Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


terça-feira, 28 de maio de 2013

O desafio de Faurisson

Amigos e amigas.
O texto abaixo é do mais proeminente revisionista contemporâneo: Robert Faurisson. Contestador e intransigente com as inverdades que são impostas sobre a 2ª Guerra, ele se mostra incansável e irremovível de suas opiniões.
Vale uma lida. Os negritos e sublinhados são meus.
FAB29

O Museu Norte-Americano 
em Memória das Vítimas do Holocausto:
Um desafio.


A questão da existência ou inexistência de câmaras de gás nazistas é de uma importância histórica considerável. Se as câmaras de gás existiram, elas fornecem a evidência de que os alemães tentaram exterminar fisicamente os judeus. Por outro lado, se não existiram, não temos nenhuma evidência dessa tentativa de extermínio.

Pierre Vidal-Naquet, líder francês anti-revisionista, não tem ilusões. Para aqueles que estão a desistir da controvérsia das câmaras de gás, ele tem avisado que abandonar assim o argumento das câmaras de gás "é equivalente a nos rendermos em campo aberto" (Nouvel Observateur, 21 de setembro de 1984, p. 80). Nós só podemos concordar.

As câmaras de gás não são, contrariamente ao que disse um dia Jean-Marie Le Pen, "um mero detalhe da história da 2ª Guerra Mundial", pois aqueles que contestam a sua existência estão sujeitos a sanções judiciais na França e em alguns outros países; e nem poderia o monumental Museu norte-americano em memória das vítimas do holocausto, situado em Washington, que foi formalmente inaugurado a 22 de Abril de 1993, ignorar por si próprio as câmaras de gás nazistas.

A questão mantém-se: Que tipo de representação física dessa terrível arma iria o novo Museu apresentar? Nós agora sabemos a resposta, e é espantosa: Para que não faltasse nada, esse opulento museu — que custou aos contribuintes americanos e aos doadores da comunidade judaica americana mais de cento e cinqüenta milhões de dólares — limitou-se a mostrar-nos um modelo único de câmara de gás homicida, um modelo de câmara de gás do antigo campo de Majdanek, na Polônia: ou seja, uma câmara de gás para... despiolhamento. Como eu explicarei, até Jean-Claude Pressac, autor de um trabalho de quinhentas e sessenta e quatro páginas publicado em 1989 em cooperação com a Fundação Beate Klarsfeld, de Nova Iorque, foi obrigado a reconhecer que aquela sala foi meramente uma câmara de desinfestação.

Isto não é nada de novo. Por volta de 1945, os americanos tentaram registrar quatro câmaras de despiolhamento do campo de Dachau (Alemanha) como câmaras de gás homicidas. Os responsáveis pelo novo Museu do Holocausto, em Washington, recorreram a tal impostura porque foram forçados a isso: eles não foram capazes de mostrar aos visitantes uma representação física de alguma forma possível de pelo menos uma, qualquer uma, das câmaras que os alemães teriam usado para matar multidões.



O meu desafio em Estocolmo e em Washington

A 17 de Março de 1992, lancei um desafio às organizações judaicas de todo o mundo. Nesse dia, depois de chegar a Estocolmo a convite do meu amigo Ahmed Rami, lancei um desafio em escala internacional à imprensa sueca. Consiste nesta frase de nove palavras: "Consigam mostrar-me ou desenhar uma câmara de gás nazista!" Estas palavras foram acompanhadas por duas páginas de explicações.

De acordo com as minhas informações, os vários órgãos da imprensa sueca, ansiosos para responder ao meu desafio, contataram imediatamente todas as fontes possíveis no sentido de obterem fotografias das câmaras de gás nazistas. Para sua consternação, descobriram que não existem tais fotografias, e que as instalações ou salas normalmente mostradas aos turistas em Auschwitz e noutros lugares como câmaras de gás homicidas, não têm nenhuma das características de tais armazéns de matança química. Apesar da imprensa sueca ter lançado inúmeros ataques pessoais contra mim, o meu desafio não foi mencionado num único artigo de jornal, nem uma única palavra foi dita no rádio ou na televisão.

Com o passar dos meses, o embaraço aumentou entre aqueles que alardeavam a tese da exterminação física dos judeus durante a 2ª Guerra Mundial: daí o frenesi e a agitação que se alastrou às organizações judaicas em todo o mundo.

A 21 de Abril de 1993, renovei o meu desafio em Washington, desta vez dirigido aos responsáveis pelo Museu do Holocausto que estava para ser inaugurado no dia seguinte com a presença do Presidente Clinton, de diversas figuras de Estado, e de Elie Wiesel. Entre os responsáveis do Museu, eu tinha em mente e estava a pensar principalmente em Michael Berenbaum, o Diretor de Investigação do Instituto.

O meu desafio em Washington pode ser resumido da seguinte maneira: Amanhã, o Museu norte-americano em Memória das Vítimas do Holocausto irá ser inaugurado em Washington. Eu desafio as autoridades do Museu a providenciarem-nos uma representação física da câmara de gás mágica. Procurei durante trinta anos por essa representação sem nunca a ter encontrado: nem em Auschwitz, nem em qualquer outro campo de concentração, nem num museu, ou num livro, nem num dicionário ou numa enciclopédia, nem numa fotografia, ou modelo, ou documentário.

Claro que fui confrontado com certas tentativas de representação, mas todas elas são ilusórias. Nenhuma resistiu aos exames. Em particular, quando compreendemos os perigos extremos do uso do Zyklon B (um inseticida comercial) ou ácido cianídrico (HCN), rapidamente percebemos que os lugares que por vezes são mostrados aos turistas como sendo câmaras de gás homicidas nunca poderiam ter servido como locais de matança química sem perigo para as pessoas em volta. Quando percebemos a extrema — e inevitável — complexidade de uma câmara de gás para execução de apenas um homem por gás cianídrico numa penitenciária americana, vemos imediatamente que os locais exibidos como "câmaras de gás nazistas" — onde, dia após dia, verdadeiras multidões de vítimas eram supostamente mortas — não mostram agora (porque nunca existiram) ao menos um pouco da complexa maquinaria e dos dispositivos que teriam sido imprescindíveis para um empreendimento de tal monta.

Para além do assunto da vedação das câmaras, um dos mais sérios problemas por resolver tem sido a explicação do acesso à câmara saturada de HCN depois da execução para remover os corpos, também eles saturados com o mesmo veneno. O ácido cianídrico penetra na pele, nas membranas mucosas e nos fluidos corporais. O corpo de um homem que acabou de ser morto por esse poderoso veneno é ele próprio uma perigosa fonte de envenenamento, e não pode ser tocado com as mãos descobertas. Para se entrar numa câmara saturada de HCN para remover o corpo, é necessário equipamento especial, assim como máscara de gás também com filtro especial. Porque o esforço físico deve ser mínimo (ele acelera a respiração, reduzindo a eficácia do filtro) e antes de entrar no recinto, é necessário acionar exaustores para esgotar o gás, e depois neutralizá-lo. Quanto a este assunto, refiro-me a documentos sobre câmaras de gás usadas nas penitenciárias americanas, que publiquei em 1980.

Avisei aos responsáveis do Museu norte-americano do Holocausto, em particular, ao Sr. Berenbaum, que amanhã, 22 de Abril de 1993, eles não precisarão oferecer como prova da existência das "câmaras de gás nazistas", uma câmara de gás de fumigação, ou de desinfestação de piolhos, ou uma área de chuveiros, ou um necrotério, ou um abrigo subterrâneo. Estou ainda menos interessado num pedaço de parede, numa porta, ou pilhas de sapatos, ou chumaços de cabelos, ou montes de óculos. Quero algo que retrate inteiramente uma câmara de gás nazista, algo que demonstre uma precisa idéia da sua técnica e operacionalidade.

Evasivas e logro

Eu sabia que este desafio não podia ser respondido porque, durante meio século, eles nos têm falado das câmaras de gás nazistas sem nunca nos terem mostrado uma. Eu também já esperava que o Museu iria forjar algum estratagema. Mas que tipo de estratagema?

A resposta viria no dia seguinte, 22 de Abril, a data da inauguração formal. (O Museu abriu ao público dia 26 de Abril.) No dia 22, obtive uma cópia de um livro com cerca de 250 páginas que se apresenta como sendo uma espécie de catálogo do novo Museu. Esse livro foi escrito por Michael Berenbaum, e é intitulado The World Must Know: The History of the Holocaust As Told in the United States Holocaust Memorial Museum ("O Mundo Tem Que Saber: A História do Holocausto Como é Contada no Museu Norte-americano em Memória do Holocausto") 1993, XVI, 240 páginas).

Na página 138 estão três fotografias:
● A primeira mostra-nos latas de Zyklon B e algumas pastilhas também de Zyklon B, que é descrito como um "inseticida altamente venenoso".
● A segunda mostra "um pedaço da porta da câmara de gás em Majdanek... do lado de fora, guardas SS podiam observar a matança através do pequeno postigo."
● A terceira fotografia mostra-nos "o interior de uma câmara de gás de Majdanek. As manchas azuis são os restos químicos do Zyklon B."

A primeira fotografia nada mais prova além do fato que os alemães usaram o inseticida Zyklon B. (Este produto comercial foi usado em todo o mundo.) A segunda e a terceira fotografia devem ser familiares aos visitantes do antigo campo de Majdanek na Polônia. Eles irão reconhecer a porta exterior e a porta interior, assim como parte do interior da primeira câmara mostrada aos visitantes como sendo uma câmara de gás para execução, apesar desse recinto ter todas as características de uma sala de despiolhamento. A esse respeito, eu não vou citar aqui a minha própria investigação, incluindo as minhas fotografias que mostram a sala por inteiro, incluindo o pequeno anexo contendo um forno para produzir o calor que era essencial para a evaporação do HCN do Zyklon B (Na segunda fotografia descrita acima, a abertura para a admissão do ar aquecido pela fornalha pode ser vista, bem no alto, à direita). Tampouco citarei aqui o relatório do especialista americano em câmaras de gás, Fred Leuchter, que concluiu definitivamente que essa instalação foi uma câmara de desinfestação onde, não seres humanos, mas piolhos transmissores do tifo foram mortos.

A admissão de J.C. Pressac

Atenho-me a referir Jean-Claude Pressac, protegido da Fundação Beate Klarsfeld, e autor do trabalho anti-revisionista de 1989, Auschwitz: Técnicas e Operações das Câmaras de Gás (a propósito, um título bastante enganador). Eis a opinião de Pressac sobre aquela mesma sala, a qual o Sr. Berenbaum se atreve a retratar como "câmara de gás nazista":
"Os tijolos avermelhados e manchados de azul escuro são, para ele [Bernard Jouanneau, um advogado que se opôs a Faurisson num caso de tribunal em 1982 em Paris] a prova material e visível da existência das câmaras de gás homicidas. O problema existente é que a câmara de gás apresentada tem todas as características de uma instalação de DESPIOLHAMENTO. Não estou a dizer que nunca foi usada para matar pessoas, pois isso é possível (aqui, Pressac está enganado.) mas os traços de azul-da-prússia são a indicação absolutamente certa do seu uso para despiolhamento. (p. 555.)

Pressac continua a apontar que a existência de uma vigia (pequeno postigo) não é prova de uma câmara de gás homicida, porque uma câmara de despiolhamento pode ser dotada de uma janela de verificação. Ele conclui:
Lamento dizer, e não sou o único no Ocidente, que as câmaras de gás homicidas e/ou de despiolhamento de Majdanek, ainda estão à espera de um verdadeiro historiador, o que é ligeiramente preocupante em virtude do fato que o campo caiu intacto nas mãos dos russos em 1944. (p. 555)

Na página 557, ele apresenta uma fotografia do exterior da câmara em questão e de uma outra câmara localizada no mesmo edifício. De acordo com o texto explicativo, isso é uma fotografia... mostrando uma câmara de desinfestação, fazendo crer tratar-se de uma câmara de gás homicida. Entre as duas portas com as suas janelas de verificação, os tijolos mais escuros são de cor azul-da-prússia, um sinal do uso prolongado de Blausäure (ácido azul), ou ácido cianídrico, ou ácido prússico, vendido como agente de despiolhamento sob o nome de Zyklon B.

Deve-se salientar que estas câmaras estavam situadas no edifício de Bad und Desinfektion (Banho e Desinfestação) localizado à direita da entrada do campo, e perfeitamente à vista. É compreensível que, nas suas "Notas Bibliográficas" (pp. 224-232), Berenbaum não faça menção à página 564 do livro de Pressac.

Um novo avanço para o revisionismo

Em 1978 o Presidente Jimmy Carter indicou uma comissão encarregada de criar um conselho central para o museu em memória do holocausto. Ele escolheu como presidente dessa comissão Elie Wiesel, o que inspirou Arthur Butz a fazer aquele comentário tão exato quanto sarcástico: "Era necessário um historiador, mas foi escolhido um 'melodramático'".

A escolha de Berenbaum como a "autoridade sábia" do Museu pertence à mesma natureza: Berenbaum é professor adjunto de teologia na Universidade de Georgetown. Quando era pretendido um historiador, foi escolhido um teólogo — o que é apropriado porque, de alguns anos para cá, em lugar de uma "história do holocausto", as organizações judaicas a substituíram pela "religião do holocausto".

O pilar central dessa religião, como eu costumo dizer, é a câmara de gás mágica que, como uma miragem, é a imagem do irreal.

Para retratar esse "pilar central", os funcionários do Museu selecionaram uma câmara de despiolhamento, e falsamente a rotularam como "câmara de gás homicida". Apesar de ter sido projetada e construída pelos alemães como instalação para proteger a saúde dos prisioneiros judeus e não-judeus, é-nos apresentada como um instrumento de tortura e assassínio desses detentos. Esse cenário resume a fraude e a arrogância dos fanáticos da "religião do holocausto".

Chegou a hora para uma maior honestidade intelectual e equilíbrio mental relativamente à história da desgraça do povo judeu durante a 2ª Guerra Mundial. Os visitantes do novo Museu do Holocausto em Washington — especialmente os contribuintes americanos, sem os quais ele não existiria — têm o direito de exigir do Sr. Berenbaum, e de seus amigos, um relatório das despesas. Contudo, um recente artigo do jornal Los Angeles Times, em 20 de abril de 1993, trazia esta manchete: "Sondagem revela que um em cada três americanos tem dúvidas se existiu o holocausto". Essas dúvidas só irão aumentar.

Alguns dias depois da inauguração do Museu, o Sr. Berenbaum revelou a um jornal: "Vocês estão cercados pela morte. É como trabalhar numa sala de emergências ou numa funerária.... Eu acabei como um analista de poltrona". (The Washington Post, 26 de Abril de 1993, p. B6.)

Não está fora de questão que Berenbaum regresse às suas análises de poltrona quando ele entender as graves conseqüências do seu engano. O dia 22 de Abril de 1993 era para ser a data para a consagração da "religião do holocausto" em solo americano. Na realidade, esta data ficará na História como um sinal de uma vitória extraordinária para os historiadores revisionistas. Umas duzentas pessoas reuniram-se em Washington, DC, a 22 de Abril para expressar a sua oposição ao Museu Americano em Memória do Holocausto.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Dê-me alguma verdade!

Amigos e amigas.
Muito se pode dizer contra John Lennon, desde sua contribuição para a alienação que o establishment sempre procurou impor ao povo até a apologia que ele fez às drogas e à libertinagem, a ponto de ele ter dito que "você precisa ser um bastardo para chegar até o sucesso" e completou: "Os Beatles são, sim, os maiores bastardos na face da Terra."

Mas sem desculpar, nem condenar, quero comentar que compreendo suas loucuras da época Beatle. Creio ser imensurável o peso das exigências e cobranças que o mundo fazia a eles, jovens que tinham os mesmos ideais que vemos até hoje na maioria dos artistas: fama e fortuna.

E há meio século, você sair do anonimato já no primeiro disco lançado e já tendo a atenção do mundo, com tantos e tantos querendo vê-los e ouvi-los é esmagador! Penso que eles, musicalmente, deram conta do recado. Socialmente, ninguém faria "menos ruim" que eles. Eles eram seguidos, vigiados, caçados, massacrados pelos fãs; qualquer coisa que faziam ou diziam era manchete em todas as mídias; os 'urubus' dessa sanha midiática os pressionavam, criticando ou apenas querendo uma declaração inédita e bombástica para embarcar no vácuo da Beatlemania.

Desde essa época, quase todos os artistas passaram a sofrer esse tipo de assédio massacrante (vide o caso do Gusttavo Lima, que comentei aqui: http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2013/05/o-show-de-horrores-deve-continuar.html). Só que Lennon se revoltou com tudo isso no final dos Beatles, passando a criticar ferrenha, feroz e abertamente todo esse estado de coisas nefastas que se embrenhou na sociedade. Passou a compor canções política e socialmente engajadas, ácidas, pondo o dedo na ferida do establishment e de tudo o que ele considerava errado, nocivo e corrupto no mundo.

Entre tantas, cito "The luck of the irish", "Attica State", "Power to the people", a poderosa "Working class hero" e a mais bela canção da história: "Imagine". Porém, tenho para mim que a canção onde ele mais mostrou seu cansaço com tudo o que o enojava chama-se "Gimme some truth", que é o título do post. Ei-la abaixo traduzida:

Eu estou doente e cansado de ouvir coisas vindas de arrumadinhos, míopes, hipócritas tacanhos.
Tudo que eu quero é a verdade!
Apenas me dê um pouco de verdade!

Estou farto de ler coisas vindas
de neuróticos, psicóticos, políticos cabeça-de-porco.
Tudo que eu quero é a verdade!
Apenas me dê um pouco de verdade!

Nenhum careta, covarde, filho de
Tricky Dicky
Vai me "agradar" me "ensaboando" suavemente
Com um simples maço de esperança!
Dinheiro para drogas!
Dinheiro para a corda!

Estou farto de ver as coisas
De bocas-duras, condescendentes, pequenos chauvinistas da mamãe!
Tudo que eu quero é a verdade!
Apenas me dê um pouco de verdade agora!

Eu estou farto de ver cenas
De prima-donas esquizofrênicas, egocêntricas e paranoicas!
Tudo que eu quero é a verdade agora!
Apenas me dê um pouco de verdade!

Ah, eu estou doente e cansado de ouvir coisas
de arrumadinhos, míopes, hipócritas tacanhos!
Tudo que eu quero é a verdade agora!
Apenas me dê um pouco de verdade agora!

Estou farto de ler coisas vindas
De neuróticos, psicóticos, políticos cabeça-de-porco!
Tudo que eu quero é a verdade agora!
Apenas me dê um pouco de verdade agora!


Há muito tempo, eu sigo essa linha "saco-cheio" que Lennon expressou nesta letra. A mídia necrosada pelos "donos da carne podre" procuram o tempo todo impor suas verdades em todos os assuntos, escondendo milhares de informações essenciais que fariam nosso mundo bem melhor de se viver. Mas a esperança não pode ser algo sólido. Os grandes corruptores a dão em migalhas, o suficiente para as massas não sentirem que são capazes de mudar tudo, de fazer a maior das diferenças.

Bastaria sair da letargia que esses nefastos perpetram à humanidade e se saberem autosuficientes, sem dependerem de poder central, salvador da pátria, messias,... Quanto mais pessoas conseguirem se livrar desses grilhões mentais, emocionais e espirituais, mais a esperança se solidificará e a realidade será alterada para melhor.

Independente da quantidade de podridões que os vermes virtuais se prestam a tentar me lançar, só tenho que desprezá-los e seguir as palavras de Raul Seixas: "Não sei aonde eu tô indo, mas sei que eu tô no meu caminho. Enquanto você me critica, eu sigo o meu caminho."

Tão simples! Continuarei à procura de verdades.
FAB29


domingo, 19 de maio de 2013

Fazemos tudo errado!

Amigos e amigas.
É mais que sabido o quanto nossos sucessivos governos se rendem (e nos vendem) ao capital estrangeiro. Desde o fim da 2ª Guerra, quando os vencedores dela passaram a 'tomar posse' do butim, infiltrando seus tentáculos (ou metástases) mundo afora.
Vejam abaixo as palavras do economista Adriano Benayon, entrevistado pelo Clube da Engenharia, sobre o que se deveria fazer para fomentar a indústria nacional e desenvolvê-la adequadamente.

"Elas (as especificidades) ficam claras, comparando o que resumi da história econômica do Brasil, com o que aqueles países (Coréia do Sul, Taiwan) fizeram. Vamos situar isso no contexto histórico e político. Coreia do Sul e Taiwan estavam na linha de frente da guerra fria, que já havia estado mais que quente. Seus regimes eram fechados e militaristas, mas isso lhes possibilitou adotar as políticas públicas necessárias ao desenvolvimento.

Quais? Fomentar empresas nacionais, suscitar a formação de grandes empresas e conglomerados de capital nacional, apoiados por estatais na infra-estrutura e por bancos estatais. No Brasil, ao contrário, as empresas transnacionais foram as favorecidas pela política econômica e são escandalosamente subsidiadas até hoje.

A China, saqueada e ocupada militarmente, desde 1840, com a criminosa guerra do ópio, movida pelo império britânico, envolvida em guerras civis, instaurou, com a vitória da revolução em 1949, um regime comunista, com a economia quase totalmente estatizada, e o restante, vinculado ao poder público.

Construiu, durante o período maoísta (1949-1976) importantes infra-estrutura e indústria e tornou-se potência militar e nuclear. Quando Deng modificou o curso e admitiu as transnacionais nas zonas costeiras e voltadas para a exportação, suscitou, ao mesmo tempo, a formação de poderosas empresas privadas de capital nacional.

Além disso, a China é praticamente o único país do mundo que consegue levar vantagem com as transnacionais, aproveitando capital e principalmente tecnologia, que absorve. Isso porque seu regime político não decorre de eleições dependentes de dinheiro para as campanhas

Foi consequência do nacionalismo, decorrente da dura experiência de agressões imperiais sofridas e da herança maoísta, associado à cultura milenar taoísta e confucionista, em que o mérito é completamente valorizado na ascensão dos quadros econômicos e políticos.

Desse modo, as transnacionais só foram admitidas sob condições estritas e, em função do regime político, insuscetíveis de serem contornadas. Entre elas, diretores chineses em paridade numérica e salarial com os enviados pela matriz da transnacional, e transferência de tecnologia (expressão no Brasil, esvaziada de sentido).

Coreia e Taiwan copiaram o modelo japonês, inclusive opondo intermináveis dificuldades burocráticas para limitar a presença das transnacionais em seu setor produtivo. Obtiveram tecnologia estrangeira, capacitando seus nacionais a absorvê-la, o que só pode ser feito em empresas de capital nacional. Impossível nas subsidiárias das transnacionais.

Que fizeram para isso? Contratos de transferência de tecnologia, principalmente com empresas europeias, pagando-lhes percentual sobre as vendas da produção local. Não cometeram, como o Brasil, o suicídio econômico de entregar o mercado interno (de resto muito mais promissor que o daqueles países) às transnacionais, através dos investimentos diretos estrangeiros.

Ainda mais incrível que entregar o mercado (o trunfo para realizar contratos de transferência de tecnologia), foi subsidiar – e como! – a entrada desses “investimentos”, dos quais o Brasil não tinha a menor necessidade.

Primeiro, as transnacionais usaram quase que só capital local, inclusive lucros de operações comerciais anteriores, e principalmente os subsídios governamentais. Segundo, havia no País capital mais que suficiente (além disso, ele pode ser criado por emissões do Tesouro e pelo sistema bancário). Comparem-se os recursos do Brasil em 1955 com os dos então miseráveis asiáticos.

Os investimentos diretos estrangeiros (IEDs) são considerados remédio para “equilibrar” o Balanço de Pagamentos – BP, mas agravam enormemente a doença: o desequilíbrio do BP, decorrente dos próprios IEDs. Como? Devido às transferências de seus lucros oficiais ao exterior e ainda mais dos disfarçados, remetidos através de outras contas, com superfaturamento de importações e subfaturamento de exportações, pagamentos por serviços superfaturados e até fictícios (juros, comissões, assistência técnica, uso de marcas, etc.)

Os déficits nas transações correntes (TCs) com o exterior vêm-se avolumando. Somaram US$ 204,1 bilhões de 2008 a 2012 (US$ 54,2 bilhões só em 2012). Eles estão em aceleração: US$ 18 bilhões, ou seja, 83% a mais que no mesmo período de 2012.

Num círculo vicioso, os déficits nas TCs, por sua vez, fazem acelerar ainda mais a desnacionalização, a qual, de novo, produz déficits nas TCs, e estas levam a mais endividamento.

Desde os anos 90 – com Collor e FHC – a desnacionalização cresceu ainda mais através das privatizações, em que a União, em vez de receber, gastou centenas de bilhões de reais para entregar estatais de grande porte.

Clube de Engenharia - Em 2012, 296 empresas nacionais foram compradas por grupos estrangeiros. Em 2011, foram 208 e, em 2010, 175 empresas. Ou seja, os números têm crescido e estamos batendo o nosso próprio recorde anualmente. Como frear esse processo? O senhor vê no governo a vontade política necessária para estancar o problema? O que podemos esperar, nos próximos anos?

Adriano Benayon - Mais do mesmo, enquanto não se mudar o sistema político atual. Por que? O grande drama é que a desnacionalização gera no sistema político outro círculo vicioso, não menos sério que o causado na economia. Em outras palavras, controlando o grosso e o que há de mais poderoso na estrutura econômica e financeira do País, as transnacionais fazem prevalecer seus interesses na formulação das políticas governamentais, nas leis etc.

Isso porque, no modelo político de molde ocidental, a pluralidade de partidos e as eleições periódicas não significam democracia, uma vez que a grande maioria dos eleitos depende de volumosos recursos financeiros e de acesso à grande mídia, especialmente à TV. Ora, a grande imprensa e outras fontes de formação de opinião estão, secularmente, a serviço de interesses que não são os nacionais.

Quanto ao número de empresas brasileiras desnacionalizadas, foram 1.296, de 2004 a 2011, período em que as remessas oficiais de lucros ao exterior montaram a US$ 405 bilhões. Ora, as remessas de lucros disfarçados em outras contas foram um múltiplo disso. Adicionando as 296 de 2012, o total, desde 2004, vai para 1.586.

É bom ter presente que a aquisição de empresas de capital nacional (desnacionalização em sentido restrito) é só uma parte dos “investimentos estrangeiros diretos" (IEDs). A desnacionalização, em sentido lato, inclui também a criação de novas subsidiárias e a capitalização adicional nas já estabelecidas. Tudo isso implica controle da economia brasileira por empresas estrangeiras. (...)

Já mencionei o caso notório do setor automotivo. Mas os abusos em outros bens de consumo durável e até em bens de produção são muito frequentes, tanto nos de origem mineral como agrícola. O absurdo estende-se aos transportes, em que o aeronáutico constitui um escândalo e uma vergonha.

Ainda mais no País que, além de ter a EMBRAER – também desnacionalizada, no mínimo, em parte – é o do inventor do avião, o país que já teve companhias aéreas gigantes, presentes em todo o mundo, e está agora à mercê de um cartel de empresas estrangeiras de terceira categoria, até mesmo para os vôos internos.

Que falar de outra vergonha, a dos transportes marítimos? E do caso de enormes estatais, como a Vale Rio Doce, que não se sabe quem controla, embora fundos previdenciários brasileiros tenham bancado a maior parte do valor pífio da privatização de um patrimônio absolutamente incalculável, estratégica e economicamente?

O Brasil não controla sequer sua infra-estrutura, como a da hidroeletricidade, privatizada, em grande parte, para empresas estrangeiras e regulado de forma desastrosa, no esquema das Agências (mesmo caso da do petróleo e combustíveis, a ANP), criadas para ajudar os concessionários que deveriam ser regulados, e não, os consumidores e a economia do País. Ainda na energia, o setor sucro-alcooleiro está tendo acelerado processo de desnacionalização.

Além disso, temos a agricultura e a pecuária submetidas a tradings internacionais. Toda a estrutura de produção desse setor, como a dos minerais, é determinada por interesses estrangeiros. Se não, as terras de produção agrícola não estariam sendo usadas em quase 50% só para a soja, nem a pecuária ocuparia mais de 1/3 das terras totais utilizadas.

Pior ainda, os governos entreguistas e pusilânimes, tanto o federal, como a maioria dos estaduais permitiram, quando não apoiaram – em favor das notórias transnacionais, Monsanto, Syngenta, Bunge, Bayer etc. – a substituição das sementes tradicionais – indispensáveis para a segurança alimentar – por sementes transgênicas, prejudiciais à saúde dos que se alimentam com seus produtos, sem falar no veneno dos agrotóxicos associados a essas sementes (só elas resistem a eles). Ademais, o uso das transgênicas contamina as terras vizinhas, acabando com as tradicionais e exterminando as abelhas, necessárias à preservação da vida atraves da polinização.

Certamente omiti muita coisa, inclusive os absurdos, desnecessários leilões do petróleo descoberto pela Petrobrás, para ser explorado por empresas estrangeiras, em troca de royalties risíveis, em percentual cinco vezes menor que o negociado pelo Xá do Irã com as petroleiras anglo-americanas, ainda nos anos 50."

E daqui a pouco, teremos a Copa das Confederações nos novíssimos estádios mega faturados construídos com recursos públicos dados a construtoras "meio" nacionais, sob a bênção do sorriso banguelo dos milhões de miseráveis deste país. Será a primeira parte do vexame que passaremos, com tanta infraestrutura sucateada (trânsito, aeroportos, hotéis,...). A dívida adquirida nessas construções megalíticas vai se somar à total incapacidade e vontade dos governos na manutenção desses 'elefantes brancos', gerando prejuízos recorrentes e causando suas deteriorações.
Ano que vem, a coisa pegará de vez: Copa do Mundo, um dos eventos mais colossais que existem, junto com a Olimpíada (também aqui, em 2016, não se esqueça!). Após o que o Benayon comentou da sangria secular que ocorre neste país, ao fim desses três eventos, tenho imenso medo de que estaremos irremediavelmente perdidos, economicamente falando.
Salve-se quem puder! Se puder.
FAB29  

quarta-feira, 15 de maio de 2013

O show (de horrores) deve continuar!

Amigos e amigas.
Recentemente, um "new sertanejo" declarou durante um show que estava exausto e que aquela poderia ser sua última apresentação (Vídeo aqui). Comoção instalada! Seria verdade? O que teria ocorrido? Após um curto suspense, eis que o pobre infeliz reaparece e diz para o 'alívio' dos fãs que tudo não passou de um momento de perturbação e que tudo estava bem outra vez.

Posso calcular a "chamada" que o rapaz levou nos bastidores das centenas de pessoas que dependem de seu trabalho e, principalmente, dos seus investidores. Afinal, se o cachê de um astro sertanejo atual pode chegar a R$ 300 mil, quanto podemos imaginar que gira em torno dele? Será que o rapaz pensou que poderia deixar de ser o "semideus" que a mídia criou e voltar a ser humano, com todas as suas prerrogativas (inclusive as ruins, como cansaço, saco cheio, mau humor, etc)? Deixar de lado (ainda que por algum tempo) todo esse mundo insano do show business e curtir um tempo de delicioso anonimato e aproveitar um pouco o que conquistou?

Ora, ele agora deve saber que sua vida não é mais sua propriedade e um astro só deixa sê-lo se jogar tudo pra cima e desistir. Não existe meio termo se quiser se manter na mídia, essa quimera pantagruélica que cria e derruba colossos à sua bel necessidade. Astros consagrados do naipe de Chico Buarque, Caetano, Djavan, Edu Lobo, Almir Sater, etc, a duras penas conseguiram uma vida própria e, sempre que se permitirem, têm espaço na mídia, que os tratam com mais consideração pelo status de sumidade que adquiriram.

Mas o que mais me causa espécie é a emoção extática que esses 'subprodutos' da música causam no povinho. Assisti numa reportagem que os fãs desses 'new sertanejos' chegam a desembolsar R$ 2 mil por mês só para acompanharem seus ídolos em rodeios, comprarem seus produtos, adquirirem sua moda exclusiva, etc. O que os compelem a tanto? O que recebem em troca? Quão vazias são suas vidas para qualquer novo "astro" pasteurizado e regurgitado pela mídia ocupar seus pensamentos, dirigir suas atitudes e as arrastar a lugar nenhum, deixando-as num limbo de expectativas mal e porcamente saciadas?

E assim, a deseducação corre solta, a alienação prospera, a prostituição das artes em geral se consolida, a destruição paulatina e galopante da capacidade de se gozar as simplicidades da vida devido ao "ensino" do querer sempre mais recrudesce nossa insensibilidade, a banalização de excrescências (drogas, bebidas, violência, pedofilia,...) devido à sua constante apresentação e demonstração de inoperância e descaso por parte do poder instituído nos anestesia,... É o show de horrores real paralelo ao show business surreal, brilhante, ensurdecedor, entorpecedor, que nubla as excruciantes chagas abertas pelos parasitas no corpo da humanidade, que se valem do sangue do povo para se prevalecerem.

Até quando? Não vislumbro como isso pode ser revertido ou minimamente atenuado. Sempre serei aquele beija-flor que faz a sua parte para apagar o incêndio da floresta levando água no bico.
FAB29

sábado, 11 de maio de 2013

Pequenas meias verdades.

Amigos e amigas.
Nunca negarei que a Segunda Guerra foi recheada de covardias. Nada pode repor as perdas advindas dela. Mas pensem! Merecemos saber como tudo ocorreu de verdade. Meias verdades precisam ser recontadas de maneira correta ou eliminadas de vez.
Vejam essa logo abaixo. Principalmente como reagiram os 'especialistas'. Triste e irritante!
FAB29

Amplamente considerada como uma das imagens mais emocionalmente poderosas do século, a fotografia abaixo está, de fato, contada como evidência do trágico destino dos judeus da Europa durante a Segunda Guerra Mundial, mas de uma forma muito diferente do que muitas pessoas acreditam.

Ela é provavelmente a imagem do holocausto mais amplamente reconhecida e memorável de todas: um assustado e aparentemente condenado jovem garoto, seus braços levantados, junto com outros judeus do gueto de Varsóvia sobre o olhar de um soldado alemão armado. Esta fotografia, talvez a imagem mais familiar do holocausto, mostra Tsvi Nussbaum, de sete anos. Ele ergue suas mãos em Varsóvia em 1943. Após a guerra, Nussbaum se mudou para Israel, e então para os Estados Unidos, onde ele trabalhou como médico na cidade de Nova York.



Em um recente ensaio, Erwin Knoll, editor do influente periódico mensal The Progressive, apropriadamente sintetiza a visão popular desta foto : 

Esta é a fotografia que veio a simbolizar o Holocausto: um pequeno garoto judeu, olhos baixos assustados, mãos erguidas sobre seus ombros, rodeado por tropas nazistas. Esta é a rodada final de judeus programada para execução durante o levante do gueto de Varsóvia de 1943. Mais judeus, mãos erguidas, podem ser vistos ao fundo. Nós sabemos, enquanto observamos a foto, que em breve eles todos estarão mortos. A foto aparece em arquivos e exibições, em revistas e artigos de jornais sobre o Holocausto, em documentários de televisão e livros de história. Até agora, eu devo tê-la visto centenas de vezes…

A fotografia é uma de várias dezenas incluídas no relatório oficial da SS sobre uma Aktion da polícia alemã contra o gueto de Varsóvia. Nas décadas desde o fim da guerra, ela foi reproduzida milhões de vezes em incontáveis livros, revistas e filmes, servindo como uma espécie ilustração “para todos os fins” do holocausto. Ampliações dela aparecem em exibições e amostras do holocausto em países ao redor do mundo.

Milhões de pessoas foram levadas a crer que o desorientado garoto nesta áspera foto foi morto pouco após esta memorável imagem ser preservada em filme. “A fotografia aperta o coração,” comentou o The Washington Post, “porque parece que o garoto, como milhões de judeus e outros, está para morrer nas mãos dos nazistas.”

Em 1979, em uma propaganda para uma coleção de livros sensacionalistas de histórias do holocausto publicados em um importante jornal semanal americano, esta foto aparece com a seguinte legenda:

Tsvi Nussbaum em 1982
Seu nome era Arthur Chmiotak. Ele faria 42 anos em maio, mas ele morreu gaseado em um campo de concentração nazista antes mesmo que ele tivesse dez anos. Por quê? Porque ele era um ‘indesejado’, uma erva daninha no jardim de perfeitas flores arianas de Hitler. Apenas um de mais de seis milhões que tinham de ser eliminados…

Na Alemanha, um livro escolar amplamente usado descreve esta foto para seus jovens leitores com estas palavras: “Varsóvia, Maio 1943: Destruição do gueto judaico e deportação de seus residentes para gaseamento no campo de Treblinka.”

Entretanto, contrário à legenda, o “garoto do gueto” não foi assassinado. Ele sobreviveu ao internamento no tempo de guerra em Varsóvia e em um campo de concentração alemão.

Várias décadas após isso acontecer, um médico de Nova York, Tsvi C. Nussbaum, revelou que ele era o rapaz na famosa fotografia. Eu lembro que havia um soldado em minha frente, e ele me ordenou que levantasse minhas mãos, Nussbaum lembrou mais tarde. Após seu tio intervir, foi permitido ao garoto de sete anos se juntar ao resto de sua família. Junto com parentes, o jovem Nussbaum foi deportado de Varsóvia em 1943 para o campo de Bergen-Belsen na Alemanha ocidental. Após a liberação no fim da guerra, ele se mudou para Israel, de onde migrou para os Estados Unidos em 1953. Em 1990 ele estava vivendo em Rockland County, Nova York.

A história de Nussbaum se realizou sob exame crítico, e mesmo décadas depois, ele ainda trazia uma impressionante semelhança ao garoto da foto.

Historiadores do holocausto judeu “que há muito tempo consideram a fotografia como uma espécie de documento sagrado” não ficaram satisfeitos pela revelação de Nussbaum, reportou o The New York Times, porque eles estavam “convencidos que o poder simbólico da foto seria diminuído caso provado que o garoto em questão sobreviveu”. O próprio Nussbaum ficou surpreso por tais preocupações. Eu nunca imaginei que alguém colocasse o peso inteiro de seis milhões de judeus sobre esta fotografia, ele disse. Para mim, isto pareceu como um incidente no qual eu estava envolvido, e foi isso.

Dr. Lucjan Dobroszycki, do Yivo Institute, um centro de história judaica em Nova York, alertou que esta grande fotografia do mais dramático evento do Holocausto requer um nível maior de responsabilidade de historiadores do que qualquer outra. Ela é muito sagrada para deixar as pessoas fazerem com ela o que quiserem.  Em outras palavras, Dobroszycki sugeriu, não deve ser permitido diminuir a utilidade e o impacto emocional da foto por causa da verdade histórica.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Graf x Hilberg

Amigos e amigas.
Vejam esse excerto do livro de Jurgen Graf ("O gigante com pés de barro") em que ele sintetiza a aberração do "papa" do holocausto, Raul Hilberg, chamada "A destruição dos judeus europeus";
Vem a comprovar que Graf é um contestador nato. Qualquer dia, seu livro poderá estar disponível a quem quiser esclarecer melhor esse período nefasto e propositadamente nebuloso da História contemporânea.
FAB29

Resultado de imagem para jurgen graf  Jurgen Graf

Resultado de imagem para raul hilberg Raul Hilberg

"Raul Hilberg estragou sua chance. Ele queria documentar não só a perseguição dos judeus europeus, mas também, e principalmente, a destruição dos mesmos, o que significava principalmente o assassinato em massa industrializado em matadouros químicos. Ele tinha uma agenda.

Não há nenhuma evidência física tangível de qualquer assassinato em massa industrializado e, nas montanhas de documentos que foram salvos dos anos de guerra, não há a menor indicação sobre ele. A fim de “provar” esses assassinatos em massa, Hilberg teve de inverter a hierarquia de longa data de provas e fazer depoimentos de uma testemunha ter precedência sobre evidências físicas e documentais. Em vez do último, temos o testemunho de um Rudolf Hoss, que confessou ter visitado em junho de 1941 o campo de Treblinka, que foi inaugurado em julho de 1942; de um Kurt Gerstein, que sustenta que em Belzec se poderia espremer 32 pessoas em um metro quadrado; de um Filip Müller, que nos diz que, quando cadáveres foram incinerados, a gordura correu nos canais de onde se podia recolhê-la com conchas."

Mas temos outros exemplos desse embate:
"A aversão de Hilberg ao encontro da realidade física dos campos de concentração e os chamados ‘campos de extermínio’ também pode ser vista no fato de que ele pessoalmente nunca realizou uma investigação nos locais dos campos. Antes de 1985, este homem que havia começado seus estudos sobre o ‘holocausto’ em 1948 passou exatamente um dia em Treblinka e outro meio dia em Auschwitz I e Auschwitz-Birkenau - e em todos os três casos, isso foi apenas para participar de cerimônias.

Em contraste com Hilberg, revisionistas, como Dietlieb Felderer, Robert Faurisson, Carlo Mattogno, Germar Rudolf e o escritor destas linhas, assim como o não-revisionista Jean-Claude Pressac, fizeram exames minuciosos dos edifícios onde as testemunhas dizem que os assassinatos em massa ocorreram e têm estudado os desenhos de construção aplicáveis. Tal investigação in loco é absolutamente necessária para se resolver esta controvérsia."

Só como bônus, palavras de dois expoentes dos dois lados da batalha. A 23 de Novembro de 1978, o historiador Francês René Rémond declarou a Robert Faurisson:

"Quanto às câmaras de gás [Nazis], estou pronto a segui-lo; quanto ao genocídio, tenho a profunda convicção de que o Nazismo em si foi suficientemente perverso para que este genocídio tivesse feito parte das suas motivações e das suas ações, mas reconheço que não tenho evidências científicas para este genocídio."

E Faurisson completou:
"Eu me recuso a acreditar naquilo que não é crível. Recuso-me a acreditar no que é incrível. Recuso-me a acreditar naquilo a que o próprio Hilberg chama de "um incrível encontro de mentes."

Eu me recuso a acreditar em leitura da mente ou telepatia, tal como eu me recuso a acreditar na geração espontânea."

Eu assino embaixo!