Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


segunda-feira, 22 de julho de 2013

Cifra insistente.

Amigos e amigas.
Encontrei na Metapedia uma compilação de dezenas de citações a respeito do afamado número de "Seis milhões".
A sua história é pra lá de interessante. Tanto que resolvi publicar só uma parte dela aqui, devido à sua enorme extensão. Se quiserem (e eu aconselho), leiam o resto no link no final.
FAB29

A História dos Seis Milhões

a) Os Seis milhões no século II
Já durante a revolta de Bar-Kochba (Rebelião judaica sob liderança de Simon bar Kochba contra o império romano de 132 a 135 DC) reclama-se da matança de 6.000.000 de judeus.
"Ocorreu um terrível banho de sangue do qual se salvaram apenas algumas centenas de milhares (de pessoas); escondidas em cavernas e em profunda solidão, alimentavam-se de cadáveres e de sangue; apenas após alguns anos arriscaram-se novamente a abandonar seus esconderijos. Mais de 6.000.000 de judeus encontraram a morte naqueles tempos. No Talmud, lemos que o sangue jorrou qual ondas até ao mar, a uma milha de distância".

b) Os Seis Milhões no século XX

Já antes da Primeira Guerra Mundial, houve constantes menções às pretendidas 6.000.000 de vítimas. Em 11 de junho de 1900, foi publicado no New York Times uma reportagem sobre uma convenção sionista realizada sob patrocínio da Federation of American Zionists, na qual relacionou-se pela primeira vez (provavelmente), em público o número de 6.000.000 de judeus como vítimas de grande sofrimento:
"Existem 6.000.000 de argumentos vivos, sangrentos e sofredores a favor do sionismo".

Conforme a reportagem, tal declaração teria sido dada em palestra por Stephen S. Wise, destacado representante do American Jewish Congress.
Em 1902, novamente o número de 6.000.000 aparece na décima edição da Encyclopaedia Britannica, sob o verbete "Antissemitismo":
"Enquanto houver mais de 6.000.000 de judeus sendo aviltados na Romênia e na Rússia, que constantemente transbordam as fronteiras ocidentais, continuará a existir a questão judaica na Europa [...]"

Conforme fontes judaicas de 1869 e de 1889, existiram mundialmente 6.000.000 de judeus. Conforme a enciclopédia Meyers Grosses Konvesations-Lexikon, viviam na Russia e Romênia em 1905, 5.350.000 de judeus.

Na edição de 1911 da Encyclopaedia Britannica continuavam a constar 6.000.000 de judeus, porém na enciclopédia Brockhaus informava-se a existência global de 7.500.000 de judeus.
Outrossim, o jornal New York Times publicou em 27 de novembro de 1902 uma carta do leitor Samuel W. Goldstein, com o título Plea for Zionism (Intercessão para o sionismo). Em certo trecho da carta o leitor interpela um suposto crítico do sionismo:
"Possui o senhor Silverman procuração dos 6.000.000 de judeus na Rússia, 300.000 romenos e dos 1.000.000 na Galícia ?"

Em 29 de janeiro de 1905, o New York Times reportou uma pregação do rabino M.H. Harris no Israel Tempel, sob o título: End of Zionism, maybe. Harris esclarece que uma Rússia livre e feliz com seus 6.000.000 de judeus pode significar o fim do sionismo, pois o fim da autocracia praticamente eliminaria as causas que levaram à existência do sionismo.

Em 25 de março de 1906 o New York Times publicou uma palestra de Paul Nathan na Alemanha , novamente com menção dos 6.000.00 de judeus:
"Assombrosos relatos sobre as condições e o futuro de 6.000.000 de judeus na Rússia, foram prestados em Berlim no encontro anual do “Central Jewish Relief League of Germany” em 12 de março por Paul Nathan, um conhecido publicista, que retornou de uma ampla viagem pela Rússia [...] Ele deixou São Petersburgo com a firme convicção de que a estratégia analisada pelo governo Russo para a “solução “ da questão judaica consiste no assassinato e sistemático extermínio."

Como prova desta tese, Nathan leu para o público a afirmação do artigo de uma suposta circular enviada à guarnição em Odessa, convocando os soldados a "levantar-se e esmagar os traidores que conspiram contra o sagrado governo do Czar, intentando substituí-lo por um império judaico."

Nathan finalizou sua palestra exortando o sistema financeiro judaico internacional a ordenar ao governo russo a reversão destas ações. A intervenção judaica obteve sucesso, eis que os bolcheviques aniquilaram o czarismo e fundaram a União Soviética, da qual o primeiro Chefe de Estado foi o judeu Jakow Michailowitsch Swerdlow (de 21/11/17 a 16/03/19).

De 09 a 15 de agosto de 1911 realizou-se em Basileia o 10ª. Congresso Sionista. Neste congresso, Max Nordau, co-fundador da Organização Sionista Mundial e médico particular de Theodor Herzl, lamentava em sua palestra, publicada em 18 de agosto no Jewish Chronicle de Londres, em 01 de setembro no Jewish Criterion de Pittsburgh, e em 09 de setembro no Reform Advocate de Chicago:
"Em diversas grandes cidades, amplas bibliotecas são fundadas para a difusão da cultura. Ótimo! Belíssimo! Porém, virtuosos governos que se dedicam com tão nobre zelo à propagação da paz eterna, aquiesceram à ruína de 6.000.000 de seres vivos - aquiesceram e ninguém, exceto as vitimas, levantou uma voz contrária, embora isto seja um crime maior que qualquer guerra, pois ainda nenhuma guerra destruiu 6.000.000 de vidas humanas. A administração dos hero funds e os seus rendimentos são distribuídos nas mãos de autoridades que favoreceram o massacre de judeus, isto se não o provocaram diretamente, e nas grandes bibliotecas criadas por filantropos, estudantes leem com apaixonada energia as histórias sobre rituais assassinos, escritos por idiotas, lunáticos e biltres em tempos antigos e modernos".

Décadas depois, Ben Hecht, o chamado "Shakespeare de Hollywood", publicou em 1961 o seu livro Perfidy. Nele, lembrou da palestra de Max Nordau, de 1911, e a reproduziu levemente modificada, mas com o mesmo sentido, sem esquecer da cifra de 6.000.000 de judeus:
"No Congresso sionista de 1911, 22 anos antes de Hitler chegar ao poder, e três anos antes da Primeira Guerra Mundial, Nordau disse: Como se atrevem os tagarelas, os espertos fofoqueiros oficiais a abrir suas mãos para gabarem-se do progresso [...] Aqui fazem conferências sobre a paz, palestrando contra a guerra [...] Mas os mesmos governos presunçosos que nobres e diligentes mostram-se ativos para estabelecer a paz eterna, preparam conforme confissão própria, a total destruição de 6.000.000 de pessoas, e embora isto seja um crime pior que qualquer guerra, ninguém exceto os próprios amaldiçoados, levantam sua voz em protesto."

Em 31 de outubro de 1911, o New York Times publicou:
"Para uma sistemática opressão e perseguição, os 6.000.000 de judeus na Rússia são excluidos da lei".

Em 1912, o American Jewish Year Book 5672 do American Jewish Committee afirmou:
"A Rússia, desde 1890, adaptou um plano para expulsar ou destruir 6.000.000 de pessoas do seu povo pelo único motivo delas rejeitarem tornar-se membros da igreja grega-ortodoxa e preferirem continuarem judeus."

Os Seis Milhões durante a Primeira Guerra Mundial

Em 02 de dezembro de 1914, quatro meses após o inicio da Primeira Guerra Mundial, o New York Times publicou uma convocação do American Jewish Relief Committee à doação para os judeus:
"O American Jewish Relief Committee foi formado por mais de 100 organizações judaicas nacionais em 25 de outubro, no templo Emanu-El, para chamar a a atenção sobre a situação de penúria de mais de 6.000.000 de judeus que vivem nas áreas em guerra. [...] O desastre, que aflige o mundo todo recai em proporção maior sobre o povo judeu, do qual mais de 9.000.000 de pessoas vivem nos países em guerra e mais de 6.000.000 destes na específica área em guerra, na Polônia, Galícia e toda a fronteira russa. Durante o Progrom russo, os judeus deste país contribuíram com aproximadamente $ 1.500.000 para o auxilio às vítimas. A atual calamidade é maior e requer maiores ajudas. Solicitamos [...] enviar seus cheques diretamente ao tesoureiro do American Jewish Committee, Felix M. Wartburg, 53, William Street, New York")

Em 28 de fevereiro de 1916, o New York Times menciona novamente os 6.000.000 de judeus, sob o título de: - "Schiff doa $ 25.000 a associação de imigração". - Neste texto, o termo Schiff refere-se a Jacob H. Schiff, uma das mais influentes pessoas nas finanças judaicas internacionais. A associação de imigração é a Hebrew Sheltering and Immigrant Aid Society:
"Quase 6.000.000 de judeus estão arruinados na maior miséria moral e material[...] E o mundo silencia [...]"

Ainda o American Jewish Committee, sob a presidência de Jacob H. Schiff, mencionou os 6.000.000 de judeus em sua publicação The Jews in the Eastern War Zone, na qual consta à pag 19:
"A Russia recebeu a maioria de sua população judaica em decorrência da divisão da Polônia de 1773 a 1795. [...] tratava os judeus com excepcional rudeza [...] Tendo sido confinados às províncias nas quais ocorreram as partições, criou-se um ghetto[...] convertido praticamente em uma colônia penal, na qual 6.000.000 seres humanos, culpados unicamente pelo fato de manterem sua fé judaica são compelidos a viver em imundície e miséria, num constante pavor de um massacre, sujeitos aos caprichos da polícia e à corrupção administrativa – ou seja – obrigados a viver sem direitos e sem status social". 

Os 6.000.000 de judeus, novamente relacionados com Stephen S. WieseFelix M. Warburg e Jacob H. Schiff , são mencionados na edição de 18 de outubro de 1918 no New York Times. Neste artigo, que trata de um plano do Joint Distribution Committee para "reconstruir a unidade judaica" solicitando contribuições pecuniárias a judeus e a não-judeus, lê-se:
"6.000.000 de almas necessitarão de ajuda para retormar uma vida normal após o final da guerra[...] Comitê dos judeus americanos apresenta plano para a maior tarefa humanitária da História[...] 6.000.000 de judeus necessitam de ajuda.

A primeira utilização do termo "holocausto"

Em 31 de outubro de 1919 surgiu um artigo de Martin H. Glynn no The American Hebrew que pela primeira vez inovou na denominação da má sorte dos 6.000.000 de judeus. Neste artigou utilizou a palavra inglesa holocaust. Sob o titulo : “A crucificação dos judeus necessita findar”, (The Crucifixation of Jews Must Stop), escreve Martin H. Glynn:
"6.000.000 de homens e mulheres estão morrendo por falta do essencial para a vida[…] E este destino os acomete sem sua culpa, sem transgressão das leis de Deus ou dos homens, mas devido a [...] sectária cobiça por sangue judeu. Nesta ameaça do holocausto da vida humana[...]"


E confiram neste vídeo, dez dessas manchetes:

16 comentários:

  1. Boa tarde Ludy, eu já tinha conhecimento dessas PATACOADAS, depois tentam imputar a Goebbels que uma MENTIRA CONTADA "ILHARES" DE VEZES PASSA A SER VERDADE.
    Esses SIMPATIZANTES da SEITA judaica são RIDÍCULOS.
    Abraços.

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    1. Bom dia, Ragi.
      E qual é a melhor maneira do povinho crer nessa cifra, associando-a ao holocausto? Dissimulação e propaganda.
      Na 1ª parte, chafurde informações como essas do post num oceano de trivialidades. Vale até a visita do papa.
      Depois, chamem Hitchcock, Spielberg, Benigni, etc, pra emocionar o povinho "sélebro-de-ameba".
      O resto é "istória"!...
      Abraço.

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    2. Ridiculos ou MUITO INTELIGENTES..............................

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    3. Triste é usar sordidamente a inteligência.

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    4. o que vc. queria!!!!!!!!!!!......................usar a inteligência para prestar exame público para o cargo de recepcionista??????????.......................dá-lhe burrice

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    5. Muito grato por ratificar a sordidez de seus donos.

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    6. Pelo menos não são burros.................

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    7. "Pelo mais", são sórdidos.

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  2. Mas este assunto já foi explorado a exaustão em diversos blogs e sites.........................inclusive aqui....................faltou assunto???

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    1. Nada é mais discutido e explorado do que o holocausto em diversos blogs e sites. Vocês se cansam?

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    2. Boas noite Fabiano
      Esses vermes parasitas não se cansam de falar,mentir,pedir indenização, posar de vitimas etc e tal...Esse assunto nao deve ser deixado de lado, ou sera que secou a fonte ($) de indenização que tanto os governos da Alemana deram a eles.
      EDUARDO-SP

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    3. Bom dia, meu amigo.
      Não sei se você reparou que a reedição de muitos livros sobre personalidades da 2ª guerra (Anne Frank, Hitler e churchill, principalmente) aumentou?
      Pois é!...

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  3. Boa noite, Jovem!
    Creio ter chegado a hora: sugiro, peço - melhor!, um "post" sobre o
    "sete"... A simbologia é, sim!!, muito importante.
    Borduna na moleira de quem de direito, ora!

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    1. Boa noite, sr.
      Procurarei me informar e me munir de subsídios para tal empreitada. Ao menos, tentarei.
      Abraço.

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