nos campos de concentração, existiam desde criminosos comuns até religiosos, generais e Primeiros Ministros das mais diversas origens e nacionalidades. Mas nenhuma alta autoridade presa descreveu sobre o exterminio de judeus em câmaras de gás. Nem as três maiores figuras dos Aliados (Churchill, Roosevelt e De Gaulle) o fizeram em suas autobiografias. Somente judeus escreveram a respeito.
  5. Em setembro de 1944, uma Comissão Especial da Cruz Vermelha Internacional, atendendo a uma denúncia, esteve em Auschwitz e também em Birkenau, informando, em relatório, que os internos recebiam correspondências e encomendas dos familiares e que não encontraram nenhuma evidência sobre a existência de câmaras de gás. Postei aqui no Palavra Livre esse relatório da Cruz Vermelha: http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2011/12/amigos-e-amigas.html
  6. "A LISTA DE SCHINDLER" é exibido dando a idéia de ser acontecimento real, sem exigência do governo brasileiro de fazer constar na apresentação e propaganda do filme que se trata de um filme de FICÇÃO de Spielberg, que está baseado no livro do mesmo nome, de autoria de Thomas Kennealy, oficialmente registrado como "LIVRO DE FICÇÃO".
  7. O Diário de Anne Frank tem partes escritas com caneta esferográfica, que só foi inventada vários anos após a morte da menina, por tifo, em Bergen Belsen. Muitos especialistas afirmam que não é possível uma pré-adolescente escrever com aquele nível. O pai dela contratou um "ghost writer" (Meyer Levin) para tornar o diário mais palatável. Anos mais tarde, ele processou Otto Frank por este não ter lhe pago "direitos autorais". Ganhou US$50 mil. Existem várias versões de como esse diário foi encontrado: há quem afirme que foi a vizinha; outros, a secretária do pai dela; outros, o próprio pai. Fora dizer as novas versões do diário que estão surgindo. Uma das mais recentes sugere que ela faleceu aos 22 anos, e não aos 14. O diário está para ser aumentado em cerca 25% de páginas, descrevendo agora até acontecimentos íntimos da garota. Detalhes: http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2013/08/deixem-anne-frank-em-paz.html

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Tudo culpa do Nazismo!

Amigos e amigas.
Vou tentar uma rápida relação de iniquidades contemporâneas:

- Uma em cada 7 pessoas no mundo passa fome; a cada três segundos, uma pessoa morre de fome; 30 mil crianças morrem de fome por dia; milhões de famílias sobrevivem dos lixões;

- Também uma em cada 7 pessoas não tem acesso à água potável e cerca de dois milhões de crianças morrem anualmente pela falta dela ou de saneamento básico;

- Em 2005 (!!), mais de 100 milhões de pessoas no mundo moravam ao relento e mais de um bilhão estavam em condições indignas de habitação (creio que piorou um pouco hoje em dia);

- No século XX, até 2008, calcula-se que cerca de 109.700.000 pessoas morreram em conflitos pelo mundo. Tirando as duas guerras mundiais, mais de 70 milhões morreram em outras. Acrescentando-se os mortos dos últimos quatro sangrentos anos, creio que beiramos os 80 milhões de mortos só em guerras;

- Saúde pública mundial é um descalabro! Mesmo em países de altíssimo nível social, cultural e econômico, a coisa se deteriora a olhos vistos. A grande evolução da medicina é para poucos. O número de mortos pela desassistência médica é cada vez maior; o número de afetados (mortos e aleijados) por erros médicos, idem; o número de dependentes de remédios de uso contínuo, ibidem;

- As deteriorações moral (pornografia, pedofilia,...), física (drogas, álcool, cigarro,...), mental (alienação, corrupção, desinformação,...) e espiritual (destruição da fé e dos bons costumes, banalização da violência e da divindade da vida,...), principalmente da juventude, são grotescos pontos pacíficos em qualquer sociedade;

- A Pirâmide Social está cada vez mais desigual. Cada vez menos pessoas detém mais poder, influência e dinheiro. Os monopólios de ultra-mega-corporações em muitos setores estão concentrando o comando dos cordames da humanidade;

- Trabalhos escravo e infantil continuam a pleno vapor, principalmente nos 3º e 4º mundos. Milhões de pessoas que se submetem por um prato de comida ou por um dólar ao dia a trabalhos excruciantes, insalubres e extenuantes. Inclua-se uma taxa de desemprego atroz grassando e sem perspectivas de ser reduzida;

- Violência é cada vez mais a tônica dos grandes centros cosmopolizados, abarrotados, desiguais. Assaltos, sequestros, latrocínios, estupros, torturas, chacinas, balas perdidas, drogas,... Tudo gerando todos os tipos de fobias. Todas as iniquidades superlativadas, maximizadas e cevadas pelos "modernos donos do poder";

Tudo isso e um bocado mais vêm se desenrolando e deteriorando a humanidade pós-Segunda Guerra Mundial. Bem depois dos "maiores heróis da História salvarem a Humanidade do Demônio Nazista" que queria dominar o mundo e transformar cada cidadão livre em escravo! A Justiça, a Verdade e a Democracia venceram e o mundo pôde respirar aliviado, com esperança e em paz!

É triste (pra não dizer pior) sabermos hoje que tudo não passou de balela, que nunca houve tal intenção de "dominar o mundo". A maior prova que isto é virtualmente impossível é os EUA talmudizado, este país muito mais poderoso e influente que a Alemanha Nacional Socialista sonharia em ser, que tenta há 70 anos dominar o mundo, mas nada ainda (pelo menos, não como ele gostaria e ainda persegue).

Quase ninguém nega a excrescência que é a guerra. Mas a maior canalhice dela é o lado vencedor, que molda a História ao seu bel prazer e necessidades. Uma dessas "necessidades modernas" é desviar as atenções dos terríveis problemas acima relacionados, que ELES causaram. Para isso, vale realmente tudo! E a mídia em geral se encarrega de anestesiar as massas. Não me assustarei se começarem a colocar a culpa de tudo o que escrevi nos nazistas.

Pão e circo (modernamente, Mac Donald's e Big Brother) são seus ideais de vida e prazer? Então, aplauda seus donos! Eles são os melhores no que fazem: sugam toda sua força de vontade e de trabalho, o povoam com ilusões e o alimentam com "doces venenos", paralisando-o em todos os sentidos, que você nem sente. Até mesmo lhes agradecem.

Pobres infelizes...

FAB29