Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


sexta-feira, 26 de julho de 2013

Simon "Fraude" Wiesenthal

Amigos e amigas.
Sei que o personagem do título é um ser pra lá de batido e abatido na História, mas até hoje, uma grande parte das pessoas (em sua alienação, comodismo e estupidez) o vê como um paradigma de moralidade e justiça (aquelas pessoas que têm Hollywood como paradigma de credibilidade). Por isso, vale um eventual 'chute-na-bunda' pra reforçar o contrário.

Apresento-lhes um artigo que traduzi do escritor Guy Walters, publicado no Daily Mail de 10/09/2010, sobre Simon Wiesenthal. Os sublinhados, negritos e algumas aspas são meus.

É meio longo (apesar de tê-lo reduzido), mas achei que valia para completar as impressões sionistas acerca dele, dadas num programa da tv alemã ARD intitulado "Panorama", apresentado no dia 08/02/2008, às 21:00 h, e que reproduzi AQUI.

Triste figura!...
FAB29

O preclaro infeliz Wiesenthal
"Para milhões de pessoas ao redor do mundo, Simon Wiesenthal é visto como um herói. 
Muitas vezes creditado por trazer à justiça cerca de 1100 criminosos de guerra, o 'caçador de nazistas' e 'sobrevivente do Holocausto' é considerado quase como um santo, um homem que fez mais do que qualquer governo para prender os autores de alguns dos piores crimes que o mundo tem testemunhado.
Indicado para o Prêmio Nobel da Paz, para a Ordem dos Cavaleiros e mais de 50 outras honras, Wiesenthal é particularmente lembrado por seu papel em rastrear o famoso 'arquiteto do Holocausto', Adolf Eichmann.

Depois que ele morreu com a idade de 96, em setembro de 2005, os elogios choveram de todo o mundo. Wiesenthal foi elogiado como o "representante permanente das vítimas", um homem que não apenas havia procurado a justiça, mas se orgulhava de nunca ter esquecido os seus seis milhões de "clientes", como ele chamou aqueles que 'morreram no Holocausto'.

Aqueles que leram suas memórias só podiam se maravilhar com seu heroísmo durante a guerra e as incríveis fugas da morte nas mãos dos nazistas. Era como se a missão de Wiesenthal fosse quase dada por Deus, os deuses poupando a sua vida por algum propósito maior.

Os relatos de suas caçadas a fugitivos não eram menos sensacionais, como Wiesenthal contou como ele se envolveu em uma batalha de inteligência contra as redes de nazistas do pós-guerra e seus sinistros simpatizantes. Era a última história de "vingança do bem estar" e o mundo a abraçou.

Foram feitos programas de TV e filmes, e logo Wiesenthal tornou-se um nome familiar, um símbolo para o triunfo da esperança sobre o Mal. Aqueles que se emocionaram com sua história de vida agora podem fazê-lo mais uma vez, graças a uma nova biografia escrita pelo historiador israelense Tom Segev.

A figura que emerge do livro é muito mais complexa do que se poderia esperar. Dr. Segev demonstra que o relato de Wiesenthal sobre sua vida foi o produto de exageros e auto-mitologia. Aparecendo no programa Today, da Radio 4 esta semana, o autor disse que Wiesenthal era "um contador de histórias, um homem que viveu entre a realidade e a fantasia.Desculpou a inclinação de Wiesenthal para fabricar histórias sobre o seu passado, dizendo que era sua maneira de tornar mais fácil lidar com as atrocidades reais que havia experimentado nos campos de concentração.

Sinto muito, mas esta abordagem compassiva simplesmente não me comove. Pois a verdade é que o grande caçador de nazistas é muito, muito pior do que o Dr. Segev apresenta. No meu ponto de vista, Simon Wiesenthal era um mentiroso e uma fraude. Na verdade, eu iria tão longe a ponto de dizer que ele foi um dos maiores vigaristas do século 20.

Passei quatro anos trabalhando em uma história do nazi-caçador, que foi publicada no ano passado, e o material que reuni sobre Wiesenthal foi o suficiente para me fazer gritar muito alto. Quando eu comecei meu livro, eu também acreditava que o grande homem era apenas isso - grande.

Mas quando eu olhei para todas as suas memórias, biografias e material de arquivo original, eu percebi que, como tantos outros, a imagem que eu tinha construído de Simon Wiesenthal era irremediavelmente incorreta. Havia muitas distorções e incongruências, muitas mentiras deslavadas - nenhuma das quais podia ser explicada pelo simpático psico-balbuciar oferecido por nomes como Dr. Segev. O fato é que Wiesenthal mentiu sobre quase tudo em sua vida.

Vamos, por exemplo, começar no início e olhar para o seu registro educacional. Se você visitar o site do Simon Wiesenthal Center, vai saber que ele foi indicado para a admissão ao Instituto Politécnico de Lvov, mas foi recusado "por causa de restrições de quotas de estudantes judeus". O site, em seguida, afirma que ele foi para a Universidade Técnica de Praga, na qual recebeu seu diploma em engenharia arquitetônica em 1932. Outras biografias - publicadas durante a vida de Wiesenthal - afirmam que ele tinha, de fato, ido para Lvov (entre 1934 ou 1935) e ganhou um diploma de engenheiro arquitetônico em 1939. Todos esses relatos são lixos.

O Arquivo do Estado de Lvov não tem nem um registro de Simon Wiesenthal ter estudado na Universidade Técnica de Lvov. Os arquivos tem registros de outros alunos desse período, mas não de Wiesenthal - e não havia restrições de quotas de estudantes judeus naquela épocaNem dele ter se graduado em Praga. Embora ele tenha se matriculado em 21 de fevereiro de 1929, Wiesenthal nunca completou a sua licenciatura. Ele passou em seu primeiro exame do estado em 15 de fevereiro de 1932, e, em seguida, saiu no mesmo ano.

Apesar da falta de credenciais acadêmicas, ele iria usar de forma fraudulenta sua suposta diplomação de engenharia em sua carta de apresentação para o resto de sua vida.  Durante a guerra, Wiesenthal afirmava ter passado anos dentro e fora de uma sucessão de campos de concentração. Embora ele certamente tenha passado um tempo em campos como Mauthausen, ele também disse que esteve em Auschwitz - uma afirmação para a qual não há nenhum registro.

Depois, há sua suposta carreira como um bravo partizan. Em duas das suas memórias, ele afirma ter se juntado a um grupo de partizans depois de escapar de um campo em outubro de 1943. De acordo com uma entrevista que ele deu ao exército norte-americano em 1948, ele alegou que foi imediatamente feito um tenente "na base do meu intelecto." Ele logo foi promovido a major e ele foi fundamental na 'construção de bunkers e linhas de fortificação.' "Nós tivemos construções de bunkers fabulosas", disse ele. "Minha posição não era tanto como um especialista estratégico, mas como um técnico especializado."

Só precisamos de uma compreensão básica da história militar da Segunda Guerra Mundial para saber que as alegações de Wiesenthal são altamente duvidosasGrupos partizans não construíam ' fabulosos bunkers'. Eles, ao invés disso, confiavam em mobilidade para despistar o inimigo. Como judeu, também é altamente improvável que ele tenha sido feito um oficial de tal grupo, que normalmente era antissemita.
(...)
Uma vez que existem pelo menos quatro relatos descontroladamente diferentes das atividades de Wiesenthal entre outubro de 1943 e meados de 1944, sérias dúvidas sobre o que ele realmente foi devem certamente ser levantadas. Alguns daqueles que duvidaram de sua versão dos fatos - como o antigo chanceler austríaco Bruno Kreisky - foram tão longe como acusar Wiesenthal repetidamente nos anos 1970 e 1980 de ser um colaborador com a Gestapo. 
(...)
Dois depoimentos feitos por ex-membros do exército alemão também afirmaram que o caçador de nazistas era um colaborador, mas tais alegações devem ser tratadas com extrema cautela. 
(...)
No entanto, eu não tenho pudores em afirmar que a maior mentira que ele propalou foi sobre o seu envolvimento na caça e eventual captura de Adolf Eichmann, um suposto golpe de Estado com o qual ele estará sempre associado - e bastante injustificadamente. De acordo com o mito, Simon Wiesenthal iniciou sua caçada a  Eichmann tão logo a guerra acabou.

No início da década de 1950, ele tinha tudo, mas desistiu, até que ele teve um encontro casual, supostamente com um nobre austríaco chamado Baron Mast, no final do outono de 1953. Baron Mast mostrou a Wiesenthal uma carta que havia recebido em maio daquele ano de um antigo companheiro do exército que agora vivia na Argentina, onde o escritor tinha cruzado com o 'porco Eichmann ", que estava morando em Buenos Aires e trabalhando nas proximidades. 
(...)
Poucos meses depois, em 30 de março de 1954, Wiesenthal finalmente enviou um dossiê sobre Eichmann para o Congresso Mundial Judaico e ao cônsul israelense em Viena, em que ele compartilhou o conteúdo da carta do Barão e revelou que o criminoso estava trabalhando na construção local de uma estação de energia a 65 milhas de Buenos Aires. Infelizmente, a inteligência de Wiesenthal era inútil. Não só ele foi incapaz de fornecer o pseudônimo de Eichmann - Riccardo Klement - mas no momento da carta do Barão, Eichmann estava, na verdade, trabalhando a mais de 800 quilômetros de Buenos Aires e, em março de 1954, ele estava morando na capital argentina tentando estabelecer seu próprio negócio. No entanto, o pior estava por vir.

Em 1959, quando a busca por Eichmann estava esquentando, o serviço de inteligência israelense, Mossad, perguntou a Wiesenthal se tinha mais alguma informação sobre o criminoso. Em 23 de setembro, ele escreveu para os israelenses e disse-lhes que suspeitava que Eichmann estava no 'norte da Alemanha' e que ele "fazia visitas à Áustria ao longo do tempo". Mais uma vez, ele estava fornecendo informações inúteis.

De outras fontes, os israelenses haviam estabelecido que o fugitivo estava, na verdade, em Buenos Aires e a informação de Wiesenthal foi outro beco sem saída. Depois que Eichmann foi sequestrado no ano seguinte por agentes do Mossad, Wiesenthal, pelo menos teve a graça de dizer que ele, "pessoalmente, não tinha algo a ver com a prisão de Eichmann", e que ele havia depositado todos os seus arquivos em Jerusalém.

No entanto, com os israelenses permanecendo calados sobre seu envolvimento, ele decidiu preencher o vácuo de informações e começou a colocar-se bem no coração da caçada. Ele escreveria que, embora tivesse dito que tinha enviado todos os seus arquivos para Israel, tinha realmente sempre mantido consigo o arquivo Eichmann. Isto era completamente falso.

Talvez a mentira mais chocante de Wiesenthal sobre o caso Eichmann foi a alegação de que ele disse aos israelenses em sua carta de setembro de 1959 que o nazista estava, na verdade, na Argentina. Como vimos, ele lhes disse que Eichmann estava possivelmente na Alemanha - uma pequena diferença de vários milhares de quilômetros. 

Curiosamente, o Dr. Segev viu tanto a carta de setembro de 1959 como a reclamação mais tarde, mas ele optou por ignorar as diferenças em seu livro.

Os fatos simples são que Wiesenthal mentiu sobre a sua licenciatura, suas experiências de guerra e sua "caçada" a Adolf Eichmann. Qualquer homem que profere tantas inverdades não merece ser reverenciado. Embora alguns desculpem Wiesenthal 'contador de histórias', há simplesmente muitas outras mentiras para levá-lo a sério.

Além disso, afirmar que Wiesenthal "viveu entre a realidade e a fantasia para lidar com suas experiências reais de guerra" é um insulto a todos os 'sobreviventes do Holocausto' que apenas disseram a verdade."

• Guy Walters é o autor de "Hunting Evil (Bantam)"

4 comentários:

  1. Além de todas estas mentiras ele ganhou muito dinheiro com seu povo judeu financiando a caçada.

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    1. Ele e também Elie Wiesel, DaFonseca, Rosenblat, Greta Beer, Silvia Jaffe,...
      A lista de "ixpertos" é enorme. E a de crédulos imbecis, quase infinita.

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  2. Parasita + burro, diferente dos seus (dele) descendentes que são tão astutos para pedir o que nao é de direito
    EDUARDO-SP

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    1. Acho injusto você forçar um parentesco dele com os pobres quadrúpedes asininos...

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