Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


terça-feira, 23 de abril de 2013

Palavras de Raul Hilberg

Amigos e amigas.
Quero compartilhar com vocês trechos do livro "A destruição dos judeus europeus", do maior historiador do 'holocausto', Raul Hilberg. É sabido que ele só visitou os "campos de extermínio nazistas" duas vezes e, em ambos os casos, por um dia apenas e para participar de cerimônias.
Portanto, tudo o que ele escreveu em sua colossal obra de mais de mil páginas é derivado unicamente de documentos e testemunhos, diferentemente de muitos revisionistas, que escarafuncharam o quanto lhes foi permitido tais campos.
Aos poucos, postarei outros trechos que considero um "atestado de discrepâncias".
FAB29

Nos três trechos abaixo, Hilberg  explica (ou melhor, tenta) como funcionou a imensa "maquinaria da Solução Final":

“Em última análise, a destruição dos judeus não era tanto um produto das leis e dos comandos como se fosse uma questão de espírito, de compreensão compartilhada, de consonância e de sincronização.
Quem compartilha deste compromisso? Que tipo de máquina foi utilizada para essas tarefas? A máquina de destruição era um conjunto - Nenhum organismo foi encarregado de toda a operação. [...]
Nenhuma agência especial foi criada e não tem um orçamento especial planejado para a destruição dos judeus da Europa. Cada organização estava a desempenhar um papel específico no processo, e cada um foi para encontrar os meios para realizar sua tarefa.”

“Aos poucos, a notícia da “Solução Final” escoou através das fileiras da burocracia. O conhecimento não veio para todos os funcionários de uma só vez. O quanto que um homem sabia dependia de sua proximidade com as operações destrutivas e da sua visão sobre a natureza do processo de destruição. Raramente, no entanto, a compreensão foi registrada em papel. Quando os burocratas tiveram que tratar de assuntos de deportação, que se referia a uma “migração de judeus”. Em correspondência oficial, os judeus eram ainda “errantes”. Eles foram “evacuados” (evakuiert) e “reassentados” (ausgesiedelt, umgesiedelt). Eles “se afastaram” (wanderten ab) e “desapareceram” (verschwanden). Estes termos não eram o produto de ingenuidade, mas ferramentas práticas de violenta repressão psicológica”.


E esta pérola muito conhecida:

"O que começou em 1941 foi um processo de destruição não planeado com antecedência, não organizado centralmente por qualquer agência. Não havia nenhum projeto e não havia orçamento para medidas destrutivas. Eles foram levados, passo a passo, um passo de cada vez. Assim, não foi tanto um plano que estava sendo realizado, mas um incrível encontro de mentes, uma leitura da mente de consenso por uma vasta burocracia.”

2 comentários:

  1. Olá Fabiano.

    A|Chamada perseguição dos judeus, exterminio, camara de gas, começou nos meados/fins dos anos 50 com a ascenção dos filmes de hollywood, e dos estudios fox, mgm e outros de propriedade de JUDEUS!!... entendeu não é?

    EDUARDO-SP

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    1. Discordo, caro Eduardo. Começou antes. O "superclássico" Casablanca, por exemplo, é de 1942.
      Se escarafunchar um pouquinho, encontrará vários outros nessa época, em plena guerra.
      Abraço.

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