Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


sábado, 29 de junho de 2013

Guerra e Paz.

Amigos e amigas.
Eu me permiti usar o célebre título do épico de Tolstoi para mostrar tanto minha absoluta aversão à guerra quanto minha intransigente exigência por paz. Como disse com perfeição  o maior industrial da História, Henry Ford, em 1921: "Se perguntarmos em cada casa se eles desejam a guerra, todos irão dizer: 'Deus me livre! Não!!' Então, por que existem guerras? Muito simples: guerra dá lucro!".

Realmente simples: os grandes corruptores, os superparasitas, fomentam todo tipo de discórdias, dissensões, desconfianças e desuniões dentro do país que querem derrotar ou entre países, até que um ponto de ruptura aparece e seus agentes batem ali até a frágil paz desmoronar. Nunca nos esquecendo que eles armam os dois lados. Tudo sob o beneplácito silencioso de ONU, Vaticano, da humanidade em si. Após o tempo que for necessário para pelo menos um lado ficar arrasado, aparecem os nefastos oferecendo toda a ajuda que os países precisarem para se reerguer. Nada "melhor" do que algumas imagens para ilustrar a 'grande obra' desses malditos:

   

         

    

   

Esta última imagem mostrando super-heróis em guerra é para demonstrar como a mídia vendida glamouriza a violência, levando jovens e até crianças a não se chocarem com cenas brutais de destruição, agressão e até morte. Nem preciso citar filmes e desenhos animados onde tudo isso já quase se tornou ponto pacífico. Se não houver cenas desse naipe, "não é legal". Para minha tristeza, desenhos educativos, delicados e pueris como vistos na tv Cultura estão se tornando exceções nesse mar de pobreza moral.

Volto a frisar que os únicos vencedores de uma guerra são esses supracitados superparasitas, os verdadeiros dominadores da mídia, da economia e da geopolítica mundiais. Mesmo seus capachos, excrescências que traem o povo de que fazem parte, ficam à mercê das iniquidades que seus donos criam. Para se manterem a salvo, traem cada vez mais suas origens, bem ao estilo do "antes eles do que eu".

O investimento na indústria bélica é colossal. O valor de apenas um super helicóptero de guerra Black Hawk seria capaz de construir e aparelhar um hospital. Só este exemplo mostra que solucionar os problemas do mundo não é essa monstruosidade, essa impossibilidade que os donos da carne podre apregoam através de seus governantes-fantoches. Os bilhões de famintos, necessitados e miseráveis que superlotam a base da 'pirâmide social' só conhecem a paz que esses seres sórdidos lhes delegam: à base da obediência, da não reação, da não sublevação. Seguindo estes preceitos impostos, sobram-lhes as migalhas da opulência onde os abastados e 'eleitos' se refestelam.

A solução para tudo isso se conhece desde sempre: EDUCAÇÃO. Ela é a maior fomentadora da independência e do progresso, pois o conhecimento é a maior arma de ataque e de defesa, bem frisado nos ensinamentos de Buda, Sun Tzu, Sócrates e Jmmanuel. Por exemplo, quando a humanidade conhecer o verdadeiro significado de ANARQUIA ("sem governo"), perceberá que ela é a única forma de uma sociedade se manter em constante segurança e evolução. Nela, ninguém é eleito para nada; existem líderes que só os são por capacidade nata ou desenvolvida e enquanto fizerem por merecer, serão seguidos e respeitados. Esses verdadeiros líderes precisariam das principais qualidades para estarem no topo: mente aguçada, coração aberto, personalidade forte e espírito universal. Alguém é capaz de citar um governante eleito (atual ou na História) que reúne (reunia) tudo isso?

Enfim, guerra é a maior metástase do câncer chamado Mentira; paz é um bálsamo de luz nas trevas sem fim. Os Senhores da Guerra procuram sempre se apossar da luz, focando-a onde não há nenhuma importância ou perigo de ser algo que os revele. Eles não permitirão o surgimento de um novo Prometheus. Portanto, é obrigação de cada um que não aceita mais a escravidão imposta pelos Grandes Corruptores focar sua luz onde achar haver necessidade de iluminar, sem se importar com as quimeras que eventualmente revelará. Por mais que elas o ameacem, mantenha-se calmo e tente aumentar o brilho até onde e quando puder.

Qualquer pequena vitória é motivo para grande júbilo.
FAB29

quinta-feira, 27 de junho de 2013

David Cole na área!

Amigos e amigas.
Encontrei uma reportagem do "Guardian" de 03 de maio de 2013, mostrando o retorno do judeu revisionista David Cole.
Traduzi boa parte do artigo e coloco para vocês verem o que ele fez nesses anos de anonimato e o que os sionistas fizeram contra ele pelas suas próprias palavras. Principalmente sobre sua famosa "retratação".
Boa leitura.
FAB29

"(...) Havia apenas um problema. Stein não era quem dizia ser. Seu nome verdadeiro pôde ser revelado pela primeira vez publicamente - um círculo de confidentes só descobriu a verdade recentemente - como DAVID COLE. E, sob esse nome, ele foi uma vez um revisionista do Holocausto que questionou a existência de câmaras de gás nazistas. Ele mudou de identidade em janeiro de 1998.

"Foi quando David Cole expirou oficialmente", disse ele ao Guardian em uma entrevista esta semana. "Esse foi o fim de Cole. Ou assim pensava eu. Foi quando David Stein foi trazido a este mundo. Por 15 anos, eu fui David Stein. Agora, o gênio está fora da garrafa. Eu estou farto. Estou acabado. Eu não vou tentar permanecer como David Stein.

A descarada reinvenção de Cole como um networker comentarista social e político enganou alguns denominados políticos conservadores, cineastas, jornalistas e emissoras que não tinham nenhuma pista sobre seu passado. A briga com um amigo o levou a ser desmascarado em seu círculo social há duas semanas, quando a um grupo de ex-apoiadores foram mostrados clipes incendiários de Cole no YouTube e - até então esquecidas - aparições na televisão na década de 1990.

Como um jovem combativo com cabelo preto despenteado, ele foi um dos convidados mais difamados nos bate-papos hospedados por Phil Donahue, Montel Williams e Morton Downey, entre outros, e foi descrito como um neo-nazista.

"Meus amigos estão horrorizados", disse Cole, agora aos 44 anos e com cabelos grisalhos. "Eles ligaram e mandaram emails para perguntar se era realmente eu. Os tipos de Hollywood são os mais feridos agora, porque eles poderiam ser prejudicados por isso. Estou sentindo uma certa quantidade de culpa."

O desmascaramento chocou e irritou uma pequena comunidade conservadora de Hollywood, deixando seus grupos no Facebook em chamas e levando a reuniões de emergência.

Alguns dos amigos de outrora de Stein/Cole são figuras da mídia com blogs, colunas de jornais e programas de rádio sindicalizados. Eles colocaram uma tampa sobre a história. Nem uma palavra foi publicada ou divulgada. "Quando as pessoas descobriram quem era, 'Oh meu Deus, vá para longe dele!’. Houve um debate sobre se todos iriam se ver culpados por associação", disse um artista da indústria de entretenimento, um membro do Partido Republicano Animal, que pediu anonimato. (...)

Uma razão adicional para tentar conter a história, disse o artista, era privar Cole de maior destaque. "Ninguém quer dar-lhe a satisfação de fazer ele se sentir maior do que ele realmente era."

Cole, e meia dúzia de antigos amigos e conhecidos entrevistados para este artigo, salientam que ninguém suspeitava do seu segredo e que ninguém deveria ser solapado em seus pontos de vista.

Cole, que insiste ser um verdadeiro conservador, disse que sua traição iria triturar tudo o mais, porque os conservadores em Hollywood são uma "minoria perseguida", que deve esconder suas convicções políticas dos liberais intolerantes que dominam o setor: Eu não os culpo por me abandonarem. Todo mundo está morrendo de medo. Eles não querem que isso vá além do Facebook.

Cole concordou em atender ao "Guardian", a fim de dar o seu lado da história. Ele estava triste por ter sido revelado e irônico sobre o seu futuro. "Eu não espero muitas pessoas na minha festa de aniversário este ano", disse ele.

Nascido em 1968, em Los Angeles, de pais judeus liberais de mentalidade secular, o pai de Cole, Leon, era um médico que se tornou polêmico por receitar Demerol para Elvis Presley. "Ele foi acusado de introduzir Elvis nas drogas, de matar Elvis." Cole não foi para a universidade - "Eu queria começar a trabalhar" - mas na década de 1980, ele ficou fascinado pela ideologia política, especialmente o trabalho de estudiosos, então conhecidos como “Revisionistas do Holocausto”.

Ele se convenceu de que, em alguns pontos, eles estavam certos e que, como judeu, ele iria realizar uma busca quixotesca para "corrigir" o registro histórico, argumentando que Auschwitz não era um campo de extermínio, na forma de Treblinka, Sobibor, Chelmno e Belzec - que ele reconhecia fazer parte de um programa de genocídio contra judeus poloneses; que o holocausto terminou em 1943, quando os nazistas perceberam que precisavam dos judeus como trabalhadores em suas fábricas; e que não havia um plano abrangente, genocida. (...)

O jovem Cole tornou-se uma celebridade famosa, o traidor judeu, transportado de estúdio para estúdio, alegremente colidindo com historiadores e representantes judeus. No entanto, ele ficou desconfortável quando supremacistas brancos e radicais islâmicos se apropriaram do seu “trabalho", disse ele, e ele parou com aparições públicas após o atentado de Oklahoma City, em 1995.

Outro fator foi a ameaça de morte por parte da Liga de Defesa Judaica, um violento grupo militante. Em janeiro de 1998, querendo começar de novo, Cole escreveu uma carta para o JPL, se retratando de suas opiniões.

A ameaça foi levantada. Cole, com sua credibilidade retalhada em todos os lados, adotou o nome de Stein, escolhido porque era simples e curto, disse ele. Somente alguns amigos íntimos sabiam o segredo.

 “A retratação era falsa.”, disse ele. Cole ainda hoje desafia as ‘verdades do Holocausto’ estabelecidas, incluindo a certeza sobre as câmaras de gás nazistas. "O melhor palpite é que houve câmaras de gás. Mas ainda há muita nebulosidade sobre os campos. Eu não mudei a minha opinião. Mas eu lamento não ter a facilidade com a linguagem que eu tenho agora. Que eu era apenas uma criança", disse ele esta semana.

Como Stein, no entanto, ele protegeu seus pontos de vista, e não apenas durante a fase seguinte da odisseia de sua carreira: o fabricante de respeitáveis documentários convencionais sobre o Holocausto. Ele sabia do assunto, precisava de uma renda e as escolas e universidades americanas tinham orçamentos para contratar tais projetos. Ele disse: "Eu dei ao público mainstream o que eles queriam."

Ao mesmo tempo, ele começou a escrever artigos de opinião usando Stein e outros pseudônimos, expressando o que ele dizia sobre o fervor crescente de uma política externa beligerante, um Israel forte e da política social conservadora. Posts em seu amargo  blog foram apanhados por agências de notícias tradicionais.

Quando Barack Obama foi eleito presidente em 2008, Cole percebeu a oportunidade. Inspirado pela marca do escritor PJ O'Rourke, ele disse que lançou o Partido Republicano Sensual, um círculo de rede para os libertários e conservadores sociais que prometia ‘pimenta’ - "mulheres com pouca roupa, bebida, diversão, música alta" - mas não muito. Não haveria cocaína ou ilegalidade. (...)

Foi um sucesso. Congressistas como Thaddeus McCotter e Mike Kelly participaram de eventos, assim como luminares neo-con, como Frank Gaffney. A festa de verão Hollywood Boulevard 2011 incluiu Larry Elder, um apresentador de rádio sindicado; Bill Whittle, um comentarista e roteirista; Stephen Kruiser, um comediante; Lloyd Lee Barnett, um artista de efeitos visuais para Avatar; Nick Searcy, um ator; e William Sachs , um diretor. Outros convidados de Hollywood mantiveram suas participações em tais eventos discretas, para evitar o rótulo de conservadores.

O erro de Cole, disse ele, foi confiar o seu segredo a um amigo com quem ele brigou. O amigo foi "central" e o revelou para o seu círculo conservador.

Sitiado pelos seguidores exigindo respostas, Cole na semana passada fechou grande parte de sua presença on-line e se retirou da vista. Um bilhete de despedida em seu blog anunciou o fim do seu envolvimento com o Partido Republicano Sensual, dizendo que ele tinha sido "assassinado" por "um jovem extremamente vingativo". (...)

Scott Edwards, um homem de negócios baseado em Oregon, disse que ele fundou Partido Republicano Sensual em 2009 e que Cole, dizendo ser um figurão de Hollywood, assumiu o site e estava envolvido na organização de apenas alguns eventos. "Ele nunca liderou o grupo. Coisas começaram a acontecer nos bastidores para que eu o expulsasse em fevereiro de 2012." Cole, no entanto, continuou controlando o site, contatando e organizando eventos sob a bandeira do Partido Republicano Sensual até o mês passado.

Especialistas do Holocausto e os grupos judaicos que se lembravam do Cole da década de 1990 expressaram espanto por ele ter ressurgido e ainda professado o revisionismo do Holocausto.

Michael Shermer, um historiador que publica a revista Skeptic, disse que a visão de Cole sobre o Holocausto era simplista e parecia destinada a criar controvérsia.

Shermer debateu e entrevistou Cole várias vezes em sua juventude. "Achei que ele era muito inteligente e simpático em algum nível, embora um pouco irritante. Mas ele era esperto demais para seu próprio bem. Ele não tinha formação como historiador. Tive a impressão de que ele gostava de agitar as coisas apenas para infernizar, para ser um do contra por uma causa contrária.”


O rabino Abraham Cooper, diretor associado do Centro Simon Wiesenthal, disse que a visão de Cole sobre o Holocausto já não podia ser atribuída à ingenuidade juvenil. "Estou muito decepcionado por alguém que abusou de sua condição de judeu para conseguir seus cinco minutos de fama ainda estar de pé com suas mentiras. É nojento e o coloca no campo da intolerância."

terça-feira, 25 de junho de 2013

Um catadão.

Amigos e amigas.
Segue abaixo um punhado de informações gerais que fui acumulando em navegações 'internetais' e literárias. Uma parte dessas encontra-se no livro "Jesus viveu na Índia", mas também as encontrei em outros textos e artigos. As outras se relacionam ao tema "Cristandade".

Como não assino embaixo de nenhuma (apenas as considero interessantes), as publico resumidamente à guisa de curiosidade. Cabe a cada um pesquisar mais a fundo qualquer uma que mais lhe chamar atenção ou causar estranheza. Evidentemente, cada pesquisa levará o leitor a muitas outras opiniões, vertentes e revelações, acrescentando ou divergindo do que estou listando. Quem quiser acrescentar alguma curiosidade, comente à vontade. O mais importante de tudo é aprender, debater, questionar e opinar.
FAB29
  1. - As Cruzadas medievais europeias, com suas constantes invasões, acabaram com a tênue tolerância dos muçulmanos com os cristãos;
  2. - Segundo o Alcorão, houve 28 profetas: 04 na Arábia; 01 na Grécia; 03 no Novo Testamento; e 20 no Velho Testamento. Maomé foi o último;
  3. - A Revelação Divina foi concedida a Moisés (segundo a Torá), a Davi (segundo os Salmos), a Jesus (segundo os Evangelhos) e a Muhammad (segundo o Alcorão);
  4. - Localização de túmulos sagrados: de Ezequiel, em Herat (Afeganistão); de Samuel, ao lado da estrada para Coraçã (Irã); de Moisés, na Caxemira (Hazrat Mosa); de Barnabé, no Chipre; de Tomé, em Mylapore (Índia); de Maria Madalena, em Kashgar (China); Maria, mãe de Jesus, na montanha de Muree (leste de Taxila), na Caxemira. Chamado de Mai-Mari-de-Ashtan ("O lugar de repouso de Mãe Maria"); de Yuzu Asaph (Jesus, em Nusaybin), em Anzimar, Srinagar, na Caxemira.
  5. - Maria foi mãe aos 16 anos. Teve outros 04 filhos: Tiago, José, Judas e Simão;
  6. - Encontramos o nascimento virginal de Jesus em Mateus e Lucas. Não é confirmado por Marcos, João ou nas Epístolas. João Batista, filho de Isabel, prima de Maria, também teve nascimento virginal;
  7. - Os sumérios também contaram que "anjos desciam dos Céus, engravidavam as mulheres e retornavam às estrelas";
  8. - DIES NATALIS INVICTI - Festival romano em honra ao nascimento de Mitra, em 25/12;
  9. - Segundo o Evangelho de Filipe (apócrifo): "E a companheira de Jesus era Maria Madalena. Ele a amava mais que a todos os discípulos. Ele a beijava na boca com frequência."
  10. - A teoria do Pecado Original e a Redenção pela Morte de Jesus são invenções de Paulo;
  11. - Palavras atribuídas a Jesus, em texto apócrifo: "Um dia, Jesus sentou-se entre as pessoas (...) e disse: 'Não procure a Lei nas suas escrituras, pois a Lei é vida enquanto a escritura é morte. A Lei é a Palavra viva do Deus vivo aos profetas vivos para os homens vivos. Você a encontra na grama, nas árvores, no rio, na montanha, nos pássaros,nos peixes,... Mas busque-a principalmente em si mesmo. Deus não escreve a Lei em livros e, sim, em seu coração e em seu espírito'".
  12. - Existe o Testamento dos Doze Patriarcas. Paulo se utilizou dele em suas cartas e Mateus, em seu Evangelho;
  13. - Época de compilação de cada evangelho: Marcos - 70 dC; Mateus - 80 dC; Lucas - 90 dC; João - 110 dC.
  14. - A sentença de Jesus foi assinada por Daniel, Joannus, Raphael Robani e Capet (27/03/31 dC);
  15. - Denominações de Jesus: Ymmanuel (ao nascer) e Josué; Ysha Natha (yogues); Santo Issa (Arábia); Jesu (aramaico); Isha Masih (hindus); Yusu (urdu); Hazrat Issa (Nisibis) ou Yuzu Asaph (Nusaybin);
  16. - A Freemasonry Society of Germany possui uma laje onde constam informações sobre a salvação de Jesus da crucificação;
  17. - Marco Polo relatou ter conhecido cristãos indianos em 1295; 
  18. - Nestório, patriarca cristão da Antióquia disse: "Maria não é mãe de Deus e, sim, de um ser humano. E o messias que apareceu entre as pessoas é a incorporação do Amor, a ligação entre Deus e Seu filho. Esse messias humano não é Deus, mas um sinal de Deus e de Sua glória." Foi excomungado por isto.
  19. - A Ásia foi (e continua sendo) um depósito de uma infinidade de informações sagradas, muitas a respeito de Jesus. Seus originais são guardados com a própria vida por seus vigilantes em mosteiros espalhados por lá. Não se toleram visitantes. Isto porque, durante séculos, muitos exploradores invadiram a Ásia e a dilapidaram, levando milhares de seus tesouros. Entre esses assaltantes, citam-se o inglês Aurel Stein, o alemão Albert von Le Coq, o sueco Steven Hedin, o francês Paul Pelliot, o estadunidense Langdon Warner, o japonês Otani Kozui e o russo Sergei Oldenburg.

domingo, 23 de junho de 2013

Mais uma inflação.

Amigos e amigas.
O curto vídeo do link abaixo mostra a sentença de um tribunal polonês sobre Auschwitz. Não precisarei acrescentar nada, nem explicar o título do post.
FAB29

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Desobediência civil

Amigos e amigas.
Os recentes protestos da população brasileira, marchando pelas capitais estaduais contra os aumentos das tarifas de transportes e várias outras coisas, são muito corretos, mas precisam ser analisados sob alguns prismas. Afinal, é mais do que conhecido que o povo é usado o tempo todo pelos donos do poder (com o auxílio dos seus vermes adestrados) como massa de manobra, além de ser alijado dos mais básicos direitos, fato que represa seus anseios, gerando frustração e exasperação. Quando algum agente estressor faz abrir essas comportas, dificilmente coisa boa acontece.

Henry David Thoreau
O conceito de  desobediência civil vem de longe. Henry David Thoreau escreveu muito bem sobre isso em 1848, influenciando Gandhi, Tolstoi, Luther King, etc. Um excerto:

"Aceito com entusiasmo o lema "O melhor governo é o que menos governa"; e gostaria que ele fosse aplicado mais rápida e sistematicamente. Leva­do às últimas conseqüências, este lema significa o seguinte, no que também creio: "O melhor governo é o que não governa de modo algum"; e, quando os homens estiverem preparados, será esse o tipo de governo que terão."

A Anarquia (que os "democratas" execram ao extremo e fazem a ela uma campanha difamatória constante) é essencialmente o segundo lema em destaque. Ela se baseia na natureza, que não tem governantes; apenas líderes que, por se mostrarem os melhores e mais aptos, são seguidos e obedecidos sem imposição ou opressão.

Voltando aos protestos, vejo três lados:
1º- O daqueles que realmente são conscientes do que fazem e racionalizam ao fazê-lo. Penso serem uma boa parte que, saturados com tanto massacre e espoliação a que são submetidos, não aceitam mais a passividade. Eles usam da razão e do direito de se manifestarem, questionando, contestando e brigando sem violência pelas suas boas condições de vida;

2º- O daqueles pobres coitados que são tão massacrados e espoliados quanto os primeiros, mas não passam da já referida massa de manobra. Por serem sub-repticiamente alienados pelos donos do poder, estão naquela situação de "Aonde a vaca vai,...". Este fato não diminui seus direitos, nem importância; apenas os transformam em "glúten social". Estes são, infelizmente, a grande maioria;

3º- O dos "ixpertos", pilantras, arruaceiros, marginais, vândalos, ladrões, etc. Apesar de minoria, são esses parasitas sociais (naturais ou financiados) que apodrecem qualquer tentativa sadia de se protestar, mudar o status quo, progredir, etc. Eles se aproveitam da agitação da multidão e sorrateiramente se esgueiram aonde não devem e tentam "se dar bem". Houve centenas de casos assim durante essas marchas em diversas capitais. Destruição, prejuízos, medo, indignação,...

Levando-se em conta que não adianta limpar um ferimento infeccionado e não destruir a bactéria que se instalou nele, esse tipo de movimento, por mais salutar que seja, nunca surtirá um efeito rascante e permanente se o cerne do problema, os fomentadores das iniquidades, os financiadores das misérias, os 'Grandes Corruptores' permanecerem belos, saudáveis e formosos nos bastidores, quase desconhecidos e intocáveis, prosseguindo em sua "missão".


A verdadeira revolução virá quando a sociedade sair da sua estagnação e comodismo, concentrando sua desobediência na não aceitação do ensino subversivo que os sórdidos governantes 'disponibilizam' (impositivamente) desde a tenra idade, seja via mídia ou na própria escola. Esta brutalidade insidiosa polui a inocência, desvirtua os bons valores e desencaminha o senso de respeito através da banalização das violências (física, mental, moral, espiritual) e da planificação da escala de valores. Trabalhar a mente e a emoção das crianças desde o berço, em família, é uma atitude (diria um sacerdócio) que demanda uma dedicação incessante e filigrânica. É exaustiva, mas é a que mais dividendos proporciona à sociedade.


Conseguindo um ambiente saudável para um crescimento virtuoso de nossas crianças, em duas gerações, a humanidade seria desempestada de toda podridão e maledicência que a adoece. Bem disse Pitágoras: "Eduquemos as crianças; assim, não teremos de punir os adultos".

FAB29

PS:- FORA, TEMER!!

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Plano em execução.

Amigos e amigas.
Aproveitando uma dica do mestre Norberto Toedter, pesquisei sobre um doutor. Um médico chamado Richard Day foi diretor do National Medical of the Rockefeller Institute. Ele disse numa palestra em 1969:

"O plano declarado era de que, a diferentes partes do mundo, seriam atribuídos diferentes papéis da indústria e comércio em um sistema global unificado. A preeminência contínua dos Estados Unidos e da relativa independência e auto-suficiência dos Estados Unidos teriam que ser mudadas  (...) A fim de criar uma nova estrutura, você primeiro tem que derrubar a velha e a indústria americana foi um exemplo disso.

Cada parte do mundo tem uma especialidade e, assim, se tornam interdependentes. Os EUA continuarão a ser um centro para a agricultura de alta tecnologia, comunicação e educação, mas a indústria pesada seria 'transportada para fora'".

Isto seria posto em prática num sutil "sucateamento" na construção de qualquer aparelho, ou seja, pequenas peças do maquinário seriam trocadas por similares mais frágeis, ocasionando uma meia vida mais curta, exigindo reparos ou trocas constantes. Isto acarretaria duas coisas: um significativo aumento de vendas e o descrédito na indústria nacional. Então, surgiriam frases (até 'palavras de ordem') afirmando, por exemplo, que o que vem do estrangeiro é que é bom. Daí, patriotismo vai pro ralo. Podemos ver que isto é posto em prática no Brasil há muitas décadas.

Day também disse que, para convencer o mundo de que estão falando sério, eles não se furtariam em detonar "uma ou duas bombas atômicas". O doutor não disse quem eram "eles". Apenas que eram "nomes reconhecíveis". Como ele trabalhou para os Rockfellers (subalternos dos Rothschilds), pode-se imaginar à vontade. Dr. Day também disse que "a guerra é obsoleta" por causa do perigo nuclear. Por isso, o terrorismo seria usado em seu lugar. Comentou que os bancos centrais são responsáveis ​​pela maior parte do terrorismo, utilizando o MI-6, o Mossad e a CIA.

Dr. Day disse que o sexo vai ser separado do casamento e da reprodução (ou seja, 'liberação sexual') para acabar com a família e reduzir a população. Aborto, divórcio e homossexualidade serão feitos socialmente aceitáveis. "Aos homossexuais será dada a permissão para agir. Todos, incluindo os idosos, serão incentivados a ter relações sexuais. Ela será trazida à tona. Um vale tudo." O "Stonewall Riots", que desencadeou o movimento dos "direitos dos homossexuais", ocorreu três meses depois dessa palestra. Pornografia, violência e obscenidade na TV e no cinema serão aumentadas. As pessoas vão ser insensíveis à violência e à pornografia e sentirão que a vida é curta, precária e brutal. Música vai "piorar" e será utilizada para a doutrinação.

O discurso descreveu "um sistema do Novo Mundo" já em vigor que permanentemente transformaria o mundo. Resumidamente, pode-se dizer que o plano visa:

Redução da população mundial  - Licença para ter filhos - Dar outro sentido ao sexo - Sexo sem procriação Educação sexual das crianças – Aborto subvencionado - Promoção da homossexualidade - Desenvolver a permissividade - Tecnologia para procriação sem ato sexual - Destruição da família  Dificultar o acesso à assistência médica - Acabar com os médicos autônomos  -  Dificultar o diagnóstico de novas doenças incuráveis - Provocar ataques cardíacos e pessoas não desejadas  - Acelerar a puberdade - Fusão de todas as religiões, as antigas devem desaparecer - Alteração da Bíblia através da revisão das palavras chaves - Usar a escola para doutrinação - Aumento do tempo escolar com redução do aproveitamento - Controle do acesso à informação - Determinados livros sumirão das bibliotecas - Alteração de dispositivos legais para provocar caos social e moral  -  Promoção do consumo de drogas, a fim de criar ambiente de selva nas cidades  -  Limitação da liberdade de viajar -  Aumento da necessidade de prisões - Falta de segurança física e psicológica - Uso da criminalidade para o direcionamento da sociedade - Limitação do domínio industrial dos Estados Unidos - Deslocamento de povos e economias -  Extinção das raízes sociais - Sexo e violência no entretenimento - Implante de informação de identidade Controle do suprimento de produtos alimentícios - Controle das condições climáticas  -  Falsificação de descobertas científicas Utilização do terrorismo - Observação individual através do própria aparelho de TV - Fim da casa própria.

Este resumo e muito mais podem ser vistos espalhados e esmiuçados nos "apócrifos e bastardos" Protocolos dos Sábios do Sião. Independentemente dos seus autores (realmente, não faz a menor diferença), o triste fato é que, durante o século XX, esse plano foi executado com precisão, sordidez e constância ímpares. Hoje, mais ainda. Por mais quanto tempo teremos condições e lucidez de lutarmos por um mínimo de saúde (mental, emocional, etc.)? Até que ponto esse plano já foi executado? Se conseguíssemos estancar e obliterar tal loucura em uma década, quantas sequelas ficariam? Estas poderiam ser minimizadas?

Alienação + comodismo + incultura = gado humano.

FAB29

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Um sermão interessante.

Amigos e amigas.
Encontrei este sermão do rabino da sinagoga Adath Yisrael que achei merecedor de atenção. Os detalhes do predomínio judeu na sociedade e política americana são marcantes.
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1994: O rabino da sinagoga Adath Yisrael dedicou o seu sermão do sabbath no centro cultural e político judeu, sediado em Cleveland Park, Washington D.C. aos "grandes" judeus americanos.

"Pela primeira vez na história americana, sentimos que nós, judeus, já não vivemos em diáspora. Os EUA já não têm um governo goyim, mas sim uma administração onde atuam os judeus como sócios do poder decisório atuando em todos os níveis. 

Quem sabe os aspectos da lei religiosa judaica relacionada com o termo 'governo Goyim' devessem ser reexaminados, já que é um termo antiquado nos Estados Unidos. Com efeito, ao que aos judeus diz respeito, o presidente Bill Clinton contribuiu para uma verdadeira mudança no plano da administração, tendo concluído uma série de mudanças que contribuíram para fortalecer o poder dos judeus, um processo que teve início com o Presidente Reagan e o seu Ministro de Assuntos Exteriores, George Shultz. 

A verdade é que a influência política judaica na América também foi um fato nas décadas anteriores. Vimos já um Ministro de Assuntos Exteriores judeu, Henry Kissinger, desfrutando da plena confiança do presidente Richard Nixon. Houve membros de gabinete judeus sob a administração de Carter. No entanto, eram exceções à regra, especialmente aos judeus piedosos, que raras vezes eram designados a participar nos trabalhos no que concernia ao Oriente Médio.

O quadro agora mudou totalmente. Por exemplo: todas as manhãs, por volta das seis horas, carros da CIA deslocam-se até à Casa Branca, com oficiais de altas patentes preparados para apresentar ao Presidente e aos quatro conselheiros superiores, um PDB (President's Daily Briefing) que é o termo mais exclusivo para apresentar informações em Washington. O documento tem entre 5 e 7 páginas, acompanhadas de fotos de satélites altamente secretas, fornecidas pelo Pentágono. Reúnem-se durante a noite os melhores peritos da inteligência americana e analisam telegramas e informações que chegam à CIA, através dos seus agentes em todo o mundo e contêm a mais sensível informação sobre o que se passa no mundo.

O seu caráter particular, comparando com os outros documentos de inteligência americanos, está no feito de que quase sempre se indica a fonte de informação, se se trata de um documento roubado por um espião, de um agente ou "toupeira" que se infiltra nos governos estrangeiros, ou se a informação vem de um toque de satélite.

Se Clinton está em Washington, tem uma discussão curta sobre o conteúdo do documento com os outros cinco destinatários: O vice presidente Al Gore, o Conselheiro de segurança Nacional Anthony Lake, o Chefe de Estado maior da Casa Branca Leon Panetta, o Conselheiro para a Segurança Nacional Samuel Berger e o Conselheiro de Segurança Nacional do Vice Presidente Leon Perth. Dos destinatários, Berger e Perth são entusiastas judeus; alcançaram estes postos que são extremamente sensíveis para a política norte americana e eles não são nenhuma exceção.  No Conselho de Segurança Nacional, sete dos onze cargos superiores são judeus.

Clinton colocou-os no topo das mais sensíveis administrações de Segurança Nacional e Política Exterior. Sandy Berger é o Vice Presidente do Conselho; Martin Indyk, o intencionado embaixador em Israel, é  diretor  responsável pelo Sul da Ásia e Oriente Médio. Dan Schifter é o diretor e conselheiro do Presidente, responsável em África; Richard Steinberg é diretor, conselheiro do Presidente e responsável pela América Latina; Stanley Ross, diretor e conselheiro do Presidente que está a cargo da Ásia.  A situação não é diferente no departamento do presidente, que está cheio de entusiastas judeus. O novo conselheiro da Casa Branca é Abner Mikva.  

A seguir, a lista dos presidentes e gestores de programas:
Ricki Seidman: subdiretor de pessoal;
Phil Leida: conselheiro econômico;
Robert Rubin: diretor de meios;
David Heiser: diretor de pessoal;
Ely Segal: responsável pelos voluntários;
Ira Magaziner: responsável pelo programa de saúde.

Dois membros do gabinete, o secretário do trabalho Robert Reich e Mikey Cantor, responsáveis pela área de acordos comerciais, são judeus. São afiliados de uma longa lista de categorizados judeus no Departamento de Estado, encabeçada pelo chefe dos Assuntos de Paz, na equipe para o Oriente Médio; Dennis Ross, seguido de muitos vice ministros e ainda assim, categorizados como Chefes de Estado Maior das secretarias.
(...)
Adath Yisrael: A sinagoga em Washington não é só um lugar de culto. É uma comunidade judaica central, com um jardim de infância judeu de prestígio, uma escola judia com Judaísmo, literatura, cultura e, por suposto, aulas de hebraico. Aos sábados, há sempre duas sessões separadas de rezas. A primeira é mais extensa atraindo centenas de crentes e que termina com comida bendita na mesa, exibida com bom gosto, com as delicadezas judaicas. Os seus membros pertencem à nata das natas da sociedade de Washington: funcionários hierarquizados da administração, advogados de êxito, homens de negócio muito ricos. Todos são gente rica.

Na próxima semana, no novo ano judeu, as rezas serão feitas por outros judeus que em geral costumam passar os seus fins de semana em clubes exclusivos, nos campos de golfe mais caros, ou cavalgando nos melhores cavalos, ou nas suas dispendiosas casas, perto dos lagos da Virgínia Ocidental, ou navegando nos seus iates privados. 

Na próxima semana, como durante todo o período de férias judeu, as mais caras limousines que se possam imaginar pararão na entrada da sinagoga, para deixarem sair as mulheres elegantes por um lado e, por outro lado, homens mumificados nos seus dispendiosos trajes, seguidos de crianças bem vestidas. O preço da entrada da sinagoga é de 1000 dólares para um só dia de férias.

A enorme influência judaica em Washington não se limita ao governo. Nas Mídias, uma parte muito significativa dos personagens mais importantes e apresentadores dos programas mais populares da TV são entusiastas judeus. Uma parte significativa de responsáveis pelas mais importantes Mídias, redatores de imprensa e analistas são judeus e muitos deles, entusiastas judeus. Muitos deles estão influenciados a favor de Israel, mediante a conveniente assistência destas sinagogas.

O repórter político do AP, Barry Schweid, e a repórter em temas educativos do Washington Post, Amy Schwartz, assistem com regularidade às rezas e aos quais se considera como próximos a Israel, na sinagoga  de Cleveland Park.

Neste contexto, não nos esquecemos do predomínio judeu nas instituições acadêmicas de Washington, nos institutos nacionais de saúde. A percentagem de investigadores judeus é muitíssimo alta em relação ao resto da população. Nos campos da segurança e da ciência, na indústria cinematográfica, na arte, na literatura, a influência judaica só pode ser descrita como imensa, com o correspondente realce do poder judeu."


Fonte: Artigo impresso no jornal israelita "Ma'ariv" em língua hebraica, com o título: "Quem controla o Governo dos EUA?Tradução de Israel Shahak. Encontra-se dentro da base da dados da web Nizkor.


quinta-feira, 13 de junho de 2013

Só pra saber quem são.

Amigos e amigas.
Querem conhecer alguns dos (ir)responsáveis por quase todas as iniquidades que conhecemos hoje em dia? Confiram a "listinha" abaixo e notem que os países que têm mais representantes são USA (33) e GBR (23).
Eles estão no encontro dos Bilderberg/2013, em Watford, Inglaterra. Mas, por favor: não pensem vocês que eles são os verdadeiros manda-chuvas, os 'donos da carne podre'. Nada disso! Estes nunca se mostram; sequer seus nomes. A turminha abaixo é da tropa de puppets de luxo.
FAB29
  1. AUT Bronner, Oscar (Publisher, Der Standard Medienwelt)
  2. AUT Schieder, Andreas (State Secretary of Finance)
  3. AUT Scholten, Rudolf (Member of the Board of Executive Directors, Oesterreichische Kontrollbank AG)
  4. BEL Davignon, Etienne (Minister of State; Former Chairman, Bilderberg Meetings)
  5. BEL Leysen, Thomas (Chairman of the Board of Directors, KBC Group)
  6. CAN Clark, W. Edmund (President and CEO, TD Bank Group)
  7. CAN McKenna, Frank (Chair, Brookfield Asset Management)
  8. CAN Prichard, J. Robert S. (Chair, Torys LLP)
  9. CAN Reisman, Heather M. (CEO, Indigo Books & Music Inc.)
  10. CAN Wall, Brad (Premier of Saskatchewan)
  11. CAN Weston, Galen G. (Executive Chairman, Loblaw Companies Limited)
  12. CHE Gutzwiller, Felix (Member of the Swiss Council of States)
  13. CHE Jordan, Thomas J. (Chairman of the Governing Board, Swiss National Bank)
  14. CHE Kudelski, André (Chairman and CEO, Kudelski Group)
  15. CHE Vasella, Daniel L. (Honorary Chairman, Novartis AG)
  16. DEU Achleitner, Paul M. (Chairman of the Supervisory Board, Deutsche Bank AG)
  17. DEU Ackermann, Josef (Chairman of the Board, Zurich Insurance Group Ltd)
  18. DEU Enders, Thomas (CEO, EADS)
  19. DEU Grillo, Ulrich (CEO, Grillo-Werke AG)
  20. DEU Koch, Roland (CEO, Bilfinger SE)
  21. DEU Lauk, Kurt J. (Chairman of the Economic Council to the CDU, Berlin)
  22. DEU Lindner, Christian (Party Leader, Free Democratic Party (FDP NRW))
  23. DEU Löscher, Peter (President and CEO, Siemens AG)
  24. DNK Corydon, Bjarne (Minister of Finance)
  25. DNK Federspiel, Ulrik (Executive Vice President, Haldor Topsøe A/S)
  26. DNK Topsøe, Jakob Haldor (Partner, AMBROX Capital A/S)
  27. ESP Cebrián, Juan Luis (Executive Chairman, Grupo PRISA)
  28. ESP Guindos, Luis de (Minister of Economy and Competitiveness)
  29. ESP Isla, Pablo (Chairman and CEO, Inditex Group)
  30. FIN Apunen, Matti (Director Finnish Business and Policy Forum EVA)
  31. FIN Heinonen, Olli (Senior Fellow, Belfer Center for Science and International Affairs, Harvard Kennedy School of Government)
  32. FIN Ollila, Jorma (Chairman, Royal Dutch Shell, plc)
  33. FIN Urpilainen, Jutta (Minister of Finance)
  34. FRA Barré, Nicolas (Managing Editor, Les Echos)
  35. FRA Baverez, Nicolas (Partner, Gibson, Dunn & Crutcher LLP)
  36. FRA Bavinchove, Olivier de (Commander, Eurocorps)
  37. FRA Castries, Henri de (Chairman and CEO, AXA Group)
  38. FRA Fillon, François (Former Prime Minister)
  39. FRA Hermelin, Paul (Chairman and CEO, Capgemini Group)
  40. FRA Montbrial, Thierry de (President, French Institute for International Relations)
  41. FRA Pécresse, Valérie (Member of Parliament (UMP))
  42. FRA Rey, Hélène (Professor of Economics, London Business School)
  43. FRA Senard, Jean-Dominique (CEO, Michelin Group)
  44. GBR Agius, Marcus (Former Chairman, Barclays plc)
  45. GBR Alexander, Helen (Chairman, UBM plc)
  46. GBR Balls, Edward M. (Shadow Chancellor of the Exchequer)
  47. GBR Bell, John (Regius Professor of Medicine, University of Oxford)
  48. GBR Carrington, Peter (Former Honorary Chairman, Bilderberg Meetings)
  49. GBR Clarke, Kenneth (Member of Parliament)
  50. GBR Cowper-Coles, Sherard (Business Development Director, International, BAE Systems plc)
  51. GBR Davis, Ian (Senior Partner Emeritus, McKinsey & Company)
  52. GBR Dudley, Robert (Group Chief Executive, BP plc)
  53. GBR Flint, Douglas J. (Group Chairman, HSBC Holdings plc)
  54. GBR Gulliver, Stuart (Group Chief Executive, HSBC Holdings plc)
  55. GBR Henry, Simon (CEO, Royal Dutch Shell plc)
  56. GBR Kerr, John (Independent Member, House of Lords)
  57. GBR Mandelson, Peter (Chairman, Global Counsel; Chairman, Lazard International)
  58. GBR Micklethwait, John (Editor-in-Chief, The Economist)
  59. GBR Omand, David (Visiting Professor, King’s College London)
  60. GBR Osborne, George (Chancellor of the Exchequer)
  61. GBR Robertson, Simon (Partner, Robertson Robey Associates LLP; Deputy Chairman, HSBC Holdings)
  62. GBR Taylor, Martin (Former Chairman, Syngenta AG)
  63. GBR Voser, Peter R. (CEO, Royal Dutch Shell plc)
  64. GBR Williams of Crosby, Shirley (Member, House of Lords)
  65. GBR Wolf, Martin H. (Chief Economics Commentator, The Financial Times)
  66. GBR Wright, David (Vice Chairman, Barclays plc)
  67. GRC Kyriacopoulos, Ulysses (Chairman, S&B Industrial Minerals S.A.)
  68. GRC Papahelas, Alexis (Executive Editor, Kathimerini Newspaper)
  69. INT Barroso, José M. Durão (President, European Commission)
  70. INT Lagarde, Christine (Managing Director, International Monetary Fund)
  71. INT Reding, Viviane (Vice President and Commissioner for Justice, Fundamental Rights and Citizenship, European Commission)
  72. INT Thiam, Tidjane (Group CEO, Prudential plc)
  73. INT Zoellick, Robert B. (Distinguished Visiting Fellow, Peterson Institute for International Economics)
  74. IRL Gallagher, Paul (Senior Counsel)
  75. IRL Sutherland, Peter D. (Chairman, Goldman Sachs International)
  76. ITA Bernabè, Franco (Chairman and CEO, Telecom Italia S.p.A.)
  77. ITA Cucchiani, Enrico Tommaso (CEO, Intesa Sanpaolo SpA)
  78. ITA Gruber, Lilli (Journalist – Anchorwoman, La 7 TV)
  79. ITA Monti, Mario (Former Prime Minister)
  80. ITA Nagel, Alberto (CEO, Mediobanca)
  81. ITA Rocca, Gianfelice (Chairman,Techint Group)
  82. NLD Boxmeer, Jean François van (Chairman of the Executive Board and CEO, Heineken N.V.)
  83. NLD Dijkgraaf, Robbert H. (Director and Leon Levy Professor, Institute for Advanced Study)
  84. NLD H.R.H. Princess Beatrix of The Netherlands
  85. NLD Halberstadt, Victor (Professor of Economics, Leiden University - Former Honorary Secretary General of Bilderberg Meetings)
  86. NLD Knot, Klaas H.W. (President, De Nederlandsche Bank)
  87. NLD Rutte, Mark (Prime Minister)
  88. NOR Brandtzæg, Sven Richard (President and CEO, Norsk Hydro ASA)
  89. NOR Eide, Espen Barth (Minister of Foreign Affairs)
  90. NOR Skogen Lund, Kristin (Director General, Confederation of Norwegian Enterprise)
  91. POL Rostowski, Jacek (Minister of Finance and Deputy Prime Minister)
  92. PRT Balsemão, Francisco Pinto (Chairman and CEO, IMPRESA)
  93. PRT Portas, Paulo (Minister of State and Foreign Affairs)
  94. PRT Seguro, António José (Secretary General, Socialist Party)
  95. SWE Bildt, Carl (Minister for Foreign Affairs)
  96. SWE Borg, Anders (Minister for Finance)
  97. SWE Ekholm, Börje (President and CEO, Investor AB)
  98. SWE Löfven, Stefan (Party Leader, Social Democratic Party (SDP))
  99. SWE Wallenberg, Jacob (Chairman, Investor AB)
  100. TUR Aydintasba, Asli (Columnist, Milliyet Newspaper)
  101. TUR Babacan, Ali (Deputy Prime Minister for Economic and Financial Affairs)
  102. TUR Dinçer, Haluk (President, Retail and Insurance Group, Sabanc Holding A.S.)
  103. TUR Koç, Mustafa V. (Chairman, Koç Holding A.S.)
  104. TUR Özel, Soli (Senior Lecturer, Kadir Has University; Columnist, Habertürk Newspaper)
  105. TUR Pavey, Safak (Member of Parliament (CHP))
  106. USA Altman, Roger C. (Executive Chairman, Evercore Partners)
  107. USA Athey, Susan (Professor of Economics, Stanford Graduate School of Business)
  108. USA Bezos, Jeff (Founder and CEO, Amazon.com)
  109. USA Eberstadt, Nicholas N. (Henry Wendt Chair in Political Economy, American Enterprise Institute)
  110. USA Evans, J. Michael (Vice Chairman, Goldman Sachs & Co.)
  111. USA Feldstein, Martin S. (Professor of Economics, Harvard University; President Emeritus, NBER)
  112. USA Fishman, Mark C. (President, Novartis Institutes for BioMedical Research)
  113. USA Geithner, Timothy F. (Former Secretary of the Treasury)
  114. USA Gfoeller, Michael (Political Consultant)
  115. USA Graham, Donald E. (Chairman and CEO, The Washington Post Company)
  116. USA Jacobs, Kenneth M. (Chairman and CEO, Lazard)
  117. USA Johnson, James A. (Chairman, Johnson Capital Partners)
  118. USA Jordan, Jr., Vernon E. (Managing Director, Lazard Freres & Co. LLC)
  119. USA Kaplan, Robert D. (Chief Geopolitical Analyst, Stratfor)
  120. USA Karp, Alex (Founder and CEO, Palantir Technologies)
  121. USA Kissinger, Henry A. (Chairman, Kissinger Associates, Inc.)
  122. USA Kleinfeld, Klaus (Chairman and CEO, Alcoa)
  123. USA Kravis, Henry R. (Co-Chairman and Co-CEO, Kohlberg Kravis Roberts & Co.)
  124. USA Kravis, Marie-Josée (Senior Fellow and Vice Chair, Hudson Institute)
  125. USA Lessig, Lawrence (Roy L. Furman Professor of Law and Leadership, Harvard Law School; Director, Edmond J. Safra Center for Ethics, Harvard University)
  126. USA Mathews, Jessica T. (President, Carnegie Endowment for International Peace)
  127. USA Mundie, Craig J. (Senior Advisor to the CEO, Microsoft Corporation)
  128. USA Ng, Andrew Y. (Co-Founder, Coursera)
  129. USA Ottolenghi, Emanuele (Senior Fellow, Foundation for Defense of Democracies)
  130. USA Perle, Richard N. (Resident Fellow, American Enterprise Institute)
  131. USA Petraeus, David H. (General, U.S. Army (Retired))
  132. USA Rubin, Robert E. (Co-Chairman, Council on Foreign Relations; Former Secretary of the Treasury)
  133. USA Schmidt, Eric E. (Executive Chairman, Google Inc.)
  134. USA Slaughter, Anne-Marie (Bert G. Kerstetter ’66 University Professor of Politics and International Affairs, Princeton University)
  135. USA Thiel, Peter A. (President, Thiel Capital)
  136. USA Thompson, Craig B. (President and CEO, Memorial Sloan-Kettering Cancer Center)
  137. USA Warsh, Kevin (Distinguished Visiting Fellow, The Hoover Institution, Stanford University)
  138. USA Wolfensohn, James D. (Chairman and CEO, Wolfensohn and Company.