Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


segunda-feira, 29 de julho de 2013

Israel Shahak 9

Amigos e amigas.
Neste post, destaco as "dispensas" que os líderes judaicos (rabinos) permitem aos seus discípulos para burlarem leis talmúdicas milenares. De fato, chega a ser até hilário saber que eles executam tais 'esquemas' contra suas leis e se esquivam da responsabilidade de as tê-las aviltado.
"Dura Lex, sed Lex". Não para eles.
FAB29

Sabbath-Goy:- (...) dado as regras talmúdicas proibirem a judeus pedir a gentios para fazerem no sabbath qualquer trabalho que a si mesmos seja vedado fazer. Descreverei dois dos muitos tipos de dispensas usados para tais fins.

Primeiro, existe o método de 'sugerir', que depende da lógica casuística segundo a qual um pedido pecaminoso torna-se imaculado se for expresso de uma forma ardilosa. Por regra, a sugestão deve ser 'obscura', mas em casos de extrema necessidade, é permissível uma sugestão 'clara'. Por exemplo, num recente folheto sobre a observância religiosa para uso dos soldados israelitas, estes eram ensinados como falar com os trabalhadores árabes empregues pelo exército como 'sabbath-Goyim'. Em casos urgentes, tais como quando está muito frio e é preciso acender um fogo, ou quando é necessária luz para um serviço religioso, um soldado judaico piedoso pode usar uma sugestão 'clara' e dizer ao árabe: 'Está frio (ou escuro) aqui'. Mas normalmente uma sugestão 'obscura' pode bastar, por exemplo: 'Seria mais agradável se aqui estivesse mais quente'. Este método de 'sugerir' é particularmente repulsivo e degradante na medida que é usado normalmente em não-judeus que, devido à sua pobreza e posição social subordinada, estão completamente nas mãos do seu empregador judaico. Um trabalhador gentio (ou empregado do exército israelita) que não se treine para interpretar as 'sugestões obscuras' como ordens será impiedosamente despedido.

O segundo método é usado em casos em que o que é requerido ao gentio para fazer durante o sábado não é uma tarefa ou serviço pessoal (os quais podem ser 'sugeridos' quando surge a necessidade deles), mas um trabalho de rotina ou regular sem supervisão judaica constante. De acordo com este método  chamado 'inclusão implícita' (havla'ah) do sabbath entre os dias úteis  o gentio é contratado 'para toda a semana (ou ano)', sem que o sabbath seja mencionado no contrato. Mas, na verdade, o trabalho só é desempenhado ao sabbath. Este método foi usado no passado para contratar um gentio para apagar as velas depois da oração da véspera do sabbath (em vez de deixá-las continuar acesas com desperdício). Os exemplos israelitas modernos são: regular o abastecimento de água ou vigiar reservatórios de água aos sábados.


Uma ideia semelhante foi usada também no caso de judeus, mas para um fim diferente. Os judeus estão proibidos de receber qualquer pagamento por trabalho feito ao sabbath, mesmo se o próprio trabalho é permitido. Aqui, o exemplo principal diz respeito às profissões sagradas: o rabino ou estudioso talmúdico que prega ou ensina no sabbath, o cantor que canta só aos sábados e outros dias santos (aos quais são aplicáveis proibições semelhantes), o sacristão e funcionários semelhantes. Nos tempos talmúdicos, e em alguns países mesmo vários séculos depois, tais trabalhos não eram remunerados. Mas posteriormente, quando estes se tornaram profissões assalariadas, a dispensa da 'inclusão implícita' foi utilizada e eram contratados numa base 'mensal' ou 'anual'. No caso dos rabinos e dos estudiosos talmúdicos, o problema era particularmente complicado, uma vez que o Talmude os proíbe de receber qualquer pagamento por pregar, ensinar ou estudar assuntos talmúdicos, mesmo em dias úteis. Uma dispensa especial para eles estipula que o seu salário não é realmente um salário mas uma ‘compensação pela ociosidade’ (dmey batalah). Como resultado combinado dessas duas ficções, o que é em verdade pagamento por trabalho feito principalmente, ou mesmo unicamente, ao sabbath é transformado em pagamento por estar ocioso nos dias úteis.

2 comentários:

  1. Se se permitem imacular com hipocrisia tão infantiloide, do que não são capazes para com um "goyin"?!...

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