Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Deixem Anne Frank em paz!

Amigos e amigas.
Essa pobre menina há muito já virou um fantasma arrastando correntes no imaginário da humanidade. E pensar que tudo começou com uma garota que ganhou um grande caderno e resolveu (como uma infinidade de outras mocinhas) escrever um relato do seu dia-a-dia, desabafando e mostrando seus desejos, realizações, angústias, decepções, opiniões, etc. Quem já leu seu diário (eu o li duas vezes), viu claramente quem ela era já nas primeiras quinze páginas: uma pré-adolescente cheia de sonhos, graça e vivacidade, relatando "bobaginhas", situações triviais comuns a essa idade e mentalidade (Se bem que é possível notar pequenas inserções que, no transcorrer do diário, serão constantes e se mostrarão muito estranhas para a personalidade da menina).

Então, o que vemos daí em diante é um início de inversão de personalidade. Seu estilo começa a mudar sensivelmente e os assuntos passam a misturar trivialidades com a guerra que ocorria, com propriedade e conhecimento inadmissíveis para o nível e situação dela. Há várias impossibilidades na história oficial da criação do seu diário. Vejamos: ela o ganhou em junho de 1942 e o último escrito é de 1º de agosto de 1944. São quase 800 dias numa situação de enormes dificuldades financeiras, materiais, logísticas, vivendo em constante atenção e medo de ser descoberta e presa. Ainda assim, por algum tempo, ela não deixou de sair, ir à escola, até de paquerar.

É dito que ela escreveu a maior parte do seu diário em 1944, após ter ouvido um membro do governo holandês dizer que diários feitos no período teriam interesse histórico. Então, ela passou a revisar seu diário, reescrevendo, em média, 4 páginas por dia (nunca esquecendo: a bico de pena!). A escritora e crítica literária estadunidense Francine Prose afirma que Anne devorava romances juvenis (as "Sabrinas" e "Júlias" da época), mas também lia Schiller, Shakespeare e Goethe, vindo daí sua incrível evolução literária. Ela acrescenta: "Anne já tinha a técnica, a habilidade de intercalar momentos de reflexão com cenas dramatizadas" e também que ela tinha "um poder de observação, um olho para o detalhe, um ouvido para o diálogo, a capacidade de falar sobre um momento específico e sobre pessoas específicas e parecer universal".
Resumindo: em meio a tantas e tamanhas dificuldades, restrições, sofrimentos e privações, Anne encontrou tempo para levar a vida aos trancos e barrancos, ficando doente duas ou três vezes, ler um monte de bobagens e assimilar super autores, além de escrever e reescrever seu diário com a capacidade atribuída a ela por Prose, tudo num período de pouco mais de dois anos. No mínimo, UAU!

Robert Faurisson
Daí, apareceu Robert Faurisson, que dissecou o diário, comparando edições de diferentes países, analisando os locais do livro e provando impossibilidades culturais, sociais, históricas, temporais, de situação e verossimilhança, de espaço, até psicológicas. E relatou todo seu estudo no livro "Quem escreveu o diário de Anne Frank?", que também já li algumas vezes e recomendo para quem quer ter uma segunda visão dos fatos.

Nunca se deve esquecer da batalha judicial entre Otto Frank, pai de Anne, e Meyer Levin, escritor judeu. Este processou Otto em 1956, reclamando direitos autorais sobre o diário. Um juiz judeu, Samuel L. Coleman, condenou o pai de Anne a pagar US$ 50 mil a Levin. O processo se encontra arquivado na Oficina do Condado de Nova Iorque (New York Country Clerks Office), com o número 2241, de 1956. Outro detalhe: Edgar Geiss e Ernst Roemer questionaram a autenticidade do famoso diário. O Tribunal Distrital de Hamburgo encarregou a Oficina Criminal Federal Alemã de um exame dos textos, baseando-se na análise do papel e da tinta. Em 1981, o professor Werner declarou que todas as correções e diversos comentários foram feitos à tinta esferográfica preta, verde e azul. Tal caneta só apareceu no mercado em 1951.
Diário revisado por Meyer Levin
Para finalizar, o original do diário nunca foi publicado. A justificativa de Otto Frank ao juiz para esse fato (além das muitas exclusões) foi que sua filha criticava duramente a sua mãe e relatava as suas relações escabrosas com um amigo de 17 anos. Também admitiu que "para colmatar algumas lacunas", contratou os serviços do jornalista holandês Albert Cauvern.

Após tudo isso, o que temos? Uma história que sequer teria uma nota de rodapé na História se não fosse a necessidade sórdida de seres inescrupulosos de lucrarem horrores e arrebatarem mentes e corações despreparados, descuidados e comodistas, que aceitam passivamente qualquer história que pega pela emoção e piedade, para a sua causa (no caso, o escamoteamento de suas imensas culpas pelo período mais dantesco da História: a 2ª Guerra). Não penso que Anne Frank seja uma fraude; apenas uma inocente útil que só queria ser minimamente feliz, mas foi imposta ao mundo como "um paradigma da luta contra o colosso nazista". Se a história de Otto Frank fosse tão disseminada quanto a da filha, certamente não haveria nenhuma escola, hospital, rua, instituto, etc, com o nome 'Anne Frank'.

Não tenho dúvidas de que seu diário (verdadeiro) venderia razoavelmente e serviria de incentivo a muitas adolescentes fazerem o mesmo. Mas do jeito que expus resumidamente, não é mais suportável tanta hipocrisia e dissimulação! O maior problema é que o diário e sua "verdade adaptada" estão intimamente ligados à História contemporânea como uma prova de tudo o que é dito do regime Nacional-Socialista. Se os donos da carne podre permitissem a revisão da real história do diário (que virou ponto histórico), estaria aberto um precedente e haveria uma reação em cadeia que faria desmoronar o castelo de areia do holocausto.

Porém, isto é um problema dos que inventaram tanta falcatrua e se locupletaram com ela. Já passou da hora de deixarem Anne Frank descansar em paz! Sua memória deve ser relegada à sua importância e relevância na 2ª Guerra, isto é, nenhuma!
FAB29

24 comentários:

  1. Respostas
    1. Minhas pesquisas encontraram "tinta esferográfica preta e verde", também.

      Excluir
  2. Respostas
    1. Pois é. Os caras são "xique no penúrtimo"!

      Excluir
  3. Obrigada pelo texto,muitas vezes debati sem ter o conhecimento dessa ''Anne Frank'',sempre citavam o diário dela como prova e real do holocausto,já havia procurado uma segunda opinião sobre o diário dela mas não me deparei com algo com credibilidade,semana passada fiz a compra do livro dela,recebi ele ontem,agora irei procurar essa nova fonte "Quem escreveu o diário de Anne Frank?".Mais uma vez obrigado pelas informações.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Prezada Myrian.
      Num antigo seriado chamado "Arquivo X", o protagonista dizia: "A Verdade está lá fora!". Com isto, ele queria que saíssemos de nossa concha e experimentássemos o mundo, pois é só assim que podemos construir a nossa verdade.

      Completo com palavras de Osho, sábio indiano: "Queres conhecer a Verdade? Conheças a Inverdade, que é onde estás. A partir daí, começa a tua jornada."

      E as palavras de Raul Seixas: "Minha cabeça só pensa aquilo que ela aprendeu. Por isso mesmo, eu não confio nela. Eu sou mais eu! Pra ser feliz é olhar as coisas como elas são, sem permitir, da gente, uma falsa conclusão. Seguir somente a voz do seu coração."

      Assim sendo, procure, pesquise, se informe, pense, raciocine, racionalize, conteste, considere, reconsidere e conclua. Nunca deixe de fazer uma mediação entre sua mente e seu coração para evitar que sua alma seja contaminada.
      Abraço. Grato pela deferência.

      Excluir
  4. Proud to be a Sionist2 de agosto de 2013 14:27

    - Nenhum revisionista nega que a familia esteve reclusa no esconderijo
    - Nenhum revisionista nega que os judeus estavam sendo retirados
    de casa e mandados a campos de transito
    - Nenhum revisionista nega que o destino final dos judeus via de regra era o campo de Auswitz e adjacentes
    - Nenhum membro da família Frank morreu gaseado
    - Nenhuma das mortes da família Frank é negada ou contestada pelos revisionistas
    - Nenhum revisionista nega que houveram mortes por fome
    - Nenhum revisionista nega que houveram mortes por tifo
    - O conteudo do diário não entra em nenhum momento em contradição sobre aquilo que pregam os revisionistas

    O RAIOS................Trata-se do maior documento que tudo aquilo que os revisionistas apregoam está certo, então por que tanto esforço para negá-lo????

    Simples:

    - De um universo de 4 pessoas apenas 1 sobreviveu, logo é de se esperar que 75% dos judeus europeus tenham perecido

    - Desqualificar mesmo sendo de acordo com tudo aquilo que é apregoado pelos revisionistas é a máxima revisionista, que tenta desqualificar qualquer testemunho, assim desqualificando o diário todos os demais são desqualificados.

    Há certas coisas que me fazem borrar de tanto rir,não existe maior documento do revisionismo que o diário, que diga-se de passagem já teve sua autenticidade confirmada por institutos alemães e holandeses, as partes escritas em esferográfica, estão ao lado, no topo e no rodapé e não no corpo do diário,porém se o esforço é este continuarei rindo a toa...............

    Shabat Shalom

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Toda a falcatrua que resumi no post só é autenticada pelos seus donos sionistas. E só o trecho abaixo mata a autenticidade que tentam desesperadamente manter:

      "Para finalizar, o original do diário nunca foi publicado. A justificativa de Otto Frank ao juiz para esse fato (além das muitas exclusões) foi que sua filha criticava duramente a sua mãe e relatava as suas relações escabrosas com um amigo de 17 anos. Também admitiu que "para colmatar algumas lacunas", contratou os serviços do jornalista holandês Albert Cauvern."

      Rir é o melhor remédio. E é só o que lhes resta.

      Excluir
    2. Mandou bem Proud, deve ter dado um nó na cabeçinha limitada do biano, acho que agora ele não sabe se abraça o diário ou se mantem a posição...rsrrsrsrr........olha o Farryson que veio com este negócio de esperográfica relata ter ido ao museu e visto o diário original, da mesma forma o diario original foi sbmetido a analise em instituições séria e competentes (alguns alegam que as mesmas estão a serviço do sionismo..........rrsrsrsrsr.....patético) agora o biano diz que o original não foi publicado, ai vão inventar este negocio de esperográficas preta, vermelha, verde e azul, que o original não foi publicado e isto e aquilo, para mim fico contente em saber que ainda é o documento mais vivo e marcante do holocausto (mesmo vc. dizendo que esta de acordo com os revisas) publicado em várias linguas, materia obrigatoria em varias escolas, materia de vestibular e assim por diante, Anne está viva e bastante presente................valeu

      Excluir
    3. "agora o biano diz que o original não foi publicado" (?!?)

      Otto Frank declarou isso em 1956 ao juiz Coleman e você imputa a mim? Pobre tergiversador histriônico!

      Eu reafirmo: Anne Frank não passou de uma inocente útil deturpada sem nenhum respeito pelo pai e que seus donos continuam impondo ao mundo como um 'paradigma'.
      Isto ainda é fato arraigado na mentalidade comodista e alienada da sociedade ocidental, mas tenho fé de que está esboroando rapidamente.

      Em tempo: autoelogio é vitupério.

      Excluir
  5. Ah!... Se se criasse um
    "Picaretômetro Judeu", não?!...

    ResponderExcluir
  6. Será que "Picaretômetro Sionista" ficaria
    melhor para um "politicamente correto" e,
    mais uma vez!, fazer o joguinho deles?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Sim, eu acho.
      O termo "judeu" é muito genérico e eu continuo pensando que a etnia judaica em si é digna de respeito.
      E se não fosse a covarde e sórdida doutrinação que os sionistas impetram na juventude israelense (ver vídeo "Defamation": http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2012/04/video-defamation_13.html), esse ódio já estaria em muito minimizado.
      Portanto, "picaretômetro sionista" é ideal.

      Excluir
  7. "Trata-se do maior documento ", se este é o maior, imagine o menor. Ou seja, não tem documento algum.

    As partes escritas em esferográfica estão no corpo central do diário e não pelas beiradas em anotações.

    Cobalto

    ResponderExcluir
  8. Holo-estória: O diário de Anne Frank
    O diário de Anne Frank é um dos mais vendidos livros do mundo – até então já foram vendidos mais de 30 milhões de exemplares em mais de 60 línguas. Este livro serve como nenhum outro à doutrinação do Holocausto para as crianças e é, há décadas, leitura obrigatória para os alunos do mundo ocidental. A editora Fischer Taschenbuch denomina este diário como o "Símbolo e documento para o genocídio dos judeus". A Anne-Frank-Haus, em Amsterdam, refere-se a uma "Janela para o Holocausto".
    A autoria deste livro é obscura, apesar do enorme significado que lhe é atribuído. Juntamente às muitas absurdas descrições, sobressai-se um estilo literário atípico para uma jovem menina. Ainda mais estranho é a circunstância, que as anotações no diário foram feitas com duas claramente diferentes caligrafias. Uma das escritas é desajeitada e típica para uma jovem menina. A segunda escrita é fluente, hábil e característica para um adulto. Mesmo para um observador totalmente inexperiente e leigo em grafologia, ambas as caligrafias devem saltar aos olhos. A segunda caligrafia atípica de uma jovem menina leva os independentes investigadores sempre a questionar novamente a autenticidade deste diário.
    A polícia federal alemã (BKA) examinou o original no caso de uma disputa judicial entre um crítico, Ernst Römer, e o pai de Anne Frank, Otto Frank. A investigação da BKA resultou que algumas anotações foram "escritas através de pasta de caneta esferográfica preta, verde e azul". A revista Der Spiegel reportou sobre este resultado e concluiu que a veracidade do diário deve ser colocada em dúvida, pois Anne Frank morreu de tifo no ano de 1945 em Bergen-Belsen e as primeiras canetas esferográficas estavam disponíveis ao mercado somente após a guerra.
    Algum leitor vai colocar de imediato a pergunta, porquê então tantas editoras mundo afora aceitam sem crítica este manuscrito e como que estas claramente diferentes caligrafias não saltaram aos olhos das pessoas. Ora, Otto Frank provavelmente sabia muito bem os defeitos deste suposto diário e impediu uma apreciação crítica do original até sua morte no ano de 1980.
    A editora holandesa Contact recebeu como base para a primeira publicação somente um livro-manuscrito datilografado, o qual foi feito por Otto Frank. O primeiro livro que apareceu na língua holandesa, e não o original, foi a base para a tradução em outros idiomas. Uma versão original do diário nunca foi publicada.
    Atualmente, devido aos seus interesses comerciais, as editoras não estão tão interessadas em indagar sobre a origem precisa deste Bestseller. Para não mencionar a Fundação Anne-Frank, a qual rejeita agressivamente qualquer dúvida quanto à autenticidade do diário de Anne Frank, porém, possui entretanto a proverbial Chuzpe (do idisch: cara de pau) de apresentar publicamente as duas diferentes caligrafias, como as aqui apresentadas páginas 92 e 93 do diário.
    Fonte : http://whitewolfns.blogspot.com.br/2009/01/mais-um-holoconto-o-dirio-de-anne-frank.html

    Cobalto

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Pois é...! Engula quem quiser. Eu cuspo.

      Excluir
  9. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/02/306552.shtml

    o arranca rabo nos comentários rsrs

    Cobalto

    ResponderExcluir
  10. "Em 1959 a farsa começou a vir a tona quando o roteirista judeu Meyer Levin (http://www.meyerlevin.com) moveu uma ação contra o banqueiro Otto Frank (pai de Anne) por falta de pagamento. Na ocasião, especialistas do American Council Letter atestaram que o "diário" não poderia ser obra de uma adolescente e tudo desmoronou quando grafologistas e peritos do tribunal, além de apontarem as escandalosas inconsistências de estilo e de grafia, ainda encontraram várias passagens do "diário" escritas com caneta esferográfica, que só foi inventada vários anos depois da morte da menina." fonte : http://feriasdoclark.blogspot.com.br/2008/12/anne-frank-farsa.html

    Cobalto
    Follow us: feriasdoclark on Facebook

    ResponderExcluir
  11. Só pelo fato de ser a polícia alemã quem analisou já podemos concluir que ali está a grande mentira.

    Os alemães são obrigados a concordar com tudo o que os judeus dizem sob. pena de serem considerados neo-nazistas.

    Se pediram, para polícia alemã analisar, é por que sabiam que a resposta seria positiva.

    Os alemães não podem negar nada sobre o holocausto .

    Lá, é lei acreditar no holoconto.

    Essa é uma grande prova que o diário é falso, uma mentira.

    Cobalto

    ResponderExcluir
  12. "Falsificação Admitida
    A revista Manchete, anteriormente citada, depois de alegar que o pai de Anne teria sido o responsável por "descaracterizações', cortes, censuras, modificações, etc., conclui que isso teria deixado o diário muito "vulnerável", diminuindo, evidentemente, a credibilidade do mesmo..."

    fonte : http://fora-damidia.blogspot.com.br/2012/04/quem-podera-ainda-acreditar-no-diario.html

    Veja isto : http://www.hopesite.ca/remember/experiences/annef_diarypg.html

    Cobalto

    ResponderExcluir
  13. qual era a situação financeira de Anne Frank ?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Semelhante à da maioria dos povos imiscuídos na 2ª guerra (e a de milhões de pessoas atualmente, em "tempos de paz"): difícil e sofrida.

      Excluir
  14. A propaganda pró diário de Anne Frank atropelando as contradições, incoerências e imposturas são descaradas. Robert Faurisson escreveu um artigo depois complementando a questão ao abordar as pelejas erigidas para sustentar a mentira...

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Por isso e bem mais é que nossa batalha contra o status quo nefasto é diuturna.

      Excluir