Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Pontos Nevrálgicos - 3

Amigos e amigas.
Por ser muito curto, este 4º capítulo está quase ipsis litteris. Sua incrível contundência não permitiu resumo.
Desta feita, preferi incluir citações.
FAB29

"TODA república passa por diversas fases(1). A primeira compreende os primeiros dias de loucura dum cego que se atira para a direita e para a esquerda. A segunda é a da demagogia, de onde nasce a anarquia; depois vem inevitavelmente o despotismo, não um despotismo legal e franco, mas um despotismo invisível e ignorado, todavia sensível."(...)
(1) Kadmi-Cohen, “Nômades”, pág. 152, 153: “De modo geral, por toda a parte, os judeus são republicanos. A república, que tende ao nivelamento, foi sempre uma de suas mais caras aspirações.” - “Seu ódio por toda autoridade dinástica ou pessoal, seu sincero amor às instituições republicanas, sua repulsa por toda injustiça acham sua explicação no unitarismo, ideal de sua raça.”

"Quem poderá derrubar uma força invisível? Nossa força é assim. A franco-maçonaria externa serve unicamente para cobrir nossos desígnios; o plano de ação dessa força, o lugar que assiste, são inteiramente ignorados do público.

A própria liberdade poderia ser inofensiva e existir no Estado, sem prejudicar a liberdade dos povos, se repousasse nos princípios da crença em Deus, na fraternidade humana, fora da ideia de igualdade contrariada pelas próprias leis da Criação , que estabelecem a subordinação. Com tal fé, o povo se deixaria governar pela tutela das paróquias e marcharia humilde e tranquilo sob a direção de seu pastor espiritual, submetido à distribuição divina dos bens deste mundo. Eis porque é preciso que destruamos a fé, que arranquemos do espírito dos cristãos o próprio princípio da Divindade e do Espírito, a fim de substituí-lo pelos cálculos e pelas necessidades materiais (2)."
(2) Numa conferência sob o patrocínio da loja 'La Parfaite Union' , de Mulhouse (França) a 26 de maio de 1927, dizia o maçon senador Bréhier: Durante dois séculos, nossa mais perigosa inimiga foi a Igreja”. Então, o judaísmo e a Igreja, segundo Kadmi-Cohen, em “Nômades”, pág. 181: “São dois contrários, duas antinomias, dois blocos que se defrontam”. Por isso, o “Rituel du 33ème. degré du Grand Orient de France” declara: “Aniquilar o catolicismo, contra o qual todos os meios são bons”.

"Para que os espíritos dos cristãos não tenham tempo de raciocinar e observar, é necessário distraí-los pela indústria e pelo comércio. Desse modo, todas as nações procurarão suas vantagens e, lutando cada uma pelos seus interesses, não notarão o inimigo comum. Mas para que a liberdade possa, assim, desagregar e destruir completamente a sociedade dos cristãos, é preciso fazer da especulação (3) a base da indústria. Desta forma, nenhuma das riquezas que a indústria tirar da terra ficará nas mãos dos industriais, mas serão sorvidas pela especulação, isto é, cairão nas nossas burras."
(3) Diz o judeu Kadmi-Cohen, “Nômades”, pág. 88-89 “Tudo no semita é especulação, de idéias ou de negócios, e, sob este último aspecto, que hino vigoroso não canta ele à glorificação do interesse terrestre!
Batault diz em “Le problème juif”, pág. 39: “Na finança, tudo se concentrou em algumas mãos invisíveis, tudo se trama no silêncio e na noite. Cúmplices e solidários, os autores são secretos e discretos. O instrumento é as operações anônimas da bolsa; compra e venda, venda e compra. Sob ações invisíveis, os pratos da balança do Destino oscilam. Contra a autoridade tirânica, contra o domínio do Econômico, é possível achar armas - o coração dos homens e a alma dos povos - mas deixam-nas enferrujar na bainha...

"A luta ardente pela supremacia, os choques da vida econômica criarão e já criaram sociedades desencantadas, frias e sem coração. Essas sociedades terão uma profunda repugnância pela política superior e pela religião. Seu único guia será o cálculo, isto é, o ouro, pelo qual terão verdadeiro culto (4), por causa dos bens materiais que pode proporcionar. Então, as classes baixas dos cristãos nos seguirão em nossa luta contra a classe inteligente dos cristãos no poder, nossos concorrentes, não para fazer o bem, nem mesmo para adquirir a riqueza, mas simplesmente por ódio dos privilegiados."
(4) O culto do ouro pelo judeu começa na Bíblia, com a adoração do Bezerro fundido por Aarão. Bernard Lazare, “L’Antisémitisme”, vol I, pág. 174: “À medida que se avança, vê-se com efeito, crescer nos judeus a preocupação da riqueza e toda sua atividade prática se concentrar em um comércio especial; refiro-me ao comércio do ouro.”. Pág. 187 : “O ouro deu aos judeus um poder que todas as leis políticas e religiosas lhes recusavam... Detentores do ouro, tornaram-se Senhores de seus Senhores...
Jack London, em “Le peuple de l’Abime”: “O ouro é o passaporte do judeu”. 

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