Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Pontos Nevrálgicos - 2

Amigos e amigas.
Os 2º e 3º capítulos dos Protocolos introduzem uma rápida análise sobre suas marionetes: os políticos e os cristãos. Além de começar a explicar como se usa a máxima "Divide e impera" no sentido total da expressão. A fome, que cria escravos perfeitos, é sua maior arma.
FAB29


Capítulo II:

“Os administradores, escolhidos por nós no povo, em razão de suas aptidões servis, não serão indivíduos preparados para a administração do país. Assim, facilmente se tornarão peões de nosso jogo, nas mãos de nossos sábios e geniais conselheiros, de nossos especialistas, educados desde a infância para administrar os negócios do mundo inteiro.”
(Os que assim não são, são "convidados" a se retirar. Isto, quando conseguem a proeza de chegar ao poder.)

“Os cristãos não se guiam pela prática de observações imparciais tiradas da História, mas pela rotina teórica, incapaz de atingir qualquer resultado real. Por isso, não devemos contar com eles; que se divirtam, ainda que durante algum tempo, vivendo de esperanças ou de novas diversões, ou ainda da saudade dos divertimentos que tiveram. Deixemo-los acreditar na importância das leis científicas que lhes inculcamos - meras teorias. É com esse fim que constantemente aumentamos, por intermédio de nossa imprensa, sua confiança cega nessas leis.” (Nessa busca por válvulas de escape, o povo se apega a qualquer migalha de esperança. E a Grande Mídia adestrada e vendida cumpre 'bem' seu papel.)

“Não julgueis nossas afirmações sem base; reparai no êxito que soubemos criar para o Darwinismo, o Marxismo, o Nietzchismo. Pelo menos para nós, a influência deletéria dessas tendências deve ser evidente” (Não sou um iniciado, mas há muito percebi essa influência, especialmente nos dois primeiros.)

“A imprensa encarna a liberdade da palavra. Mas os Estados não souberam utilizar essa força e ela caiu em nossas mãos. Por ela, obtivemos influência, ficando ocultos; graças a ela, ajuntamos o ouro em nossas mãos, a despeito das torrentes de sangue e de lágrimas que nos custou consegui-lo. Resgatamos isso, sacrificando muitos dos nossos. Cada uma de nossas vítimas, diante de Deus, vale milhares de cristãos.” (Resumindo: domínio da opinião + silêncio + algum sacrifício = supremacia.)

Capítulo III:

“Para impelir os ambiciosos a abusarem do poder, opusemos umas forças às outras todas, desenvolvendo todas as suas tendências liberais para a independência... Encorajamos para esse fim todas as tendências, armamos todos os partidos e fizemos do poder o alvo de todas as ambições. Transformamos os Estados em arenas onde reinam os distúrbios.” (De fato, os corruptos parasitas se digladiam e se refestelam na turba.)

“Os falastrões inesgotáveis transformaram as sessões dos parlamentos e as reuniões administrativas em prélios oratórios. Jornalistas audaciosos e panfletários cínicos atacam diariamente o pessoal administrativo. Os abusos do poder, finalmente, prepararão a queda de todas as instituições e tudo será destruído pela multidão enlouquecida.” (Palavrórios são a tônica e distúrbios e convulsões sociais aumentam exponencialmente.)

Os direitos que inscrevemos nas constituições são fictícios para as massas; não são reais. Todos esses pretensos “direitos do povo” somente podem existir no espírito e são para sempre irrealizáveis. Que vale para o proletário curvado sobre seu trabalho, esmagado pela sua triste sorte, o direito dado aos falastrões de falar, ou o direito concedido aos jornalistas de escrever toda espécie de absurdos misturados com cousas sérias, desde que o proletariado não tira das constituições outras vantagens senão as miseráveis migalhas que lhe lançamos de nossa mesa em troca dum sufrágio favorável às nossas prescrições, aos nossos prepostos e aos nossos agentes?(O "zumbizamento" das massas é patente.)

Sob a nossa direção, o povo destruiu a aristocracia, que era sua protetora e sua ama de leite natural, porque seu interesse era inseparável do interesse do povo. Agora que a aristocracia foi destruída, ele caiu sob o jugo dos açambarcadores, dos velhacos enriquecidos, que o oprimem de modo impiedoso. (...) A aristocracia, que gozava de pleno direito do trabalho dos operários, tinha interesse em que os trabalhadores tivessem fartura, fossem sadios e fortes. Nosso interesse, ao contrário, é que os cristãos degeneremNosso poder reside na fome crônica, na fraqueza do operário, porque tudo isso o escraviza à nossa vontade, de modo que ele fique sem poder, força e energia de se opor a ela.” (E o investimento nessa degeneração não conhece limites.)

“A verdadeira ciência da ordem social, em cujo segredo não admitimos os cristãos, mostraria a todos que o lugar e o trabalho de cada um devem ser diferentes, para que não haja uma fonte de tormentos em conseqüência da falta de correspondência entre a educação e o trabalho.” (Se o povinho o conhecesse, não seria "povinho".)

A infinita covardia dos povos cristãos, que rastejam diante da força, que são impiedosos para a fraqueza e para os erros, porém indulgentes para os crimes, que não querem suportar as contradições da liberdade, que são pacientes até o martírio diante da violência dum despotismo ousado; tudo isso favorece nossa independência. Sofrem e suportam dos primeiros ministros de hoje abusos pelo menor dos quais teriam decapitado vinte reis.” (Covardia nascida da total ignorância cevada pelos sinistros.)

E eis como o povo condena os justos e absolve os culpados, persuadindo-se cada vez mais que pode fazer o que lhe der na veneta. Nessas condições, o povo destrói toda estabilidade e cria desordens a cada passo. A palavra “liberdade” põe as sociedades humanas em luta contra toda força, contra todo poder, mesmo o de Deus e o da natureza. Eis porque, no nosso domínio, excluiremos essa palavra do vocabulário humano por ser o princípio da brutalidade que transmuda as multidões em animais ferozes.(A Terra será um zoológico muito bem administrado.)

2 comentários:

  1. Uma fala "hollywoodiana" que é do cacete:
    "Se Deus não os quisesse tosquiados
    não os teria feito ovelhas"!!

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    1. Não esquecendo o mestre Aldir Blanc:
      "Todos esses anos, agnus sei que sou também."

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